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Cidasc celebra 39 anos com conquistas na agropecuária catarinense

Cidasc celebra 39 anos com conquistas na agropecuária catarinense

Desde que foi criada, em 27 de novembro de 1979, a Cidasc trabalha para promover o agronegócio regional e o desenvolvimento das cadeias produtivas por meio da sanidade animal, vegetal e inspeção de produtos de origem animal, com o objetivo garantir a excelência sanitária dos rebanhos e lavouras do Estado.

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Foto: Ana Ceron/SAR

Santa Catarina se manterá como uma zona separada no Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (PNEFA). Único estado brasileiro já  livre de febre aftosa sem vacinação, reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), o Estado se prepara agora para a retirada da vacina no restante do país. A posição do agronegócio catarinense foi defendida durante o Fórum de Prevenção à Febre Aftosa, realizado nesta terça-feira, 18, em Florianópolis.

Com início previsto para 2019, o Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (PNEFA) prevê que a vacinação seja suspensa gradativamente no Brasil, separando os estados em cinco blocos. Para efeito de discussão técnica, Santa Catarina faz parte do bloco V - junto com Paraná, Rio Grande do Sul, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Como Santa Catarina já tem o reconhecimento da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) desde 2007, a decisão do Governo do Estado, iniciativa privada e produtores é de que o estado mantenha uma certificação independente do restante do país.

A demanda catarinense já foi apresentada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). “O nosso status sanitário diferenciado é um patrimônio catarinense, que deve ser preservado. A conquista da certificação internacional como zona livre de febre aftosa sem vacinação custou muito esforço e uma dedicação enorme de todo o setor produtivo catarinense”, defende o secretário de Estado da Agricultura e da Pesca, Airton Spies.

A separação de Santa Catarina garante que, por exemplo, em caso de ocorrência de febre aftosa em outro estado, a certificação internacional catarinense não seja afetada. Nessa situação, o estado continuaria autorizado a exportar os produtos de origem animal porque se manterá como uma zona a parte do restante do país.

Defesa Agropecuária

A retirada da vacinação em outros estados irá demandar um investimento ainda maior na defesa agropecuária catarinense. Atualmente, a Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) mantém 63 barreiras sanitárias fixas nas divisas com Paraná, Rio Grande do Sul e Argentina que controlam a entrada e a saída de animais e produtos agropecuários. Além disso, em Santa Catarina todos os bovinos e bubalinos são identificados e rastreados, sendo proibida a entrada de bovinos provenientes de outros estados.

O Governo do Estado mantém ainda um sistema permanente de vigilância para demonstrar a ausência do vírus de febre aftosa em Santa Catarina. A iniciativa privada também é uma grande parceira nesse processo, por meio do Instituto Catarinense de Sanidade Agropecuária (Icasa).

“Este é um momento importante para o agronegócio catarinense. A vacinação em outros estados, como no Paraná e no Rio Grande do Sul, nos protegiam porque formavam uma barreira para o nosso rebanho. O rebanho catarinense é todo identificado e sem nenhuma proteção vacinal, é como uma subpopulação de bovinos dentro do Brasil, por isso a importância de mantermos nossa defesa agropecuária em alerta”, ressalta o secretário Spies.

Santa Catarina trabalha agora em seus novos diferenciais competitivos: controle da brucelose e tuberculose, bem estar animal e desempenho ambiental. “O status sanitário diferenciado sempre foi nosso grande diferencial, como em breve todo o país também será livre de febre aftosa sem vacinação, nós já pensamos nos próximos passos. Nosso estado quer ser conhecido como referência em bem estar animal, controle de brucelose e tuberculose e desempenho ambiental. São esses fatores que irão garantir a competitividade do nosso agronegócio”, afirma.

Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa

O PNEFA está em andamento e em novembro de 2019 o Paraná – estado vizinho de Santa Catarina - já irá suspender a vacinação no seu rebanho. A expectativa é de que em 2023, o Brasil seja reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) como país livre de febre aftosa sem vacinação. Mesmo status conquistado por Santa Catarina em 2007.

A superintendente federal do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento de Santa Catarina, Uellen Colatto, explica que o Brasil está prestes a promover uma grande mudança no setor agropecuário. “É um momento de bastante trabalho, estamos em vias de promover uma grande mudança, de transformar o Brasil inteiro em um país livre de febre aftosa sem vacinação. E essa é uma ousadia consciente porque jamais retiraríamos a vacina se não tivéssemos certeza do nosso status sanitário”.

Status sanitário diferenciado

O último foco de febre aftosa em Santa Catarina aconteceu em 1993 e a partir de 2000 foi suspensa a vacinação contra a doença. Em 25 de maio de 2007 representantes do Governo do Estado compareceram à Assembleia Mundial da OIE, onde receberam o certificado que faz do estado uma zona livre de febre aftosa sem vacinação.

O status sanitário diferenciado de Santa Catarina teve impactos diretos e indiretos no aumento das exportações de carne suína e de aves. Após o reconhecimento internacional, o estado se tornou o maior exportador de carne suína e o segundo maior exportador carne de frango do país, alcançando os mercados mais competitivos do mundo. Com o reconhecimento da OIE, Santa Catarina teve acesso a grandes compradores de carnes como China, Hong Kong, Estados Unidos, Japão e Coreia do Sul.

Informações adicionais para a imprensa
Ana Ceron
Assessoria de Imprensa 
Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca 
E-mail: imprensa@agricultura.sc.gov.br
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Site: www.agricultura.sc.gov.br

O Governo de Santa Catarina conseguiu importantes avanços em 2018 na Saúde. A maior parte das conquistas se deve ao fortalecimento de uma das mais importantes bandeiras assumidas pelo governador Eduardo Pinho Moreira, a regionalização. Considerando que o volume de demandas da sociedade é sempre superior à capacidade que o Estado tem de atendê-las, era fundamental direcionar, desde o início da nova gestão, o foco para necessidades mais urgentes, elegendo a pasta como prioridade.

“Concentramos nossos esforços na valorização da vida e do bem-estar dos cidadãos. Garantimos à Saúde o repasse dos 14% da receita líquida e investimos 14,07% a mais que em 2017, mantendo os repasses aos municípios em dia. Conseguimos reduzir parte da dívida que nos aguardava no início do ano por meio de uma gestão financeira técnica e com o rigoroso controle de gastos. Foram muitas conquistas nesses meses de gestão, motivos de muito orgulho a todos que se dedicaram ao trabalho de cuidar das pessoas com dignidade e respeito”, afirma o governador. 

Em apenas onze meses diante da pasta, o secretário Acélio Casagrande destaca que o fortalecimento da regionalização e das vocações hospitalares proporcionou à população que necessita de serviços médicos atendimento na própria região onde vive. As novas habilitações de serviços médicos garantiram aos municípios catarinenses o recebimento de R$ 29 milhões em 2018, com destaque para Oncologia em São Bento do Sul, Blumenau, Rio do Sul e São Miguel do Oeste. Atualmente, de 84% a 98% dos procedimentos são realizados na região onde o paciente reside, gerando maior resolutividade regional com relação à assistência ambulatorial e hospitalar.

“Não existe fórmula mágica para tirar pessoas ou ambulâncias de estradas. A única forma é a regionalização dos serviços”, explica Casagrande, que completa: “O Governo de Santa Catarina vem buscando preencher os vazios assistenciais e, com isso, estamos implementando serviços médicos perto das pessoas. Isso é regionalizar e democratizar a saúde”.

Ainda de acordo com Acélio, a redução da dívida com fornecedores permeou a atual gestão, que adotou práticas para viabilizar processos licitatórios. Em setembro de 2017, o Tribunal de Contas apurou que a dívida da Secretaria de Estado da Saúde era de R$1,083 bilhão. “O levantamento realizado em setembro de 2018 já aponta uma redução de 27% no déficit”, afirma.

Contratação de novos pregoeiros e ampliação nos descritivos de editais licitatórios possibilitaram, entre outras coisas, a ampliação de estoques de medicamentos e suprimentos da pasta. Entre as medidas estão a contratação de pregoeiros, ampliação dos descritivos de editais de compra e busca ativa por fornecedores. “Nosso estoque de medicamentos saltou de 36% quando assumimos para perto de 90% devido à adoção dessas medidas”, ressalta.

2018 também foi o ano de consolidação e aprimoramento do portal Lista de Espera SUS, considerado modelo nacional e que possui uma média de mil acessos diários. A ferramenta online tem garantido transparência das ações regulatórias. Com o conhecimento público e claro da situação de filas, foi possível traçar medidas estratégicas, como a criação do mutirão de cirurgias de catarata. Mais de 50 mil pessoas aguardavam na fila por cirurgias e, até novembro do ano corrente, Santa Catarina conseguiu atender 22 mil pacientes, devolvendo a visão para quem aguardava há cinco anos pelo procedimento.

Santa Catarina ainda conquistou o primeiro lugar na Campanha Nacional de Cirurgias Eletivas realizada pelo Ministério da Saúde, o que representou 18.761 procedimentos, ou seja, 184% da meta proposta. O Governo Federal estendeu a campanha até dezembro, o que deve proporcionar pelo menos mais 15 mil cirurgias em 2018.

A pasta também encerrou o ano com o pagamento em dia do Cofinanciamento Estadual das ações de atenção primária à saúde, repassando aos municípios em torno de R$ 84 milhões.

O Núcleo de Telessaúde de Santa Catarina é referência nacional para a oferta de serviços que respondem às necessidades de apoio assistencial, de educação permanente aos profissionais de saúde e à organização do processo de trabalho da rede de atenção em parceria com o Ministério da Saúde e Universidade Federal de Santa Catarina. Entre janeiro e setembro de 2018, foram 195 mil exames laudados e 22 mil teleconsultorias, o que reduz o tempo de espera em filas.

Regionalização

Os catarinenses contam com tratamentos, cirurgias especializadas e eletivas na própria região de residência, diminuindo a necessidade de se deslocar para outras localidades. Em 2018, foram habilitados 25 novos serviços de alta e média complexidade em todo o estado.

Novos serviços

• Aumento de 109 novos leitos (2 UTIs, 18 gerais pediátricos e 89 gerais)
• Abertura da Unidade de Apoio a Emergência (UAE) no Hospital Celso Ramos: 14 novos leitos e incremento médio mensalde 423 atendimentos
• Abertura do Ambulatório de atendimento pré-natal de alto risco na Maternidade Dona Catarina Kuss, em Mafra
• Ampliação dos serviços de Hemodinâmica no Instituto de Cardiologia e abertura de 4 leitos pós anestesia
• Credenciamento de transplante Tecido Músculo Esquelético no Hospital Regional de São José (Portaria n° 1300/2018 -23/08/2018)
• Aquisição de novos equipamentos: aparelho de Raios-X, aparelho de videoendoscopia, 2 autoclaves e 4 incubadoras
• Redução de tempo de espera e otimização do atendimento dos pacientes desde a sua entrada na Emergência Geral atéa transferência para a unidade de internação em 16,7%, ou seja, passou de 80 para 66 horas
• O Hospital Regional Homero de Miranda Gomes, de São José, é a unidade com melhor eficiência na Emergência, desdea entrada do paciente até o encaminhamento para internação. O hospital conquistou o melhor desempenho entre seishospitais que participaram da consultoria do Hospital Sírio-Libanês

Integração

Em pouco mais de um ano de integração entre SAMU e Bombeiros Militares é possível ver os resultados dessa parceria. A primeira delas foi a unificação das sedes físicas de atendimento para os quartéis. Além disso, houve a iminuição do tempo de resposta das USAs em 1' 18'', sendo a média estadual 12'48'' em  2018. Em média, são realizados 27 mil atendimentos ao mês.

Mais informações para a imprensa:
Fabrício Escandiuzzi
Assessoria de Comunicação
Secretaria de Estado da Saúde - SES
Fone: (48) 3664-8820 / 99913-0316
E-mail: imprensa@saude.sc.gov.br
Site: portalses.saude.sc.gov.br

A Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) matém o estado na quarta posição entre as unidades da Federação com instituições estaduais de ensino superior, atrás de São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná, conforme mostra o Índice Geral de Cursos (IGC) de 2017, que foi divulgado nesta terça-feira, 18. Calculado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), do Ministério da Educação (MEC), o índice avaliou 191 universidades e institutos federais e estaduais no total.

Na escala de 1 a 5, a Udesc recebeu conceito geral 4, com IGC de 3,54 (o anterior foi de 3,45), e ganhou cinco posições no ranking geral, indo para a 33ª colocação. Além disso, a universidade subiu nos três principais quesitos que compõem a avaliação do MEC: graduação (foi de 3,14 para 3,15), mestrado (passou de 4,33 para 4,41) e doutorado (cresceu de 4,62 para 4,72).

"A melhora na graduação, no mestrado e no doutorado mostra que estamos nos fortalecendo em todas as áreas de ensino. Destacamos também o trabalho realizado internamente que valoriza a importância do Enade para a comunidade acadêmica", afirma o reitor da Udesc, Marcus Tomasi.

O reitor também lembra que as mais de 700 ações de extensão e o trabalho de mais de 160 grupos de pesquisa da Udesc também contribuíram expressivamente para esse importante avanço da universidade no IGC.

Sobre o cálculo

O IGC é um indicador de qualidade que analisa as instituições de ensino superior todos os anos. O cálculo inclui a média de desempenho das graduações nos últimos três anos – definida com base nos Conceitos Preliminares de Curso (CPC) – e a combina com os conceitos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), que avalia os programas de pós-graduação.

O CPC é o resultado de cada curso, calculado com a nota do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), além da avaliação de corpo docente, infraestrutura e recursos didáticos.

Mais informações

Mais informações sobre o IGC podem ser obtidas com a Pró-Reitoria de Ensino da Udesc (Proen) pelo e-mail proen.reitoria@udesc.br e pelo telefone (48) 3664-8129.

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Assessoria de Comunicação da Udesc
E-mail: comunicacao@udesc.br
Telefones: (48) 3664-7935/8010

A secretária de Estado da Educação, Simone Schramm, anunciou investimento de R$ 14 milhões na compra de equipamentos de tecnologia que começaram a ser distribuídos neste fim de ano. Pelo menos 360 escolas públicas estaduais devem iniciar o ano letivo 2019 com lousas digitais, uma inovação para professores e alunos terem aulas mais dinâmicas e interativas.

Foto: Susi Padilha

Desde que foi criado, em 1966, por Decreto Nacional, esta é a primeira vez que o Departamento Estadual de Trânsito (Detran) terá uma mulher como diretora. A delegada Sandra Mara foi escolhida para a direção do cargo.

Delegada de Polícia Civil, desde 1993, já atuou em delegacias de comarca e como delegada Regional de São José. Também presidiu o Conselho Estadual de Entorpecentes (Comem). Desde 2015, responde pela Corregedoria-Geral da Polícia Civil.

O nome de Sandra Mara foi oficializado pelo governador eleito Moisés e pela vice Daniela, na manhã desta terça-feira,18, por meio das redes sociais.

Equipe de Transição
Coordenador de Comunicação: Ricardo Dias
Contato: (48) 99146-2247

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