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Foto: Márcio Henrique Martins / Assessoria de Comunicação FCC

O Museu Nacional do Mar, em São Francisco do Sul, lançará no dia 9 de junho, às 14h, o Portal Barcos do Brasil, plataforma que disponibilizará mais de 800 obras digitalmente, sendo a maioria delas de raridades sobre o patrimônio naval. O projeto foi financiado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), através de convênio com a Associação dos Amigos do Museu do Mar, e contou com parceria com a Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) e Fundação Catarinense de Cultura (FCC).

A intenção da plataforma www.portalbarcosdobrasil.com.br é disponibilizar o acervo da Biblioteca Kelvin Duarte, que fica no Museu Nacional do Mar, ao maior número de pesquisadores possível, promovendo acessibilidade e tornando a biblioteca uma referência nacional no tema, a fim de atender desde estudantes curiosos aos mais gabaritados especialistas. “Trata-se de uma fonte de informação fundamental para a pesquisa não só referente ao Brasil, mas também sobre a temática da navegação no mundo”, justifica a superintendente do Iphan em Santa Catarina, Liliane Janine Nizzola.

O acervo que está acessível no site reúne, além de livros, plantas, cartas náuticas e manuscritos. Grande parte do material se constitui em uma reunião de exemplares fora de circulação, edições esgotadas e de conteúdo preciosos, abordando assuntos que incluem história naval, modelismo, pesca, folclore, descrição de viagens, entre outros. Também é possível acessar imagens e informações sobre as embarcações que compõem o acervo expositivo do Museu Nacional do Mar, bem como as fichas do inventário completo da Coleção Alves Câmara. “Desta forma, o Museu cumpre com uma das suas principais premissas, que é estimular a pesquisa e assim garantir o seu caráter científico”, explica o presidente da Fundação Catarinense de Cultura, Rodolfo Joaquim Pinto da Luz.

Os pesquisadores encontrarão no site publicações como Compendio del arte de navegar (Rodrigo de Zamorano, 1581) e Viagem do Paraguay ao Amazonas (Paulo Ehrenreich, 1853). Para facilitar o acesso ao usuário, as buscas das publicações poderão ser feitas segundo critérios de: comunidades e coleções; data do documento; autores; títulos; e assuntos.

Museu Nacional do Mar

O Museu Nacional do Mar de São Francisco do Sul (SC) conta com um acervo de obras raras disponível na Biblioteca Kelvin Duarte, composto por cerca de 3 mil documentos de variados tipos - cartas náuticas, plantas de embarcações, documentos sobre engenharia naval, documentos da marinha portuguesa da época da colonização brasileira, entre outros documentos de valor histórico imensurável. Grande parte desse material é procurado por pesquisadores, alunos, especialistas da engenharia naval, historiadores e outros interessados nesse conhecimento.

A Biblioteca leva o nome de um dos maiores conhecedores e estudiosos do modelismo naval brasileiro, Kelvin Duarte. O especialista dedicou sua vida ao estudo da construção de miniaturas náuticas, além de ter reunido livros nacionais e internacionais sobre o assunto de raro valor comercial e intelectual, adquiridos pelo Museu do Mar.

Serviço:

O quê: Lançamento do Portal Barcos do Brasil
Quando: 9 de junho de 2017, às 14h
Onde: Museu Nacional do Mar (Rua Manoel Lourenço de Andrade, nº 133, Centro, São Francisco do Sul
Acesse: www.portalbarcosdobrasil.com.br

Informações adicionais para imprensa
Marcos Espíndola
Assessoria de Comunicação Fundação Catarinense de Cultura
Telefone: (48) 3664-2572
E-mail: imprensa@fcc.sc.gov.br  
Site: www.fcc.sc.gov.br 
Twitter: www.twitter.com/fccoficial  
Facebook: www.facebook.com/FundacaoCatarinensedeCultura 


Foto: Helena Marquardt/ADR Ibirama

Diversas escolas estaduais da Agência de Desenvolvimento Regional de Ibirama tiveram as aulas suspensas nesta quarta e quinta-feira, dias 31 e 1, em virtude das chuvas que já causam alagamentos e quedas de barreira no Alto Vale. Na região, até o momento, 2.583 alunos de oito unidades foram orientados a ficar em casa e as aulas ainda podem ser canceladas em outras escolas no decorrer da tarde.

As aulas já foram suspensas em Presidente Nereu, na Escola João Tolentino Júnior; em Lontras, na Escola Cecília Bertha Cardoso; em Witmarsum, na Escola Semiramis Bosco; em Presidente Getúlio, na Escola Papa João XXIII; e em Ibirama, nas escolas Walmor Ribeiro, Eliseu Guilherme, Gertrud Aichinger e Centro de Educação de Jovens e Alunos (Ceja).

A diretora da Escola de Educação Básica Gertrud Aichinger em Ibirama, Thalita Fusinato Wilhelm, afirma que a suspensão ocorreu no final da manhã desta quarta-feira, após uma orientação da própria Secretaria Municipal de Educação baseada em recomendação da Defesa Civil do município. “É uma questão da segurança das crianças, principalmente em relação ao transporte escolar. Recebemos a informação no final da manhã e conseguimos avisar os alunos e suas famílias. Agora vamos acompanhando e aguardar as orientações dos órgãos oficiais”, disse.

Segundo o gerente de Educação da ADR de Ibirama, Nilo Poffo, já as escolas localizadas na Terra Indígena Laklanõ, em José Boiteux, como a Laklãnõ e Vanhecu Patté, por enquanto atendem normalmente, mas a suspensão pode ser necessária ainda nesta tarde. Além delas, outras unidades seguem em situação de alerta e também podem ter seu funcionamento prejudicado. “Nesse momento, o importante é manter a calma e garantir a segurança dessas crianças e jovens. Estamos acompanhando as informações da Defesa Civil e o comportamento do tempo e das águas porque não vamos colocar ninguém em risco”, informou.

Ele explicou ainda que a recuperação das aulas que precisaram ser suspensas será discutida num segundo momento. “Com certeza vamos debater isso, mas os pais podem ter certeza que esse conteúdo será reposto”, lembrou.

Pais devem ficar atentos

Durante todo o período de chuvas, a recomendação da Gerência Regional de Educação é que os pais fiquem atentos às informações repassadas pelos órgãos oficiais como a defesa Civil e também mantenham contato com as escolas, já que se a situação persistir ou continuar se agravando, aulas de mais escolas podem ser suspensas a qualquer momento.

Informações para a imprensa:
Helena Marquardt
Assessoria de comunicação 
ADR Ibirama
Fone (47) 3357-8908 / (47) 98819-9350
E-mail: imprensa@iir.sdr.sc.gov.br
Site: www.adrs.sc.gov.br/adribirama
Facebook: www.facebook.com/regional.ibirama


Foto ilustrativa: James Tavares/Arquivo Secom

Devido aos altos volumes de chuva registrados em Santa Catarina, bem como a indicação da continuidade das chuvas para os próximos dias pela Defesa Civil do Estado, a Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive) da Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina (SES/SC) alerta a população e os serviços de saúde para a possibilidade de aumento de alguns agravos, como leptospirose e acidentes com animais peçonhentos. O Alerta Epidemiológico e todas as demais informações foram reunidas na página www.dive.sc.gov.br/enchentes.

“Uma das principais ocorrências após as inundações é o aparecimento de casos de leptospirose, transmitida aos seres humanos pelo contato com água ou lama contaminadas pela urina de animais como ratos e camundongos”, afirma João Fuck, técnico da Gerência de Zoonoses da Dive/SC. Segundo ele, os casos de leptospirose costumam aumentar quando as águas ainda estão baixando ou quando as pessoas retornam às suas residências e fazem a limpeza das casas. Nesse momento, também podem ocorrer acidentes com animais peçonhentos, como serpentes, aranhas e escorpiões, que procuram abrigo em locais secos e costumam invadir as residências.

Outras doenças frequentes em decorrência de enchentes e alagamentos são as de transmissão respiratórias, principalmente em função da permanência temporária em alojamentos e abrigos, com uma grande quantidade de pessoas convivendo em um mesmo espaço. Podemos citar como exemplos: influenza, meningites, difteria, coqueluche, varicela, tuberculose ou outras. E, ainda, as de transmissão hídrica e alimentar (DTHA), em virtude da contaminação da água das redes públicas de abastecimento. “Como o consumo de água é uma necessidade básica, muitas vezes a população acaba utilizando água contaminada, expondo-se ao risco de diarreia, cólera, febre tifoide, meningites por enterovírus e hepatites A e E”, informa Vanessa Vieira da Silva, responsável pela Gerência de Vigilância de Doenças Imunopreveníveis, Imunização e DTHA da Dive/SC.  

“Profissionais de saúde, tanto os que atuam em Vigilância Epidemiológica ou Sanitária quanto os que atuam na atenção básica, devem estar atentos para um possível aumento no número de casos dos agravos relacionados a estes eventos climáticos e manterem-se preparados para monitorar regiões atingidas”, alerta o médico infectologista Fábio Gaudenzi, superintendente de Vigilância em Saúde da SES/SC. O objetivo é determinar as características da área, a população atingida, realizar a busca de casos e encaminhamento de suspeitas para unidades de saúde.

Medidas de prevenção:

  • Evite contato com água ou lama de enchentes e não deixe que crianças brinquem no local.

  • Use botas e luvas quando trabalhar em áreas com água possivelmente contaminada, como é o caso de alagamentos.

  • Pessoas que trabalham na limpeza de lama, entulho e esgoto devem usar botas e luvas de borracha para evitar o contato da pele com água e lama contaminadas. Se isso não for possível, usar sacos plásticos duplos amarrados nas mãos e nos pés.

  • Quando as águas baixam é necessário retirar a lama e desinfetar as casas, sempre se protegendo com luvas e botas. O chão, paredes e objetos devem ser lavados e desinfetados com água sanitária, na proporção de dois copos (400 ml) do produto para um balde de 20 litros de água, deixando agir por 10 minutos.

  • Jogue fora alimentos e medicamentos que tiveram contato com a água dos alagamentos.

  • Lembre-se que serpentes, aranhas e escorpiões podem estar em qualquer lugar da casa, principalmente em locais escuros. Nunca coloque as mãos em buracos ou frestas. Use ferramentas como enxadas, cabos de vassoura e pedaços compridos de madeira para mexer nos móveis. Bata os colchões antes de usar e sacuda cuidadosamente roupas, sapatos, toalhas e lençóis.

  • Em caso de encontrar animais peçonhentos dentro da residência, afaste-se lentamente, sem assustá-los. E nunca pegue com as mãos animais peçonhentos, mesmo que pareçam estar mortos!

Como agir em caso de mordedura de animais peçonhentos:

  • O acidentado deve procurar imediatamente um serviço de saúde, para que seja devidamente atendido. O tratamento deve ser sempre administrado por profissional habilitado e, de preferência, em ambiente hospitalar.

  • NUNCA se deve chupar o local da picada. Não é possível retirar o veneno do corpo, pois ele é rapidamente absorvido pela corrente sanguínea.

  • Não amarre o braço ou a perna picada porque isso dificulta a circulação do sangue, podendo produzir necrose ou gangrena.

  • Não corte o local da picada. Alguns venenos produzem hemorragia e o corte aumentará a perda de sangue.

 

Informações adicionais para a imprensa:
Patrícia Pozzo
Núcleo de Comunicação
Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive)
Secretaria de Estado da Saúde
Fone: (48) 3664-7406 | 3664-7402
E-mail: divecomunicacao@saude.sc.gov.br
www.dive.sc.gov.br


Fotos: James Tavares/Secom

O governador Raimundo Colombo esteve na manhã desta quarta-feira, 31, na Secretaria de Estado da Defesa Civil para acompanhar a situação das chuvas em Santa Catarina. Em uma semana já choveu 259,2 milímetros, volume que supera o previsto para todo mês de maio no Estado. Foram registradas até as 11h desta quarta-feira, 31, ocorrências como alagamentos, quedas de árvores, inundações e deslizamentos em 47 municípios. Ao todo, 87 pessoas ficaram desalojadas, 233 desabrigadas preventivamente, 520 foram afetadas e 126 residências foram danificadas. 

>>> Galeria de fotos

“O alerta está sendo cumprido tanto pela Defesa Civil quanto pelos municípios. Há risco de deslizamentos. A chuva ainda vai ser intensa entre esta quarta e quinta. E segue a previsão de chuva para semana que vem. Por isso, temos que trabalhar com bastante informação e atuar de todas as formas para administrar os possíveis riscos ocasionados pelas chuvas. As barragens estão cumprindo o seu papel e estão protegendo bastante a população. Vamos continuar monitorando, informando e prestando toda assistência possível”, explicou o governador. 

>>> Relatório da Defesa Civil sobre as ocorrências em Santa Catarina

>>> Barragens no Vale do Itajaí operam com 38% da capacidade

Conforme a previsão do setor de meteorologia da Epagri/Ciram, em 48 horas, entre esta quarta e quinta-feira, o acumulado de chuva pode chegar a 150mm no Sul de Santa Catarina, e esse total pode ser superado em localidades isoladas. Também é preciso manter atenção voltada para algumas regiões do Estado onde ocorreu a elevação no nível dos rios nos últimos dias e o solo encontra-se encharcado devido à chuva persistente. 

O secretário de Estado da Defesa Civil, Rodrigo Moratelli, informou que a população precisa ficar alerta. A chuva está presente em todas as regiões do Estado, porém mais intensas no Oeste, Meio-Oeste e Planalto Sul, aumentando à tarde no Litoral Sul e seguindo para outras regiões. 

Estamos trabalhando com todas as Defesas Civis municipais, principalmente para evitar que as pessoas fiquem em perigo. Estamos tirando as famílias que estão nas áreas mais baixas, ribeirinhas e nas encostas, pois as chuvas trazem o risco de deslizamentos. O Estado está atento a todas as necessidades da população. Estamos emitindo alertas de curto prazo e é preciso que a população saiba como se comportar nas situações. Os alertas estão sendo transmitidos nas redes sociais da Defesa Civil, sites do Governo e nos municípios onde estão em teste o SMS”, disse Moratelli.

O gerente de Monitoramento e Alerta da Defesa Civil, Frederico Rudorff, alertou sobre o risco de navegação nos próximos dias, pois a formação de um ciclone extratropical deve causar rajadas intensas de ventos em todo Litoral, especialmente entre a Grande Florianópolis e Litoral Sul. “No mar, esses ventos se tornam ainda mais intensos. Então, muita atenção, o mar estará muito agitado com picos de onda de três metros, desfavorável para pequenas e médias embarcações, principalmente na quinta e sexta-feira”, acrescentou.

A Defesa Civil informa que deve ser observado qualquer movimento de terra ou rochas próximas a residências, inclinação de postes e árvores e rachaduras em muros ou paredes. Neste caso, é recomendável que a família saia de casa e acione a Defesa Civil municipal pelo 199 ou o Corpo de Bombeiros 193.

Barragens

Até as 11h desta quarta, a barragem Oeste, em Taió, atingiu o nível de 15,50 metros, sendo que ela possui barramento de 23 metros. Já a barragem Sul, em Ituporanga, estava com 23,32 metros de água no barramento que é de 31 metros.

>>> Risco de alagamento por enchentes exige ações para prevenção de doenças em Santa Catarina

Informações adicionais para a imprensa:
Elisabety Borghelotti
Assessoria de Imprensa 
Secretaria de Estado de Comunicação - Secom
E-mail: bety@secom.sc.gov.br
Fone: (48) 3665-3014 / 98843-5460
Site: www.sc.gov.br
www.facebook.com/governosc e @GovSC

 


Foto: Suzana Ferrari/ADR Maravilha

A Agência de Desenvolvimento Regional de Maravilha efetuou o pagamento, nesta semana, da terceira parcela do transporte escolar 2017, no valor de R$ 246,8 mil. Os recursos são repassados aos 14 municípios da ADR que realizam o transporte dos estudantes matriculados nas escolas públicas estaduais do Ensino Fundamental e Médio.

Tem direito ao transporte escolar o aluno que reside há mais de 3km de distância da escola onde estuda. Na Regional de Maravilha os alunos que usufruem do transporte escolar totalizam 2.343 do ensino fundamental e 1.004 alunos do ensino médio. O valor repassado é baseado no quantitativo e na distância percorrida por aluno.

Informações adicionais para a imprensa
Suzana Francieli Ferrari
Assessoria de imprensa
Agência de Desenvolvimento Regional de Maravilha
E-mail: imprensa@mvh.adr.sc.gov.br
Telefone: (49) 3664-6532 / (49) 8839-1117
Site: www.adrs.sc.gov.br/adrmaravilha
Facebook: https://www.facebook.com/regional.maravilha

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