Foto: Divulgação / Polícia Civil

A Polícia Civil, por meio da Draco/Deic, prendeu um homem apontado como lideração da facção criminosa resposável pelos ataques em SC no início de setembro. No começo da noite de quarta-feira, 20, após monitorar um veículo em Governador Celso Ramos, equipes da Draco/Deic abordaram um homem, de 31 anos, natural de Rio Azul (PR) e durante a revista foi localizada na cintura do indivíduo uma pistola Glock calibre 9mm, com 17 munições intactas, além de material que o vincula à organização criminosa. 


Foto de arquivo: James Tavares / Secom

A Campanha Nacional de Multivacinação para atualização da caderneta de crianças e adolescentes termina nesta sexta-feira, 22. No total, 16 vacinas estão à disposição para completar a proteção de crianças e adolescentes de até 15 anos contra doenças como Sarampo, Caxumba, Varicela, Rubéola, Poliomielite, Tétano, Coqueluche, Meningite C e HPV.

No último sábado, ‘Dia D’ da campanha, foram atendidos 71.884 crianças e adolescentes nas 1,2 mil salas de vacina da rede pública de saúde nos 295 municípios catarinenses, com aplicação de 23.647 doses de vacina. “Ao todo, 32% das crianças e 35% dos adolescentes estavam com alguma vacina em atraso”, observa Vanessa Vieira da Silva, gerente de Imunização da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (DIVE) da Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina (SES). Entre os dias 11 e 16 de Setembro, 140.619 crianças e adolescentes foram às unidades de saúde. Destes, 47.009 possuíam alguma vacina em atraso e foram imunizados. Foram aplicadas 77.922 doses de vacina naquele período.

Quem deve se vacinar

Todas as crianças e adolescentes menores de 15 anos devem comparecer a uma das 1,2 mil salas de vacina da rede pública de saúde do Estado com a caderneta de vacinação. Após avaliação, aqueles que não tenham tomado alguma vacina indicada para sua faixa etária, ou que precisem completar o esquema de doses, serão imunizados.

Saiba mais sobre a campanha e onde encontrar uma sala de vacina em www.dive.sc.gov.br/multivacinacao.

Confira quais vacinas são oferecidas durante a Campanha de Multivacinação e as faixas etárias alvo correspondentes:

  • BCG (formas graves de tuberculose)  – menores de 5 anos;

  • Hepatite A – menores de 5 anos;

  • Penta (hepatite B, difteria, tétano, coqueluche e haemophilus influenzae B) – menores de 7 anos;

  • Hepatite B – crianças de até 30 dias de idade; crianças e adolescentes entre 7 anos e menores de 15 anos; 

  • VIP (vacina inativada contra a poliomielite)– menores de 5 anos;        VOPb (vacina oral contra a poliomielite) – menores de 5 anos;

  • Rotavírus humano – primeira dose: de 2 meses a 3 meses e 15 dias de idade; Segunda dose: de 4 meses a 7 meses e 29 dias de idade;

  • Pneumocócica 10 valente – menores de 5 anos;

  • Meningocócica C conjugada – crianças a partir de 3 meses de idade a menores de 5 anos e adolescentes de 12 e 13 anos;

  • Tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) – crianças a partir de 12 meses de idade e adolescentes menores de 15 anos;

  • Tetraviral (sarampo, caxumba, varicela e rubéola) ou tríplice viral + varicela (atenuada) – menores de 5 anos;

  • DTP (difteria, tétano e coqueluche) – até menores de 7 anos;

  • dT (difteria e tétano) – para crianças a partir de 7 anos e adolescentes menores de 15 anos;

  • dTpa (difteria, tétano e coqueluche acelular) – para gestantes menores de 15 anos de idade;

  • HPV (papiloma vírus) – meninas de 9 a 14 anos e meninos de 11 a 14 anos;

  • Febre amarela - criança a partir de nove meses e adolescente menor de 15 anos residente ou viajante das áreas com recomendação de vacinação ou com recomendação temporária de imunização não vacinada ou sem comprovante de vacinação; e criança e adolescente indígena, independente da área onde reside, não vacinada ou sem comprovante de vacinação. 

    Informações adicionais para a imprensa:
    Letícia Wilson e Patrícia Pozzo
    Núcleo de Comunicação
    Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive)
    Secretaria de Estado da Saúde
    Fone: (48) 3664-7406 | 3664-7402
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Foto: Fabio Fontana / ADR Curitibanos 

Com quase 30% das obras de instalação das redes coletoras concluídas, a implantação do sistema de esgotamento sanitário de Curitibanos teve o acréscimo de mais sete trechos que estão liberados para o início dos trabalhos. Com pouco mais de um ano de execução, a obra tem mais de 70 ruas com a rede coletora instalada. Atualmente a maior frente de trabalho concentra-se no Bairro Aparecida.

Nesta primeira etapa, em que Governo de Santa Catarina, através da Casan, está investindo cerca de R$ 39 milhões, o projeto prevê que 36% do perímetro urbano de Curitibanos seja contemplados com o Esgotamento Sanitário. Ao término deverão receber o sistema 147 ruas localizadas no Centro e nos bairros Universitário, Bosque, Bom Jesus, Água Santa, Nossa Senhora Aparecida e São Francisco de Assis, beneficiando 3.898 residências.

Todos estão localizados no Bairro Aparecida (Rua Petronilho de Almeida e Avenidas Salomão Carneiro de Almeida e Duque de Caxias). No total, são 42 trechos com obras já iniciadas ou que receberão o trabalho. No cronograma anterior, divulgado na segunda quinzena de agosto eram 35.

Assim como tem acontecido desde o mês de julho deste ano, nas ruas liberadas para a obra os moradores recebem a visita da assistente social Luciana Da Cruz. O objetivo é levar a população informações sobre os benefícios que o sistema trará, além de estar esclarecendo possíveis dúvidas.

Para esclarecer dúvidas ou buscar orientações a população também pode utilizar os canais disponibilizados pela Casan: telefones: 3245-0590/ 3245-1261 e o e-mail: sescuritibanos@casan.com.br.

Crongorama de execução de redes de coleta em andamento

Centro:

Ruas: Afonso Dotti; Dr. Altair de Ganz; Quintino Bocaiúva; Irmã Florentina; Ana Costa; Frei Justino Girardi; Marechal Floriano e Benjamin Constant.

Bairro São Francisco:

Ruas: Germano Antunes de Souza; Assonipo de Morais; Frei Rogério; e Arno Willy Fauth.

Bairro Aparecida:

Ruas: Luiz Brocardo; Daniel Moraes; Theodoro Agostini; Oscar Eggers; Orocimbo C. da Silva; Maximino de Moraes; Francisco Rauen; Paulo Pedro Pereira, Boleslau Koloski, Coronel Vidal Ramos, Cornélio de Haro Varela, Petronilho de Almeida, Romário de Oliveira Lemos e Avenidas Salomão Carneiro de Almeida e Duque de Caxias;

Informações adicionais para a imprensa:
Fabio Claudino Fontana
Assessoria de Imprensa
Agência de Desenvolvimento Regional de Curitibanos
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Telefone: (49) 3412-3011 / 98839-0615
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Contribuintes que não pagaram imposto sobre doações estão sendo chamados pela Secretaria de Estado da Fazenda a acertar contas com o fisco catarinense. São 574 pessoas que, juntas, devem R$ 11,7 milhões em ITCMD, Imposto Transmissão e Causa Mortis, não recolhido em doações que tem como ano-base 2013. A ação faz parte da sexta edição da operação Doação Legal. Todos os contribuintes tiveram a oportunidade de regularizar de forma espontânea, ou seja, sem os acréscimos previstos em lei, incluindo multa e correção monetária. 

A previsão é de que a partir de 23 de outubro, a Fazenda envie pelos Correios a Infração Fiscal, contendo o boleto para recolhimento da obrigação, e a Intimação Fiscal para Defesa Prévia. Após o recebimento destes documentos, o contribuinte terá 15 dias para recolher a obrigação com redução de 70% da multa (Lei 5.983/1981, art. 68-A, caput). O crédito tributário poderá ser parcelado em até 24 vezes, mas o desconto de 70% da multa será reduzido em meio ponto percentual a cada parcela requerida, sofrendo correção mensal pela Selic (Lei 5.983/1981, art. 68-A, § 1º). 

Sobre a operação: o fisco catarinense realiza desde 2012 a operação Doação Legal, baseada no cruzamento dos dados referente à Declaração do Imposto de Renda/IRPF. Enviados pela Receita Federal, os dados permitem detectar os contribuintes que receberam doações, mas não recolheram o ITCMD. Nas etapas anteriores, foram cobradas as doações recebidas nos anos de 2008, 2009, 2010, 2011 e 2012.

Em caso de dúvidas e informações, utilize os seguintes canais:

Assinatura Secretaria da Fazenda

Informações adicionais para a imprensa:
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Aline Cabral Vaz
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Foto: Divulgação / SSP

O uso das redes sociais para investigação criminal é tema de encontro no auditório do Centro Administrativo da Secretaria de Segurança Pública na Capital. O evento desta quinta-feira, 21, tem a participação dos executivos do Facebook e Whatsapp, Rick Cavalieros e Kayla Maggessy, respectivamente. A ideia é a troca de informação entre as agências de inteligência e as empresas de tecnologia para integração cada vez maior e cooperação para superar os obstáculos da segurança digital.  

Na abertura do encontro, o secretário adjunto da Segurança Pública, delegado de Polícia Aldo Pinheiro D’Ávila, representando o secretário César Augusto Grubba, disse que é um privilégio e uma oportunidade ímpar ter acesso aos dados dos aplicativos como o Facebook e Whatsapp para planejar e executar ações. “Não só ações repressivas e preventivas, como também investigativas que possibilitem a ampliação do universo da investigação criminal e das informações relevantes para a área de inteligência do Estado”, disse.

O secretário adjunto também destacou o desenvolvimento das empresas na criação de plataformas online e em português para ajudar policiais e promotores de Justiça nas investigações. O Facebook, por exemplo, criou uma ferramenta para identificar postagens com conteúdo suicida e gerar alertas caso algum usuário esteja realizando vídeo ao vivo com esse fim. Em março, uma postagem com conteúdo suicida gerou o alerta e a Polícia Militar e os Bombeiros evitaram uma tragédia

Já o Whatsapp colaborou na investigação de um sequestro com resgate em moeda virtual, o bitcoin, ocorrido em maio deste ano, quando toda a negociação foi feita via esta rede. “Pela primeira vez no Estado foi possível obter as informações necessárias para auxiliar na investigação de um sequestro”.

O evento, que recebeu o nome de Rodada de Debates sobre os Desafios da Segurança Digital, Estratégia e Cooperação no Âmbito de Investigações Criminais, foi organizado pela Diretoria de Informação e Inteligência da SSP e reuniu policiais militares, civis, bombeiros militares, servidores do Instituto Geral de Perícias e Promotores e Procuradores de Justiça.

Informações adicionais para a imprensa
João Carlos Mendonça Santos
Assessoria de Imprensa 
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O secretário de Estado da Educação e presidente do Conselho Nacional de Educação, Eduardo Deschamps, participou nesta quinta-feira, 21, no Rio de Janeiro, de mesa redonda no Encontro Internacional Educação 360. O tema em debate foi a Base Nacional Comum Curricular. Também participaram da mesa a secretária executiva do Movimento pela Base, Alice Ribeiro e.

O documente será base para revisão curricular e projetos político-pedagógico (PPP) das escolas. "A Base vai inspirar o currículo que vai direcionar os PPPs. É uma discussão de muitos anos e a estamos na reta final", destaca a diretora da Fundação SM Brasil, Pilar Lacerda.

Em Santa Catarina, ao longo dos últimos meses, encontros organizados pelas Instituições de Ensino Superior reúnem alunos e educadores para discutir o assunto. "O debate é necessário para preparar o terreno para quando a base estiver aprovada. A discussão é de sistema e não de rede, e o envolvimento de todos é fundamental para encontrar o melhor caminho para educação catarinense", comenta.

Segundo Deschamps entre os itens em destaque apresentados nas Conferências sobre a BNCC, realizadas pelo Conselho Nacional de Educação, estão: ideologia de gênero, ensino religioso, tecnologia educacional e educação infantil. "Temos alguns desafios entre eles colocar a base a olhar para frente e implementar um padrão que faça sentido para estudantes e professores. A Base não será a solução da educação, mas dará muitos encaminhamentos", finaliza Deschamps.

O evento vai até sexta-feira, 22, com várias palestras e mesas de debates. Mais informações em www.educacao360.com.

Informações adicionais para a imprensa
Edinéia Rauta
Assessoria de Imprensa 
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Figueira de Corupá ganha abraço simbólico
Foto: Ana Cenatti/ADR Jaraguá do Sul

A figueira plantada há exatamente 60 anos na Escola Teresa Ramos, de Corupá, ganhou, nesta quinta-feira, 21, uma homenagem dos professores, ex-professores, diretores, alunos e ex-alunos.

A professora Marilei Silveira de Abreu, autora do livro A Figueira, contou a história do seu livro e se emocionou ao final da apresentação. “Fui convidada a escrever um livro por meio do projeto Preservar é Amar e uma colega deu a sugestão de escrever sobre esta árvore, que já fez parte da história de muitas famílias que passaram por aqui. O livro é uma literatura infantil baseada em dados reais”, falou. Marilei é professora na Escola Municipal Aluísio Carvalho de Oliveira.

O aluno do oitavo ano Mateus Jurandir de Souza Antonieta, 14 anos, falou que, a partir de hoje, a árvore passou a ter um significado maior pra ele. “Todos da minha família estudaram aqui, mas eu não conhecia a história como conheci hoje, foi uma grande homenagem para a árvore que está estampada nas nossas camisetas”, declarou.

Todos os alunos presentes, da Escola Teresa Ramos e também de quatro escolas municipais, cantaram parabéns para a figueira e, depois, deram um abraço simbólico, representando o cuidado e preservação deste símbolo de grandeza da escola.

“Esta árvore tem um significado muito grande para todos nós, é a sua beleza, a sombra, os pássaros que ficam em seus galhos, é realmente um marco que traz beleza e vida para a escola”, finalizou o diretor Lírio Lanznaster, que trabalha na unidade há 12 anos.

A figueira é do gênero Ficus, um dos maiores do reino vegetal, e foi plantada em 1957 pelos alunos do Clube Agrícola Alberto Torres, orientados pelo professor Waldemar Schultz, cuja muda foi adquirida por Leopoldo Seidel. 

Projeto Preservar é Amar

O projeto foi criado e é mantido pelo Grupo Lunelli há 14 anos, com o apoio de parceiros, atua nas áreas de Cultura, Educação e Meio Ambiente. Os livros são distribuídos para os alunos da rede municipal em troca de material reciclável. 

Informações adicionais para a imprensa
Ana Cenatti
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Telefone: (47) 3276-9241 / (47) 98861-2652
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Fotos: Ricardo Lunge/ADR Blumenau

O Governo do Estado está construindo em Blumenau, no complexo do Sesi, localizado na Rua Itajaí, um dos 19 Centros Regionais Integrados de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cigerd). A cidade já recebeu os nove módulos (contêineres) necessários para a construçãoO investimento é de R$ 550 mil, com uma estrutura total de 152 metros quadrados de área. O local será preparado para receber e enviar informações sobre possíveis desastres naturais e auxiliar para análise e reestruturação de locais atingidos. Um dos objetivos do Cigerd é que ele atenda municípios que não têm estrutura para reconhecer e fazer levantamentos quando ocorrem eventos climáticos.

O coordenar da Defesa Civil Regional Jackson Laurindo explica a função do Centro Regional. ”A principal função do Centro Regional da Defesa Civil em Blumenau é ser um QG dos órgãos que prestam assistência em casos de eventos de desastres naturais. Deste local, estaremos nos organizando para decidir as ações necessárias”, ressalta.

Cigerd de Blumenau

A estrutura de Blumenau e dos outros municípios estará conectada com a central de Florianópolis, de onde são geradas informações de monitoramento do clima e nível das barragens e rios. A previsão de conclusão da obra é o fim dezembro deste ano

Além de Blumenau, os municípios de Gaspar, Brusque, Guabiruba, Botuverá, Apiúna, Indaial, Ascurra, Rodeio, Timbó, Benedito Novo, Pomerode, Doutor Pedrinho e Rio dos Cedros fazem parte da Defesa Civil Regional.

Informações adicionais para a imprensa:
Ricardo Lunge
Assessoria de Imprensa
Agência de Desenvolvimento Regional de Blumenau
E-mail: imprensa@bnu.adr.sc.gov.br
Telefone: (47) 3378-8175 / 99232-6300
Site: sc.gov.br/regionais/blumenau


Fotos: CBMSC

É de Lages a mais nova dupla para operações de busca e regate do Corpo de Bombeiros Militar. O soldado BM Luciano Wart Rangel e o cão Barney são do 5° Batalhão de Bombeiros Militar. Treinado por Rangel desde o seu primeiro mês de vida, o labrador foi o único a receber certificação nas últimas provas que aconteceram semana passada em Tijucas.

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A certificação é a garantia de que o cachorro está apto a atuar profissionalmente no resgate e localização de pessoas desaparecidas. Com Barney são dez cães operacionais de busca e resgate dos bombeiros em SC. Outros nove cachorros seguem em treinamento para tentar uma nova certificação dentro de seis meses. De acordo com o major BM Walter Parizotto, coordenador dos cursos de cinotecnia do Corpo de Bombeiros Militar, todos os cães que atuam na corporação tem de ser certificados. "Além disso, os cachorros passam por criterioso acompanhamento veterinário, com todas as vacinas em dia e constantes inspeções de saúde", afirma.

Nas provas de certificação que aconteceram em Tijucas, entre os dias 12 e 14 de setembro, os cães eram submetidos a provas de obediência e de resgate. Nas provas de obediência, além de passarem por obstáculos, os cães precisaram atender a comandos específicos de seus condutores, demonstrando destreza e obediência. Já nas provas de buscas, que são divididas em duas, os cães precisavam localizar uma vítima em meio aos escombros, de uma simulação de acidente aéreo, durante a noite em mata fechada. Em outra prova de resgate, duas vítimas precisavam ser localizadas pelos cães, durante o dia, também em meio a escombros e vegetação densa.

Informações adicionais para a imprensa
Krislei Oechsler
Assessoria de Imprensa 
Corpo de Bombeiros Militares de Santa Catarina - CBMSC
E-mail: ccs@cbm.sc.gov.br
Fone: (48) 3251-9614 / 98843-4427
Site: www.cbm.sc.gov.br

A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), do Ministério da Educação (MEC), divulgou a Avaliação Quadrienal 2017 do Sistema Nacional de Pós-Graduação (SNPG) nesta quarta-feira, 20, com dados obtidos de 2013 a 2016. A Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) foi avaliada em 35 programas de pós-graduação, com 47 cursos, sendo 13 doutorados, 24 mestrados acadêmicos e dez mestrados profissionais. A instituição coordena 32 programas (43 cursos) e participa de três (quatro cursos) em parceria com outras organizações.

Conforme os resultados, seis programas da Udesc subiram de conceito. Três deles oferecem mestrados e doutorados acadêmicos (Ciência AnimalEducação e História) e foram de 4 para 5, o que representa um bom desempenho, pois as notas dessa categoria vão de 1 a 7. Os demais aumentos de conceito da universidade foram obtidos por programas que oferecem, por enquanto, apenas o curso de mestrado. Administração (linha profissional) tinha 4 e agora recebeu a nota máxima da categoria, que é 5. Já os programas de Design e de Música foram de 3 para 4.

Mais de 20 notas mantidas

Além disso, 25 programas de pós-graduação da Udesc permaneceram com o conceito da Avaliação Trienal 2013 do SNPG, feito pela Capes entre 2010 e 2012. Na lista dos programas que oferecem mestrados e doutorados acadêmicos (categoria com notas de 1 a 7), foram mantidos os seguintes conceitos:

Os programas que têm apenas mestrado (categoria com notas de 1 a 5) e ficaram no mesmo nível são:

A Udesc também conta com um programa que oferece somente doutorado acadêmico, o de Planejamento Territorial e Desenvolvimento Socioambiental, que permaneceu com conceito 4 (o máximo é 7). As duas únicas quedas da universidade ocorreram nos programas de Engenharia Elétrica, nas modalidades acadêmico (mestrado e doutorado) e profissional (mestrado), que foram de 4 para 3. Por começarem as atividades em 2017, dois programas da Udesc, com os mestrados profissionais em Design de Vestuário e Moda e em Enfermagem na Atenção Primária à Saúde, estão com a nota inicial da categoria, que é 3.

Resultado provisório

O pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação da Udesc, Antônio Carlos Vargas, diz que o resultado geral da Avaliação Quadrienal 2017 é positivo para a Udesc, com melhora dos cursos, e ressalva que ainda não é possível falar sobre os dois programas que tiveram queda de conceito. "É uma avaliação provisória, ainda tem o período de recurso. Em dezembro, será feita a divulgação da nota final dos cursos", explica. "Alguns cursos que não subiram podem ainda entrar com recurso e vir a subir e os que desceram também", disse.

Segundo Vargas, a nova avaliação da Capes possibilitará à Udesc comparar o desempenho dos programas de pós-graduação nos últimos anos e tomar medidas para desenvolver os cursos. "Isso representa muito trabalho a ser feito. Precisamos tomar ações para os próximos quatro anos para melhorar ainda mais", afirma.

O número de programas de pós-graduação da Udesc cresceu 67% entre 2013 e 2016, indo de 21 para 35. Esse percentual supera a média nacional no mesmo período, que foi de 25%. A criação de novos programas de pós nas áreas em que existem apenas cursos de graduação é uma das ações do projeto Fortalecimento da Articulação do PDI-PPC-PPI, que faz parte do Plano de Gestão 2016-2020 da Udesce busca reforçar o alinhamento estratégico da universidade diante dos desafios do século 21.

O plano de gestão da universidade também prevê a qualificação dos programas, por meio do projeto Udesc no Topo, que atua de forma permanente, planejada e colaborativa para se alcançar a excelência da universidade nos indicadores das avaliações internas e externas.

Produção intelectual

Conforme levantamento da Coordenadoria de Pós-Graduação da Udesc, a universidade tem atualmente 1.696 acadêmicos matriculados na área, com 524 doutorandos e 1.172 mestrandos. A Plataforma Sucupira, da Capes, mostra que os cursos de pós da Udesc chegaram à marca de 6.982 produções intelectuais em 2016, divididas da seguinte maneira: 3.319 bibliográficas, 3.215 técnicas e 448 artísticas. Essas produções resultaram em 68 teses de doutorado, 404 dissertações de mestrado e 1.207 artigos publicados em periódicos.

Novo modelo

As notas da avaliação da Capes, que é feita desde 1976, fundamentam o Conselho Nacional de Educação (CNE) em decisões sobre quais cursos obterão a renovação de reconhecimento para continuar em funcionamento. A Avaliação Quadrienal 2017 apresentou duas grandes mudanças: o período de avaliação foi estendido de três para quatro anos e os procedimentos de coleta e tratamento de dados foram informatizados com o uso da Plataforma Sucupira a partir de 2014.

A nova avaliação foi realizada por 1.550 consultores, que se reuniram no edifício-sede da Capes, em Brasília, de 3 de julho a 11 de agosto e avaliaram 4.175 programas e 6.303 cursos, sendo 3.398 de mestrado, 2.202 de doutorado e 703 de mestrado profissional.

Como base para essa avaliação, as comissões usaram as informações fornecidas de forma contínua pelos programas na Plataforma Sucupira durante o período avaliado. No início de cada ano, as informações referentes ao ano anterior são chanceladas pelos pró-reitores das universidades. Confira os resultados de todo o País.

Mais informações para a imprensa: 
Rodrigo Brüning Schmitt
Assessoria de Comunicação da Udesc
E-mail: comunicacao@udesc.br / rodrigo.schmitt@udesc.br
Telefones: (48) 3664-7935/8010
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