Foto: Julio Cavalheiro / Secom

A extinção de empresas, as obras na Serra do Corvo Branco e a inauguração de escolas na rede pública estadual foram os principais assuntos da entrevista semanal com o governador Raimundo Colombo. Na abertura do programa desta sexta-feira, 21, Colombo explicou que a decisão de extinguir a Companhia de Desenvolvimento do Estado de Santa Catarina (Codesc), a Companhia de Habitação do Estado de Santa Catarina (Cohab) e a Corretora de Seguros e Administradora de Bens Móveis e Imóveis (Bescor) visa a economia e a eficiência do Estado. “Elas se tornaram deficitárias ao longo dos anos e essa decisão traz o efeito prático da economia e do melhor aproveitamento do dinheiro público”, acrescentou.

De acordo com a Casa Civil, a extinção vai garantir uma economia mensal da R$ 10 milhões aos cofres públicos. O valor inclui as médias das despesas com folha de pagamento e com gastos operacionais e administrativos dos três órgãos. Uma lei específica para extinção da Codesc e da Cohab foi aprovada neste mês pela Assembleia Legislativa. 

As obras e a beleza da paisagem na Serra do Corvo Branco também foram pauta do programa. “Quem não conhece não tem ideia da força da natureza na Serra do Corvo Branco. As obras estão andando e já há um bom trecho asfaltado o que fortalece um potencial turístico extraordinário naquela região, com repercussão mundial”. Colombo reiterou que ainda estão sendo feitas desapropriações no trecho e que por conta de um deslizamento de rocha, na Serra, o projeto de engenharia foi refeito e agora o melhor estudo técnico para o local será executado.

A inauguração de escolas para o segundo semestre letivo também foi abordada. Entre os dias 31 de julho e 3 de agosto, a previsão é que sejam entregues nove unidades. O governador destacou o padrão das estruturas e a importância do ensino profissionalizante e em tempo integral. “A qualidade da Educação em Santa Catarina ganha um diferencial com essa estrutura física", finalizou.

A entrevista completa está disponível nos canais oficiais do Governo de Santa Catarina no Vimeo e também no Youtube. A versão do programa, somente em áudio, pode ser acessada na Rádio Secom

Informações adicionais para a imprensa
Francieli Dalpiaz 
Assessoria de Imprensa 
Secretaria de Estado de Comunicação - Secom
E-mail: francieli@secom.sc.gov.br
Fone: (48) 3665-3018 / 98843-5676
Site: www.sc.gov.br
www.facebook.com/governosc e @GovSC


Foto: Márcio Henrique Martins / Assessoria de Comunicação FCC

Para refletir sobre os 30 anos de seu Núcleo de Ação-Educativa (NAE), o Museu de Arte de Santa Catarina (MASC) promove um encontro entre Teresinha Sueli Franz, que elaborou o projeto piloto para implantação de um setor educativo no Museu, e Maria Helena Rosa Barbosa, integrante da equipe atual do Núcleo. A conversa faz parte da agenda de Programas Públicos do Museu e ocorrerá no dia 26 de julho, às 18h, com entrada gratuita.

Criado em 1987, na gestão de Harry Laus, o NAE surgiu como Departamento de Educação, num momento em que os principais museus do Brasil começavam a se preocupar com políticas de acesso à arte e à cultura, e também com a importância de pensar ações para diferentes públicos. Hoje, consolidado, o Núcleo é referencia para ações educativas em museus.

Sobre as palestrantes

Teresinha Sueli Franz é professora associada da Universidade do Estado de Santa Catarina (aposentada). Mestre em Educação pela Universidade Federal do Paraná, doutora em Belas Artes pela Universidade de Barcelona (Espanha), publicou, entre outros livros, Educação para uma compreensão crítica da arte, resultado de sua tese de doutorado, e Victor Meirelles – Biografia e Legado Artístico. Entre os anos de 1984 e 1992 esteve a serviço do MASC, onde foi responsável pela pesquisa “Memória do MASC – 38 anos” e pela criação do Departamento de Educação (atual NAE).

Maria Helena Rosa Barbosa é mestre em Artes Visuais pela Universidade do Estado de Santa Catarina, doutoranda no Programa Interdisciplinar em Ciências Humanas na Universidade Federal de Santa Catarina e professora na Fundação Catarinense de Cultura (FCC). Desde 2003 integra o NAE/MASC. Foi coordenadora da Rede de Educadores em Museus de Santa Catarina (REM/SC) de abril de 2010 a abril de 2015, tendo participado de sua fundação. Publicou artigos e ensaios que focalizam a temática e questões atinentes a ações educativas e culturais em espaços museais em livros, anais e periódicos acadêmicos.

Serviço:

O quê: 30 anos do Núcleo de Ação-Educativa do MASC
Quando: 26/07/2017, às 18h.
Onde: Museu de Arte de Santa Catarina (MASC) - Localizado no Centro Integrado de Cultura (CIC)
Av. Governador Irineu Bornhausen, 5600 - Agronômica - Florianópolis (SC)
Entrada gratuita
Informações: (48) 3664-2629
Evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/1997397910506293

Informações adicionais para imprensa
Fernanda Peres
Assessoria de Comunicação Fundação Catarinense de Cultura
Telefone: (48) 3664-2571
E-mail: imprensa@fcc.sc.gov.br
Site: www.fcc.sc.gov.br 
Twitter: www.twitter.com/fccoficial  
Facebook: www.facebook.com/FundacaoCatarinensedeCultura 

Foto de arquivo: Antonio Prado / Fesporte

Quando começar a etapa estadual da 30ª edição dos Joguinhos Abertos de Santa Catarina, a partir deste sábado, 22, em Caçador, cerca de 3 mil atletas de 81 municípios, com idade entre 15 a 19 anos, lutarão não somente por uma boa participação. A briga será, claro, pela medalha de ouro e, principalmente, para tentar impedir mais uma conquista ou de Blumenau ou de Joinville. As cidades detêm a hegemonia do Estado e devem atrair os olhares até o final, no dia 29.

A briga pelo troféu promete ser acirrada. Na história dos Joguinhos Abertos, são 14 conquistas de Blumenau contra 12 de Joinville. Por isso, cada uma das 16 modalidades será fundamental pela luta pelo título.

Estão no programa da competição: atletismo, basquetebol, caratê, ciclismo, futebol, futsal, ginástica artística, ginástica rítmica, handebol, judô, tênis, tênis de mesa, voleibol, vôlei de duplas e xadrez. A natação foi realizada dia 16, em Palhoça, com Joinville sendo campeão no masculino e Blumenau no feminino.

A cerimônia de abertura está prevista para sábado, às 19h, no Ginásio do Sesi, com capacidade para 2 mil pessoas. Além dos desfiles dos municípios participantes, a noite contará com a apresentação do “Bike Session”, um grupo paranaense que realiza acrobacias com bicicletas. Para um dos pontos altos da noite, um atleta de futsal de Caçador: Julian Cesar Monteiro, será o responsável pelo acendimento da pira. Cesar Carneiro, do handebol, também da cidade-sede, realizará o juramento.

“Não tenho dúvidas que mais uma vez faremos um grande evento esportivo, pois as instituições envolvidas na organização têm muita experiência”, destaca Erivaldo Caetano Júnior, o Vadinho, presidente da Fesporte, que promove o evento em parceria com a prefeitura local e Agência de Desenvolvimento Regional (ADR) de Caçador.

Essa será a segunda vez consecutiva que Caçador é a cidade-sede. No último ano, o município campeão foi Joinville. Na 30ª edição dos Joguinhos Abertos de Santa Catarina, incluindo todas as etapas (microrregionais e seletivas), foram inscritos 8.201 atletas de 170 municípios.

Galeria dos campeões

Blumenau 14 títulos
Joinville – 12
Florianópolis – 2
Concórdia – 1

*Em 2009 a competição foi cancelada em virtude do surto de “Gripe A”, em Santa Catarina 

Histórico dos Joguinhos Abertos

A ideia de criação dos Joguinhos Abertos de Santa Catarina surgiu em novembro de 1986, com o então coordenador de Desportos, professor Felipe Abraão Neto, que encaminhou a proposta ao governador Pedro Ivo Campos.

Com a aprovação do projeto, iniciaram-se os trabalhos de supervisão regional por uma equipe formada por Luis Carlos Gonzaga Barbosa, Odilon Alfredo Morona, Celso Ramos Sedrez, Jair Venâncio, Werner Erbele e Carlos Alberto Anzoategui. Tiveram início também as discussões para montagem do regulamento técnico.

A primeira edição dos Joguinhos ocorreu no período de 24 de novembro a 4 de dezembro de 1988, em Curitibanos, com a participação de 160 municípios. Já naquela edição despontavam grandes revelações, como Gustavo Kuerten (tênis), Carlos Schwanke (vôlei) e Fernando Scherer (natação).

Texto: Antonio Prado
(48) 9 9696-3045

Assessoria de Comunicação - Fesporte
Renan Koerich
Antonio Prado
Heron Queiroz
Zenilda Stein
Tels: (48) 36656126, 36656127, 36656128


Foto: Jaqueline Noceti / Secom

A Vara de Execuções Penais da Capital acaba de decidir pela flexibilização no limite de vagas no Complexo Penitenciário da Agronômica, autorizando o ingresso de 50 novos detentos no período de uma semana. Neste momento, os agentes penitenciários do Deap estão retirando os presos das delegacias para encaminhá-los ao sistema prisional. A decisão foi tomada após pedido do Governo do Estado. 

O secretário adjunto da Justiça e Cidadania, Leandro Lima, disse nesta sexta-feira, 21, em entrevista coletiva, em Florianópolis, que o principal problema do sistema prisional catarinense é a falta de vagas na Grande Florianópolis. Ele explicou que o Estado vai encaminhar ao judiciário um pedido para flexibilizar a portaria emitida pela Vara de execuções penais da Capital para liberar o ingresso de mais 50 presos no Complexo Penitenciário da Capital. A decisão foi tomada em reunião liderada pelo governador Raimundo Colombo com a cúpula da segurança pública na manhã desta sexta. 


Foto: Divulgação

Nesta sexta-feira, 21, os pacientes e funcionários do Hospital Regional Hans Dieter Schmidt tiveram uma tarde especial. Isso porque os bailarinos que participam do 35º Festival de Dança de Joinville fizeram da unidade o seu mais novo palco.

Na semana que vem os bailarinos irão alegrar os pacientes de outras unidades hospitalares. No dia 24, às 10h, o Hospital Infantil Dr. Jeser Amarante Faria acompanhará de perto um pouco do espetáculo. Já no dia 28, também às 10h, será a vez da Maternidade Darcy Vargas.

Informações adicionais para a imprensa:
Ana Paula Keller
Assessoria de imprensa
Agência de Desenvolvimento Regional de Joinville
E-mail: anakeller@jve.adr.sc.gov.br / imprensa@jve.adr.sc.gov.br
Telefone: (47) 3461-1225 / 99240-8064
Site: www.adrs.sc.gov.br/adrjoinville


Foto de arquivo / Secom

As lavouras da região de Concórdia passaram por uma transformação na última safra. As extensas plantações de milho deram lugar ao cultivo de soja, que ocuparam 5,8 mil hectares na safra 2016/17 – 37% a mais do que no ano passado. Foi justamente nos 15 municípios que formam a região de Concórdia que foi observado o maior crescimento na produção de soja em Santa Catarina. De uma safra para outra a colheita foi ampliada em 56,3%, chegando a 20,7 mil toneladas.

Para dar espaço ao cultivo de soja, a área plantada de milho na região foi 21% menor do que na safra 2015/16. Diminuiu a área plantada e, consequentemente, a produção. Mesmo com uma produtividade excelente, de 8,3 toneladas/hectare, a colheita de milho encerrou em 205 mil toneladas – queda de 3%.

Por outro lado, os produtores de soja destinaram mais área para o plantio, colheram muito mais e tiveram uma produtividade bem maior em relação à última safra. Com 5,8 mil hectares plantados a colheita fechou em 20,7 mil toneladas e o rendimento médio de 3,5 toneladas/hectare.

A região de Concórdia é um exemplo do que do que vem acontecendo em Santa Catarina: para compensar a perda de área plantada para o cultivo de soja, os produtores de milho investem em tecnologias para aumentar a produtividade. “Em Santa Catarina a área plantada de milho aumentou apenas 2% e a produção cresceu mais de 17%. Isso está relacionado ao uso de tecnologia de ponta. Os produtores perceberam que o segredo está no uso de tecnologias para ampliar a produtividade e colher mais no mesmo espaço de terra”, ressalta o secretário de Estado da Agricultura e da Pesca, Moacir Sopelsa.

A produção de milho e soja é muito importante para Santa Catarina. Destaque na produção de proteína animal, o Estado é o maior consumidor de milho do país e o grão é indispensável para manter a competitividade do agronegócio catarinense. “Não existe produção de suínos e aves sem soja e milho”, destaca Sopelsa.

Os números estão disponíveis no Boletim Agropecuário do Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Epagri/Cepa) deste mês. Os municípios considerados como integrantes da região de Concórdia são: Concórdia; Seara; Irani; Ipira; Ipumirim; Peritiba; Lindóia do Sul; Xavantina; Alto Bela Vista; Piratuba; Itá; Arvoredo; Arabutã; Presidente Castelo Branco e Paial.

Milho safra 2016/17

Santa Catarina encerrou colheita de milho e tem safra 2016/17 de 3,2 milhões de toneladas. Como maior consumidor de milho do país, o Estado comemora o incremento de 17,2% na produção. Foram mais de 379 mil hectares destinados ao cultivo do grão e a produtividade média foi de 8,5 toneladas/hectare.

Soja safra 2016/17

Os produtores catarinenses colheram a maior safra de soja da história. A produção chegou a 2,4 milhões de toneladas, 13,4% a mais do que no último ano. Na safra 2016/17, o grão ocupa 660,2 mil hectares no Estado, a maior área plantada já registrada, e o rendimento médio foi de 3,6 toneladas/hectare.
A soja é ainda um grande produto na pauta de exportações de Santa Catarina. Em junho, de tudo o que o Estado exportou, 11,4% era do complexo soja. No acumulado do ano, de janeiro a junho, o volume exportado foi 15% superior ao volume exportado no mesmo período de 2016, passando de 1,2 milhão de toneladas. Os principais destinos são China, Rússia, Coreia do Sul e Tailândia.

Informações adicionais:
Ana Ceron
Assessoria de Imprensa
Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca
imprensa@agricultura.sc.gov.br
Fone: (48)-3664-4417/ (48) 98843-4996
Site: www.agricultura.sc.gov.br
www.facebook.com/AgriculturaePescaSC/

Até 6 de agosto, estarão abertas as inscrições para a nova turma do projeto de extensão Pré-Vestibular Comunitário, oferecido pelo Centro de Educação Superior da Foz do Itajaí (Cesfi), da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) em Balneário Camboriú. Confira o edital.


Foto: Divulgação / SSP

O secretário de Estado da Segurança Pública, César Augusto Grubba e o reitor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Luiz Carlos Cancellier, assinaram acordo de Cooperação Técnica para incentivar o intercâmbio técnico, científico, cultural e administrativo entre as duas instituições. 

O acordo abrange todas as Instituições de Ensino da Segurança Pública, para o desenvolvimento de pesquisas e extensão, cursos de pós-graduação Lato Sensu e Stricto Sensu, cursos de formação, capacitação, habilitação, treinamentos, concursos, estágios, consultorias, colaboração na área administrativa e outros serviços correlatos, julgados necessários e de interesse comum.

Grubba ressaltou que a Secretaria mantém forte cooperação junto à UFSC, e que a parceria entre as entidades, agora em nível acadêmico, busca capacitar ainda mais os profissionais dos órgãos vinculados à SSP.

Também participaram do encontro o diretor de Formação e Capacitação Profissional da SSP, Adilson Porto; o procurador federal junto à UFSC, Juliano Rossi; o assessor institucional da UFSC, Gelson Albuquerque e o sub-chefe do Departamento de Engenharia e Gestão do Conhecimento, João Artur de Souza.

Informações adicionais para a imprensa
João Carlos Mendonça Santos
Assessoria de Imprensa 
Secretaria de Estado da Segurança Pública - SSP
E-mail: imprensa@ssp.sc.gov.br
Fone: (48) 3251-1117 / 98843-7615
Site: www.ssp.sc.gov.br

 


Foto: Divulgação

O Museu da Imagem e do Som de Santa Catarina (MIS-SC), administrado pela Fundação Catarinense de Cultura (FCC), apresenta a exposição RIVER FILM / pedra-fantasma / mar paradoxo, de Helder Martinovsky e Raquel Stolf. A abertura ocorre no dia 26 de julho, às 19h, e a visitação gratuita segue até 27 de agosto, de terça-feira a domingo, das 10h às 21h.

A exposição RIVER FILM / pedra-fantasma / mar paradoxo apresenta projetos experimentais em torno da paisagem sonora, submersa, imersa, vertiginosa, movediça, textual, gráfica, videográfica e/ou fílmica de dois rios, de cem fundos do mar e de algumas pedras deslocadas entre esses contextos. Integram a exposição os trabalhos RIVER FILM - cíclico perpétuo (2013-2016), de Helder Martinovsky; pedra-fantasma [vagante](2013-2016), de Helder Martinovsky e Raquel Stolf; e o projeto mar paradoxo (2013-2016), de Raquel Stolf.

A exposição apresenta também alguns trabalhos anteriores que se relacionam com os processos dos projetos acima, como River Film 4 (2011-2013), River Film 0 (2010-2012) e Projeto 3 (2013-2015), de Helder Martinovsky; pedra-fantasma (a primeira versão do projeto em parceria entre os artistas, 2012-2013); Rio Texto (2012-2013), Fundo de rio sob ruído de fundo (2011-2013), pedra branca (1999) e Paleotot (1995), trabalhos de Raquel Stolf.

RIVER FILM - cíclico perpétuo,de Helder Martinovsky, é um projeto composto por filmes (16mm e super-8), acompanhados por uma peça sonora, de fragmentos de dois rios que partem de nascentes de uma mesma localidade, mas percorrem caminhos distintos até desembocarem no mar. Já pedra-fantasma [vagante], de Helder Martinovsky e Raquel Stolf, consiste na continuação de um projeto em vídeo, composto por filmes em super-8, vídeos e áudios digitais, a partir da ação de deslocar pequenas pedras ao longo do percurso de dois rios, até seus encontros com o mar, registrando-se o instante de suas quedas, na superfície e/ou no fundo dos rios e do mar. O projeto mar paradoxo, de Raquel Stolf, é composto por uma publicação sonora (dois CDs com cem áudios de fundos do mar, acompanhados de material impresso, com anotações e desenhos) e seu desdobramento numa instalação (composta por vídeo, áudio e material impresso), na qual registra-se em som, texto e imagem fragmentos de fundos e superfícies oscilantes do mar ao redor da ilha de Santa Catarina.

A exposição apresenta também textos produzidos por Aline Dias, Claudia Zimmer, Dennis Radünz, Marina Moros e Patrícia Galelli, que articulam e reverberam os trabalhos e o processo da exposição de diferentes maneiras, atravessando-a. Estes textos resultaram de uma interlocução proposta em 2016, realizada a partir de conversas durante os processos de construção dos projetos artísticos, queforamrealizados com recursos doPrêmioCatarinense de Bolsas de Trabalho - EditalElisabeteAnderle / 2014.

A exposição é realizada com o apoio do Estado de Santa Catarina, Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte, FundaçãoCatarinense de Cultura, Funcultural e Edital Elisabete Anderle 2014.

Serviço

O quê: Exposição RIVER FILM / pedra-fantasma / mar paradoxo, de Helder Martinovsky e Raquel Stolf
Abertura: 26 de julho, às 19h
Visitação: até 27 de agosto de 2017. De terça-feira a domingo, das 10h às 21h.
Onde: Museu da Imagem e do Som de Santa Catarina (MIS/SC) – Localizado no Centro Integrado de Cultura (CIC)
Av. Gov. Irineu Bornhausen, 5.600 – Agronômica - Florianópolis (SC)
Entrada Gratuita
Informações: (48) 3664-2650
Evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/497252960619500

Informações adicionais para imprensa
Fernanda Peres
Assessoria de Comunicação Fundação Catarinense de Cultura
Telefone: (48) 3664-2571
E-mail: imprensa@fcc.sc.gov.br
Site: www.fcc.sc.gov.br 
Twitter: www.twitter.com/fccoficial   
Facebook: www.facebook.com/FundacaoCatarinensedeCultura 


Foto de arquivo: Jeferson Baldo / GVG

O vice-governador Eduardo Pinho Moreira e o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho, inauguram o primeiro laboratório de captura de CO2 da América Latina nesta segunda-feira, 24, em Criciúma. O laboratório utiliza uma tecnologia própria e está instalado no Centro Tecnológico de Carvão Limpo (CTCL) da Faculdade Satc. 

O processo usado será o de adsorção, quando o gás liberado na queima do carvão é capturado e armazenado em zeólitas - cinzas beneficiadas para se transformar em estrutura areada, semelhante a uma minúscula esponja. As zeólitas carregadas de CO2 poderão ser depositadas em minas desativadas ou o gás ser disponibilizado para consumo industrial, como na perfuração de petróleo e na produção de bebidas gaseificadas. Demais métodos de captura se valem de solventes líquidos, mais caros e que praticamente inviabilizam a implantação em escala industrial.

No Brasil, 100% das jazidas de carvão conhecidas estão no Sul do Brasil, sendo 90% no Rio Grande do Sul. Cerca de 14 empresas utilizam o carvão mineral no Brasil, a maior parte delas na Região Sul. No Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e no Paraná, a cadeia Termelétrica gera em torno de 53 mil empregos diretos e indiretos e movimenta cerca de R$ 12 bilhões/ano. No mundo, 41% da energia gerada tem como fonte o carvão. Na Polônia, 83%; Alemanha, 44%; na Índia, 71% e, na Austrália, 69%. A construção do laboratórios de Criciúma recebeu aporte financeiro de R$ 4,4 milhões da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Governo do Estado (Fapesc).

Roteiro do ministro e do vice-governador

- 09h50: Visita às instalações da Satc
- 10h20: Inauguração do Laboratório de Captura de CO2, na Rua Pascoal Meler, 72, Bairro Universitário - Criciúma

Informações adicionais para a imprensa
Vitor Louzado
Assessoria de Imprensa 
Gabinete do Vice-governador
E-mail: vhlouzado@hotmail.com
Fone: (48) 99118 9821
Site: www.sc.gov.br
www.facebook.com/governosc e @GovSC