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Para planejar o próximo semestre de trabalho nas 1.073 escolas estaduais, a secretária Simone Schramm reuniu nesta segunda-feira, 18, em Florianópolis, os 20 gerentes regionais, coordenadores e diretores da Secretaria de Estado da Educação. “É um importante momento de integração entre os gestores e também uma oportunidade de alinhar o trabalho que será desenvolvido no segundo semestre”, explicou a secretária. 

A programação foi aberta com a apresentação de 25 crianças que integram o Coral Vozes do Amanhã do Instituto Estadual de Educação. Houve ainda a participação da ginastas Maria Júlia Rodrigues e Beatriz Linhares, que integram a equipe de Ginástica Rítmica do IEE. Na sequência, cada diretor fez um breve relato das ações para o segundo semestre, detalhou o andamento de projetos e programas. "Entendo que todos nós somos responsáveis em continuar levando educação de qualidade para as crianças e adolescentes que estão em nossas escolas", ressaltou secretária.

A necessidade de todo o Governo do Estado de usar com responsabilidade os recursos públicos também entrou na pauta da reunião dos educadores. "Estamos vivendo um novo momento econômico e temos que trabalhar pela otimização dos recursos públicos, o que significa que todo gasto que não é indispensável para a manutenção da qualidade do ensino oferecido aos nossos alunos terá de ser revisto", antecipou. Outras reuniões de alinhamento estão previstas parta agosto.

Programa Anjos da Lei

Atendendo ao convite da secretária Simone Schramm, o delegado-geral adjunto da Polícia Civil, Luiz Ângelo Moreira, antecipou aos gestores da Educação os detalhes do Programa Anjos da Lei. A ideia do projeto, que nos próximos dias será objeto de cooperação técnica entre a Educação e a Polícia Civil, é unir forças em torno da prevenção e do combate ao tráfico de drogas nas imediações das escolas de Santa Catarina. "Eu só tenho a agradecer pelo espaço e pela receptividade de todos vocês: o trabalho engajado faz toda a diferença, tanto na repressão como na prevenção", disse o delegado-geral adjunto.

A secretária pediu o apoio dos gestores ao programa e lembrou que, tão importante quanto coibir o tráfico, é trabalhar preventivamente nas escolas, mostrando para crianças e adolescentes os malefícios causados pelo uso de entorpecentes. 

O trabalho integrado entre a Educação e a Polícia Civil surge num momento significativo para a comunidade escolar e reforça a Política de Educação, Prevenção, Atenção e Atendimento as Violências na Escola e o próprio Nepre Online. "O entorno das escolas livre de drogas e violência é importante não apenas para a segurança dos estudantes e profissionais, mas também para toda a sociedade que tem de enfrentar este problema de frente", ressaltou a secretária.

Informações adicionais para a imprensa:

Assessoria de Comunicação
Secretaria de Estado de Educação (SED)
Rosane Felthaus (48) 99125-8513
Dafnée Canello (48) 99682-6562

Santa Catarina é o Estado do agronegócio. Com cadeias produtivas organizadas e uma preocupação constante com a qualidade, Santa Catarina fatura alto com as exportações de produtos de origem animal e vegetal. Em 2018, as vendas internacionais de carnes, grãos e madeira já geraram receitas que passam de US$ 2 bilhões – 63% do total das exportações catarinenses.

Os produtos de origem animal são o grande destaque da pauta de exportações de Santa Catarina. O Estado está entre os maiores produtores e exportadores nacionais de carne suína e de frango – resultado de um status sanitário diferenciado do restante do país.

A Secretaria de Estado da Saúde (SES), por meio da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive), intensifica a vacinção contra a febre amarela em alguns munícipios catarinenses a partir desta segunda quinzena de junho. A ação é devido ao anúncio feito pelo Ministério da Saúde (MS), em março deste ano, que ampliou para todo o território nacional a Área Com Recomendação de Vacina (ACRV) contra a febre amarela.

A intensificação começará nos municípios da região de saúde Nordeste, próximos a corredores ecológicos, que são regiões de matas e rios, podendo vir a ser prováveis rotas de avanço do vírus amarílico no estado. A ação será realizada em três momentos, por meio da estratégia de vacinação casa a casa em toda a área rural.

A primeira etapa começou no último sábado, 16, e vai até 17 de julho. Nesse período serão aplicadas 49.755 doses de vacina nos moradores dos municípios da região do Planalto Norte, que fazem divisa com o Estado do Paraná: Porto União, Irineópolis, Canoinhas, Três Barras, Mafra, Rio Negrinho, São Bento do Sul, Campo Alegre, Joinville, Garuva e Itapoá.

Entre 1º e 30 de setembro, a intensificação ocorrerá nos munícipios de Corupá, Rio dos Cedros, Jaraguá do Sul, Schroeder, Pomerode, Blumenau, Massaranbuba, Guaramirim, Luiz Alves, São João de Itaperiú, Barra Velha, Araquari, Balneário Barra do Sul e São Francisco do Sul. Nesta fase, serão aplicadas 52.791 doses da vacina.

O terceiro e último momento será entre os dias 1º e 30 de outubro, com a aplicação de 49.937 doses da vacina nos municípios de Doutor Pedrinho, Benedito Novo, Timbó, Rodeio, Ascurra, Indaial, Guabiruba, Gaspar, Ilhota, Navegantes, Balneário Piçarras, Penha, Brusque, Itajaí, Camboriú e Balneário Camboriú.

“Os municípios têm autonomia para definir a data das atividades e a quantidade de profissionais envolvidos na ação, porém devem respeitar os períodos pactuados na reunião da Comissão Intergestores Bipartite”, afirma Eduardo Macário, diretor da Vigilância Epidemiológica.

O público-alvo da vacinação é composto por indivíduos a partir dos 9 meses de idade, independentemente do local onde moram, com a devida atenção às contraindicações e aos casos em que há necessidade de avaliação prévia realizada por profissional de saúde. “É importante ressaltar que a única mudança no público-alvo prevista para 2018 é que não é mais necessário ter viagem marcada para áreas com recomendação de vacina ou transmissão ativa do vírus”, enfatiza Vanessa Vieira da Silva, gerente de Vigilância de Doenças Imunipreveníveis, Imunização e DTHA (Gevim) da Dive.

Contraindicação

A vacina não deve ser tomada por pessoas que se encontram nas situações abaixo:

  • crianças menores de 9 meses de idade;

  • mulheres amamentando crianças menores de 6 meses de idade;

  • com alergia grave ao ovo;

  • que vivem com HIV e têm contagem de células CD4 menor que 350;

  • em tratamento de quimioterapia/radioterapia;

  • portadoras de doenças autoimunes;

  • submetidas a tratamento com imunossupressores (que diminuem a resposta imunológica).

Para os casos abaixo, é necessário que a pessoa seja avaliada por um profissional antes de tomar a vacina, sendo preciso medir os riscos e benefícios da vacinação:

  • pacientes com imunodeficiência primária ou adquirida;

  • indivíduos com imunossupressão secundária à doença ou a terapias imunossupressoras (quimioterapia, radioterapia, corticoides em doses elevadas);

  • pacientes em uso de medicações antimetabólicas ou medicamentos modificadores do curso da doença Infliximabe, Etanercepte, Golimumabe, Certolizumabe, Abatacept, Belimumabe, Ustequinumabe, Canaquinumabe, Tocilizumabe, Ritoximabe;

  • transplantados;

  • pacientes com doença oncológica em quimioterapia;

  • indivíduos que apresentaram reação de hipersensibilidade grave ou doença neurológica após dose prévia da vacina;

  • indivíduos com reação alérgica grave ao ovo;

  • pacientes com história pregressa de doença do timo (miastenia gravis, timoma);

  • indivíduos com idade acima de 60 anos;

  • crianças que tiverem alguma dose do Calendário Nacional de Vacinação em atraso podem tomar junto com a da febre amarela, com exceção da tríplice viral (protege contra sarampo, rubéola e caxumba) e da tetra viral (protege contra sarampo, rubéola, caxumba e varicela). Para a criança que não recebeu a vacina contra a febre amarela nem a tríplice viral ou tetra viral e for atualizar sua vacinação, orienta-se um intervalo de 30 dias entre as vacinas.

Para quem a vacina é contraindicada, orienta-se o uso de repelente de insetos, que deve ser aplicado em toda a área de pele exposta, respeitando os intervalos orientados pelos fabricantes e fazendo a reaplicação após o contato com a água. Para crianças entre 6 meses e 2 anos de idade, gestantes e a aplicação em tecidos, há formulações próprias no mercado. É importante proteger a maior extensão possível da pele por meio do uso de roupas compridas (blusas e calças), meias e sapatos fechados. O uso de roupas claras facilita a identificação de mosquitos e permite que eles sejam mortos antes de picarem o indivíduo.

Outra forma de prevenção é passar o maior tempo possível em ambientes com portas e janelas protegidas por telas mosquiteiras, dormir em ambientes com mosquiteiros devidamente arrumados para não permitir a entrada de mosquitos (abas de abertura sobrepostas e barras inferiores embaixo do colchão). Além disso, é importante o uso de repelentes ambientais (sprays, pastilhas e líquidos em equipamentos elétricos) no quarto de dormir.

Crianças menores de 6 meses de idade não podem receber a vacina nem usar repelentes de aplicação direta na pele, por isso devem ser mantidas o tempo todo sob mosquiteiros e/ou em ambientes protegidos por telas.

A doença

A febre amarela é uma doença infecciosa febril aguda, causada por vírus amarílico ou vírus da febre amarela. Pode ser de curta duração ou evoluir de forma grave, podendo levar à morte. Transmitida pela picada de fêmeas de mosquitos infectados com o vírus, a doença não possui tratamento específico, sendo apenas sintomática, com cuidadosa assistência ao paciente em ambiente hospitalar. A vacina é a única forma de prevenção e está disponível gratuitamente na rede pública de todo o país.

Qualquer pessoa que não tenha sido vacinada e que resida em áreas onde há a transmissão da doença ou visite-as pode contrair a febre amarela. A doença não é contagiosa, sendo adquirida apenas pela picada do mosquito infectado com o vírus.

Os sintomas incluem febre, dor de cabeça, dores no corpo (de modo geral), náuseas e vômitos, fadiga e fraqueza. Em casos mais graves, a pessoa pode desenvolver febre alta, icterícia (coloração amarelada na pele ou na parte branca dos olhos), hemorragia e, eventualmente, choque e insuficiência múltipla de órgãos.

Ao identificar alguns dos sintomas, a pessoa deve procurar um médico na unidade de saúde mais próxima e informar: sobre qualquer viagem para as áreas de risco realizada nos 15 dias anteriores ao início dos sintomas; se observou mortandade de macacos, ou tomou conhecimento disso, próximo aos lugares onde esteve; e se já tomou a vacina contra a febre amarela, além da data.

Quem perdeu o cartão de vacinação deve procurar o serviço de saúde que costuma frequentar e tentar resgatar o seu histórico. Caso não seja possível, indica-se que pessoas a partir dos 5 anos de idade que nunca tenham sido vacinadas ou estejam sem o comprovante de vacinação sejam imunizadas contra a febre amarela.

Informações adicionais para a imprensa:
Patrícia Pozzo e Cristina Schulze
Núcleo de Comunicação
Diretoria de Vigilância Epidemiológica
Secretaria de Estado da Saúde
(48) 3664-7406
48) 3664-7440
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bonecos papum

Quem circular pelo Espaço das Oficinas do Centro Integrado de Cultura (CIC), na Capital, vai poder conferir a mostra Teatro Feito à Mão, sobre o trabalho de 40 anos do artista bonequeiro Sérgio Tastaldi, criador da Turma do Papum.

A exposição, que vai até o próximo dia 22, conta com bonecos e cenários utilizados nas apresentações. Também é possível conferir bonecos de um espetáculo que vai estrear em agosto, chamado 2D 3D. A equipe dessa peça foi convidada a apresentá-la na Tunísia em setembro.

A exposição é relacionada ao livro Teatro Feito à Mão, que tem a mesma temática, e foi contemplado no Edital Elisabete Anderle de Estímulo à Cultura. “Com essa obra quero que gerações futuras encontrem um caminho através da arte bonequeira”, afirma Tastaldi.

A mostra tem entrada gratuita e o horário de visitação é das 13 às 21h. Escolas interessadas em agendar visitas devem entrar em contato pelo telefone (48) 99916-4868.

Serviço
Mostra Teatro Feito à Mão
Visitação: até 22 de junho, de terça a domingo, das 13 às 21h
Local: Espaço das Oficinas do Centro Integrado de Cultura (CIC)
Entrada gratuita

Informações adicionais para a imprensa:

Fundação Catarinense de Cultura (FCC)
Assessoria de Comunicação
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Foto: Divulgação / PM

A partir desta segunda-feira, 18, a Polícia Militar de Santa Catarina não aplicará mais multa de trânsito utilizando o bloco de papel. Entrando definitivamente na era tecnológica, o comando da PMSC proibiu a lavratura de Autos de Infração de Trânsito em papel por Policiais Militares em serviço operacional. Em 10 dias, todos os blocos de autos de infração de trânsito em papel serão recolhidos e desvinculados de seus responsáveis no sistema DetranNet. Os policiais farão o uso integral do aplicativo PMSC Mobile e, consequentemente, do Talão Eletrônico de Auto de Infração de Trânsito pelas Guarnições de serviço em tablets e smartphones.

Além disso, com a implantação do Projeto PM Digital, todas as comunicações internas, requerimentos e ofícios no sistema próprio, na nova Intranet da PMSC, com padrão e controle de numeração estadual, são realizadas no formato digital.


Foto: Saul Oliveira / Secom

Com o objetivo de chamar a atenção da sociedade para os altos índices de acidentes com motociclistas, o governo de Santa Catarina lança nesta terça-feira a campanha “Mais Segurança no Trânsito”. O evento de apresentação ocorrerá a partir das 14h, no Teatro Pedro Ivo, no Centro Administrativo, em Florianópolis, com a presença do governador Eduardo Pinho Moreira.

A campanha tem como objetivo sensibilizar os catarinenses quanto ao elevado número de acidentes com motocicletas e as graves consequências disso, com mortes e sequelas decorrentes das colisões. Em 2017, os cinco principais hospitais de Santa Catarina atenderam mais de 5,7 mil acidentes envolvendo motocicletas, uma média de 477 por mês. Segundo dados do Ministério da Saúde, 52% dos gastos do SUS com internações decorrentes de acidentes de trânsito são com motociclistas.

“A campanha é um alerta para que prestemos atenção ao que acontece diariamente nas emergências dos nossos hospitais: ferimentos graves e vidas que se vão. E é um convite para que todos os catarinenses contribuam com suas atitudes para mudarmos essa realidade”, diz o governador Eduardo Pinho Moreira. “A motocicleta é um modal de transporte importante hoje em nossa sociedade e precisa ser vista e respeitada no trânsito assim como todos os veículos, ciclistas e pedestres. O trânsito seguro é responsabilidade de todos”, completa.

A utilização das motocicletas tem aumentado no país inteiro nos últimos anos, seja como opção para enfrentar os problemas de mobilidade ou como alternativa mais barata de transporte às famílias. Além disso, nas grandes cidades, a moto é utilizada como meio de subsistência em serviços de entrega, moto táxi, entre outros.

“Entendemos que é muito importante a união de toda a sociedade no enfrentamento desta questão, que é a de construir diariamente um trânsito mais seguro em nossas cidades e rodovias. Um trânsito seguro e respeitoso é responsabilidade de todos, seja dos condutores de caminhões, ônibus e veículos, seja dos motociclistas. As motos são um meio importante de transporte e não podem ser sinônimo de problema no trânsito”, afirma o secretário de Estado da Segurança Pública, Alceu de Oliveira Pinto Júnior.

Santa Catarina tem o maior número de veículos por habitante do país, são 690 para cada mil habitantes. São mais de 4,7 milhões de veículos circulando nas estradas e rodovias do Estado, sendo 22,9% motocicletas e motonetas. Segundo o Dentran (2016), só em Joinville são quase 69 mil motocicletas no município. Em Florianópolis, 54 mil; em Blumenau, 48 mil e em Itajaí 43 mil. Mais de 1,7 milhão de catarinenses estão habilitados a dirigir esse tipo de veículo, o que representa 25% da população do Estado. Esses números expressivos também refletem nos acidentes. Segundo dados do DPVAT, só nos dois primeiros meses de 2018foram mais de 56 mil indenizações pagas pelo seguro, sendo mais de 42 mil, equivalente a 76% do total, a motociclistas.

Dados:

• Mortes por acidentes de moto representam 40% dos óbitos em trânsito no Brasil;

• Os acidentes rodoviários são a principal causa de morte entre pessoas com idade entre 15 e 29 anos;

• 90% das mortes do mundo nas estradas ocorrem em países de baixa e média renda.

• Os acidentes de trânsito rodoviário custam para a maioria dos países 3% do seu Produto Interno Bruto (PIB);

• A ONU prevê que os acidentes no trânsito poderão se tornar a sétima principal causa de morte até 2030.

Transferências de veículos em despachantes

No mesmo evento, o governador Eduardo Pinho Moreira também assinará uma autorização para que, nos processos de transferência de veículos, os certificados de registro e licenciamento de veículo (CRLV) possam ser emitidos por escritórios de despachantes. Na opinião do presidente do Detran, Vanderlei Rosso, a ação é positiva, pois dará mais opção para os motoristas.

“Vai facilitar para o cidadão que quiser usar o despachante. Hoje o Detran tem 86 postos de atendimento no Estado, já os despachantes estão presentes em todas as cidades. São quase mil”, conta Rosso, que ressalta que a novidade estará disponível a toda a população a partir do fim de julho.

Informações adicionais para a imprensa
Leonardo Gorges
Assessoria de Imprensa
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Foto arquivo / Secom

Lançado no último dia 8 de junho pelo governador Eduardo Pinho Moreira o movimento “Compre de SC” ganha a cada dia mais adesões. De prefeituras, a entidades empresariais e empresas dos mais diferentes setores produtivos, cresce o apoio pelo consumo de produtos catarinenses e consequente fortalecimento da economia de Santa Catarina. “Temos produtos que agradam a todos os gostos, paladares, uma indústria diversificada e de qualidade, então por que não dar preferência aos produtos catarinenses?”, argumentou o governador durante o lançamento do movimento.

Nesta quarta e quinta-feira (20 e 21), os técnicos da Epagri/Cepa estarão em Canoinhas e Chapecó para os Seminários Regionais de Avaliação da Safra Catarinense de Grãos. Os eventos trarão o acompanhamento e a avaliação da safra atual e as perspectivas de mercado futuro para soja e milho.

O pesquisador de Custos Agrícolas do Cepea-USP, Mauro Osaki, também acompanhará os Seminários e falará sobre as perspectivas de mercado e competitividade brasileira na produção de commodities agrícolas.

Agenda e Inscrições

Canoinhas – O Seminário Regional de Avaliação da Safra Catarinense de Grãos acontece na quarta-feira (20), às 13h30, no auditório do IFSC. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo site:
https://bit.ly/2yhTq2i

Chapecó – O evento acontece na quinta-feira (21), às 13h30, no Centro de Pesquisa para Agricultura Familiar (Epagri/CEPAF). As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo site:
https://bit.ly/2JFOmtP

Informações adicionais para a imprensa:

Ana Ceron
Assessoria de Imprensa
Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca
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Fone: (48)-3664-4417/ (48) 98843-4996
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A Secretaria da Segurança Pública pretende usar drones em suas ações para redução dos índices de violência. “Montamos uma comissão com técnicos das secretarias da Segurança Pública e de Justiça e Cidadania para identificarmos os drones utilizados pela criminalidade e o emprego deste equipamento em ações das duas pastas”, disse o secretário da Segurança Pública, Alceu de Oliveira Pinto Júnior, nesta segunda-feira (18).

Há quatro meses no cargo, Alceu de Oliveira também espera superar a meta inicial, de 6 mil de câmeras de segurança, do setor privado, com imagens colocadas à disposição da secretaria até o final deste ano. Nesta terça-feira (19), às 16 horas, no 8º Batalhão da Polícia Militar, em Joinville,  assinará convênio para a cessão de aproximadamente 3 mil câmeras. Também participarão da reunião os comandos da Polícia Militar e da Polícia Civil e o secretário do Desenvolvimento Regional em Joinville, Volnei Francisco Batista, além de empresários do setor privado.

Câmaras

Atualmente, a Secretaria da Segurança Pública conta com cerca de 2,7 mil câmeras do Projeto Bem-Te-Vi, espalhadas em mais de 115 municípios. Neste sistema, o Governo do Estado já investiu R$ 16 milhões. A câmera utilizada para o projeto é do tipo SpeedDome. Possuem campo de visão de 360º na horizontal e 90º na vertical, com magnificação ótica de 20 vezes (também denominada movimentação panorâmica, inclinada e com zoom: PTZ – Pan, Tilt, Zoom), contando com captação de imagem em alta resolução.

Empresas interessadas em ceder imagens de suas câmeras de videomonitoramento à Secretaria da Segurança Pública poderão fazer download do edital de chamamento público no Portal de Compras do Governo do Estado no seguinte endereço eletrônico: http://www.portaldecompras.sc.gov.br/?lstOrgaos=1601 , até dezembro deste ano.

Mais informações para a imprensa:
Vitor Hugo Louzado
Assessoria de Comunicação
Secretaria da Segurança Pública
Fone: (48) 3665-8183 / (48) 99118 9821
E-mail: vhlouzado@hotmail.com


Foto: Divulgação/Secom

Comprar produtos catarinenses é sempre a melhor escolha para quem consome e para nosso estado. Comprando produtos daqui, as pessoas promovem a sustentabilidade e o crescimento de nossas empresas. Isso gera empregos, fortalece a economia e aumenta a arrecadação. E com mais recursos, o Governo investe mais em saúde, segurança, educação e no desenvolvimento do Estado. Por isso, ao comprar produtos de Santa Catarina, quem mais ganha é o catarinense.

O movimento “Compre de SC”, lançado no último dia 8 de junho pelo governador Eduardo Pinho Moreira, ganha a cada dia mais adesões de entidades, prefeituras, empresários, produtores e também da população.

Como aderir à campanha

Para identificar os produtos catarinenses é possível baixar o selo com a logomarca da campanha “Compre de SC” do site da Secretaria da Fazenda e produzi-lo em gráficas. Além do selo outros materiais estão disponíveis para reprodução, inclusive para colocar em embalagens.

Na internet

Para divulgar produtos e serviços catarinenses é possível fotografar e publicar a foto utilizando #CompredeSC ou ainda enviar por mensagem privada para www.instagram.com/CompredeSC

Essa é uma forma de divulgar o trabalho e a tradição do nosso Estado.

Como saber se os produtos são catarinenses?

Nas embalagens e etiquetas é possível conferir a cidade e o Estado de origem daquele produto.

 

Informações adicionais para a imprensa:

Melina Cauduro
Assessoria de Imprensa
Secretaria de Estado da Comunicação - Secom
(48) 3665-3009 / (48) 9 9938-9839
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