Foto: James Tavares/Arquivo Secom

A produção de leite vem numa crescente em Santa Catarina. Em dez anos, o estado ampliou em 82% a sua capacidade produtiva, chegando a 3,1 bilhões de litros produzidos em 2016. No mesmo período, a produção brasileira aumentou em 32%. As expectativas são de um crescimento ainda maior para os próximos anos, focado principalmente no mercado externo.

De 2006 a 2016, Santa Catarina saltou de 1,7 bilhão de litros produzidos para 3,1 bilhão de litros – fazendo do estado o quarto maior produtor nacional de leite. E as estimativas do Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Epagri/Cepa) já apontam para uma produção ainda maior em 2017 – o estado pode ter produzido 3,4 bilhões de litros e o país 35 bilhões de litros de leite.

O leite é a atividade agropecuária que mais cresce em Santa Catarina e envolve 45 mil produtores em diversos municípios do estado. A grande bacia leiteira catarinense é a região Oeste, que responde por 75% de todo leite produzido – quase 2,4 bilhões de litros. “O setor leiteiro é um grande destaque de Santa Catarina e vem passando por grandes transformações, com o investimento em pastagens, tecnologias e genética. Ainda temos muitos desafios pela frente para que o nosso leite seja competitivo para exportação”, ressalta o secretário de Estado da Agricultura e da Pesca, Moacir Sopelsa.

A produção catarinense é bem maior do que o consumo estadual, mais da metade da produção é destinada ao abastecimento de outros estados. A tendência é que a produção estadual continue crescendo nos próximos anos, o que deve aumentar a participação estadual no mercado interno e ampliar as possibilidades de o estado alcançar também o mercado externo.

Valor Bruto da Produção

O leite é o terceiro produto no ranking de Valor Bruto da Produção (VBP) da agropecuária catarinense. O faturamento do setor passou de R$ 3,5 bilhões em 2017 e representa 13% de toda receita do agronegócio catarinense. Lembrando que o Valor Bruto da Produção Agropecuária não considera o faturamento com os insumos agrícolas, transporte, agroindústrias e serviços. 

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Foto: Arquivo/Embrapa

Santa Catarina encerrou 2017 faturando alto com as exportações de carnes. Ao todo, o estado embarcou mais de 1,34 milhão de toneladas de carnes para cerca de 130 países, gerando uma receita que passa de US$ 2,6 bilhões. Os números demonstram a importância do agronegócio catarinense para a economia brasileira. No último ano, 40,4% da carne suína exportada pelo Brasil teve origem em Santa Catarina.

Maior produtor nacional de suínos e com um status sanitário diferenciado, Santa Catarina vem ampliando os embarques do produto. Em 2017, foram 276,5 mil toneladas de carne suína vendidas para mais de 50 países – um aumento de 0,8% em relação ao ano anterior. As receitas geradas com as exportações também foram maiores e passaram de US$ 639,2 milhões (15% a mais do que em 2016). Os principais compradores da carne suína catarinense foram Rússia, China, Hong Kong, Chile e Argentina.

Frango

A carne de frango é o carro chefe das exportações catarinenses – o produto responde por 17,7% de tudo o que o estado exportou em 2017. Ao longo do ano foram embarcadas 971 mil toneladas de carne de aves, uma queda de 2,9% em relação a 2016. Mesmo com uma quantidade menor, o estado ampliou as receitas em 6,4% e faturou US$ 1,8 bilhão no último ano. A carne de frango produzida em Santa Catarina chega a mais de 120 países e os principais compradores são Japão, China, Países Baixos e Arábia Saudita.

Outras carnes

Santa Catarina é ainda exportador de carne de peru, marreco e de pato. Em 2017, foram 35,9 mil toneladas de carne de peru, faturando US$ 88,3 milhões e 3,4 mil toneladas de carne de pato e de marreco com uma arrecadação de US$ 8,9 milhões.

Embora não seja um grande exportador de carne bovina, o estado embarcou 2,5 mil toneladas no último ano e as receitas com as vendas chegam a US$ 8,3 milhões (crescimento de 69,2% em relação ao ano anterior).

Santa Catarina contabiliza ainda a exportação de 57,9 mil toneladas de miudezas, preparações e outras carnes com dividendo de US$ 67,3 milhões.

A proteína animal continua sendo o carro chefe do agronegócio catarinense. Segundo o secretário da Agricultura e da Pesca, Moacir Sopelsa, o segredo está na saúde dos rebanhos. “A sanidade animal é prioridade em Santa Catarina, justamente porque dá acesso aos mercados mais competitivos do mundo. Sem contar na melhoria da saúde também para os produtores rurais e consumidores”, disse. Hoje, Santa Catarina é o único estado do país reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal como área livre de febre aftosa sem vacinação e, junto com o Rio Grande do Sul, faz parte de uma zona livre de peste suína clássica.

Os números foram divulgados pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços e analisados pelo Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Cepa/Epagri).

Tradição no agronegócio

Com forte tradição na pecuária, Santa Catarina é berço das principais empresas do setor de carnes do Brasil. O estado conta com 18 mil produtores integrados às agroindústrias e o setor de carnes gera quase 60 mil empregos diretos em frigoríficos e indústrias de beneficiamento. Como maior produtor nacional de carne suína e o segundo maior de carne de frango, Santa Catarina atende o mercado brasileiro e o exterior.

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Foto: Aires Carmem/Epagri

O agronegócio é uma das bases da economia catarinense e fortalecer o meio rural foi um dos desafios da Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca em 2017. Ao longo do ano, os investimentos em pesquisa, extensão rural, defesa sanitária animal e vegetal e fomento agropecuário chegaram a R$ 700 milhões. Só para os programas de fomento da Secretaria da Agricultura foram destinados mais de R$ 70,7 milhões.

Ao todo, mais de 73 mil famílias foram beneficiadas no ano passado com a concessão de empréstimos, subvenção de juros, Programa Terra-Boa, Seguro Agrícola, Programa Água para o Campo, entre outros. Segundo o secretário da Agricultura e da Pesca, Moacir Sopelsa, as ações do Governo do Estado são focadas em aumentar a competitividade e a qualidade de vida dos produtores rurais catarinenses. “Nós reconhecemos a importância de quem produz nosso alimento. Se, hoje, Santa Catarina é referência no setor agropecuário é porque temos produtores dedicados, que trabalham incansavelmente e que buscam sempre melhorar. Os agricultores encontram na secretaria e em suas empresas vinculadas um apoio para que possam investir, inovar e prosperar”, afirma.

Terra-Boa

O Programa Terra-Boa encerrou 2017 com recorde na distribuição de calcário. Ao longo do ano, foram 284,1 mil toneladas de calcário distribuídas, sem contar as 202,5 mil sacas de milho, 415 kits apicultura e 2.862 kits forrageira. Os investimentos no programa chegam a R$ 43,7 milhões e 68,9 mil agricultores foram beneficiados.

Programa de Fomento à Produção Agropecuária

De janeiro a dezembro, foram aplicados R$ 8,5 milhões na concessão de financiamentos voltados para melhoria do processo produtivo, agregação de valor, desenvolvimento da pesca e aquicultura e saneamento rural. Os recursos são do Fundo de Desenvolvimento Rural (FDR) e atenderam 612 produtores rurais em 2017.

Dentro do Fomento, existem ainda linhas de financiamento para aquisição de kits informática, kits para piscicultura, de animais em exposições e feiras agropecuárias e de reprodutores de gado de corte. Para essas ações, a secretaria investiu mais R$ 3,1 milhões e foram 395 agricultores beneficiados.

Ao todo, o Fomento à Produção Agropecuária aplicou R$ 11,6 milhões e possibilitou a compra de 196 kits de informática; 51 matrizes de gado leiteiro; 250 touros de raças de corte; além da construção de cisternas, aquisição de implementos agrícolas, melhoramento de pastagens e benfeitorias nos sistemas produtivos.

Outros Programas

Os agricultores contam ainda com o Programa de Desenvolvimento da Ovinocultura e Caprinocultura e da Pecuária de Corte Catarinense. As duas ações atenderam 206 agricultores em 2017 com recursos de R$ 999,5 mil.

Em 2017, foram 1.027 agricultores beneficiados com um investimento total de R$ 844,8 mil. Para minimizar os impactos da estiagem no estado, a secretaria investe ainda no Programa Água para o Campo, que construiu 232 cisternas, com recursos de R$ 9,9 milhões.

A Secretaria da Agricultura segue ainda pagando os juros referentes ao Programa Juro Zero Agricultura/Piscicultura, encerrado em 2015. Em 2017, foram pagos R$ 76,2 mil em juros de 174 projetos de agricultores. O mesmo acontece com o Programa Armazenar, foram R$ 3,7 milhões em juros pagos dos investimentos em construção e ampliação de armazéns.

Os produtores rurais catarinenses contam também com programas de aquisição de terras e regularização fundiária, além do Fundo Estadual de Sanidade Animal (Fundesa) que indeniza os produtores pelo abate sanitário de animais acometidos por febre aftosa e outras doenças infecto-contagiosas contempladas em programas de controle sanitário do Estado.

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Foto arquivo: Josiane Zago / Videira

Durante o ano de 2017, a Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) registrou muitas conquistas em diferentes áreas, com o apoio do Governo do Estado, da Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e do Programa SC Rural.

Os investimentos (despesas de capital) efetuados pela Cidasc em 2017, totalizaram R$ 6,6 milhões, de janeiro a novembro, empenhados e/ou pagos, segregados por fonte de recursos da seguinte forma: R$ 1,8 milhões em convênio com o Mapa; mais de R$ 3,5 milhões em recursos próprios;  mais de 1 milhão advindo do Programa do SC Rural.  Dos recursos próprios, em torno de 41%, cerca de R$ 1,4 milhões, foram aplicados no Terminal Graneleiro de  São Francisco do Sul.

O Presidente da Cidasc, Enori Barbieri, reafirma os compromissos da Companhia. “A Cidasc, para além dos números, é uma empresa que cuida das pessoas e de negócios, oportuniza a abertura de mercados através da agregação de valores em produtos com qualidade em defesa sanitária animal e vegetal. Somos referência em sanidade agropecuária, reconhecidos nacional e internacionalmente. Temos o compromisso de manter a excelência dos produtos aqui produzidos e comercializados”, diz.

Defesa Sanitária Vegetal

O Departamento Estadual de Defesa Sanitária Vegetal tem como destaque em 2017 as ações realizadas mediante convênio com o Mapa, pelo qual foram fiscalizadas 334 unidades de produção de banana, maçã e citrus, bem como 160 unidades de consolidação destas espécies. Essas atividades viabilizaram no último ano a comercialização dessas frutas para diversos estados da federação, movimentando cerca de R$ 2,4 bilhões na economia catarinense.

Para manter o status de Área livre de Cydia pomonella, o Departamento instalou 200 armadilhas, que foram monitoradas semanalmente. A erradicação da praga, viabilizou no último ano a exportação de 60 mil toneladas, o que gerou receitas na ordem de 40,6 milhões de dólares aos produtores catarinenses.

Neste ano foram emitidas cerca de 70 mil Permissões de Trânsito Vegetal – PTV’s, através da Certificação Fitossanitária, sistema que acompanha e atesta as condições sanitárias de plantas, partes de vegetais ou produtos de origem vegetal, hospedeiros de pragas quarentenárias ausentes ou presentes, em cumprimento às normas nacionais e internacionais, exigidos nas transações comerciais. É com a certificação que as partidas de produtos vegetais podem transitar livremente pelo território nacional, sem nenhum embaraço ou entrave fitossanitário, tornando-se assim, um instrumento fundamental para a sustentabilidade do setor produtivo e comercial de Santa Catarina.


Foto arquivo: James Tavares / Secom

Através do Programa de Monitoramento dos Resíduos de Agrotóxicos em Produtos Orgânicos – MPOrg-SC e Programa Alimento Sem Risco – PASR, foram coletadas 795 amostras ao longo deste ano, que resultou em 94% dos alimentos orgânicos isentos de resíduos de agrotóxicos.

Santa Catarina, após apresentação ao mapa do dossiê com a situação do cancro cítrico no Estado, de acordo com a nova normatização que atinge a citricultura nacional, obteve o status de Sistema de Mitigação de Risco – SMR para a praga Cancro cítrico. Ou seja, O SMR possibilitará ao citricultor catarinense comercializar a produção para todo o país.

O lançamento do Programa e-Origem é outra conquista da Cidasc neste ano. O programa proporcionará a inserção do pequeno produtor no mercado de produtos com origem identificada, de forma gratuita, fato de grande importância para a produção de frutas e hortaliças.

Por meio do  Programa SC Rural, foram realizadas 145 capacitações em boas práticas de fabricação, rastreabilidade de produtos de origem vegetal, rotulagem, embalagem, classificação vegetal, segurança de alimentos, entre outras, reunindo cerca de 4 mil participantes.

Santa Catarina, por meio da Cidasc, realizou o 1º Simulado em Emergência Fitossanitária do Brasil para a praga Fogo Bacteriano das rosáceas, contando com a participação de profissionais que atuam na defesa vegetal dos três estados do Sul. “O evento teve como objetivo preparar os profissionais do serviço oficial, bem como do setor produtivo para, juntos, adotarem ações organizadas no caso de introdução de novas pragas no estado, minimizando perdas econômicas e preservando o patrimônio fitossanitário”, destaca o Gestor do Departamento, Ricardo Miotto Ternus.

Divisão de Classificação

A Divisão de Classificação presta consultoria a 24 empresas em diversos segmentos de processamento de alimentos de forma voluntária, tornando os processos padronizados e os produtos seguros para os consumidores. Cerca de 600 empresas solicitam os trabalhos da classificação para atender a legislação.

Neste ano seis empresas receberam o certificado do Selo de Conformidade Cidasc – SCC, sendo uma na produção de temperos a base de alho, uma de farinha de mandioca, uma de erva mate e chás, duas em beneficiamento de maçã e uma em beneficiamento e embaladora de cereais.

“O SCC visa adequar os processos de fabricação com base na legislação pertinente, elevar a segurança dos produtos de origem vegetal e oferecer condições para melhoria contínua aos estabelecimentos do agronegócio e agrofamiliares de Santa Catarina”, destaca a Gestora da Divisão, Valdirene Régia Bizolo Sommer.

A classificação vegetal atende importação em quatro portos e uma aduana seca, empresas cerealistas e beneficiadoras de frutas, no qual foram classificados, de janeiro a outubro, um total de 850 mil toneladas de produtos. Sendo subdivididos em mercado interno: com 370 mil toneladas de produtos e 1.900 certificados emitidos; mercado externo: com 50 mil toneladas de produtos classificados; 1.200 certificados emitidos e importação: com 430 mil toneladas de produtos e 9.100 certificados emitidos.

Apoio Laboratorial

Os Laboratórios de Diagnóstico Animal, que receberam a acreditação do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) no ano de 2016, localizados nos Departamentos Regionais de Joinville e Chapecó e o Centro de Triagem de Florianópolis, realizam atividades de apoio aos Programas da Defesa Sanitária Animal em Santa Catarina.

Em números, as atividades dos Laboratórios de Diagnóstico em 2017 somam 4.316 exames realizados, 10.296 amostras triadas, 5.980 amostras enviadas aos Laboratórios Nacionais Agropecuários – Lanagros, entre outros. “Também atuamos na prestação de serviços a terceiros através de exames, os quais possibilitam a  detecção rápida de casos positivos de brucelose, permitindo que aqui no estado o saneamento das propriedades seja feito com maior agilidade para manter em níveis muito baixos  a prevalência desta doença”, afirma a gestora da Divisão de Apoio Laboratorial, Cláudia Scotti Ducioni Matos. 

Inspeção de Produtos de Origem Animal

O Serviço de Inspeção Estadual (SIE) do Departamento Estadual de Inspeção de Produtos de Origem Animal realiza ações de fiscalização, supervisões e auditorias em estabelecimentos que manipulam e elaboram produtos de origem animal. Dessa maneira, garantem a qualidade e inocuidade dos alimentos, permitindo a comercialização dos mesmos.

Atuam na fiscalização das atividades inerentes a inspeção, aproximadamente 400 médicos veterinários habilitados, vinculados a 11 empresas credenciadas e 37 médicos veterinários oficiais no departamento de inspeção da Cidasc. Os profissionais prestam serviço nos 1.130 estabelecimentos registrados, dos quais 541 estabelecimentos estão ativos no SIE.

“Ao longo do ano, as ações do serviço de inspeção apresentam números significativos, 30 estabelecimentos obtiveram o título de registro. Santa Catarina acrescentou seis empresas no Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal – Sisbi/Poa, totalizando 28 indústrias”, destaca o Gestor do Departamento, Sergio Silva Borges.

Defesa Sanitária Animal

O Departamento Estadual de Defesa Sanitária Animal desenvolve ações de controle e combate às principais doenças que atacam os rebanhos catarinenses. É responsável pela manutenção do reconhecimento internacional de Zona Livre de Febre Aftosa sem vacinação e Zona Livre de Peste Suína Clássica. Este status possibilitou que os produtos de origem animal catarinenses alcançassem os mercados mais exigentes do mundo, como a abertura do mercado de exportação de carne suína para a Coreia do Sul.

Uma atividade decisiva realizada pela Cidasc para promover medidas de proteção sanitária é a fiscalização de veículos e cargas em postos nas divisas do Estado ou em barreiras móveis nas estradas. A vigilância busca prevenir a introdução de doenças animais e vegetais que colocam em risco a saúde pública, a sanidade animal, vegetal e os interesses econômicos do Estado. O sistema funciona o ano inteiro, 24 horas por dia, sete dias por semana. Neste ano foram realizadas pela Cidasc cerca de 500 mil fiscalizações de trânsito.

Em 2017 o setor agropecuário cresceu como um todo e para acompanhar e estimular o desenvolvimento foram realizadas melhorias no Sistema de Gestão de Defesa Agropecuária Catarinense – Sigen+, um sistema informatizado desenvolvido para facilitar o acesso do produtor aos serviços da Companhia. Somente neste ano, foram emitidas 1,3 milhão de Guias de Trânsito Animal – GTA’s. O produtor pode solicitar a GTA de qualquer computador com acesso à internet e impressora, documento que antes era solicitado apenas em escritórios da empresa. A ampliação do sistema consolida a interação entre 160 mil produtores rurais e a Companhia.

O Gestor do Departamento, Marcos Vinicius de Oliveira Neves, ressalta que “a consolidação  do Sistema de Vigilância Ativa para Febre Aftosa em Santa Catarina em 2017, possibilita fortalecer o sistema de vigilância para esta enfermidade, por meio da implantação de um sistema contínuo de fiscalização e inspeção a estabelecimentos rurais de maior risco para a doença.”

Também neste ano, o Departamento implantou a Comissão Estadual do Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose – PNCEBT, permitindo que os assuntos relacionados a essas zoonoses sejam discutidos por todos os órgãos públicos e instituições privadas envolvidas com a cadeia produtiva.

Santa Catarina é o maior produtor de moluscos bivalves (ostras, mexilhões, vieiras e berbigões) do Brasil, e estes produzidos no Litoral catarinense são de grande importância gastronômica, sociocultural e econômica das regiões produtoras. Reconhecendo tal valor, a Cidasc atuou firmemente no monitoramento microbiológico e de ficotoxinas (maré-vermelha). Foram realizadas 977 análises, atendendo a legislação sanitária vigente e aumentando a segurança no consumo.

Projeto Sanitarista Junior

O projeto educativo, focado na defesa agropecuária, sanidade ambiental e humana, foi elaborado a partir da construção do Programa Estadual de Educação Sanitária em Defesa Agropecuária, documento este produzido pelo Comitê de Educação Sanitária, composto por engenheiros agrônomos e médicos veterinários da Cidasc, e foi desenvolvido para ser executado junto às escolas por livre demanda.


Foto arquivo Cidasc / Araranguá 

Já na terceira edição, o Projeto Sanitarista Junior formou parcerias com 69 escolas, de 36 municípios, alcançando 3 mil crianças em 2017. “Este ano ingressamos oficialmente na Comissão Interinstitucional de Educação Ambiental de SC, que favorecerá a adesão de novas parcerias ao projeto”, conta a engenheira agrônoma da Cidasc e coordenadora do projeto Patrícia Almeida Barroso Moreira.

Para o próximo ano, o projeto contará com novos materiais didáticos como o Livro do Professor e o Caderno de Atividades dos Alunos, que proporcionará maior autonomia para os professores no desenvolvimento do projeto em sala de aula. O material foi desenvolvido com assessoria pedagógica, através de recursos oferecidos pelo Mapa.

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Foto: Vandro Welter - Ascom ADR Itapiranga

O Governo do Estado divulgou um balanço das principais ações desenvolvidas ao longo de 2017 nos cinco municípios de abrangência da Agência de Desenvolvimento Regional (ADR) Itapiranga. A obra de destaque foi a conclusão da reforma e ampliação da EEB Madre Benvenuta em São João do Oeste. O investimento foi de R$ 2,1 milhões e a obra ainda aguarda a inauguração oficial, mas já está disponível para a comunidade escolar. Foram construídas oito salas de aula, quadra coberta, sanitários e pintura para atender os 281 estudantes que nele estudam. 

A  ADR está neste momento executando reformas e melhorias em cinco escolas estaduais da região com investimento de R$ 172 mil. A EEB Vendelino Seidel de Iporã do Oeste será a próxima escola a ser contemplada. Neste educandário, haverá a ampliação de salas de aula e o investimento previsto é de R$ 454 mil. Em 2017 a ADR também aplicou R$ 915 mil na manutenção e melhoria de rodovias estaduais pavimentadas e não pavimentadas com serviços de revitalização, tapa-buracos e roçadas.    

A ADR celebrou convênio com os municípios para viabilizar o transporte escolar de 3.210 alunos com repasse de R$ 1,2 milhão. Para as Apaes de Itapiranga, São João do Oeste, Iporã do Oeste e Tunápolis foram repassados R$ 377 mil. Os convênios com as Apaes tiveram a finalidade de auxiliar em despesas de custeio e manutenção.

Conforme o secretário executivo da ADR, Claudir José Larentis, no decorrer de 2017 houve celebração de vários convênios com prefeituras tendo em vista a realização de feira, aquisição de medicamentos e melhorias em estradas vicinais. Larentis lembra que, igualmente foi um ano em que a ADR organizou inúmeros eventos esportivos escolares e também um ano de muitas conquistas e premiações para escolas e os alunos da regional.

“Auxiliamos na organização e participação em eventos propulsores do turismo, promovemos Dias de Ação de Governo, proporcionando a vinda de presidentes estaduais de autarquias como a Cidasc e a Fatma. Inovamos na realização das quatro reuniões do conselho de desenvolvimento regional (CDR), quando proporcionamos a apresentação e o conhecimento de várias experiências exitosas na área pública. Além disso, realizamos as reuniões mensais do Colegiado de Governo (CGO) com participação dos gestores regionais de órgãos do Estado”.  

Os agricultores da região também foram contemplados com recursos e programas de incentivo do Governo do Estado. Destaque para o programa Terra Boa, que beneficiou 3.300 agricultores dos cinco municípios da ADR com subsídio próximo de R$ 2 milhões para distribuição de 12.774 sacas de sementes de milho, 5.092 toneladas de calcário, distribuição de 92 kit forrageira e 8 kit apicultura. Pode-se mencionar também o início da operacionalização do programa ´Menos Juros` e da fase de conclusão do programa de armazenamento de água.  

No setor de saúde, o Governo do Estado em parceria com o governo federal, municípios e hospitais proporcionou a realização de 390 cirurgias eletivas (Cataratas, Ortopedia, Hérnia e Vasectomia) e 400 cirurgias seletivas de média complexidade para pacientes dos cinco municípios da regional de Itapiranga.

Mais informações para a imprensa:
Vandro Luís Welter
Assessoria de Comunicação
Agência de Desenvolvimento Regional de Itapiranga
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O novo prédio em Pinhalzinho do Centro de Educação Superior do Oeste (CEO), da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), foi inaugurado nesta quarta-feira, 20, com a presença de gestores, da comunidade acadêmica e de autoridades estaduais e municipais. Com investimento de R$ 4,9 milhões da universidade, a obra de 2,4 mil metros quadrados fica no km 573 da Rodovia BR-282, na Localidade de Santa Terezinha, e abrigará as graduações em Engenharia de Alimentos e em Engenharia Química e o Mestrado em Ciência e Tecnologia de Alimentos a partir do próximo ano, beneficiando mais de 210 acadêmicos.


Foto: Divulgação / SAR

A Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca cedeu equipamentos de perfuração de poços artesianos para Associação dos Municípios do Alto Vale do Itajaí (Amavi). A partir de agora, a Amavi será responsável pela perfuração de poços nos 28 municípios da região. Nesta quarta-feira, 20, o secretário de Estado da Agricultura e da Pesca, Moacir Sopelsa, e o presidente da Amavi, Humberto Pessatti, assinaram o termo de cessão e uso dos equipamentos.

Os kits de perfuração são compostos por perfuratrizes, ferramentas auxiliares e caminhões de apoio. O investimento para aquisição dos equipamentos foi do Governo Federal, por meio do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC2), com contrapartida do Governo do Estado.

A Secretaria possui outros dois kits de perfuração de poços cedidos para o Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento Econômico, Social e Meio Ambiente (Cidema) para a Associação dos Municípios do Extremo Oeste (Ameosc). Segundo o secretário da Agricultura e da Pesca, Moacir Sopelsa, a parceria com as Associações de Municípios e Consórcios Intermunicipais agiliza os trabalhos para minimizar os efeitos da estiagem em Santa Catarina. “Não é raro que o Estado passe por estiagens e nós precisamos estar preparados para enfrentar esses momentos”, ressalta.

A Amavi reúne os municípios de Agrolândia; Agronômica; Atalanta; Aurora; Braço do Trombudo; Chapadão do Lageado; Dona Emma; Ibirama; Imbuia; Ituporanga; José Boiteux; Laurentino; Lontras; Mirim Doce; Petrolândia; Pouso Redondo; Presidente Getúlio; Presidente Nereu; Rio do Campo; Rio do Oeste; Rio do Sul; Salete; Santa Terezinha; Taió; Trombudo Central; Vidal Ramos; Vitor Meireles e Witmarsum.

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Foto: Aires Carmem / Epagri

Santa Catarina encerra o ano com um Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) estimado em R$ 29,5 bilhões – 0,5% mais do que em 2016. O índice representa o faturamento dos principais produtos da agropecuária em 2017, um ano com safras recordes e preços menores ao produtor. Os dados fazem parte da Síntese Agropecuária, elaborada pelo Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Epagri/Cepa), e lançada nesta terça-feira, 19.

Em Santa Catarina, o faturamento das lavouras foi de R$ 10,2 bilhões, 6,6% a mais do que no último ano. O grande destaque é a soja, que vem ganhando cada vez mais espaço em Santa Catarina, e teve o quarto maior faturamento do Estado – com R$ 2,5 bilhões de VBP este ano, um crescimento de 5,8% em relação a 2016.

Outros produtos importantes são cebola (R$ 377,9 milhões); maçã (R$ 643,4 milhões); banana (R$535,4 milhões); milho (R$ 1,3 bilhão); arroz (R$ 1,06 bilhão) e fumo (R$ 2,2 bilhões). Segundo o secretário da Agricultura e da Pesca, Moacir Sopelsa, o agronegócio vem vencendo os desafios e se consolidando como um importante setor da economia catarinense. “Eu arrisco dizer que o agronegócio responde por um terço da economia de Santa Catarina e tudo isso graças ao trabalho dos agricultores, que fazem do nosso Estado um gigante da produção de alimentos”, ressalta.

O maior peso do VBP catarinense está na pecuária, com uma receita de R$ 17,8 bilhões em 2017. A avicultura tem o maior faturamento da agropecuária catarinense e encerra o ano com uma arrecadação de R$ 6,2 bilhões, uma queda de 11,4% em relação a 2016, que pode ser explicada pela diminuição na produção ao longo do ano e pelos preços que foram menores em 2017.

Por outro lado, a suinocultura ampliou em 8,8% suas receitas, chegando a R$ 5,2 bilhões. Outros produtos importantes são o leite (R$3,5 bilhões); bovinos de corte (R$ 1,3 bilhão), ovos (R$ 970,3 milhões) e mel (R$ 115,7 milhões).

O secretário Sopelsa destaca ainda o papel da sanidade animal para manter a produção animal no estado. “O setor produtivo de carnes é muito importante para Santa Catarina e nós temos que nos unir para manter o status sanitário catarinense. Essa é uma responsabilidade de todos”.

A aquicultura também cresceu e a produção de ostras, mariscos, camarão e peixes de água doce faturou R$ 309,2 milhões este ano. E o setor florestal termina o ano com um rendimento de R$ 1,5 bilhão.

Lembrando que o Valor Bruto da Produção Agropecuária não considera o faturamento com os insumos agrícolas, transporte, agroindústrias e serviços.

Safra X Preço

Em 2017 não faltaram notícias de safra recorde. Santa Catarina teve um rendimento 7,6% maior do que em 2016 e nas lavouras esse valor chegou a 14,7%. Porém, a safra abundante não foi sinônimo de bons preços e os produtores receberam, em média, 6,5% a menos este ano.

As reduções mais impactantes nos preços dos produtos foram observadas na maçã (-40,8%), tomate (-36,3%), batata-inglesa (-25,7%), lenha (-19,6%), feijão (-18,8%) e no milho (-15,7%). Na produção animal, o preço do frango (-10,1%) e do leite (-6,5%) também caiu em relação ao último ano.

A Síntese Anual da Agricultura está disponível no site da Epagri/Cepa.

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Foto: Aires Mariga  / Epagri

A estiagem que ocorreu em setembro e a que vem sendo identificada desde o dia 11 de dezembro pode trazer prejuízos para algumas culturas agrícolas importantes em Santa Catarina. É o que aponta o Boletim Agropecuário de dezembro produzido pelo Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Epagri/Cepa). Os riscos são para as culturas do milho, feijão e soja. Já a queda dos índices pluviométricos em setembro acarretou redução do tamanho dos bulbos de alho e cebola, porém não comprometeu a qualidade dos produtos.

Grãos

O estudo aponta que a falta de umidade no solo está provocando interrupção da semeadura de feijão em municípios importantes como Lages, São José do Cerrito, Campos Novos e Curitibanos. Cerca de 80% da área destinada ao plantio de feijão primeira safra já está semeada.

O milho grão primeira safra é outro que deve sofrer com a falta de chuva. Segundo a análise da Epagri/Cepa, o registro de poucas chuvas na primeira quinzena de dezembro poderá afetar a produtividade, em especial na Região Oeste, onde em torno de 85% do milho encontra-se na fase de floração.

As lavouras de soja já estão com 98% da área semeada no Estado, restando algumas regiões no Planalto, Lages e Capão Alto, onde, em função do frio e da falta de umidade do solo, até o momento não foi estabelecida semeadura. A expectativa de crescimento de área de plantio está se confirmando. O Estado deve cultivar mais de 700 mil hectares na safra 2017/18, mas o rendimento deve ser menor do que o verificado no período agrícola anterior.

Hortaliças

A colheita do alho está concluída, com algumas perdas causadas pela estiagem ocorrida durante o desenvolvimento do ciclo vegetativo da cultura. Os bulbos estão menores, porém a qualidade do produto é muito boa. Outro aspecto foi a elevação do custo de produção pela necessidade de intensificação da irrigação.

A colheita da cebola está em pleno ritmo em todas as localidades acompanhadas pela Epagri/Cepa, sendo que nas regiões de Ituporanga e Rio do Sul até 90% da área já foi colhida. Embora a produção desse ano apresente bulbos menores em função da estiagem ocorrida, o produto é de boa qualidade, de forma geral. O boa notícia que o Boletim traz para os produtores é a taxação das importações de cebola oriundas de países não pertencentes ao Mercosul, que deve iniciar já em janeiro.

Pecuária

Avicultura e suinocultura tiveram queda na exportação. As incertezas provocadas pela suspensão das importações da Rússia a partir de 1º de dezembro provocaram queda nos preços pagos ao produtor de suínos em diversas praças, com exceção de Chapecó, onde o preço manteve-se estável no período de análise.

O mercado catarinense do boi gordo mantém-se estável. As exportações brasileiras de carne bovina caíram 1,74% em novembro. Mas, no acumulado do ano, os resultados ainda são fortemente positivos: 1,35 milhão de toneladas (+8,52%) e US$ 5,52 bilhões (+12,61%).

No leite, depois de sinais de recuperação, os preços pagos ao produtor voltaram a cair, derrubados pela oferta relativamente alta aliada à baixa demanda. “O ano de 2017 fica marcado por dois semestres completamente distintos para o setor leiteiro brasileiro e catarinense. O primeiro favorável e o segundo de dificuldades e desafios. Isso deve impactar negativamente sobre a produção leiteira brasileira de 2018 e acentuar mudanças estruturais no setor”, descreve o documento.  

Arroz, fumo e trigo

No arroz irrigado, o plantio da safra 2017/2018 está praticamente finalizado. O alerta fica para o risco de aumento da incidência da bicheira-da-raiz e de cascudo-preto.

Também para a safra 2017/2018 está estimada uma expansão de 3,2% da área plantada de fumo e uma expectativa de rendimento 4,5% inferior à obtida no ciclo anterior. Nestas condições, espera-se uma safra ligeiramente inferior ao ciclo passado, com uma queda de 1,5% na produção de tabaco.

O Boletim Agropecuário traz ainda análise da safra de trigo, cuja colheita foi encerrada em novembro. Há um baixo volume de negócios relacionados ao grão e a tendência para os próximos meses é de um mercado sem grandes alterações.

Confira a íntegra do Boletim: http://docweb.epagri.sc.gov.br/website_cepa/Boletim_agropecuario/boletim_agropecuario_n55.pdf

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Mesmo em um ano delicado para a economia brasileira, o setor agropecuário de SC conseguiu ampliar as receitas e está cada vez mais focado no mercado externo. O faturamento da agropecuária catarinense chegou a R$ 29,5 bilhões em 2017, com um crescimento de 6,6% no rendimento das lavouras. Mais detalhes sobre o Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) de Santa Catarina e sobre as safras dos principais produtos do agronegócio serão divulgados nesta terça-feira, 19, durante o lançamento da Síntese Anual da Agricultura de Santa Catarina. O evento será às 10h, no auditório da Secretaria da Agricultura, no Bairro Itacorubi, em Florianópolis.

O VBP da Agropecuária representa a receita dos principais produtos da agropecuária em 2017, um ano com safras recordes e preços menores ao produtor. Para construção do Valor Bruto da Produção, o Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Epagri/Cepa) considerou 49 produtos, sendo que cinco deles ( frangos, suínos, leite, soja e fumo) contribuem com dois terços de todo o VBP catarinense.

Uma característica marcante do agronegócio catarinense é sua capacidade de transformar grãos em proteína animal, por meio das cadeias produtivas de carnes de aves e de suínos e seus derivados. Enquanto a produção de grãos faturou R$ 5,3 bilhões em 2017 a pecuária arrecadou R$ 17,5 bilhões.

Além do Valor Bruto da Produção Agropecuária, calculados segundo a metodologia do Epagri/Cepa, a Síntese Anual da Agricultura traz ainda análises sobre o desempenho das principais cadeias produtivas da agropecuária catarinense e sua participação no cenário nacional.

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