A Divisão de Classificação do Departamento Estadual de Defesa Sanitária Vegetal da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) encerra o ano com mais uma entrega do Certificado de Concessão. A SerraFrutas Comércio e Logística será a sexta empresa a receber o Selo de Conformidade Cidasc (SCC) em 2017. A solenidade será realizada na próxima terça-feira, 28, às 19h, na sede social da empresa, em São Joaquim.

Especializada na produção de maçãs e voltada para a agricultura familiar, a SerraFrutas iniciou no mercado em 2010 com uma capacidade de trabalho de aproximadamente 6 mil toneladas de fruta. A empresa aumentou a capacidade para 25 mil toneladas de armazenagem e de trabalho anual para 35 mil toneladas.

 
Arte: Ascom/ Cidasc

O processo de seleção conta com uma estrutura planejada e produtos de qualidade, estando apta a atender atacadistas e varejistas de todo o território nacional. Agora, a SerraFrutas ganha ainda mais confiança dos consumidores ao receber a certificação que regulamenta o processo de transformação e produção de alimentos em Santa Catarina.

Neste ano, já foram certificadas a Cerealista Grão em Grão, que atua no segmento de grãos; a Alhos Kaluke, que trabalha na fabricação de alimentos a base de alho in natura, como temperos, molhos e cremes para torradas; a indústria de Polvilho Finardi, que atua no seguimento de farinha de mandioca; a Ervateira Seleme, que se dedica ao processamento de erva-mate; e a Perboni e Perboni, especializada no processamento de maçã, ameixa e pera no estado.

Selo de Conformidade Cidasc

Desenvolvido pela equipe técnica da Divisão de Classificação de Produtos de Origem Vegetal  (Dicla) do Departamento Estadual de Defesa Sanitária Vegetal da Cidasc, o SCC presta suporte às indústrias que se dedicam à produção, processamento e comercialização de produtos de origem vegetal, visando a oferta de alimentos mais seguros aos consumidores e fortalecendo as marcas catarinenses.

De acordo com a gestora estadual da Dicla, Valdirene Régia Bizolo Sommer, o processo de adequação leva, em média, um ano. Por meio de visitas técnicas, os profissionais da Cidasc identificam irregularidades no processo de fabricação e atuam em conjunto com as indústrias para adequá-las às normas vigentes.

O selo precisa ser renovado de seis em seis meses, por meio da realização de uma nova auditoria na empresa que identificará oportunidades de melhoria na produção.

Para participar ou solicitar mais informações

Você pode entrar em contato com a Divisão de Classificação Vegetal da Cidasc pelo telefone (48) 3665-7081. Também é possível conhecer melhor as etapas da certificação no site da companhia.

>>> Saiba mais sobre as ações da Cidasc no âmbito da classificação vegetal

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Foto: Agência de Notícias/Embrapa

Como maior exportador de carne suína do país, Santa Catarina ainda analisa as conseqüências da decisão do Serviço Federal Sanitário e Fitossanitário da Rússia sobre a suspensão da importação de carne suína produzida no Brasil, devido à presença de ractopamina e outros estimulantes para o crescimento muscular dos animais.

O uso de ractopamina é permitido no Brasil e nos Estados Unidos, porém proibido na Europa e na Ásia. Para evitar qualquer tipo de contaminação, o Brasil utiliza o sistema de segregação de suínos para exportação de carne para a Rússia e Japão, por exemplo. Ou seja, os suínos recebem outro tipo de ração e são criados em outros locais, não tendo contato com os animais que serão destinados para mercados que permitem o uso da substância.

O secretário de Estado da Agricultura e da Pesca, Moacir Sopelsa, ressalta que o sistema catarinense de produção de carnes é extremamente confiável, tanto que o estado tem acesso aos mercados mais exigentes do mundo, e passa constantemente por auditorias do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e também da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc). “Nós demoramos muito para conquistar os mercados que temos hoje e tomamos todo cuidado para atender todas as exigências internacionais. Estamos ansiosos por mais informações para que possamos averiguar a denúncia da Rússia”, ressalta.

Normalmente já há uma queda nas vendas para a Rússia a partir de novembro, afinal, com o início do inverno, os portos russos congelam e praticamente não acontecem mais embarques de carnes para o país. As vendas então retornam em fevereiro. “Nossas indústrias estão preparadas para a diminuição nas vendas para a Rússia nesse período e, com o aquecimento na economia brasileira, nossa expectativa é ampliar as vendas no mercado interno. Mas é importante esclarecer que o Estado ainda não recebeu nenhuma notificação das autoridades russas sobre a suspensão de importação e nem mesmo sobre a contaminação nas carnes vendidas”, afirma Sopelsa.

Até o momento as autoridades russas não divulgaram a origem da carne contaminada com ractopamina nem os exames laboratoriais que comprovam a presença da substância. Na tarde desta terça-feira, 21, o Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal do Ministério da Agricultura solicitou ao Serviço Federal de Vigilância Veterinária e Fitossanitária da Rússia que envie os certificados do serviço de inspeção e os laudos laboratoriais indicando a presença do estimulante de crescimento para que, assim, possa fazer uma investigação interna. Os documentos já estão sob posse da embaixada brasileira em Moscou e devem ser enviados ao Brasil ainda nesta quarta-feira, 22.

A Rússia é um importante mercado para a suinocultura catarinense e responde por 39,6% do total exportado pelo estado este ano. De janeiro a outubro, Santa Catarina embarcou 92,6 mil toneladas para a Rússia, faturando mais de US$ 246 milhões.

Santa Catarina é o maior produtor nacional de suínos com 969 mil toneladas produzidas em 2016, sendo que 28,3% desse total são destinados para a exportação. Os principais mercados internacionais para a carne suína catarinense são: Rússia, China e Hong Kong.

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Foto: Nilson Teixeira/Arquivo Epagri

O Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola da Epagri (Epagri/Cepa) emitiu o Boletim Agropecuário de novembro, que traz uma boa notícia para a cultura da mandioca, cujos preços vêm apresentando reação expressiva desde 2016. Já as cotações para a banana vêm se desvalorizando nos últimos 12 meses. As condições climáticas devem influenciar negativamente a safra do feijão e positivamente a do arroz. Enquanto isso, a área plantada com milho grão vem caindo em benefício da soja.

Mandioca

Os preços da mandioca no mercado nacional vêm se valorizando desde junho de 2016. Naquela data, o preço médio pago ao produtor foi de R$ 313,00 por tonelada. Já em 2017, o preço médio pago ao produtor é de R$ 443,15 por tonelada até o momento. Muitos dos produtores que ainda possuem mandioca disponível para comercialização têm priorizado o plantio, devido às recentes chuvas, mantendo baixa a oferta de raízes no mercado. Nesse cenário, a disputa da indústria pela matéria-prima continuou elevada, sustentando os valores aos produtores.

Banana

As cotações da banana-caturra e banana-prata desvalorizaram 65,3% e 55,0%, respectivamente, em relação ao preço de 2016. A queda na demanda é a principal causadora desta baixa de preços. A expectativa é de recuperação nos preços apenas no final de novembro, com retomada sazonal da demanda antes do final de ano. O volume da fruta nos bananais catarinenses continua alto, o que mantém as cotações, em muitos casos, abaixo do custo médio de produção.

Feijão

Com 53% da área semeada até o início de novembro, o feijão deve ser prejudicado pelas baixas temperaturas noturnas verificadas nas últimas semanas e pela alta nebulosidade diurna em algumas regiões do Estado, o que diminui o número de horas de luz disponível para as plantas. O resultado é a redução no desenvolvimento das lavouras.

Os preços despencaram nos últimos 12 meses. A saca de 60kg do carioca, por exemplo, estava 54% mais barata em outubro de 2017 quando comparada ao valor praticado no mesmo mês do ano anterior. A situação se repete com o feijão preto, que enfrentou uma redução de 42,6% no preço pago pela saca de 60kg entre outubro de 2016 e de 2017.

Arroz

O plantio do arroz está concluído nas regiões do Litoral Norte, Alto Vale e de Araranguá, restando áreas a serem semeadas nas regiões de Tubarão e Criciúma, mas tudo dentro da normalidade para a época do ano. O clima deve ajudar até janeiro de 2018, com previsão de chuva dentro ou um pouco acima da normalidade nos próximos meses. O mercado permanece calmo, sem grandes oscilações nos preços pagos ao produtor.

Milho grão e soja

Os preços baixos pagos ao produtor e a elevação do custo de produção vêm causando redução na área plantada do milho grão, cujo espaço está sendo priorizado para cultivo de soja, que tem preços mais estáveis, e de milho silagem.

A soja vem crescendo em todo o país, impulsionada pela maior liquidez e a possibilidade de melhor rentabilidade em relação a outras culturas. A expectativa é que o grão alcance entre 34,6 e 35,3 milhões de hectares plantados no Brasil na safra 2017/18.

Cebola

A detecção recente de um novo vírus nas lavouras catarinenses (Iris yellow spot vírus) passa a ser uma nova preocupação para os produtores de cebola do Estado, já que pode resultar em elevação dos custos de produção.

A comercialização da cebola catarinense está em ritmo lento, já que ela chega ao mercado quando ainda há oferta da hortaliça do final das safras mineira e goiana. Esta questão deve ser superada até o final do mês de novembro e início de dezembro. Santa Catarina mantém-se como o maior produtor nacional, com área plantada superior a 21 mil hectares.

Alho

Como já informado no boletim de outubro, a área plantada com alho em Santa Catarina cresceu 20% em relação à safra passada. Apesar dos esforços dos produtores e das condições de infraestrutura, como irrigação, presente na maioria das unidades de produção, os efeitos da estiagem são perceptíveis no total produzido.

Pecuária

Os preços praticados para carne suína e de gado ainda sofrem impacto da Operação Carne Fraca. Embora tenham se mantido estáveis nos últimos meses, os valores pagos ao produtor caíram desde o início do ano.

Na suinocultura, o preço médio estadual de novembro é 8,09% menor que o praticado em meados de março. Na bovinocultura, os preços pagos ao produtor apresentam-se relativamente estáveis, embora ainda se perceba leve tendência de queda, o que vem ocorrendo desde abril, após a deflagração da Operação Carne Fraca. Os preços do frango vivo ao produtor mantiveram-se estáveis durante quase todo o mês de outubro, depois de leves altas verificadas em setembro nas duas praças de referência do Estado: Chapecó e Sul catarinense. Os custos de produção das aves apresentaram alta pelo segundo mês consecutivo, dessa vez de 2,74%

Nas exportações, a carne de frango teve queda em outubro em relação a setembro: -6,72% em quantidade e -2,33% em valor. Contudo, na comparação com outubro do ano passado, verifica-se aumento de 2,05% na quantidade exportada e de 14,12% nas receitas. O somatório das exportações catarinenses de carne de frango em 2017 é de 825,48 mil toneladas, queda de 1,18% em relação a 2016. Em termos de receitas, o resultado é positivo: US$1,54 bilhão, aumento de 8,18% em relação ao mesmo período do ano anterior.

A Epagri/Cepa também constatou queda de 9,5% na exportação catarinense de carne suína em outubro, quando comparada com setembro, e de 5,33% na comparação com outubro de 2016. Apesar disso, no acumulado do ano, as exportações catarinenses registram números positivos: 233,86 mil toneladas, um aumento de 2,96% em relação ao mesmo período do ano anterior. Nesse mesmo período, as receitas atingiram o montante de US$ 546,50 milhões, crescimento de 22,51% em relação a 2016.

As exportações brasileiras de carne bovina vêm registrando altas no segundo semestre deste ano. No acumulado do ano, já foram exportadas 1,20 milhão de toneladas, 5,20% mais do que no mesmo período de 2016. Em termos de receitas, o acumulado do ano atingiu US$4,92 bilhões (+9,68%).

Leite

Segundo a análise da Epagri/Cepa, 2017 se caracterizará mais por recuperação do que por crescimento da produção nacional de leite. Contudo, a oferta maior que a demanda ainda traz dificuldade para a cadeia produtiva, mas há expectativa de que tanto os preços no atacado como aos produtores alcancem patamares mais elevados em breve.

Trigo

A safra, que já está com 30% da área plantada no Estado, não deve ser a melhor em termos de qualidade dos grãos e de rendimento médio. A colheita segue em ritmo acelerado, já que os produtores buscam liberar as áreas para as culturas de verão, como milho, feijão e, principalmente, a soja. O preço permaneceu estável em outubro na comparação com o mês de setembro para os principais estados produtores. Em Santa Catarina, pequena baixa de 1,89%.

>>> Leia a íntegra do Boletim Agropecuário de novembro da Epagri/Cepa

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Foto: Divulgação / SAR 

Secretaria da Agricultura chega ao fim do ano com 687 equipamentos agrícolas cedidos para 173 municípios catarinenses. Os investimentos para aquisição de tratores, carretas agrícolas, ensiladeiras, entre outros passaram de R$ 20,3 milhões.

Os recursos para aquisição dos equipamentos são da Secretaria da Agricultura, que passam de R$ 13 milhões, ou de convênios com o Governo Federal, que chegam a R$ 7,23 milhões. Entre as máquinas repassadas para os municípios estão tratores, ensiladeiras, kits fenação, roçadeiras, carretas agrícolas, plantadeiras e conjuntos de inseminação artificial.

Os equipamentos são adquiridos pela Secretaria da Agricultura e posteriormente cedidos para os municípios. O secretário da Agricultura e da Pesca, Moacir Sopelsa, explica que essa é uma forma de usar melhor o recurso público já que são compradas grandes quantidades de equipamentos e os preços são melhores, além de contar com a contrapartida do Governo do Estado. “Nós conseguimos bons preços e damos a contrapartida. Cabe ao município atender as demandas dos agricultores no interior do Estado. É um exemplo do bom uso do dinheiro público”, ressalta.

Sopelsa destaca ainda a importância do setor agropecuário para a economia catarinense e os bons frutos colhidos pelo setor. “Nós não cansamos de repetir o quanto nos orgulhamos dos produtores rurais catarinenses. É impressionante que um Estado com 1,12% do território nacional seja o maior produtor de suínos, cebola e maçã o segundo maior produtor de aves. Tudo isso conquistado com o suor dos nossos agricultores e pecuaristas, numa parceria com a iniciativa privada, Governo do Estado e Governo Federal”.

A última entrega de equipamentos aconteceu nesta segunda-feira, 20, quando mais nove tratores foram cedidos para os municípios de Camboriú, Luzerna, Sul Brasil, Nova Itaberaba, São Bonifácio, Morro da Fumaça, Vitor Meireles, Lages e Massaranduba. As máquinas foram adquiridas em parceria com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), via emenda parlamentar, num investimento de R$ 717,2 mil.

Representando os municípios atendidos, o prefeito de Vitor Meireles, Bento Silvy, afirmou que esse é um momento importante para os pequenos municípios catarinenses. “Os pequenos municípios ajudam a construir a riqueza do país. E esses equipamentos serão úteis para fortalecer a agricultura familiar, base da economia de muitas cidades do nosso Estado”.

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A Epagri realiza nesta sexta-feira, 24, um workshop sobre Saneamento Básico e Maricultura. O evento acontece na sede da empresa, em Florianópolis, e conta com apoio da Casan e da Aegea. A intenção é aproximar os gestores da maricultura do setor que cuida da coleta e tratamento da água para chegar a um cenário ideal de manejo de áreas de cultivo, similar ao que ocorre em outros países que produzem moluscos. Outra questão a ser discutida será a destinação dos resíduos sólidos - conchas - gerados pela atividade.

“A intenção é que os moluscos se tornem uma espécie de cartão de visitas do Estado, atestando que as áreas onde existem criações têm boas condições de saneamento”, explica Felipe Matarazzo Suplicy, pesquisador do Centro de Desenvolvimento em Aquicultura e Pesca da Epagri (Epagri/Cedap) e um dos organizadores do workshop. O evento tem como público-alvo maricultores, técnicos, estudantes e gestores públicos da maricultura em Santa Catarina. A participação é gratuita e não requer inscrições antecipadas, basta chegar no local antes do início da programação, marcada para as 9h.  

A Cidasc monitora quinzenalmente 26 pontos do Litoral catarinense para avaliar a qualidade da água no que se refere ao consumo dos alimentos produzidos nesses espaços. A intenção da Epagri é criar para os próximos anos um processo de classificação das áreas conforme a quantidade de resíduos presentes, além de permitir a rastreabilidade dos produtos da maricultura catarinense.

Felipe explica que cada molusco filtra 20 litros de água do mar por hora em busca de alimentos. Bactérias, vírus e algas são ingeridos por esses animais e os resíduos ficam acumulados em seus intestinos. Águas poluídas podem resultar em grande acúmulo de resíduos nos moluscos, que, quando consumidos por humanos, podem causar desde gastroenterites até doenças mais graves. Felipe lembra que o recente surto de toxina paralisante que interditou o consumo dos moluscos em parte do Litoral catarinense não está relacionado com a questão de saneamento.

Na programação do evento, que vai das 9h às 17h, estão previstas palestras sobre diversos temas, entre eles avaliação da concentração de coliformes fecais e presença de salmonela e vírus entéricos nas áreas de cultivo de moluscos em Santa Catarina. Também serão apresentadas a situação atual e perspectivas das redes coletoras de esgotos na Grande Florianópolis, Palhoça, Bobinhas, Porto Belo, Penha e São Francisco do Sul. O evento se encerra com um debate sobre desafios e oportunidades geradas pela cooperação entre as operadoras de saneamento, gestores e produtores da maricultura catarinense.

Serviço
O quê: workshop sobre Saneamento Básico e Maricultura
Quando: sexta-feira, 24, das 9h às 17h
Onde: auditório da sede da Epagri, na Rodovia Admar Gonzaga, 1.347, Itacorubi, Florianópolis
Informações e entrevistas: Felipe Matarazzo Suplicy, pesquisador da Epagri/Cedap, pelo fone (48) 99629-6161

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A penitenciária Regional de Curitibanos, em São Cristóvão do Sul, que tem 100% dos presos trabalhando, o bom desempenho do agronegócio com as exportações e a implantação do sistema online de matrículas na rede pública estadual, foram os principais temas do programa Com a Palavra, o Governador, desta sexta-feira, 17.

Raimundo Colombo destacou que a ressocialização é um grande diferencial do sistema prisional de Santa Catarina. “Os detentos aprendem uma profissão. Isso representa grande chance para a reconstrução da vida. É a humanização do sistema e os resultados são bons”, disse o governador.



A penitenciária Regional de Curitibanos conta com 19 mil metros quadrados de área com pavilhões industriais. São 839 detentos em atividades laborais como cuidados com a horta, fabricação de móveis, brinquedos, lajotas, tubos, cadeiras, caixas de embalagens para frutas e blocos de concreto. As unidades de produção são construídas pelas próprias empresas conveniadas. São 10 convênios com empresas privadas e duas prefeituras municipais.

O governador também falou dos resultados do agronegócio catarinense. Somadas as receitas com as exportações de carne de frango e suína em 2017 passam de US$ 2,08 bilhões – 11,6% a mais do que no mesmo período do último ano. “O aumento da exportação fez com que houvesse melhoria no dinamismo na economia, geração de empregos e fortalecimento de toda cadeia produtiva. Temos que parabenizar todos os produtores, as indústrias e as cooperativas que conseguiram gerar essa riqueza para Santa Catarina e para o Brasil”.

Outro assunto abordado foi o projeto-piloto do sistema online de matrícula nas escolas estaduais para o ano letivo de 2018. A primeira cidade a ser contemplada será Florianópolis, com oito mil matriculas. Os pais poderão fazer a matrícula pela internet e, depois, entregar os documentos na escola. “Eu não tenho dúvida que vai melhorar para as escolas e para as famílias. Num primeiro estágio é um período experimental em Florianópolis, mas vencendo a fase de teste vamos implantar nas outras unidades”, destacou o governador.

A entrevista completa está disponível nos canais oficiais do Governo no Vimeo e no Youtube. A versão, em áudio pode ser acessada pela Rádio Secom.

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Foto: James Tavares / Secom

A Centrais de Abastecimento do Estado de Santa Catarina S/A (Ceasa/SC) encerra outubro com aumento na comercialização de frutas e hortaliças. No último mês, foram 28.621 mil toneladas de alimentos vendidos, 1,22% a mais do que no mesmo período do ano anterior. A movimentação financeira chegou a R$ 55 milhões.

Os preços fecharam em alta, se comparados a setembro, porém 2,13% menores do que em outubro de 2016. O quilo dos alimentos custou em média R$ 1,95. Os produtos que influenciaram o aumento dos preços foram: batata inglesa, tomate, laranja, cenoura, maçã, abacaxi, repolho, couve flor, brócolis de cabeça e morango.

Por outro lado, itens importantes registraram queda nos preços: melancia, mamão, cebola, banana, pepino, ovos, beterraba e vargem. A produção catarinense mantém o diferencial de preços mais competitivos em relação aos hortifrutigranjeiros importados de outros estados. Em outubro, o preço médio por quilo dos alimentos produzidos em Santa Catarina foi de R$ 1,69 - valor 18% menor do que de outros estados.

Para o secretário de Estado da Agricultura e da Pesca, Moacir Sopelsa, em novembro e dezembro, a expectativa é de que as vendas na Ceasa/SC aumentem ainda mais. “Garantir a saúde alimentar dos catarinenses e de todos os turistas, que visitam nosso Estado, é uma grande responsabilidade que a Ceasa vem cumprido com maestria. Além de contribuir com a geração de emprego e renda no Estado”, afirma.

“Nossa empresa procura melhorar sua infraestrutura interna e busca melhorias técnicas e administrativas para incentivar a comercialização dos produtos produzidos em nosso Estado. Queremos contribuir com o fortalecimento da agricultura familiar catarinense”, ressalta o diretor presidente da Ceasa/SC, Agostinho Pauli

Ceasa/SC

As Centrais de Abastecimento do Estado de Santa Catarina S/A são uma empresa vinculada à Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca e funcionam como um elo entre o produtor e o consumidor por meio da comercialização atacadista e varejista de pescado, produtos hortifrutigranjeiros, alimentos e insumos orgânicos, produtos ornamentais e de floricultura e artesanais

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A Secretaria da Agricultura e da Pesca irá ceder tratores para fortalecer a agricultura familiar em nove municípios catarinenses. Os equipamentos foram adquiridos em parceria com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), via emenda parlamentar, num investimento de R$717,2 mil. A entrega dos tratores será na segunda-feira, 20, às 14h, na sede da Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca, em Florianópolis.

Os municípios beneficiados serão: Camboriú, Luzerna, Sul Brasil, Nova Itaberaba, São Bonifácio, Morro da Fumaça, Vitor Meireles, Lages e Massaranduba.

Segundo o secretário Moacir Sopelsa, o repasse de equipamentos para os pequenos municípios catarinenses causam um grande impacto na agricultura, beneficiando milhares de famílias rurais.

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Com apoio da Agência de Desenvolvimento Regional e da Epagri, Itajaí sediará o 20º Encontro Regional de Mulheres Rurais e o 19º Encontro Municipal de Mulheres Rurais de Itajaí, na quarta-feira, 22, no Parque do Agricultor. A programação inclui palestras, atividades físicas, peça teatral, exibição de filmes, almoço e café da tarde para confraternização. O evento tem patrocínio do Governo do Estado.

Para o gerente regional de Extensão Rural da Epagri Itajaí, Ricardo Zimermann de Negreiros, a iniciativa destaca a importância da mulher no campo e tem a tradição de ser um momento para o lazer e informação. “Uma grande parcela dos programas rurais são voltados para os homens, e esta é a oportunidade de homenagear o trabalho das mulheres e o seu protagonismo”, afirma.

Pela manhã, haverá palestra com o tema “O que te faz feliz?”, atividades de alongamento do corpo, com profissionais da Fundação de Esportes; depoimentos de mulheres sobre a atuação na sociedade e exibição do vídeo “O não dito no lavoro: mulheres na vida rural”. À tarde, o público assistirá à peça “Telefone sem fio” e apresentação do Grupo Nativo do Sul.

O Parque do Agricultor está localizado na Rua Mansueto Felizardo Vieira, 557, no Bairro Baia, em Itajaí. 

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Fotos: Jeferson Baldo / GVG

O vice-governador Eduardo Pinho Moreira e o secretário do Desenvolvimento Sustentável, Carlos Chiodini, liberaram R$ 500 mil para desassoreamento do canal da Barra do Camacho nesta terça-feira, 14, em Jaguaruna. O investimento receberá um complemento de R$ 1,5 milhão do Governo Federal. 

Esta é a sexta vez que será realizado o desassoreamento. Com ele, pretende se buscar uma solução definitiva tanto para o Camacho como para outras cidades, disse Eduardo Moreira. “Santa Catarina tem, de forma recorrente, este problema, do Extremo-Sul até a divisa com o Paraná. Esse trabalho, portanto, não deixa de ser um forte investimento do Estado na área social, já que beneficiará inúmeras famílias de pescadores”, completou Chiodini.