A Epagri realiza nesta quarta-feira, 28, a Reunião Anual de Avaliação de Safra de Arroz da Região do Litoral Norte Catarinense. O evento acontece em Massaranduba, no Auditório da Cooperativa Juriti, entre 8h30 e 15h15. Os resultados da safra de arroz na região serão apresentados às 13h30, pelo engenheiro-agrônomo e extensionista da Epagri na região de Joinville, Hector Silvio Haverroth.

Na região Sul do Estado, que avaliou sua safra no início do mês, os números foram considerados históricos. Lá, a safra 206/17 de arroz irrigado cresceu praticamente 10% em relação ao período anterior, resultando numa colheita de 736 mil toneladas. A produtividade também foi alta, chegando a 7.755kg/ha, acima da média da região, que se mantém em torno de 7.200kg/ha desde 2002. O clima favorável e a adoção de cultivares com alto potencial produtivo impulsionaram a safra do grão na região. 

Participarão da reunião em Massaranduba agricultores, técnicos, representantes de empresas de beneficiamento, de sindicatos e cooperativas ligadas ao setor. Além da divulgação dos números da safra, a programação do evento vai contar com palestras técnicas e apresentação das ações e parcerias de trabalho da Epagri para a safra 2017/2018. A programação será encerrada às 15h15, com o lançamento do livro Tudo com Arroz: Resgatando Saberes e Sabores da Agricultura Familiar, organizado pela extensionista social da Epagri, Josiane de Souza Passos, e por Leila Estrowispi, da Cooperativa Juriti.

Serviço

O quê: divulgação da safra de arroz na região Norte do estado
Quando: quarta-feira, 28 de junho
Onde: em Massaranduba, no Auditório da Cooperativa Juriti (Rua Patrimônio, n°10, anexo à nova sede da entidade)
Entrevistas: Hector Silvio Haverroth, coordenador de ATER da Epagri na região de Joinville, pelo fone (47) 3461-1531

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Gisele Dias
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Foto: Nilson Teixeira/Epagri

O Queijo Artesanal Serrano (QAS) recebeu a primeira colocação no II Concurso de Buenas Prácticas en Agricultura Familiar. A entrega do prêmio aconteceu na quinta-feira, 22, durante a Primeira Conferência da Agricultura Familiar, realizada em Olmué, no Chile. O presidente da Epagri, Luiz Hessmann, e a extensionista Andréia Meira Schlickmann, representaram a empresa na premiação.

A Epagri concorreu ao prêmio na categoria Associativismo para Crescer. A empresa relatou sua experiência na capacitação e organização dos produtores ligados à Associação de Queijo Artesanal Serrano da Serra Catarinense, que desencadeou o processo de obtenção de Indicação Geográfica (IG) para o produto. A expectativa da Epagri é que até o final deste ano o Queijo Artesanal Serrano já conte com sua IG, o que vai expandir a visibilidade e a comercialização do produto, além de garantir que sejam mantidas as práticas tradicionais de confecção.

A experiência da Epagri concorreu com outras cem, divididas em quatro categorias. Somente oito foram premiadas. Na categoria Associativismo Para Crescer, eram 23 trabalhos inscritos. Das experiências enviadas pelo Brasil, apenas três foram motivo de premiação, todas de empresas públicas de extensão rural. Participaram da disputa países que compõem o Mercosul, entre eles Argentina, Bolívia, Chile, Paraguai, Uruguai, Venezuela e Equador.

O queijo serrano faz parte da tradição, da alimentação e da renda das famílias da Serra catarinense e dos Campos de Cima da Serra do Rio Grande do Sul desde 1700. É um pedaço da história que reúne características únicas, como o “saber-fazer” que cruzou o Atlântico com os portugueses, o clima frio dos campos de araucárias e o leite das vacas de corte alimentadas com pastagem nativa.

Mais informações e entrevistas
Andréia Meira Schlickmann, extensionista na Epagri em Lages, pelo fone (49) 3289-6426.
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Produtores catarinenses colhem a maior safra de soja da história. A produção chegou a 2,4 milhões de toneladas, 13,4% a mais do que no último ano. A soja vem ganhando cada vez mais espaço nas lavouras catarinenses, principalmente as áreas que antes eram usadas para o plantio de milho. Na safra 2016/17, o grão ocupa 660,2 mil hectares no estado, a maior área plantada já registrada. Segundo o Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Cepa/Epagri), a colheita de soja já está encerrada e segue confirmando a expectativa de uma safra extraordinária. 

O aumento na produção é o resultado da combinação entre área plantada e produtividade, o rendimento médio das lavouras catarinenses chega a 3,6 toneladas por hectare – um aumento de 11,24% em relação à última safra. Em Curitibanos, por exemplo, a produtividade alcançou 4,17 toneladas por hectare, 20,4% a mais do que em 2016. A produtividade é acima da média também em regiões como Joaçaba, Canoinhas e Ituporanga, onde os produtores colheram 4,16 toneladas/ hectare, 3,8 toneladas/hectare e 3,9 toneladas/ hectare, respectivamente.

Canoinhas é também a maior região produtora do estado, com uma safra estimada em 501,8 mil toneladas, um incremento de 9,9%. Mas o maior crescimento em produção está em Concórdia, a região ampliou em 37% a área destinada ao plantio de soja e a colheita foi 56,3% maior nesta safra, chegando a 20,7 mil toneladas.

A produção de soja está relacionada com a produção de carnes em Santa Catarina. O secretário de Estado da Agricultura e da Pesca, Moacir Sopelsa, explica que como maior produtor de suínos, segundo maior produtor de aves e um dos maiores produtores de leite do país, o estado é dependente de grãos, como soja e milho, para ração animal.

A soja é ainda um grande produto na pauta de exportações de Santa Catarina. Em maio, de tudo o que o estado exportou, 11,9% era do complexo soja. No último mês, foram embarcadas 355 mil toneladas do grão, valor acima da média dos últimos cinco anos para maio. No acumulado do ano, de janeiro a abril, o volume exportado foi 21% superior ao volume exportado no mesmo período de 2016, passando de um milhão de toneladas. Os principais destinos da soja catarinense são China, Rússia, Coreia do Sul e Tailândia.

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Levar internet e telefonia móvel para o meio rural é o grande desafio do Projeto Piloto em Comunidades Rurais Digitais (PPCRD). A iniciativa pioneira de Santa Catarina vem chamando atenção de outros estados e já é referência em programas de inclusão digital. Tanto que as diretrizes, desafios e experiências do PPCRD serão apresentados no 2º Congresso Catarinense de Cidades Digitais. O evento, focado em tecnologias voltadas para pequenos e médios municípios, acontece nesta sexta-feira, 23, em Bombinhas, e reúne prefeitos, gestores, vereadores, empresários, além de representantes de ministérios e governos estaduais.

Em fase final de instalação, o Projeto Piloto em Comunidades Rurais Digitais atende 11 municípios catarinenses com a instalação de antenas repetidoras de sinal de internet e telefonia. A ação, executada pela Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca, conta com investimentos de R$ 5,5 milhões do Programa SC Rural.

As cidades beneficiadas são: Pinheiro Preto, Ipuaçu, Catanduvas, Bom Retiro, Major Vieira, Trombudo Central, Botuverá, Bocaina do Sul, Pedras Grandes, Tigrinhos e Anitápolis. Todas elas recebem a infraestrutura para instalação de internet e telefonia móvel e, em alguns casos, as torres repetidoras de sinal são totalmente alimentadas por energia solar, gerada por painéis e kits de bateria.

Durante 24 meses, os custos de implantação, manutenção, operação e gestão ficarão a cargo da Secretaria da Agricultura e da Pesca. Após esse período, o município será responsável pelos custos.

Com o tema Comunidades Rurais Digitais: Levando Conectividade e Internet para o Campo, a palestra do gerente de Tecnologia da Informação e Governança Eletrônica da Secretaria da Agricultura, Fábio Ferri, acontece às 14h30, no Centro de Eventos Vila do Farol, em Bombinhas.

>>> Mais informações sobre o 2º Congresso Catarinense de Cidades Digitais

Programa SC Rural

O Programa SC Rural nasceu em 2011 e termina em junho de 2017. É executado pelo Governo do Estado em parceria com o Banco Mundial e destina recursos não reembolsáveis a empreendimentos da agricultura familiar, mediante contrapartida dos beneficiários. Os empreendimentos apoiados abrangem atividades agrícolas ou não agrícolas (como o turismo rural) por meio de projetos de caráter estruturante, de melhorias de sistemas produtivos ou planos de negócios, além de outras ações implementadas por cooperativas e associações de agricultores familiares.

O SC Rural é coordenado pela Secretaria da Agricultura e da Pesca e, por envolver atividades multissetoriais, é executado por diversas instituições: Epagri, Cidasc, Fatma, Polícia Militar Ambiental, Secretaria de Turismo, Cultura e Esportes, Secretaria de Desenvolvimento Econômico Sustentável e Secretaria de Infraestrutura.

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A capacitação do Programa SC Rural em Liderança, Empreendedorismo e Gestão Ambiental acontece ao longo desta semana em Tubarão. Ao todo, 34 jovens estão no Centro de Treinamento da Epagri de Tubarão (Cetuba) para aulas de informática, onde conhecerão as novidades tecnológicas para o setor agropecuário. Esse curso incentiva o espírito empreendedor e a sustentabilidade, auxilia a desenvolver iniciativas que agreguem valor aos produtos catarinenses e contribui para que os jovens permaneçam no meio rural.

O curso recebe jovens de Paulo Lopes, Santa Rosa de Lima, São Martinho, Rio Fortuna, Armazém, Gravataí, Treze de Maio, Braço do Norte, Laguna e Grão Pará. Os alunos aprenderão conteúdos relacionados a educação financeira, gestão da propriedade com auxílio de softwares, emissão de nota fiscal eletrônica para produtor rural, emissão de guia de trânsito animal eletrônica (E-GTA), internet home banking, monitoramento climático on-line, comércio eletrônico, elaboração de projeto para captação de recursos, curso avançado em planilha eletrônica, produção de website, além de conhecer as novidades do setor tecnológico relacionado com a atividade agrícola.

O curso de Liderança, Gestão e Empreendedorismo tem duração de 10 meses, com aulas presenciais durante uma semana por mês, e aborda três eixos temáticos: Liderança, empreendedorismo e Inclusão digital; Oportunidades econômicas e ambientais voltadas ao emprego e renda em atividades agrícolas e não agrícolas; e Gestão de negócios, da propriedade e do ambiente natural. As aulas são ministradas pela equipe da Gerência de Tecnologia da Informação e Governança Eletrônica da Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca.

Programa SC Rural

O SC Rural conta com investimentos do Governo do Estado e do Banco Mundial (Bird) para aumentar a competitividade da agricultura familiar catarinense. Sob a coordenação da Secretaria da Agricultura e da Pesca, o Programa abrange atividades em áreas como crédito, logística, transporte, comunicação, capacitação tecnológica e gerencial, gestão ambiental, gestão de qualidade, defesa sanitária, que induzem a criatividade e a inovação para empreendimentos familiares agrícolas, não agrícolas, agroindustriais ou de serviços.

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Foto: Divulgação / Epagri

Santa Catarina aumentou a área plantada de milho e espera safra 15,78% maior em 2017. Para compensar a pequena extensão territorial, os produtores catarinenses investem em tecnologias que garantam altas produtividades em pequenas propriedades. O Centro de Socioeconomia e Planejamento Agícola (Cepa/Epagri) estima que a produtividade média nas lavouras catarinenses de milho grão será de 140 sacas por hectare, 12,43% a mais do que na última safra.

A safra 2016/17 deve fechar em 3,15 milhões de toneladas e em 378.631 hectares plantados, um crescimento de 2,98% em relação ao último ano. Os bons resultados são frutos da combinação de condições climáticas favoráveis e alta produtividade.

A região de Joaçaba se tornou destaque na produção de milho em Santa Catarina. Nesta safra, a região ultrapassa Chapecó e se torna a maior produtora do grão no Estado. Com uma produtividade 32% maior, os produtores devem colher em média 176 sacas por hectare e a produção pode chegar a 630,2 mil toneladas – 42% a mais do que na última safra.

A produtividade aumentou a colheita também em regiões como Curitibanos, onde o rendimento médio das lavouras chegou a 181 sacas por hectare – um aumento de 18,38% nessa safra. Em São Miguel do Oeste a produção deve ser de 346,8 mil toneladas, levada pelo aumento de 22% na produtividade, lá os produtores irão colher em média 127 sacas por hectare.

O maior aumento na área plantada em Santa Catarina é observado na região de Xanxerê, que destina 27.300 hectares às lavouras de milho, um incremento de 16,17%. Com a ampliação da área plantada e da produtividade, a safra na região deve ser 30,64% maior este ano, chegando a 271 mil toneladas colhidas.

O incremento na produção de milho é uma grande preocupação da Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca. Destaque na produção de proteína animal, Santa Catarina é o maior consumidor de milho do país e o grão é indispensável para manter a competitividade do agronegócio. “Somos grandes produtores de suínos e aves e queremos manter esse setor consolidado em Santa Catarina, para isso precisamos de milho. Não existe suinocultura e avicultura sem milho”, ressalta o secretário da Agricultura Moacir Sopelsa.

O Governo do Estado tem ainda uma parceria com produtores e cooperativas para incentivar o plantio de milho em Santa Catarina. “Nós estamos ao lado dos produtores com o programa Terra-Boa, apoiando a aquisição de sementes de milho de alta tecnologia, e também com o Programa de Incentivo ao Plantio de Milho, que garante a venda antecipada do milho para as agroindústrias. São programas que dão um suporte para os produtores e incentivam o investimento em tecnologia para aumentar a produtividade”, explica Sopelsa.

Este ano, os investimentos no Terra-Boa chegam a R$ 50,9 milhões para subsidiar a aquisição de 220 mil sacos de sementes de milho, 300 mil toneladas de calcário, 1,1 mil kits forrageira e 350 kits apicultura. A expectativa é atender 70 mil agricultores em todo o Estado.

Milho Silagem

A safra de milho silagem, utilizado na alimentação de bovinos de corte e leite, também teve crescimento em Santa Catarina. O estado deve colher 9,3 milhões de toneladas de milho silagem 14,3% a mais do que na safra 2015/16. Com uma área plantada de 220 mil hectares, a produtividade chega a 42,5 toneladas de massa verde por hectare.

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O uso do subproduto da banana, como cascas e frutos impróprios para a sua industrialização, pode suprir as necessidades nutricionais nas dietas de vacas leiteiras e é uma alternativa viável de utilização de resíduos agroindustriais, além de contribuir para melhorar o poder antioxidante do leite.


Foto: Epagri

As Centrais de Abastecimento do Estado de Santa Catarina S/A (Ceasa/SC) fecham o mês de maio com queda nos preços e aumento na comercialização de hortifrutigranjeiros. Ao todo, foram 26,7 mil toneladas de alimentos vendidos, um incremento de 10,29% em relação ao mês de abril, movimentando R$ 46 milhões.

Em maio, o preço médio por quilo dos hortifrutigranjeiros foi de R$ 1,71 - uma queda de quase 7% em relação a abril. A diferença nos preços foi causada pelo aumento na oferta dos principais produtos comercializados na Ceasa/SC, tais como: tomate, laranja, tangerina, melancia, mamão, cenoura, maçã, repolho e brócolis de cabeça.

O diretor presidente da Ceasa/SC, Agostinho Pauli, explica que a queda nos preços traz benefícios para o consumidor final, tendo como ponto positivo o controle da inflação em níveis satisfatórios no curto e médio prazo. No longo prazo, porém, a diminuição contínua da rentabilidade do produtor poderá inibir investimentos e comprometer as safras futuras.

A produção catarinense está cada vez mais presente na Ceasa/SC. Em maio, 45,73% dos hortifrutigranjeiros comercializados foram produzidos no estado. Um crescimento de 3% em relação ao mesmo período de 2016. Segundo o secretário Moacir Sopelsa, a intenção é aumentar ainda mais a participação catarinense na Ceasa/SC. “A produção de hortifrutigranjeiros é uma grande oportunidade para os agricultores catarinenses. Ainda recebemos muitos produtos de outros estados e podemos ocupar esse espaço”, afirma.

Ceasa

As Centrais de Abastecimento do Estado de Santa Catarina S/A são uma empresa vinculada à Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca e funcionam como um elo entre o produtor e o consumidor por meio da comercialização atacadista e varejista de pescado, produtos hortifrutigranjeiros, alimentos e insumos orgânicos, produtos ornamentais e de floricultura e artesanais.

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Foto: Aires Mariga/Arquivo Epagri

O Sul de Santa Catarina colheu 736 mil toneladas de arroz irrigado na safra 2016/17. O número é praticamente 10% superior ao período anterior e o maior da história na região. A produtividade foi elevada, chegando a 7.755kg/ha. A produtividade média no estado encontra-se praticamente estabilizada, em 7.200kg/ha, desde 2002.  

“Com o preço atual, este aumento de produção na lavoura gerou quase R$ 60 milhões a mais na economia regional”, informa Douglas George de Oliveira, engenheiro-agrônomo e líder do projeto grãos da Epagri no Sul catarinense. A região é responsável por 63% da produção estadual, com 94.900 hectares plantados. 

A Epagri divide o Sul do estado em três sub-regiões para análise da safra de arroz irrigado. A de Criciúma teve o maior crescimento (14,3%), chegando a 8.034kg/ha. As sub-regiões de Araranguá e Tubarão tiveram produtividades de 7.755kg/ha (+9,8%) e 7.493kg/ha (+6,1%), respectivamente.

O clima favorável e a adoção de cultivares com alto potencial produtivo impulsionaram a safra de arroz irrigado no Sul do estado. O verão mais seco, com grande número de dias ensolarados e com temperaturas máximas mais amenas, permitiu às plantas renderem mais. O cultivar SCS 121 CL, da Epagri, respondeu sozinho por mais de 50% da área plantada na região. “Seu excelente desempenho de lavoura, aliado ao clima favorável, permitiu as fartas colheitas”, avalia Douglas.

Os números foram apresentados durante a 25ª Reunião de Safra do Arroz Irrigado do Sul Catarinense, realizada em Araranguá nos dias 8 e 9 de junho. O evento é organizado pela Epagri há 25 anos e conta com a participação de diversos representantes do setor, como técnicos, membros de das cooperativas, indústrias, sindicatos, entre outros. No dia 28 de junho, a Epagri realiza a Reunião Anual de Avaliação de Safra de Arroz da Região do Litoral Norte catarinense. O evento acontece entre 8h30 e 15h na Cooperativa Juriti, em Massaranduba.

Mais informações sobre a safra de arroz irrigado no Sul do estado com Douglas George de Oliveira, no fone (48) 3529-0311.

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Fotos: Luiz Henrique Monticelli/Sec. Agricultura

A Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca investe na aquisição de equipamentos para fortalecer a agricultura familiar catarinense. Só em 2017, foram mais de R$ 11,5 milhões destinados para compra de 431 equipamentos agrícolas que hoje completam o parque de máquinas de 135 municípios.

Os recursos para aquisição de todos esses equipamentos são provenientes de convênios com o Governo Federal, R$ 2,1 milhões, e de recursos próprios da Secretaria da Agricultura, que somam R$ 9,4 milhões. Entre as máquinas repassadas para os municípios estão tratores, ensiladeiras, kits fenação, roçadeiras, carretas agrícolas, plantadeiras e conjuntos de inseminação artificial.

>>> Galeria de fotos

Segundo o secretário da Agricultura e da Pesca, Moacir Sopelsa, os equipamentos ajudam a diminuir a penosidade do trabalho no campo e acabam fortalecendo a agricultura familiar, que é a base da economia de grande parte dos municípios catarinenses. “Nós procuramos atender todos os municípios de alguma forma porque é lá que vivem as pessoas e onde se sente as maiores necessidades de apoio”, ressaltou.

A última entrega aconteceu nesta segunda-feira, 19, quando tratores foram cedidos para 22 prefeituras. Os equipamentos foram adquiridos em parceria com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), via emenda parlamentar, num investimento de R$ 1,6 milhão.

Os municípios beneficiados foram Guaramirim, Ilhota, Irineópolis, Major Gercino, Peritiba, Gaspar, Riqueza, São Lourenço do Oeste, Biguaçu, Xavantina, Cunhataí, Rancho Queimado, Ponte Serrada, Urussanga, Armazém, Presidente Nereu, Saudades, Luzerna, Vidal Ramos, Petrolândia, Irani e Camboriú.

Em seu discurso, Sopelsa destacou a excelência do agronegócio e o diferencial dos agricultores catarinenses. “As grandes empresas escolhem investir em Santa Catarina porque temos aqui homens e mulheres trabalhadores, que não medem esforços para crescer. É na diversidade de nossa cultura e na dedicação de nossos agricultores que está o segredo do nosso sucesso”, disse.

Representando os municípios atendidos, o prefeito de Presidente Nereu, Isamar de Melo, falou sobre a importância dos equipamentos para a economia local. “Nosso município é essencialmente agrícola. É na agricultura familiar que está baseada a nossa economia e os equipamentos são de grande valia para todos nós”, afirmou.

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