Comitê Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Gecex/Camex) aumenta imposto para importação de cebola. A partir de 2018, a alíquota será de 25% e não mais de 10%. A medida atende a uma demanda dos produtores brasileiros de cebola, já que o preço praticado em outros países era menor do que os custos de produção. Santa Catarina é o maior produtor nacional de cebola e será um dos estados mais beneficiados com a decisão.

Segundo informações do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), durante a reunião do Gecex/Camex, ficou estabelecido um cronograma para retorno gradual da alíquota ao nível estabelecido pela Tarifa Externa Comum do Mercosul, de 10%, em 2021. Até lá, o percentual será escalonado, ficando em 20%, em 2019, e 15%, em 2020.

Maior produtor de cebola do país, Santa Catarina teve uma safra recorde de 630 mil toneladas este ano, com preços baixos pagos aos produtores. O secretário da Agricultura e da Pesca em exercício, Airton Spies, explica que a safra de cebola acontece apenas em alguns meses do ano e a importação justamente nessa época acaba contribuindo para reduzir ainda mais os preços. “Isso acontece justamente no período em que os produtores precisam vender. Por ser um produto perecível, os produtores acabam perdendo sua renda”, ressalta.

Importações

De janeiro a outubro deste ano, o Brasil já importou 62,12 mil toneladas de cebola, principalmente da Argentina, Holanda, Espanha e Chile. Na safra 2015/16, a importação de cebolas chegou a 334,7 mil toneladas.

Gecex

O Comitê Executivo de Gestão (Gecex) é o núcleo executivo colegiado da Camex, e conta com representantes da Casa Civil, dos ministérios da Agricultura, da Indústria e Comércio Exterior, das Relações Exteriores, da Fazenda, do Planejamento, dos Transportes e da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Secretaria-Geral da Presidência da República.

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Faturamento com as exportações de carne suína é 14,97% maior do que no último ano. De janeiro a novembro de 2017, o setor já arrecadou US$ 590 milhões. O mesmo acontece com as exportações de carne de frango, que acumulam US$ 1,67 bilhão de receita em 2017.

Em 11 meses, Santa Catarina embarcou 253,8 mil toneladas de carne suína para países como Rússia, Hong Kong, China, Chile e Cingapura. E, mesmo com uma quantidade 0,24% menor do que no mesmo período de 2016, o setor não sofreu prejuízos financeiros. Pelo contrário, o faturamento com as vendas foi 14,97% maior, girando em torno de US$ 590 milhões.

O mesmo cenário acontece com a carne de frango. A quantidade vendida de janeiro a novembro foi 1,85% menor (896,6 mil toneladas), porém o retorno financeiro teve um crescimento de 7,93% e fechou em US$ 1,67 bilhão.

Desempenho em novembro

O mês de novembro foi marcado por queda na quantidade e no faturamento com as exportações catarinenses de carne suína e de frango. Felizmente, essa baixa não interfere no bom desempenho do setor ao longo do ano.

No último mês, o Estado embarcou 71,1 mil toneladas de carne de frango (14,73% a menos do que em outubro) e obteve receitas de US$ 141,9 milhões (13,73% menor do que no mês anterior). Mas, quando comparado com novembro de 2016, o faturamento é 5,2% maior.

Destaque nas exportações catarinenses, a venda de carne suína em novembro rendeu US$ 43,5 milhões, 5,44% a menos do que em outubro. Durante o mês foram embarcadas 19,9 mil toneladas do produto, uma queda de 4,2%. Na comparação com novembro de 2016, o valor e a quantidade são, respectivamente, 35,12% e 26,86% menores.

A baixa nas exportações é justificada pela redução nas compras de grandes importadores. No caso da carne de frango, dentre os dez principais importadores, nove reduziram a quantidade comprada em novembro. Já no caso da carne suína, cinco dentre os dez maiores destinos que tiveram diminuição nos embarques de novembro.

Os números foram divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e analisados pelo Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Cepa/Epagri).

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Colombo e Fontana em evento na Fiesc, em maio deste ano. Foto: James Tavares/Arquivo Secom

O governador Raimundo Colombo lamentou profundamente o falecimento do ex-vice-governador de Santa Catarina e empresário do agronegócio catarinense Victor Fontana, aos 101 anos de idade, ocorrido na madrugada desta terça-feira, 5, em São Paulo. O Governo do Estado de Santa Catarina decretou luto oficial de três dias a partir desta terça.

Nos últimos sete anos, 437 estabelecimentos registrados no Serviço de Inspeção Estadual (SIE) em Santa Catarina passaram por melhorias e adequações. O número representa 79% do total e demonstra a modernização nos processos para fabricação dos produtos de origem animal comercializados no Estado. Esta é mais uma ação do Programa SC Rural, executada pela Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc).

Santa Catarina conta com 551 estabelecimentos registrados e ativos com Serviço de Inspeção Estadual (SIE), ou seja, habilitados para comercializar os produtos de origem animal em todo o Estado. Os estabelecimentos que passaram por melhorias ou adequações contaram com o apoio da Cidasc para ajustar na rotulagem e no processo de inspeção, treinamento de Responsável Técnico e inspetor, entre outros. Em SC, existem ainda outros 612 estabelecimentos com registro suspenso.

Os investimentos do SC Rural nas áreas de defesa sanitária vegetal e animal, capacitação de beneficiários e técnicos, vigilância sanitária agropecuária e fortalecimento da Cidasc passa de R$ 43,6 milhões.

Inspeção de Produtos de Origem Animal

Em Santa Catarina, a Cidasc acompanha bovinos, aves e suínos desde seu nascimento, com a devida supervisão profissional, até o abate e a comercialização da carne ao consumidor final. No caso dos bovinos, todos os animais nascidos no Estado recebem um brinco que permite a identificação e garante a rastreabilidade do rebanho.

Após um rigoroso processo de inspeção, antes e depois do abate, os produtos partem para os pontos de vendas, onde a Vigilância Sanitária analisa as condições de armazenagem, embalagem, carimbo de procedência e rotulagem dos produtos.

Todo esse sistema visa garantir a qualidade dos produtos comercializados em Santa Catarina e faz do Estado um modelo também em inspeção de produtos de origem animal.

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Crédito: Nilson Teixeira/Arquivo Epagri

Em breve, Angola estará produzindo três variedades de milho desenvolvidas pela Epagri: SCS154 Fortuna, SCS156 Colorado e SCS155 Catarina. É que a empresa vendeu 4,6 toneladas de sementes para a fazenda Kambonbo, que fica no país africano. O embarque deve acontecer nesta sexta-feira, 1, no Porto de Navegantes.

O interesse da fazenda angolana pelos milhos da Epagri se dão por suas características genéticas. A legislação do país proíbe o cultivo de milho híbrido. A sementes da Epagri são variedades de polinização aberta (VPA). Também chamadas de varietal ou variedades melhoradas, essas sementes são resultado de cruzamentos de diversos tipos de cultivares, que podem ser materiais crioulos, variedades melhoradas ou híbridos. O importante é que tenham as características desejadas para a nova planta.

Uma das características que diferencia o milho varietal é sua maior plasticidade, ou seja, tem mais variabilidade genética. Ele pode sofrer com oscilações climáticas, doenças e pragas, mas apresenta mais estabilidade que o híbrido, evitando perdas maiores de safra. No caso dos híbridos, como as plantas são geneticamente muito parecidas, terão reações similares a situações de estresse, gerando perdas maiores.

Foram necessários pelo menos 12 anos de estudos para se chegar a cada um dos cultivares, desenvolvidos pelo Centro de Pesquisa para Agricultura Familiar (Epagri/Cepaf), que fica em Chapecó. O Fortuna foi lançado em 2006. Em 2009, chegou ao mercado o Catarina e, em 2010, o Colorado. Os milhos variedade da Epagri têm potencial de rendimento muito alto, semelhante ao híbrido, acima de 10.000kg/ha, alguns chegam a 12.000kg/ha.

Negociação

A negociação entre a fazenda Kambonbo e a Epagri foi intermediada pela Merina Intercommerce Services, de Joinville. Genival Corrêa, sócio da empresa, conta que o proprietário da fazenda conheceu os milhos VPA da Epagri em eventos agrícolas do Brasil e fez a encomenda à empresa joinvilense.

Segundo Genivaldo, a Kambonbo é uma fazenda que emprega alta tecnologia para produzir principalmente milho para fubá, soja, feijão e batata inglesa. Com as 4,6 toneladas de sementes compradas da Epagri, eles poderão semear 230 hectares de milho.

A Epagri faturou R$ 27,6 mil com a negociação da semente, que foi comercializada ao preço de R$ 6 o quilo, o mesmo valor praticado nas vendas aos agricultores catarinenses. O baixo custo da semente - até cinco vezes mais barata que uma híbrida – é um dos diferenciais do milho VPA.

Em Santa Catarina, os milhos varietais da Epagri são plantados principalmente no Sul do estado e na região de Rio do Sul.

>>> Saiba mais sobre os milhos VPA da Epagri 

Informações e entrevistas

  • Alberto Höfs, melhorista genético de milho da Epagri/Cepaf, pelo fone (49) 2049-7513
  • Genival Corrêa, sócio da Merina, pelo fone (48) 99119-3992

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Foto: Arquivo/Cidasc

O Departamento de Agricultura do Governo das Filipinas emitiu esta semana um memorando reabrindo o mercado do país para a carne de frangos, de suínos e de bovinos do Brasil. A notícia tem impacto direto em Santa Catarina, já que o Estado é o maior fornecedor brasileiro de carne suína e de frango para o país asiático.

As Filipinas deixaram de importar produtos brasileiros em setembro deste ano. E o documento emitido pelo Governo Filipino afirma que o sistema brasileiro atende às normas de segurança alimentar e saúde animal, cumprindo com todas as determinações impostas pelos órgãos reguladores daquele país. De acordo com as estimativas do United States Department of Agriculture (USDA) para o ano de 2017, Filipinas é o 10º maior consumidor de carne suína do mundo e o 9º maior importador.

Santa Catarina responde por toda carne suína exportada pelo Brasil para as Filipinas. E só este ano, de janeiro a setembro, já foram embarcadas 1.667 toneladas de carne suína, faturando US$ 2,83 milhões. Segundo o secretário de Estado da Agricultura e da Pesca, Moacir Sopelsa, a retomada das exportações para as Filipinas dá um novo fôlego para o agronegócio catarinense. “Em Santa Catarina sanidade animal e vegetal são prioridades. Investimos muito para que o nosso Estado fosse referência em saúde animal e isso tem um impacto muito grande na busca e manutenção de mercados importantes”, afirma.

Grande parte da carne de frango que o Brasil exporta para aquele país também tem origem em Santa Catarina. Nos últimos nove meses, o Estado vendeu 22.590 toneladas de carne de frango (67% do total brasileiro), gerando uma receita de US$ 22,5 milhões.

Exportações do Brasil

De janeiro a setembro deste ano, o Brasil exportou 35.452 toneladas de carne de frango para as Filipinas, com um faturamento que passa de US$ 19,2 milhões. Deste total, 67% foram produzidos em Santa Catarina.

A carne suína enviada pelo Brasil foi toda produzida no estado. Portanto foram 1.667 toneladas e uma receita de US$ 2,83 milhões.

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Foto: Divulgação / Epagri

A Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca anuncia que todas as áreas de cultivos de ostras, vieiras, mexilhões e berbigões de Santa Catarina estão desinterditadas. Portanto, está liberada a retirada, a comercialização e o consumo destes animais e seus produtos, inclusive nos costões e beira de praia.

As últimas localidades interditadas eram Laranjeiras, em Balneário Camboriú, e Praia Alegre, em Penha. Com o segundo resultado negativo para presença da toxina paralisante (PSP), nesta terça-feira, 28, elas foram liberadas.


Fotos: Jaqueline Noceti / Secom

Com investimentos de US$ 189 milhões e quase 100 mil famílias atendidas num processo de modernização da agricultura familiar e pesca em Santa Catarina, coordenadores e parceiros do programa SC Rural entregaram ao governador Raimundo Colombo, nesta terça-feira, 28, o Relatório de Impactos do Programa, para marcar o encerramento da parceria entre o Governo do Estado e o Banco Mundial entre os anos de 2010 e 2017. O balanço aponta que os recursos geraram um retorno financeiro de R$ 850 milhões ao Estado ao longo desse período. Outro destaque do programa é a capacitação de jovens para que continuem investindo nas pequenas propriedades rurais.

“O programa está tendo um impacto muito positivo no desenvolvimento do agronegócio em santa Catarina, no processo de integração com as famílias, no uso da tecnologia e no aumento da produtividade. Os dados são transparentes e isso tudo cria a base para continuarmos e fazermos a segunda etapa do SC Rural. Com isso, Santa Catarina vai continuar crescendo. É impressionante como se fortaleceram os vínculos comunitários, familiares, as pequenas propriedades, as cooperativas, a comercialização, ou seja, fechou-se todo um ciclo, com resultados extraordinários”, apontou o governador.

Mais uma etapa do programa SC Rural chega ao fim e a parceria entre Governo do Estado e Banco Mundial não para de render bons frutos. De 2010 a 2017, foram US$ 189 milhões investidos para alavancar e modernizar a agricultura familiar e a pesca catarinense, recurso que se multiplicou e gerou um retorno financeiro de R$ 850 milhões ao Estado. Para apresentar os resultados alcançados, o governador Raimundo Colombo e o coordenador setorial de Desenvolvimento Sustentável do Banco Mundial, Paul Procee, lançam o “Relatório de Impactos do Programa SC Rural”, na próxima terça-feira, 28, a partir das 13h45, no auditório da Epagri, em Florianópolis.

São milhares de histórias de agricultores e pescadores beneficiados pelo Programas, seja com os empreendimentos da agricultura familiar ou com a melhoria de estradas rurais. 

O desempenho do SC Rural foi reconhecido internacionalmente, obtendo nota máxima na classificação do Banco Mundial e inspirando ações em outros estados e países. O grande diferencial do Programa está em sua forma de gestão: sob a coordenação da Secretaria da Agricultura e da Pesca, o programa reúne oito instituições (Epagri, Cidasc, Fatma, Polícia Militar Ambiental, Secretaria de Turismo, Cultura e Esportes, Secretaria de Desenvolvimento Econômico Sustentável e Secretaria de Infraestrutura) que desenvolvem ações em suas respectivas áreas de atuação, mas todas focadas na melhoria de renda das propriedades da agricultura familiar. Também contribuiu decisivamente para os ótimos resultados o espírito empreendedor da família rural catarinense.

Relatório de Impactos do Programa SC Rural
Data: 28/11
Hora: 13h45
Local: Auditório da Epagri – Rodovia Admar Gonzaga, 1347 , Bairro Itacorubi

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Romeu Scirea Filho
Programa SC Rural
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A Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc), vinculada à Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca celebra 38 anos de história e grandes conquistas para os catarinenses. Desde que foi criada, em 27 de novembro de 1979, a Cidasc trabalha para promover o agronegócio catarinense e o desenvolvimento das cadeias produtivas por meio da sanidade animal e vegetal e inspeção de produtos de origem animal.

A Cidasc atua em todo o estado de Santa Catarina e criou um modelo de trabalho para resguardar o produtor rural e a sociedade, orientando, promovendo ações de combate, controle e prevenção de doenças e pragas que acometem os setores da agropecuária e que podem ser transmitidas para os humanos.

O presidente da companhia, Enori Barbieri, destaca que essa é uma data histórica e merece ser celebrada. “Vamos comemorar com cada entidade parceira e cada colaborador que fez deste estado um lugar seguro para quem produz e para quem compra. Aqui temos sanidade de excelência e produtos de qualidade, que distingue a produção catarinense de todo o cenário nacional”, declarou.

Em 38 anos, a companhia trabalhou para assegurar a condição sanitária diferenciada de Santa Catarina e salvaguardar a saúde da população, sempre como referência nacional e internacional, com destaque para o status sanitário livre de febre aftosa sem vacinação e livre de peste suína clássica. Os benefícios econômicos obtidos pelo resultado dessas conquistas fomentam a economia do estado, geram emprego e renda e a abertura dos mercados mais competitivos do mundo.

De acordo com o secretário da Agricultura, Moacir Sopelsa, de 1989 para 2017 a agropecuária catarinense se sobressaiu graças a parcerias entre o Governo do Estado, produtores rurais, agroindústria, entidades do setor e às ações e medidas do Serviço Oficial de Defesa Agropecuária, principalmente na fiscalização de trânsito, na educação sanitária e vigilância epidemiológica.

Barbieri diz que o crescimento da Cidasc nestes 38 anos de trabalho só foi possível graças a uma geração de profissionais que passaram pela companhia e aos que hoje trabalham e colaboram em cada atividade, seja ela técnica ou administrativa, vestindo a camisa da empresa e acreditando no sucesso da defesa agropecuária catarinense. “Nosso estado se consolidou como referência em sanidade e defesa agropecuária”, destacou.

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