A permanência do jovem no meio rural é tema central no projeto “Produção, organização e protagonismo: qualificando os jovens para uma agricultura e pesca competitiva e fortalecida”, uma iniciativa da Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca, Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri) e Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Nele, jovens discutem temas ligados à sucessão familiar e a continuidade do modelo do agronegócio catarinense baseado na agricultura familiar. 

O projeto dá continuidade ao Programa de Formação de Jovens do Programa SC Rural, encerrado em 2017, e segue a mesma metodologia de capacitação em alternância. Nas últimas semanas foram ministrados cursos em Itajaí e Campos Novos e na próxima quarta-feira, 21, o encontro será em Concórdia.

Durante os encontros, os participantes conversam sobre a sucessão familiar com técnicos da Epagri e ouvem histórias de outros jovens que freqüentaram os cursos do SC Rural.

O secretário adjunto da Agricultura e da Pesca, Airton Spies, é um dos palestrantes dos cursos. Ele aborda perspectivas e desafios da agricultura familiar e as oportunidades para os jovens empreendedores. De acordo com Spies, a permanência dos jovens no campo como sucessores de seus pais na gestão e na operação das propriedades rurais é estratégica para o setor agropecuário catarinense. “Esse é um grande desafio, pois os jovens têm empregabilidade em vários setores urbanos e, portanto, têm a opção de sair ou ficar no campo. O agricultor do futuro será por opção”.

Para se tornarem futuros profissionais do agronegócio, Spies acredita que os jovens devem agir com ética, aplicando tecnologia de ponta, que aumentem a produtividade e renda. “As políticas públicas estratégicas para aumentar a produtividade no campo precisam proporcionar estradas de boa qualidade para escoar a produção, acesso à internet e telefonia e energia elétrica capaz de atender as demandas de modernas máquinas e equipamentos”, ressalta.

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Os catarinenses terão acesso a informações de safra, desempenho da produção agropecuária, preços agrícolas e andamento de políticas públicas voltadas ao meio rural, tudo em um mesmo lugar. O InfoAgro irá concentrar os dados do setor produtivo em um aplicativo que poderá ser acessado via computador ou celular. A Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca e o Centro de Informática e Automação do Estado de Santa Catarina (Ciasc) apresentaram o novo Sistema Integrado de Informação Agropecuária nesta quarta-feira, 14, em Florianópolis.

O InfoAgro auxiliará o Governo do Estado na coleta, processamento e análise de dados do agronegócio catarinense. Segundo o secretário de Estado da Agricultura e da Pesca, Moacir Sopelsa, com o aplicativo será possível visualizar a agropecuária como um todo, unindo as informações de safra e o desempenho dos programas da Secretaria da Agricultura. “O InfoAgro traz mais transparência e eficiência para as ações de fomento agropecuário. Nós poderemos analisar com mais precisão os resultados dos programas, perceber quais setores precisam de mais investimentos e acompanhar o desenvolvimento da safra em todas as regiões”, explica.

O sistema combinará as informações de políticas públicas, safra e preços desde 2010 até os dias de hoje e de forma regionalizada. Será possível, por exemplo, analisar o crescimento da produção de soja em uma determinada região ou até mesmo em um município específico. “Essa é uma novidade que irá mudar a forma como as pessoas percebem a agropecuária catarinense. E, principalmente, será uma ferramenta importante para os agricultores e pecuaristas do Estado, que poderão conhecer os números de outras regiões e se planejar melhor para o futuro”, destaca Sopelsa.

O presidente do Ciasc, Ivan Ranzolin, ressaltou a importância da união de diferentes áreas do Governo do Estado em prol do cidadão. “O InfoAgro irá conectar várias áreas do Governo diretamente com o cidadão. As pessoas terão os dados do agronegócio na palma da mão. Queremos que esse sistema sirva de modelo para outras áreas do serviço público”, disse.

Nesse primeiro momento, o sistema contará com informações sobre safras, preços, SC Rural, Crédito Rural, Crédito Fundiário, Terra-Boa, produção pecuária, comércio exterior, Valor Bruto da Produção e Indicadores de Desempenho da Agropecuária Catarinense.

Por enquanto, ele está disponível apenas para área técnica da Secretaria da Agricultura e nos próximos meses será disponibilizado para o público em geral.

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Secretaria da Agricultura terá software que concentra as informações do setor agrícola catarinense. O Sistema Integrado de Informação Agropecuária (SIIA) será uma base de dados com os números da produção agropecuária e das políticas públicas voltadas ao agronegócio do Estado. O Sistema será apresentado nesta quarta-feira, 14, às 11h, na Secretaria de Estado da Agricultura em Florianópolis.

O SIIA é um ambiente tecnológico que auxiliará o Governo do Estado na coleta, pno rocessamento e na análise de dados. O software possibilitará, por exemplo, o acompanhamento das safras em todos os municípios do Estado e a execução dos programas de fomento da Secretaria da Agricultura.

Nesse primeiro momento, o Sistema contará com informações sobre: safras, preços, SC Rural, Crédito Rural, Crédito Fundiário, Terra-Boa, produção pecuária, comércio exterior, Valor Bruto da Produção e Indicadores de Desempenho da Agropecuária Catarinense.

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A Feira Orgânica Amigos da Terra, realizada todas as quartas-feiras, no Centro de Ciências Agroveterinárias (CAV), da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) em Lages, está com novidades em 2018.

Os agricultores familiares que participam do projeto estão oferecendo novos produtos, dentre eles, alimentos processados, como farinhas de milho e trigo, sucos, geleias e doces. Verduras, frutas, pães caseiros e mel continuam sendo oferecidos.


Fotos: Jeferson Baldo/GVG

A Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) passa a contar com mais 26 médicos veterinários. O governador Eduardo Pinho Moreira deu posse, nesta segunda-feira, 12, em Florianópolis, aos novos funcionários que irão coordenar os programas sanitários nacionais e estaduais, orientar produtores e cidadãos, fiscalizar o cumprimento de normas, além de inspecionar produtos e subprodutos de origem animal e trabalhar com educação sanitária. As ações beneficiam diretamente mais de 200 mil produtores do Estado e garantem o acesso dos produtos catarinenses a mais de 150 mercados de consumo.

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“Santa Catarina é um estado único, exemplar, forte e se destaca em muitos setores. O agronegócio é um deles, e isso é fruto de muita dedicação. O agronegócio no nosso Estado agrega conhecimento, tecnologia, qualidade, faz com que sejamos referência e precisa ser cuidado e estimulado. Os novos servidores da Cidasc vêm para reforçar todo este trabalho e ajudar ainda mais Santa Catarina a crescer”, disse o governador.

Até o final deste ano, 229 novos servidores passarão a fazer parte da Cidasc. Além dos 26 médicos veterinários empossados nesta segunda, mais 25 serão chamados a partir de maio, juntamente com 178 auxiliares operacionais aprovados nos concursos 001 e 002 de 2016. Nas próximas semanas, os 26 novos servidores participarão de treinamento prático e teórico para que possam desempenhar suas funções no interior do Estado.

O presidente da Cidasc, Enori Barbieri, informou que, atualmente, os frigoríficos e indústrias de carne de Santa Catarina exportam para 150 países, gerando mais de 60 mil empregos diretos. “Para continuar mantendo este padrão, a Cidasc está recompondo seu quadro funcional. Os servidores chamados irão trabalhar principalmente nas regiões de São Miguel do Oeste, Chapecó, Concórdia, Videira, Caçador e Tubarão. É mais uma grande conquista para o setor”, explicou.

O secretário da Agricultura, Moacir Sopelsa, destacou que, mesmo com apenas 1,12% do território nacional, Santa Catarina se consolida como grande produtor de alimentos. “A chegada dos novos funcionários vem fortalecer ainda mais o trabalho de defesa sanitária em Santa Catarina e garante o sucesso e a qualidade que o Estado apresenta nos setores da produção animal e vegetal. As conquistas do agronegócio catarinense são resultados da combinação de esforços do Governo do Estado, produtores e técnicos”, afirmou.

A nova servidora, que veio de Salvador, na Bahia, Gabriela Santos, relatou que estudou muito para atingir seu objetivo de passar no concurso da Cidasc. “Estou feliz em fazer parte desta equipe de médicos veterinários, foram muitos dias e noites de estudos. Vou atuar na região de Xanxerê. Minha expectativa é grande. Quero fazer um bom trabalho em prol da cidade e do Estado”, comentou.


Gabriela (à direita) veio de Salvador

Barbieri acrescentou que, com os novos servidores, os produtores rurais catarinenses contarão com um total de 240 médicos veterinários atuando na defesa agropecuária do Estado, sem contar os 85 veterinários do Instituto Catarinense de Sanidade Agropecuária (Icasa) que também trabalham nesta área. 

A Cidasc

Desde sua fundação, a Cidasc tem como objetivo garantir a excelência sanitária dos rebanhos e lavouras do estado. Atualmente, Santa Catarina possui dois certificados internacionais, concedidos pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), como área livre de febre aftosa sem vacinação e, junto com o Rio Grande do Sul, de zona livre de peste suína clássica (PSC). O reconhecimento internacional possibilitou a abertura de mercados externos e fortaleceu o agronegócio do estado.

Os esforços para manutenção desse status são enormes, fruto da parceria entre Secretaria da Agricultura, Cidasc e iniciativa privada, que trabalham juntos para preservar a saúde pública, executar ações de sanidade animal e coibir entrada e disseminação de pragas e doenças nas lavouras e pomares do Estado.

O presidente da Cidasc, Enori Barbieri, destacou os compromissos da companhia. “A Cidasc oportuniza a abertura de mercados por meio da agregação de valores em produtos com qualidade em defesa sanitária animal e vegetal. Temos o compromisso de manter a excelência dos produtos aqui produzidos e comercializados”, afirmou.

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Um projeto-piloto prevê a modernização do Sistema de Inspeção Federal (SIF). A intenção da Embrapa Suínos e Aves e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento é aumentar a eficiência na identificação de riscos de contaminação na carne suína. Frigoríficos de Santa Catarina e Minas Gerais serão os primeiros a testar o novo projeto. Nesta sexta-feira, 9, o ministro da Agricultura, Blairo Maggi, e o secretário da Agricultura e da Pesca de Santa Catarina, Moacir Sopelsa, visitaram a planta da BRF de Concórdia onde o projeto está sendo desenvolvido.

No frigorífico catarinense, estão sendo realizados testes-piloto do novo modelo de inspeção, que identifica eventuais riscos de contaminação da carne por microrganismos na suinocultura industrial. O controle é feito nas etapas ante e post morten dos animais. Uma das mudanças em estudo é separar determinadas partes para inspeção em salas específicas.

“Eu gostei muito do que vi. Estamos no início de um processo de mudanças que trará economia para as empresas, mais tranquilidade e mais segurança para o consumidor, não só para o consumidor brasileiro, mas também para o estrangeiro”, disse o ministro.

Segundo o secretário de Estado da Agricultura e da Pesca de Santa Catarina, Moacir Sopelsa, o projeto-piloto da Embrapa Suínos e Aves traz uma visão mais moderna para a inspeção de produtos de origem animal. “Em Concórdia, o ministro pôde conhecer melhor o trabalho feito em prol da suinocultura e da avicultura, sendo que muitas dessas ações passam pela Embrapa. O projeto-piloto apresentado trará mais agilidade e segurança para a inspeção feita dentro das indústrias”, ressalta.

O novo modelo da Embrapa será iniciado também no Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Paraná. A indicação é que o serviço oficial mantenha no post morten um exame na linha, de linfonodos mesentéricos (inflamações no leque membranoso que liga vários órgãos à parede do corpo), com o departamento de inspeção final fazendo as verificações amostrais dos procedimentos e decisões realizados pela agroindústria. Também devem ser realizadas, pelo veterinário oficial, a verificação de processos de higiene e certificação de lotes. “As alterações que estão sendo propostas nos procedimentos estão baseadas em conhecimento científico internacional, comparado com resultados gerados no Brasil”, explica a auditora fiscal federal agropecuária do Dipoa, Elenita Ruttscheidt Albuquerque.

Saúde pública

O objetivo de mudança da inspeção está ligado à exigência de manter a saúde pública e a qualidade da carne produzida no Brasil, detectando na linha de abate os possíveis perigos.

A primeira fase do projeto se concentrou no levantamento dos dados do Brasil sobre o abate fiscalizado pela inspeção federal. De acordo com a pesquisa da Embrapa Jalusa Kich, foram analisados dados de 100% dos abatedouros com SIF. “Reunimos as informações, analisamos e podemos dizer que conseguimos uma fotografia do abate do SIF", completou. Os estabelecimentos com SIF, representam 86% do abate nacional de suínos, criados em sistema tecnificado, confinado e sob controle veterinário.

Avicultura

Em paralelo, pesquisadores trabalham na avaliação de risco de contaminantes da avicultura, incluindo as análises laboratoriais. A expectativa é estender os testes aos estabelecimentos no próximo ano. Entre os patógenos, a Salmonella será alvo específico de um programa nacional de redução desses microorganismo, que entrará em vigor para todos os estabelecimentos com Selo de Inspeção Federal (SIF) por meio de instrução normativa do Mapa.

Operação Carne Fraca

Como não poderia deixar de ser, um dos assuntos da passagem do ministro por Santa Catarina foi a terceira fase da Operação Carne Fraca. O secretário da Agricultura, Moacir Sopelsa, defende as investigações, mas não concorda com a maneira com que os fatos foram divulgados. “Nós damos todo apoio às investigações, porém a forma como isso vem à tona traz um prejuízo enorme ao nosso estado, nossos produtores e indústrias. Um fato isolado não pode colocar em dúvida um trabalho feito há mais de 80 anos pelo Governo do Estado, técnicos, produtores e agroindústrias. Em Santa Catarina foram dois problemas pontuais, em uma fábrica de ração e um laboratório, e isso não pode refletir em uma cadeia produtiva importante e profissional”, afirmou

Sopelsa afirma ainda que países importadores de carnes já questionaram a qualidade do sistema de inspeção brasileiro. “É um prejuízo enorme para nossos produtores e nossas agroindústrias. O Brasil tem um sistema seguro e de qualidade. As questões investigadas são pontuais e não mostram a realidade da cadeia produtiva de carnes do país”, defende. 

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O governador Eduardo Pinho Moreira dá posse, nesta segunda-feira, 12, a 26 médicos veterinários que irão fazer parte do quadro de funcionários da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc). Ao todo, neste ano, serão 228 novos servidores, sendo 50 médicos veterinários e 178 auxiliares operacionais. Boa parte desses profissionais trabalhará nas regiões com maior tradição na agropecuária: Oeste, Extremo-Oeste e Sul. A cerimônia será realizada no auditório da Cidasc, às 10h30, em Florianópolis.

Nas próximas semanas os novos servidores participarão de treinamento prático e teórico para que possam desempenhar suas funções no interior do Estado.

Santa Catarina é um estado reconhecido internacionalmente pela sanidade de seu rebanho – reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) como área livre de febre aftosa sem vacinação e zona livre de peste suína clássica – o que garante aos seus produtos de origem animal o acesso aos mercados mais competitivos do mundo.

Os esforços para manutenção desse status são enormes, fruto da parceria entre Secretaria da Agricultura, Cidasc e iniciativa privada, que trabalham juntos para preservar a saúde pública, executar ações de sanidade animal e coibir entrada e disseminação de pragas e doenças nas lavouras e pomares do Estado.

O secretário da Agricultura, Moacir Sopelsa, ressalta que a chegada de novos funcionários vem fortalecer ainda mais o trabalho de defesa sanitária em Santa Catarina. “A sanidade animal é um grande patrimônio dos catarinenses, é uma garantia da qualidade dos produtos de origem animal. E manter esse status é um trabalho árduo e contínuo e esses novos veterinários e agentes operacionais vêm para nos auxiliar a cumprir nossa missão”.

Com os novos servidores, a Cidasc irá recompor seu quadro de funcionários e os produtores rurais catarinenses contarão no total com 240 médicos veterinários atuando na defesa agropecuária do Estado, sem contar os 85 veterinários do Instituto Catarinense de Sanidade Agropecuária (Icasa) que também atuam nessa área. “Os servidores chamados irão trabalhar principalmente na região de São Miguel do Oeste, Chapecó, Concórdia, Videira e Caçador. E a região de Tubarão também receberá novos profissionais”, ressalta o presidente da Cidasc, Enori Barbieri.

Os veterinários e auxiliares operacionais contratados pela Cidasc foram aprovados nos concursos 001 e 002 de 2016.

Médicos Veterinários

Os profissionais irão coordenar a execução dos programas sanitários nacionais e estaduais, orientar produtores e cidadãos, fiscalizar o cumprimento de normas, além de inspecionar produtos e subprodutos de origem animal e desenvolver atividades de educação sanitária. Os resultados dessas ações beneficiam diretamente mais de 200 mil produtores em Santa Catarina e garantem o acesso dos produtos catarinenses a mais de 150 mercados de consumo.

Auxiliares Operacionais

Uma das principais atividades realizada pela Cidasc para promover medidas de proteção sanitária é a fiscalização de veículos e cargas em barreiras sanitárias nas divisas do Estado ou em barreiras móveis nas estradas. Este trabalho é realizado por médicos veterinários, engenheiros agrônomos e pelos auxiliares operacionais. O sistema de barreiras sanitárias, funciona o ano inteiro, 24 horas por dia, 7 dias por semana.

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O governador Eduardo Pinho Moreira e lideranças do agronegócio da região Oeste se encontraram com o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Blairo Maggi, na noite desta quinta, 8, no Hotel Lang, em Chapecó. Maggi está em Santa Catarina para acompanhar, nesta sexta-feira, 9, o projeto de modernização de procedimentos de fiscalização e controle de abate na BRF e conferir o trabalho da Embrapa Suínos e Aves, em Concórdia.

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“Santa Catarina é um dos principais estados do agronegócio, principalmente na transformação da proteína vegetal em proteína animal. O Estado tem muita atenção por parte do Governo Federal, pois é daqui que sai boa parte da nossa balança comercial. SC faz a sua parte”, afirmou o ministro, justificando por que é tão importante acompanhar o trabalho feito no Estado.

O governador lembrou que muito do sucesso de Santa Catarina deve-se a seu status sanitário como zona livre de peste suína clássica e de febre aftosa sem vacinação. Estas certificações internacionais garantem a excelência sanitária do rebanho catarinense e demonstram o rigor ao qual os produtos catarinenses são submetidos.

Eduardo Pinho Moreira ainda reforçou a importância da visita do ministro no Estado, especialmente após a Operação Trapaça, um desdobramento da Operação Carne Fraca. O governador ressalta que, no Estado, apenas uma indústria que produz ração e um laboratório estão sob investigação, sem comprometer os frigoríficos da BRF que atuam com carne de frango.

“O ministro tem tido muita agilidade nas questões que são vitais para a economia catarinense. A sua presença aqui neste momento mostra isso. Ele fez contato antecipadamente com as embaixadas dos países importadores, de forma que a operação não tenha interferência no agronegócio catarinense e dos demais estados”, explicou.

Maggi não acredita que haja prejuízo por conta da operação. “Ela teve um foco específico e um momento específico, e estamos dando as respostas para o mercado mundial e países que são nossos compradores. Nós nos antecipamos aos fatos e mandamos as mensagens devidas. Até agora não temos nenhum sinal que a situação ficará ruim”, explicou. O Ministério da Agricultura reforça que não há motivos para preocupação ao consumir carne de frango. Ela não oferece riscos à saúde, desde que conservada e preparada de forma adequada.

Entre os presentes no encontro, estavam o presidente e vice-presidente da Aurora Alimentos, Mário Lanznaster e Neivor Canton, respectivamente, e o presidente da Cooperalfa, Romeo Bet.

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Foto: Nicole Barbieri / Cidasc

Santa Catarina se prepara para exportar leite. Com uma produção que aumenta num ritmo de 6% ao ano, o Estado quer agora conquistar o mercado externo. Para que o leite catarinense seja capaz de suprir o mercado internacional, o setor tem grandes desafios, passando pela redução de custos e organização logística da cadeia produtiva.

O leite é a atividade agropecuária que mais cresce em Santa Catarina. Envolvendo 45 mil produtores em todo o Estado, a produção girou em torno de 3,4 bilhões de litros em 2017 – um incremento de 8% em relação a ano anterior. O secretário da Agricultura e da Pesca, Moacir Sopelsa, ressalta que em Santa Catarina a produção de leite está concentrada, principalmente, nas pequenas propriedades de agricultores familiares e representa uma importante fonte de renda no meio rural.

“O setor leiteiro é um grande destaque de Santa Catarina e vem passando por grandes transformações, com o investimento em pastagens, tecnologias e genética. Ainda temos muitos desafios pela frente e um deles é tornar nosso leite competitivo para exportação”.

Para que o leite produzido no Estado chegue ao mercado internacional há uma série de obstáculos a serem vencidos. Entre eles, melhorar a qualidade do leite, principalmente, o teor de sólidos; eliminar doenças do rebanho como a brucelose e tuberculose; aumentar a eficiência da produção e reduzir os custos.

Segundo o secretário adjunto da Agricultura e da Pesca, Airton Spies, o leite representa uma grande oportunidade para a agricultura familiar do Sul do Brasil e o setor deve se equiparar com os líderes mundiais de produção. “Aqui temos muitas vantagens comparativas que podem ser transformadas em vantagens competitivas. Temos mais sol, mais chuva, solos férteis e um clima favorável para ocorrer fotossíntese e produzir biomassa, que é o alimento básico das vacas durante os 12 meses do ano. Além disso, temos ainda a valorosa capacidade de trabalho dos agricultores familiares, que já têm muita tradição e habilidades na lida com os animais”.

Apoio do Governo do Estado

O Governo do Estado, através da Secretaria da Agricultura e da Pesca, é um grande parceiro dos produtores rurais catarinenses, desenvolvendo programas que incentivam os investimentos e melhorias na produção.

Com o programa Terra-Boa, os agricultores familiares podem adquirir calcário e sementes de milho de alto potencial produtivo para produzir silagem e alimentação para o gado leiteiro. E ainda têm acesso ao Kit Forrageira, que permite implementar um hectare de pastagem com a orientação técnica e o manejo correto. Tudo isso com o apoio financeiro do Governo do Estado.

Há ainda linhas de financiamento para aquisição de novilhas em feiras agropecuárias e investimentos em infraestrutura nas propriedades rurais.

A sanidade agropecuária é outra preocupação constante. No Estado, as fronteira são protegidas para manter o rebanho livre de doenças. Os proprietários que possuem animais acometidos de brucelose ou tuberculose, e que precisam ser abatidos sanitariamente, são indenizados pelo Fundo Estadual de Sanidade Animal.

Leite no Sul do Brasil

Os três estados do Sul – Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul – devem se tornar um grande pólo produtor de leite. As estimativas são de que até 2025 a região produza mais da metade de todo leite brasileiro.

É também no Sul onde as indústrias estão fazendo os maiores investimentos, ampliando a capacidade e estimulando ainda mais o aumento na produção. Airton Spies explica que o clima favorável e a capacidade dos agricultores familiares em se adaptar ao sistema agroindustrial integrado são decisivos para esse movimento. “Na suinocultura e na avicultura, esse mesmo processo já aconteceu e o leite na região, com as devidas diferenças que caracterizam a produção, também vai se modernizar. As indústrias têm feito um grande esforço para melhorar a qualidade do leite, investindo em pagamento por qualidade, rastreabilidade e premiando o produto melhor”.

Aliança Láctea Sul Brasileira

A Aliança Láctea é uma iniciativa dos três estados do Sul para desenvolver a cadeia produtiva do leite na região e preparar o setor para exportação. Com problemas e oportunidades comuns, Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul se unem em um fórum permanente que congrega produtores, governo e indústrias em busca de um desenvolvimento harmônico.

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Foto: Cidasc/Arquivo

Boa parte da produção catarinense de carne de frango e de suínos já tem destino certo: o mercado externo. Santa Catarina exporta os produtos para mais de 120 países, inclusive para os mercados mais exigentes do mundo. Em fevereiro, as exportações de carne de frango e de carne suína geraram receitas que passam de US$ 158 milhões.

No último mês, o estado embarcou 66,1 mil toneladas de carne de frango, faturando mais de US$ 116,4 milhões. A redução nas compras do Japão, China e Arábia Saudita refletiram no desempenho das exportações de carne de frango e o faturamento foi 3% menor do que em janeiro. Em relação a fevereiro de 2017, a queda foi de 6,3% no faturamento e de 2,2% no volume.

No acumulado do ano, Santa Catarina exportou 135,7 mil toneladas de carne de frango, gerando receitas de US$ 236,3 milhões. Nos dois primeiros meses de 2018, o estado respondeu por 21,6% de toda carne de frango exportada pelo país.

Segundo o secretário de Estado da Agricultura e da Pesca, Moacir Sopelsa, o setor vive um momento delicado, principalmente após as denúncias da terceira fase da Operação Carne Fraca, deflagrada pela Polícia Federal nesta segunda-feira (5). “Com certeza as denúncias de fraudes em laudos de exames laboratoriais por parte da BRF trarão conseqüências para toda cadeia da avicultura. Porém, nós temos que perceber que este é um caso isolado e não uma realidade do setor – onde trabalham pessoas sérias e dedicadas, que produzem a carne de frango de qualidade reconhecida ao redor do mundo”, ressalta.

Carne suína
O embargo temporário da Rússia para a carne brasileira acabou refletindo nas exportações catarinenses de fevereiro. No mês passado, o estado exportou 20 mil toneladas de carne suína – uma queda de 20% em relação a janeiro – e faturou US$ 41,7 milhões – 18,6% a menos do que no mês anterior.

A redução só não foi maior por causa do aumento nas compras da China. O país asiático ampliou em 130% a quantidade de carne suína adquirida de Santa Catarina, em relação a fevereiro de 2017. Ao todo foram embarcadas 9,2 mil toneladas com destino ao mercado chinês.

Exportações Brasil
Como grande exportador de carnes, Santa Catarina interfere no desempenho nacional. Sendo assim, o país também registra uma redução nos embarques de carne suína e de frango em relação ao mesmo período de 2017. Em fevereiro o Brasil embarcou 304 mil toneladas de carne de frango – 6,4% a menos – e 41,9 mil toneladas de carne suína – 17,8% a menos. O faturamento também foi menor, uma redução de 12,6% para carne de frango (US$ 488,7 milhões) e de 22,5% para carne suína (US$87,2 milhões).

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