Foto: Julio Cavalheiro/Secom

O governador Carlos Moisés sancionou na tarde desta terça-feira, 18, a lei que trata da incidência ou não da cobrança de ICMS sobre softwares, programas, jogos eletrônicos, aplicativos, arquivos eletrônicos e congêneres. Com a entrada em vigor, as empresas de tecnologia instaladas em Santa Catarina passam a ter segurança jurídica. O texto já havia sido aprovado na Assembleia Legislativa. 

De acordo com o governador, o Estado agora oferece um ambiente melhor à geração de empregos qualificados e renda. "É uma forma de atrair investidores, empresas e oportunidade para aqueles que querem aprender a trabalhar nesse ramo, que agora tem um caminho favorável para trilhar em Santa Catarina", avalia Moisés. 

A partir de 1º de julho, quando entra em vigor a nova lei, será cobrado ICMS apenas sobre os itens que possam ser repassados a terceiros e não forem destinados ao consumidor final. Também isenta a cobrança em situações de competência municipal, evitando a bitributação. 

De acordo com Moisés, a ideia é atrair empresas para todas as regiões catarinenses e impulsionar não apenas a Capital. "O benefício, que é recolher exclusivamente o Imposto Sobre Serviços, no âmbito dos municípios, não havendo incidência do ICMS, é válido para todas as cidades. Queremos trabalhar o estado como um todo", detalha o governador. 

Antes de assinar a sanção da lei, Moisés recebeu representantes do ecossistema da inovação em Santa Catarina para debater os próximos passos do desenvolvimento do setor. O estado tem diferenciais capazes de atrair grandes empresas, como a localização geográfica, qualidade de vida e, agora, segurança jurídica. 

De acordo com o secretário de Estado da Fazenda, Paulo Eli, uma vantagem competitiva catarinense é o fato de não tributar os bens digitais em todas as situações, mas apenas em casos específicos. "O principal objetivo desse projeto é dar mais segurança para as empresas investirem e contratarem mais trabalhadores com carteira assinada, melhorando a renda das famílias e a economia de Santa Catarina", explica Eli. 

O secretário de Estado da Casa Civil, Douglas Borba, sugeriu a criação de um grupo de trabalho envolvendo, também, outros setores do Governo do Estado, incluindo a Secretaria de Estado da Educação, que já planeja a instalação de laboratórios de tecnologias nas escolas.

O presidente da Associação Catarinense de Tecnologia (Acate), Daniel Leipnitz, avalia que Santa Catarina está em condição muito mais favorável que outras unidades da federação. "Estamos dando um passo muito importante, mostrando ao mercado que somos um Estado sério, que respeita contratos e dá segurança", considera Leipnitz. "Não se trata de um incentivo fiscal, mas o estabelecimento de critérios que dão segurança jurídica. Vamos poder trabalhar com mais tranquilidade", acrescenta.

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Um edital de chamada pública inédito no âmbito estadual foi lançado em junho pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação de Santa Catarina (Fapesc). Referente ao Programa Centelha, o Edital vai destinar R$ 1,68 milhão para estimular a criação de empreendimentos inovadores em Santa Catarina, além de oferecer capacitações e outras formas de suporte. Ideias inovadoras poderão ser submetidas entre os dias 17 de junho a 31 de julho de 2019 (até as 18h) no endereço http://programacentelha.com.br/sc/.

A iniciativa partiu do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), em parceria com a Fapesc, que entrará com R$ 580 mil do total. “Nós selecionamos 19 Fundações de Amparo à Pesquisa do país para operar localmente este edital, que vai dar o suporte para o empreendedor transformar a sua ideia em uma empresa inovadora”, diz Públio Ribeiro, coordenador de Ambientes Inovadores do MCTIC.

Participam do edital pessoas físicas maiores de 18 anos, com ou sem empresa constituída, residentes em Santa Catarina, sem pendências com a Fapesc. “Se aprovada, a pessoa física deverá constituir uma empresa com sede no estado para contratação e recebimento dos recursos financeiros. O proponente também pode estar vinculado a uma empresa sediada em Santa Catarina, com data de constituição de até 12 meses anteriores à publicação do edital, cujo objeto social contemple a atividade relacionada com a proposta inovadora”, explica o presidente da Fundação, Fábio Zabot Holthausen. “Vamos fazer um funil partindo de mil ideias iniciais e, com as várias fases do processo de seleção, chegaremos a 28 empresas nascentes que vão receber R$ 60 mil como subvenção”, explica.

Modelo catarinense

O Centelha foi inspirado pelo programa catarinense de fomento ao empreendedorismo inovador, o Sinapse da Inovação, criado há 11 anos e “exportado” a outras unidades da Federação. Mais de 30 mil cidadãos residentes no estado – muitas vezes em equipe – já submeteram ao Sinapse quase 8.400 ideias de produtos, processos e serviços inovadores. Estas propostas passaram por três triagens até que as melhores foram selecionadas para receber recursos do governo estadual. Os contemplados da sexta e última edição receberam um pacote composto por R$60 mil e uma bolsa para contratação de um técnico especialista equivalente a R$40 mil.

Desde sua criação, em 2008, o Sinapse ajudou a gerar quase 500 empresas e 151 patentes, sempre com auxílio da Fapesc e da Secretaria de Desenvolvimento Econômico Sustentável. Esses e outros detalhes foram mostrados aos futuros operadores do Centelha na capacitação oferecida pelo Finep, dia 22 de fevereiro, no Rio de Janeiro. O programa será executado de forma descentralizada, por meio da articulação institucional e cooperação com órgãos e entidades da administração pública estadual que atuam na área de ciência, tecnologia e inovação, com o apoio técnico e financeiro do MCTIC e das agências federais de fomento.

No total, a previsão é de que sejam investidos R$ 34 milhões, sendo R$ 21,5 milhões pela Finep e R$ 13 milhões pelos parceiros nos estados. Do total de 21 projetos aprovados pela Finep na seleção pública de propostas dos parceiros operacionais estaduais, 19 são provenientes das Fundações de Amparo à Pesquisa (FAPs) dos estados, entre elas a Fapesc.

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Uma comitiva de servidores catarinenses, formada pelo secretário de Estado da Administração, Jorge Eduardo Tasca, pelo vice-presidente do Ciasc, Luis Haroldo de Mattos e pela diretora do Detran, Sandra Mara Pereira, cumpre agenda em Brasília para buscar aprimoramento tecnológico a alguns serviços prestados pelo Estado aos cidadãos. O diretor de Tecnologia e Inovação da secretaria de Estado da Administração, Félix Fernando da Silva, também participa dos trabalhos.

 

Na sede do Departamento Nacional de Trânsito, o grupo busca alternativas para a evolução do programa Detran Digital, facilitando o acesso do cidadão aos serviços de carteira nacional de habilitação e documentação veicular. A ideia é criar suporte legal e tecnológico para que o cidadão possa optar pela impressão ou não dos documentos de porte obrigatório. “Ainda é muito embrionário para darmos um prazo para essa alternativa. Mas, a exemplo de alguns estados, estamos tentando viabilizar aos catarinenses a possibilidade de optarem pelo deslocamento até a sede das Ciretrans para impressão dos documentos, ou recebê-los apenas na forma digital, gerando economicidade e agilidade na obtenção desse serviço”, disse o secretário de Estado da Administração, Jorge Eduardo Tasca.

A agenda também contempla troca de experiências na célula de inovação da Escola Nacional de Administração Pública- Gnova, do Governo Federal. Com a possibilidade de futuramente implantar um laboratório de inovação no âmbito do Executivo catarinense para impulsionamento de atalhos tecnológicos que favoreçam a agilidade de processos e serviços prestados pelo Estado, o grupo conheceu algumas alternativas que ja estão sendo adotadas no âmbito federal.

Outro serviço que pretende ser aprimorado em Santa Catarina é a confecção da Cédula de Identificação Individual. Atualmente,  o Ministério da Economia em parceria com o Tribunal Superior Eleitoral busca uma identificação única para os brasileiros, reunindo as informações de domicílio eleitoral e de registro geral. A ideia é evitar a emissão de muitos documentos, quando seria possível concentrar as informações numa cédula única e totalmente digital. A comitiva catarinense conheceu o projeto para buscar uma parceria na esfera federal que contemple o novo modelo em Santa Catarina.

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Foto: Ramiro Zinder/SCPar

O governador Carlos Moisés afirmou na manhã desta terça-feira, 28, durante o Exame Fórum PPPs e Concessões, em São Paulo (SP), que Santa Catarina está aberta a trabalhar lado a lado com a iniciativa privada. Durante o evento, o Governo de Santa Catarina lançou o Programa de Parcerias e Investimentos (PPI-SC), liderado pela SCPar, com o objetivo de atrair empresas interessadas em investir no Estado e melhorar a infraestrutura e os serviços oferecidos à população.

“Temos um grande potencial e muito ainda por fazer. As parcerias público-privadas (PPPs) e concessões não são apenas uma ferramenta para reduzir os custos de projetos de infraestrutura, mas sim um meio para que os serviços públicos sejam mais eficazes para a população”, destacou Moisés.

A carteira de projetos do PPI-SC inclui arrendamento portuário, ativos imobiliários, equipamentos turísticos, parques tecnológicos e centros de inovação. De acordo com o governador, Santa Catarina conta com diferenciais econômicos, sociais e segurança jurídica para a consolidação de PPPs e concessões.

Também participaram do evento outros 12 governadores, o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Joaquim Levy, o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, e o ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Bruno Dantas, além de empresários, prefeitos e gestores públicos.

 Foto: Divulgação/ Secom

Santa Catarina esteve representada pelo governador Carlos Moisés, os secretários de Estado Douglas Borba (Casa Civil), Lucas Esmeraldino (Desenvolvimento Econômico Sustentável) e Carlos Hassler (Infraestrutura), o presidente da SCPar, Gustavo Salvador Pereira, e o secretário executivo de PPPs, Ramiro Zinder.

Mais emprego e renda para SC

Na avaliação de Esmeraldino, a união de esforços entre o Governo do Estado e a iniciativa privada resultará em maior eficiência na prestação de serviços, além de favorecer a geração de emprego e renda decorrente dos futuros investimentos.

Para o presidente da SCPar, a participação no Exame Fórum PPPs e Concessões é o momento ideal para dar o início à aproximação com potenciais parceiros. “É muito oportuno Santa Catarina participar de um evento desse porte, porque dá condições para que nos apresentemos ao mercado, mostrando que nosso Estado está disposto a entrar nesse mercado da desestatização”, avalia Pereira.

As informações detalhadas sobre os projetos do PPI estão no site ppi.sc.gov.br. Lançada pelo governador no evento, a ferramenta foi criada pela Secretaria de Estado da Comunicação (Secom), com apoio do Ciasc e conteúdo produzido pela SCPar.

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 Fotos: James Tavares/ Secom

Boa notícia para o setor de tecnologia e inovação de Santa Catarina. O presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação de Santa Catarina (Fapesc), Fábio Zabot Holthausen, anunciou na tarde desta sexta-feira, 17, dois editais de fomento ao setor que somam R$ 9,1 milhões. A publicação está prevista para ocorrer até o fim de maio. Serão R$ 7,5 milhões para o Tecnova 2 e outro R$ 1,68 milhão do Programa Centelha, iniciativa do governo federal para estimular a criação de empreendimentos inovadores.

De acordo com Holthausen, o Programa Centelha foi inspirado no Sinapse da Inovação, do governo de Santa Catarina, com o objetivo de apoiar empresas iniciais. O edital vai aportar recursos da Finep (Financiadora de Estudos e Projetos) e da Fapesc em startups. “Vamos fazer um funil partindo de mil ideias iniciais e a partir do processo de seleção chegaremos a 28 empresas nascentes que vão receber o recurso público”, explica o presidente.

O programa Centelha terá R$ 1,1 milhão da Financiadora e R$ 580 mil da Fundação.“Nós selecionamos 21 fundações de amparo à pesquisa do país, e Santa Catarina vai ser a primeira a lançar este edital, que vai dar o suporte para o empreendedor transformar a sua ideia em uma empresa inovadora”, diz Públio Ribeiro, coordenador de ambientes inovadores do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações (MCTIC).

 Anúncio do edital na abertura do evento

No caso do Tecnova II, o investimento de R$ 7,5 milhões será realizado pela Finep (R$ 5 milhões) e pela Fapesc (R$ 2,5 milhões). Cada empresa poderá pleitear até R$ 300 mil, com projetos que envolvam risco tecnológico associado a oportunidades de mercado. 

Tecnova I em destaque
O anúncio dos editais foi feito durante a abertura da EXPO Tecnova, evento que reúne os projetos inovadores desenvolvidos durante a primeira edição do programa Tecnova. O edital disponibilizou R$ 23,1 milhões. Para Holthausen, a primeira edição do programa foi altamente positiva.

“Foi uma experiência muito positiva. Tivemos 53 empresas que receberam recursos públicos tanto da Finep quanto da Fapesc e desenvolveram muitos produtos, de diversas áreas”, destaca o presidente da Fapesc. Durante o evento, promovido na sede da Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc), em Florianópolis, o público pode conferir de fitoterápicos a processos acessibilidade.

 Case de sucesso do Tecnova I

Uma das empresas beneficiadas pela primeira edição do Tecnova foi a Fornari Indústria, de Concórdia, que recebeu um aporte de R$ 600 mil em 2016. Ela desenvolveu um filtro-prensa para separar resíduos de animais, como suínos e bovinos, e industriais. O aparelho é usado tanto por produtores rurais quanto por agroindústrias. O principal benefício da máquina é ambiental. Ele reduz em até 30% o fósforo do material sólido, permite reúso da água e possibilita até mesmo a geração de energia por meio de biogás.

Segundo Luciane Piovezan Fornari, diretora da Fornari Indústria, o salto da empresa só foi possível graças ao incentivo governamental. Ela espera retribuir aos cofres públicos com crescimento do negócio e pagamentos de tributos. “Costumo dizer que a Fornari era uma antes do apoio da Fapesc e hoje é outra. Com certeza, fomos muito beneficiados. Agora temos como meta, em até cinco anos, faturar 50 vezes o valor nos foi concedido em incentivo”, diz Luciane.

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Um aparelho auditivo voltado ao público de baixa renda, um composto plástico capaz de aumentar a durabilidade de alimentos e um drone aquático que faz tarefas difíceis para seres humanos são exemplos de produções com recursos estaduais e federais com impacto na inovação catarinense. Esses e outros resultados dos investimentos no âmbito do Programa Tecnova estarão em uma exposição de produtos, processos e serviços no dia 17 de maio, às 14hs, na Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc).

A EXPO Tecnova integra a programação do último evento de uma série de seis promovidos em diversos municípios catarinenses para mostrar à sociedade o que foi realizado com recursos públicos a 53 micro e pequenas empresas. Entre as produções, um aparelho auditivo com tecnologia nacional para ser disponibilizado pelo SUS (Sistema Único de Saúde). "Até onde sei, é o único que usa tecnologia nacional tanto no hardware quanto no software", explicou Alexandre Ferreira, diretor do Tecnologia da WaveTech Soluções Tecnológicas, empresa que recebeu R$600 mil do programa para desenvolver partes do equipamento.

Outro case de sucesso é um processo voltado a desacelerar a degradação de frutas por meio da nanotecnologia. O aditivo se mostrou eficaz não só na conservação de alimentos em ambientes industriais, como também em geladeiras de uso doméstico. Por trás da novidade está a empresa Nanoativa, que abriu as portas em 2012 com auxílio financeiro do Sinapse da Inovação, da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc). Em seguida o Tecnova – também operado pela Fundação - proporcionou o que faltava para a consolidação da companhia e o aumento de sua competitividade.

Ambos os programas, Sinapse e Tecnova, também contribuíram para o desenvolvimento de várias versões de drones aquáticos que se enquadram na categoria VANTNA (Veículo Aquático Não-Tripulado de Navegação Autônoma):  “Há muitas demandas que sequer imaginávamos, entre elas as da Agência Nacional da Água e das empresas que prestam serviços a ela”, disse o engenheiro Roberto Böell Vaz, responsável pelo desenvolvimento dos veículos da Roaz Engenharia.

Os barcos e drones carregam equipamentos capazes de mapear a topografia subaquática e executar outras tarefas sem condutores, seja para identificar poluentes ou verificar a vazão de rios. Tarefas diversas já foram executadas pelas embarcações em locais tão distantes quanto o Lago Paranoá, em Brasília, e a Baía da Guanabara, no Rio de Janeiro – serviram também para localizar estacas submersas sob a Ponte Hercílio Luz, na capital catarinense.

Lançamentos

“O Tecnova é mais um exemplo do cumprimento da missão da Fapesc ao viabilizar o aporte de recursos do Estado de Santa Catarina em empresas catarinenses, gerando soluções de problemas e inovação para a sociedade catarinense”, disse Fábio Zabot Holthausen, presidente da Fapesc.

Holthausen e o titular da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável, secretário Lucas Esmeraldino, abrirão o evento. Por volta das 14h45, a palestrante Ligia Zotini vai abordar as Tecnologias para o Século XXI. Ela é pesquisadora, fundadora do Voicers - ecossistema digital de educação que busca democratizar o acesso às tecnologias e tendências futuras - e Mestre em Global Talent Management pela PUC/SP com extensão na Universidade de Wuhan – China, entre outros feitos de uma carreira de 15 anos na Indústria de Tecnologia e 20 anos na Educação.

O evento terá ainda pitches de empresários e anúncios de novas chamadas públicas a serem lançadas pela Fapesc e Financiadora de Pesquisa e Inovação (Finep): o Centelha, programa federal de fomento ao empreendedorismo inovador inspirado no Sinapse da Inovação, da Fapesc; e o Tecnova 2, que dará continuidade aos esforços de aumentar a competitividade do setor produtivo. O primeiro edital deste programa de apoio à inovação rendeu aproximadamente R$ 23 milhões às empresas selecionadas – em média R$ 430 mil para cada –, graças à parceria Fapesc-Finep.

Exemplos por mesorregião                                             

A Voxter Soluções em Manutenção Industrial, sediada na região Norte do Estado, construiu um elevador versátil para transferência de pessoas com deficiência física. No oeste catarinense, a PSQ Máquinas industriais fabricou equipamento para aplicar lacre em embutidos na indústria frigorífica. A Dualbase Tecnologia Eletrônica, uma das representantes da Grande Florianópolis, desenvolveu um sistema para monitoramento ambiental e geológico por meio de sensores inovadores. A Vinícola Abreu Garcia, na Serra Catarinense, criou novos espumantes mediante processos inovadores.  A Leripio Consultoria em Gestão e Sustentabilidade, no Vale do Itajaí, gerou um sistema de qualificação de gestores, operadores e fornecedores da alimentação escolar. E na região Sul, a Tauens, fez um medicamento fitoterápico inovador para o tratamento de infecções que está em fase de aprovação por parte da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

O Programa

O Tecnova é um programa nacional, idealizado pela Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP) e operado em parceria com 21 estados brasileiros. O objetivo é criar condições financeiras favoráveis e apoiar a inovação para o crescimento rápido de um conjunto significativo de empresas de micro e pequeno porte, com foco no apoio à inovação tecnológica.

Em Santa Catarina, a Fapesc, responsável pela operação no estado, lançou em 2013 o edital para a concessão de recursos de subvenção econômica (recursos não reembolsáveis) para a pesquisa e desenvolvimento de produtos, serviços, insumos, equipamentos e/ou processos inovadores, associados a claras oportunidades de mercado que promovam a inovação e contribuam significativamente na geração de emprego e renda e ao aumento de competitividade das empresas proponentes, nas áreas como: Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs); energias renováveis e cadeia de petróleo e gás; saúde; e Inovação.

As 53 empresas contempladas receberam entre R$ 200.000,00 e R$ 600.000,00 da Fapesc, totalizando R$ 23 milhões em investimentos. As companhias selecionadas, em contrapartida, aportaram de 5 a 10% dos valores recebidos no edital -  5% no caso das microempresas e 10% no caso das empresas de pequeno porte.

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Florianópolis receberá em novembro a Knowledge Cities World Summit 2019fórum para acadêmicos, profissionais, servidores públicos e formuladores de políticas de diferentes partes do mundo. O objetivo é contribuir para as discussões sobre como os centros urbanos e suas regiões podem enfrentar desafios como inclusão social, desigualdades econômicas e degradação ambiental por meio do desenvolvimento inovador baseado em conhecimento. 

Com o tema “Sustentabilidade e Inovação na Era do Conhecimento“, a 12ª edição do evento é organizada pelo World Capital Institute, em parceria com a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Fecomércio SC) e com apoio da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), por meio do Centro de Ciências da Administração e Socioeconômicas (Esag) – entre outros parceiros. 

A programação inclui o Consórcio Doutoral. Nele, alunos de pós-graduação terão oportunidade de apresentar, discutir e obter feedback sobre seus projetos de pesquisa de especialistas internacionais em seus campos. Também estão previstas sessões de treinamento para profissionais e workshops e entrega do Prêmio MAKCi (Most Admired Knowledge City).

Submissão de trabalhos 

O prazo para a submissão de propostas de resumos, workshops e apresentações é até 1º de junho. Autores de artigos selecionados para apresentação durante o congresso serão convidados a adaptar seu artigos para publicação em fascículos regulares ou especiais de periódicos científicos internacionais.

O tema, os tópicos e as orientações para envio de trabalhos estão em: kcws2019.com.br/trabalho 

Saiba mais sobre o evento no site oficial: kcws2019.com.br

Mais informações pode ser obtidas com a secretaria do congresso, pelo e-mail: kcws.secretariat@gmail.com 

SERVIÇO:

O que: Knowledge Cities World Summit 2019

Quando: 4 a 8 de novembro

Onde: Hotel Sesc Cacupé (Estrada Haroldo Soares Glavan, 1670 – Florianópolis)

Inscrições: kcws2019.com.br

Submissão de Trabalhos (até 1º de junho): kcws2019.com.br/trabalho


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 Foto: Julio Jaramillo/ Fapesc

Em 2009, a bióloga Juliane Luzia Schmitt Pereira e colaboradores encontraram uma espécie aparentemente desconhecida de begônia durante o levantamento de epífitas, no 1° Ciclo do Inventário Florístico Florestal de Santa Catarina (IFFSC), trabalho realizado com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc). Quase 10 anos depois, o pesquisador Julio Jaramillo visitou o Herbário Dr. Roberto Miguel Klein, em Blumenau, e ficou intrigado com a planta. Juntamente com outros autores, oficializou a descoberta na revista internacional Phytotaxa, que publica uma ampla gama de assuntos, mas se concentra em novas espécies.

O IFFSC anunciou a novidade em 2019, no site https://sites.google.com/view/iffportal/. “Apesar de Santa Catarina ter sido muito bem amostrada por Raulino Reitz e Roberto Miguel Klein entre 1940-1980, ainda são descritas espécies até então desconhecidas pela ciência. A primeira delas foi uma bromélia (Vriesea rubens), com registro para Orleans. Posteriormente foram descritas Hippeastrum verdianum (amarílis), Campylocentrum schlechterianum (orquídea), em São Martinho, e Begonia trevisoensis (begônia) na cidade de Treviso”, afirma o André Luís de Gasper, professor doutor e curador do Herbário da Universidade Regional de Blumenau (Furb), onde a planta foi tombada sob número 698.

Vale lembrar que a equipe do inventário fez as primeiras medições para definir a cobertura florestal de Santa Catarina entre os anos de 2007 a 2011, com o levantamento de 597 parcelas distribuídas pelo Estado. A remedição de 419 dessas parcelas (Ciclo 2) iniciou em 2014 e já está 80% concluída.

Os levantamentos contínuos da vegetação catarinense fornecem dados importantes para a geração de informações sobre a dinâmica das florestas: taxas de crescimento, de mortalidade e de recrutamento (ingresso de novas árvores na floresta). Essas informações contribuem para a avaliação do comportamento de populações e comunidades vegetais ao longo do tempo e permitem investigar como elas reagem às intervenções do homem, como a exploração madeireira, por exemplo.

Homenagem a Treviso

Begonia trevisoensis, da família Begoniaceae, foi localizada em uma área de Floresta Ombrófila Densa relativamente bem preservada, na localidade de Nova Brasília, Treviso, e recebeu este nome em homenagem ao município de Treviso, no Sul catarinense. A coleta pode ser consultada, por meio do código FURB1520, no Herbário Virtual Reflora  - que também teve apoio da Fapesc, vinculada à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável.

A espécie foi descrita por Julio C. Jaramillo,do Programa de Pós-Graduação em Biologia de Fungos, Algas e Plantas, Universidade Federal de Santa Catarina; Ludovic Jean Charles Kollmann, do Instituto Nacional da Mata Atlântica; e Pedro Fiaschi, do Departamento de Botânica, Centro de Ciências Biológicas, UFSC. Confira aqui a publicação com a descrição detalhada sobre a nova espécie.

“Há outras pesquisas em curso. Isso demonstra que o Estado ainda tem espécies desconhecidas em seu território e que estudos para registrar a flora são importantes para garantir a conservação de todas as espécies”, conclui Gasper, coordenador do Programa de Pós-Graduação em Biodiversidade da Furb.

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 Foto: Doia Cercal/Secom

Em visita ao Governo do Estado e o polo tecnológico Sapiens Parque, nesta sexta-feira, 29, na Capital, o Ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), o astronauta Marcos Pontes demonstrou interesse em replicar o modelo de ecossistema de inovação catarinense para o país e sinalizou apoio Federal à Rede de Centros de Inovação de Santa Catarina. A agenda foi proposta pelas secretarias de Desenvolvimento Econômico Sustentável, de Articulação Nacional, e pelo deputado federal Daniel Freitas.

Cumprindo programação intensa em Santa Catarina, iniciada às 10 horas, o ministro se reuniu com o governador Carlos Moisés na Casa d’Agronômica e concluirá a agenda com palestra na Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc). Também teve a oportunidade de conhecer as potencialidades do Sapiens Parque e dos clusters e empreendimentos de tecnologia do estado que representam 5.6% do PIB catarinense.

"Santa Catarina é um estado inovador em diversas áreas e chegou a hora da administração pública também incorporar essa cultura. Nossa rede tecnológica já é considerada uma referência e a intenção do ministro de replicar nosso modelo de ecossistema de inovação para outras regiões é importante como sinal de que estamos no caminho certo", disse o governador.

Marcos Pontes acompanhou, ainda, uma explanação do secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDS), Lucas Esmeraldino, e de seu adjunto, Amandio João da Silva Júnior, sobre a política de inovação em Santa Catarina e os pilares do projeto de governança dos Centros de Inovação pelo Estado (em fase final de elaboração) com propósito de criar sintonia, sinergia e de compartilhar boas práticas com todo ecossistemas de inovação do estado.

“Queremos usar estas ideias e esse modelo. Tenho relatos positivos do ambiente de inovação de Santa Catarina e agora levo uma impressão ainda mais fundamentada. Podem contar com o Ministério e com a minha ajuda”, avisou o ministro Marcos Pontes.

Para Esmeraldino, é muito importante que o estado seja reconhecida por este novo movimento e modelo de ecossistemas de inovação: “Ficamos muito felizes com o feedback do Ministro em relação ao modelo da Rede de Centros de Inovação de Santa Catarina. A inovação não é palavra da moda, é a principal política de desenvolvimento do Estado. Será a nossa maior obra”.

Em 2014, Santa Catarina lançou a pedra fundamental para implantar 13 Centros de Inovação. Nesta etapa, o Governo construiu prédios, criou conceitos e inaugurou duas unidades (Lages e Jaraguá do Sul), financiadas pelo Estado em parceria local com prefeituras, universidades e entidades empresariais. Os Centros de Blumenau, Chapecó, Joaçaba, São Bento do Sul, Tubarão e Itajaí estão em construção. A Rede também contemplará unidades construídas com diferentes modalidades de parceria público-privada: pelo poder local, em projetos independentes, a exemplo de Videira; pela iniciativa privada, como Joinville, Florianópolis e Rio do Sul; e ainda pelo Governo do Estado em parceria com o MCTIC, como em Brusque.

Os ecossistemas de inovação, que incluem os Centros, seguem três frentes de trabalho: ativar, integrar e dar vida ao ecossistema (alinhar a tríplice hélice); criar e consolidar uma cultura de território de empreendedorismo e inovação; gerar e escalar negócios inovadores que vão levar à região rumo à nova economia.

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Fotos: Gustavo Amorim / SDS

Santa Catarina inova mais uma vez e ganha mais um Centro de Inovação, com a inauguração do Ágora Hub, em Joinville, que tem um investimento 100% privado. O novo espaço de 7 mil metros quadrados de área construída passa a integrar a Rede de Centros de Inovação de SC, com apoio institucional do Estado.

O ato foi oficializado na noite da última quinta-feira, 28, durante a inauguração da estrutura, a partir da assinatura do Acordo de Cooperação, entre a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável, o Perini Business Park, o Ágora Tech Park, Join.Valle e a Prefeitura de Joinville, que juntos, passam a integrar o planejamento de ações com foco no desenvolvimento e no fortalecimento do ecossistema inovador do Estado.

Para o secretário da SDS, Lucas Esmeraldino, com a inauguração do Ágora Hub, o Governo de Santa Catarina avança: em vez de construir mais uma obra, auxilia na conexão, aliando parcerias para fomentar o ecossistema tecnológico com a participação da iniciativa privada e universidades e, passa a incentivar ainda mais a multiplicação de novos Centros.

“Esta integração com a iniciativa privada vai ao encontro do momento econômico e dinâmico atual, que demandam sinergia dos diferentes atores, otimização dos recursos, celeridade nas ações e oferece apoio do empreendedorismo tecnológico na cidade de Joinville e região. A partir deste exemplo, muitos outros surgirão, como teremos daqui a pouco em Videira. Saímos na frente com a implantação do projeto dos Centros de Inovação e, agora, nos mantemos avante, inovando e fomentando, não necessariamente com construções, mas, sim fomentando conceitos”, destaca o secretário.

Centro de Inovação em Joinville integra Rede Tecnológica do Estado

Ocupação em 90%

Com um investimento de R$ 20 milhões o empreendimento estreia com ocupação de 90% em um ambiente aberto, interativo, colaborativo e sustentável, criado para potencializar conexões inteligentes entre atores do ecossistema de inovação e tecnologia. O Ágora Hub é o prédio principal do Ágora Tech Park, que reúne o campus Joinville da UFSC, com 13 mil metros, que oferece oito cursos de engenharia e duas pós-graduações; e o prédio da Conta Azul, que tem 9 mil metros quadrados.

O parque tecnológico prevê a construção de mais quatro prédios, o que vai totalizar 70 mil metros quadrados de área construída, 140 mil metros quadrados de área de terreno e um investimento privado de R$ 120 milhões. Atualmente, ocupa uma parte dentro do Perini Business Park, que é o maior parque empresarial multissetorial da América do Sul sediado no Norte de Joinville.

O presidente do Instituto Ágora de Ciência e Tecnologia, Emerson Edel, destaca o momento importante para Joinville, região e também para o Estado, pois a inovação é uma das grandes bandeiras de Santa Catarina.

“Avaliamos que o Governo tem que estar presente neste ecossistema de inovação, esse projeto da Rede de Inovação é um conceito que a gente gosta muito. E esta possibilidade, por meio deste convênio, de integrar o Ágora no Centro de Inovação da Rede é muito positivo, para o ecossistema como um todo e principalmente para nós como Parque Tecnológico local”, destacou Edel.

Centro de Inovação em Joinville integra Rede Tecnológica do Estado

O reitor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Ubaldo Balthazar, pontuou a importância da sinergia entre a academia e demais atores e o impacto no desenvolvimento tecnológico. “Estamos com um campus dentro do Parque tecnológico e somos hoje objeto de desejo de várias universidades que querem este modelo. Damos um salto para o mundo neste modelo de pesquisa de ponta. E a palavra chave é a parceria, nossos cientistas trabalhando em projetos com investimentos locais e estaduais”, disse Balthazar.

Também presente no evento o prefeito de Joinville, Udo Döhler, destacou em sua fala que o Perini Business Park abriga 20% do PIB de Joinville, “e agora vivemos um momento ímpar com a criação deste espaço que tem a missão de derrubar muros invisíveis e permitir a aproximação entre academia, empresas,  setor público e pessoas”, frisou.

O presidente do Instituto Ágora de Ciência e Tecnologia e CEO do Grupo Perini na América Latina, Marcelo Hack, destacou a importância das conexões inovadoras em Santa Catarina. “Estamos muito felizes pelo posicionamento do Estado que deixa de se preocupar com o tijolo, com a obra, para se preocupar com o ecossistema que é o que de verdade agrega valor, isso é a certeza que este centro de inovação vai se desenvolver em Joinville e vai poder se integrar com os outros Centros do Estado”, concluiu.

Centro de Inovação em Joinville integra Rede Tecnológica do Estado

O diretor executivo do Ágora, ex-diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação da Secretaria de Estado de Desenvolvimento (SDS), Jean Vogel, entusiasta da inovação empreendedora no Estado, comemorou este passo. “Santa Catarina é o único Estado que tem essa abordagem tão incisiva na promoção da inovação e, este novo Governo, em tão pouco tempo, já percebe que o momento atual da economia do país pede uma aproximação mais eficaz das estruturas privadas. É uma continuidade do processo não mais investir em construções de espaço e sim no recheio. De um lado a agilidade da iniciativa privada e do outro o peso institucional do Governo, referência no setor de tecnologia e inovação, fazendo com que a tríplice hélice funcione e inspire outros estados” avaliou.

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