O Setor de Obras do Centro de Ciências Tecnológicas (CCT), da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), em Joinville, anunciou a conclusão da fase estrutural da construção do prédio multidisciplinar (Bloco I) no campus da instituição. “Com a proximidade da finalização também da cobertura metálica, pode-se afirmar que a obra atingiu sua forma definitiva, com 55% de seu cronograma físico”, afirmou o engenheiro responsável pela obra, Théo Guardiano.

Prosseguem os trabalhos de alvenaria interna e externa, paralelamente ao revestimento das fachadas. A previsão é que a obra seja entregue no segundo semestre deste ano.

O prédio, com 7,5 mil metros quadrados, recebe investimento de R$ 12,3 milhões do Governo do Estado e tem conclusão prevista para o segundo semestre de 2018. Com sete andares, a edificação contará com auditório para 173 lugares, biblioteca de 1.500 m2, 25 salas de aula e quatro laboratórios de informática. A ordem de serviço foi assinada em  12 de junho de 2015.

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O empreendedorismo catarinense ganhou mais um importante incentivo. O governador Raimundo Colombo oficializou nesta quarta-feira, 7, o anúncio dos 102 projetos selecionados entre as 1.791 ideias inscritas na 6ª edição do programa Sinapse da Inovação. Cada contemplado receberá R$ 60 mil do Governo do Estado como auxílio financeiro para colocar a ideia em prática e mais R$ 40 mil em bolsa federal do CNPq para contratação de um técnico especialista, totalizando a aplicação de mais de R$ 10 milhões em recursos para promover a inovação catarinense.

“A cada ano, o programa é mais disputado e a qualidade dos projetos aumenta e isso está fazendo com que Santa Catarina se fortaleça como um centro de inovação. O Sinapse garante um recurso fundamental para que ideias se transformem em projetos, e que projetos virem empresas, gerando empregos em todas as regiões do estado. Estou muito feliz em ver essa juventude construindo um futuro de forma tão inteligente e competente”, destacou Colombo.

O presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado (Fapesc), Sergio Gargioni, afirmou que o programa é fundamental para que Santa Catarina mantenha o status de estado mais empreendedor do país. No ato desta quarta, também participaram representantes da Junta Comercial e da Secretaria do Desenvolvimento Econômico Sustentável, que estão à frente do programa Bem Mais Simples. A iniciativa facilita o processo de abertura de empresas no Estado e vai contemplar os novos empreendedores que surgirem do programa Sinapse.



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Em suas cinco primeiras edições, o Sinapse da Inovação gerou 385 empresas e mais de 1.500 empregos direto, abrangendo 90% dos municípios catarinenses. Já foram geradas 151 patentes e exportados produtos para 36 países.

Boas ideias em todas as regiões

O ato desta quarta contou com a participação de representantes de alguns dos projetos selecionados, envolvendo empreendedores de todas as regiões do Estado. Robison Wille, da Armatech, de Luserna, no Oeste, por exemplo, está à frente do protótipo de um braço mecânico que possa ser usado como assistente cirúrgico, podendo ser aplicado em diferentes áreas da medicina.

As mulheres também ganharam destaque nesta edição. Liliane Fernandes Antonio, da CHAWork, de Criciúma, integra o grupo que criou uma plataforma inteligente de recrutamento e seleção de profissionais.

“Santa Catarina é o sucesso que é hoje graças aos seus empreendedores. Grandes empresas começaram suas trajetórias com projetos pequenos, como as ideias que saem daqui hoje”, acrescentou o governador Colombo.

A lista completa com os 102 projetos será disponibilizada no site da Fapesc.

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Para fortalecer o ambiente de inovação no Estado, a Secretaria do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDS) elaborou o Guia de Implantação de Ecossistemas e Centros de Inovação de Santa Catarina. Dividido em três volumes, o material está disponível no site da SDS. "Trabalhamos para entregar não apenas as obras físicas, como também um guia conceitual para que os comitês e a sociedade possam transformar os prédios em verdadeiros hubs de conexão e de desenvolvimento", diz o secretário da SDS, Carlos Chiodini.

O primeiro livro apresenta o projeto dos Centros de Inovação e o Pacto pela Inovação em Santa Catarina, além de uma abordagem conceitual sobre o tema como política pública. O segundo volume é composto de um material técnico, voltado aos Comitês de Implantação dos Centros de Inovação e pessoas envolvidas nos ecossistemas e ambientes de inovação em seus municípios. Segundo o diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação da SDS, Jean Vogel, este material apresenta um passo a passo, desde modelos conceituais e metodologias pesquisadas ao redor do mundo, até documentos de ordem prática, como modelos de editais e regimento interno.

Já a terceira obra, sobre especialização dos Centros de Inovação e suas regiões, está em desenvolvimento em parceria entre a SDS e O Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc).

“Este é o resultado de mais de dois anos de estudos, pesquisas, vivências, entrevistas e consultoria com especialistas de diversas partes do mundo. Nossa equipe trabalhou arduamente para construir um material didático e moderno, fundamental para ações integradas entre os setores públicos e privados em prol da inovação”, explica Vogel.

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Uma equipe de cinco pesquisadores da Universidade do Oeste de Santa Catarina (Unoesc), campus Videira, testou processos de tratamento de resíduos da indústria de lâminas de madeira, conhecidas como compensados. Eles descobriram que a chamada Reação de Fenton, somada a processos de coagulação e adsorção, é o processo mais eficiente, já que os fenóis e sólidos suspensos encontrados no efluente foram totalmente biodegradados. O estudo foi apoiado pelo Governo do Estado por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc) no programa Universal, que auxilia a realização de projetos em todas as áreas do conhecimento. As amostras foram coletadas em uma indústria de laminados de Pinus SP.

Efluente bruto e tratamentos
Amostras contendo efluente bruto e tratado com diferentes processos. Foto cedida pelo pesquisador

Os efluentes provenientes do cozimento de toras apresentam alta carga orgânica, composta principalmente por taninos e lignina. Em função da pouca eficiência e do alto custo dos processos convencionais biológicos e físico-químicos neste tipo tratamento, os pesquisadores testaram três alternativas, tentando atender as exigências da legislação ambiental: processos de coagulação, adsorção-coagulação (utilizando como adsorvente carvão ativado) e Reação de Fenton. “O grande objetivo foi desenvolver processos que não apenas remediam a situação destes poluentes, mas sim os transforme em compostos biodegradáveis e menos nocivos para o nosso ecossistema”, diz o coordenador da pesquisa, Jean dos Santos Menezes.

Para tratar os resíduos, os métodos de coagulação química, adsorção com carvão ativado e separação por membranas demonstraram grande eficiência, no entanto, os poluentes retidos tiveram de ser tratados também com processos oxidativos avançados (POA). O coordenador do estudo explica que os POA têm recebido grande interesse no tratamento e pré-tratamento de compostos não biodegradáveis em águas, atmosferas e solos contaminados, pois convertem a matéria orgânica em gás carbônico e água, ou, no caso de pré-tratamentos, torna-os biodegradáveis.

A reação de Fenton, aplicada nos efluentes pesquisados, é um dos principais POA e consiste na reação entre Fe 2+ e peróxido de hidrogênio. “O Reagente de Fenton tem sido utilizado com sucesso no tratamento de diversos tipos de efluentes, como os que contêm fenóis, clorofenóis, tensoativos, corantes e ainda no tratamento de lixiviado de aterro sanitário (chorume)”, exemplifica Jean. Seus principais usos são na redução da DQO (Demanda química de oxigênio), da cor e toxicidade dos efluentes; na oxidação de águas residuárias tóxicas ou que inibam o tratamento biológico; e na coagulação de impurezas que são transferidas para o lodo. Em relação aos fenóis encontrados no efluente, foram totalmente biodegradados, assim como os sólidos suspensos. Os outros compostos do efluente tiveram cerca de 70% de mineralização. Comparando os resultados de todos os três processos aplicados, a Resolução do Conama nº 357, os parâmetros de Nitrogênio Amoniacal e Fenóis encontram-se dentro da legislação.

Sistema de tratamento de efluentes indústria de madeira
Sistema de tratamento instalado em indpustria de Pinus SP, em Videira. Foto cedida pelo pesquisador

A vantagem do uso da Reação de Fenton, em relação a outros processos é que ela possui baixa toxicidade, é de fácil obtenção e seus reagentes são de baixo custo e podem ser reutilizados. Além disso, os POAs são os mais indicados para o tratamento de compostos refratários (aqueles que não podem ser biodegradados), que se transformam em biodegradáveis, e possibilitam o tratamento “in situ”, e ainda ajudam a mineralizar o poluente, não apenas transferindo-o de fase. “Essa solução estimula a conscientização ambiental na empresa e na região. A respeito disto, como desdobramento da pesquisa, a equipe aprovou projeto de educação ambiental relacionada a efluentes, junto ao CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico)”, diz o coordenador de projetos da Fapesc, Gilberto Montibeller, que acompanhou os resultados da pesquisa.

Outras empresas da região já demonstraram interesse em otimizar seus sistemas de tratamento e aplicar soluções que foram desenvolvidas durante o trabalho de pesquisa apoiado pela Fapesc. Os pesquisadores ainda realizaram um trabalho visando o aproveitamento dos resíduos sólidos gerados na combustão nas caldeiras como matéria-prima para a fabricação de tijolos e blocos de concreto, obtendo bons resultados.

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Jéssica Trombini
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Em parceria com o Intituto Euvaldo Lodi (IEL), a Fundação de Amparo à Pesqusia e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc) lança o Programa Talento Inovador. A chamada é voltada a empresas, que devem apresentar projetos de PDI (Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação) visando ao aumento da competitividade, por meio de inovação de produtos e processos, organizacional, em design, marketing e modelo de negócios. O valor aportado pelos dois órgãos para apoiar os projetos poderá chegar a R$ 2,7 milhões.

O programa será operado em fluxo contínuo em 2018, com análise e julgamento dos projetos em até 30 dias úteis contados da submissão, sendo divulgados os aprovados no 1º dia útil após julgamento. A chamada está disponível neste link, e as propostas devem ser submetidas pela Plataforma FAPESC

Os projetos podem ter duração de até 48 meses, com a atuação de bolsistas de diversos níveis, desde graduados até com titulação de doutor.  O número de bolsistas requerido deve ser consistente com a complexidade do projeto, com o histórico de caráter inovador e tamanho (pequena, média ou grande) da empresa. As bolsas terão prazo de vigência de 12 meses, renovável por mais 12, após avaliação de desempenho, podendo haver substituição do bolsista durante a execução do projeto.

A equipe responsável deve ter no mínimo dois integrantes, e o coordenador deve ser pesquisador, pessoa física, com titulação mínima de graduado ou, excepcionalmente, experiência comprovada de, no mínimo, cinco anos na linha de abrangência do projeto. À empresa é necessário comprovar estrutura básica para desenvolvimento de projetos de PDI, equipe capacitada e comprometida com a inovação.  

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Inauguração do Cete, no Parque Tecnológico Alfa. Foto: James Tavares/Arquivo Secom

Quase R$ 50 milhões foram investidos em 2017 em pesquisas, inovações, capacitação de recursos humanos em nível de pós-graduação e difusão do conhecimento pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc).

Este órgão do governo estadual apoiou mais de 200 congressos científicos e similares por meio do edital Proeventos. Os mais de 15 mil participantes dos eventos promovidos são apenas uma parcela das pessoas que tiveram acesso aos conhecimentos gerados ou discutidos, já que muitos dos encontros resultaram em livros ou anais eletrônicos disponíveis para consulta na internet.

O ano de 2017 marcou também os 10 anos do Inventário Florístico Florestal de Santa Catarina (IFFSC). Desde 2007, o IFFSC vem gerando informações atualizadas, detalhadas e confiáveis sobre a quantidade e qualidade das florestas no estado, para orientar políticas públicas voltadas ao uso sustentável dos recursos florestais. Atualmente é um programa permanente do Governo do Estado e neste ano recebeu R$ 400 mil de um total de R$ 6 milhões já repassados pela Fapesc.

Recordes

O programa Sinapse da Inovação ganhou uma dimensão jamais imaginada quando idealizado pela Fundação Certi, há 10 anos. Operado com apoio financeiro da Fapesc desde 2009, o Sinapse foi implantado também nos estados do Amazonas e Espírito Santo, recebendo apoio das respectivas Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa, e em 2017 inspirou um programa nacional de empreendedorismo inovador, o Centelha.

Responsável pela criação de mais de 400 startups inovadoras em Santa Catarina, de mais de 1,5 mil empregos diretos e de aproximadamente 150 patentes desde sua edição piloto, o Sinapse da Inovação está em sua sexta edição em Santa Catarina. No dia 17 de novembro, a Fapesc divulgou a lista das 300 ideias selecionadas para a segunda fase do programa, que nesta edição contou com 1.791 propostas de negócios submetidas por 4.074 participantes – provenientes de 113 municípios catarinenses –, um recorde que denota a grande demanda pelo fomento estadual em inovação.

Outro recorde foi na demanda do Programa de Apoio à Infraestrutura de CTI para Jovens Pesquisadores: 501 propostas foram submetidas por pesquisadores de todo o Estado. O montante disponível era de R$ 3 milhões, tendo sido contemplados 43 projetos. Este é o 5º edital do Programa, que desde 2003 repassou R$ 7,8 milhões para a comunidade científica catarinense, atendendo a quase 200 projetos no Estado.


Foto: Jaqueline Noceti /Arquivo Secom

Ainda em 2017, a sexta edição Prêmio Stemmer Inovação Catarinense retomou seus moldes originais ao contemplar cinco categorias: Empresa Inovadora de Micro e Pequeno Porte, Empresa Inovadora de Médio e Grande Porte, Instituição de CTI, Instituição Inovadora e Protagonista da Inovação. A premiação foi entregue pelo governador Raimundo Colombo, o ministro de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações Gilberto Kassab e outras autoridades na instalação do Departamento Regional Sul da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) em Florianópolis. A capital catarinense foi escolhida para sediar o escritório que atenderá a todos os estados da Região Sul pela qualidade da CTI em Santa Catarina e pelo empenho do presidente da Fapesc, Sergio Gargioni.

Ele também esteve por trás da instalação do Cete-Embraer (Centro de Engenharia e Tecnologia), no mesmo prédio onde está localizada a Fapesc – local que também passou a abrigar o escritório Finep. A cerimônia de inauguração do Cete reuniu, entre outras autoridades, o governador Raimundo Colombo e o professor Álvaro Prata, secretário de Desenvolvimento Tecnológico do MCTIC.

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O novo prédio em Pinhalzinho do Centro de Educação Superior do Oeste (CEO), da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), foi inaugurado nesta quarta-feira, 20, com a presença de gestores, da comunidade acadêmica e de autoridades estaduais e municipais. Com investimento de R$ 4,9 milhões da universidade, a obra de 2,4 mil metros quadrados fica no km 573 da Rodovia BR-282, na Localidade de Santa Terezinha, e abrigará as graduações em Engenharia de Alimentos e em Engenharia Química e o Mestrado em Ciência e Tecnologia de Alimentos a partir do próximo ano, beneficiando mais de 210 acadêmicos.

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Crédito: Heloisa Dallanhol/FAPESC

Oportunidades de estudos na Itália e de internacionalização para empresas brasileiras foram alguns dos assuntos abordados num workshop realizado nesta terça-feira, 19, no auditório da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc). O evento foi organizado em parceria com o Laboratório de Tecnologias de Gestão (LabGES) do Mestrado Profissional em Administração da Esag da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc).

O encontro teve palestras de Antonio Corradi, professor da Universidade de Bolonha (Unibo); Lucia Mazzoni, chefe de Inovação em Serviços da Aster; e Giovanni Grazia, que está à frente da Agenda Digital Emília-Romana.

Representantes da administração pública, da comunidade acadêmica e de empresas italianas também reservaram parte da tarde para falar individualmente com interessados em detalhes dos projetos apresentados ou mesmo em possíveis parcerias. Além disso, a vinda dos italianos ajuda em um estudo de viabilidade para a formação de um grupo de pesquisa internacional, segundo o professor Carlos Roberto De Rolt, da Udesc. “Estamos trazendo para a comunidade acadêmica e empresarial algo que iniciou dentro da nossa universidade, mas que estamos abrindo para todos”, disse De Rolt, que, entre outras coisas, atua no LabGES, um dos idealizadores do projeto Udesc-Unibo Joint Lab.

O novo laboratório, a ser formado por pesquisadores e empresários do Brasil e de países da União Europeia, pretende pesquisar o uso de Big Data (grosso modo, grande conjunto de dados armazenados) para desenvolver a chamada indústria 4.0, ou Quarta Revolução Industrial.

O projeto que estuda sua viabilidade foi criado pela Unibo e tem prazo para execução até junho de 2018. No próximo ano, dois eventos estão previstos para ocorrer em Bolonha, para finalização do estudo para a criação do Joint Lab on Big Data for Industry 4.0.

Durante o workshop de terça-feira, o porfessor Corradi falou sobre a Unibo, que congrega cerca de 84 mil alunos e tem um campus avançado em Buenos Aires. A instituição fica na Emília-Romana, província italiana cujo nível de desemprego está abaixo da média italiana, ou seja, é menos de 7% enquanto que a porcentagem de desocupados na Itália supera os 12%. Essas e outras cifras foram mostradas por Grazia, da Ader. Já Mazzoni abordou a Aster, organização sem fins lucrativos cujo foco é a inovação. Ela disse estar interessada no modelo de inovação aplicado em Santa Catarina e por isso visitou Acate, Sapiens Parque e Instituto Senai no dia 18 de dezembro, com os colegas de comitiva, Claudio Bergamini (Imola Informática), Filippo Di Cesare (Engineering), Luca Foschini (UNIBO) e Patrick Baudon (Engineering). Eles participam de reunião técnica na Udesc dia 20 de dezembro e no dia seguinte encerram a missão no Brasil.

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Foto: Douglas Saviato / SAN

Um acordo de cooperação técnica entre o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de Santa Catarina e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) foi assinado nesta segunda-feira, 18, em Brasília. O termo, que garante a reciprocidade de acesso a informações e dados das duas instituições, foi assinado pelo ministro e presidente do TSE, Gilmar Mendes, o presidente e desembargador do TRE/SC, Antonio do Rêgo Monteiro, e o secretário de Articulação Nacional, Acélio Casagrande.

O termo assinado visa viabilizar ao TSE o acesso aos dados mantidos em registro pelo Estado, através da emissão d​o​ Registro de Identidade Civil (RIC) e da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Além disso, o TSE irá conceder ao Estado acesso a serviços ofertados pelos eleitores e de consulta à lista de validação e coincidências biométricas. ​​Para Acélio Casagrande, representando o Governo do Estado, o acordo contribuirá para um avanço significativo às eleições ​catarinenses​.

“O nosso Estado já é referência no Brasil pelo trabalho de ​​recadastramento biométrico realizado nos últimos anos. Nós do Governo do Estado estaremos disponíveis a fim de ajudarmos o Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina, portanto, colocaremos o nosso corpo técnico à disposição para que a nossa população seja toda ​recadastrada. Assim, teremos uma eleição ainda mais segura, ágil e eficaz”, frisa.

Os dados dos eleitores, de acordo com o termo assinado, serão manuseados pelo TSE e pelo Estado com a finalidade de incrementar e qualificar o cadastro dos votantes, resguardando as informações em sigilo. Segundo o​ presidente e​ desembargador do TRE/SC, Antonio do Rêgo Monteiro, 52% do eleitorado catarinense está ​re​cadastrado biometricamente. “O objetivo é alcançar no próximo ano 5 milhões de eleitores ​recadastrados no Estado. Estamos com boas práticas eleitorais para tornar ​os pleitos​ cada vez mais democrátic​o​s”, afirma Monteiro.

Após a assinatura do acordo de cooperação, o ministro Gilmar Mendes destacou que os termos assinados com os Estados garantem eleições mais seguras e eficazes, sendo que pouco mais de 70 milhões de pessoas ​já ​realizaram o seu ​re​cadastramento biométrico, o que representa pouco mais da metade dos eleitores brasileiros. “Se não for a mais, temos uma das eleições mais ​​céleres do mundo, com uma apuração segura e em poucas horas. Esta assinatura é um passo importante para conseguirmos a biometrização ​completa em Santa Catarina”, comenta.

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Douglas Saviato
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Fotos: Jaqueline Noceti / Secom

Em reunião com o ministro de Estado da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, nesta segunda-feira, 11, na Casa da Agronômica em Florianópolis, o governador Raimundo Colombo conheceu o Programa Internet para Todos, que pretende levar internet banda larga a áreas rurais e localidades que ainda não têm o serviço. Santa Catarina será o primeiro Estado a receber os pontos de conexão com a rede a partir do próximo ano.

“Santa Catarina é o Estado certo para ser o pioneiro neste projeto. Temos uma boa distribuição demográfica, uma força muito grande na área rural e um trabalho já feito junto com o ministério nas escolas. Esse é um passo decisivo com o satélite lançado em maio (deste ano), que permite desdobrar e chegar internet a todos os cantos do Estado, principalmente na área rural”, destacou Colombo.