Nesta quinta-feira, 28, foram entregues os prêmios das equipes vencedoras do 2º Hackathon #DesenvolveSC. A competição de programação do Centro de Informática e Automação de Santa Catarina (Ciasc) foi realizada entre os dias 18 e 20 de agosto. “As equipes trabalharam durante 40 dias para concluir o projeto e, agora, apresentaram o produto final”, explica o vice-presidente de Tecnologia do Ciasc, Luiz Antônio da Costa Silva.

O tema desta edição foi Segurança Pública. O primeiro lugar foi para a equipe Devoz, que recebeu R$ 5 mil pelo projeto WebZinhos. “Trabalhamos em um sistema de controle e gerenciamento da Rede de Vizinhos, projeto da Polícia Militar. Hoje são mais de mil grupos no WhattsApp e a plataforma vai facilitar o trabalho para a segurança da população”, explica o participante José Raupp.

Já o segundo colocado foi o grupo If- Else, premiado com R$ 3 mil pelo dispositivo Geo. O projeto é destinado à medição de umidade e movimentação do solo, com objetivo de auxiliar a Defesa Civil no monitoramento de áreas de risco.

O time Guardiões recebeu uma menção honrosa pelo aplicativo Protetor, que visa garantir o cumprimento das medidas protetivas de urgência, facilitando o atendimento das mulheres que estão em situação de risco, incluindo violência doméstica. “Em apenas um dia, são registrados mais de 60 casos de violência doméstica contra mulheres em todo o Estado. A ideia é que o aplicativo facilite a pedido de socorro, por meio de um botão do pânico”, conta Fabiane Nunes, membro da equipe Guardiões.

Os projetos WebZinhos e Protetor serão integrados ao aplicativo PM Cidadão, ação que faz parte de um acordo de cooperação técnica entre Ciasc e Polícia Militar de Santa Catarina (PMSC), que será firmado nos próximos dias. O 2º Hackathon #DesenvolveSC foi realizado com parceria da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDS), Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP) e Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

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Michelle Nunes
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No dias 5 e 6 de outubro, o Instituto Federal Catarinense, campus Rio do Sul, sedia a Reunião Devolutiva e Evolutiva da V Conferência Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação. O encontro com representantes das esferas governamental, empresarial, acadêmica e sociedade civil irá promover o debate sobre ações estratégicas para o setor em Santa Catarina, a fim de construir a proposta de um Plano Estadual de CTI para suprir as demandas identificadas. O evento está sendo organizado pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc) e pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDS), que na mesma ocasião irá divulgar o Pacto pela Inovação.

Realizada no fim de 2015 em seis cidades catarinenses, a Conferência Estadual de CTI resultou em 450 propostas para melhorar as condições locais em oito dimensões, como ciência, tecnologia, inovação, infraestrutura e desenvolvimento. Os mais de 1,2 mil participantes das quatro esferas se reuniram para discutir a percepção e as necessidades regionais. As análises sobre a realidade de CTI das seis mesorregiões catarinenses estão disponíveis no livro da V Conferência Estadual de CTI, publicado em 2016. A metodologia das reuniões foi elaborada pelo Programa de Pós-Graduação em Engenharia e Gestão do Conhecimento da Universidade Federal de Santa Catarina (EGC) e parceiros da Rede ReCIS (Rede Catarinense de Conhecimento e Inovação Sustentáveis).

Agora, com as sugestões resumidas e compiladas, representantes de todas as esferas irão debater as necessidades comuns às regiões com o objetivo de elaborar a proposta de um Plano Estadual de CTI numa articulação multi-institucional. São esperadas lideranças de instituições como Associação Catarinense das Empresas de Tecnologia (Acate), Instituto Euvaldo Lodi (IEL), Banco Regional do Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) e Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc). As inscrições para o evento podem ser feitas aqui

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Até o dia 31 de outubro, os Programas de Pós-Graduação strictu sensu das Instituições de Ensino Superior de Santa Catarina podem solicitar cotas de bolsas para apoiar os projetos de seus pós-graduandos. A chamada de bolsas para 2018 está sendo lançada pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc) em parceria com a Coordenação de Aperfeiçoamento de pessoal Nível Superior (Capes).

A proposta deve ser submetida na Plataforma Fapesc pelo coordenador do Programa de Pós-Graduação. Serão oferecidas 225 cotas de bolsas de mestrado acadêmico e 195 cotas de bolsa de doutorado, que somam mais de R$ 28,6 milhões. 

Serão considerados a evolução das três últimas avaliações da Capes (ou recomendação quando se tratar de curso novo), as melhorias incorporadas ao Programa, o número de mestrandos e doutorandos, e o número de professores e pesquisadores vinculados, entre outros critérios que podem ser consultados no edital, disponível neste link .

Os alunos beneficiados com bolsas devem ser ingressantes em 2017 ou 2018 e estar regularmente matriculados no Programa contemplado, até a data de submissão do Termo de Compromisso e Formulário Capes, além de terem os currículo atualizados na Plataforma Lattes. Entre outras exigências estão: possuir plano de trabalho vinculado a projeto de pesquisa da instituição e residir em Santa Catarina no período de vigência da bolsa.

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Jéssica Trombini
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O vice-governador Eduardo Pinho Moreira participa nesta quinta-feira, 21, às 17h, em Joinville, da inauguração da nova sede dos institutos Senai de Inovação em Sistemas de Manufatura e em Processamento a Laser. A solenidade contará com a presença dos presidentes da Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc), Glauco José Côrte, e da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Róbson Braga de Andrade.

Com oito mil metros quadrados de área construída, a nova sede está adequada ao atendimento das necessidades tecnológicas. A obra tem sistemas que impedem a trepidação dos equipamentos de alta precisão provocada pelo trânsito nas imediações. A instalação dos dois institutos recebeu investimentos de R$ 59,7 milhões, sendo R$ 25 milhões em obras e R$ 34,7 milhões em máquinas e equipamentos, com recursos da iniciativa privada em parceria com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Antes da solenidade, o vice-governador Pinho Moreira, acompanhado da secretária da Agência de Desenvolvimento Regional de Joinville, Simone Schramm, e a diretora da Vigilância Sanitária Estadual, Raquel Ribeiro Bittencourt, visita as instalações do Catarinense Pharma. A indústria farmacêutica se concentra em Joinville e tem na presidência o empresário Adriano Bornschein Silva. Em 2017 produzirá mais de 10 milhões de unidades de medicamentos fitoterápicos, vitamínicos e suplementares e atende todo o mercado nacional.

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Foto: Jéssica Trombini/Fapesc 

Sistema de gerenciamento das comunidades terapêuticas, programa de biometria facial e acreditação das comunidades são as três tecnologias inovadoras desenvolvidas pelo grupo de pesquisadores do Programa de Atenção a Dependentes de Substâncias Psicoativas, conhecido como Reviver. Durante dois dias de evento, técnicos da Secretaria de Estado da Saúde receberam capacitação da coordenadora geral do projeto, a pesquisadora Maria de Lourdes de Souza. O evento aconteceu na Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do estado de Santa Catarina (Fapesc), onde também haverá, nesta quarta-feira, 20, a capacitação das comunidades terapêuticas.

As ferramentas foram desenvolvidas por um grupo de pesquisadores, entre 2014 e 2016, em paralelo aos dois editais destinados à seleção das comunidades terapêuticas para acolhimento dos pacientes. Os dois primeiros editais foram lançados pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Extensão Universitária (Fapeu), ligada à Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), com participação do governo do Estado por meio da Fapesc  e a Comissão de Prevenção e de Combate às Drogas da Assembleia Legislativa de Santa Catarina.

A coordenadora do projeto elogia a iniciativa do Governo do Estado em institucionalizar o Reviver como programa da Secretaria de Estado da Saúde, que lançou edital neste ano e selecionou 75 comunidades terapêuticas para acolhimento em todo o Estado. Ela ressalta a importância do programa e dos resultados para aproximar os dependentes químicos, as comunidades terapêuticas, o Sistema Único de Saúde e a Assistência Social.

A superintendente de planejamento e gestão da SES, Grace Berenhauser, diz que existe uma quebra de paradigma dentro da Secretaria para incluir as comunidades terapêuticas no âmbito da Saúde, e que as ferramentas produzidas pelos pesquisadores para o Reviver irão facilitar a regulação das comunidades. 

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Foto: Veleiro ECO / Divulgação

O Veleiro Eco, construído e projetado no Sapiens Parque por alunos, professores, técnicos e engenheiros da UFSC, será lançado ao mar na manhã desta quarta-feira, 6, às 9h em estaleiro que fica sob a cabeceira da Ponte Hercílio Luz, na parte continental de Florianópolis. Essa é a primeira embarcação catarinense que será usada em expedições e pesquisas oceanográficas no Brasil. Foram investidos R$ 2,3 milhões, sendo R$ 210 mil do Governo do Estado por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc).

A embarcação foi construída no Sapiens Parque, no Bairro Canasvieiras, em Florianópolis e será transportada por uma carreta até o estaleiro. Com  5,2m de altura, 20m de comprimento e 5,4m de largura, uma logística foi preparada com uma equipe de apoio que seguirá na frente da carreta retirando ou deslocando possíveis obstáculos, a exemplo de semáforos, sinalizações e fiações. A previsão é de aproximadamente quatro horas para concluir o transporte.

Quando estiver na água, serão realizados alguns testes. Depois, o veleiro seguirá até uma marina em Biguaçu, onde será instalado o mastro e realizada a finalização dos testes. Ele deve seguir para Itajaí no dia 30 de setembro e, em 3 de outubro, haverá a solenidade de batismo com o lançamento oficial do Veleiro ECO UFSC. A sua primeira expedição tem como destino a Ilhas São Paulo, São Pedro e Trindade.

Com 60 pés, o veleiro é feito de alumínio naval, soldado com tecnologia TIG e MIG de última geração, sendo grande parte por métodos automáticos. Terá capacidade de hospedar comodamente até dez pessoas, entre pesquisadores e tripulantes. Possui características de segurança e navegabilidade, permitindo expedições científicas de grande porte, incluindo as polares, particularmente a Antártica. A quilha retrátil permitirá ainda a navegação em águas rasas de mangues e estuários de rios, áreas pouco exploradas pelas ciências nacional e internacional.

O projeto tem recursos da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc), da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC).

"Valeu a pena o investimento do Estado neste projeto de vanguarda e inédito, pois a Universidade Federal passa a ser a única do país a ter um veleiro deste tipo para expedições científicas. O foco será tratar do lixo plástico no oceano, que é um grande problema mundial. Ele vai se integrar a um projeto internacional, o Atlantic International Reseach Center (AIR Center), organização científica internacional voltada à pesquisa no Oceano Atlântico", disse o presidente da Fapesc, Sergio Gargioni. 


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Foto: Hackathon Celesc

Após mais de 50 horas de muito trabalho e concentração, a maratona de desenvolvimento e inovação das Centrais Elétricas de Santa Catarina chegou ao fim na noite de domingo, 3, com a proposta da equipe Odin como vencedora do Hackathon Celesc 2017. O time apresentou uma solução que deverá trazer uma economia de R$ 3,7 milhões ao ano para a empresa ao garantir mais eficiência e assertividade na hora de lidar com consumidores inadimplentes.

A partir de uma análise minuciosa da base de dados oferecida para estudo, os cinco participantes de Criciúma criaram um sistema que utiliza uma régua dinâmica para diferenciar ações que devem ser tomadas com diferentes perfis de clientes, evitando iniciativas que se mostram historicamente ineficazes. Como premiação, os vencedores ganham, entre outros brindes, uma viagem para Medellín, na Colômbia, para conhecerem empresas e organizações que são destaque em tecnologia e inovação mundial.

>>> Fotos do evento

Em segundo lugar, a equipe FiveVoltz, que desenvolveu um chatbot para interação com clientes em plataformas digitais, levou smartphones. Já a Meca Solutions, terceira colocada com uma solução que utiliza inteligência artificial para fiscalizar fraudes nas ligações de energia elétrica, ganhou vale-compras de R$ 500 e mais benefícios de parceiros e apoiadores do evento. Outra ideia para combater furtos de energia foi apresentada pela EnerBits, equipe que ficou com a menção honrosa do Hackathon Celesc.

Vale destacar que a iniciativa da Celesc contou com a parceria importante da Via Estação do Conhecimento, grupo líder em pesquisa na área de empreendedorismo e inovação.

Planejamento e programação

A busca por alternativas para resolver problemas da Celesc em relacionamento com clientes, gestão de inadimplência e furto de energia mobilizou 60 profissionais de múltiplas áreas vinculadas à Tecnologia da Informação e Comunicação (TICs) para uma maratona de mais de 50 horas de desenvolvimento. Com o auxílio de um time de 48 mentores, 23 deles técnicos da própria companhia, os participantes tiveram acesso a dados reais da empresa e problemas vivenciados nos departamentos de Gestão de Clientes e Gestão Técnico-Comercial.

Entre as soluções desenvolvidas para a Celesc no fim de semana de Hackathon, estão chatbot para relacionamento e cobrança de fatura; sistema para determinar zonas com maiores gastos de energia; criação de medidores e ferramentas de navegação e mapeamento de Unidade Consumidora; sensoriamento de rede no combate à inadimplência; gerenciamento eletrônico de contratos; identificação de padrão para classificar perfil de clientes relacionados com fraudes; entre outras.

O presidente da Celesc, Cleverson Siewert, sempre atento às tendências do ramo de tecnologia e inovação, diz que se identifica com o clima do evento, que trará benefícios tanto para a Celesc quanto para a vida profissional dos participantes. “Quando se tem força, garra e determinação, o mundo se torna pequeno diante dos seus objetivos. E as equipes mostraram isso no Hackathon Celesc, com todo mundo se superando o tempo todo”, disse.

O presidente reforça que tem por objetivo adotar uma velocidade de mudança interna na Celesc maior do que a do mercado para que a organização não se desatualize. “Fiquei emocionado em dividir esse momento com os times do Hackathon. Eu acredito que, assim, sacrificando fim de semana e deixando de fazer igual a todo mundo, é que as pessoas se destacam e conquistam seus verdadeiros sonhos. Todos os que fizeram parte desse evento se dedicaram em prol da empresa e os resultados serão refletidos para toda a sociedade”, afirmou.

Conheça quem esteve com a Celesc

Apoio logístico: Via do Conhecimento/Universidade Federal de Santa Catarina;
Apoio institucional: Grupo Sonda, SoftPlan, NEC, Grupo EDP, A Vero Domino, Teltec Solutions, Intelbras, Quantum Engenharia, PWX, APC - Associação dos Profissionais da Celesc, BBL, Orsegups, Cooperativa Credelesc, Fundação Celos, Selbetti, Neuron, CIASC - Centro de Informática e Automação;
Parcerias: IBM/Plataforma Cloud, Acate – Vertical de Energia, Sesi FIESC, ACVideo, Jovem Pan Floripa, ALanchonete, Vita Essência, Teiko, Aramado Café.

Premiações
Primeiro lugar:
- Viagem à Colombia para integrantes da equipe;
- Pré-incubação no Cocreation Lab;
- Consultoria especializada em negócios durante a pré-incubação;
- Encontro com atividades semanais para estruturação do empreendimento;
- Pontuação diferenciada no processo seletivo da incubadora MIDI Tecnológico;
- Associação sem custo por dois anos à Acate.
- 100% da primeira mensalidade e da matrícula no MBA de Inovação da Estácio de Sá
- Consultoria em Pitch para tradução (inglês) pela Milestone English.

Segundo lugar:
- Smartphone para cada integrante da equipe
- Pré-incubação no Cocreation Lab;
- Consultoria especializada em negócios durante a pré-incubação;
- Encontro com atividades semanais para estruturação do empreendimento;
- Pontuação diferenciada no processo seletivo da incubadora MIDI Tecnológico;
- Associação sem custo por dois anos à Acate.

Terceiro lugar:
- Vale-compras de R$ 500 para cada integrante
- Pré-incubação no Cocreation Lab;
- Consultoria especializada em negócios durante a pré-incubação;
- Encontro com atividades semanais para estruturação do empreendimento;
- Pontuação diferenciada no processo seletivo da incubadora MIDI Tecnológico;
- Associação sem custo por dois anos à Acate.

Menção honrosa:
- Uso do coworking Cocreation Lab;
- 100% da primeira mensalidade e da matrícula no MBA de Inovação da Estácio de Sá;
- Consultoria em Pitch para tradução (inglês) pela Milestone English.

>>> Em desafio sem intervalo, Hackathon estimula equipes a encontrarem soluções para a Celesc

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Fotos: James Tavares/Secom

O governador Raimundo Colombo inaugurou na manhã desta sexta-feira, 25, o Centro de Engenharia e Tecnologia da Embraer (Cete-SC), no prédio da incubadora Celta, localizado no Parque Tecnológico Alfa, em Florianópolis. A estrutura vai centralizar a gestão dos projetos desenvolvidos em Santa Catarina, que incluem parcerias com empresas privadas e com a Fundação Centros de Referência em Tecnologias Inovadoras (Certi).

Também participaram do ato o secretário de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação, do Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Álvaro Prata; o presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc), Sergio Gargioni; o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável, Carlos Chiodini; o diretor presidente da Embraer, Paulo Cesar Silva; o vice-presidente de Engenharia e Tecnologia da Embraer, Humberto Pereira; e o superintendente geral da Fundação Certi, José Eduardo Fiates.

“Estamos ganhando um grande espaço tecnológico, porque é um setor com tecnologia de ponta e nós temos uma comunidade bastante preparada para essa parceria. Nós abrimos as portas para o futuro, no campo extraordinário que é o aeronautica. É um passo gigantesco para o desenvolvimento desse setores em Santa Catarina”, destacou Colombo.


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A qualidade da engenharia e as iniciativas do Governo do Estado por meio da Fapesc foram fatores fundamentais na decisão da Embraer instalar o Cete na capital catarinense. Outro ponto positivo é a parceria com a Certi que conta com a experiência dos especialistas de competências técnico-científicas em eletrônica, software, metrologia e instrumentação.

“Nós estamos aqui fazendo inovação importante porque é um polo bastante forte no Estado, principalmente em Florianópolis. Vamos desenvolver sistemas eletrônicos para aeronaves de uma forma bastante eficiente. Hoje nós importamos esses equipamentos. E agora temos a possibilidade de fazer o desenvolvimento aqui no Brasil, dando a possibilidade de inovar e trazer realmente o desenvolvimento interno do país através da inovação”, explicou o diretor presidente da Embraer, Paulo Cesar Silva.


Governador Colombo e o diretor presidente da Embraer, Paulo Cesar Silva

Na ocasião foi assinado um novo contrato de R$ 5,5 milhões entre a Fapesc e a Certi, para dar continuidade ao desenvolvimento de tecnologia em sistemas eletrônicos para uso aeronáutico. O valor será repassado pelo Governo do Estado, por meio da Fapesc, até 2019. “O Estado tem feito investimentos na Certi, mesmo nessa época de crise, para que não pare com nenhum projeto de inovação e tecnologia”, disse o governador.

A Certi trabalha em projetos para o desenvolvimento da tecnologia aeronáutica, que é resultado de um convênio de R$ 13 milhões repassados pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc) em 2015, para o desenvolvimento de tecnologia pré-competitiva de sistemas eletrônicos para uso aeronáutico. Desde 2014, a Certi atua como Unidade EmbrapII para sistemas inteligentes, também para apoiar as indústrias do segmento aeroespacial e defesa. A Embraer é a primeira das empresas contempladas pela parceria, que pode se estender a outras instituições.

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Foto: James Tavares / Secom

O governador Raimundo Colombo, representantes da Embraer, da Fapesc e da Fundação Certi inauguram na sexta-feira, 25, o Centro de Engenharia e Tecnologia da Embraer (Cete-SC). O ato será realizado às 10h, no prédio da incubadora Celta, localizado no Parque Tecnológico Alfa, em Florianópolis.

De acordo com o governador Raimundo Colombo, a instalação do centro da Embraer contribui para que Santa Catarina concentre iniciativas de inovação no segmento aeronáutico. “É um passo gigantesco para entrarmos num setor muito competitivo, que é o aeronáutico. O primeiro passo de uma longa caminhada, em que já temos previsão de trazer para o estado setores importantes desta área”.

Com sete engenheiros da Embraer, o centro vai centralizar a gestão dos projetos desenvolvidos pela empresa em Santa Catarina, que incluem parcerias com empresas privadas e com a Fundação Centros de Referência em Tecnologias Inovadoras (Certi).

Resultado de um convênio de R$13 milhões repassados pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc) em 2015, a Certi trabalha em projetos para o desenvolvimento da tecnologia aeronáutica. A Embraer é a primeira das empresas contempladas pela parceria, que pode se estender a outras instituições.

“O Governo do Estado, através da Fapesc, tem procurado apoiar, reforçar e financiar o surgimento de um centro de excelência para o setor aeronáutico no Estado. A Embraer já tem centros pelo país, e a instalação de um em Florianópolis vai criar competência tecnológica e empresarial, empregos e economia para a região”, destaca o presidente da Fapesc, Sérgio Luiz Gargioni.

O superintendente de negócios da Certi, Laercio Aniceto Silva, ressalta que a parceria com a Embraer é fundamental para que empresas catarinenses possam se tornar futuras fornecedoras da indústria aeronáutica. “O objetivo é investir em empresas que já tem uma base tecnológica, para que elas se mantenham atualizadas e tragam cada vez mais desenvolvimento para Santa Catarina, e que outras empresas também possam participar de projetos globais”.

Novo convênio

Durante o evento também será assinado um novo contrato de R$ 5,5 milhões entre a Fapesc e a Certi para dar continuidade ao desenvolvimento de tecnologia em sistemas eletrônicos para uso aeronáutico. O valor deve repassado pelo Governo do Estado, por meio da Fapesc, até 2019.

Serviço:
O quê: Inauguração do novo Centro de Engenharia e Tecnologia (Cete-SC)
Quando: 25 de agosto, às 10h
Onde: Km1 da SC-401, Módulo 12, Incubadora Celta, Parque Tecnológico Alfa, Florianópolis.

Informações adicionais para a imprensa
Heloisa Dallanhol
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Estão abertas as inscrições na internet para o curso de extensão gratuito sobre Astronomia e Astronáutica do Centro de Educação Superior do Oeste (CEO), da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), em parceria com a Associação Apontador de Estrelas. O conteúdo será ministrado em Chapecó (inscrições até 31 de agosto) e em Pinhalzinho (até 15 de setembro).

Com 30 horas, o curso será destinado a pessoas interessadas em conhecer as ciências que buscam explicar o céu, o espaço e as tecnologias dessas áreas.

As aulas em Chapecó começarão em 4 de setembro, sempre às segundas-feiras, das 19h às 21h, nos prédios da Udesc no Centro e no Bairro Santo Antonio. Em Pinhalzinho, as aulas serão às sextas-feiras, à tarde, a partir de 22 de setembro, no Bairro Efacip. 

Os dois cursos abordarão temas como sistema solar, estrelas, galáxias, Universo, exploração do espaço, programa espacial brasileiro, satélites, plataformas especiais, veículos lançadores de satélites, sensoriamento remoto e meteorologia.

Essa ação, do projeto Espaço Astronomia Udesc Oeste, terá também atividades práticas como observação do céu com telescópio, sessões do Planetário Digital e construção de foguetes didáticos.

Segundo o coordenador da iniciativa, professor Daniel Iunes Raimann, o curso chega à sua oitava edição e busca divulgar a Astronomia e Astronáutica no Oeste do Estado. Até agora, já participaram cerca de 300 pessoas, a maioria de estudantes de licenciatura.

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