Foto: Julio Cavalheiro/Secom

Calor intenso, sol, férias e muitos procuram se refrescar, seja nas águas agitadas do mar ou nas calmas e tranquilas de um rio, lago ou piscinas. Porém, algumas pessoas esquecem de tomar os cuidados necessários e o que seria uma diversão pode se transformar em transtornos e até mesmo uma tragédia. Em Santa Catarina, um dado alarmante merece atenção especial nesta temporada. O Corpo de Bombeiros registrou 38 afogamentos seguidos de mortes, entre 1º de outubro de 2018 e 15 de janeiro de 2019. No mesmo período do ano passado, foram 23 mortes. O crescimento é de 65,2%.

Dos óbitos registrados nesta temporada, 24 ocorreram em água doce, todos em área não monitorada. Em água salgada, foram 14 mortes, sendo duas em área guarnecida e 12 em locais sem a presença do guarda-vidas. Já durante todo o ano de 2018, foram registrados 34 afogamentos seguidos de óbito em água doce e em áreas sem guarda-vidas. No mar, foram 15, sendo que de todas essas, apenas uma morte foi em local com a presença da corporação, devido ao intenso trabalho de prevenção realizado.

O tenente Ian Triska, instrutor de salvamento aquático e chefe de Comunicação Social do Corpo de Bombeiros Militar, explica que a maioria dos locais de óbitos por afogamento ocorrem em água doce, como rios, represas, lagoas e cachoeiras, e onde não há a presença da corporação.

São vários os fatores. O tenente relata que no interior do Estado muitas pessoas não têm o hábito de praticar natação, e a profundidade dos rios de uma hora para outra pode aumentar, além das correntezas, que são fortes. Também é muito comum o uso de embarcações, às vezes precárias, e sem o uso dos coletes salva vidas. Outro fator constatado é a ingestão de bebidas alcoólicas que, associadas aos fatores citados, podem colaborar para as mortes por afogamento, assim como a falta de supervisão com as crianças. “A educação é imprescindível para que este número de mortes seja reduzido”, observou.


Foto: Julio Cavalheiro/Secom

Os casos

Em pouco mais de três meses de Operação Veraneio do Corpo de Bombeiros Militar, os guarda-vidas que atuam em 170 balneários (praias, rios e represas) realizaram 2.773.810 prevenções em Santa Catarina, que é a abordagem dos guardas vidas à população: orientações sobre os melhores locais para banho, apito quando alguém entra em local de risco, e outras informações. No Estado, são 1.146 guarda-vidas civis na trabalhando alta temporada por dia. 


Foto: James Tavares/Secom

O tenente do Corpo de Bombeiros Militar Ian Triska lembrou de um caso onde três crianças estavam brincando no mar, enquanto os pais estavam na cadeira de praia. A bandeira sinalizava perigo e corrente de retorno, os pais foram alertados, mas os filhos continuavam na beira da praia.

Em um momento, as três foram levadas simultaneamente pela corrente de retorno. Atento a situação, um guarda-vida conseguiu chegar antes que a tragédia fosse maior. Elas estavam afundando, e ele entregou o equipamento de flutuação às crianças. Apesar de continuarem sendo levadas pela água, a moto aquática foi acionada e o guarda-vidas conseguiu retirá-las da água.

O mesmo trauma também foi vivido por 1.131 banhistas nesta temporada, que foram arrastados, mas não chegaram a se afogar, graças à rápida atuação dos guarda-vidas. Os casos foram registrados tanto em mar quanto em água doce e muitos deles envolveram crianças e adolescentes.

“É preciso respeitar as bandeiras e avisos. E é muito importante que os pais não deixem as crianças sozinhas. Nossa missão é salvar vidas e proteger as pessoas. Orientamos para que um momento de diversão não se torne uma tragédia”, disse o tenente Ian.


Tenente do Corpo de Bombeiros, Ian Triska. Foto: Julio Cavalheiro/Secom

Principais causas

As principais causas dos afogamentos relatadas pelo Corpo de Bombeiros são normalmente a falta de experiência com a água e descuido. Outro fator de risco é a ingestão de bebidas alcoólicas.  Geralmente as pessoas perdem a noção de perigo, as habilidades para nadar ficam menores e, em caso de afogamento, a recuperação da vítima é muito complicada. "Inclusive a maior parte dos arrastamentos acontecem das 16 às 18 horas, fato atribuído a ingestão de bebidas alcoólicas", reassaltou Ian. 

No mar, as correntes de retorno são a causa de aproximadamente 90% das ocorrências de afogamento em Santa Catarina. Neste caso, a água retorna com mais força da areia e puxa o banhista para dentro do mar. Em água doce, as correntes já estão presentes no curso do rio, no entorno de cachoeiras. Além disto, nestes locais os perigos com o fundo (com troncos de árvores, redes e ferragens), a profundidade e a falta de cuidados podem ser fatais.


Foto: Maurício Vieira/Secom

Os cuidados

A orientação do Corpo de Bombeiros para evitar acidentes é procurar se banhar próximo aos postos de guarda-vidas, verificar as condições do local onde pretende mergulhar e não deixar a água ultrapassar a linha da cintura. Nunca nadar após ingerir bebidas com álcool. Outro cuidado é com as crianças, que precisam estar sempre a um braço de distância dos responsáveis.

Em embarcações, o uso de coletes salva vidas é imprescindível. O tenente Ian chama atenção ainda para que as pessoas não tentem salvar banhistas vítimas de afogamento sem estar habilitado ou devidamente treinado. Neste caso, uma das indicações é lançar algum objeto que o ajude a flutuar e acione os guarda-vidas ou a emergência pelo telefone 193; caso contrário, é possível que a pessoa se torne uma segunda vítima em uma ocorrência.


Foto: Maurício Vieira/Secom

Outro cuidado é evitar se aproximar de costões. Ao caminhar sobre as pedras destes ambientes, observe antes se uma onda não poderá atingi-lo e jogá-lo no mar ou até mesmo escorregar. Nunca se atirar de cabeça para mergulhar; certifique-se da profundidade e verifique a presença de pedras ou mexilhões grudados nas pedras que podem cortar, no caso do mar. Um acidente pode provocar sequelas irreversíveis. Estes cuidados são essenciais também para costões e pedras de riachos, lagoas, açudes, cachoeiras, rios e represas.


Foto: Maurício Vieira/Secom

As bandeiras


Arte: Fabiano Borba/Secom

Confira os dados das últimas temporadas  


Arte: Fabiano Borba/Secom

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Foto: Acervo Corpo de Bombeiros

O ano era 2014, a vítima estava em uma embarcação em uma área de difícil acesso em Bombinhas quando o helicóptero do Arcanjo foi acionado. Com dificuldades de pousar e muito vento na região, um dos bombeiros da aeronave conseguiu descer de rapel até o barco para avaliar o homem que passava mal, com um rádio na mão, recebendo instruções da equipe médica. Quando a vítima entrou em parada cardiorrespiratória, o médico pulou na água e nadou em direção aos dois, enquanto o resto da equipe levou os materiais necessários em uma lancha.

Situações de resgates como essa já não são mais incomuns para tripulantes do Serviço de Resgate Aeromédico Especializado, os Arcanjos, que provém de uma parceria entre Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina – a qual completa nove anos, no dia 20 de janeiro. As aeronaves Arcanjos, que hoje correspondem a duas asas fixas (aviões) e duas rotativas (helicópteros), passaram a ser referência não apenas estadual, como também nacional. O atendimento pré-hospitalar de urgência oferecido pelas bases aéreas localizadas no Estado atende uma média de mil ocorrências por ano.

Nas aeronaves: um piloto, um copiloto, um tripulante, um enfermeiro e um médico. Foi esta integração, por exemplo, que culminou num atendimento singular no mês de setembro, quando uma partida entre Avaí e Figueirense pela Série B do Campeonato Brasileiro foi interrompida para prestar socorro a um jovem de 25 anos que caiu de uma altura de cinco metros – de uma arquibancada. O paciente, na ocasião, chegou a ser entubado no gramado por um médico do SAMU e, mais tarde, transportado até o Hospital Governador Celso Ramos, onde foi atendido e sobreviveu sem complicações.

“É um serviço que une as melhores referências dos Bombeiros e do SAMU: a consciência logística e o pensamento médico, de regulação. Há especificações que são atendidas por nossos profissionais, os quais treinam para isso. Hoje, na área médica do serviço, nós trabalhamos com cerca de 25 médicos e 20 enfermeiros, de segunda a segunda, atendendo as quatro aeronaves”, acrescenta o coordenador Médico do Grupo de Resposta Aérea de Urgência (GRAU) de Santa Catarina, Bruno Quércia Barros.

 “Por ter âmbito de abrangência estadual, as aeronaves podem ser requisitadas por qualquer central de regulação de Santa Catarina. Há duas situações e há dois tipos de aeronaves – os helicópteros, que são utilizados para o atendimento primário, de risco iminente de morte, e os aviões, os quais atendem mais casos de transportes de pacientes clinicamente estáveis. E essa regulação se tornou vital para a eficácia do socorro e de sua agilidade”, concluiu Barros.

Os atendimentos

Atual comandante do Batalhão de Operações Aéreas (BOA) de Santa Catarina, o Major BM Sandro Fonseca destaca que as aeronaves são acionadas para atendimentos considerados de difícil/impossível acesso via terrestre e que elas são equipadas para darem uma assistência equivalente a que uma vítima receberia em uma UTI móvel.

“Nossa aeronave, hoje, voa a uma velocidade de 200 a 250 Km/h. Isto nos dá a possibilidade de atender um raio de 100 km em cerca de 25/30 minutos. O tempo resposta, por consequência, é percebido rotineiramente pelos catarinenses. Tornou-se sinônimo de confiabilidade e esperança”, avalia.

O futuro Comandante Geral do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina, Coronel BM Edupércio Pratts, que atuou na integração aérea das duas Instituições, analisou os últimos nove anos como produtivos e de agregação de conhecimentos e protocolos para as duas corporações.

“Se temos um sistema de atendimento pré-hospitalar integrado e fortalecido, nos dias atuais, deve-se bastante as experiências de sucesso anteriores, como a dos Arcanjos, que foram uma construção propositiva para o fortalecimento do APH de hoje. É a minha percepção. A parceria otimiza os recursos em cena e direciona o procedimento com especialização avançada. Fomos pioneiros no Brasil. Naquele mesmo ano, por exemplo, outros Estados iniciaram uniões aéreas similares, neste sentido.”, finalizou.

Informações adicionais para a imprensa:
Andrey Lehnemann
Jornalista
Centro de Comunicação Social
Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina / Serviço de Atendimento Móvel de Urgência


Foto: James Tavares/Secom

Os catarinenses e os milhares de turistas que visitam Santa Catarina terão um final de semana com mudanças no tempo. De acordo com a Epagri/Ciram, o sábado, 19, será de céu encoberto com chuva e raios em todas as regiões do Estado. A condição se dá devido a atuação de um sistema de baixa pressão. O calor deve diminuir em relação aos dias anteriores. O vento sopra de noroeste virando para sul, com rajadas fortes no Sul de SC e Litoral.

Para o domingo, 20, a previsão para o Litoral é de nuvens com chuva isolada a qualquer momento. No Oeste e Meio-Oeste, ocorre nebulosidade variável e pancadas de chuva isoladass entre a tarde e noite. A temperatura volta a aumentar gradativamente ao longo do dia. O vento soprará de Sudeste a Sul, com rajadas fortes no Litoral, e de Sudeste a Nordeste, da região Oeste aos Planaltos.

Acompanhe a atualização dos avisos meteorológicos diários e de curto prazo (de 1 até 3 h de antecedência), na página da Epagri/Ciram e nas redes sociais.

RECOMENDAÇÕES DA DEFESA CIVIL 

Tempestades com descargas elétricas (raios), ventos fortes e granizo: Proteja-se em local abrigado, longe de placas, árvores, postes de energia e de objetos que podem ser arremessados. Se não encontrar um abrigo, agache-se com os pés juntos, com a cabeça encostada em seu peito ou entre os joelhos e as mãos cobrindo suas orelhas ou apoiadas em seus joelhos. Se estiver na praia, jamais fique na água. Não olhe para o raio. Se estiver em casa ou qualquer outro local abrigado, desligue os aparelhos eletrônicos, não use o telefone, fique longe das janelas e lembre-se: o banheiro em alvenaria é o melhor local durante uma tempestade!

Alagamentos/inundações: evitar o contato com as águas e não dirigir em lugares alagados. Evitar transitar em pontilhões e pontes submersas e redobrar o cuidado com crianças próximas de rios e ribeirões.

Enxurradas: Não fique próximo às margens de rios e ribeirões, principalmente em regiões de relevo acentuado, montanhoso e pequenos vales, pois muitas vezes há temporais intensos sobre os topos e cabeceiras, gerando repentinamente grande quantidade de água num curto espaço de tempo. Este tipo de evento adverso apresenta grande poder destrutivo, podendo arrastar veículos, pessoas, animais e mobílias por vários quilômetros. A força das águas pode ainda provocar o rolamento de blocos de pedras, arrancar árvores, destruir edificações e causar deslizamentos de terra nas margens.

Qualquer problema deve ser comunicado à coordenadoria municipal de Defesa Civil, telefone de emergência 199, Corpo de Bombeiros 193 ou Polícia Militar 190.

Mais informações: 
Epagri/Ciram
Fone: (48) 3665-5006


Foto: COMPDEC

Na manhã desta quarta-feira, 16, foi realizada na prefeitura de Grão Pará, uma reunião para a avaliação da situação da SC-370 e da Serra do Corvo Branco. Segundo o laudo apresentado pela equipe técnica da Secretaria de Estado da Defesa Civil, (SDC), o risco é considerado muito alto e a indicação é para a continuidade da interdição. Da mesma forma, o relatório sugere o monitoramento topográfico e visual diário para o acompanhamento da situação. “Para a liberação total da rodovia são necessárias obras estruturantes, de recomposição de aterro, contenção e reforço na sinalização”, explicou o geólogo da SDC, Humberto Alves da Silva.

Durante a reunião ficou acertado que a SC-370 e a Serra do Corvo Branco permanecem interditadas até que ações para a redução de riscos sejam realizadas. Dentre elas: impedimento de tráfego de veículos pesados, sinalização adequada, barreiras físicas a margem da rodovia, limpeza da drenagem, desvio na área de escorregamento, monitoramento diário e o fechamento durante a noite para o tráfego de todos os tipos de veículos. Após a conclusão destas ações a via será liberada parcialmente, ou seja, apenas durante o dia. Em paralelo será realizada a busca de uma solução definitiva.

Participaram do encontro representantes das prefeituras da região, das secretarias de Estado da Defesa Civil (SDC) e da Infraestrutura, Polícia Militar (PM), Corpo de Bombeiros Militar (CBMSC) e defesas civis municipais da região.

Segundo o secretário de Estado da Defesa Civil, João Batista Cordeiro Junior, o problema da Serra do Corvo Branco se arrasta há décadas e a população não pode conviver mais com o alto risco que estão expostos todos os dias na SC-370 e na Serra do Corvo Branco. “Estamos juntos buscando o mais rápido possível a liberação do local. Entendemos a importância da via para os moradores da região, por isso, pedimos paciência, pois os órgãos estão trabalhando buscando a normalidade”, destacou o secretário.

A precariedade da Serra do Corvo Branco foi agravada no último sábado, 12, após uma forte enxurrada que atingiu os municípios de Grão Pará e Rio Fortuna. A interdição ocorreu na noite da última segunda-feira, 14, após a avaliação da equipe técnica da SDC. O bloqueio ocorre no trecho da SC-370, entre o distrito de Aiuerê, em Grão Pará, e o topo da Serra, em Urubici. A interdição está sendo realizada por barreiras físicas, com o apoio PMSC.

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Flávio Vieira Júnior
Assessoria de Imprensa 
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Foto: Flávio Vieira/Defesa Civil

Nesta terça-feira (15) a Secretaria de Estado da Defesa Civil (SDC) realizou nova avaliação na SC-370 e na Serra do Corvo Branco e decidiu pela interdição completa das vias. Ambas foram parcialmente interditadas na noite de segunda-feira, 14, devido a estragos provocados por uma forte enxurrada na noite de sábado, 12. 

Após o monitorando realizado neste terça, os técnicos da SDC constataram que há progressão em algumas rachaduras na via. A interdição permanece total até a próxima quarta-feira, 16,  quando a situação será reavaliada em uma reunião entre a Defesa Civil Estadual, os municípios afetados, o SEINFRA e outros órgãos.

A SDC pede a compreensão de todos e destaca que a interdição tem o objetivo de preservar vidas.

Rotas alternativas.
Entre o Litoral e a Serra Catarinense sugerimos os trajetos:

1 - SC-390 e 110 até Urubici - Serra do Rio do Rastro
2 - SC-282
3 - Serra do Rio do Rastro


Arte: Fabiano Borba/Secom

O Governo do Estado de Santa Catarina, por meio da Secretaria de Estado da Defesa Civil (SDC), comunica que a partir da noite desta segunda-feira,14, parte do trecho da SC-370 e a Serra do Corvo Branco foram interditadas. A medida foi tomada após a avaliação feita pela equipe técnica da SDC que constatou alto risco de queda de rochas e comprometimento de diversos pontos da pista.

A interdição foi realizada pela Polícia Militar Rodoviária (PMR) a partir do distrito de Aiurê, no município de Grão Pará, até o topo da Serra do Corvo Branco, em Urubici. Os técnicos da Defesa Civil iniciam nesta terça-feira,15, a elaboração de um plano de trabalho para a solução do problema.

Rotas alternativas

Entre o Litoral e a Serra Catarinense sugerimos os trajetos:

1- SC-390 e 110 até Urubici - Serra do Rio do Rastro
2- SC-282

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Foto: Divulgação/Secom

O final de semana dos catarinenses e dos turistas que visitam o Estado deve ser marcado por pancadas de chuva, típicas de verão, de acordo com a previsão do tempo da Epagri/Ciram. O sábado terá muitas nuvens com a presença de sol, no decorrer da manhã. Entre a tarde e noite, pancadas de chuva isolada com trovoada em todas as regiões. As temperaturas no Estado variam com mínima de 23°C e máxima de 31°C no sábado e 22°C e 32°C no domingo. O vento sopra de nordeste, fraco a moderado com rajadas principalmente no litoral.

No domingo, o tempo segue com sol, aumento de nuvens e pancadas de chuva, com trovoada à tarde. Chuva mais isolada em relação aos dias anteriores, devido ao predomínio de uma massa de ar seco. A temperatura continua em elevação. O vento sopra de nordeste a noroeste, fraco a moderado.

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No verão, os estoques de sangue do Centro de Hematologia e Hemoterapia de Santa Catarina ficam abaixo do normal por conta de férias, feriados e dias mais quentes. Para evitar que essa situação se agrave, o Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina tomou a iniciativa de criar o “dia D” de doação de sangue em todo o estado, uma ação informal que contou com a vice-governadora Daniela Reinehr e cerca de 20 bombeiros ao Hemosc de Florianópolis nesta quarta-feira, 9, para uma coleta coletiva.

Daniela, que já é doadora e tem doadores frequentes na família, agradeceu a ação dos bombeiros e repassou a convocação para a população. “Eu fiquei muito feliz com o convite e aproveito a oportunidade para conclamar a sociedade catarinense para que vá ao Hemosc. São só alguns minutinhos do tempo de vocês, tragam um documento com foto, venham bem alimentados e é importante que estejam se sentindo bem de saúde. Colaborem, a exemplo do que o Corpo de Bombeiros está fazendo. Eu também procurei vir aqui doar, para servir de exemplo para a população, porque é isso que a gente tem que fazer. Os exemplos arrastam, então participem porque é muito importante”, afirmou.

Para a diretora-geral da hemorrede de Santa Catarina, a médica hematologista e hemoterapeuta Denise Linhares Gerent, esta iniciativa do Corpo de Bombeiros e da vice-governadora é de grande valia. "Todas as ações que coloquem no consciente das pessoas a importância da doação de sangue, e que chame a atenção para o ato, nos auxilia muito, uma vez que a população catarinense acaba respondendo e é importante lembrar que a doação não se faz em um único dia, nós precisamos para manter os estoques constantes, com doações que aconteçam regularmente”, explica.

Salvar vidas de todas as maneiras

Além do ato em Florianópolis, cadetes, oficiais e comunitários de todo o estado foram a hemocentros em diversas cidades para realizar a doação. “O Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina é parceiro do Hemosc durante o ano inteiro. Embora estejamos envolvidos na operação veraneio, com salvamentos aquáticos e todo o aparato preparado para o turista e para a população, nós também podemos salvar vidas de outra maneira, e esta é uma ação para conscientizar todos a doarem sangue, sejam bombeiros ou não”, reforçou o tenente Ian Triska, Chefe da Comunicação Social do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina.

A vice-governadora relembrou que este ato simples salva muitas vidas: “Sempre costumo dizer: feliz de quem pode doar, nós temos que pensar que existem pessoas nos hospitais, esperando por esta doação”, complementou.

Sobre a doação de sangue

A doação de sangue é uma ação 100% segura. O doador está totalmente protegido, uma vez que não há contato com nenhum tipo de sangue e nem material utilizado por outros doadores. As agulhas e recipientes são descartáveis e manipulados por uma equipe de profissionais altamente especializada. Para doar é preciso ter idade entre 16 e 69 anos, pesar acima de 50 quilos, estar bem alimentado, saudável e apresentar documento emitido por órgão oficial com foto.

O candidato a doador passará por uma triagem clínica com entrevista sigilosa, na qual é fundamental contar sobre problemas de saúde. É necessário dizer a verdade para que a doação não prejudique o doador ou as pessoas que receberão o sangue.

São retirados apenas 450 ml, e todo o sangue é separado em diferentes componentes, como hemácias, plaquetas, plasma e outros, podendo beneficiar mais de um paciente com apenas uma bolsa coletada. Esses componentes são distribuídos para atender às solicitações médicas.

Periodicidade

Para realizar a doação regular, os homens podem doar em um intervalo de dois meses, não ultrapassando quatro doações por ano. Já as mulheres podem doar em intervalo de três meses, não ultrapassando três doações por ano. 

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Foto: Susi Padilha

O governador Moisés anunciou a recondução do Coronel BM João Batista Cordeiro Júnior ao cargo de secretário de Defesa Civil.

João Batista é formado em Direito pela Universidade do Vale do Itajaí (Univali) e em Administração Pública pela Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc).

Funcionário do Estado desde 1988 ocupou a gerência-geral do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência e é secretário da Defesa Civil desde julho de 2018. Após a reforma administrativa a Secretaria de Estado da Defesa Civil passará a ser uma Secretaria Executiva, ligada ao gabinete do governador.

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Foto: Defesa Civil/SC

Desde o início de 2018, o projeto de Proteção e Defesa Civil em implantação pelo Estado se tornou perceptível e operacional.  No Sul de Santa Catarina, em Araranguá, foi entregue o radar móvel, destinado a cobrir a região. Com esta ação, o Estado passa a ter a cobertura total de radares meteorológicos.  Em conjunto, foi adquirida e instalada a antena de captação de imagens do satélite GOES 16 (Geostationary Operational Environmental Satellite). Os dados fornecidos pelos radares, imagens de satélite, estações de superfície e os modelos meteorológicos de alta resolução, a qualidade da previsão de curtíssimo prazo e emissão de alertas para a população tiveram um ganho exponencial. Possibilitando, assim, o monitoramento mais rápido para a emissão de alertas, resultando em mais segurança para a população.

Neste ano, foram instalados 41 kits de transposição de obstáculos (pontes) em cidades atingidas por desastres naturais. A ação é realizada em parceria com o município, que constrói as cabeceiras e finaliza os acessos. O kit é de concreto, pré-fabricado, custa cerca de 50% de uma ponte convencional e pode suportar até 70 toneladas. Substitui as pontes antigas danificadas pelo tempo ou pela força de enxurradas. Desde 2013, a Defesa Civil SC já instalou 356 kits em Santa Catarina.

Apoio aos Municípios

A cada evento meteorológico intenso, a Defesa Civil de Santa Catarina presta o apoio aos municípios. Dentre as ações de resposta, os kits de Assistência Humanitária.

Item de assistência humanitária

Quantidade fornecida pelo Estado em 2018

Acomodação casal

257

Acomodação solteiro

613

Água potável garrafa de 5 litros

3544

Cesta básica 7 dias

1093

Colchão casal

470

Colchão solteiro

1008

Cumeeiras

354

Kit de higiene

724

Kit de limpeza

785

Prego (kg)

58

Telhas 4 mm

21776

TOTAL

30682

Fonte: Secretaria de Estado da Defesa Civil. Atualizado em 23 de outubro de 2018.

Neste ano, a Defesa Civil catarinense realizou a entrega de 42 casas modulares para famílias atingidas por eventos meteorológicos ou que foram retiradas de áreas de risco. As casas são compostas por dois quartos, sala/cozinha, banheiro e área de serviço e possuem cerca de 40 metros quadrados.

Município

Número de casas modulares entregues em 2018

Ituporanga

06

São Miguel do Oeste

01

Ponte Serrada

25

Lindóia do Sul

03

Tijucas

07

TOTAL

42

Fonte: Secretaria de Estado da Defesa Civil. Atualizado em 31 de outubro de 2018.

Eventos e capacitações

Os eventos e capacitações realizados tiveram como objetivo ampliar o conhecimento sobre ações relacionadas à Defesa Civil como forma de transmitir uma cultura de prevenção contra os desastres naturais e minimizar os impactos gerados. Nos cursos ministrados nas escolas, os professores recebem capacitação, sendo acompanhadas pelos Coordenadores Regionais da Defesa Civil SC.

Na área de produtos perigosos, nosso estado também é referência. A SDC realiza eventos e treinamentos para capacitar os gestores tecnicamente na manipulação, transporte e fiscalização de produtos perigosos. Da mesma forma para preparar a população para agir e saber quem acionar nessas situações.

Em maio, a Secretaria de Estado da Defesa Civil (SDC) fez a entrega, em Florianópolis, do Centro Integrado de Gerenciamento de Riscos e Desastres (CIGERD). O complexo sedia a estrutura administrativa e operacional da Defesa Civil de Santa Catarina.

O Centro firma o papel de integração, estreitando os laços entre todas as agências de governo. No período entre julho e novembro de 2018, mais de 7 mil profissionais passaram por capacitação com o apoio da estrutura da Defesa Civil catarinense. Os treinamentos ocorreram em seminários, palestras e videoconferências, resultando em economia de recursos em deslocamentos e diárias.

Alerta no celular

Com a cobertura total de radares meteorológicos e acompanhamento por satélite, os alertas passaram a ser mais antecipados e assertivos. Até novembro, foram enviados 1403 alertas via SMS para a população dos 295 municípios do território catarinense sobre eventos climáticos. Destes, 909 relacionados a chuvas intensas (total de 65%), 188 a granizo, 123 de alagamentos, 103 de vendaval, 54 de deslizamentos, 21 de enxurradas e cinco de inundações.

O serviço é gratuito e está disponível para todas as re­giões cadastradas. Para receber o SMS, o cidadão só precisa fazer o cadastro enviando uma mensagem de texto para o número 40199 com o CEP de interesse. Até o momento, 379.492 celulares foram cadastrados.

Mapeamento de risco

A SDC realizou a entrega da setorização de riscos para todos os municípios  de Santa Catarina. A ação foi resultado de uma parceria entre Governo do Estado e a União, por meio da Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM). No trabalho, ainda em andamento, é realizada a elaboração de setorização de riscos geológicos para 185 municípios, pré-cartas (238 municípios) e cartas (40 municípios) de suscetibilidade de escorregamentos e desmoronamentos. O encerramento dessas ações deve ocorrer no fim de 2019.

Operações

O CIGERD de Florianópolis, articulado para atender os mais diversos incidentes, conta com uma ampla estrutura tecnológica e operacional. A ações são na área de mitigação, preparação, resposta e recuperação. A atuação é conjunta de todos os órgãos de Governo, de forma transversal, por meio dos Protocolos de Ações Conjuntas - PAC.

Neste ano, dentro do conceito de agência integradora, a SDC realizou uma série de operações que tiveram reflexos diretos na vida das pessoas. Podemos citar: Operação Rota Segura (Greve dos Caminhoneiros), Operação Átomo, Operação Eleições, Monitoramento Ciclone Extratropical, Operação Primavera, entre outra.

Neste contexto, foi realizada pela primeira vez, a Operação Primavera. O objetivo foi preparar o Estado para o período onde ocorrem os maiores eventos climatológicos. Foram desenvolvidas ações sociais, capacitações, treinamentos com a população, apoio a municípios atingidos e uma série de outras atividades.

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