Lagoa da Conceição. Fotos: Celesc

Devido ao grande volume de chuvas em Santa Catarina, a rede elétrica de algumas regiões foi bastante atingida. No início da manhã desta quinta-feira, 11, a região de Itajaí era a mais problemática, com aproximadamente 13 mil Unidades Consumidoras (UCs) sem energia. Dois alimentadores, que atendem os municípios Barra Velha e Porto Belo, foram abertos, bem como dois religadores da rede de distribuição. Sete viaturas da Celesc estiveram envolvidas para resolver o problema. No final da manhã, o número de UCs sem energia caiu para 4,5 mil na região.

>>> Acompanhe a situação de energia elétrica em tempo real

Florianópolis é o segundo local com maior número de unidades sem luz: cerca de duas mil. Na Capital, dois religadores da rede de distribuição foram atuados, um no Ribeirão da Ilha, outro na Lagoa. Além disso, um ramal no Itacorubi foi aberto por inundação, deixando 600 UCs desligadas a pedido dos bombeiros que acompanham a situação. No momento, nove equipes da Celesc trabalham para regularizar a situação o mais rápido possível. No pico do problema, às 19h40 da noite de quarta, 10, Florianópolis registrou 15 mil UCs sem luz.


Rio Tavares, no Sul da Ilha

Mafra é a terceira regional com maior número de UCs sem energia. Na região de Papanduva, a cidade de Major Vieira está sem luz e as equipes já estão no local fazendo reparos no sistema.

Durante toda quarta-feira, a Defesa Civil enviou alertas de possíveis deslizamentos e inundações em diversas regiões, orientando que as pessoas procurem locais seguros e abrigos, além de ligar para 199 ou 193, em caso de qualquer movimento de terra.

Para informar qualquer emergência para a Celesc, a população deve ligar para 0800 48 0196. Também é importante que as pessoas informem que estão sem energia enviando um SMS para 48196 com a mensagem SEM LUZ + número da unidade consumidora.

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Equipe do 1° BBM monitorando ocorrências na sala de situação montada na Capital. Foto: CBMSC

Por conta do excesso de chuva no Litoral de Santa Catarina nos últimos dias, o Corpo de Bombeiros Militar ativou, na madrugada desta quinta-feira, 11, as salas de situação do 1° e do 13° batalhões, sediados em Florianópolise Balneário Camboriú, respectivamente. Além disso, todo o efetivo e as equipes de forças-tarefas estão de prontidão para novas demandas de atendimentos que possam surgir. O Corpo de Bombeiros Militar trabalha de maneira integrada com a Defesa Civil do Estado e dos municípios atingidos e em parceria com outros órgãos de segurança. O objetivo é minimizar os prejuízos e garantir a segurança da população.

Ainda na madrugada, a sala de situação do 13° batalhão foi desmobilizada. Em Balneário Camboriú, um homem teria sido sugado pela força da água e arrastado para dentro de uma tubulação de água fluvial. O corpo ainda não foi localizado. Em São João Batista, na tarde de quarta-feira, 10, uma menina de 8 anos morreu depois que uma árvore caiu sobre a garagem da casa onde ela estava.

Pela manhã desta quinta, a situação mais crítica ainda é na Capital, onde há um acumulado de cerca de 120mm de chuva desde quarta-feira. Com alagamento das ruas em algumas regiões, como no Bairro Rio Tavares, o trânsito teve de ser desviado. Algumas famílias foram removidas de áreas de risco e de encostas para estarem protegidas em caso de deslizamentos de terra.

Na sede do 1° Batalhão no Bairro Estreito, os bombeiros continuam mobilizados. De lá, eles acompanham as demandas de ocorrências que chegam dos outros bairros da Capital. O coronel BM Cesar Assumpção Nunes, comandante da região do Litoral, acompanha os trabalhos e orienta as pessoas que moram em áreas alagadas a procurarem locais seguros. Turistas que não conhecem a região e quem têm voos marcados também precisam se antecipar para evitar contratempos com o trânsito.

Em Porto Belo, cerca de 200 pessoas também foram retiradas pela Defesa Civil do município em parceria com o Corpo de Bombeiros Militar por estarem em áreas alagadas e de risco. Elas foram levadas para um abrigo municipal. Durante a noite, equipes de bombeiros e da Defesa CIvil fizeram resgates de moradores ilhados e registraram alagamentos no Centro, Vila Nova, Perequê e Alto Perequê. Um deslizamento de terra atingiu o único acesso entre Porto Belo e Bombinhas na madrugada desta quinta-feira. A pista foi parcialmente interditada, o que compromete o fluxo de entrada e saída do município. A pŕefeitura trabalha para desobstrução total da via.

>>> Em SC, 19 municípios registraram ocorrências por causa das chuvas dos últimos dias

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Foto: Julio Cavalheiro/Secom

As chuvas das 48 horas causaram ocorrências em 20 municípios catarinenses, conforme o último relatório da Defesa Civil, divulgado às 16h30 desta quinta-feira, 11. A situação mais crítica é em Florianópolis, onde já choveu  mais de 300mm, volume que supera a média climatológica do mês de janeiro. Somente na estação de Carijós, no Norte da Ilha, o total de chuva ficou em 400mm. Já em Imbituba, no Sul do Estado, até São Francisco do Sul, no Litoral Norte, o acumulado supera os 100mm. Nas demais regiões do Litoral, o total de chuva nestes três dias ficou entre 30mm e 50mm.

As ocorrências como alagamento e deslizamentos de terra foram registrados nos municípios de Lauro Muller, na região da Serra do Rio do Rastro, Imbituba, Florianópolis, Braço do Norte, São José, São João Batista, Biguaçu, São Francisco do Sul, Penha, Itapema, Balneário Camboriú, Itajaí, Bombinhas, Navegantes, Taió, Camboriú, Porto Belo, Governador Celso Ramos, Tijucas e Palhoça. Os dados da Defesa Civil apontam 485 desalojados, cinco desabrigados, 3.751 afetados, 937 residências atingidas, dois mortos, um ferido e dois desaparecidos.

A meteorologista da Epagri/Ciram Laura Rodrigues informou que o maior volume de chuva foi registrado nesta madrugada em Florianópolis, com totais em torno de 150mm. “A chuva ainda vai ser intensa nesta quinta-feira. Na sexta-feira, a chuva começa a diminuir. No sábado e domingo, a previsão indica sol. Toda essa chuva é favorecida pela evaporação do mar, que está aquecido, e os elevados índices de umidade do mar que são transportados para as cidades litorâneas”, explicou.

Atuação da Defesa Civil

Nesta quinta-feira, as equipes municipais da Defesa Civil realizam o levantamento de dados. As equipes de emergência ficaram de prontidão durante a noite de quarta-feira, 10, para atender a população, caso fosse necessário. Durante a noite, a Defesa Civil do Estado emitiu alerta para o Litoral catarinense para o risco de alagamentos e deslizamentos. Foram usadas as plataformas tradicionais, como as redes sociais, site e SMS.

O secretário de Estado da Defesa Civil, Rodrigo Moratelli, disse que a população precisa ficar alerta. “Estamos trabalhando com bastante informação e atuando de todas as formas para administrar os possíveis riscos ocasionados pelas chuvas. Vamos continuar monitorando, informando e prestando toda assistência possível”, afirmou.

Na manhã desta quinta, os coordenadores regionais da Defesa Civil SC auxiliam as equipes municipais e orientam sobre os procedimentos necessários.

Boletim da Defesa Civil - 11/01/18 - 8h30min

Maiores acumulados nas últimas 12 horas

Florianópolis - Carijós 243 mm
Florianópolis - Santo Antônio de Lisboa 189 mm
Florianópolis - Itacorubi 173 mm
Penha - 152 mm
São Francisco do Sul - 146 mm
Florianópolis - Centro - 124 mm
Balneário Camboriú - 113 mm
Itapema - 145 mm
Camboriú - 112 mm
São José - 93 mm
Barra Velha - 81 mm

Maiores acumulados nas últimas 48 horas

Florianópolis - Carijós 400 mm
Florianópolis - Santo Antônio de Lisboa 324 mm
Florianópolis - Centro 311 mm
Florianópolis - Itacorubi 309 mm
Governador Celso Ramos - 241 mm
Palhoça - 217 mm
São José - 216 mm
Antônio Carlos - 181 mm
Penha – 180
Itapema - 176 mm
Biguaçu - 167 mm
Navegantes- 166 mm
São Francisco do Sul - 154 mm
Balneário - 153 mm

Recomendações da Defesa Civil/SC

Alagamentos/inundações: Evite o contato com a água e não dirija em lugares alagados. Não transite em pontilhões e pontes submersas e tome cuidado com crianças próximas de rios e ribeirões.

Deslizamentos de terra: Observe qualquer movimento de terra ou rochas próximo de sua residência, inclinação de postes, árvores e rachaduras em muros ou paredes. Neste caso, é recomendável que a família saia de casa e acione a Defesa Civil Municipal pelo número 199 ou Corpo de Bombeiros 193.

Acompanhe as informações oficiais do governo, como o site da Epagri/Ciram e Defesa Civil SC. Também siga nas redes sociais como o Instagram, Twitter e Facebook os alertas publicados. Receba no seu celular os alertas por meio de mensagem de texto (SMS). Basta enviar um SMS com o seu CEP para o número 40199. O serviço é gratuito.

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Foto: Julio Cavalheiro/Secom

As chuvas das últimas 24 horas, que já superam os 100mm no Litoral catarinense, especialmente entre o Litoral Sul, Grande Florianópolis até o Litoral Norte, e a previsão para os próximos dias mantêm a Defesa Civil do Estado em alerta. Conforme a previsão do tempo da Epagri/Ciram, a chuva deve continuar até a sexta-feira, 12, com intensidade moderada em alguns momentos, podendo acumular de 80 a 120mm, especialmente de Florianópolis a Laguna.

“Esses acumulados de chuva podem causar alagamentos pontuais e deslizamentos de terra, por isso nossa preocupação. Pedimos para que as pessoas acompanhem os alertas oficiais do Estado, principalmente pelas mídias sociais, sites do governo e SMS. Recomendamos também observar as áreas próximas e suas condições. Qualquer alteração deve ser comunicada a Defesa Civil pelo telefone 199 ou ao Corpo de Bombeiros pelo 193”, informou o secretário da Defesa Civil, Rodrigo Moratelli.

Em Florianópolis, as chuvas ocasionaram alagamentos pontuais em vias públicas nas últimas 24h. Também foram registradas três ocorrências, sendo dois deslizamentos e uma queda de um muro, todos próximos a residências. Equipes da Defesa Civil e Corpo de Bombeiros realizaram os atendimentos.

Previsão para os próximos dias

A previsão do tempo da Epagri/Ciram para quinta-feira, 11, é de sol entre nuvens, com pancadas isoladas de chuva entre a tarde e noite no Oeste e Meio-Oeste. Nas demais regiões, há predomínio de nuvens e chuva fraca a qualquer hora do dia, especialmente no Litoral. A temperatura segue mais elevada no Oeste e amena nas demais regiões.

“Estamos com uma área de instabilidade no Litoral, o que tem causado as chuvas que devem seguir até a sexta-feira. A partir de sábado e domingo o tempo já começa a melhorar, mas ainda há chance de chuva. É normal no verão essas chuvas persistentes, especialmente no Litoral, causados por fatores como o aquecimento das águas dos oceanos e o grande fluxo de umidade”, explicou o meteorologista da Epagri/Ciram Clóvis Correa.

Para a sexta-feira, 12, a previsão é de sol em boa parte do dia, com pancadas isoladas de chuva na tarde e noite no Meio-Oeste e Planalto Sul. No Planalto Norte, Litoral e Vale do Itajaí, variação de nuvens com chuva e aberturas de sol no decorrer do dia, devido ao afastamento das áreas de baixa pressão para o oceano.

Acompanhe a atualização dos avisos meteorológicos diários e de curto prazo (de 1 até 3 h de antecedência), na página da Epagri/Ciram e Defesa Civil  e redes sociais. 

Recomendações da Defesa Civil SC

Tempestades com descargas elétricas (raios), vento e granizo: Permanecer em local seguro e não transitar em locais abertos, próximo a árvores, placas publicitárias ou objetos que possam ser arremessados. Se houver granizo é aconselhável que as pessoas se protejam em lugares com boas coberturas, ao exemplo dos banheiros das residências, fechar janelas e portas, e não manusear nenhum equipamento elétrico ou telefone devido aos raios e relâmpagos.

Alagamentos: Evitar o contato com as águas e não dirigir em lugares alagados. Evitar transitar em pontilhões e pontes submersas e cuidado com crianças próximas de rios e ribeirões.

Deslizamentos de terra: deve ser observada qualquer movimento de terra ou rochas próximas a suas residências, inclinação de postes e árvores e rachaduras em muros ou paredes. Neste caso, é recomendável que a família saia de casa e acione a Defesa Civil municipal ou o Corpo de Bombeiros.

Qualquer problema deve ser comunicado à coordenadoria municipal de Defesa Civil, através do telefone de emergência 199 ou para o Corpo de Bombeiros, no número 193. A Defesa Civil do Estado conta com atendimento de 24 horas, com equipes de prontidão.

Precipitação acumulada em Santa Catarina das ultimas 24h (das 07h do dia 09/01/2017 ás 07h do dia 10/01/2017).

Região Município Precipitação
Grande Florianópolis Águas Mornas 13,6
  Antônio Carlos 55,8
  Florianópolis 74,4
  Palhoça 31,0
  Santo Amaro da Imperatriz 24,4
  São João Batista 32,8
  São José 32,2
  Tijucas 17,2
  Alfredo Wagner 9,3
  Leoberto Leal 12,6
  Rancho Queimado 38,2
  São Bonifácio 11,6
Litoral Norte Balneário Barra do Sul 6,2
  Balneário Camboriú 8,6
  Barra Velha 8,6
  Camboriú 9,8
  Corupá 10,0
  Garuva 7,2
  Ilhota 24,8
  Itajaí 6,6
  Itapema 10,4
  Itapoá 0,2
  Jaraguá do Sul 27,4
  Joinville 22,8
  Luiz Alves 16,2
  Massaranduba 29,8
  São João do Itaperiú 6,0
Litoral Sul Araranguá 5,4
  Braço do Norte 6,0
  Criciúma 3,6
  Ermo 0,4
  Forquilhinha 1,8
  Içara 3,6
  Imbituba 68,2
  Jaguaruna 5,4
  Laguna 6,8
  Meleiro 1,2
  Nova Veneza 1,8
  Praia Grande 7,4
  São Martinho 17,6
  Siderópolis 2,4
  Siderópolis 3,8
  Timbé do Sul 2,0
  Tubarão 12,4
  Urussanga 5,4
Meio Oeste Abdon Batista 1,2
  Arroio Trinta 1,0
  Caçador 8,2
  Campos Novos 1,4
  Curitibanos 0,6
  Joaçaba 1,8
  Lebon Régis 0,2
  Lebon Régis 16,0
  Ponte Alta do Norte 4,4
  Rio das Antas 25,4
  Santa Cecília 5,2
  São Cristovão do Sul 0,2
  Tangará 6,2
  Vargem 0,8
Planalto Norte Campo Alegre 33,6
  Canoinhas 30,8
  Itaiópolis 55,6
  Mafra 12,2
  Major Vieira 10,6
  Monte Castelo 10,8
  Papanduva 11,8
  Rio Negrinho 20,8
  Rio Negrinho 18,6
  Rio Negrinho 17,8
  Santa Terezinha 20,4
  São Bento do Sul 31,2
  Três Barras 24,8
Planalto Sul Bom Jardim da Serra 10,8
  Bom Jardim da Serra 4,2
  Bom Retiro 7,6
  Campo Belo do Sul 0,4
  Campo Belo do Sul 0,6
  Chapadão do Lageado 7,8
  Lages 3,8
  Otacílio Costa 7,6
  Painel 23,6
  Palmeira 13,4
  Rio Rufino 21,2
  São Joaquim 7,8
  Urubici 13,2
  Urupema 21,6
Vale do Itajaí Blumenau 18,6
  Botuverá 28,8
  Indaial 43,4
  Ituporanga 16,4
  José Boiteux 22,6
  Lontras 8,8
  Mirim Doce 8,2
  Petrolândia 1,4
  Presidente Getúlio 12,6
  Rio do Campo 20,2
  Rio do Sul 6,0
  Salete 7,6
  Taió 4,2
  Timbó 33,8
  Vidal Ramos 1,7

Fonte: Estações meteorológicas automáticas monitoradas pela Epagri/Ciram, INMET e ANA. Dados sujeitos à correção posterior.

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Alguns animais de estimação merecem atenção durante os dias quentes e secos neste período do ano. Dicas simples como ter o acesso fácil para água e evitar a caminhada em horários com o sol muito forte podem ajudar em manter o animal hidratado e saudável no verão. Essas são algumas orientações que a Polícia Militar Ambiental passa à população para proteger os animais.

A primeira situação que os donos devem notar é o comportamento. "Se o animal apresentar alguma diferença no dia a dia, como com uma respiração muito ofegante, pode ser em razão do calor", explica o major Marledo, da Polícia Militar Ambiental. Dependendo da pelagem, essa situação pode ser mais intensa. "É sempre bom verificar se as características da pelagem e do animal para analisar uma possível tosa no período mais quente", disse.

A hidratação dos animais é fator importante também. É recomendada a troca de duas a três vezes por dia da água. Além da hidratação, alguns animais como os cachorros necessitam da água para resfriar o seu corpo. "Os cachorros transpiram pela boca, por isso sempre estão com a língua para fora, essa é a condição do resfriamento dele", explica. Outra orientação é deixar o líquido sempre disponível e em local acessível para hidratação adequada.

De acordo com o major, alguns animais como os gatos adotam o processo de banho naturalmente. Para os cachorros, é importante diferenciar o banho de limpeza do banho para dias quentes. "Em dias muito quentes, o ideal é lavar o animal sem produtos, apenas para ele se refrescar. Nesses casos, não é recomendado o uso de sabão ou espuma. Esse tipo de produto tira as proteções do pelo". Ele também sugere ainda que o banho seja dado com água mais gelada.

Ao sair para caminhar ou levar o animal para passear é importante observar o horário em que será feito. Evitar os períodos em que o sol esteja muito forte e sair de preferência pela manhã ou à noite. Além da proteção da pele, é preciso prestar atenção nas patas. "As patas em si já têm uma proteção natural, mas o ideal é evitar pisos quentes que retenham calor, como asfalto e cimento. Se for possível, levar os animais em locais com grama ou areia clara que não prejudiquem as patas", complementa o major Marledo.

Dicas para dias quentes com animais de estimação

- trocar a água duas ou três vezes por dia
- tosar o pelo, quando possível
- ao passear, levar uma garrafa de água para hidratar o animal
- realizar banhos sem produtos químicos
- evitar pisos quentes como asfalto e cimento
- faça passeios no início da manhã, final da tarde ou de noite

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Com as festas de fim de ano vêm também as queimas de fogos de artifícios. O ritual exige cuidados para quem vai manusear ou presenciar os fogos  e com os animais de estimação, que podem ter ataques de pânico com a luminosidade e o barulho. 

Para as festas, o subcomandante operacional da Polícia Militar Ambiental de Florianópolis, major Marledo Egídio Costa, recomenda que os fogos sejam disparados em locais abertos e sem qualquer tipo de obstáculo. “É prudente evitar centros urbanos com edifícios, locais que tenham fios de alta tensão, que podem de alguma maneira causar qualquer transtorno à vida da sociedade naquele momento”

Nas praias, locais mais comuns das festividades, também devem ser tomados cuidados com o fluxo de pessoas. Os fogos normalmente são soltos por barcas em alto mar, mas podem ser comprados explosivos mais fracos em várias lojas do comércio. Caso a pessoa queira disparar um desses, deve ser feito em um ambiente que não tenha algomerados e que estejam a uma distância segura do artefato. “Deve estar bem direcionado para que não atinja grupos de pessoas e a qualquer tipo de local que possa causar um prejuízo maior”, afirma o major Marledo.

Os animais de estimação são os que mais sofrem com a queima de fogos, a grande luminosidade e os barulhos estrondosos podem causar pânico. Muito ficam com  tremedeiras, choram e podem fugir de casa, procurando um lugar mais seguro, caso estejam próximos do foguetório. Nesse caso, o major recomenda que as pessoas coloquem os animais em um ambiente fechado, onde ele se sinta seguro.

Se não for possível achar um lugar isolado para o animal, dá para protegê-lo com chumaços de algodão. Um dos principais fatores que causam o medo neles é a audição sensível, colocar pequenos pedaços de algodão alivia o barulho e não machuca os animais. Também é recomendado o uso de sedativos para casos mais sérios, mas deve ser feito sob supervisão de um veterinário.

Caso estejam em casa com seu animal e ele tenha ataques de pânico, a recomendação da Polícia Militar Ambiental é de confortá-lo em um lugar que ele não seja afetado pela luminosidade e o barulho e nunca deixar o animal sozinho durante esses momentos.

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Uma nova sinalização foi implementada nas praias de SC: a bandeira lilás, que indica a presença de águas-vivas no mar. Com o desenho do animal, essa sinalização faz parte do padrão da Federação Internacional de Salvamento. Sua criação é baseada na incidência de águas-vivas em diversos pontos do Litoral de Santa Catarina.

“Se as pessoas perceberem a bandeira lilás hasteada, o aconselhável é não entrar na água”, diz o comandante-geral do Corpo de Bombeiros, Onir Mocellin. O maior perigo é o veneno das chamadas Caravelas, a espécie mais perigosa, segundo o comandante. No caso de contato com o animal, não se deve fazer pressão ou jogar água doce no local. “Quando seus tentáculos atingem a pessoa, eles injetam pequenos ferrões que disparam veneno, mas alguns gatilhos não são disparados. Se fizer pressão em cima ou jogar água doce, que dispara os gatilhos pela osmose, o efeito do veneno é potencializado”, explica. A recomendação do comandante, nesse caso, é ir imediatamente até um posto de saúde para fazer raspagem e tomar medicamentos para neutralizar a dor.

Além das caravelas, também existem as espécies menos perigosas, que são as águas-vivas brancas e gelatinosas, as mais comuns da praia, e as medusas. Suas queimaduras causam bolhas, mas o veneno é menos intenso. Os primeiros socorros podem ser feitos passando vinagre no ferimento, segundo Mocellin. “O vinagre bloqueia os ferrões, auxiliando para que alivie a dor e não haja mais injeção de veneno. Os postos de guarda-vidas geralmente têm vinagre para o primeiro tratamento”, disse.

A incidência de água-viva nas praias de Santa Catarina depende do vento, da maré e da temperatura do mar. “Com a água quente, elas se reproduzem mais. Quando o vento sopra em direção à praia, onde tem uma concentração maior de águas-vivas, elas migram para lá”, diz Mocellin.

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Foto: James Tavares / Secom

Festas, férias, multidão, praias lotadas e muitas famílias. O cenário é propício para que as crianças se percam. Por isso, o Corpo de Bombeiros de Santa Catarina dá dicas dos cuidados com as crianças. Alguns desses cuidados começam logo ao pisar na areia ou em locais de grande movimentação de pessoas.

Conforme o tenente-coronel dos Bombeiros, Helton Zeferino, a primeira providência ao chegar na praia é ir direto ao posto de guarda-vidas mais próximo para retirar uma pulseirinha de identificação. Nela, deve ser colocado o nome da criança, do responsável e telefone para contato. “Neste posto de guarda-vidas os pais ou responsáveis também vão receber orientação do locais mais propícios de banho e quais os riscos que existem naquela praia.”

Durante o passeio, nunca deixar uma criança sozinha. Ela tem de estar sempre acompanhada por um adulto. Coletes salva-vidas e boias de braço são bons recursos de segurança. Sempre orientar a criança que, no caso de se perder, ela precisa procurar uma das casinhas dos guarda-vidas ao longo da orla.

“Se você encontrar uma criança perdida na praia, não tente localizar os pais e sim, leve no posto de guarda-vidas mais próximo, pois acaba sendo referencial. Essa é a procedência mais correta”, alertou o coronel Zeferino. 

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Praia Brava, Florianópolis. Foto: James Tavares/Secom

Para orientar os banhistas que frequentam as praias catarinenses durante a temporada de verão, o Corpo do Bombeiros Militar de Santa Catarina utiliza bandeiras de diferentes cores indicando os locais perigosos para entrar na água e aqueles em que o mar é mais calmo.

Nos postos de guarda-vidas, três tipos principais de bandeiras orientam os frequentadores das praias com relação às condições do mar:

Bandeira verde - Baixo risco de afogamento e mar em boas condições, sem presença de correntes de retorno.

Bandeira amarela - Risco de afogamento médio, requer um certo cuidado ao entrar na água, principalmente com as correntes de retorno.

Bandeira vermelha - Alto risco de afogamento, recomenda-se não entrar no mar, presença grande de correntes de retorno.

Caso haja uma bandeira lilás nos postos de guarda-vidas, significa que há presença de águas-vivas no mar, devendo-se evitar entrar na água nesses balneários.

Outra bandeira utilizada nos postos é a de cor preta, que indica que o posto está desativado e sem a presença de guarda-vidas naquele momento.

Ao longo da orla, mais próximo ao mar, também são usadas bandeiras para indicar locais tranquilos para mergulhar e regiões que apresentam correntes de retorno, que trazem alto risco de afogamento. São bandeiras triangulares na cor verde ou vermelha.

“A bandeira triangular verde na beira do mar aponta que o local é mais apropriado para banho porque o mar é mais tranquilo. Quando a bandeira na beira da praia é triangular vermelha, significa que ali há presença de correntes de retorno, que trazem alto risco de afogamento. Onde tem bandeira vermelha na beira da praia não é para entrar na água” alerta o comandante-geral do Corpo de Bombeiros, coronel Onir Mocellin.

Essas correntes de retorno são a causa de 95% das ocorrências de afogamento em Santa Catarina, segundo o Corpo de Bombeiros.

“Nesses locais a água do mar retorna com mais força da areia e puxa o banhista para dentro do mar”, orienta Mocellin.

O comandante também explica que caso uma pessoa seja puxada por uma corrente de retorno ela não deve se afobar, nem tentar nadar diretamente contra a corrente em direção à areia. A orientação é que o banhista nade de forma paralela à faixa de areia, para conseguir sair da corrente de retorno.

O Corpo de Bombeiros orienta ainda que os banhistas sempre procurem os postos de guarda-vidas para ter mais informações sobre as condições do mar na praia e saber os melhores locais para entrar no mar e evitar incidentes.

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Formatura de policiais militares, 13/12/2017 - Foto: Jaqueline Noceti/Secom

O Governo de Santa Catarina tem a promoção da Segurança Pública como uma de suas prioridades. Prova disso é o balanço de investimentos realizados ao longo de 2017 no setor, considerando Corpo de Bombeiros, Polícia Civil e Polícia Militar, Detran e Instituto Geral de Perícias (IGP).

“A violência é um desafio em todos os estados brasileiros. E em Santa Catarina estamos trabalhando pesado para fazer frente a este problema, com investimentos em equipamentos, tecnologias e pessoal”, avalia o governador Raimundo Colombo.

A Secretaria da Segurança Pública está investindo R$ 36,4 milhões em quase 100 obras, envolvendo todas as instituições da SSP. O secretário, César Augusto Grubba, destaca o reforço de efetivo ao longo do ano. Foram incorporados 1.629 novos profissionais. O maior ganho foi na Polícia Militar, com 928 soldados; em seguida na Polícia Civil, com 342; o IGP com 66 e Corpo de Bombeiros com 16; além de 277 agentes temporários. No balanço do atual governo, desde 2011 foram incorporados mais de 9.344 mil novos profissionais na área da segurança pública em todas as regiões do Estado.

Entre os investimentos de 2017, destaque ainda para R$ 19,7 milhões investidos em viaturas e equipamentos e R$ 25,3 milhões em tecnologia, sendo R$ 9,5 milhões no programa Bem Te Vi, de videomonitoramento urbano que está ampliando a rede em todas as regiões catarinenses.

Entre as obras, foi inaugurado o Centro Administrativo da SSP, com 30 mil metros quadrados de área construída e cerca de R$ 90 milhões investidos desde 2016. Trata-se de uma obra que vai garantir economia para o Governo do Estado e também maior integração em os diferentes órgãos da segurança pública.

Inaugurado em agosto deste ano, o novo Centro Administrativo conta com 23 andares distribuídos em três prédios, interligados possibilitando uma maior agilidade na tomada de decisão.


Foto: James Tavares / Secom

Os investimentos se refletem em resultados concretos. Entre janeiro e o início de dezembro deste ano, a Polícia Militar registrou mais de 280 mil boletins de ocorrências e atendeu 886 mil ocorrências por meio do PMSC Mobile, um aplicativo para tablets e smartphones para a gestão de atendimento. No mesmo período, a Polícia Civil registrou mais de 600 mil boletins e 126 mil BOs pela internet. No Corpo de Bombeiros, foram 190 mil ocorrências atendidas. As apreensões de drogas realizadas entre janeiro e outubro somaram 58,2 toneladas.

Roubos têm redução

Números oficiais da Diretoria de Inteligência e Informação (DINI) mostram redução no número de roubos no comparativo entre 2016 e 2017. No ano passado, no período de 1° de janeiro a 4 de dezembro, foram registrados em Santa Catarina 17.695 ocorrências de roubo contra 15.417 no mesmo período deste ano, uma redução de 12,9%.

Já no item mortes violentas, no mesmo período analisado, houve um incremento de 8%. Santa Catarina vai fechar o ano de 2017 com uma taxa de homicídio de 12,8 mortes para cada grupo de 100 mil habitantes e na 26° posição do ranking da violência. 

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