Foto: Leneza Della Krás/ ADR Araranguá

Os serviços de infraestrutura do pátio do Farol da Marinha, no Morro dos Conventos, em Araranguá, local que receberá a instalação do radar móvel meteorológico da Defesa Civil Estadual, seguem em ritmo acelerado.

Na tarde desta quinta-feira, 16, o secretário executivo da ADR, Heriberto Afonso Schmidt e o coordenador regional de Defesa Civil, sargento BM Sebastião Antônio de Souza, acompanharam a execução dos trabalhos.

Araranguá - Preparação para receber radar móvel Sul

A obra já recebeu fundação, e no momento, está sendo construída a parede de contenção que servirá de base para o equipamento. A infraestrutura contemplará ainda revitalização dos muros, cerca de ferro galvanizado, iluminação interna, entre outras adequações.

Segundo o coordenador regional da Defesa Civil, a empresa deverá finalizar os trabalhos ainda neste mês de novembro, para a posterior instalação do radar móvel sul, que está em Florianópolis em fase de testes. O equipamento foi adquirido pela Secretaria de Estado da Defesa Civil, no valor de R$ 3,4 milhões, e terá uma cobertura num raio de 100 km a partir do ponto onde estiver operando.

Segundo o secretário executivo da ADR Araranguá, Heriberto Afonso Schmidt, este será um importante investimento para todo o Sul do Estado. “Agradecemos ao governador Raimundo Colombo, ao vice-governador Eduardo Moreira e ao secretário de Defesa Civil, Rodrigo Moratelli, que irão proporcionar maior segurança à população por meio deste importante equipamento que terá sua base em Araranguá”.

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Fotos: James Tavares/Secom

Santa Catarina será o primeiro estado do Brasil a mapear nos 295 municípios todas as áreas de risco geológico e hidrológico com foco no planejamento urbano, prevenção e proteção à população. O convênio de R$ 20,7 milhões foi assinado pelo governador Raimundo Colombo, pelo secretário da Defesa Civil, Rodrigo Moratelli, e pelo diretor de Geologia e Recursos Minerais do Ministério de Minas e Energia, Jose Andriotti, na manhã desta quarta-feira, 8, em Florianópolis. O trabalho será desenvolvido pelo Serviço Geológico do Brasil (CPRM).

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Também foi firmado um protocolo de intenções com as Universidades do Estado de Santa Catarina (Udesc), Regional de Blumenau (Furb) e com a Associação Catarinense das Fundações Educacionais (Acafe) para a criação e a implementação da Escola Estadual de Proteção e Defesa Civil. Os documentos assinados fazem parte do Projeto Gides (Projeto de Fortalecimento da Estratégia Nacional de Gestão Integrada de Riscos em Desastres Naturais), desenvolvido entre os governos brasileiro e japonês com o objetivo de minimizar os riscos de desastres naturais. 

“São avanços importantes. Os pontos críticos mapeados e identificados vão trazer grandes benefícios na proteção. A parceria que temos com o governo japonês, no acompanhamento de tudo que vem sendo feito, tem nos ajudado muito. E a criação das escolas com a formação de um grupo permanente de técnicos em Defesa Civil com muita informação, instrução e qualificação é essencial para que possamos alcançar as metas que estão nos desafiando em relação à segurança da população”, disse o governador.

O Governo Federal disponibilizou R$ 16 milhões no convênio. Os R$ 4,7 milhões restantes são recursos do Fundo Estadual de Proteção e Defesa Civil. O trabalho que será realizado pelo Serviço Geológico do Brasil, vinculado ao Ministério de Minas e Energia, terá duração de 18 meses contando a partir da data de publicação no Diário Oficial do Estado. O levantamento vai classificar as áreas em baixo, médio, alto e muito alto risco. “Este trabalho mostra que o Governo do Estado tem uma preocupação social. Santa Catarina é o primeiro estado que tomou a iniciativa e esperamos que isso se torne modelo aos demais estados da federação”, destacou Andriotti.

“É um momento importante. Acredito que todo este esforço de proteção vai se desdobrar para todo território brasileiro”, afirmou o diretor da Secretaria de Gestão de Águas e Preservação do Território do Ministério da Terra, Transportes, Infraestrutura e Turismo do Japão (MLTI), Junichi Kurihara.

Para o secretário da Defesa Civil, os atos firmados são a concretização de todo trabalho que vem sendo feito e traz resultados positivos. “O mapeamento é uma ferramenta indispensável para ocupação urbana, emissão de alerta e segurança à população. Juntamente com todas as ações que estão sendo feitas, isso dá uma nova visão no gerenciamento de riscos”, afirmou. Moratelli disse ainda que as equipes que vão trabalhar nos mapeamentos devem ser distribuídas em 20 regiões onde estão as Defesa Civis, com apoio dos parceiros municipais.

Escola Estadual de Proteção e Defesa Civil

O protocolo de intenções visa a criação e a implementação da Escola Estadual de Proteção e Defesa Civil, bem como a realização de projetos de ensino, pesquisa e extensão voltados à redução de riscos e desastres que afetam a sociedade catarinense. As atividades serão desenvolvidas administrativamente pela Udesc, sob a coordenação da Pró-Reitoria de Extensão, Cultura e Comunidade (Proex), com apoio técnico acadêmico da Furb.

“É uma ação para que possamos tornar nosso estado uma escola de Defesa Civil capaz de ensinar os servidores públicos a agir em situações de crise e a replicar esse conhecimento à população”, explicou Moratelli.

As demais atividades serão desenvolvidas pelas universidades que integram o sistema Acafe, mediante à celebração de convênios ou acordos de cooperação técnica que regularão os respectivos projetos com o apoio técnico financeiro da Secretaria de Estado da Defesa Civil. O protocolo assinado é de mútua cooperação entre as instituições e não há custos ao Estado.

O reitor da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), Marcus Tomasi, destacou que a criação e implementação das escolas será uma forma de contribuir com o Governo do Estado na formação das comunidades para evitar que os desastres naturais se tornem piores. 

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O governador Raimundo Colombo assina nesta quarta-feira, 8, no Centro Administrativo em Florianópolis, às 10h30, um convênio de R$ 20 milhões com o Serviço Geológico do Brasil (CPRM), vinculado ao Ministério de Minas e Energia, e um protocolo de intenções com as Universidades do Estado de Santa Catarina (Udesc), Regional de Blumenau (Furb) e com a Associação Catarinense das Fundações Educacionais (Acafe).


Fotos: CCS/CBMSC

O salvamento aconteceu dia 18 de setembro, mas o reconhecimento público veio nesta quarta-feira, 1. Três bombeiros militares responsáveis pelo salvamento de um jovem de 23 anos, que tentou atirar-se da Ponte Pedro Ivo, em Florianópolis, foram agraciados com uma moção de aplausos da Câmara de Vereadores da Capital, por proposição da Comissão Municipal de Segurança Pública. Guardas municipais que atuaram na ocasião também foram agraciados. O momento foi também de reencontro, pois depois do ocorrido as equipes não haviam conversado sobre a ocorrência. 

A ambulância que os bombeiros tripulavam naquela noite vinha de outro atendimento, com uma vítima em situação estável em transporte para o hospital. De passagem, os profissionais avistaram a situação na ponte e decidiram auxiliar. Enquanto agentes da Guarda Municipal tentavam acalmar o rapaz, os bombeiros foram responsáveis por tirá-lo do guardrail e colocá-lo na pista em posição de segurança. Naquele momento, nenhum dos profissionais estava utilizando nenhum tipo de cabo ou equipamento que os protegesse do risco de queda livre. O jovem não aceitou o salvamento e deve de ser imobilizado.

Os soldados BM Felipe Madureira, Jackson Jacques e Diego Ribeiro Pires contam emocionados a história. “A gente percebeu as lágrimas correndo do rosto dele..Foi difícil e muito arriscado, nunca tínhamos trabalhado com aquele pessoal da guarda municipal, mas pelo olhar, nos comunicamos e fizemos o melhor possível, e deu certo", disse um dos bombeiros.

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Foto: Leneza Della Krás/ ADR Araranguá

Foi realizada na tarde desta quarta-feira, 1º, na sede da Agência de Desenvolvimento Regional (ADR) de Araranguá, a sessão referente à entrega e abertura de propostas para a contratação de empresa especializada para executar os serviços de infraestrutura do pátio do Farol da Marinha, no Morro dos Conventos, em Araranguá, para a instalação do radar meteorológico da Defesa Civil.

A sessão foi acompanhada pelo gerente de Projetos da Secretaria de Estado da Defesa Civil, Renann Inácio, e pelo coordenador Regional de Defesa Civil, sargento BM Sebastião Antônio de Souza. Participaram do certame cinco empresas. A Tratare Construções foi a vencedora do processo licitatório para a execução da infraestrutura, que inclui base, muros, parte elétrica, lógica, entre outras adequações. A proposta vencedora apresentada foi no valor de R$ 120.325,69. Após a emissão da ordem de serviço, a empresa tem até 60 dias para finalizar a obra.

O secretário executivo da ADR Araranguá, Heriberto Afonso Schmidt, ressalta a importância da operação do radar móvel para o sul de Santa Catarina, e agradece pela realização de mais esta etapa. “Obrigado ao Governador Raimundo Colombo, ao vice Governador Eduardo Moreira e ao Secretário de Defesa Civil, Rodrigo Moratelli, por estes investimentos que visam a segurança da população do Sul”.

O radar móvel, que já foi adquirido pela Secretaria de Estado da Defesa Civil, no valor de R$ 3,4 milhões, tem uma cobertura num raio de 100km a partir do ponto onde estiver operando. Ele encontra-se em Florianópolis em fase de testes e a previsão é de que esteja em funcionamento em Araranguá até o final deste ano.

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A segunda fase do projeto de notificação de emergência via SMS da Defesa Civil deu um grande salto no número de cadastros. Quando a primeira etapa terminou para os 20 municípios pilotos, havia cerca de 26 mil inscritos. A partir do dia 16 de outubro até agora, quando o projeto foi estadualizado, o número saltou para 206.575 CEPs cadastrados.

A informação foi repassada pela ABR Telecom e esse total significa 47,96% do esperado em Santa Catarina. Conforme o relatório, foram envidas 214 notificações de alerta para a população entre os dias 8 de fevereiro e 27 de outubro de 2017. Isso gera 260.827 mensagens encaminhadas para os CEPs/cidadãos cadastrados no número 40199.

Além de Santa Catarina, Paraná também aderiu ao sistema de alerta via SMS. Juntamente com Santa Catarina, o número de cadastros no sistema somam 430.691. No Paraná, que possui quase o dobro de habitantes que SC, 224.116 CEPs foram cadastrados.

Cadastro

Os alertas são emitidos sempre que houver riscos de desastre meteorológico. Para receber, o cidadão deve enviar um SMS com o número do CEP para 40199. O serviço é gratuito. Além do SMS, há também alertas no site da Defesa Civil SC, Facebook, Twitter e Instagram.

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Foto: Defesa Civil

O mau tempo registrado em Santa Catarina no último domingo, 29, deixou estragos em alguns municípios, especialmente do Oeste. Desde o ocorrido, os coordenadores regionais da Defesa Civil trabalham dando suporte à população atingida. Conforme o relatório da Diretoria de Resposta aos Desastres, as cidades de Dionísio Cerqueira, São Miguel do Oeste, Tangará, Concórdia, Seara, Arabutã, Palmitos, Iporã do Oeste, Mondaí, Tunápolis, Bela Vista do Toldo, São Carlos e Descanso registraram prejuízos. Ao todo, 1.204 pessoas foram afetadas e 316 residências sofreram danos. Houve ocorrência de vendaval, alagamento e enxurrada. Ninguém ficou ferido. 

O município de Palmitos foi o mais atingido. No local, 180 casas tiveram destelhamento, além de duas escolas e duas creches. O vento derrubou uma torre de rádio e três de provedores de internet. Na segunda-feira, 30, o coordenador regional Rogério Golin esteve no local para auxiliar no trabalho. A Defesa Civil de SC já distribuiu cinco rolos de lona para as famílias. Nas demais cidades, os coordenadores também prestaram apoio às equipes municipais.

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Foto: Paulo Goeth/SES

Nesta segunda-feira, 30, as Secretarias de Estado da Saúde (SES) e da Segurança Pública (SSP) assinaram o termo de Cooperação Técnica para compartilhamento da gestão do atendimento pré-hospitalar em Santa Catarina. Essa assinatura é para oficializar a integração dos serviços de atendimento do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina (CBMSC) em conjunto com o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Algumas mudanças já iniciaram, mas o sistema deverá estar totalmente integrado em maio de 2018.

Todas as instituições que prestam o serviço de atendimento pré-hospitalar do estado atuarão de maneira integrada em prol da otimização de recursos e melhoria da qualidade dos atendimentos. Santa Catarina passa a ser o primeiro estado brasileiro a ter um modelo integrado e único no serviço pré-hospitalar de emergência.

O secretário de Estado da Saúde, Vicente Caropreso, parabenizou a todos os envolvidos. “Esse acordo assinado hoje servirá para dar o mais rápido socorro e adequado atendimento de saúde aos catarinenses”, comemorou Caropreso.

O comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar, coronel BM Onir Mocellin, mencionou a importância da integração do serviço de atendimento pré-hospitalar como um modelo construído a muitas mãos. “Todos os gestores e profissionais que fazem o serviço no estado foram ouvidos, e, assim, resultou em um modelo único e inovador”, disse o comandante-geral.

Na ocasião, também ocorreu a formatura de 58 novos sargentos BM para o Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina. Depois do curso de formação de soldados, a formação de sargentos é o segundo curso na carreira de praças. Além da ascensão profissional, o curso tem a premissa de preparar e formar os alunos para as áreas de liderança e gerenciamento das atividades e rotinas profissionais.

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Foto: Gisele Vizzotto/Regional de São Miguel do Oeste

As obras de infraestrutura no Centro Regional Integrado de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cigerd/ Regional) de São Miguel do Oeste foram concluídas e, em breve, o local estará pronto para o uso. Os serviços executados por meio da Agência de Desenvolvimento Regional (ADR) tiveram um investimento de R$ 95 mil, oriundos da Secretaria de Estado da Defesa Civil.

No valor, está inclusa a construção do passeio, rampa de acesso, muro, estacionamento, instalação de sistema de tratamento de efluentes, energia e água. O secretário executivo da Agência de Desenvolvimento Regional (ADR) de São Miguel do Oeste, Volmir Giumbelli, lembra que os serviços de infraestrutura foram licitados pela agência. “O setor de engenharia da Regional executou o projeto e fiscalizou as obras. Mais uma parceria com uma secretaria setorial que possibilitou que a obra fosse concretizada de forma mais rápida”, afirma.

O local, no centro da cidade (ao lado da Cidasc), também já está com os módulos montados. A estrutura de ferro galvanizado e pintado tem cerca de 150 metros quadrados e foi licitada pela Secretaria de Estado da Defesa Civil. Conta com gerador de energia capaz de manter o centro operacional mesmo com a falta do serviço na cidade. Além disso, o centro conta com garagem, depósito, recepção, sala do coordenador regional, sala de reunião e situação, banheiro, alojamento e cozinha.

“Os materiais e equipamentos internos estão sendo montados e organizados. Dentro de alguns dias, o centro estará pronto para uso e será muito importante para a região em casos de eventos que precisem de gestão”, explica o coordenador regional da Defesa Civil de São Miguel do Oeste, Daniel Caron.

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A Secretaria de Estado da Defesa Civil de Santa Catarina assinou um termo de acordo com a Agência de Cooperação Internacional do Japão (Jica) nesta segunda-feira, 23. O documento prevê a construção de novas barragens de fluxo de detritos em Blumenau, cidade-piloto do Projeto para o Fortalecimento da Estratégia Nacional de Gestão de Riscos de Desastres (Gides).  

O projeto da barragem para a contenção do fluxo de detritos será pioneiro no Brasil. É o que afirma o Gides. Segundo o projeto, o plano visa a promoção de medidas contra a ocorrência de fluxo de detritos no país de modo a contribuir com a estratégia nacional de construção de cidades mais seguras, além do progresso sustentável da Assistência Oficial para o Desenvolvimento (ODA) e da difusão da tecnologia eficaz de prevenção de desastres.

O secretário de Estado da Defesa Civil, Rodrigo Moratelli, explica que a barragem busca conter o fluxo de detritos como aquele que aconteceu no Morro do Baú, em Blumenau, no ano de 2008. "Essas barragens podem ser adaptadas, por exemplo, nas regiões com características semelhantes de deslizamentos como aquele que aconteceu no Morro do Baú. O Estado também vai trabalhar em cima das áreas que serão identificadas pelo mapeamento que será feito pelo Serviço Geológico do Brasil (CPRM) para prevenir desastres", comenta Moratelli.

Conforme o secretário, o acordo de Cooperação Internacional vai se desenrolar entre o ano de 2018 e 2019. "O setor de engenharia vai receber informações técnicas para que a gente possa, em Blumenau, executar uma obra de contenção numa região que tem problema característico para essa necessidade. Isso demonstra a preocupação que o Estado tem com a política de gerenciamento de riscos. Esse passo importante vai consolidando o estado catarinense dentro do cenário de proteção para todos aqueles que estão em nossa área territorial", salienta Moratelli.

O treinamento dos profissionais brasileiros será custeado pela Jica no Japão. Já o projeto básico, licenciamento e executivo do projeto-piloto - que faz parte da contrapartida - é custeada pelo Governo do Estado. Segundo o secretário, a intenção é captar recursos com o Ministério das Cidades e do Planejamento para executar a obra.

Barragem Sabo

A barragem de contenção de fluxo de detritos, conhecida como Sabo no Japão, possui estrutura de armação por tubos de aço e retém apenas os seixos, detritos e troncos de madeira. Pelo fato de permitir a passagem da água retém com eficiência apenas os detritos, sendo que em situações normais fornece também o fluxo de sedimentos a jusante (abaixo do barramento), evitando assim a ocorrência de problemas ambientais como a remoção do leito do rio e a erosão costeira. A obra também possui os seguintes benefícios:

- Reduzir os danos diretos às pessoas, bens e infraestruturas públicas e, assim, trazer benefícios econômicos;
- A ruptura da dita cadeia de reações negativas que corrobora para o aumento da camada de baixa renda devido aos danos causados pelo fluxo de detritos;
- Criação de uma área residencial segura graças à prevenção de desastres na área de expansão urbana.

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