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Depois de quatro meses, Santa Catarina pode comprovar os resultados da escolha do Governo em investir, principalmente, em Saúde, Segurança e cuidar com responsabilidade dos recursos públicos. Garantir avanços nos setores onde estão os principais anseios dos catarinenses e diminuir o tamanho da máquina pública têm sido, desde que assumiu, os principais compromissos do governador Eduardo Pinho Moreira. Os dias de trabalho, ao longo de quatro meses, incluíram também visitas aos municípios de todas as regiões do Estado, e a Brasília. O contato com as pessoas e os encontros oficiais garantiram energia, parcerias e avanços importantes para Santa Catarina.

“O período até agora teve muitas conquistas, mas também exigiu decisões difíceis. Nestes momentos, a inspiração veio da capacidade de trabalho da nossa gente, que faz de Santa Catarina um Estado diferenciado e exemplar. O Governo precisa estar voltado para o povo, ter coragem e responsabilidade para fazer mudanças, propor soluções para os desafios que ainda atrapalham a vida das pessoas”, afirmou o governador, que neste sábado, 16, completou quatro meses à frente do governo.


Foto: Divulgação / SEA

A participação de Santa Catarina no 73º Fórum Nacional de Secretários de Estado do Planejamento (Conseplan) e do 107° Fórum Nacional de Secretários de Estado da Administração (Consad), em São Luís (MA), foi premiada com mais uma ótima notícia. No evento que teve como temática a eficiência da máquina pública, o Estado foi avaliado como o melhor do país no IDE (Índice de Desenvolvimento Estadual) pelo segundo estudo consecutivo. A pesquisa é aplicada pelo Conseplan e o resultado foi apresentado durante o evento em São Luís.

O IDE é um instrumento de avaliação do desenvolvimento estadual a partir das Políticas Públicas e composto por cinco dimensões: Educação, Saúde, Renda, Segurança e Condições de Moradia. “São indicadores que demonstram o acerto das ações de modernização desenvolvidas pelo Governo do Estado”, avalia Tania Regina Hames, coordenadora de Programas de Modernização da Secretaria de Estado da Administração (SEA), que representou o secretário Milton Martini nos eventos.

“As estratégias desenvolvidas pelo Estado estão de acordo com a eficiência da máquina pública. O caminho dos processos digitais, da transparência, da automatização, é um caminho sem volta para alcançarmos a eficiência plena”, reforça Tania, lembrando o lançamento do “SEA Digital – Gestão e Redução do Custeio Estadual”, em maio passado. São oito projetos que, entre outros objetivos, pretendem zerar o uso de papel nos processos do Estado, redução do custeio, redução de despesas públicas de combustíveis, veículos e apresentação de alternativas para o uso e destino de bens/imóveis do Estado em desuso nos órgãos do Poder Executivo e Santa Catarina.

AVALIAÇÃO POSITIVA

Durante o evento, Santa Catarina ganhou destaque também no Boletim de Finanças Subnacionais apresentando pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) com um dos 14 Estados cuja situação fiscal em dezembro de 2017 apresentava rating até B. Essa avaliação dá ao Estado garantias da União para obter novos empréstimos junto ao BID.

PARCERIAS

Exemplo para o país em sistemas de gestão pública, Santa Catarina assinou durante o Consad e Conseplan novos Termos de Acordo de Cooperação Técnica. São acordos para disponibilizar e compartilhar com outros Estados o código fonte do SIGRH (Sistema Integrado de Gestão de RH) e do SGP-e (Sistema de Gestão de Protocolo eletrônico), ambos aplicados em todos os órgãos públicos de Santa Catarina desde 2009.

Alagoas, Acre e Rondônia vão usar a tecnologia do SIGRH, enquanto o governo do estado de Ceará vai aplicar os dois sistemas. “Ainda há consultas da prefeitura de Maceió, os estados do Piauí e Amazonas, e convênio em fase de finalização com o Tribunal de Contas do Estado de Santa Catarina (TCE-SC)”, completa Tania.

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Lançado no último dia 8 de junho pelo governador Eduardo Pinho Moreira o movimento “Compre de SC” ganha a cada dia mais adesões. De prefeituras, a entidades empresariais e empresas dos mais diferentes setores produtivos, cresce o apoio pelo consumo de produtos catarinenses e consequente fortalecimento da economia de Santa Catarina. “Temos produtos que agradam a todos os gostos, paladares, uma indústria diversificada e de qualidade, então por que não dar preferência aos produtos catarinenses?”, argumentou o governador durante o lançamento do movimento.

Responsável por aproximadamente 5% da riqueza do Estado e principal arrecadador de impostos da cidade de Florianópolis, o setor de tecnologia é um apoiador da campanha “Compre de SC”. Na opinião do presidente da Associação Catarinense de Tecnologia (Acate), Daniel Leipnitz, as soluções criadas pelas empresas locais são capazes de atender a uma gama variada de outros segmentos.

“O setor de tecnologia é um grande apoiador de qualquer iniciativa para o desenvolvimento econômico do nosso Estado. Queremos que as pessoas comprem daqui não só por questões de preço, mas porque nós temos produtos de qualidade. Apoiamos essa campanha e somos muito orgulhosos daquilo que produzimos”, diz Leipnitz.

SC tem 2,9 mil empresas de TI

Atualmente, o Estado possui 2,9 mil empresas de Tecnologia da Informação (TI), com cerca de com 5,3 mil sócios empreendedores e quase 50 mil funcionários. Os números são de um estudo recente feito a pedido da própria Acate. Segundo Leipnitz, aproximadamente 90% da produção do Estado é comercializada fora de Santa Catarina, seja em outras unidades da federação ou até mesmo fora do Brasil. É por conta disso que ele acredita haver espaço para que mais catarinenses passem a ser clientes do setor tecnológico do Estado.

“No médio e longo prazo a tecnologia se transformará na maior economia do nosso Estado. Muitas empresas que hoje são de outros setores vão acabar se transformando em negócios voltados para a tecnologia. E vale destacar que Santa Catarina tem uma característica peculiar: a maioria absoluta das nossas empresas foi criada aqui, diferentemente de outros estados, onde há muitas multinacionais”, opina Leipnitiz.

No início, o setor de tecnologia em Santa Catarina era caracterizado por pequenas empresas. Com o tempo, cresceu o número de companhias médias e grandes. Um exemplo é a Softplan, com sede em Florianópolis. A empresa hoje possui 1,7 mil colaboradores e tem clientes em vários estados do Brasil.

Oportundade para ampliar vendas internas

Para Moacir Antônio Marafon, diretor-executivo da Softplan, a campanha “Compre de SC” é extremamente positiva, já que o Estado tem destaque em diversos setores e isso coloca em evidência os produtos catarinenses, ajudando a gerar renda e desenvolvimento dentro do nosso território. No caso da empresa de Marafon, apenas 12% do faturamento é fruto de vendas internas, e ele acredita que há espaço para crescimento nesse sentido.

“Nós mantemos 73% dos nossos colaboradores no Estado. São empregos de alto nível, que exigem uma formação de qualidade. Mas, ao mesmo tempo, não conseguimos ter a mesma performance de venda aqui do que em outros lugares. Acredito que esse programa foi muito bem acertado. Valorizar a prata da casa é importante”, diz Marafon.

Ainda segundo o empresário, os produtos catarinenses possuem um selo de qualidade, e portanto o consumidor pode ter a certeza de estar adquirindo algo de alto padrão: “O que nos diferencia é que as empresas de Santa Catarina tornaram-se especialistas em segmentos distintos, ofertando produtos altamente especializados. Por que não compramos mais daqui?”

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Um evento na sede da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de Rio do Sul marcou a assinatura de convênios para o repasse de recursos para a área da saúde de 17 municípios do Alto Vale do Itajaí na manhã desta sexta-feira. Cada cidade receberá R$ 150 mil, que serão usados para a aquisição de vans, equipamentos e medicamentos, totalizando R$ 2,5 milhões. No caso da cidade de Rio do Sul, os R$ 150 mil serão utilizados para consultas e exames de alta complexidade.

Também foram contemplados com recursos para a saúde os municípios de Atalanta, Chapadão do Lageado, Imbuia, Agrolândia, Mirim Doce, Aurora, Braço do Trombudo, Ibirama, Presidente Getúlio, Rio do Oeste, Vidal Ramos, Vitor Meireles, Laurentino, Petrolândia, Agronômica e Alfredo Wagner.

Aquisições

“É um dia muito importante para o Alto Vale do Itajaí. São diversos municípios contemplados. A nossa comunidade com certeza ganhará muito com as atividades do dia de hoje”, afirmou o secretário-executivo da Agência de Desenvolvimento Regional de Rio do Sul, Elias Souza, que representou o governador Eduardo Pinho Moreira.

No caso de Petrolândia, o dinheiro será usado para a aquisição de uma van que fará o transporte de pacientes para Florianópolis e Lages. O prefeito da cidade, Joel Longen, disse que o repasse chega em boa hora.

“É um recurso muito importante, principalmente na situação atual dos municípios, do Estado e do Brasil. É hora de contenção de despesas. Temos duas vans que fazem o transporte dos pacientes, mas já estão muito rodadas, dando muita manutenção. Essa substituição vai gerar uma economia para o nosso município”, diz Longen.

Apae

No mesmo evento, também foi assinado um termo de cooperação técnica entre a Fundação Catarinense de Educação Especial (FCEE) e 16 APAEs do Alto Vale. Com isso, será possível que a FCEE ceda professores de seu quadro de funcionários para as associações, garantindo alívio financeiro.

Segundo a gerente de administração e finanças da FCEE, Dienefer Leopoldo, a cessão dos professores se dará mediante um acompanhamento e fiscalização de que se cumpram as diretrizes da educação especial.

O presidente da APAE de Rio do Sul, Ivan Conce, ressaltou o trabalho de excelência realizado pelas instituições. “O trabalho desenvolvido pelas APAEs traz um retorno muito importante. É um trabalho especializado que melhora e muito a qualidade de vida dos atendidos. Todos os trabalhadores e voluntários são pessoas que se doam para dar o melhor sempre”.

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Rodada de Inovação
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Os desafios e tendências para a gestão dos recursos hídricos do Estado foram pauta na I Rodada de Inovação para a Água, que tem como objetivo fomentar parcerias para inovações em recursos hídricos e promover soluções inovadoras para os desafios da água no Estado.

A Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDS) atua em parceria com a CERTI, FIESC e FAPESC com o intuito de fortalecer as organizações em um contexto de Ecossistema de Inovação na busca pela gestão eficiente dos recursos hídricos. A Rodada foi uma oportunidade de estimular oportunidades de negócios e o intercâmbio de conhecimentos e tecnologias, com painéis e palestras sobre tendências tecnológicas, exposições de convidados, espaços para negociações diretas e rodas de conversa temáticas.

Participantes

O evento contou com a participação do secretário de Estado da SDS, Adenilso Biasus, o presidente da Câmara de Qualidade Ambiental da FIESC, José Lourival Magri, o superintendente da Fundação Certi, José Eduardo Fiates, o presidente da Fapesc, Sergio Luiz Gargioni,

O secretário de Desenvolvimento Econômico, Adenilso Biasus, enfatizou que para ter uma boa gestão da água é preciso entender o papel do Estado. “A água está inserida na Constituição como principal bem público cuja responsabilidade pela preservação é de todos. Cabe ao Estado organizar a gestão da água”, disse.

O presidente da Fapesc, Sergio Luiz Gargioni, salientou que o conhecimento técnico e científico é indispensável para garantir o uso da água. “Estamos acostumados com abundância desse recurso e não valorizamos tanto”, disse, salientando que em países onde a escassez é uma realidade, como Israel, há um uso melhor do recurso.

O diretor do centro de economia verde da Fundação Certi, Marcos Daré, destacou que o plano estadual de recursos hídricos mostra que nos próximos dez anos a demanda por água vai superar a capacidade de oferta do recurso outorgado em Santa Catarina. “Parece um tempo muito longo, mas se esperarmos chegar próximo ao momento de crise para pensarmos em nos mover, não teremos tempo necessário para mudanças de postura e até de modelos de negócios que nos permitam fazer frente ao problema”, alertou.

O presidente da Câmara de Qualidade Ambiental da FIESC, José Lourival Magri, destacou que sem água não é possível produzir nada. “Temos a água como fator de desenvolvimento. A competitividade da indústria passa pelo uso racional dos recursos naturais e, dentre eles, a água”, disse. Ele chamou a atenção para os 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), eleitos pela ONU para o período 2015-2030, que trazem 169 metas, das quais, 90% passam pela água.

Historicamente, o tema água move o desenvolvimento da tecnologia, da indústria e da agricultura desde o início da civilização, lembrou o superintendente da Fundação Certi, José Eduardo Fiates. “Estudo já apresentado diz claramente os desafios que temos nessa área. A nossa visão é: sempre que há um desafio, há uma oportunidade de desenvolvimento tecnológico”, ressaltou.

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Fotos: Eliana Maccari

Planejar o uso correto dos recursos hídricos e garantir seu uso sustentável nos 10 municípios que compõem a Bacia do Rio Urussanga. Com este objetivo, foi lançado, em Urussanga, nesta quinta-feira, 14, o Plano da Bacia Hidrográfica que contou com um investimento de R$ 1,2 milhão do Governo de Santa Catarina para a região.

O estudo é um instrumento de planejamento da gestão que busca mostrar os principais usos dos recursos hídricos e a disponibilidade para apontar, por meio de um balaço hídrico, as condições atuais e futuras de atendimento aos diversos usos da água. O intuito é estabelecer metas e indicadores para garantir o uso de forma correta deste recurso natural.

A solenidade, realizada na Sociedade Recreativa Urussanga, contou com a presença do secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável Adenilso Biasus, representando o governador de Santa Catarina, o secretário executivo da Agência de Desenvolvimento Regional (ADR) de Criciúma, João Fabris, a presidente do Comitê da Bacia do Rio Urussanga, Carla Possamai Della, prefeitos dos 10 municípios inseridos na bacia hidrográfica, representantes de entidades, membros do Comitê da Bacia do Rio Urussanga e comunidade.

“É de fundamental importância este estudo que representa o desenvolvimento econômico sustentável do nosso Estado e engloba também a questão ambiental e social. A correta gestão pública dos recursos hídricos reflete em todos os demais setores da economia catarinense e tem aplicação direta na vida das pessoas”, destaca o secretário da SDS, Adenilso Biasus.

Para a presidente do Comitê da Bacia do Rio Urussanga, Carla Possamai Della, o Plano representa desenvolvimento. "Nós temos a esperança de que este Plano, de qualidade e com base em dados, traga o desenvolvimento com planejamento", frisou.

Plano

O Plano de Recursos Hídricos da Bacia do Rio Urussanga será elaborado em parceria com a Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul) com apoio financeiro e institucional da Fundação de Amparo a Pesquisa e Inovação de Santa Catarina (Fapesc) e da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico e Sustentável (SDS).

O coordenador da execução do Plano pela Unisul, Celso de Albuquerque Junior, apresentou os objetivos e as etapas do projeto.

"Vamos fazer um levantamento da disponibilidade e demanda para posteriormente elaborar o balanço com alternativas e ações. Um plano de recurso hídrico bem elaborado torna-se uma ferramenta de poder para a região da bacia, pois mostra a situação atual e aponta o que deve ser corrigido para garantir qualidade e quantidade de água a todos", salientou.

As etapas do Plano de Recursos Hídricos da Bacia do Rio Urussanga consistem no envolvimento da sociedade no Plano, caracterização e diagnóstico da Bacia, cenários futuros das demandas hídricas, compatibilização de demandas e disponibilidades, e plano de ações.

Bacia Hidrográfica

A Bacia Hidrográfica do Rio Urussanga abrange uma área de 679,16 quilômetros quadrados e está situada na região hidrográfica - RH 10, no Extremo Sul Catarinense. Dez municípios estão inseridos nesta bacia, totalizando mais de 118 mil habitantes de Urussanga, Cocal do Sul, Pedras Grandes, Treze de Maio, Morro da Fumaça, Criciúma, Sangão, Içara, Jaguaruna e Balneário Rincão. Somente os municípios de Cocal do Sul e Morro da Fumaça estão com área total na bacia. Cabe ao Comitê da Bacia do Rio Urussanga promover o gerenciamento descentralizado, participativo e integrado dos recursos hídricos na área da Bacia Hidrográfica do Rio Urussanga.

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Foto: Dirleni Dalbosco / PSJB

Lançado no último dia 8 de junho pelo governador Eduardo Pinho Moreira o movimento “Compre de SC” ganha a cada dia mais adesões. De prefeituras a entidades empresariais e empresas dos mais diferentes setores produtivos, cresce o apoio pelo consumo de produtos catarinenses e consequentemente o fortalecimento da economia de Santa Catarina. “Temos produtos que agradam a todos os gostos, paladares, uma indústria diversificada e de qualidade, então por que não dar preferência aos produtos catarinenses?”, argumentou o governador, durante o lançamento do movimento.

Setor calçadista

No Estado, o setor de couro e calçados conta com aproximadamente 480 estabelecimentos, que geram 8,7 mil empregos diretos, e acredita que o Compre de SC vá estimular as vendas internas.

Em maior ou menor número, todos usam. Eles são a paixão de muitas mulheres. Fazem parte de um dos gestos mais comuns do ser humano: caminhar. Os sapatos produzidos em Santa Catarina ganham destaque pelo salto de qualidade alcançado nos últimos anos e o Compre de SC chega para contribuir na conquista de mais consumidores.

“Estão sendo feitos trabalhos para melhorar a parte técnica dos sapatos e estudos de design e aprimoramento. Participamos de feiras estaduais e nacionais para mostrarmos ao mercado a qualidade do nosso produto”, informa o presidente do Sindicato das Indústrias de Calçados de São João Batista, Almir Manoel Atanázio dos Santos. “Estamos focados especialmente na moda feminina”, completa.

Conforme o empresário Cláudio Cesar Booz, o Estado é reconhecido como um polo de moda e se destaca pela criação de novos produtos e aprova a iniciativa de fomentar o consumo de produtos catarinenses por meio do Compre de SC. “Se conseguirmos incentivar o mercado interno terá menos necessidade de transporte, menos fretes e tudo ficará mais acessível”, defende.

Números

Santa Catarina está em oitavo lugar no ranking dos Estados produtores de calçados e couros, conforme levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2015. Em 2018, entre janeiro e abril, o Estado exportou 43 milhões de dólares em mercadorias. Os maiores compradores dos produtos catarinenses são China, EUA, Vietnã, Alemanha e Hong Kong, conforme informações da Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc).

O município que mais se destaca na produção de calçados e derivados de couro é São João Batista, no Vale do Rio Tijucas. A cidade conta, atualmente, com 270 fábricas em atividade e 122 ateliês, que produzem em média 1,6 milhão de pares de calçados femininos por mês.

A Lei n. 12.076, de 27 de dezembro de 2001, reconheceu a cidade de São João Batista como Capital Catarinense do Calçado. O município é o quarto maior polo produtor de calçados do país.

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O governador Eduardo Pinho Moreira entrega nesta sexta-feira (15), o segundo Centro de Inovação do Estado, na cidade de Jaraguá do Sul. Com um investimento de aproximadamente R$ 7,5 milhões, a estrutura será entregue à sociedade em solenidade com a presença também do secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico Sustentável, Adenilso Biasus e demais autoridades.

O prédio tem uma área de aproximadamente 2.700 metros quadrados, composto por térreo, mezanino, primeiro pavimento e ático. Com espaço para showroom, auditório, salas de reuniões e treinamentos, conta ainda com  salas para as empresas, coworking, coffee break e áreas descanso interno e externo.

Serviço
O quê: Inauguração do Centro de Inovação de Jaraguá do Sul
Local: Rua Cesare Valentini, 200 - bairro Três Rios do Sul, Jaraguá do Sul
Horário: 15h30min

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O mel produzido em Santa Catarina, que ganhou notoriedade nacional e internacional ao ser eleito em 2017 pela quinta vez o melhor do mundo, durante o 45º Congresso da Associação Internacional das Federações de Apicultores (Apimondia), ganhou uma feira em Florianópolis, que reúne diversos produtores de todo o Estado. Até este sábado, 16, ao meio-dia, quem passar pelo Centro da Capital, na região do Terminal de Integração do Centro (Ticen), poderá adquirir mel catarinense ou seus derivados - uma oportunidade para apoiar o movimento “Compre de SC”, campanha que incentiva a população a consumir produtos catarinenses. 

O quilo do mel está sendo vendido a R$ 25, podendo variar conforme a raridade ou método de extração. A feira também oferece produtos como biscoitos, cosméticos e aromatizadores.


Foto: Julio Cavalheiro / Secom

O governador Eduardo Pinho Moreira participou do almoço-debate do Grupo de Líderes Empresariais (Lide), nesta quarta-feira, 13, em Florianópolis. Criado para discutir alternativas para o desenvolvimento social e econômico com foco na governança pública e privada, o grupo destacou os desafios do Brasil para retomar o crescimento e a necessidade de mudanças estruturantes como as reformas tributária e da previdência. O palestrante da reunião desta quarta-feira foi o ex-governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin.

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Em seu discurso, o governador falou da responsabilidade em corrigir problemas que afetam diretamente o modelo político do Brasil e acabam atrapalhando o desempenho da economia e a eficiência do serviço público. “Não é mais aceitável que a máquina pública continue do tamanho que está, é preciso reduzir e direcionar o investimento público às prioridades da população. E esse é um compromisso que precisa ser também dos legisladores, eles precisam estadualizar e nacionalizar suas atuações para entender os desafios que temos pela frente e contribuir com as soluções”, frisou Eduardo Pinho Moreira.

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