Foto: SCPar Porto de Imbituba

O Porto de Imbituba recebeu a maior companhia de contêineres do mundo. O navio Maersk Labrea atracou no berço 2, na última semana, com aproximadamente 300 metros de comprimento e capacidade de de transporte 8.700 TEU (Unidade Equivalente de Transporte). Esta é a primeira de diversas embarcações que estão sendo desviadas para Imbituba em virtude de restrições operacionais dos demais portos da região.

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A embarcação foi recepcionada pela equipe da Autoridade Portuária, liderada pelo gerente de Operações Pablo Fonseca e os colaboradores Silvio Teixeira Ferreira e Alexandre Macuglia. Os funcionários da administração foram a bordo para salientar que o Porto de Imbituba está pronto para atendê-los. De acordo com o chief office Obdin Jesse Lorenzo, essa proposta de relacionamento é extremamente interessante, pois mostra profissionalismo e atenção da Autoridade Portuária com seus clientes.

Esta é a maior embarcação recebida pelo Porto de Imbituba desde a assunção da administração pela SCPar Porto de Imbituba. O Maersk Labrea veio de Itajaí e partiu às 15h da sexta-feira, 9, em direção a Paranaguá, com carga de contêineres.

Para o diretor-presidente da Autoridade Portuária, Rogerio Pupo, o recebimento destes navios mostra ao mercado que o Porto de Imbituba está se desenvolvendo de forma exponencial e que certamente passará a figurar como um dos principais portos do Sul do Brasil. "Esperamos que este seja o primeiro de muitos", disse.

Por fim, Pablo Fonseca destaca que, apesar de complexa, a atracação desses navios demonstra que o porto e a comunidade portuária de Imbituba estão prontos para receber navios post-panamax com eficiência e agilidade.

Durante a visita, também estiveram a bordo representantes da operadora portuária Santos Brasil e das agências marítimas Friendship e Oceanus.

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A Agência de Fomento do Estado de Santa Catarina (Badesc) irá destinar limite inicial de R$ 5 milhões, previstos no orçamento de 2017, para atender empresas atingidas por desastres naturais. Os recursos serão repassados por meio do Programa Badesc Emergencial. A decisão ocorreu em reunião extraordinária da diretoria colegiada, nesta semana.

Criada para garantir a sustentabilidade do sistema previdenciário de Santa Catarina, a SCPREV agora é também uma alternativa para os 295 municípios catarinenses. Projeto aprovado pela Assembleia Legislativa na última quarta-feira, 7, autoriza as gestões municipais a compartilhar da mesma administração, o que na prática significa cortar custos com a criação e manutenção de uma instituição própria nos moldes da SCPREV. “A mudança na lei cria uma grande oportunidade para os municípios que estão instituindo regimes complementares porque os livra de uma série de burocracias e, principalmente, de gastos”, observa o diretor-presidente Célio Peres (SCPREV).

Encaminhada à Alesc pelo Governo do Estado, a lei regulamenta que a SCPREV poderá administrar os planos patrocinados pelos municípios que tenham instituído sistemas próprios de previdência complementar, a exemplo do que ocorre hoje em São Paulo e no Rio de Janeiro. Com a aprovação da legislação, serão celebrados convênios entre a SCPREV e as prefeituras interessadas, que ficarão responsáveis pelo recolhimento e o repasse das contribuições dos servidores que optarem pela adesão ao plano.

Novos prazos 

Outra mudança, também aprovada pela Alesc, altera de um para três anos o prazo para que o servidor público estadual admitido antes de 2016 (quando foi instituído o Plano) possa aderir à SCPREV. As alterações na lei seguem agora para sanção do governador Raimundo Colombo e entram em vigor a partir da publicação no Diário Oficial do Estado.

Sobre a SCPREV

A Previdência Complementar é considerada uma tendência no serviço público brasileiro. O modelo é hoje uma realidade em outros nove estados: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Ceará, Bahia, Pernambuco, Rio Grande do Sul e Rondônia. Em Santa Catarina, a SCPREV foi criada pelo Decreto nº 553, de 18 de dezembro de 2015.

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Foto: Saul Oliveira/SOL

Propostas de objetivos estratégicos para as áreas de turismo, cultura e esporte foram definidas nesta quinta-feira, 8, na Fundação Escola de Governo ENA, em Florianópolis, por representantes do Governo do Estado e da sociedade civil organizada. A iniciativa é parte da elaboração do Plano de Desenvolvimento Catarinense para 2030, coordenado pela Secretaria de Estado do Planejamento com apoio da UFSC.

“Esse é um momento fundamental para pensar um planejamento a médio, longo prazo para o Estado de Santa Catarina. É um plano de Estado que está sendo construído. Me parece que tem muito a ver com a política deste governo, que está se pautando em planejamento. O Programa Crescendo Juntos é uma amostra disso e está muito vinculado à forma de pensar da Secretaria de Turismo, Cultura e Esporte hoje, que é planejar a curto prazo, executar o mais rápido possível, pois o Estado precisa de respostas rápidas. Mas, ao mesmo tempo, pensar em ações de médio e longo prazo”, comentou o secretário adjunto de Turismo, Cultura e Esporte, Francisco Antônio dos Anjos.

Dados do Ministério do Turismo mostram que o setor turístico cresceu 102% na América do Sul e 19% no Brasil entre 2000 e 2015. Mais da metade dos turistas (51%) vêm ao país a lazer, o que se repete em Santa Catarina. Mas é o turista de negócios e eventos que gera mais renda aos municípios. Florianópolis, por exemplo, aparece como o quinto destino mais procurado no país para sediar eventos internacionais.  

“Quando alguma coisa não dá certo, costuma-se dizer que faltou planejamento. Nós estamos ganhando um tempo para parar, refletir para planejar o Estado para 2030”, disse o secretário adjunto de Planejamento, Fabio Botelho.

Aqui os desafios são diminuir a sazonalidade do movimento turístico (maior entre dezembro e março), a concentração na região litorânea (que fica com 70% da renda estadual) e aumentar o gasto diário per capita do turista.

Os participantes do workshop definiram como objetivos estratégicos: desenvolver os potenciais turísticos de Santa Catarina, fortalecer o segmento de turismo de negócios, promover a interiorização do turismo e tornar SC referência em turismo inteligente, com o desenvolvimento de aplicativos e fomento à inovação.  

Cultura e Esportes

Investe-se menos de 1% do orçamento estadual e da maior parte dos municípios catarinenses em cultura e esporte. Para as duas áreas, os técnicos do Governo e de instituições da sociedade civil organizada estabeleceram como objetivo estratégico ampliar os investimentos gradualmente até 2030. Outra preocupação é quanto à implementação dos planos dos setores e à defesa do patrimônio cultural material e imaterial. Também foram destacadas a capacitação dos profissionais e a baixa participação nos empregos formais.

“Na área da cultura, um dos grandes desafios é fazer chegar esse importante ativo à sociedade catarinense como um todo, pois o que a gente vê em geral é que o gasto corrente na atividade é muito baixo. Qualquer sociedade que queira se tornar sofisticada com uma população com uma compreensão melhor do mundo e das coisas precisa de um nível cultural alto. Para fazer isso, o principal desafio de curto prazo em Santa Catarina é promover uma adesão das gestões municipais ao Sistema Nacional de Cultura para que eles venham a ter uma politica efetiva de desenvolvimento cultural. Na área de esporte, o dado mais positivo é que, em Santa Catarina, tem ocorrido ações, programas e projetos voltados a diversas áreas do esporte, tanto na área escolar, quanto de alto rendimento como esporte de lazer, isso é um dado bastante positivo. Talvez uma das grandes dificuldades do esporte seja estar mal colocado na gestão do Estado e municípios, vinculados a áreas que nem sempre tem a ver com objetivos estratégicos do setor", concluiu o professor da UFSC Pablo Bittencourt. 

Participaram do workshop representantes das secretarias estaduais de Turismo, Cultura e Esporte, da Fazenda e do Planejamento, Santur, Conselho Estadual de Turismo, Fesporte, Tribunal de Justiça Desportiva, Secretaria de Esportes da UFSC, Fundação Catarinense de Cultura, Conselho Estadual de Cultura, Programa SC Rural, Assembleia Legislativa de Santa Catarina, Fecomercio, Sebrae, Badesc e BRDE.

Sobre o Plano de Desenvolvimento de Santa Catarina 2030 

O Plano de Desenvolvimento de Santa Catarina 2030 abordará quatro grandes dimensões: Desenvolvimento Econômico, Desenvolvimento Social, Infraestrutura e Meio Ambiente e Gestão Pública. É uma iniciativa do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado do Planejamento, em cooperação com a UFSC e com apoio da Fapesc.

Será construído de forma participativa a partir do estabelecimento de indicadores, metas, objetivos e estratégias como instrumento auxiliar para a ação governamental em Santa Catarina. Busca responder às seguintes questões: onde estamos, aonde queremos chegar, como vamos chegar lá e com quais instrumentos de governança.

Até final de junho, serão realizados workshops setoriais abordando os temas: indústria, comércio, ciência e tecnologia; pessoal e finanças; cultura, esporte e turismo; saúde; educação; segurança pública; assistência social, trabalho e habitação; agricultura e pesca; meio ambiente; infraestrutura; mobilidade urbana. Depois dessa etapa, a equipe técnica fará entrevistas com especialistas de cada área e apresentará o conteúdo em workshops regionais (Grande Florianópolis, Litoral Norte, Litoral Sul, Planalto Serrano, Planalto Norte, Alto Vale do Itajaí, Meio-Oeste e Oeste).

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O Governo do Estado vai prorrogar o prazo de recolhimento do ICMS referente ao mês de maio para as empresas instaladas nos municípios que decretaram situação de emergência ou calamidade pública devido às chuvas. O ICMS de maio, que seria pago no dia 10 de junho, poderá ser recolhido até 10 de julho. A prorrogação é válida apenas para os contribuintes que comprovarem terem sido prejudicados pelos efeitos das chuvas.

É necessário ainda que a situação de emergência ou calamidade pública tenha sido homologada pelo Governo do Estado. “O objetivo, com a prorrogação de 30 dias no prazo de recolhimento do ICMS, é ajudar o empresariado a se reerguer”, explica o diretor de Administração Tributária da Secretaria de Estado da Fazenda, Ari Pritsch.

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A Gerência Regional da Fazenda Estadual (Gerfe) de Blumenau está mudando de endereço. A partir de segunda-feira, 12, o atendimento ao contribuinte passará a ser realizado no 14º andar do Edifício Ibiza Trade & Financial Center, no Bairro Velha. “Estamos nos mudando para uma área central, com estacionamento e infraestrutura para melhor atender o contribuinte”, explica o gerente regional Eugênio Niesciur.

Instalada em um imóvel alugado ao custo de R$ 45,1 mil mensais, a Gerfe ganha agora uma sede própria. O Governo do Estado investiu R$ 7,5 milhões (parcelados em 98 vezes) na compra da área de pouco mais de 1,5 mil metros quadrados. O objetivo é que ao menos uma parcela desse valor seja amortizada pela venda de imóvel do Governo do Estado instalado na Rua XV de Novembro – o projeto que autoriza a negociação já está tramitando na Assembleia Legislativa.

Para realizar a mudança, a Gerfe de Blumenau terá de suspender o atendimento ao público na próxima sexta-feira, 9, quando ocorre a mudança – é necessário desligar e reinstalar os sistemas, a internet e os telefones. A recomendação é antecipar a busca pelos serviços nesta terça, quarta e quinta-feira. A expectativa é que o trabalho seja normalizado a partir de segunda-feira, 12.

Serviço
O quê: 3ª Gerência Regional da Fazenda Estadual em Blumenau
Endreço: Rua Dr. Léo de Carvalho, 74, 14º Andar, Bairro Velha – Edifício Ibiza Trade & Financial Center. CEP - 89036-239, Blumenau.
Fone: (47) 3378-8300

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Proprietários de veículos com placa final 6 que quiserem pagar o imposto em três vezes sem juros devem efetuar o pagamento da primeira parcela até a próxima segunda-feira, 12 de junho. As demais parcelas têm vencimento no dia 10 dos meses seguintes, nesse caso, julho e agosto. O prazo para pagamento em cota única é 30 de junho. Dia 12 deste mês também vence a segunda parcela do IPVA de veículos com placa final 5 e terceira parcela para final 4.

A Secretaria da Fazenda (SEF), responsável pelo recolhimento do imposto, lembra que os vencimentos dependem do final da placa do veículo, mas os contribuintes podem antecipar o pagamento a qualquer momento. A guia de pagamento, taxas, multas e seguro DPVAT podem ser emitidos na internet e paga nas agências bancárias conveniadas: Banco do Brasil, Bradesco, Itaú, Santander, Caixa Econômica Federal, Sistema Bancoob/Sicoob, HSBC, Sicredi e Cecred.

A quitação é um dos requisitos para licenciar o veículo. O não pagamento também implica em Notificação Fiscal, com multa de 50% do valor devido, mais juros SELIC ao mês ou fração. Para saber qual o valor do IPVA do seu carro, acesse a tabela disponível no site da Secretaria da Fazenda clicando aqui.

Para pagar, clique aqui. 

Imposto está 4,4% menor em SC

Os proprietários de veículos emplacados em Santa Catarina irão pagar em média 4,4% menos de IPVA em 2017. A redução é atribuída a queda do valor de mercado dos automóveis, uma vez que a base para o cálculo do imposto é a tabela FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas). Este é o segundo ano consecutivo que o imposto acaba ficando mais barato no Estado. Em 2016, o valor do IPVA ficou, em média, 4% menor do que no ano anterior.

CALENDÁRIO DE PAGAMENTO

FINAL DE PLACA

COTA ÚNICA

PARCELAMENTO-COTAS

     1ª

     2ª

    3ª

1

último dia do mês de janeiro

10.01

10.02

10.03

2

último dia do mês de fevereiro

10.02

10.03

10.04

3

último dia do mês de março

10.03

10.04

10.05

4

último dia do mês de abril

10.04

10.05

10.06

5

último dia do mês de maio

10.05

10.06

10.07

6

último dia do mês de junho

10.06

10.07

10.08

7

último dia do mês de julho

10.07

10.08

10.09

8

último dia do mês de agosto

10.08

10.09

10.10

9

último dia do mês de setembro

10.09

10.10

10.11

0

último dia do mês de outubro

10.10

10.11

10.12

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Fotos: Jeferson Baldo/GVG

O vice-governador Eduardo Moreira, representando o governador Raimundo Colombo, recepcionou a comitiva da Associação das Cidades-irmãs da China (Cifca) nesta terça-feira, 6, em Florianópolis. Santa Catarina está aberta à cooperação internacional e a investidores para ampliar as parcerias. Os programas do Governo do Estado incentivam a instalação de empresas exportadoras através dos cinco portos. Além disso, em parceria com a Fiesc, foi montada uma agência para atração de investimentos, a Invest SC, cujo modelo reduz o risco dos investidores, pois tem apoio dos setores público e privado, salientou Eduardo Moreira.

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As informações colhidas sobre o Estado serão apresentadas pelos representantes da Cifca a investidores chineses. A entidade, que também visitou as instalações do Sapiens Parque, da Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia e da Federação Catarinense de Municípios, possui representação em 137 países. De acordo com a Câmara Brasil-China, o país tem 28 cidades-irmãs chinesas, sendo quatro em Santa Catarina: Camboriu-Pingdingshan; Criciúma-Huaibei; Itajaí-Xinxiang e São José-Zibo. Deputados estaduais também participaram da reunião.

>>> Chineses demonstram interesse por cidades portuárias de SC

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Foto: Rafael Paulo/SAI

Representantes da Associação das Cidades-Irmãs da China (Cifca) conheceram áreas de potenciais cooperações e investimentos em Santa Catarina durante a visita à Secretaria Executiva de Assuntos Internacionais (SAI) nesta segunda-feira, 5, em Florianópolis. Foram debatidas as parcerias entre municípios catarinenses e cidades da China. “Gostaríamos de contar com a Cifca para apresentar Santa Catarina como um mercado aberto a cooperações e a investidores para ampliar as nossas parcerias na China”, pontuou o consultor-geral da SAI, Marcelo Trevisani.

O secretário-geral da Cifca, Qing Boming, confirmou o interesse pelo Estado. As informações recebidas na reunião serão apresentadas na China com a intenção de continuar o diálogo com Santa Catarina no futuro. “Vimos muitas oportunidades nesta reunião, em especial parcerias com cidades portuárias. Agora temos que trabalhar juntos para tornarmos as expectativas em realidades”, prevê Boming.

Além dos indicadores socioeconômicos, a apresentação de Santa Catarina para a Cifca também introduziu os programas de atração de investimentos em Santa Catarina, como o Prodec e o Pró-Emprego. “Nossos programas buscam incentivar a instalação, em Santa Catarina, de novas indústrias ou de empresas que exportem pelos nossos portos”, disse Renato Lacerda, secretário adjunto da Fazenda.

Outro aspecto destacado foi o perfil da agência catarinense de atração de investimentos Investe SC. Iniciativa do Governo do Estado em parceria com a Fiesc, a Investe SC é a única no Brasil formatada como uma parceria público-privada. “Acreditamos que este modelo reduz muito o risco dos investidores, pois tem o apoio tanto do setor público quanto da iniciativa privada”, explicou o CEO da Investe SC, Diógenes Feldhaus.

Ainda nesta segunda-feira, o grupo participou de reuniões na Federação Catarinense de Municípios (Fecam) e conheceu o Sapiens Parque, ambos em Florianópolis.

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As prefeituras catarinenses terão 30 dias, a partir desta segunda-feira, 5, para questionar os números provisórios do Índice de Participação dos Municípios (IPM) que serão repassados em 2018. As projeções, publicadas pela Secretaria de Estado da Fazenda na última sexta-feira, 2, no Diário Oficial, levam em conta o movimento econômico de cada cidade em 2016. Os dados estão disponíveis neste link (a partir da página 72).

O ranking dos maiores IPMs não mudou: Joinville, Itajaí, Blumenau, Florianópolis e Jaraguá do Sul continuam na liderança, apesar de terem perdido participação nos repasses que serão realizados ao longo de 2018. Do outro lado, entre as cidades com maior incremento no IPM, estão aquelas cuja economia é baseada na atividade agrícola e agroindustrial. Nesta lista estão Ponte Alta, Nova Erechim, Imbituba, São Joaquim e Timbó Grande.

Os municípios podem impugnar os índices via internet. Os pedidos serão julgados entre julho e agosto. Caso não concordem com a decisão, os administradores municipais ainda tem a alternativa de recorrer ao colegiado, do qual participam dois representantes das prefeituras e dois da SEF. “É importante destacar que todos os municípios terão a oportunidade de contestar os índices provisórios”, explica o coordenador da apuração do IPM, o auditor fiscal Ari Pritsch. O IPM definitivo e que será aplicado ao longo de 2018 deve ser publicado no final de novembro.

Maiores IPMs

– Joinville, apesar de outra queda, continua sendo o município com maior índice do Estado, com 8,60%. O decréscimo de 5,3% projetado para 2018 representa cerca de R$ 20 milhões a menos no ano que vem.

- Itajaí tem o segundo maior IPM (7,02%), mas também perdeu participação (queda de 1,8%). As projeções mostram que o município deve receber cerca de R$ 5 milhões a menos em 2018.

- Blumenau aparece em terceiro entre os maiores IPMs do Estado, com participação de 4,81 % (queda de 1,5%). O impacto é de menos R$ 3 milhões para o próximo ano.

Maiores crescimentos

– Araquari teve o maior incremento no índice (31%), passando dos atuais 0,69% para 0,91% - efeito  BMW e Hyosung. Serão cerca de R$ 9 milhões a mais no caixa do município em 2018.

– Ponte Alta do Norte teve o segundo maior crescimento (20%). O número é atribuído ao desempenho no abate das florestas. Confirmados os índices, serão R$ 700 mil extras nos cofres do município em 2018.

- Em terceiro lugar, com crescimento de 18%, está Nova Erechim (R$ 1 milhão a mais em 2018). O número é atribuído ao alto desempenho de uma agroindústria da região.

Maiores quedas

- Abdon Batista teve a maior queda (21%), com previsão de receber R$ 1,6 milhão a menos em 2018. O desempenho é consequência da normalização do faturamento da usina hidrelétrica instalada no município.

– Porto União teve queda de 13,1% (R$ 1,5 milhão a menos em 2018). O resultado é atribuído à sazonalidade da extração de madeira.

– Jaraguá do Sul teve queda de 13,0% (R$ 17 milhões a menos em 2018), reflexo da retração da economia local.

Como é feita a partilha do ICMS – Do total de ICMS arrecadado pelo Estado, 25% são partilhados com as prefeituras. Deste montante, 15% são distribuídos igualmente dividindo-se o valor entre o número total de municípios. Os 85% restantes são partilhados de acordo com o movimento econômico de cada cidade. A soma dos dois percentuais (15% / 295 + proporcionalidade do VA x 85%) resulta no IPM.

MAIORES ÍNDICES DE RETORNO

Município

Associação

IPM 2018

IPM 2017

% de Crescimento

Repercussão em R$

JOINVILLE

AMUNESC

8,6024492

9,079954

-5,3%

 (20.797.530,91)

ITAJAÍ

AMFRI

7,0251505

7,155585

-1,8%

 (5.681.019,59)

BLUMENAU

AMMVI

4,8151928

4,890082

-1,5%

 (3.261.784,60)

FLORIANÓPOLIS

GRANFPOLIS

2,8740123

2,936382

-2,1%

 (2.716.497,31)

JARAGUÁ DO SUL

AMVALI

2,6770197

3,078287

-13,0%

 (17.477.001,86)

CHAPECÓ

AMOSC

2,4439473

2,432825

0,5%

 484.444,83

SÃO JOSÉ

GRANFPOLIS

2,4188087

2,442140

-1,0%

 (1.016.190,13)

LAGES

AMURES

1,9392127

1,943976

-0,2%

 (207.454,11)

CRICIÚMA

AMREC

1,8352548

1,912242

-4,0%

 (3.353.155,34)

BRUSQUE

AMMVI

1,6797306

1,731152

-3,0%

 (2.239.617,91)

MENORES ÍNDICES DE ROTORNO

Município

Associação

IPM 2018

IPM 2017

% de Crescimento

Repercussão em R$

PESCARIA BRAVA

AMUREL

0,0596149

0,0582705

2,3%

 58.555,85

RIO RUFINO

AMURES

0,0618958

0,0623666

-0,8%

 (20.507,45)

PRESIDENTE NEREU

AMAVI

0,0623530

0,0640922

-2,7%

 (75.750,10)

IRATI

AMOSC

0,0640418

0,0625437

2,4%

 65.247,36

CELSO RAMOS

AMPLASC

0,0641370

0,0627385

2,2%

 60.910,85

MATOS COSTA

AMARP

0,0648572

0,0615553

5,4%

 143.814,57

BARRA BONITA

AMEOSC

0,0657341

0,0644081

2,1%

 57.755,10

CERRO NEGRO

AMURES

0,0662360

0,0635032

4,3%

 119.025,05

BALN ARROIO DO SILVA

AMESC

0,0667667

0,0660862

1,0%

 29.637,58

SANTA ROSA DE LIMA

AMUREL

0,0669899

0,0689370

-2,8%

 (84.805,97)

MAIORES CRESCIMENTOS

Município

Associação

IPM 2018

IPM 2017

% de Crescimento

Repercussão em R$

ARAQUARI

AMUNESC

0,9108640

0,6910818

31,8%

 9.572.516,57

PONTE ALTA DO NORTE

AMURC

0,0993506

0,0826799

20,2%

 726.082,96

NOVA ERECHIM

AMOSC

0,1730035

0,1465763

18,0%

 1.151.027,24

BALNEÁRIO PIÇARRAS

AMFRI

0,2030216

0,1774731

14,4%

 1.112.753,01

ITAPOÁ

AMUNESC

0,1503030

0,1322256

13,7%

 787.353,35

IMBITUBA

AMUREL

0,4267583

0,3788377

12,6%

 2.087.160,37

SÃO JOAQUIM

AMURES

0,3245473

0,2899994

11,9%

 1.504.718,64

TIMBÓ GRANDE

AMARP

0,1185778

0,1071989

10,6%

 495.601,33

SÃO CARLOS

AMOSC

0,2281247

0,2083289

9,5%

 862.197,52

CURITIBANOS

AMURC

0,4765830

0,4371859

9,0%

 1.715.921,71

MAIORES QUEDAS

Município

Associação

IPM 2018

IPM 2017

Queda do IPM

Repercussão R$

ABDON BATISTA

AMPLASC

0,1381785

0,1749497

-21,0%

 (1.601.553,07)

PORTO UNIÃO

AMPLANORTE

0,2297327

0,2643713

-13,1%

 (1.508.670,78)

JARAGUÁ DO SUL

AMVALI

2,6770197

3,0782865

-13,0%

 (17.477.001,86)

APIÚNA

AMMVI

0,2869737

0,3263182

-12,1%

 (1.713.634,00)

PIRATUBA

AMAUC

0,3060736

0,3425687

-10,7%

 (1.589.529,84)

SÃO BENTO DO SUL

AMUNESC

0,9996586

1,0872265

-8,1%

 (3.813.981,39)

NOVA TRENTO

GRANFPOLIS

0,1596237

0,1734684

-8,0%

 (602.998,40)

RODEIO

AMMVI

0,1229229

0,1330085

-7,6%

 (439.275,26)

BOM JARDIM DA SERRA

AMURES

0,1119402

0,1205659

-7,2%

 (375.688,64)

RIO DO SUL

AMAVI

0,7160562

0,7671084

-6,7%

 (2.223.555,86)

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