Até 7 de março, estarão abertas as inscrições para o curso gratuito de formação continuada em Direito Tributário, com foco na tributação municipal. A atividade será coordenada e ministrada pelo professor Fábio Pugliesi, do Centro de Ciências da Administração e Socioeconômicas (Esag), da Udesc. O curso terá 80 horas de duração e os tópicos estarão disponibilizados entre 12 de março a 31 de julho na plataforma www.moodle.udesc.br. As inscrições devem ser feitas pela internet.

A formação é voltada a pessoas que atuam na área tributária e servidores públicos, além de graduandos e pós-graduandos em Direito, Administração, Contabilidade e Economia, além de demais interessados pelo tema.

Conteúdos abordados

Segundo Pugliesi, o curso visa disseminar e compartilhar conhecimentos e experiências sobre o Direito Tributário e a gestão tributária nos municípios. Entre os conteúdos abordados, estão o sistema tributário, o imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana, o imposto sobre a transmissão de bens imóveis a título oneroso e normas gerais de Legislação Tributária, entre outros.

Para fazer as atividades, o estudante deverá utilizar o sistema moodle.udesc.br. Os alunos que participarem de pelo menos metade dos fóruns que integram cada um dos tópicos receberão certificados.

Assista ao vídeo de divulgação do curso no canal do professor Pugliesi

Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail fabio.pugliesi@udesc.br.

Realizada como ação de extensão, a iniciativa é uma parceria entre a Udesc Esag e o Centro de Educação a Distância (Cead) e integra o Programa de Direitos Humanos, Cidadania e Políticas Públicas, coordenado pelo professor Alfredo Balduíno Santos.

Serviço
O QUÊ: Curso a distância de formação continuada em Direito Tributário.
QUANDO: De 12 de março a 31 de julho.
QUANTO: Gratuito, com inscrições até 7 de março pela internet .

Assessoria de Comunicação da Udesc
E-mail: comunicacao@udesc.br
Telefones: (48) 3664-7935/8010


Foto: Mariane Mendes/SDS

Em busca de inspiração e fomento do empreendedorismo com inovação, aceleração de startups e desenvolvimento econômico, nesta semana, um grupo das cidades de Canela e Restinga Seca, Rio Grande do Sul, visitou o laboratório de inovação da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável e Turismo, para conhecer mais sobre os Centros de Inovação e os projetos desenvolvidos pelo governo catarinense, que estão servindo como referência por promover o empreendedorismo, o desenvolvimento de novas vocações regionais, conectando poder público, universidades e iniciativa privada.

Para o secretário da SDS, Lucas Esmeraldino, trata-se de uma oportunidade de compartilhar o modelo de inovação catarinense mas, sobretudo, de aprender com um Estado referência em PD&I, com dezenas de universidades voltadas à inovação, polos tecnológicos, incubadoras empresariais e parques tecnológicos.

"Momentos como este são ímpares para Santa Catarina aprimorar ainda mais seus conceitos, infraestruturas e metodologias de gestão dos Centros e dos demais ecossistemas de inovação, que dependem da sinergia local, regional e internacional. O sucesso destes Centros, tenho dito, será consequência desta sintonia, integração, que gera resultados e que tem o poder da transformação social", disse Esmeraldino.

Segundo o secretário municipal da Fazenda e Desenvolvimento Econômico da prefeitura de Canela, Luciano Mello, as práticas desenvolvidas em Santa Catarina estão inspirando projetos e já são referência para outros estados.

“Em Canela, 70% do turismo é o que movimenta a economia. Temos muito o que avançar em novos polos, como a inovação, por exemplo, para que possamos fortalecer a economia através de outros setores. Por isso, viemos buscar conhecimento em cidades referência, como é o caso de Santa Catarina, para levar para a nossa cidade. Tenho a certeza que voltarei para a região da hortênsias falando para o prefeito que visitei um mundo novo. Essa é a verdade. Fiquei impressionado”, frisa Mello, enfatizando que a missão a partir de agora será inovar, adaptado à realidade da região.

De acordo com dados da Associação Brasileira de Startups, Santa Catarina é o estado com maior proporção de empresas desse tipo no país: uma startup para cada 40 mil habitantes.

“Acredito que o caminho para o sucesso de qualquer organização passa por uma palavra: inovação. E para Santa Catarina, inovar continuará sendo uma das metas, para que o estado permaneça sendo referência e aumente cada vez mais a competitividade. Em nossa visão, a inovação é a fonte para o desenvolvimento econômico catarinense”, destaca o diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação, Guilherme Murara, pontuando que, frequentemente, recebem visitas no laboratório de inovação da SDS, para apresentar os projetos desenvolvidos no Estado.

Atualmente, Santa Catarina é reconhecida como polo tecnológico, e a cada novo dia, o ecossistema da tecnologia e inovação não para de crescer. Prova disso é que o setor representa, em média, 5.6% do PIB do Estado.

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Foto: Gustavo Amorim/SDS

“Trabalhe conosco”. A frase curta e objetiva no site de uma empresa recém-chegada ao Estado é um convite para uma fase próspera em Santa Catarina. A vinda de novos empreendimentos e a ampliação de outros aquecem a economia catarinense.

Prova disso é que Santa Catarina tem a maior taxa de crescimento de emprego do Sul do País, com perspectivas positivas para 2019. O otimismo do empresariado, principalmente no setor do comércio, construção civil e indústrias, proporciona investimentos e abertura de novas vagas.

O secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico e Turismo de Santa Catarina (SDS), Lucas Esmeraldino, ressalta que o Estado possui um ambiente totalmente dinâmico e favorável aos negócios, com segurança jurídica, transparência e absoluto apoio às iniciativas que trazem emprego, renda e desenvolvimento econômico.

“O Governo de Santa Catarina vem fazendo seu dever de casa ao recepcionar e prestar todo apoio possível ao investidor, o que nos torna uma opção segura para investimentos”, salienta Esmeraldino.

 
Secretário Lucas Esmeraldino

O secretário destaca que o grande diferencial é o trabalho feito por meio de programas e ações como o Prodec, SC Bem Mais Simples e a Investe SC. Ele cita como exemplo a Agência de Atração de Investimentos, Investe SC, uma parceria entre o Governo e a Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC), que busca ser um canal único de atração de investimentos, recepcionando investidores e empresários que chegam e os que querem ampliar suas atividades em Santa Catarina.

“Atualmente temos 104 projetos de ampliação e instalação no Estado que estão tramitando, gerando uma expectativa de R$ 6,9 bilhões em investimentos privados nos próximos três anos”, ressalta o diretor de Desenvolvimento Econômico da SDS e representante da Investe SC, no Estado, Antônio Slosaski.

O secretario-adjunto da SDS, Amandio Junior, avalia que a perspectiva de melhora na economia alavancou as expectativas futuras e influenciou na percepção positiva do momento atual. “A confiança dos industriais cresceu pelo quinto mês consecutivo. A indústria de Santa Catarina cresceu 4%, em 2018, enquanto o Brasil cresceu 1,1%. Da mesma forma, o fim das incertezas eleitorais e as perspectivas de mudanças estruturais na economia levaram o Índice de Confiança dos Empresários do Comércio, o ICEC-SC, à melhor posição desde 2013. O volume de vendas do comércio catarinense cresceu 10,5% em 2018, enquanto o brasileiro cresceu 5%, sendo o aumento de Santa Catarina o terceiro maior do país", observa.

O economista da SDS Paulo Zoldan lembra que Santa Catarina tem a menor taxa de desemprego do país e está entre os estados onde a geração de emprego mais cresceu em 2018. A economia catarinense gerou 41,7 mil novos postos de trabalho em 2018. O setor de serviços liderou com a criação de 26,3 mil novos postos, seguido por comércio, indústria de transformação e a construção civil, que voltou a empregar.

Novas empresas em Santa Catarina

Há 25 anos, em São José do Rio Preto, interior de São Paulo, dois amigos vendiam camisetas pelo acostamento de uma via marginal. A ideia, que começou a partir do entusiasmo dos dois pequenos empreendedores, deu tão certo que logo o pai de um deles, Antonino Pasquini, se juntou a seu filho e deu o gás financeiro, transformando lucros em investimentos. Logo a marca “Acostamento” ganhou força.

Assim surgiu o Grupo Pasquini, empresa paulista do ramo de confecções liderada pelos empresários Antonino e Raritom Pasquini,  em franca expansão. Com mais de 2 mil pontos de vendas pelo país, agora está de mudança para Santa Catarina, na cidade de Itajaí. Com uma expectativa positiva para 2019, a empresa estima gerar 400 novas vagas de emprego na região e um crescimento de 30% para 2020.

 
Grupo Pasquini, empresa paulista do ramo de confecções, está de mudança para Santa Catarina, na cidade de Itajaí

“Crescemos 20% ao ano, e Rio Preto não suportou nosso crescimento. Faltou mão de obra e prestadores de serviços especializados e disponibilidade de matéria prima. A região do Vale do Itajaí tem a confecção no sangue, por isso decidimos vir pra cá”, conta Miriam Santana, diretora de Operações do Grupo Pasquini.

Em Santa Catarina a empresa foi recepcionada pela Investe SC. “Tivemos um apoio logístico e técnico do Governo, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico Sustentável do Estado, e também da Prefeitura de Itajaí. Essa recepção foi o diferencial que a gente precisava para agilizar a vinda”, lembra Miriam.

“Enxergamos um Estado que quer evoluir, que é um pólo de startup. Aqui tem muita coisa de tecnologia que a gente precisa ter na indústria da confecção. Tem também uma via de escoamento fácil, e de recebimento, que é o porto, além da mão de obra”, acrescenta.

Assim como o Grupo Pasquini fez as malas e partiu para Santa Catarina, outras empresas também estão chegando, como é o caso da multinacional americana Cooper Standard, líder global em fornecimento de sistemas e componentes para a indústria automotiva e qye trabalha em importantes ações para fortalecer a sua presença no Brasil, onde sua nova fábrica, na cidade de São Bento do Sul, tem papel fundamental para atender clientes da Região Sul do Brasil.

“Conseguimos em tempo recorde obter as licenças e recebemos todo apoio logístico para a instalação rápida. Em Santa Catarina, este processo aconteceu de forma ágil e sem burocracia”, avalia diretor administrativo da Cooper Standard na América do Sul, Jürgen Kneissler.

 Mais emprego

Gilmara Carpes da Silva tinha 14 anos quando começou a trabalhar na área têxtil, seguindo o exemplo de seus pais. Natural de Blumenau, importante polo têxtil de Santa Catarina, cresceu rodeada de grandes fábricas.

“Tinham várias confecções perto da minha casa e meu primeiro emprego eu comecei como manual, que é aquela pessoa que faz a distribuição para as costureiras. Sai dali e fui para outra empresa, na qual fiquei por 20 anos, e cresci como profissional”, lembra Gilmara Carpes Silva. 

A região do Vale do Itajaí é conhecida por ter sido destino de imigrantes europeus no século XIX. Eles trouxeram a experiência empreendedora para uma região inóspita no início do século XX  e conseguiram criar um pólo têxtil invejável.

Hoje, a região abriga tanto as grandes fábricas como pequenas facções com produção basicamente local. Experiente na função, Gilmara começa uma nova fase em sua vida profissional, sendo convidada a atuar como coordenadora têxtil no Grupo Pasquini.

Apesar do receio em começar num novo emprego, Gilmara decidiu apostar e atualmente é responsável em coordenar uma equipe de mais de 50 pessoas. “Como a empresa é nova aqui, tu vem com garra para trabalhar e a tua oportunidade de crescer na empresa é muito maior. Aqui na empresa tinham pessoas que estavam há três ou quatro meses desempregadas e você ver a alegria destas pessoas é importante. Isso faz a gente se sentir muito bem”.

 Ela observa ao seu redor e percebe o desenvolvimento da região com o surgimento de novas vagas de trabalho que aquecem a economia: “É muito bom para o Estado a vinda de mais empresas, pois geram novos empregos. O trabalho muda a vida das pessoas, que passam a adquirir produtos e contribuir com impostos. Por sua vez, a empresa também vai dar seu retorno para a cidade e para o Estado".

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Uma reunião na manhã desta sexta-feira, 15, na Casa D’Agronômica, marcou a abertura das tratativas conjuntas entre o Governo do Estado e entidades que representam o setor produtivo na elaboração de uma nova política de incentivos fiscais. O governador Carlos Moisés recebeu representantes da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc) e do Sindicato das Indústrias de Laticínios e Produtos Derivados (Sindileite) para discutir o assunto.

O chefe do Executivo reiterou que pretende criar uma política fiscal justa e com maior transparência na aplicação dos incentivos. “É um assunto extremamente complexo, por isso é importante ouvir os mais variados setores da atividade econômica. Precisamos olhar para frente e tratar com isonomia as empresas”, pontuou o governador. Na avaliação dele, os órgãos de fiscalização e controle, assim como a sociedade, precisam ter acesso às informações sobre benefícios de forma mais fácil.

Os secretários que compõem o Grupo de Trabalho de Benefícios Fiscais (GTBF) participaram do encontro. O próximo passo será a elaboração de um cronograma de reuniões entre técnicos do Estado e das entidades para avançar no tema em conjunto.

O presidente da Fiesc, Mario Cezar de Aguiar, manifestou o desejo do setor produtivo em participar do debate. “É extremamente importante que tenhamos uma política de incentivos que dê condição de competitividade ao Estado. Não queremos que haja privilégios, mas condições igualitárias de concorrência”, argumentou o presidente, que reforçou o interesse da indústria em contribuir no processo.

Estiveram na reunião os secretários  Paulo Eli (Fazenda), Douglas Borba (Casa Civil), Jorge Eduardo Tasca (Administração), Naiara Augusto (Integridade e Governança), Luiz Felipe Ferreira (Planejamento), a procuradora-geral do Estado, Célia Iraci da Cunha e o procurador-geral adjunto para Assuntos Jurídicos, Eduardo Zanatta Brandeburgo. O setor produtivo esteve representado por Aguiar (presidente da Fiesc), Evair Oenning (presidente da Câmara Tributária da Fiesc) e Valter Brandalise (presidente do Sindileite).

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A Secretaria de Estado da Fazenda de Santa Catarina deflagrou, nesta semana, uma operação de combate a caixa dois e fraudes tributárias no varejo. Durante a fiscalização, realizada entre os dias 13 e 14 de fevereiro, 18 auditores visitaram 39 empresas nas cidades de Itajaí e Itapema.

O objetivo da operação foi identificar contribuintes que praticavam caixa dois, ou seja, obtinham recursos financeiros que não eram contabilizados nem declarados aos órgãos competentes. Para isso, os fiscais copiaram as informações armazenadas nos Emissores de Cupom Fiscal (ECF), os dados de computadores com informações suspeitas das empresas e os registros do Programa Aplicativo Fiscal (PAF).

“A fiscalização in loco é a forma mais eficaz de verificar irregularidades por parte dos contribuintes que ainda não cumprem as obrigações fiscais”, destaca Rogério Mello, diretor de Administração Tributária da Fazenda catarinense.

Entre as irregularidades encontradas estão Point Of Sale (POS) de terceiros, uso de calculadora no caixa, impressora não-fiscal, utilização de programa não autorizado pelo fisco e a falta de utilização do ECF. Os fiscais emitiram 37 Termos de Início de Fiscalização e agora analisam os dados coletados no Laboratório de Automação Comercial da Gerência de Fiscalização, em Florianópolis.

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O combate à pirataria em Santa Catarina ganha um aliado de peso a partir da parceria entre o Conselho Estadual de Combate à Pirataria (CECOP), vinculado à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDS), e o Colegiado Superior da Segurança Pública, que passam a atuar juntos, em diferentes frentes de prevenção, linhas de investigação e ações coordenadas.

Para o secretário da SDS, Lucas Esmeraldino, o combate é fundamental para o desenvolvimento econômico de Santa Catarina, que perde receita, investimentos e vagas no mercado de trabalho com o comércio ilegal. “Somos um estado que trabalha pelo empreendedorismo e o retorno digno à população. O trabalho transparente e integrado de todas as pastas do Governo é uma forma efetiva de fortalecer a atuação preventiva e repressiva contra a pirataria”.

Durante a primeira reunião entre as pastas, que ocorreu na sede da SSP, em Florianópolis, o presidente do CECOP, Jair Schmitt, pontuou a importância da realização de um trabalho em conjunto de todas as esferas na prevenção e estagnação do comércio de produtos ilegais. Segundo ele, estima-se que a economia catarinense perde cerca R$ 5 bilhões com o mercado clandestino, que inclui contrabando, pirataria e falsificação de produtos, sem contar o riscos à segurança do consumidor, entre outros, que induzem o empresário a desistir de investir em SC.

“O combate à pirataria é um problema sério de conscientização social, pois enquanto existir quem adquira tais produtos, haverá a oferta. Muitas vezes as pessoas, apenas preocupadas com o custo mais baixo, não se dão conta das conseqüências como a segurança alimentar, evasão de tributos, concorrência desleal, trabalho infantil e perda de empregos formais”, alerta Schmitt.

O encontro contou com a presença do presidente do Colegiado Superior de Segurança Pública e comandante-geral da Polícia Militar de Santa Catarina, coronel Carlos Araújo Gomes, o delegado-geral da Polícia Civil, Paulo Norberto Koerich, o comandante-geral do Corpo de Bombeiros de Santa Catarina, o coronel Edupércio Pratts, o diretor-geral do IGP, Giovani Eduardo Adriano, e o diretor-geral da Secretaria de Segurança Pública,  coronel Flávio Rogério Pereira Graff.

O presidente do Colegiado Superior destacou que "a Segurança Pública vai se envolver 100% no combate à pirataria e seus efeitos terríveis: em regra ela é fruto de trabalho escravo ou abusivo, rouba recursos de impostos, expõe as pessoas a riscos e mina as bases morais da sociedade. Nos envolveremos na educação da população, usaremos a inteligência contra os grandes gerenciadores e atuaremos nas ruas, junto com os demais parceiros", disse o coronel Araújo Gomes.

O CECOP atua na repressão e prevenção do comércio ilegal fazendo parcerias com órgãos públicos, como o Ministério Público de Santa Catarina, Câmara de Dirigentes Lojistas e capacitação de agentes da Guarda Municipal, Vigilância Sanitária e Fiscais das prefeituras.

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Foto: Julio Cavalheiro/Secom

O governador Carlos Moisés recebeu, na tarde desta quinta-feira, 14, as visitas da consulesa-geral dos Estados Unidos, Julia Harlan, e do cônsul-geral do Uruguai, Daniel Julio Botta. Nas duas reuniões, foram discutidas possibilidades de projetos em conjunto. O secretário de Relações Internacionais, Derian Campos, participou dos encontros.

A representante dos EUA e o chefe do Executivo de Santa Catarina trataram principalmente de assuntos ligados à educação.

"A fluência na língua inglesa é muito importante hoje. Seria excelente se pudermos trabalhar isso com mais qualidade, quem sabe até com americanos nativos lecionando aqui. Seria importante fazer essa experiência, mesmo que temporária", afirmou o governador.

A consulesa-geral se mostrou disponível para discutir o assunto e apresentou projetos já mantidos pelos EUA no Brasil. Julia Harlan destacou a importância de Santa Catarina no processo de aproximação entre os dois países. "Tecnologia, inovação e educação são pilares muito importantes para nós e temos muito a trabalhar com o governo para desenvolver novos projetos em Santa Catarina", considerou a consulesa-geral.

Infraestrutura para fomentar o turismo

O governador também destacou que existe potencial para aumentar o fluxo de turistas norte-americanos no estado. Segundo ele, concentrar investimentos em infraestrutura será fundamental para melhorar a experiência dos turistas estrangeiros em terras catarinenses.

A consulesa-geral veio acompanhada do cônsul para Relações Públicas, John Jacobs.

Intercâmbio turístico com o Uruguai

Logo depois do encontro com a consulesa americana, o governador recebeu o cônsul-geral do Uruguai, com quem tratou principalmente sobre intercâmbio turístico entre Santa Catarina e o país vizinho. "Nós podemos fortalecer muito esse laço", projetou o governador, lembrando que o acesso rodoviário entre os dois países é de boa qualidade.

O cônsul-geral demonstrou interesse em desenvolver ações conjuntas para aumentar o fluxo de visitantes entre Santa Catarina e o Uruguai e vice-versa. Botta lembrou que a parceria entre o país vizinho e o estado catarinense também costuma ser positivo nas relações comerciais. "O Uruguai compra muitos produtos de Santa Catarina", comentou.

As exportações catarinenses para o Uruguai no ano passado somaram mais de US$ 156 milhões, com uma gama de produtos bastante variada, segundo dados do Ministério da Economia. A carne suína, item mais exportado, corresponde a aproximadamente 10% desse total. Por outro lado, o estado importou quase US$ 174 milhões em produtos uruguaios.

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Foto: Michelle Nunes/SEF

Os secretários de Estado da Fazenda de Santa Catarina (SEF), Paulo Eli, e da Administração, Jorge Eduardo Tasca, participaram de painel no evento "101 Dias de Inovação", realizado na última sexta-feira, 8, em Florianópolis. O encontro, promovido pela WeGov – Espaço de Aprendizado em Governo – abordou temas como inovação nos Poderes e o papel da tecnologia nas esferas públicas.

“Nosso desafio é melhorar cada vez mais os serviços que são entregues ao cidadão e a tecnologia é uma grande aliada dos gestores no serviço público”, afirmou o secretário Paulo Eli.

O projeto 101 Dias de Inovação envia conteúdos diários sobre inovação e transformação digital gratuitamente e conta com a participação de diversas instituições públicas de todo o país.

O secretário Jorge Eduardo Tasca participou de um painel sobre o papel da inovação nos poderes Legislativo, Executivo e Judiciário, juntamente com o deputado federal, Rodrigo Coelho, e a juíza federal, Cristiane Conde. O painel contou, ainda, com a palestra do secretário de Empreendedorismo e Inovação do Ministério da Ciência, Tecnologia Inovações e Comunicações (MCTIC), Paulo César de Rezende Carvalho Alvim.

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Foto: Márcia Batisttela

Foi uma semana intensa de aprendizado e motivação para os alunos que participaram do primeiro Anima Jam Mirim, a maratona gratuita de animação que ocorreu em Florianópolis, entre os dias 04 a 08 de fevereiro. A coordenadora do projeto Novos Talentos – SC Games, Márcia Battistela, conta que a proposta pioneira no estado teve o objetivo de incentivar os estudantes à profissionalização e o desenvolvimento do empreendedorismo por meio da introdução à animação e edição vídeo.

“Nesta proposta os participantes tiveram a oportunidade de produzir um curta animado em apenas uma semana”, conta Márcia.

O secretário da SDS, Lucas Esmeraldino, ressalta que um dos pilares da Secretaria é apoiar ações que estimulem a inovação e a vocação empreendedora. “Nada melhor que apoiarmos nossos jovens talentos ao caminho da profissionalização, contribuindo para a busca de uma vocação pessoal e, consequentemente, o crescimento do Estado”, destaca.

O estudante de São José, Kevy Oliveira Alcala, foi um dos participantes da maratona. Ele conta que soube da proposta por meio das redes sociais e tão logo realizou a inscrição.

“Foi meu primeiro contato com animação 2D, foi legal para ter uma boa noção de programação”, conta Kevy, que já pensa na possibilidade de seguir o caminho da profissionalização em programação.

A maratona Anima Jam Mirim faz parte do projeto Novos Talentos –SC Games, que já formou mais de 1.500 alunos. Lançado em 2009, é uma realização do CIASC, com apoio das Secretarias de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDS), de Educação (SED), Fundação Catarinense de Cultura (FCC), FEESC (Fundação de Ensino e Engenharia da Universidade Federal de Santa Catarina), ACATE, Secretaria Municipal de Educação - SME, Senai, Senac, UFSC e UDESC.

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Foto Krislei Oechsler/ SEA

Nesta semana, os gestores da secretaria da Administração, secretário Jorge Eduardo Tasca e o secretário adjunto Luiz Antonio Dacol, receberam os últimos carrinhos lotados com notas de empenho e processos de compra para assinaturas. A imagem é emblemática, pois marca a despedida dos gestores desse tipo de procedimento. Aos poucos, o Governo sem Papel vai ganhando espaço na demais secretarias do Estado. Até abril, a ideia é não ter mais papel tramitando no Executivo estadual.

Dacol explica que levou mais de três horas para assinar e analisar todos os processos. ''Esses documentos ainda foram tramitados fisicamente na secretaria. Antes de assinar fisicamente cada um, é preciso entrar no sistema, conferir a certificação de cada nota ou contrato que gerou aquela compra em lugares diferentes, seja em sites ou programas que exigem novos logins e senhas.

Se a tramitação fosse digital, no mesmo documento, já constam todas as informações. Em cerca de 15 minutos nós ja conseguiríamos dar andamento à mesma quantidade de processos,“ disse.

Aos poucos todos setores da Secretaria da Administração também começam a dar adeus aos documentos impressos. Tudo está sendo arquivado em caixas e será encaminhado ao arquivo para que sejam resgatados em caso de necessidade.

Em janeiro, a secretaria de Administração já iniciou os treinamentos dos servidores de todos os órgãos para que possam passar a utilizar o Sistema de Gestão de Processos Eletrônicos- SGPE, apenas nas modalidades digitais. Com as economias geradas em emissão de papel, impressão e transporte de documentos entre as secretarias, os valores anuais chegarão a R$29 milhões. ''Isso sem falar nos benefícios ao meio ambiente e na facilidade dos serviços aos servidores,'' destaca o secretário Tasca.

Imagem marca a despedida dos gestores desse tipo de procedimento.