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Santa Catarina e Japão têm uma relação histórica de parceria, envolvendo áreas como agronegócio, defesa civil e saneamento básico. Para aprimorar e gerar novos projetos, o governador Raimundo Colombo recebeu para audiência em Florianópolis, nesta quarta, 17, o novo cônsul do Japão para a região Sul do Brasil, Hajime Kimura.

O governador lembrou que os japoneses foram essenciais para o cultivo de frutas como maçã e pera em Santa Catarina, atividades que hoje são referências para o país. Em março deste ano, missão ao Japão liderada pelo governador Colombo garantiu na província de Aomori a renovação do acordo de parceria e cooperação para a produção de maçã.

Colombo ressaltou também a parceria com a Agência de Cooperação Internacional do Japão (Jica) para projetos na área de defesa civil e saneamento básico. “A Jica foi fundamental na elaboração de projetos que agora estão virando realidade e estão transformando a vida dos catarinenses”, afirmou. Como exemplo, o governador citou as melhorias nas barragens de Ituporanga e Taió, no Alto Vale do Itajaí, já concluídas, e os projetos para construção de novas barragens e o sistema de radares meteorológicos implantado no Estado.

A parceria no agronegócio foi outro ponto da conversa. O Japão é hoje um dos principais mercados compradores de carne de frango e suína de Santa Catarina. Santa Catarina é, inclusive, o único estado brasileiro que vende carne suína para os japoneses.

O cônsul estava acompanhado do presidente da Federação das Associações Nikkeys de Santa Catarina, Elídio Yocikazu Shinzato, e da presidente da Associação Nipo-Catarinense, Roxana Shinohara. Do Governo do Estado, também participaram o secretário executivo de Assuntos Internacionais, Carlos Adauto Virmond Vieira, e o consultor Marcelo Trevisan.

O secretário Carlos Adauto ressaltou que esta foi a primeira visita oficial do cônsul a um governador, demonstrando a proximidade da relação com Santa Catarina. “A nossa parceria é histórica. Os japoneses têm nos ajudados em grandes projetos em diferentes áreas. E esse foi um encontro para nos aproximar ainda mais de um país que tanto amamos e tanto respeitamos”, acrescentou.

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O governador Raimundo Colombo visitou na manhã desta quarta-feira, 17, as obras de restauração da Ponte Hercílio Luz, em Florianópolis, e participou de uma reunião técnica sobre os andamentos dos trabalhos, acompanhado do presidente do Deinfra, Wanderley Agostini, do secretário de Estado da Infraestrutura, Luiz Fernando Vampiro, e de representantes da empresa Teixeira Duarte, responsável por esse último ciclo das obras. As equipes trabalham atualmente em diferentes frentes.

São procedimentos como o reforço de todas as fundações para preparar a obra para receber o peso extra da estrutura provisória, que vai sustentar as barras de olhal para que estas barras possam ser trocadas em uma etapa mais adiante. E, paralelamente, ocorre a montagem dessa nova estrutura provisória, que já ganha forma.

O governador Colombo lembrou que a ponte completou 91 anos no último sábado e ressaltou a grandiosidade do processo de restauração de uma obra com esse porte e com essa idade. “Sabemos da complexidade. Mas nossa equipe é muito qualificada e está enfrentando o que talvez seja o maior desafio de engenharia de pontes do mundo”, afirmou.

O engenheiro fiscal da obra da Ponte Hercílio Luz, Wenceslau Diotallévy, explicou que antes da troca das barras de olhal será necessária uma nova operação para transferência de carga da ponte para a estrutura construída abaixo da obra, a chamada ponte segura. Será um trabalho semelhante ao realizado em fevereiro deste ano, quando foram transferidos cerca de 20% de carga da ponte. O procedimento foi executado com sucesso em uma ação de quatro horas, entre a noite do dia 11 e a madrugada do dia 12. Agora, serão transferidos os 80% restantes. Como será uma operação de maior porte, estão previstos entre 10 e 12 dias de trabalho, a partir da data inicial de 2 de outubro, explica o engenheiro Diotallévy.

“Depois dessa transferência definitiva de carga, teremos as trocas das barras de olhal, a substituição de todas as peças. Todas as peças novas já estão sendo compradas e estão chegando em breve. Fico feliz em ver tanta gente trabalhando e a ponte se transformando a cada dia”, acrescentou o governador Colombo.

A empresa Empa, do grupo português Teixeira Duarte, é a responsável pelo atual ciclo das obras de restauração. A conclusão da restauração está prevista para o final de 2018. Quando reaberta, terá duas vias para receber veículos e espaço para ciclistas e pedestres. “Nossa população terá uma nova ponte, completa, para uso pleno, que vai desafogar o trânsito, diminuindo o sofrimento das pessoas para chegar e sair da ilha. É uma obra muito esperada, um verdadeiro símbolo, e agora trabalhamos em um grande esforço conjunto para não deixar nada faltar e entregarmos o quanto antes a obra para a população”, destacou o governador Colombo.

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O mês de abril fechou com um saldo positivo de 1.839 novos empregos no mercado formal de trabalho em Santa Catarina, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta terça-feira, 16. Foram registradas 68.039 admissões contra 66.200 demissões no mês, fazendo com que o estado catarinense acompanhe o Brasil no desempenho geral onde foram abertos 59.856 postos de trabalho.

Entre os segmentos econômicos, os destaques do mês em Santa Catarina foram o setor de serviços (saldo de 1.226 vagas) e o de indústria da transformação (819 vagas). Na indústria da transformação, o bom resultado foi reflexo principalmente do desempenho dos subsetores têxtil do vestuário e artefatos de tecidos, com a abertura de 400 vagas, e do subsetor da indústria da borracha, do fumo, do couro, peles e similares, com 261 vagas. 

No ranking das cidades com mais de 30 mil habitantes, lideram a tabela de maiores saldos de emprego os municípios de São José (748 vagas), Joinville (664) e Lages (503). Em São José e Lages, foi registrado no setor de serviços o maior número de vagas. Em Joinville o setor de indústria de transformação foi o que mais abriu postos de trabalho.

O secretário de Estado da Assistência Social, Trabalho e Habitação, Valmir Comin, destaca que o resultado no saldo acumulado do ano teve uma variação positiva de 313% quando comparado com o mesmo período do ano anterior. O saldo foi de 23.343 vagas geradas no primeiro quadrimestre de 2017, contra o resultado de 5.657 novas contratações no primeiro quadrimestre de 2016.

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Impulsionado pelo crescimento do mercado consumidor e pela redução de custos gerenciáveis e não gerenciáveis, o desempenho econômico-financeiro do Grupo Celesc no primeiro trimestre de 2017 destaca-se pelo crescimento do lucro consolidado e da receita proveniente das suas atividades operacionais.

De janeiro a março deste ano, com cenário econômico favorável e temperaturas em alta, o volume de energia distribuída na área de concessão da empresa cresceu 8,3% em relação ao primeiro trimestre de 2016.

E a evolução na gestão dos custos operacionais segue uma trajetória de redução de 10,5% do PMSO (Pessoal, Material, Serviços e Outros), o equivalente a R$ 21,8 milhões em economia no primeiro trimestre de 2017. Este bom resultado tem como alicerce um programa de eficiência operacional em curso e a busca do ajuste regulatório pretendido.

Os dados estão entre os destaques da companhia no relatório trimestral anunciado nessa segunda-feira, 15. Em comparação com o mesmo período de 2016, o Grupo Celesc registra evolução em diversos indicadores econômicos, financeiros e operacionais. Um dos destaques do período é o Lucro Líquido Consolidado (IFRS) de R$ 101,7 milhões, o que representa um incremento de 291,7% (ou R$ 76 milhões).

Já no EBITDA, que indica o quanto cada empresa gera de recursos com suas atividades operacionais, a Celesc apresentou uma alta de 81,6% entre janeiro e março de 2017, com um acréscimo de R$ 96,4 milhões para a companhia. O resultado foi influenciado pelo desempenho das subsidiárias Celesc Distribuição (com EBITDA de R$ 196,7 milhões) e Celesc Geração (cujo EBITDA foi de R$ 22,7 milhões).

Foco em resultados

Em paralelo aos esforços para melhorar os resultados financeiros, a Celesc se dedica para aumentar a qualidade dos serviços oferecidos aos consumidores. No primeiro trimestre de 2017, os investimentos realizados em geração e distribuição de energia elétrica somaram R$104,3 milhões, 9,9% superior aos investimentos realizados no primeiro trimestre de 2016.

Como consequência, os trabalhos de manutenção e aperfeiçoamento do sistema elétrico estão cada vez mais afinados para que o tempo médio em que os consumidores ficam sem energia elétrica seja cada vez menor. No primeiro trimestre de 2017, o DEC (Duração Equivalente por Consumidor) somou 3,58 horas, uma redução de 1,1% em relação mesmo período do ano anterior; enquanto o FEC (Frequência Equivalente por Consumidor) foi de 2,43 vezes, uma diminuição de 5,4%.

O Grupo Celesc encerrou 31 de março de 2017 com Dívida Bruta Consolidada de R$747,5 milhões, o equivalente a 0,1x do seu Patrimônio Líquido. As disponibilidades somavam R$1.019,5 milhões em 31 de março de 2017, resultando em uma Dívida Financeira Líquida negativa (efeito caixa) da ordem de R$272,0 milhões, aumento de 109,7% em relação aos R$129,7 milhões apurados no fechamento de 2016.

O principal índice da Bolsa de Valores brasileira, o Ibovespa, apresentou retorno positivo de 7,9% no trimestre 29,83% nos últimos doze meses. O Índice de Energia Elétrica (IEE), que mede o comportamento das principais ações do setor elétrico apresentou valorização positiva de 10,7% no trimestre e 43,48% nos últimos doze meses. Diante desse cenário, as Ações Preferenciais – PN da Companhia apresentaram desempenho positivo com valorização de 15,1% no trimestre e 54,83% no acumulado do ano.

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O governador Raimundo Colombo e o secretário de Estado da Casa Civil, Nelson Serpa, apresentam nesta quarta-feira, 17, na Associação dos Municípios do Planalto Norte (Amplanorte), em Mafra, a segunda edição do Fundo de Apoio aos Municípios (Fundam).

O evento está marcado para as 14h30, e também contará com a presença dos secretários executivos regionais da ADR Canoinhas, Aloísio Francisco Salvatti, e de Mafra, Abel Schroeder; além da presença dos prefeitos do Planalto Norte. O investimento previsto para esta edição do programa é de R$ 700 milhões.

Todos os municípios farão um trabalho em conjunto com os gestores das ADRs, que orientarão as equipes das prefeituras para que estas comecem a montar os seus projetos dentro das características previstas.

Já está na Assembleia Legislativa o projeto do executivo pedindo a aprovação para que o Estado realize os financiamentos dos recursos necessários para a segunda edição. Encaminhado nesta semana, o projeto de lei, de número 147/2017, tramita em regime de urgência. A proposta do Fundam 2 já tem o aval do governo federal e da diretoria do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Além deste encontro, o governador Colombo e equipe técnica participarão de reuniões em outras associações de municípios para tratar da formatação das regras da nova edição do Fundam. O gerenciamento e controle do programa devem ficar com o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), a exemplo do que ocorreu na primeira edição.

Somente na primeira edição do Fundam foram investidos R$ 606 milhões em diferentes áreas, especialmente saúde, educação, saneamento básico e infraestrutura. O destino de cada investimento é uma decisão do município, modelo que deve ser repetido nesta segunda edição. E sem a obrigatoriedade de contrapartidas por parte das prefeituras. 

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O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) e a Empresa Brasileira de Pesquisa de Inovação Industrial (EMBRAPII) assinam, na próxima quarta-feira, 17, um convênio para facilitar o financiamento de projetos inovadores já aprovados pelos polos e unidades credenciadas da EMBRAPII e aptos a receber recursos da entidade.

A partir desta terça-feira, 16, técnicos da Coreia do Sul irão inspecionar unidades produtoras de carne suína em Santa Catarina. As visitas de inspeção estrangeiras marcam a última fase do processo de abertura do mercado sul coreano antes da exportação de carne suína catarinense para o país asiático.

Os sul coreanos visitarão frigoríficos e unidades de processamento de carne suína da Pamplona Alimentos, em Presidente Getúlio, na terça-feira; da BRF, em Campos Novos, na quarta-feira, 17; da Cooperativa Central Aurora Alimentos, em Chapecó, na quinta-feira, 18; e da Seara Alimentos; em Seara, na sexta-feira, 19. Segundo o secretário de Assuntos Internacionais, Carlos Adauto Virmond, a expectativa do Governo do Estado é muito positiva em relação às inspeções. “Estamos muito otimistas de que as unidades visitadas receberão a maior nota”, prevê Vimond.

O secretário Virmond acredita que o processo de abertura do mercado sul coreano seja concluído nos próximos meses com início das exportações ainda no segundo semestre deste ano. A Coreia do Sul é o quarto maior exportador de carne suína do mundo. “Isso pode representar um acréscimo de até 30% no volume de exportação de carne suína e derivados de Santa Catarina e, sem dúvida nenhuma, terá reflexos muito positivos em toda a cadeia produtiva catarinense”, prevê Virmond.

O status sanitário é o diferencial de Santa Catarina, de acordo com o secretário da Agricultura e da Pesca, Moacir Sopelsa. “As exportações para mercados mais competitivos, como Japão e Coreia do Sul, provam que o nosso status sanitário diferenciado e a qualidade de nossos produtos trazem resultados efetivos, principalmente com a receita de nossas exportações. Todo o esforço dos produtores, setor público e iniciativa privada na busca da excelência sanitária está de fato gerando lucros”, ressalta Sopelsa.

A delegação da Coreia do Sul será composta de dois funcionários da Agência de Quarentena Animal e de Plantas e dois funcionários do Ministério de Segurança de Alimentos e Medicamentos. Na sexta-feira, 12, o grupo se reuniu com técnicos do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Brasil, em Brasília. Um novo encontro com o mesmo grupo será realizado na quarta-feira, 24. Pelo lado catarinense, técnicos da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) acompanharão as visitas e o corpo técnico da Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca estará à disposição para esclarecimentos.

A vinda dos técnicos da Coreia do Sul e a confirmação de que o país asiático irá comprar carne suína catarinense foram informadas ao governador Raimundo Colombo em julho de 2016 pelas autoridades sul coreanas em Seul. “A missão internacional do governador Colombo à Coreia do Sul foi decisiva para que a abertura daquele mercado ganhasse um impulso”, lembra o secretário Virmond.

Na ocasião, os catarinenses retornaram com uma previsão de data para as inspeções em novembro daquele ano. A vinda foi suspensa por questões de política interna na Coreia do Sul. “O governo de Santa Catarina em parceria com a Embaixada do Brasil em Seul garantiu uma nova data para março deste ano”, diz Virmond. A agenda foi novamente cancelada devido à Operação Carne Fraca. “Santa Catarina agiu rápido para demonstrar a qualidade da sua produção e mantivemos acesso o interesse dos sul coreanos pelos nossos produtos. Agora vamos recebê-lo certos de que seremos bem avaliados”, concluiu Virmond.

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Na próxima terça-feira, dia 16, na Associação Empresarial de Joinville, a Celesc Distribuição realizará uma consulta pública sobre o programa de obras para o qual está pleiteando financiamento junto ao Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), compreendendo também os impactos ambientais e ações mitigadoras. O evento será aberto a todos os interessados.

O plano de obras visa à implantação de novos empreendimentos para expansão do sistema elétrico na área de concessão da Empresa, que é responsável pelo atendimento de quase 90% do território catarinense.

O programa compreende a construção de 20 novas subestações, ampliação de 31 subestações existentes e a instalação de 341 km de novas linhas de distribuição nas tensões 69 e 138 kV. Tais obras possibilitarão um significativo ganho operacional para o sistema elétrico, com acréscimo de 1.405 MVA de potência instalada ao sistema de transformação, volume equivalente a 20% da capacidade atual, em benefício do desenvolvimento social e econômico de Santa Catarina.

Local: Associação Empresarial de Joinville - ACIJ, na Av. Aluísio Píres Condeixa, 2.550 - Saguaçu, Joinville – SC.
Data: 16 de maio de 2017
Horário: 19 horas

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Na entrevista semanal ao Com a Palavra, o Governador, Raimundo Colombo destacou que a economia de Santa Catarina Catarina começa a dar sinais, ainda que de forma muito cautelosa, de retomada do crescimento. Apesar disso, ele observa que o cenário ainda é de dificuldades. Colombo ressalta que diante do cenário nacional, com queda de 8,5% no PIB e índice de desemprego em torno dos 13%, a recuperação econômica e da confiança do mercado tem sido lenta.

“De fato, o cenário em Santa Catarina tem ficado um pouco melhor, a indústria contratou e a arrecadação em abril também está um pouquinho melhor. Nós sempre dissemos que Santa Catarina foi o último Estado a entrar na crise e será o primeiro a sair dela, essa afirmação está se tornando uma realidade”, salientou.


Para o próximo semestre e, sobretudo, para 2018, a expectativa é de um crescimento maior. “A gente acredita que votadas as reformas necessárias para o país e superada essa fase, o mercado volte a investir com mais vigor. Em Santa Catarina temos ainda um outro vetor de crescimento que é a exportação. A gente se fortaleceu nesse setor por conta da qualidade dos nossos produtos, da nossa indústria e da capacidade de venda internacional”, acrescentou Colombo.

O outro assunto da entrevista foi a segunda edição do Fundam. O programa repassa recursos a todas as prefeituras que apresentam projetos para a realização de obras em seus municípios. Na primeira edição foram mais de R$ 600 milhões. Colombo informou que serão realizadas reuniões em 21 associações de municípios, em todas as regiões do Estado, para apresentar um balanço do que já foi possível fazer na primeira edição e discutir os ajustes para a segunda etapa do Fundam que deverá ser lançada no começo do próximo semestre.

"A resposta positiva de Santa Catarina diante da crise reforça o nosso modelo, um Estado descentralizado, com regiões com autonomia e capacidade de produzir. O Fundam é um fortalecedor desse sistema, porque ajuda todos os municípios, especialmente os menores, para tornar possível a realização das obras que vão melhorar a vida das pessoas em cada comunidade. Os melhores avanços que você vê em qualquer lugar do mundo, partem desse princípio, de fortalecer as pequenas comunidades”, explicou.

A íntegra do programa está disponível nos canais oficiais do Governo do Estado no Vimeo e no Youtube. Na Rádio Secom, é possível acessar e fazer o download do áudio da entrevista.

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Fotos: James Tavares / Secom

O governador Raimundo Colombo reuniu os secretários executivos das Agências de Desenvolvimento Regional (ADRs) na tarde desta sexta-feira, 12, em Lages, para tratar da promoção da segunda edição do Fundo de Apoio aos Municípios (Fundam), uma iniciativa do Governo do Estado. O investimento previsto para esta nova edição é de R$ 700 milhões, como importante medida para dinamizar a economia catarinense.