Balneário Piçarras - Cidades do Litoral Norte firmam acordo para o SC Bem Mais Simples

Barra Velha, Balneário Piçarras, Penha e Luiz Alves assinaram o termo de intenção para executar o SC Bem Mais Simples. O evento foi realizado nesta segunda-feira, 24, no auditório da Univali, em Balneário Piçarras, com mais de 180 participantes. “Trabalhamos durante dois anos para construir um programa que atenda as necessidades dos empreendedores, facilitando os trâmites burocráticos. Agora estamos percorrendo todo o Estado para que os municípios assinem o acordo e façam parte deste movimento”, afirma o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDS), Carlos Chiodini.

O SC Bem Mais Simples foi instituído pela lei 17.071, de janeiro de 2017. O programa estabelece o Enquadramento Empresarial Simplificado (EES), com base nos dados preenchidos pelos empreendedores. Conforme explica Chiodini, o objetivo é facilitar a abertura e fechamento de empresas, bem como outros processos administrativos, incluindo alvarás e licenciamentos. “O programa é direcionado para empresas que não comprometem a segurança ambiental, sanitária e atividades com baixo potencial poluidor”, esclarece.

Mais de 50 municípios já aderiram ao SC Bem Mais Simples. Desde junho, já foram realizados eventos em Chapecó, Jaraguá do Sul, Tubarão, Lages e Joinville.

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Fotos: Jaqueline Noceti / Secom

A segunda edição do Fundo de Apoio aos Municípios (Fundam), programa do Governo do Estado que investirá R$ 700 milhões nas 295 prefeituras catarinenses, foi apresentada pelo governador Raimundo Colombo aos prefeitos da Associação dos Municípios do Alto Uruguai Catarinense (Amauc), nesta terça-feira, 25, em Seara. O governador destacou que o programa é um importante recurso para dinamizar a economia a partir deste segundo semestre no Estado e garantir o desenvolvimento local.


Foto: Julio Cavalheiro/Secom

O cônsul-geral da Itália no Brasil, Raffaele Festa, e o cônsul honorário Attilio Colitti foram recebidos na tarde desta segunda-feira, 24, no Centro Administrativo do Governo do Estado, em Florianópolis. A primeira reunião ocorreu com o secretário de Estado do Planejamento, Murilo Flores, e o secretário executivo de Assuntos Internacionais, Carlos Adauto Virmond. Em seguida, o cônsul italiano também se encontrou com o governador Raimundo Colombo. Raffaele Festa expôs o interesse que empresários italianos têm em investir no Brasil, especialmente em Santa Catarina, e em intensificar a cooperação técnica entre Itália e SC. O cônsul ainda destacou a relação histórica da Itália com o estado catarinense.

Na reunião, o secretário Flores teve a oportunidade de falar sobre as obras do Pacto por Santa Catarina que estão em andamento e do estudo elaborado no Plano de Concessões. “Discutimos diversas possibilidades por onde poderiam entrar os investimentos italianos. Além disso, falamos do Litoral catarinense, já que eles têm uma indústria náutica muito forte”, comentou o secretário Murilo Flores.

O secretário executivo de Assuntos Internacionais, Carlos Adauto Virmond, afirmou que Santa Catarina quer desenvolver um projeto com a Itália devido ao conhecimento e experiência náutica. ​"A economia do mar visa desenvolver o Litoral catarinense e eles têm o maior conhecimento dessa área. Em setembro, iremos para Gênova apresentar um seminário sobre Santa Catarina e mostraremos as potencialidades do nosso estado”, disse Virmond.

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Fotos: Jeferson Baldo  / GVG

Um laboratório para captura do CO2 com utilização de cinzas de carvão mineral beneficiada foi inaugurado pelo ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho, e o vice-governador Eduardo Moreira, nesta segunda-feira, 24, em Criciúma. “Contamos com a vinda do ministro para encontrarmos um caminho definitivo para o uso do do carvão produzido em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul e termos desenvolvimento sustentável nessas áreas produtoras. É imprescindível que haja um planejamento de consumo para os próximos cinco, 10 anos. E isso não acontece no Brasil hoje. A instalação de uma mina para extração do mineral é extremamente complexa e de alto custo”, afirmou Eduardo Moreira.


Fotos: Rafael Paulo/SAI

Uma equipe da Secretaria Executiva de Assuntos Internacionais de Santa Catarina (SAI) participa, na China, do projeto de introdução à governança chinesa voltado para líderes públicos do Brasil. As atividades começaram no sábado, 22, e vão até a segunda-feira, 31. A iniciativa, a convite da Embaixada da China no Brasil e do Ministério do Comércio da China, ocorre na Província de Jiangxi, na região central chinesa, com visitas técnicas às cidades de Hangzhou e Shanghai. O consultor-geral da SAI, Marcelo Trevisani, representa o governador Raimundo Colombo no projeto. Após o seminário, a delegação de Santa Catarina visitará a Província de Fujian, entre os dias 1° e 3 de agosto, para avaliar cooperações naquela região.

Segundo Trevisani, a participação no seminário abrirá novos canais de comunicação para Santa Catarina na China, especialmente em uma região com crescimento superior à média chinesa. "Trazemos para Jiangxi a disposição de Santa Catarina em abrir novos mercados e encontrar novos parceiros para trocas econômicas, cooperações técnicas e acadêmicas, e aumentar o fluxo turístico de chineses para o nosso estado, ainda pouco conhecido por aqui", explicou o consultor-geral da SAI. Além de Santa Catarina, os estados do Rio de Janeiro, Mato Grosso, Goiás, Bahia — membros do Fórum RI 27 —, Paraná, Alagoas e Paraíba enviaram representantes.

No sábado, na Faculdade de Estudos Estrangeiros de Jiangxi, em Nanchang, horário local, os brasileiros participaram da cerimônia de abertura e da primeira atividade do seminário — uma apresentação sobre a ascensão da Província de Jiangxi. As boas-vindas foram oferecidas pelo vice-reitor da faculdade, Liu Quanhui. "Espero que vocês possam sentir a hospitalidade do povo chinês com os amigos brasileiros", disse o vice-reitor.

O inspetor do Departamento do Comércio da Província de Jiangxi, Li Wenyao, apresentou a região aos brasileiros. Segundo Wenyao, o seminário é uma oportunidade de "intercâmbio de negócios de conteúdo rico" para os dois lados. "A China está confiante nas boas perspectivas de crescimento do Brasil. Somos os maiores países em desenvolvimento e importantes países emergentes", avaliou o inspetor. O Brasil é o décimo maior parceiro comercial da China, que, por sua vez, é o principal parceiro comercial catarinense.

Sobre Jiangxi, Wenyao destacou a localização estratégica e a logística de transportes da província na região central da China, com exportações e importações feitas por portos fluviais; os recursos e patrimônios naturais reconhecidos pela Unesco; a história e cultura milenares, como a origem da porcelana chinesa; e a indústria diversificada em uma cadeia produtiva completa. "Nos últimos anos, Jiangxi tem mostrado um bom impulso de novas indústrias, como a de energia, cobre e aço de alto desempenho, veículos especiais, maquinário de precisão, biomedicina, química, turismo e serviços inovadores", apresentou o inspetor. Jiangxi também segue uma estratégia de posicionamento global voltada para cooperações e parcerias de negócios, com foco nos serviços, como a construção de infraestrutura.

Inovação na economia chinesa

No domingo, 23, horário local, o pesquisador e diretor executivo do Centro de Cooperação Internacional da Comissão de Desenvolvimento e Reforma Nacional, Xing Guojun, analisou a situação macroeconômica da China, a começar pela divulgação, na última semana, do indicador com o crescimento de 6,9% do PIB chinês no segundo trimestre de 2017. "Comparado-se com outros anos, esse número não é muito alto. Antes de 2008, o PIB anual da China era, em média, de 10%. Mas este crescimento do PIB, na comparação com outros países, ainda é muito bom", avaliou Guojun.

Segundo ele, os fundamentos econômicos da China são estáveis. O pesquisador citou a forte demanda interna na China como o primeiro fator importante para a estabilidade da economia do seu país. Outro ponto são os investimentos domésticos chineses: tanto o governo quanto investidores privados aumentaram os investimentos nos últimos trimestres. Por fim, o aumento das exportações representa o terceiro item importante para o crescimento econômico atual da China.

Guojun explicou que a dinâmica do mercado internacional levou o governo chinês a adotar medidas para enfrentar a competição e novos desafios globais. "Governo chinês quer modernizar seus produtos e investir em inovação", disse. Com o desenvolvimento nos últimos 30 anos, a partir da abertura da economia chinesa, o país se tornou mais rico, mas isso trouxe novos desafios, como desigualdade social. De acordo com Goujun, além da inovação, são adotadas medidas para reduzir a pobreza, para que chineses invistam em novos negócios, e para o desenvolvimento de novos setores econômicos. 

"O que estamos observando é o processo de modernização das bases da matriz econômica da China como uma política de governo, a partir da inovação, de novas áreas econômicas e indústria 4.0, para fugir da competição que os produtos chineses sofrem de outros países emergentes da região, a exemplo do Vietnã e da India", observou Trevisani. 

Cooperação com entes regionais do Brasil e da China

Questionado pelo representante catarinense sobre cooperações entre os estados brasileiros e a China, Goujon comentou que as economias do Brasil e da China têm muitas características complementares. "Os senhores podem verificar os pontos fortes da economia do seus estados e depois exportar estes produtos para a China e a China também pode exportar os nossos pontos fortes para o seu estado. Assim é possível conseguir o benefício mútuo", disse.

O pesquisador acredita que, desta forma, a China conseguirá fazer cooperações no Brasil. "Se o seus estados e empresas tiverem autonomia em relação à economia, podem negociar diretamente com o governo chinês e as províncias na China", concluiu. 

Visita a Fujian

Após o seminário, entre os dias 1° e 3 de agosto, a delegação de Santa Catarina visitará as cidades de Fuzhou e a Ilha de Pingtan, ambas na Província de Fujian. "A intenção desta parada é apresentarmos Santa Catarina para autoridades de Fujian e tratar dos pontos do futuro acordo de cooperação que assinaremos com Fujian", revelou o consultor-geral da SAI. Na última sexta-feira, 14, o governo catarinense recebeu uma missão do governo de Fujian em Florianópolis.

O acordo de cooperação entre Santa Catarina e Fujian é uma iniciativa da SAI e do Escritório de Relações Internacionais da Univali a partir de uma parceria entre o Governo do Estado e a universidade firmada em 2016. "A nossa expectativa é que saiamos de Fujian com os principais pontos da cooperação definidos para que o governador Colombo possa formalizar o acordo ainda neste ano", espera Trevisani.

Na parada na Ilha de Pingtan, a delegação catarinense irá detalhar a intenção das autoridades locais chinesas em assinar um acordo de irmanamento com Florianópolis. Além do consultor-geral da SAI, Marcelo Trevisani, a delegação catarinense em missão à China é composta pelo consultor Rafael Paulo e pela diretora de Missões, Recepções e Eventos em exercício, Alice de Borba.

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O governador Raimundo Colombo e o presidente da Celesc, Cleverson Siewert, lançaram nesta sexta-feira, 21, em Florianópolis, a nova edição do Programa de Eficiência Energética e de Pesquisa e Desenvolvimento, que contemplam projetos selecionados por chamadas públicas. Nos próximos dois anos, a Celesc vai investir R$ 41,6 milhões em 22 projetos. Os recursos financiam projetos em indústrias, prefeituras, entidades e universidades e devem promover o uso eficiente e racional de energia elétrica, estimulando novas tecnologias e bons hábitos de consumo. 

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“O programa tem um grande impacto. Orienta os participantes a produzir e trocar equipamentos que usem energia com menor custo e aumente a eficiência. Com isso, conseguimos diminuir os gastos com o setor de energia, que é muito alto, e aumentamos a competitividade, tanto das nossas indústrias como de instituições. Estamos passando por uma crise e temos que ser fortes e maiores que ela para proteger quem precisa e depende de nós. E a busca por resultados positivos também passa pela questão energética”, disse o governador.

Os projetos foram selecionados pela empresa a partir de chamadas públicas realizadas em 2016, abertas à comunidade, indústria, comércio, universidade, centros de pesquisas e poder público. Um total de 80 projetos foram apresentados, sendo 43 para pesquisa e desenvolvimento e 37 para eficiência energética. Destes, 22 foram selecionados.

Na área de Pesquisa e Desenvolvimento, nove dos projetos apresentados foram selecionados e passam, agora, por aprovação para sua execução. Para esses projetos, a Celesc tem reservados R$ 26.615.041,62. Na área de Eficiência Energética, os projetos estão sendo avaliados para comprovação do diagnóstico energético apresentado. Após a aprovação, eles estarão aptos para serem executados. Os 13 projetos selecionados representam investimento de R$ 14.137.658,30.

Nesta sexta-feira, quatro dos 22 selecionados assinaram o convênio para execução. Eles são das universidades Unesc, de Criciúma, Univille, de Joinville, Univali, de Itajaí, além da Companhia Canoinhas de Papel. Os projetos das três universidades vão viabilizar a substituição de lâmpadas fluorescentes por lâmpadas LED e aparelhos de ar-condicionado antigos por modelos novos e mais eficientes, além da instalação de sistemas fotovoltaicos para geração de energia. A Companhia Canoinhas vai poder eficientizar motores elétricos, inversores e quadros de comando. 

“Vamos diminuir o consumo por parte de algumas indústrias e instituições e também gerar o desenvolvimento de novas tecnologias, com o objetivo de atender cada vez melhor a sociedade”, destacou o presidente da Celesc.

Siewert falou ainda sobre o mais novo projeto da Celesc, o Bônus Eficiente Linha Motores, que tem previsão de início nos próximos 60 dias e dará descontos para indústrias que quiserem investir em eficiência energética, injetando R$ 7 milhões na economia de Santa Catarina. De acordo com o presidente, além de cumprir seu papel frente às regras da Aneel, a Celesc reforça uma de suas características, a de se preocupar com o desenvolvimento sustentável do setor. 

Resultados

O Programa de Eficiência Energética iniciou em 1999, executou 126 projetos, com investimento total de mais de R$ 300 milhões beneficiando mais de 200 mil famílias, alcançando 80 MW de redução de demanda na ponta e 1.420 GWh de economia, energia suficiente para atender o consumo de 590 mil residências ou o consumo mensal do município de Joinville. 

O Programa de Pesquisa e Desenvolvimento, iniciado também em 1999, investiu mais de R$ 105 milhões até o momento, com mais de 170 projetos executados.

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Está prevista para o dia 26 de agosto a chegada ao Porto de Imbituba do primeiro navio vindo da Ásia dentro da nova linha de longo curso. A partir desta data, serão realizadas escalas semanais no porto, sempre com navios gigantes, transportando contêineres para atender aos maiores mercados do mundo. Administrado pela SC Parcerias, do Governo do Estado, o Porto de Imbituba entrou na escala diante de suas tarifas competitivas e da profundidade local de 15 metros, a maior do Sul do país e uma das maiores do Brasil.

>>> Fotos do Porto de Imbituba

“Essa linha é extremamente importante na movimentação portuária. É uma nova opção para o importador e exportador catarinense e de todo o Sul do Brasil, criando mais uma rota para movimentar a economia. Será muito representativa para o crescimento do Porto de Imbituba. A primeira linha de longo curso é sempre a mais importante, pois abre mercado para outras, o que esperamos que se materialize ao longo do próximo ano”, avalia o diretor presidente da SC Par, Gabriel Ribeiro Vieira.

A capacidade do Porto de Imbituba é para receber até 500 mil TEUs (unidade de medida do setor portuário) por ano. A expectativa da administração é que apenas a nova linha movimente cerca de 80 mil TEUs por ano. Cinco empresas armadoras vão operar na linha de longo curso: Hamburg –Sud, Hapag-Lloyd,  NYK, ZIM e Huyndai.

Serão 13 navios se revezando, sendo que o trajeto completo demora cerca de 90 dias, saindo de Busan, na Coreia do Sul, e passando por países como China, Singapura, Malásia, Argentina e Uruguai, além do Brasil, antes de retornar para Coreia do Sul. No total, são 19 portos atendidos. Em Santa Catarina, os navios atracarão em Imbituba e também em Itapoá. “Fazem parte da linha os navios com 336 metros de comprimento, os maiores navios que rotineiramente atracam na costa brasileira e os maiores navios que já atracaram na costa catarinense”, destaca Vieira.

O diretor presidente da SC Par lembra que a nova linha vai beneficiar a exportação de toda a indústria catarinense que pode ser enviada por contêineres, em especial setores como o cerâmico e o madeireiro.


Gabriel Ribeiro Vieira. Foto: Jaqueline Noceti/Secom

Engenheiro civil e de transportes, Vieira ocupava a diretoria técnica e de participações da SC Par e assumiu a presidência em julho deste ano. Foi superintendente do Porto de Navegantes e diretor presidente do Porto de Itapoá, e também consultor em diversos projetos portuários, nos Estados Unidos, África e Ásia.

Desde que passou a ser administrado pelo Governo do Estado, o Porto de Imbituba tem apresentado crescimento expressivo. O resultado de 2016 ficou marcado pelo maior índice de movimentação desde o início de suas operações. Ao longo do ano passado, o porto movimentou 4.803.186 toneladas, um crescimento de 40% em relação ao desempenho de 2015.

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O ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, e o governador Raimundo Colombo participaram de uma reunião com a diretoria da Fundação Certi e lideranças do setor na manhã desta quinta-feira, 20, em Florianópolis, para tratar de parcerias entre poder público e iniciativa privada.

A Certi (Fundação Centros de Referência em Tecnologias Inovadoras) é uma entidade para promover a inovação. Criada em 1984 e administrada por uma superintendência e por conselhos próprios, conta com a participação da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), empresas privadas e públicas e órgãos dos governos federal e estadual como entidades membro. “A Certi e a UFSC são referências que sustentam o desenvolvimento em inovação que existe em Santa Catarina”, afirmou Colombo.

O ministro Kassab disse que o encontro representa a continuidade da parceria com a fundação, pela credibilidade e pela relevância do trabalho realizado em Santa Catarina. E destacou a importância do setor em momentos como o cenário atual. “Não há país que consiga superar uma crise, um cenário de dificuldade econômica, sem investir em ciência, pesquisa e inovação. Por isso, vamos continuar dando todo apoio ao setor para encontrar saídas para a crise, para gerar empregos e riquezas e superar as dificuldades econômicas”, explicou.

O presidente da Certi, Carlos Alberto Schneider, e o superintendente geral José Eduardo Fiates recepcionaram a comitiva. “Nosso objetivo foi mostrar a importância do ministério e das ações do Governo do Estado para o desenvolvimento tecnológico de produtos e inovações que hoje são fundamentais para a cadeia produtiva de empresas de Santa Catarina e de todo o Brasil. A ideia é reforçar parceria entre governos e setor privado por meio de entidades como a Certi”, explicou Fiates.

Entre as ações, ele destaca os trabalhos do LABelectron, um laboratório-fábrica que fornece ao mercado soluções tecnológicas inovadoras, por meio do desenvolvimento de projetos e da manufatura de produtos eletrônicos. A iniciativa conta com apoio financeiro do governo federal.

Do Governo do Estado, também participaram do encontro o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável, Carlos Chiodini, e o presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc), Sergio Gargione. “Inovação é tudo, qualquer lugar do mundo tem o desafio de transformar conhecimento em negócio. E felizmente Santa Catarina tem o melhor ecossistema para gerar inovação”, acrescentou Gargione.

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Para regulamentar a produção e fortalecer a marca do queijo serrano como mais um produto típico catarinense, o governador Raimundo Colombo e o secretário de Estado da Casa Civil, Nelson Serpa, assinaram nesta quarta-feira, 19, uma novo decreto estadual.

"O nosso queijo serrano tem um sabor muito especial e diferenciado. A exemplo da maçã catarinense e do vinho de altitude, agora o queijo serrano será mais um item de atração entre os nossos produtos regionais. O decreto regulamenta e fortalece a cadeia produtiva, contribuindo para o desenvolvimento econômico da região e para o turismo catarinense”, avalia o governador Colombo. Entre outras medidas, o decreto regulamenta a lei que estabelece exigências sanitárias específicas para a produção típica.

A história do queijo serrano é paralela a do tropeirismo. Os tropeiros paulistas eram de origem portuguesa e tinham o conhecimento da fabricação de queijo, que era transportado para ser vendido pela região e também servia como moeda de troca por mercadorias que não eram produzidas na Serra Catarinense.

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O primeiro semestre de 2017 apresentou saldo positivo na geração de emprego em Santa Catarina: foram registradas 21.183 novas vagas com carteira assinada. Os dados, que representam o saldo entre profissionais admitidos e desligados no período, foram divulgados nesta segunda-feira, 17, pelo Ministério do Trabalho. O setor com melhor resultado foi o da indústria de transformação (saldo de 20.470 vagas no semestre), seguido pelo segmento de serviços (4.350 vagas).

Os números representam também uma situação bem mais favorável do que a registrada no mesmo período do ano passado, quando o saldo acumulado dos seis primeiros meses fechou em -7.676.

Os indicadores de 2017 continuam positivos porque Santa Catarina apresentou bons resultados principalmente nos primeiros meses deste ano.

Considerando, contudo, exclusivamente o desempenho no mês de junho, o resultado foi negativo, com saldo de -1.546 postos de trabalho para o período. As quedas mais expressivas do mês foram nos setores de serviços (-523), comércio (-485) e indústria da transformação (-378). Apresentaram saldo positivo apenas as áreas da administração pública (164) e agropecuária (80).

Mesmo negativo, o saldo de junho de 2017 foi melhor do que o registrado no mesmo mês dos últimos anos. Por exemplo, em junho de 2016 o resultado foi de -8.290 vagas, e em junho de 2015 foi de -7.922.

Entre os municípios catarinenses com mais de 30 mil habitantes, os melhores resultados no mês de junho foram os de Jaraguá do Sul (195 vagas, sobretudo determinado pelo comércio), Fraiburgo (132 vagas, com influência positiva principalmente da agropecuária) e Indaial (109 vagas, com destaque para o setor de serviços).

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