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A missão catarinense a Rosário, na Argentina, aproximou supermercadistas catarinenses dos seus congêneres argentinos. Os representantes de Santa Catarina participaram da Feira Internacional de Alimentação de Rosário (FIAR). Além de oportunidades de negócios, a missão contribuiu para a troca de experiências com a Câmara de Supermercados de Rosário e Região.

Durante a FIAR, os supermercadistas catarinenses fizeram os primeiros contatos comerciais com os potenciais fornecedores de alimentos e bebidas industrializados da Argentina. "Foi uma ótima oportunidade para os varejistas de Santa Catarina conhecerem produtos argentinos de altíssima qualidade, mas também uma oportunidade de mão dupla para o comércio internacional", avaliou o secretário de Assuntos Internacionais, Carlos Adauto Virmond.

Segundo Virmond, a missão pavimentou o caminho de futuros contatos comerciais entre Santa Catarina e a Argentina. "Estamos confiantes de que compradores argentinos visitarão Santa Catarina ainda neste ano como resultado desta missão. Sem dúvidas nenhuma estamos vivendo um novo momento das relações internacionais entre estes dois parceiros tradicionais".

Paralelamente à Feira, a delegação se reuniu com representantes da Câmara de Supermercados de Rosário e Região (CASAR). Na visita, identificou-se particularidades de ambos os lados, como a força das redes locais e pequenos de supermercados em relação às redes de lojas nacionais tanto em Santa Catarina como na região de Rosário. Em um dos cases apresentados, o presidente da CASAR, Mariano Martín, explicou como os pequenos supermercadistas se associaram para realizar compras em conjunto e, assim, ter condições de negociação com fornecedores semelhantes às grandes redes.

A missão a Rosário teve participação da Secretaria de Assuntos Internacionais de Santa Catarina e da Associação Catarinense de Supermercados (ACATS), com apoio do Consulado da Argentina em Florianópolis.

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A Secretaria de Estado da Fazenda realizou nesta quinta-feira, 27, a Operação Red River. Em um dia de fiscalização, os sete auditores fiscais do Grupo Especialista Setorial de Automação Comercial (GESAC) estiveram em 50 estabelecimentos comerciais do Rio Vermelho, em Florianópolis.

O objetivo foi verificar o cumprimento das obrigações fiscais, como o uso das ferramentas de automação comercial, identificar fraudes em impressoras fiscais, programas e aparelhos usados para pagamento com cartões de crédito e débito. Houve ainda a validação presencial da correção do enquadramento dos estabelecimentos nos respectivos regimes de tributação do ICMS.

Entre as irregularidades identificadas pelos auditores fiscais estão o uso de calculadora eletrônica contrabandeada – tais aparelhos são ilegais e são usados para o registro paralelo de dados relativos à venda de mercadorias. Os auditores fiscais identificaram ainda a manutenção indevida de contribuintes em regimes de tributação mais vantajosos, a exemplo do Microempreendedor Individual – SIMEI. Uma dupla de auditores fiscais apreendeu, durante a Operação Red River, registros escritos que comprovam que um contribuinte enquadrado neste regime de tributação diferenciado tem faturamento mensal superior a R$ 100 mil. A legislação prevê que o limite de faturamento anual para a manutenção neste regime de tributação é de R$ 60 mil.

O gerente de Fiscalização da SEF, Rogerio Mello explica que o Rio Vermelho foi selecionado para a fiscalização porque ainda não tinha sido incluído em atividades realizadas anteriormente em Florianópolis. “Um dos princípios da Administração Tributária de Santa Catarina é estar presente com em todos os estabelecimentos do Estado, desde as menores localidades, até os grandes centros”, disse.

Combate à sonegação – A Operação Red River é uma das atividades de fiscalização presencial planejada para o ano de 2017 pela Secretaria de Estado da Fazenda. Em 2016, a Administração Tributária de Santa Catarina conduziu 270 operações de fiscalização com a finalidade de reduzir as fraudes tributárias e os níveis de sonegação fiscal, de forma a manter a arrecadação tributária e buscar sempre seu crescimento dentro dos níveis atuais de tributação. Santa Catarina é um dos poucos Estados que não aumentou as alíquotas incidentes sobre as operações tributadas pelo ICMS.

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O movimento frequente no Aeroporto Regional Sul Humberto Ghizzo Bortoluzzi, em Jaguaruna, em dois anos de operação projeta um crescimento ainda maior em relação a infraestrutura e movimentação de pessoas. Hoje são duas empresas aéreas, Latam e Azul, atendendo quase 15 mil pessoas ao mês. Segundo o gerente geral da RDL Aeroportos, Fernando de Castro, que administra o aeroporto, o trabalho incansável da equipe de Governo do Estado para atender as pessoas está valendo a pena.

“Este é um resultado de uma parceria que em Santa Catarina vem dando certo que é a parceria público-privada. Chegamos em Jaguaruna em 2014 e agora com dois anos de operação vendo esse movimento, não podemos deixar de pensar e planejar o futuro. O Aeroporto é um diferencial para a região”, afirma Fernando. Hoje os passageiros tem a disposição quatro voos diários com ligação direta à São Paulo, Aeroporto de Campinas e Congonhas, e indiretas com aeroportos do mundo inteiro.

Para o secretário executivo da Agência de Desenvolvimento Regional (ADR) de Tubarão, Nilton de Campos, o investimento e aposta no empreendimento feita pelo Governo do Estado mostra que o Sul ainda vai evoluir muito. “Para se ter uma ideia já existe o planejamento de aumentar a pista e o terminal, e futuramente preparar para o transporte de carga, o que vai revolucionar a demanda comercial do Sul do Estado. O Aeroporto já grande e ficará maior”, ressalta.

 

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O secretário de Assuntos Internacionais de Santa Catarina, Carlos Adauto Virmond, e representantes do setor varejista catarinense participam, na Argentina, da Feira Internacional de Alimentação em Rosário (FIAR) 2017. A abertura do evento ocorreu nesta quinta-feira, 27. Considerada a maior feira do setor de alimentos e bebidas na América do Sul, a FIAR reúne 600 expositores de diferentes aspectos do setor, como fabricação e distribuição de produtos processados, equipamentos e serviços; e conta com rodadas de negócios e com a realização do 9º Fórum da Alimentação, sobre inovações e valor agregado na cadeia produtiva de alimentos.

Segundo Virmond, as inovações no setor são fundamentais para manter a competitividade da indústria de alimentos em Santa Catarina. “Ao conhecer para onde o setor caminhará nos próximos anos poderemos desenvolver políticas públicas que mantenham o bom posicionamento da indústria de alimentos e bebidas catarinense nos mercados nacional e internacional, além de identificar áreas em que sejam possíveis estabelecer parcerias e cooperações internacionais”, explicou o secretário.

A intendenta de Rosário, Mónica Fein, concorda com a importância da cooperação para o fortalecimento do setor. Fein destacou a evolução do valor agregado na indústria de alimentos da cidade. Segundo ela, não faltam exemplo de empreendedores em Rosário que incorporaram valor agregado à produção a partir de novos equipamentos e inovação. Como resultado, o setor passou a responder por um quarto do PIB industrial de cidade. "Queremos consolidar nosso polo produtivo e por isso nada melhor do que promover a cooperação", pontuou.

A convite do Consulado da Argentina em Florianópolis, a participação do secretário na Feira é acompanhada da presença de representantes de cinco redes varejistas de Santa Catarina. “O comércio exterior deve ser encarado como uma via de mãos dupla, onde a presença de varejistas catarinenses hoje abrirá portas também para que varejistas argentinos busquem oportunidades de negócios em Santa Catarina no futuro”, lembrou Virmond.

Este é outro aspecto da missão institucional e passa pela a organização do Seminário de Oportunidades de Negócios em Santa Catarina e prospecção de participantes para o evento que será realizado em outubro em Buenos Aires. Já no primeiro dia da missão, o secretário Virmond encontrou-se, Bolsa de Comércio de Rosário, com lideranças empresariais da Província de Santa Fé, onde está localizada Rosário. O embaixador do Brasil na Argentina, Sérgio França Danese, também participou da reunião. O secretário Virmond fez o primeiro convite para que empresários de Santa Fé participem do Seminário, que será realizado em parceria com a embaixada brasileira.

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Florianópolis recebe, de 20 a 23 de maio, mais de 50 especialistas de gás natural de todo o mundo para o Encontro Anual do Comitê de Utilização (WOC 5) da Internacional Gas Union (IGU), a entidade máxima do gás no mundo. O evento, que será promovido pela Abegás e pelo Governo do Estado, também discute o momento de transição em que o setor de gás natural está inserido no Brasil, por conta da redução de participação da Petrobrás em diversos segmentos da cadeia e com a proximidade do fim do contrato de importação do insumo da Bolívia.

Entre as autoridades confirmadas para o evento está o secretário executivo de Petróleo e Gás Natural do Ministério de Minas e Energia, Márcio Félix Carvalho Bezerra. A Bolívia, uma das principais interessadas em discutir o suprimento de gás para a região, também confirma a presença do ministro de Hidrocarbonetos, Luis Alberto Sánchez Fernández, e do embaixador da Bolívia no Brasil, Pablo Ezedin Alarcón Prado.

O evento reunirá ainda empresas como Engie, maior geradora privada de energia elétrica do país, TBG, transportadora do gás natural da Bolívia para os estados do Sul, MS e SP, e a Golar LNG, operadora de base flutuantes de transporte, armazenamento e regaseificação de gás natural liquefeito.

Inscrições abertas

Entre os 50 especialistas do IGU confirmados, estão profissionais de mais de 10 países. Na lista, estão potências do Gás Natural como Argélia, Canadá, Dinamarca, França, Holanda, Irã, Japão, Noruega, Polônia, Portugal e Tailândia. Eles vão discutir em especial o uso e a entrega do gás natural para o consumidor final.

As inscrições para as atividades do dia 22, em que haverá palestras de autoridades e de empresas consolidadas no setor, seguem abertas. Informações sobre a programação e reserva de vagas podem ser feitas pelo site http://igufloripa2017.com.br/, na aba Inscriptions.

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Camila Garcia
Assessora de Comunicação do Encontro do IGU. 
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Foto: Heloisa Dallanhol/FAPESC

Começaram na terça-feira, 25, encontros para formular um Marco Legal do Biogás para Santa Catarina e do modelo de organização para coordenação das ações (Agenda SC Biogás). Embasamento técnico e ambiental foi o tema abordado na terça, para apresentar atividades mais específicas do Comitê SC Biogás, liderado pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc).

“Nós precisamos ter uma política econômica para incentivar a produção do gás, tecnologias que se adaptem à nossa região (Meio-Oeste) e uma nova legislação para estabelecer diretrizes visando estimular produtores para produzirem gás a partir da biomassa, vindos dos dejetos de suínos abundantes na nossa região”, disse o deputado estadual Natalino Lázare, presidente da Comissão de Agricultura e Política Rural da Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina. “Vamos transformar um problema ambiental grave, que é a poluição causada por dejetos de animais, numa alternativa econômica.”

“O problema ainda está para ser resolvido, e queremos ser parte da solução,” salientou Airton Spies, secretário adjunto de Estado da Agricultura e Pesca do Estado O caminho que o Governo do Estado está trilhando pode ser um grande exemplo para o país como um todo, nas palavras de Camila Taquino, representante da ABiogás  (Associação Brasileira de Biogás e de Biometano).

Por meio do Programa SC-Rural, a Secretaria contratou, com recursos do Banco Mundial, serviços de consultoria de três empresas para fazer o diagnóstico do potencial de geração de biogás em Santa Catarina, localizando os pontos de maior geração de dejetos: as regiões de Concórdia e Braço do norte, por exemplo, estão à frente na produção de dejetos suínos, enquanto Biguaçu tem grande fonte de matéria-prima a partir dos resíduos sólidos.  A prospecção também detectou os potenciais segmentos e grupos de consumidores deste tipo de energia, estudando as redes de distribuição, geração e aproveitamento do biometano.

Um dos pontos destacados é a necessidade de produção industrial e de serviços relacionados à cadeia do biogás no estado para atender a construção de usinas e distribuição. Apenas 23 empresas no território catarinense trabalham nesse setor atualmente. A proximidade dos fornecedores aos consumidores poderia gerar empregos e impostos, girar a economia local e alavancar o desenvolvimento industrial e inovador dessa área em Santa Catarina.

Novos encontros acontecerão nos próximos dois meses, conforme cronograma apresentado por Iara Dreger,Coordenadora Técnica do Comitê Biogás SC, formado pela Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca, da  ALESC, como coordenadores políticos; pela FAPESC, como coordenadora técnica; por membros da FATMA (Fundação do Meio Ambiente), das Diretorias do Desenvolvimento Econômico e do Meio Ambiente da SDS (Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável) e da Associação de Produtores de Energia de Santa Catarina.

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Heloisa Dallanhol
Coordenadoria de Comunicação – FAPESC
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Fotos: Jeferson Baldo / GVG

O Agronegócio de Santa Catarina foi destaque na abertura da Avesui, nesta terça-feira, 25, em Florianópolis. Em seus pronunciamentos o vice-governador Eduardo Pinho Moreira e o secretário da Agricultura e da Pesca, Moacir Sopelsa, ressaltaram os esforços do Governo do Estado, iniciativa privada e produtores para manter o status sanitário diferenciado dos rebanhos e a vocação catarinense para produção de alimentos.

Com apenas 1,12% do território nacional, Santa Catarina é o primeiro produtor nacional de suínos, cebola, maçã, alho, ostras, mexilhões e pescados. O segundo maior produtor de aves, tabaco e arroz e está entre os maiores produtores de mel, banana e leite. Em seu discurso, Pinho Moreira, reconheceu a importância do agronegócio para a economia catarinense, sendo responsável por aproximadamente um terço do Produto Interno Bruto do estado. “Enquanto o Brasil passa por dificuldades estruturais e econômicas, Santa Catarina é um estado mais equilibrado e, indiscutivelmente, o agronegócio tem uma participação importante nesse cenário”.

O vice-governador ressaltou ainda os investimentos na sanidade animal, que fazem de Santa Catarina um estado diferenciado e modelo em saúde animal. “Nós ficamos felizes porque Santa Catarina sedia esse evento, porque nós temos um histórico importante nos cuidados com a saúde animal. Somos o único estado brasileiro livre de febre aftosa sem vacinação, somos livre peste suína clássica e temos um trabalho exemplar da Cidasc”, afirma. Essas certificações internacionais pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) dão ao estado acesso aos mercados mais competitivos do mundo, como Japão e Estados Unidos.

A qualidade das carnes produzidas no estado também foi tema do discurso do secretário da Agricultura e da Pesca, Moacir Sopelsa. “O agronegócio brasileiro passou por um momento delicado, principalmente quando questionaram a qualidade das carnes produzidas no nosso estado e nós, mais uma vez, mostramos que Santa Catarina tem uma seleção dos melhores produtores, empresas e técnicos comprometidos e dedicados em fazer o melhor”.

As discussões sobre a produção de carnes em Santa Catarina continuam nesta quarta-feira (26) na Avesui. Às 15h15, o secretário Moacir Sopelsa, representantes da cadeia produtiva, das agroindústrias e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) estarão reunidos para discutir a qualidade da carne brasileira, falando dos esforços do setor para oferecer ao mercado produtos com qualidade e segurança, além dos novos desafios enfrentados. O painel será realizado no Auditório de Inovação e será gratuito para os visitantes.

Reconhecimento às personalidades do setor de aves e suínos
Durante a abertura do evento, o vice-governado e o secretário da Agricultura entregaram o prêmio "Oswaldo Gessulli Personalidades da Avicultura e Suinocultura Brasileira” aos destaques da suinocultura e avicultura em Santa Catarina. Os homenageados foram: Mario Faccin, médico veterinário e reconhecido como o maior produtor individual de suínos no Brasil, fundador da agroindústria Master, recebeu o prêmio como Personalidade Empresarial da Suinocultura. Nilson Olivo, grande incentivador da suinocultura brasileira e criador do Mapa do Suíno foi reconhecido como Personalidade Técnica da Suinocultura. No setor de avicultura, os premiados foram o administrador Franke Holdbold, diretor geral da Plasson do Brasil, como Personalidade Empresarial, e a médica veterinária e gerente corporativa de Avicultura da BRF Christine Mazziero, escolhida como Personalidade Técnica pelo seu trabalho em áreas como saúde animal, frangos de corte e projetos estratégicos.


Pecuária em Santa Catarina
Com forte tradição na pecuária, Santa Catarina é berço das principais empresas do setor de carnes do Brasil e foi também o pioneiro na integração vertical nas cadeias produtivas de aves e suínos. São 18 mil produtores integrados às agroindústrias em Santa Catarina e o setor de carnes gera quase 60 mil empregos diretos em frigoríficos e indústrias de beneficiamento.

A carne - frango, suínos e bovinos - é responsável pelo maior faturamento no Valor Bruto da Produção Agropecuária de Santa Catarina, foram R$12,48 bilhões em 2016. O Estado é o maior produtor nacional de carne suína e o segundo maior de carne de frango, atendendo o mercado brasileiro e o exterior, com presença em mais de 120 países.

Avesui

Entre os dias 25 e 27 de abril, Florianópolis será sede do maior evento voltado para as cadeias produtivas de aves, ovos e suínos da América Latina. A Avesui reunirá empresas dos setores em uma feira internacional de negócios, além de uma extensa programação técnica.

Durante três dias, a Avesui terá palestras, painéis e debates sobre assuntos relacionados à produção de aves, ovos e suínos. Estão na programação, ainda, o II Congresso de Zootecnia e Precisão e o XVI Seminário Técnico de Aves e Suínos.

A programação completa das palestras técnicas e o credenciamento para a feira podem ser feitos pelo site www.avesui.com .


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Em reunião com diretores, gerentes e técnicos da Secretaria de Estado da Administração, secretário Milton Martini, coordenou apresentação que detalhou Sistema de Gestão de Protocolo Eletrônico (SGP-e) que irá possibilitar a realização de todos os processos administrativos de forma digital, sem a necessidade de tramitação no formato tradicional em meio físico.

Redução da carga operacional e tramitações desnecessárias, segurança das informações, transparência, papel zero, eficiência na execução de tarefas diárias e principalmente economia aos cofres públicos são as características em comum nas soluções para gestão de processos e documentos apresentada em reunião na Secretaria de Estado da Administração nesta terça-feira, 25.

“Hoje vivemos um marco dentro da administração pública do Estado de Santa Catarina. Tendo em vista toda estrutura tecnológica que dispomos, torna-se imperativo buscarmos reduzir por completo a tramitação de papel em nossos processos”, destacou o secretário Martini na abertura do encontro.

O ano de 2017 marca a implantação da nova identidade do SGP-e, como também a melhoria na disseminação da gestão do conhecimento buscando qualificar os usuários do sistema, que teve seu primeiro módulo experimental implantado na SEA no ano de 2009, quando se iniciaram os primeiros mapeamentos com foco em digitalização de processos.

Ao dar início à implantação da nova versão do SGP-e serão contempladas metodologias que irão reger a digitalização de documentos e a assinatura digital, a identificação de pontos de assinatura, a aquisição de tokens para usuários chaves e a configuração das classes processuais.

Num primeiro momento, é fundamental realizar um levantamento de prioridades respeitando diversos critérios. Serão selecionados processos com um número grande de ocorrências (solicitação de licença prêmio, baixa de bens, por exemplo), relevância na redução de prazos de respostas (pedidos de aposentadoria, pedidos de autorização para licitações, entre outros.).

Também é necessário o mapeamento de processos e análise da legislação envolvida em cada uma das ações que passarão a tramitar em formato digital, que necessariamente deverão estar em conformidade com a Certificação Digital (ICP – Infraestrutura de Chave Pública), Gestão Arquivística, Lei de Acesso à informação, e aos ordenamentos que regem a tramitação eletrônica de documentos.

“Estamos falando em melhoria da qualidade dos serviços prestados à população, na transparência de nossas ações e em uma economia relevante aos cofres públicos”, lembrou o secretário Martini, destacando que como resultado da reunião foi criado um grupo de trabalho para realizar o levantamento inicial, acompanhar a implantação das metodologias e monitorar a aplicação das etapas previstas.

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Fortalecer cadeias produtivas existentes, identificar potenciais geradores de renda e elevar os índices sociais e de educação são ações comuns a regiões com baixos índices de desenvolvimento no Estado. Nesta terça-feira, 25, o comitê gestor do programa Crescendo Juntos, que visa equilibrar o desenvolvimento das regiões catarinenses, se reuniu em Florianópolis para conhecer propostas de desenvolvimento econômico e social das regionais.

Cada região prioritária do programa conta com um grupo de trabalho, o Núcleo Executivo Regional, que definiu as ações prioritárias nos eixos de desenvolvimento econômico, desenvolvimento social, gestão pública, infraestrutura e meio ambiente e ciência e tecnologia. Com apoio técnico da Secretaria de Estado do Planejamento, os núcleos escreveram projetos com justificativa, objetivos, ações previstas, indicadores, fontes de recursos e cronograma de execução.

Na região de Caçador, por exemplo, um dos projetos é o fortalecimento da piscicultura que prevê construir novos viveiros de produção, reformar viveiros já existentes, mecanizar a atividade com uso de equipamentos que venham a melhorar os sistemas produtivos, implantar uma unidade de beneficiamento do peixe, construir a casa do peixe com venda direta ao consumidor e capacitar os produtores. Já na região de Canoinhas há um projeto de implantação do Sistema Único de Assistência Social em todos os municípios do Planalto Norte. As propostas das regiões abrangem temas econômicos e de melhoria nas condições de vida das populações.

Na Serra, o destaque é o programa de apoio ao desenvolvimento do turismo da região, desenvolvido pela Associação de Municípios da Região Serrana) e Conserra (Conselho de Turismo da Serra Catarinense. O programa visa valorizar os atrativos turísticos públicos, com a implantação de um sistema de gestão para o desenvolvimento sustentável do turismo, criação de um aplicativo, reestruturação dos Postos de Informação Turística, sinalização turística da região e rotas cênicas.

“Eu fiquei impressionado com a qualidade dos projetos mesmo com alguns desníveis na evolução das agendas, mas nós já temos algumas agendas estratégicas. A equipe da Secretaria de Planejamento identificou, dentro das agendas, as afinidades das diferentes organizações que são parceiras do programa para avaliar o que já pode ser feito. Nós queremos produzir novas dinâmicas nas regiões”, destacou o secretário de Estado do Planejamento Murilo Flores.

Os parceiros do programa Crescendo Juntos e as secretarias estaduais vão avaliar as propostas para definir os projetos entrarão na Agenda de Desenvolvimento Regional. A partir disso, as propostas serão detalhados com os núcleos executivos regionais que reúnem representantes do Governo do Estado e da sociedade civil.

Outras demandas das regionais devem integrar uma agenda de Estado, como a implantação de energia trifásica e de internet no campo, revisão de política de tributação sobre produtos primários (ICMS fica com o município vendedor do produto), agregação de valor no turismo rural e qualificação de estradas rurais.

O comitê gestor do Crescendo Juntos é formado pelas secretarias de Estado de Planejamento, da Assistência Social, Trabalho e Habitação, de Agricultura e Pesca, Desenvolvimento Econômico Sustentável e Turismo Cultura e Esporte, além de Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc), Federação Catarinense de Municípios (Fecam) e Federação dos Trabalhadores na agricultura do Estado de Santa Catarina (Fetaesc).

Sobre o Crescendo Juntos

Após o estudo de diversos indicadores de desenvolvimento, a equipe técnica da Secretaria de Estado do Planejamento elaborou o mapa de elegibilidade que define as regiões de Santa Catarina mais desenvolvidas, em transição e menos desenvolvidas. Essa classificação é resultado da associação de duas variáveis-chave capazes de medir o desenvolvimento socioeconômico de uma região ou do Estado: renda domiciliar per capita média da população residente na região e Produto Interno Bruto per capita. Além disso, foram considerados dois indicadores complementares: evasão da população e a dinâmica do emprego formal.

O programa identificou 12 regiões com baixos índices de desenvolvimento em Santa Catarina: Caçador, Campos Novos, Canoinhas, Curitibanos, Dionísio Cerqueira, Ituporanga, Lages, Laguna, Quilombo, São Joaquim, São Lourenço do Oeste e Taió. Em cada região será elaborada uma agenda de desenvolvimento com propostas concretas para dinamizar a economia local, respeitando as vocações dos territórios, com a participação de órgãos governamentais e da sociedade civil organizada.

Os parceiros do Crescendo Juntos são BRDE, Agência de Fomento do Estado de Santa Catarina S.A. (Badesc), Fecam, Fiesc, Federação das Associações Empresariais de Santa Catarina, Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina, Fetaesc, Banco do Brasil, Universidade do Estado de Santa Catarina, Universidade Federal de Santa Catarina, Universidade Federal da Fronteira Sul e Sistema Acafe.

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Rosália Dors Pessato
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O Juro Zero, programa do Governo de Estado para microempreendedores individuais (MEIs), registrou o melhor início de ano desde que foi lançado, em 2011. No primeiro trimestre de 2017 foram realizados 3313 empréstimos, totalizando R$ 10.019.372,00. “Este número é 3,7% a mais que em 2016 e 7,2% superior a 2015. O Juro Zero continua em crescimento, fazendo a diferença para os microempreendedores catarinenses e movimentando nossa economia”, comemora o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDS), Carlos Chiodini. 

O programa disponibiliza até R$ 3 mil para os MEIs investirem em seus negócios, valor que pode ser parcelado em até oito prestações. Com as sete primeiras pagas em dia, a última é isenta. “Cada empreendedor pode participar até duas vezes e, muitos deles, conseguem o retorno destes investimentos em pouco tempo, passando da categoria MEI para micro e pequena empresa”, afirma o diretor de Apoio às Micro e Pequenas Empresas e Empreendedores Individuais da SDS, Marcio Manoel da Silveira. Para participar, o MEI deve ser formalizado e ter receita anual de até R$ 60 mil.

Coordenado pela SDS, o programa é realizado em parceria com a Agência de Fomento do Estado de Santa Catarina (Badesc), o Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob) e a Associação das Organizações de Microcrédito de Santa Catarina (Amcred/SC).

Dados dos trimestres:
- 2017: 3313 operações de crédito - R$ 10.019.372,00
- 2016: 3192 operações de crédito - R$ 9.144.084,00
- 2015: 3090 operações de crédito - R$ 9.125.190,00
- 2014: 2753 operações de crédito - R$ 8.138.699,59
- 2013: 2464 operações de crédito - R$ 7.098.167,00
- 2012: 1400 operações de crédito - R$ 3.840.461,00

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Michelle Nunes
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