Os testes com ferramentas de cruzamento de dados começaram há quatro meses e os primeiros resultados já foram registrados pelo Instituto de Previdência do Estado de Santa Catarina (Iprev). Com a utilização do Power Bi, o controle dos parcelamentos em folha, por exemplo, que antes era feito em um dia, agora leva uma hora. Também foram identificadas inconsistências nos recolhimentos de contribuição de pensionistas no valor de R$ 341.815,33 em um período de uma semana. 

“Antes esse trabalho era feito manualmente, analisando a folha de cada uma dos 11 mil pensionistas. É um grande avanço! Com estas ferramentas podemos desenvolver 'mapas' específicos de controle dos pagamentos e recolhimentos do Iprev, não mais sendo necessária a busca de informações, restritas aos menus do Sistema Integrado de Gestão de Recursos Humanos, o SIGRH. Ganhamos tempo e independência nas nossas ações”, afirma Jean Braun, auditor de Previdência.

No futuro, os mapas poderão ser aplicados periodicamente à folha como robôs. Dependendo da programação aplicada, possibilitará a identificação imediata das inconsistências, comunicação aos responsáveis pelo procedimento inconsistente, bem como controle das medidas aplicadas para a resolução do problema.

Além de fazer o levantamento de inconsistências na arrecadação previdenciária dos servidores inativos, pensionistas e serventuários da justiça, o principal trabalho da Coordenadoria de Auditoria e Fiscalização foi regularizar a cobrança de contribuições nos casos em que o servidor esteve afastado sem remuneração em virtude de licença, mandato eletivo e à disposição.

Desde o começo do ano, foram emitidos diversos tipos de notificações envolvendo contribuições não recolhidas e benefícios previdenciários indevidos. A partir dos dados, o Instituto de Previdência de Santa Catarina está habilitado a reaver o montante de R$15.680.225,64 – 41,33% a mais que no ano passado.

NOTIFICAÇÕES EMITIDAS:

-  2017 – R$ 10.189.135,96
-  2018 – R$ 11.094.496,34
-  2019 (até 09/2019) – R$15.680.225,64

“Como minha atuação e a experiência de mais de 20 anos na área, não poderia deixar de tomar as iniciativas necessárias ao fortalecimento de uma das atividades mais importantes do Iprev. São muitas inconsistências decorrentes de erros de interpretação e ausência de “regras de negócio” nos sistemas corporativos, que permitem a inserção indevida de dados e falhas na migração. Essa iniciativa é decorrente de inúmeras inconsistências verificadas pontualmente em alguns processos e está alinhada aos objetivos do programa Pró-Gestão, idealizado pela Secretaria de Previdência do Ministério da Economia” diz o presidente do Iprev, Kliwer Schmitt.

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Foto: Júlio Cavalheiro/Secom

A geração de empregos em Santa Catarina teve um saldo positivo de 6.529 postos de trabalho em agosto, o melhor resultado para o mês dos últimos cinco anos. Com a criação das vagas, o estado chega a 60.322 novos empregos neste ano. As informações são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado nesta quarta-feira, 25, pela Secretaria de Trabalho da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia.

"Esses números mostram a confiança do setor produtivo nos rumos que o Estado está tomando. Vamos trabalhar para que os dados positivos se mantenham e até melhorem. Para isso, nossos esforços são no sentido de desburocratizar e facilitar a vida de quem gera empregos, além de intensificar os investimentos em infraestrutura", pontua o governador Carlos Moisés.

O número de novos empregos em 2019 representa um aumento de 60% em relação ao ano passado, quando foram gerados 37.587 postos de trabalho de janeiro a agosto. No acumulado do ano, Santa Catarina tem o terceiro melhor resultado do país, atrás apenas de São Paulo e Minas Gerais.

Em agosto, o destaque ficou por conta do setor de serviços, que registrou um saldo positivo de 3.089 contratações. No acumulado do ano, a indústria de transformação é a principal geradora de empregos, com 31.425 novas vagas ocupadas. Proporcionalmente, a construção civil se destaca com a criação de 7.963 postos de trabalho neste ano, o que representa um aumento de 9,22% no estoque de empregos formais em relação a dezembro de 2018.

“Um resultado que precisa ser comemorado, uma vez que demonstra que Santa Catarina segue se recuperando e, mais uma vez, confirma que as decisões tomadas pelo governador Carlos Moisés, entre elas simplificação e desburocratização, estão funcionando e passando confiança à economia real no processo de retomar as contratações. Seguiremos apoiando o setor produtivo e nos esforçando para atrair novas empresas para o estado, com foco em mais oportunidades aos catarinenses”, avalia o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável, Lucas Esmeraldino.

Brasil

Pelo quinto mês seguido, o Brasil teve saldo positivo no emprego formal. Em agosto, a expansão foi de 121.387 vagas, decorrente de 1.382.407 admissões e de 1.261.020 desligamentos. No acumulado de 2019, foram criados 593.467 novos postos. No mesmo período de 2018 houve crescimento de 568.551 empregos. 

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Renan Medeiros
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Foto: Mauricio Vieira / Secom

Santa Catarina tem 2.094 vagas de emprego em mais de 21 agências do Sistema Nacional de Emprego (Sine). Em Blumenau, além das ofertas desta semana, há oportunidades também para Oktoberfest 2019.  

“Para a contratação temporária nos dias do evento ainda temos vagas. A maioria para vigilantes, o qual precisa ter o curso de grandes eventos e reciclagem e também para operador de empilhadeira, que precisa ter experiência comprovada e habilitação específica” ressalta a gerente de Produtividade, Trabalho e Renda, Cleusa Rodrigues.

Para as vagas temporárias da Oktoberfest, os candidatos interessados devem morar na cidade e procurar o posto, com CPF e RG, comprovante de residência e se for casado, certidão de casamento.

A unidade atende dentro das 12h às 18h e entrega senhas para emprego das 12h às 16h.

Demais vagas

No Estado, a região do Alto Vale do Itajaí lidera com o maior número de ofertas de emprego na semana, 728 novas oportunidades, sendo 577 em Blumenau; 44 em Itajaí; 7 em Ituporanga; 30 para Rio do Sul, 56 em Balneário Camboriú e 14 em Timbó.

O Oeste do Estado conta ainda com mais de 600 vagas, 238 no Norte, 185 no Sul e 303 na Grande Florianópolis. O Sul tem disponível 21 ofertas de emprego.

“O Sine de Santa Catarina faz a intermediação de novas oportunidades praticamente todos os dias e diversos profissionais podem consultar o aplicativo do Sine Fácil para saber as atualizações. É a tecnologia e a inovação em favor dos catarinenses e do desenvolvimento do Estado”, lembra o secretário de Desenvolvimento Econômico, Lucas Esmeraldino.

Sine Fácil

A lista de oportunidades disponíveis pode ser acessada no aplicativo Sine Fácil. Pelo App, o trabalhador poderá acompanhar a situação do benefício do seguro-desemprego e acessar outros serviços de seu interesse. Um diferencial importante é que o aplicativo permite inúmeras consultas a vagas de emprego, em qualquer horário, de qualquer local, sem a necessidade de o trabalhador se deslocar até um posto de atendimento.

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Mônica Foltran
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 Foto: MB Comunicação/Divulgação

Notícia boa para quem está à procura de uma oportunidade de trabalho. O Sistema Nacional do Emprego em Santa Catarina (Sine/SC) está com 1.994 vagas em todo o estado. A lista inclui cargos para pessoas com deficiência (PcD) e traz a possibilidade de recolocação nas mais diversas áreas. De acordo com as informações divulgadas pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDE), a região Oeste lidera com maior número de ofertas (866), seguida pelo Sul, com 318. Na Grande Florianópolis, são 316 possibilidades. 

A cidade de São Miguel do Oeste, com cerca de 40 mil habitantes, tem liderado com o maior número de ofertas, sendo 372 nesta semana. Entre as oportunidades, há 181 para o cargo de auxiliar de linha produção, sendo 100 para uma única indústria do ramo de alimentos. A gerente de Produtividade Trabalho e Renda do Sine, Cleusa Rodrigues, lembra que o Oeste tem uma economia forte no setor de produção, o que favorece o maior número de vagas. 

Já na Grande Florianópolis, entre os postos do Sine gerenciados pelo Estado, a maior parte das chances de emprego está concentrada entre a Capital e São José. O Vale do Itajaí dispõe de 249 possibilidades de emprego, o Norte do Estado, 207, além das 23 oportunidades na Serra catarinense. 

Quem tiver interesse em alguma das vagas ofertadas por meio do Sine, deve se dirigir até a unidade munido de RG, CPF e a carteira de trabalho. Sem estes documentos não é possível fazer as inscrições. Não há necessidade de levar currículo. O cadastro é feito no balcão.

“Nosso objetivo como gestor público é dar condições para que o Estado se desenvolva, atraindo empresas e fomentando emprego. Assim, ofertamos mais qualidade de vida à população”, destaca o secretário da SDE, Lucas Esmeraldino. 

 Foto: Maurício Vieira/Secom

Um acordo de cooperação técnica entre Santa Catarina e Roraima foi firmado, nesta quarta-feira, 28, para compartilhar uma ferramenta de gestão de pessoas no âmbito do executivo estadual. O software SIGRH - Sistema Integrado de Gestão de Recursos Humanos -, desenvolvido pelo governo catarinense, será disponibilizado para uso da administração pública roraimense.

O convênio foi assinado pelo secretário de Estado da Administração (SEA), Jorge Eduardo Tasca, e pelo secretário da Gestão Estratégica e Administração de Roraima, Pedro de Jesus Cerino.  

Criado para atender as demandas catarinenses, o programa vai ser aprimorado em Roraima e adaptado aos recursos humanos daquela realidade. O objetivo da cooperação entre os estados é o compartilhamento de experiências, estratégias e melhorias adotadas no âmbito de gestão de pessoal como forma de aprimoramento da administração pública como um todo.

Durante o encontro para assinatura do acordo, que aconteceu na sede da SEA, no Centro Administrativo do Governo do Estado, em Florianópolis, o secretário catarinense enfatizou a importância do compartilhamento de informações entre as unidades federativas para evolução dos sistemas de gestão administrativos.

 “O que pudermos colaborar com outros segmentos, seja por meio da experiência técnica, em conhecimento institucional ou ferramentas de tecnologia e inovação na gestão pública, faremos. Pois os avanços alcançados são para benefícios de todos”, disse Jorge Tasca.

Pelo acordo, a secretaria da Administração de Santa Catarina disponibiliza todo o sistema SIGRH para ser implantado por Roraima. Por outro lado, os aprimoramentos e adaptações tecnológicas e inovadoras no sistema que forem implementadas serão repassadas, de volta, sem custos para o governo catarinense.

Krislei Oechsler - SEA

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Krislei Oechsler
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Foto arquivo / Secom

O reajuste médio de 4,29% do salário mínimo regional do Estado foi sancionado pelo governador Carlos Moisés nesta sexta-feira, 5. Os valores são retroativos a 1° de janeiro de 2019, conforme Projeto de Lei Complementar (PLC 740/20190) do Governo Estado enviado em regime de urgência à Assembleia Legislativa e aprovado por maioria de votos. Assim, os novos mínimos para as quatro faixas passam a ser de R$ 1.158, R$ 1.201, R$ 1.267 e R$ 1.325.

O Governo pediu agilidade no processo de tramitação na Assembleia. O governador reforça que Santa Catarina é uma das poucas unidades da federação que tem essa modalidade do piso regional e que já é tradição o Estado adotar o acordo construído entre federações sindicais patronais e de trabalhadores.


Veja abaixo as faixas que compõem o mínimo regional:

-Piso Atual

-Piso Proposto 2019

Primeira Faixa

-R$ 1.110

-R$ 1.158

Segunda Faixa

-R$ 1.152

-R$ 1.201

Terceira Faixa

- R$ 1.214

- R$ 1.267

Quarta Faixa

- R$ 1.271

- R$ 1.325

 

Primeira faixa:

a) na agricultura e na pecuária;

b) nas indústrias extrativas e beneficiamento;

c) em empresas de pesca e aquicultura;

d) empregados domésticos;

e) em turismo e hospitalidade; (Redação da alínea revogada pela LPC 551/11).

f) nas indústrias da construção civil;

g) nas indústrias de instrumentos musicais e brinquedos;

h) em estabelecimentos hípicos; e

i) empregados motociclistas, motoboys, e do transporte em geral, excetuando-se os motoristas.

Segunda faixa:

a) nas indústrias do vestuário e calçado;

b) nas indústrias de fiação e tecelagem;

c) nas indústrias de artefatos de couro;

d) nas indústrias do papel, papelão e cortiça;

e) em empresas distribuidoras e vendedoras de jornais e revistas e empregados em bancas, vendedores ambulantes de jornais e revistas;

f) empregados da administração das empresas proprietárias de jornais e revistas;

g) empregados em empresas de comunicações e telemarketing; e

h) nas indústrias do mobiliário.

Terceira faixa:

a) nas indústrias químicas e farmacêuticas;

b) nas indústrias cinematográficas;

c) nas indústrias da alimentação;

d) empregados no comércio em geral; e

e) empregados de agentes autônomos do comércio.

Quarta faixa:

a) nas indústrias metalúrgicas, mecânicas e de material elétrico;

b) nas indústrias gráficas;

c) nas indústrias de vidros, cristais, espelhos, cerâmica de louça e porcelana;

d) nas indústrias de artefatos de borracha;

e) em empresas de seguros privados e capitalização e de agentes autônomos de seguros privados e de crédito;

f) em edifícios e condomínios residenciais, comerciais e similares, em turismo e hospitalidade;

g) nas indústrias de joalheria e lapidação de pedras preciosas;

h) auxiliares em administração escolar (empregados de estabelecimentos de ensino);

i) empregados em estabelecimento de cultura;

j) empregados em processamento de dados; e

k) empregados motoristas do transporte em geral.

I) empregados em estabelecimentos de serviços de saúde.

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Mauren Rigo
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 Foto: Jaqueline Noceti / Secom/ Arquivo

Boa notícia no mercado de trabalho em Santa Catarina. Em janeiro, o estado foi responsável por mais da metade (58,7%) do saldo positivo de vagas formais do país, segundo os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta quinta-feira, 28. As empresas catarinenses geraram 20.157 postos de emprego no último mês, diante de 34.313 no Brasil. Trata-se do melhor desempenho para janeiro da série histórica, iniciada em 1992. O resultado é a diferença entre as 101.378 admissões e as 81.221 demissões no período.

O secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDS), Lucas Esmeraldino, destaca que os números positivos refletem a diversidade da economia catarinense e o apoio às empresas que chegam ao estado e às que estão expandindo a produção.

"Cada indicador econômico e social positivo é uma oportunidade de celebração para todos nós, catarinenses. A retomada da criação de empregos é um resultado fundamental, que reflete também a confiança do empresário com o futuro", diz Esmeraldino.

Indústria tem melhor desempenho

A indústria da transformação puxou o resultado positivo em Santa Catarina, com 13.862 vagas, seguido pelo setor de serviços, com 4.839. No agropecuário, a abertura foi de 1.562 postos. Na contramão, o comércio catarinense foi o único segmento com desempenho negativo em janeiro, com o fechamento de 2.658.

Das 27 unidades da federação, 11 tiveram saldo positivo em janeiro. Além de Santa Catarina, também se destacaram São Paulo (+14.638),  Rio Grande do Sul (+12.431) , Mato Grosso (+ 11.524) e Paraná (+9.145 postos). Na outra ponta, 16 estados registraram retração, com os piores resultados vindo de Rio de Janeiro (-12.253), Paraíba (-7.845) e Pernambuco (-7.242).

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Leonardo Gorges
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A taxa de desemprego em Santa Catarina no último trimestre de 2018 foi a menor do Brasil. O estado também apresentou a melhor situação do país quanto aos índices de desocupação, subutilização da força de trabalho e de pessoas desalentadas, isto é, aquelas que desistiram de procurar emprego. Os dados  são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua trimestral), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

"Somos um estado empreendedor, com 764 mil CNPJs ativos, ou seja, uma empresa a cada dez habitantes"

Lucas Esmeraldino
,
secretário de Desenvolvimento Econômico Sustentável

De acordo com o levantamento, apenas 6,4% da população catarinense, com 14 anos ou mais, estava desocupada no quarto trimestre de 2018. Os estados de Mato Grosso (6,9%) e Mato Grosso do Sul (7%) vêm logo atrás no quesito. No outro extremo, Amapá (19,6%), Bahia (17,4%) e Alagoas (15,9%) apresentam os piores percentuais.

Na avaliação do secretário de Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDS), Lucas Esmeraldino, os números retratam a capacidade dos catarinenses em criar negócios que gerem emprego, renda e desenvolvimento. “Somos um estado empreendedor, com 764 mil CNPJs ativos, ou seja, uma empresa a cada dez habitantes. Além disso, nossas federações geram índices altamente positivos ao empresariado e a quem quer investir ou ampliar seus negócios aqui”, destaca o secretário. Segundo ele, o Governo de Santa Catarina trabalha com o objetivo de colocar o estado na vitrine mundial dos negócios.

A PNAD Contínua também apontou que 86,8% dos empregados em Santa Catarina atuam com carteira assinada, maior índice do Brasil. Neste mesmo período, no país, o número de empregados no setor privado sem carteira assinada aumentou foi de 3,8%, em comparação com 2017.

Mais abertura de empresas em 2019

Segundo dados da Junta Comercial do Estado de Santa Catarina (Jucesc), o ano de 2019 já apresenta um crescimento proporcional de mais de 11% no número de constituições de empresas, em relação a 2018. “Vamos seguir juntos dando novo significado para o estado, acelerando investimentos e maximizando retornos”, finaliza Esmeraldino.

A Secretaria de Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDS) dispõe de uma série de programas de incentivo ao empreendedorismo, à inovação e à geração de emprego e renda. São exemplos o Programa de Desenvolvimento Catarinense (Prodec), dispondo de incentivos fiscais e fortalecendo regiões com menores índices de desenvolvimento; o Investe SC, com a finalidade de apoiar a atração e a ampliação de empresas para Santa Catarina; o SC+Energia, com foco nos produtores de energias renováveis, além do Juro Zero, incentivando a formalização de empregos e empresas.

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Santa Catarina foi o terceiro do país a gerar mais oportunidades em 2018 com um saldo positivo de 41.718 empregos formais, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado nesta quarta, 23. Santa Catarina está atrás apenas de São Paulo e Minas Gerais. O resultado é a diferença entre 981.364 admitidos e 939.646 desligamentos.

“Isso reflete a força da economia de Santa Catarina, seu potencial de crescimento e a garra dos catarinenses”, lembra a secretária de Estado da Assistência Social, Trabalho e Habitação (SST), Maria Elisa De Caro.

Em 2018, a geração de empregos foi positiva para todos os grandes setores. Em termos absolutos, a expansão no nível de emprego foi impulsionada pelo setor de Serviços (+26.287) e Comércio (+10.240), principalmente nas áreas de “comércio e administração de imóveis, valores mobiliários e serviço técnico” (+10.710) e no comércio varejista (+6.845).

Foto: James Tavares/Secom

Com base no total de vínculos formais de trabalho, os seguimentos que tiveram um crescimento expressivo, acima dos 4% no ano, foram: serviços industriais de utilidade pública; comércio atacadista; instituições de crédito, seguros e capitalização; comércio e administração de imóveis, valores mobiliários, serviço técnico; transportes e comunicações; e serviços médicos, odontológicos e veterinários.

Dentre as 41 maiores cidades catarinenses, 34 delas apresentaram expansão no total de empregos em 2018. As quatro cidades que, em termos absolutos, mais aumentaram o número de empregos com carteira de trabalho foram: Joinville (+9.904), Florianópolis (+2.643), Chapecó (+1.652) e Palhoça (+1.446). Em termos relativos, as maiores ampliações ocorreram em Camboriú (8,42%), Tijucas (+8,29) e Itapema (+7,53), todas situadas no litoral. 

Joinville e Palhoça também se destacaram, pois apresentaram a 5ª e 6ª maiores expansões relativas no estado, respectivamente. Em termos setoriais, o aumento de empregos em Joinville ficou a cargo dos serviços (+6.437) e indústria de transformação (+1.950). Em Palhoça, o aumento foi distribuído nos serviços (+455), comércio (+563) e indústria de transformação (+250).

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O Sistema Nacional de Emprego (Sine) está com 1.631 vagas de emprego disponíveis em Santa Catarina. Desse total, 135 são para pessoas com deficiência.

De acordo com a Secretaria de Estado da Assistência Social, Trabalho e Habitação (SST), à qual o Sine é vinculado, as oportunidades são para funções como vendedor, pintor, pedreiro, carpinteiro, encanador, operador de caixa, revisor de texto e lavador de veículos. 

A maioria das vagas abertas está no Oeste Catarinense. Chapecó tem 549, São Miguel do Oeste conta com 275 e em Concórdia são 180.

Para ter acesso às vagas de emprego, é preciso ir pessoalmente até a unidade do Sine mais próxima com um documento de identidade e a carteira de trabalho.

O Sine facilita a inserção ou reinserção da população no mercado de trabalho. O serviço é do Governo Federal com a contrapartida do Governo do Estado.

Município

Total de vagas

Vagas para PcD

Araranguá

7

1

Balneário Camboriú

97

17

Blumenau

113

47

Caçador

10

-

Chapecó

549

2

Concórdia

180

6

Criciúma

48

11

Florianópolis

45

5

Itajaí

27

5

Ituporanga

1

-

Joaçaba

35

1

Joinville

123

26

Lages

10

-

Laguna

13

1

Mafra

41

12

Rio do Sul

27

-

São José

1

1

São Miguel do Oeste

275

-

Taió

8

-

Timbó

21

-