Foto: Arquivo / Secom

Para reforçar as redes de distribuição de energia na área rural e garantir o crescimento do agronegócio no Estado, a Celesc lança nesta terça-feira, 11, em Chapecó, a segunda modalidade do programa Celesc Rural, que vai permitir a substituição de redes de energia elétrica monofásicas por redes trifásicas de energia elétrica em diversos municípios catarinenses.

A mudança da rede monofásica para trifásica possibilita a instalação de equipamentos mais potentes e modernos para as atividades no campo, contribuindo para o aumento da produção e trazendo uma nova realidade para os produtores e para o agronegócio catarinense.

>>> Veja aqui as localidades que serão beneficiadas com as novas redes nesta primeira etapa do Programa no Oeste e Extremo-Oeste

As redes trifásicas de energia elétrica vão possibilitar o aumento da capacidade do abastecimento de energia e, com isso, ampliar a presença de sistemas de irrigação, ordenhadeiras elétricas, motores para a moagem de trato dos animais, aquecedores de estufas, ventiladores para granjas e muitos outros equipamentos que requerem elevadas potências e que, devido ao alto consumo, não podem ser atendidos pelo sistema monofásico.

Presente na solenidade, a vice-governadora Daniela Reineher enalteceu a iniciativa. "Quero agradecer à Celesc e a todos os envolvidos no programa por olharem com carinho a uma importante questão para quem vive no meio rural e no Oeste catarinense, região que nasci. É uma honra participar do lançamento de um projeto que vai melhorar muito a qualidade de vida e as condições de trabalho no campo”, ressaltou.

Já o secretário estadual da Agricultura e da Pesca, Ricardo de Gouvêa, reforçou a importância do agronegócio. "Estamos acostumados a ouvir que a agricultura mantém o país e por isso devemos fazer mais pelo setor. O agronegócio responde por 30% do PIB de Santa Catarina, Estado que mais exporta frango de um país que é líder mundial na exportação da ave. Certamente o Celesc Rural vai ajudar os produtores catarinenses a desenvolverem ainda mais a economia regional” afirmou.

Valdir Crestani, secretário do Desenvolvimento Rural e do Meio Ambiente de Chapecó, conta que a política de melhoria adotada pela Celesc, além de atender a uma antiga aspiração dos produtores da região, vai beneficiar mais de dois mil produtores da região, sendo 650 grandes propriedades produtoras de ovos, perus, frangos e leite, que terão condições de desenvolver seus negócios graças à medida.

Em todo o Estado, na primeira etapa do Programa, que terá início no segundo semestre de 2019, serão instalados quase 400 quilômetros de redes trifásicas. Deste total, cerca de 200 quilômetros serão instalados em 47 municípios da região Oeste, na área de abrangência do Núcleo Chapecó e das Unidades regionais da Empresa em Concórdia e São Miguel do Oeste.

O Programa Celesc Rural

O Programa Celesc Rural prevê duas intervenções principais:

1 - A substituição de redes monofásicas por trifásicas para ampliar a capacidade do sistema elétrico com o que será possível a modernização de maquinários e a adoção (uso) de motores mais potentes para aumentar a mecanização das atividades rurais e possibilitar aumento da produção e dos ganhos;

2 - A instalação de cabos protegidos, para reduzir o número de desligamentos das redes elétricas devido ao contato com a vegetação. Esta ação ocorrerá especialmente nas áreas de grande presença de vegetação próxima às redes elétricas, como regiões de reflorestamento de pínus e eucalipto, uma marca da economia rural do Planalto Norte, e já foi lançada no fim do mês de maio, em Ituporanga.

O Programa Celesc Rural está em fase de licitação para contratação de empresas e aquisição de materiais e a previsão é de que até o final de 2020 mais de 800 quilômetros de cabos de alumínio nu tenham sido substituídos por cabos protegidos.

Serão investidos R$ 65,7 milhões em 1,2 mil quilômetros de rede da área de concessão da Celesc, com início no segundo semestre deste ano. Novos projetos de rede já estão sendo executados para outras localidades e farão parte das próximas etapas do Celesc Rural.

Onde serão instaladas as redes trifásicas na região Oeste na primeira etapa

A seleção das localidades por onde passa o traçado da rede trifásica é realizada a partir de análise técnica que considera a necessidade de um sistema elétrico com mais qualidade para o fomento da produção e o atendimento simultâneo do maior número de unidades consumidoras.

A partir da construção da rede, os interessados em ter o sistema trifásico deverão solicitar à Celesc a instalação do transformador trifásico e da rede de baixa tensão entre a nova rede e sua propriedade.

Informações adicionais para a imprensa:
Rafael Vieira de Araujo
Assessoria de imprensa da Celesc
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(48) 99901- 7767 - plantão para emergências

Nos últimos dias, alguns clientes de diferentes regiões do Estado relataram o recebimento de telefonemas e de e-mails, falsos, para cobrança de fatura de energia elétrica.

Nas ligações a pessoa alega ser da 4ª Vara Federal e informa ao cliente da Celesc que “há uma notificação por o padrão de energia elétrica não ter sido substituído por um padrão digital”, além de relatar cobrança de débitos e multa junto à Celesc. Os golpistas dizem que a quantia precisa ser depositada para que o usuário não tenha seu fornecimento de energia suspenso.

Já por e-mail, são enviadas faturas de energia elétrica muito similares às verdadeiras, porém a partir de um domínio que não é da Empresa, cujo beneficiário também não é a Celesc e a instituição financeira para cobrança não é o Banco do Brasil.

Para evitar possíveis transtornos originados por golpes, a Celesc reforça que não cobra pendências jurídicas ou comerciais por telefone, nem solicita depósito em conta. Também alerta aos clientes que optaram por receber suas faturas por e-mail para que estejam atentos a alguns detalhes da mensagem que chega em seu endereço eletrônico, como:

- O e-mail que enviou a nota deve ser o oficial da Celesc (celesc-fatura@celesc.com.br);

- O banco arrecadador deve ser o Banco do Brasil;

- O beneficiário do pagamento deve ser Centrais Elétricas de Santa Catarina (Celesc).

Nunca clique em links suspeitos e, na dúvida, entre em contato por meio dos canais oficiais de atendimento:

Agência Web: http://bit.ly/AgenciaWeb

Chat Online: http://bit.ly/AtendimentoOnlineCelesc

Comercial: 0800 48 0120

Emergência: 0800 48 0196

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Heda Wenzel
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Fotos: Ana Paula Miranda / SAN

Em reunião na capital federal com o ministro das Minas e Energia, Bento Albuquerque, o governador Carlos Moisés ouviu que a decisão sobre eventual fusão das empresas Eletrosul e Companhia Gaúcha de Geração Térmica de Energia Elétrica (CGTEE) ainda não foi tomada. Segundo o governador, o ministro relatou que diversas opções ainda estão sendo analisadas.

“A avaliação da reunião é positiva. Saímos com a certeza de que a decisão não foi tomada ainda. Temos a garantia do ministro e do presidente da empresa. Outro sinal interessante é que alternativas à saída da sede da empresa (Eletrosul) de Santa Catarina estão sendo estudadas, como a se houver uma incorporação, a sede ficar em Santa Catarina”, afirmou Moisés.

 Foto: Rafael Rossetti/SCGÁS

Criado em outubro de 2017 pela SCGÁS para atender os motoristas que abastecem com gás natural veicular (GNV) nos postos de Santa Catarina, o aplicativo ROTA GNV atingiu a marca de 20 mil usuários em maio de 2019. A ferramenta traz em único ambiente conteúdos de todos os agentes da cadeia produtiva do GNV no Estado, reunindo de forma rápida e objetiva informações úteis para proporcionar o melhor uso do combustível. O gerente de mercado urbano e veicular, Gustavo Santos, considera a marca significativa, "pois mostra que a SCGÁS atendeu, através do Rota GNV, um anseio dos usuários do produto. É uma plataforma que nos aproxima do usuário final e disponibiliza todas as informações sobre esse importante mercado que fomenta a competitividade catarinense e contribui para o meio ambiente".


Foto: Arquivo / Epgari

Para reforçar as redes de distribuição de energia na área rural e garantir o crescimento do agronegócio em Santa Catarina, a Celesc lança, na quarta-feira, 29, em Ituporanga, o Celesc Rural. O Programa será lançado em duas modalidades: substituição de redes monofásicas por trifásicas e substituição de cabos nus por cabos protegidos. Esse trabalho será realizado em milhares de quilômetros dos municípios catarinenses, na área de concessão da Celesc, e vai atender a um apelo antigo dos pequenos agricultores e produtores rurais do Estado.  Os investimentos alcançam R$ 65,7 milhões, aplicados em 1,2 mil quilômetros de rede, ainda em 2019. O lançamento de uma das modalidades (cabo protegido) será no Salão Comunitário Comunidade Evangélica de Linha Grande, com a presença do presidente da Celesc, Cleicio Poleto Martins, e do secretário de Estado da Agricultura e da Pesca, Ricardo de Gouvêa.

No Alto Vale, numa primeira etapa, serão substituídos 230 quilômetros de rede de cabos nus por cabos protegidos, na região de Ituporanga, com investimento de R$ 5,5 milhões. A implantação deve ocorrer até a safra de fumo, em novembro deste ano. "A fumicultura é uma atividade especialmente delicada na região do Alto Vale catarinense pela necessidade de secar as folhas em estufas que dependem do fornecimento contínuo de energia. Qualquer oscilação ou interrupção mais prolongada já afeta a qualidade da produção, gerando prejuízos e ameaçando a viabilidade dos negócios", afirma o gerente da Celesc, Manoel Arisoli, que acompanha de perto as demandas dos agricultores locais.

Na segunda etapa, o projeto prevê outros 590 quilômetros de cabos protegidos nas regiões de Rio do Sul e Mafra, onde estão concentrados os maiores problemas relativos a ocorrências provocadas por choque de vegetação com a rede elétrica. Para essa segunda etapa das obras, os investimentos chegam a R$ 24,5 milhões. "Vegetação na rede é hoje a  principal causa de falta de energia nessas regiões onde há grandes extensões com plantios de pinus e eucaliptos", destaca Arisoli. "Essas espécies de árvores alcançam mais de 30 metros de altura e, com a força dos ventos, muitas vezes são lançadas sobre a rede. A recuperação do sistema pode ser demorada, se o ponto da ocorrência estiver em uma área de difícil acesso para as nossas equipes, por exemplo", explica o gerente, ao lembrar que a proteção dos cabos irá torná-los mais resistentes ao impacto com a vegetação. “A expectativa é reduzir em 90% a falta de energia elétrica nas comunidades rurais destes municípios”, completa.

Além da troca dos cabos nus por protegidos, a rede vai receber também manutenção completa nessas regiões, com troca de postes de madeira por concreto, nos primeiros 400 quilômetros. “O projeto piloto dos cabos protegidos nas áreas rurais foi desenvolvido no Alto Vale do Itajaí, no município de Rio do Campo, na localidade de Varaneira, colocando Santa Catarina como pioneira no Brasil , em 2015”, relembra Manoel.

A implantação dos cabos protegidos vai beneficiar diretamente o agronegócio, que é responsável por cerca de 30% do PIB (Produto Interno Bruto) catarinense. O maior objetivo é promover melhoria no desempenho das redes de distribuição nas áreas rurais, especialmente onde estão localizados os produtores de fumo da região de Ituporanga.

Segunda Modalidade - Rede Monofásica para Trifásica

A segunda modalidade do programa, que será lançada pela Celesc no Oeste do Estado, ainda no mês de junho, prevê a substituição de redes monofásicas por trifásicas para ampliar a capacidade de fornecimento de energia das áreas rurais. Para essa modalidade, serão investidos R$29,2 milhões, em 300 quilômetros de rede em todo o Estado e R$ 6,5 milhões, na substituição 86 quilômetros, nas unidades de Rio do Sul e Mafra.

Essas redes são necessárias em localidades rurais onde necessitam de potências maiores, principalmente nas regiões com desenvolvimento econômico mais rápido que outras.

Acompanhe a  tabela abaixo para entender a extensão do projeto no Estado.

REGIÃO

EXTENSÃO

(em quilômetros)

INVESTIMENTO

(milhões)

Núcleo Grande Capital

27,5

R$ 2,5

Núcleo Alto Vale

20,9

R$ 1,9

Núcleo Norte

94,9

R$ 9,1

Núcleo Planalto

19,3

R$ 1,7

Núcleo Meio Oeste

28,5

R$ 2,8

Núcleo Sul

8,2

R$ 1,0

Núcleo Oeste

100,7

R$ 10,2

“No passado os agricultores necessitavam de luz, mas hoje, os agricultores necessitam de energia, para fazer funcionar suas propriedades rurais como por exemplo, motores de estufas para fumo, aeradores para oxigenar águas nos tanques de peixes, ordenhadeiras entre outros”, finalizou Arisoli.

Informações adicionais para a imprensa:
Rafael Vieira de Araujo
Assessoria de Imprensa da Celesc
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A Celesc irá realizar no próximo domingo, 26, o penúltimo desligamento programado para reforçar o sistema elétrico na Avenida Mauro Ramos, entre a Rua ngelo La Porta e o Beiramar Shopping, para atender um empreendimento residencial em construção naquela área. Para tanto, a rede comum de energia está sendo substituída por uma rede compacta. Ao todo, 17 postes serão trocados e 450 metros de cabos protegidos instalados.

Os trabalhos devem ocorrer apenas com condições climáticas favoráveis e, nesse caso, o fornecimento de energia elétrica na região será interrompido por cerca de cinco horas (das 7h às 12h). Em virtude da complexidade da obra, está previsto um novo desligamento, ainda sem data definida, mas que, por ser programado, será avisado aos clientes pelos canais de praxe da Empresa.

Informações adicionais para a imprensa
Assessoria de Imprensa 
Centrais Elétricas de Santa Catarina S.A. - Celesc 
E-mail: comunica@celesc.com.br
Atendimento 24h: 0800-480120
Site: www.celesc.com.br

 

 Foto: Mauricio Vieira/ Secom

Durante reunião com parlamentares e lideranças em Criciúma nesta sexta-feira, 24, o governador Carlos Moisés articulou junto a deputados com o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, uma nova reunião para esclarecer dúvidas sobre a possibilidade de incoporação da Eletrosul pela Companhia de Geração Térmica de Energia Elétrica (CGTEE), do Rio Grande do Sul. O governo federal se comprometeu a retornar a Santa Catarina para uma audiência pública sobre o tema.

“O ministro afiançou um retorno com a equipe técnica da Eletrobras e do governo federal para esclarecer todas as dúvidas dos catarinenses sobre o receio de perda de receita e da sede da Eletrosul. Ele afirmou que há uma possibilidade de manutenção da estrutura da empresa no Estado”, disse o governador.

De acordo com Albuquerque, a decisão de a CGTEE incorporar a Eletrosul não passa exclusivamente pelo Ministério, uma vez que a Eletrobras, holding que controla as companhias, é uma empresa de economia mista listada em bolsa. “Essa operação não é de uma empresa abocanhando a outra. É uma decisão empresarial, que se trata de uma incorporação reversa. É de certa forma uma questão tributária. A Eletrosul é uma das principais empresas do grupo que está tentando se reerguer, e essa operação trará benefícios tanto para a Eletrosul quanto para a CGTEE”, esclareceu Albuquerque.

Parlamentares entregam carta com demandas da região

A Bancada Parlamentar do Sul também entregou ao governador Carlos Moisés uma carta de reivindicações da região que inclui obras de infraestrutura. O documento lista uma série de demandas e apresenta como solicitação integrada das três associações de municípios do Extremo Sul, Região Carbonífera e de Laguna a criação de um Projeto de Desenvolvimento Regional para o Sul de Santa Catarina. O documento quer identificar potenciais geográficos, recursos minerais, capacidade de mão de obra e vocações de cada polo regional. A sugestão é que o Porto de Imbituba seja o principal patrocinador da iniciativa.  

“Todas as reivindicações feitas já estão em tratamento no Governo do Estado. Algumas obras estão inviabilizadas pela questão ambiental e já estamos em Brasília articulando isso. A manutenção das rodovias também está no nosso radar. Ou estamos prevendo recursos no nosso planejamento de manutenção ou estamos em busca da captação de recursos para atender as demandas tão breve isso seja possível”, complementou Moisés.

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Leonardo Gorges
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Foto: Divulgação / Celesc

Está programado para este sábado, 18, das 7 às 12h, o desligamento de energia elétrica no Sertão do Imaruim - São José, para a última etapa das obras de construção do alimentador entre a Subestação (SE) Palhoça, no Bairro Caminho Novo, e São José do Sertão. O alimentador terá 6,8 quilômetros de extensão, 40 postes e 21 quilômetros de cabos.

No dia 16 de maio, a Celesc irá realizar em sua sede, em Florianópolis, o 3º Workshop de Fornecedores. Com mais de 60 empresas de todas as regiões do país inscritas até o momento, o evento visa estreitar o relacionamento e ampliar o diálogo sobre questões estratégicas de aquisições e políticas da holding catarinense com seus fornecedores.


Foto: Arquivo / Secom

Devido à falta de chuvas e às condições desfavoráveis para a geração de energia, a bandeira tarifária da conta de luz do mês de maio volta a ser amarela. A cor da bandeira, que é definida pela Aneel, significa que o consumidor vai perceber um acréscimo de R$1 por cada 100kWh consumido durante o mês.

As bandeiras são uma forma diferente de apresentar o custo da energia, que sofre influência da disponibilidade de chuvas na região das usinas geradoras. Quanto menos água nas represas, menor será a geração nas usinas hidrelétricas e maior será o uso das termelétricas, que têm custo de geração mais alto.