A queda de árvores, galhos ou cascas de árvores sobre os cabos da rede elétrica são a causa de 40% dos acidentes com falta de energia em Santa Catarina. Em algumas regiões do Estado, como Rio do Sul, Lages, Chapecó e Concórdia, onde há forte presença de áreas de reflorestamento de eucaliptos e pinus, o índice é ainda mais alto, com mais de 70% das ocorrências ocasionadas por problemas com a vegetação nas linhas de distribuição. Para conscientizar a população sobre os cuidados a serem tomados e ajudar na redução desses números, a Celesc lançou uma campanha que já está no ar.

“A campanha tem por objetivo engajar os consumidores em ações preventivas para garantir ainda mais segurança no fornecimento de energia em todo o Estado. Informações específicas também estão disponíveis no site da companhia”, conta o presidente Cleverson Siewert.

O plantio e a manutenção de árvores em distância segura da rede elétrica são soluções simples que devem ser adotadas pela população. Os cuidados, no entanto, variam em cada região do Estado – e são diferentes em áreas urbanas e rurais.

Além disso, a Celesc alerta para o risco de o corte ou a poda de árvores ser realizada por pessoas não habilitadas. Deve-se, também, dar atenção à vegetação nativa que, por lei, não pode ser derrubada, a menos que cause risco de vida. Neste caso, o Corpo de Bombeiros deve ser acionado para realizar o procedimento adequado.

Orientações para regiões rurais

Para que as áreas entre as redes elétricas sejam bem aproveitadas, deve-se lembrar que o contato direto das árvores, galhos e cascas arremessadas sobre os condutores pode causar curto-circuito, interrompendo o fornecimento de energia e causando prejuízos aos consumidores, principalmente aos produtores de fumo e de leite, facções e agroindústrias do meio rural.

Dessa forma, os proprietários precisam ter a consciência de manter distância segura entre as plantações de árvores de grande porte com a rede elétrica, em especial nas regiões de reflorestamento. 

“É muito importante que os donos dessas áreas observem a altura que as árvores podem alcançar e o quanto devem estar distantes da rede elétrica para evitar que, em dias de ventos fortes e tempestades, não corram o risco de caírem sobre a rede ou provocarem curto-circuito se os galhos, ou até mesmo as cascas dos troncos, alcançarem os fios elétricos”, alerta Manoel Arisoli Pereira, chefe da Agência Regional da Celesc em Rio do Sul, uma das mais impactadas com a presença de árvores de reflorestamento.

Para a área rural, a Empresa chama a atenção para tais medidas de segurança:

- A Celesc deve ser informada quando houver corte de árvores de grande porte que estejam próximas à rede elétrica, para que esteja atenta e possa dar o suporte mais rapidamente;

- Se um fio arrebentar e cair, além de não permitir que ninguém se aproxime, o ideal é que a área seja isolada e o proprietário peça auxílio à Celesc pelo telefone 0800 48 0196.

- O cuidado com a operação de máquinas agrícolas também é de extrema importância. Sempre que forem realizados serviços próximo à rede elétrica, deve-se verificar se não há possibilidade de encostar alguma parte móvel da máquina nos fios.

- As queimadas nas proximidades da rede também são definitivamente perigosas, sendo primordial não acontecerem no local. Mesmo que o fogo não chegue perto dos fios, postes ou torres, o calor pode provocar curtos-circuitos.

- O proprietário da área de reflorestamento pode sofrer ações judiciais por descumprimento da lei, podendo ser responsabilizado pelos danos causados a terceiros e à Celesc.

Cuidados nas regiões urbanas

Já os moradores das cidades e grandes centros, precisam ter outras preocupações. É de extrema importância que a população entenda que as árvores plantadas em seus quintais são de responsabilidade particular. Dessa forma, ao perceber que os galhos estão crescendo muito, o dono do imóvel ou representante deve providenciar a poda preventiva. Cabe lembrar que esse é um serviço a ser realizado por pessoa habilitada e equipada de forma segura.

É importante destacar que tanto em áreas particulares quanto públicas, o Corpo de Bombeiros e a Defesa Civil entram em ação apenas quando a queda (ou possível queda) de árvore representa risco de vida à população. Em caso de dúvida, pode-se ligar para os Bombeiros e solicitar uma visita ao local para avaliação. São eles que decidem se devem agir ou se indicam profissionais gabaritados para fazer a poda preventiva da árvore. Em relação às árvores que estão nas ruas das cidades, as prefeituras devem fazer a manutenção.

Uma cidade arborizada, portanto, deve ser muito bem planejada. É importante que se conheça a espécie a ser plantada, para prever as características da árvore e quais os cuidados serão necessários na hora da manutenção. Ora, a árvore utilizada em um estacionamento aberto, por exemplo, não será a mesma utilizada nas calçadas que são mais estreitas e que tem os fios passando ao alto.

Dessa forma, vale atentar para a altura prevista da árvore, que deve ter no máximo entre 4 e 5 metros, para que não atinja os fios, bem como considerar as raízes das árvores, que devem crescer mais para baixo da terra do que para os lados, evitando que as mesmas rompam calçadas e vias públicas.

Assim, para que os galhos das árvores não encostem nos fios da rede elétrica, é importante respeitar as distâncias de segurança. Segundo a Norma NBR 15688 deve-se manter 2 metros (13,8 kV) entre o condutor e a vegetação, e 1 metro (127-220 V) na rede primária e secundária, nas tensões de distribuição.

Como colaborar

- Mantenha as árvores a uma distância segura da rede de energia elétrica;

- Pode antes que cresçam demais;

- Providencie a retirada das árvores, entrando em contato com a Celesc para auxiliar no trabalho, quando necessário;

- Mantenha distância de fios da rede elétrica que venham a arrebentar e cair. Isole a área e peça auxílio à Celesc pelo telefone 0800 48 0196.

Áreas mais afetadas em SC

As regiões que mais sofrem com vegetação na rede elétrica são Mafra, Tubarão, Rio do Sul, Blumenau, Grande Florianópolis (Florianópolis, em especial na região Leste da Ilha, Governador Celso Ramos, Tijucas, São João Batista, Nova Trento e Santo Amaro) e Jaraguá do Sul (incluindo Corupá, Schöroeder e Guaramirim).

Além desses pontos, na área de abrangência da regional de Concórdia, que contempla os municípios de Alto Bela Vista, Arvoredo, Concórdia e Faxinal dos Guedes, a vegetação nas redes, principalmente os reflorestamentos de eucaliptos, continuam sendo a principal causa da interrupção no fornecimento de energia elétrica.

Na região do Planalto Norte, as redes elétricas costumam atravessar grandes áreas de vegetação nativa e reflorestamento. Essa situação contribui de forma significativa para as ocorrências de falta de energia. Em Lages, pelos mesmos motivos, os municípios Anita Garibaldi, Correia Pinto, Curitibanos e a própria cidade também sofrem com interrupções elétricas por conta de vegetação na rede.

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Com equipes trabalhando de forma intensiva desde a madrugada, a Celesc registrou, neste fim de tarde, a recuperação de 99% do atendimento às regiões atingidas pelo temporal na madrugada desta quarta-feira, 26, restando cerca de 12 mil unidades sem energia por conta do temporal.

Durante o pico do problema, às 5h50, cerca de 350 mil unidades consumidoras (aproximadamente 12% do total de clientes da Celesc) estavam sem abastecimento de energia.

As equipes permanecem mobilizadas, trabalhando para resolver casos mais complexos, com dificuldade de acesso ou redes inteiras com necessidade de reconstrução.

Os registros mostram que a maior parte dos danos foi causada por árvores e objetos (resto de telhados, placas, entre outros) lançados sobre a rede elétrica pela força dos ventos, causando avarias a diversos componentes do sistema.

Mais informações sobre o volume de ocorrências na ferramenta Em Tempo Real: http://celgeoweb.celesc.com.br/mapas/home/

Contato com a Celesc

- O cliente pode ligar para o Call Center no telefone 0800 48 0196 ou enviar um SMS para o número 48196 com a mensagem SEM LUZ + o número da Unidade Consumidora.

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O temporal que atingiu Santa Catarina nesta quarta-feira, 26, trouxe ventos fortes e descargas atmosférica (raios) que provocaram danos ao sistema elétrico da Celesc. Durante o pico do problema, às 5h50, cerca de 350 mil unidades consumidoras (aproximadamente 12% do total) estavam sem abastecimento de energia. 

No percurso do temporal, nove subestações e três linhas de transmissão foram afetadas que já estão religadas, além do registro de milhares de ocorrências no sistema de média e baixa tensão. Neste momento, às 12h, cerca de 85% do atendimento já está normalizado, restando aproximadamente 55 mil unidades sem energia por conta do temporal. 

Os trabalhos prosseguem agora na recuperação das redes de média e baixa tensão. A previsão é que, até o início da noite, cerca de 95% do sistema esteja restabelecido, restando casos mais complexos, com dificuldade de acesso ou redes inteiras com necessidade de reconstrução. Desde a madrugada, mais de 700 profissionais da Celesc estão mobilizados na operação.

As áreas mais impactadas foram o Vale do Itajaí, o Litoral Norte e o Planalto Norte, assim como o Oeste catarinense. Os registros mostram que a maior parte dos danos foi causada por  árvores e objetos (resto de telhados, placas, entre outros) lançadas sobre a rede elétrica pela força dos ventos, causando avarias a diversos componentes do sistema.

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O secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDS), Carlos Chiodini, recebeu nesta quarta-feira, 19, representantes do Ministério de Minas e Energia e da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Na ocasião, foram apresentados os principais empreendimentos de transmissão de energia elétrica que serão objeto de leilão na próxima segunda-feira, 24. Somados, os investimentos no Estado devem chegar a R$ 1,5 bilhão.

A Aneel vai leiloar concessões para a construção, operação e manutenção de 7.400 km de linhas de transmissão em 20 Estados. O leilão será dividido em 35 lotes, com investimento previsto de R$ 13,1 bilhões. “Destes, dois lotes são para Santa Catarina, contemplando 484 km de linhas de transmissão. O maior trecho é entre Abdon Batista e Siderópolis, com 261 km. Será realizado, também, leilão para instalação de um compensador estático em Biguaçu”, explica Chiodini.

“Esta é uma importante ação para melhoria da capacidade de transmissão de energia e vai resultar em muitos benefícios para indústrias e população em geral”, destacou o presidente da Associação dos Produtores de Energia de Santa Catarina (Apesc), Gerson Berti, presente na reunião. 

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O crime de furto de energia está contemplado no Art. 155 do Código Penal, que prevê pena de um a quatro anos de prisão e multa. De acordo com estudo do Instituto Acende Brasil, especializado no setor elétrico, estima-se que, apenas em 2015, as principais distribuidoras do país tiveram um prejuízo de R$ 8 bilhões com os furtos de energia, os famosos ‘gatos’. O valor corresponde a mais de 15 milhões de MWh, o equivalente ao consumo de oito meses da população catarinense.

No ano passado, em Santa Catarina, 43% das perdas comerciais da Celesc ocorreram por ligações clandestinas em áreas não legalizadas. Somente na capital, a estimativa é de que 30 mil unidades consumidoras não possuam alvará, o que impede o atendimento por parte da empresa e, em consequência, causa um alto nível de clandestinidade. No mesmo período, 32% dessas perdas foram causadas por fraudes.

Irregularidades e furtos na rede de energia são responsáveis não apenas por prejuízos aos consumidores que mantém seus débitos em dia e à Celesc, como também representam grande insegurança para toda a sociedade. Eduardo Cesconeto, diretor comercial da Celesc, alerta para o fato de que ações deste tipo podem ocasionar choques elétricos, curto circuitos e até originar incêndios, expondo moradores e frequentadores desses locais a um grande risco.

Ainda de acordo com a Celesc, os furtos na rede prejudicam a qualidade da distribuição elétrica nas regiões atingidas, uma vez que a potência dos transformadores é calculada de acordo com os consumidores legalmente cadastrados. As demais ligações, irregulares, provocam sobrecarga no sistema e, consequentemente, o desligamento em toda área de abrangência.

A fiscalização desses casos requer esforço permanente e a ajuda dos consumidores é muito importante para reverter esse quadro. Para coibir esses e outros atos irregulares, equipes da Celesc vêm fiscalizando unidades comerciais e residenciais, em operações que ocorrem em conjunto com as prefeituras e as polícias Civil e Militar de todo o estado.  Mas os catarinenses também podem contribuir para o processo, utilizando os canais da empresa para denunciar, anonimamente, situações similares, por meio de chamada gratuita à Ouvidoria da Celesc (0800 48 3232) e também no Canal de Denúncia, disponível no site da companhia. Em 2016, essas duas vias registraram 2.689 denúncias de irregularidades em todo o estado.

Força-tarefa e denúncias pelo estado

Agência Regional de Florianópolis – Desde o início do ano, a Regional Florianópolis retirou aproximadamente 500 ligações clandestinas em diferentes pontos da Capital. “Tínhamos uma perda comercial (consequente de furtos de energia, erros de medição ou no processo de faturamento, entidades consumidoras sem equipamento de medição etc.) estimada de aproximadamente 125.000 kWh/mês, ou o equivalente a R$ 85 mil mensais, considerando todos como residencial”, aponta a chefe da Divisão Comercial da Agência Regional de Florianópolis, Samara de Souza.

No ano passado, os canais de denúncia da Celesc registraram 1.671 queixas de irregularidade em municípios que integram a Regional de Florianópolis. As equipes da companhia encontraram diversas irregularidades na área. Casos reincidentes ocasionaram, inclusive, a prisão dos proprietários de um estabelecimento de inspeção veicular, nos Ingleses, e de um boliche, na SC-401, ambos no norte da Ilha.

Agência Regional de Joinville – Recentemente, 14 policiais civis e sete funcionários da Agência Regional de Joinville retiraram 15 ligações irregulares em residências no bairro Morro do Meio, ação que resultou na prisão de dez pessoas.

O supervisor técnico comercial da Regional, Márcio Godoy, estima que os prejuízos registrados por apenas essas unidades podem chegar a R$ 18 mil anuais, considerando que os furtos ocorriam há pelo menos doze meses.

Em 2016, os canais de denúncia da Celesc registraram 300 queixas de irregularidade em municípios que integram a Regional de Joinville.

Agência Regional de Itajaí – Este ano, uma grande operação foi montada entre a Regional de Itajaí e diversos órgãos públicos, visando a reintegração de posse de quatro terrenos ocupados por 360 famílias no loteamento Conde Vila Verde, no bairro Monte Alegre, em Balneário Camboriú. Estima-se que pelo menos 500 pessoas estavam na região desde novembro de 2016.

Como as residências do local não possuíam medição, a Celesc efetuou o desligamento de energia e, para isso, contou também com a participação de 209 policiais militares, entre eles integrantes do Batalhão de Choque da PM, das secretarias municipais, da OAB, da Defesa Civil e do Conselho Tutelar.

A ação judicial foi impetrada pela prefeitura, já que as áreas estavam em espaço público, de mata e preservação. Após o término da operação, as pessoas retiradas da área invadida foram instaladas em abrigos, com assistência dos órgãos da prefeitura.

Em 2016, os canais de denúncia da Celesc registraram 217 queixas de irregularidade em municípios que integram a Regional de Itajaí.

Agência Regional de Blumenau – Em 2016, os canais de denúncia da Celesc registraram 195 queixas de irregularidade em municípios que integram esta Regional.

Agência Regional de Criciúma – Em 2016, os canais de denúncia da Celesc registraram 79 queixas de irregularidade em municípios que integram esta Regional.

Agência Regional de Tubarão - Em 2016, os canais de denúncia da Celesc registraram 61 queixas de irregularidade em municípios que integram esta Regional.

Agência Regional de Lages - Em 2016, os canais de denúncia da Celesc registraram 44 queixas de irregularidade em municípios que integram esta Regional.

Agência Regional de Jaraguá do Sul – Em 2016, os canais de denúncia da Celesc registraram 31 queixas de irregularidade em municípios que integram esta Regional.

Agência Regional de Chapecó – Em 2016, os canais de denúncia da Celesc registraram 26 queixas de irregularidade em municípios que integram esta Regional.

Agência Regional de Rio do Sul - Em 2016, os canais de denúncia da Celesc registraram 22 queixas de irregularidade em municípios que integram esta Regional.

Agência Regional de Videira – Em 2016, os canais de denúncia da Celesc registraram 15 queixas de irregularidade em municípios que integram esta Regional.

Agência Regional de Mafra – Em 2016, os canais de denúncia da Celesc registraram 11 queixas de irregularidade em municípios que integram esta Regional.

Agência Regional de Concórdia - Em 2016, os canais de denúncia da Celesc registraram 05 queixas de irregularidade em municípios que integram esta Regional.

Agência Regional de São Miguel Do Oeste – Em 2016, os canais de denúncia da Celesc registraram 05 queixas de irregularidade em municípios que integram esta Regional.

Agência Regional de São Bento do Sul - Em 2016, os canais de denúncia da Celesc registraram 04 queixas de irregularidade em municípios que integram esta Regional.

Agência Regional de Joaçaba - Em 2016, os canais de denúncia da Celesc registraram 03 queixas de irregularidade em municípios que integram esta Regional.

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Está aberta a fase de apresentação de propostas referente à Chamada Pública da Celesc para seleção de potenciais parceiros no leilão 05/2016 da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que trata da concessão, por 30 anos, de serviço público para transmissão de energia elétrica, o que inclui a construção, montagem, operação e manutenção das instalações (subestações e linhas de transmissão).

O temporal que atingiu o Litoral do Estado na tarde deste domingo, 12, provocou diversos estragos nas regiões por onde passou, causando danos ao sistema elétrico. No auge do problema, por volta das 16h, a Celesc registrava cerca de 160 mil unidades consumidoras (UCs) sem energia elétrica. Até ás 12h50 desta segunda-feira, restavam 9 mil unidades consumidoras sem energia.

As regiões mais afetadas foram a Grande Florianópolis, com 63 mil UCs, Foz do Itajaí com 35 mil e Vale do Itajaí com 32 mil. Com a mobilização imediata das equipes de emergência, após três horas da passagem do temporal, o atendimento estava normalizado em 75% da área atingida.


Foto: Divulgação/Celesc

Os trabalhos prosseguiram sem interrupção e na manhã desta segunda-feira, 13, às 8h30, menos de 15 mil UCs permaneciam sem energia elétrica, sendo cerca de 5 mil na região da Grande Florianópolis, onde os estragos foram maiores, devido à força dos ventos e a intensidade da chuva de granizo.

Conforme o chefe da Divisão Técnica da Agência Florianópolis, Adriano Luz, nesta manhã estão envolvidos cerca de 100 de pessoas no trabalho de recuperação, que permanecerão até que todo o abastecimento esteja normalizado, o que deve acontecer até o final da tarde. 

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Com a alta das temperaturas e o reaquecimento do mercado, a Celesc acaba de registrar o maior pico de demanda de energia elétrica de todos os tempos em Santa Catarina. Às 15h do último dia 20 de fevereiro, uma segunda-feira com temperatura na casa de 33°C e com o setor produtivo e sistemas de refrigeração das residências e comércio operando ao mesmo tempo, a quantidade de energia exigida do sistema Celesc foi de 4.760,32MW. O volume registrado foi 5,38% maior que a demanda máxima de 2016, ocorrida em 19 de abril daquele ano, e mostra que o desempenho do mercado já supera o de fevereiro de 2014, quando a demanda chegou a 4.744,1MW, com surpreendente aumento de 14,81% em relação a 2013.

O pico da demanda é um indicador que permite aferir o comportamento do mercado a cada 30minutos, nas 24 horas do dia e é base para o planejamento de todas as obras de ampliação e manutenção do sistema elétrico. Acreditando na retomada da economia, a Celesc mantém seus investimentos anuais em cerca de R$ 300 milhões/ano. Somente em 2016, a empresa inaugurou oito novas subestações no Estado.

“Nosso sistema possui capacidade instalada de 7.046MVA e essa situação nos deixa absolutamente confortáveis no suprimento da carga em nossa área de concessão. Para atender o pico da demanda, utilizamos 67,5% da capacidade instalada atualmente”, comenta o presidente Cleverson Siewert.

A Celesc atende 93% do território catarinense e o município de Rio Negro, no Paraná. Sua área de concessão, que corresponde a 1,1% da área geográfica do país, reúne quase 3 milhões de unidades consumidoras, responsáveis pelo 7º maior consumo nacional. 

Confira, na tabela, os recordes por ano dos últimos cinco anos:

 

Sobre demanda de energia elétrica

Durante o período do verão, quando as temperaturas ficam maiores em relação à estação anterior, o uso de ventiladores, geladeiras, freezers, ar condicionado e sistemas de refrigeração em geral faz aumentar a demanda por energia elétrica nas residências e indústrias. Mas o que é demanda? 

O somatório das cargas operando no mesmo instante, expresso em quilowatts (kW), chama-se “demanda de potência”. Segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), demanda é a potência média solicitada por um equipamento, barramento, subestação, agentes da operação, subsistema ou sistema elétrico, durante um determinado intervalo de tempo.

Muitas vezes, esse conceito é confundido com o de consumo de energia elétrica, no entanto, é importante reconhecer a diferença entre os dois. O consumo é a energia consumida num intervalo de tempo. Por exemplo, para calcular quanto uma lâmpada consome em determinado período, devemos multiplicar sua potência pela quantidade de horas de uso.

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O governador Raimundo Colombo e o vice Eduardo Pinho Moreira assinaram na tarde desta quinta-feira, 23, no Centro Administrativo, em Florianópolis, a ordem de serviço para construção de uma nova linha de transmissão de energia elétrica (LT) entre os municípios de Sombrio e São João do Sul, no Extremo Sul de SC. O investimento chega a R$ 16 milhões do Governo do Estado e vai beneficiar 21 mil habitantes em três municípios. O presidente das Centrais Elétricas de Santa Catarina (Celesc), Cleverson Siewert, também assinou o documento.

Fotos: Julio Cavalheiro/Secom

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“O maior patrimônio que temos é o nosso povo. Hoje as pessoas querem voltar às origens e migram porque não têm estrutura. Em Santa Catarina, é diferente, pois preservamos tudo isso, a exemplo das ligações por asfalto em todos os municípios catarinenses. Por isso, é muito importante a boa estrutura para o desenvolvimento e para a sociedade”, disse Colombo.

A nova LT vai permitir a conexão da futura subestação São João do Sul, que será construída pela Cooperativa de Eletricidade de Praia Grande (Ceprag), com a subestação Sombrio, pertencente ao sistema Celesc. A obra vai energizar a nova subestação e ampliar o sistema elétrico da cooperativa, responsável pelo atendimento de 12,7 mil unidades consumidoras nos municípios de Praia Grande, São João do Sul e Passos de Torres.

“A energia é um insumo fundamental para o desenvolvimento. Essa obra vai gerar emprego com a implantação de novas empresas nos três municípios, por isso é muito importante para o Extremo Sul catarinense. É uma obra grandiosa, tanto que estamos há sete anos discutindo a sua viabilidade”, destacou o vice governador.

A LT terá circuito simples, trifásico e extensão de 20,6 km, sustentada por 130 estruturas de concreto com aço e nove estruturas metálicas. O prazo de execução da obra é de dez meses. “É uma linha de alta tensão que vai levar mais energia em quantidade e qualidade para toda aquela região. Na verdade, o Sul catarinense tem mais ou menos 8,5% da população do Estado, 7% da arrecadação de ICMS e 8% do PIB, então a nossa atenção para aquela região precisa ser na mesma proporção”, comentou o presidente da Celesc.

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O governador Raimundo Colombo e o presidente da Celesc, Cleverson Siewert, inauguraram nesta quinta-feira, 23, a nova subestação de energia em Florianópolis. Com R$ 10,8 milhões de investimentos, a Subestação Florianópolis Ingleses representa 25% a mais de energia para a região.

Serão beneficiadas cerca de 22 mil unidades consumidoras, que representam mais de 60 mil pessoas, concentradas principalmente na região Norte, nos bairros Ingleses, Santinho e Rio Vermelho, mas também se estende indiretamente para outras localidades e para os milhares de turistas que visitam os locais.

“É uma melhora significativa, porque o consumo de energia está alto. Estamos ganhando quantidade e qualidade de energia e assegurando o pleno fornecimento. Vencemos mais uma etapa. Neste verão não tivemos a falta de água e energia, as empresas se superaram e mostraram que com competência se alcançam resultados. Isso faz com que a sociedade ganhe e este é o nosso objetivo”, disse o governador.


Foto: James Tavares/Secom

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O foco da obra é dar ainda mais confiabilidade ao sistema, especialmente durante o verão. Antes da construção desta nova subestação, a região era abastecida somente pela Subestação Ilha Norte que, durante o ano, operava com aproximadamente 50% de sua capacidade, valor que se aproximava dos 100% de dezembro a março.

Siewert informou que a subestação está em funcionamento desde o início do verão e já foi percebida uma melhoria de 30% nos indicadores de quantidade e qualidade.

“Isso mostra que ela já está cumprindo o seu papel. É um importante empreendimento no Norte da Ilha. O Norte da Ilha é a região que mais cresce, temos mais de 100 mil pessoas. A nova subestação garante mais confiabilidade, desenvolvimento para indústrias, geração de empregos e renda e melhora da qualidade de vida”, explicou o presidente.

A Subestação Florianópolis Ingleses opera com tensão de 138.000 Volts e capacidade instalada inicial de 26,6 MVA, com saída para quatro alimentadores – redes-tronco por onde se transporta a energia da subestação até os ramais que compõem a malha de distribuição. A unidade está planejada para futuras ampliações, prevista para comportar até 80 MVA e oito alimentadores.

O presidente da Celesc, Cleverson Siewert, lembrou que nos últimos cinco anos a empresa investiu cerca R$ 200 milhões em melhorias na Grande Florianópolis, em novas subestações e linhas, além de investimentos em média tensão. “A Celesc trabalha de forma efetiva para atender cada vez mais e melhor a sociedade.”

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