O advogado Adriano Zanotto inicia sua gestão como presidente da Casan nesta segunda-feira, 9. Desde a tarde de sexta-feira, quando assinou o Termo de Posse, ele é o presidente da empresa.

Presidente da OAB/SC em duas oportunidades, no período 2001-2003 e 2003-2006, Zanotto sempre foi mais conhecido no Estado pela extensa lista de serviços prestados à entidade. Na Ordem, foi presidente da Comissão do Direito ao Consumidor, membro e presidente da 4ª Câmara Julgadora da entidade, tesoureiro, secretário-geral, presidente da Caixa de Assistência, sócio e instalador da Cooperativa de Crédito e membro do Conselho de Curadores do Instituto Assistencial dos Advogados de Santa Catarina.

De janeiro de 2007 a março de 2008, Zanotto ocupou o cargo de Procurador-Geral do Estado (PGE), quando apresentou, entre outras propostas, um programa de adimplência geral para cobrar a dívida ativa do Estado devida por grandes devedores de tributos. Entre 2011 e 2015, presidiu o Instituto de Previdência de Santa Catarina (IPREV), convidado pelo governador Raimundo Colombo e pelo então vice Eduardo Pinho Moreira. 

Perfil

Natural de Florianópolis, 51 anos, Zanotto é casado com a empresária e também advogada Cátia Kempf Zanotto, pai da cineasta Adriana, 25 anos, e da pequena Manuela, de 6 anos. Encantado pela literatura, já publicou "Poemas de Amor e Solidariedade", pela editora Garapuvu, "Antologia Poética", pela Sociedade dos Poetas Advogados, e "A Cor das Palavras", em coautoria com o artista plástico Zélio Andrezzo.

Contumaz colaborador da seção de artigo dos jornais e revistas de Santa Catarina, o advogado Zanotto é frequentemente convidado para palestras e aulas inaugurais, quando em geral aborda temas no terreno da ética. 

Zanotto substitui na Presidência da empresa ao engenheiro Valter José Gallina, que deixa o cargo para concorrer a uma vaga na Assembleia Legislativa. Gallina ingressou em 2011 na Companhia como diretor de Operação e Meio Ambiente, sendo alçado à presidência em abril de 2014.

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A Casan realizará na tarde desta segunda-feira, 2, a primeira inspeção técnica nas obras do projeto de Balneabilidade da Beira-Mar Norte. Engenheiros da companhia vão vistoriar o estágio dos trabalhos do consórcio construtor (CFO/FAST), que está instalando a rede que vai coletar a drenagem da chuva.

Liderada pelo presidente da Casan, engenheiro Valter Gallina, a equipe técnica se reúne às 14h, junto ao Trapiche da Beira-Mar.

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Fotos: James Tavares/Secom

Para garantir qualidade de vida e proteção ao meio ambiente, começou nesta quinta-feira, 15, uma obra muito esperada em Florianópolis: a recuperação ambiental da Beira-Mar Norte. O governador Eduardo Pinho Moreira, acompanhado do presidente da Casan, Valter José Gallina, e do prefeito Gean Loureiro, autorizou o início da obra, que prevê o controle dos efluentes conduzidos pela rede de drenagem (que coleta a água das chuvas) em 3,5 quilômetros de praia, da Ponte Hercílio Luz à Ponta do Coral. A obra, que tem previsão de término em oito meses, terá investimento de R$ 17 milhões do Governo do Estado, por meio da Casan.

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“É uma técnica moderna e inovadora já usada em outros países. A obra gera uma grande expectativa, e eu serei mais um fiscalizador da efetividade desta ação. Os estudos técnicos apresentados são revolucionários. Esperamos que, ainda neste ano, a recuperação ambiental deste, que é um dos lugares mais bonitos do Brasil, seja entregue à população”, explicou o governador.

>>> Ouça o boletim da Rádio Secom sobre o assunto

Água contaminada

O plano de trabalho contempla a instalação de uma Unidade Complementar de Recuperação Ambiental (URA) junto à Estação Elevatória da Casan na Avenida Beira-Mar (área conhecida como Bolsão da Casan). A URA vai tratar a água contaminada da rede de drenagem e lançar ao mar efluentes livres de coliformes fecais. O equipamento terá capacidade de tratar até 13 milhões de litros por dia.

Serão 15 pequenas estações conduzindo a mistura de chuva com esgoto até a URA Beira-Mar. O presidente da Casan, Valter Gallina, disse que o projeto consolida os investimentos da empresa de saneamento na saúde e na qualidade de vida da Capital catarinense. “Estamos investindo mais de R$ 400 milhões em rede de esgoto na cidade. Já solucionamos o problema da falta de água e, agora, vamos devolver à população esta que é uma das áreas mais nobres. Os técnicos da Casan tiveram que buscar capacitação e consultoria internacional e farão uma obra parecida com a que foi feita na praia de Santa Monica, na Califórnia, e que é exemplo para todo o mundo”, explicou.

Já o prefeito afirma que muitos não acreditavam que a recuperação ambiental da Beira-Mar Norte fosse possível. "Agora temos tecnologia, projeto definido, recursos e acompanhamento técnico. Isto traz uma nova perspectiva para Florianópolis, com mais pessoas usufruindo a Beira-Mar e com novas opções para eventos culturais, esportivos e até para uma futura marina na cidade”, destacou o prefeito.

Benefício para comunidade

Moradora há 76 anos em Florianópolis, Soeli Neves de Carvalho (foto) lembrou que frequentava a praia da Beira-Mar durante sua juventude. “As famílias se reuniam aqui, em toda a orla. Era um lugar romântico e familiar. Estou muito feliz com o início desta obra, que é aguardada há muitos anos. Para nós, idosos, é muito importante ter um local para sentar, tomar um suco e contemplar esta vista maravilhosa", afirmou.

Frequentador da academia ao ar livre da Beira-Mar, João Catarina Barbosa, morador há 64 anos na cidade, também está na expectativa pela conclusão da obra. “Vai melhorar muito o nosso lazer. Será uma grande conquista para todos os florianopolitanos”, comemorou.

“A recuperação ambiental desta área é um sonho antigo de todos os moradores de Florianópolis. Imagino como será maravilhoso tomar um banho de mar aqui, assim como meus avós faziam”, relatou a representante da Associação de Amigos da Praça Celso Ramos (AMAPraça), Patrícia Saldanha de Vasconcelos.

Poluição da Baía é localizada

Apesar de a área central de Florianópolis contar com 100% de rede de coleta e tratamento de esgoto, diferentes fatores ainda causam a poluição da praia. Entre eles, a ocupação desordenada e o altíssimo adensamento urbano. Para agravar, Casan e Prefeitura da Capital estimam que cerca de 50% dos imóveis da região apresentam alguma irregularidade na instalação com a rede coletora de esgoto.

Esse conjunto de fatores faz com que os canais pluviais arrastem com a água da chuva uma alta carga de esgoto, gerando a contaminação que impede o banho de mar na zona mais populosa da Capital. A rede de esgoto instalada resolve o problema sob o ponto de vista sanitário, mas não permite a balneabilidade.

Análises realizadas pelo Laboratório de Efluentes da Casan para monitoramento da Baía Norte apresentam resultados que deram suporte ao projeto de despoluição da região. Esse acompanhamento mostra que a menos de 200 metros da areia da praia a água se apresenta dentro dos parâmetros de balneabilidade da Fatma. Essa boa condição da água comprova que a poluição da Baía está localizada nas galerias de água da chuva.

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O governador Eduardo Pinho Moreira, o prefeito Gean Loureiro, e o presidente da Casan, Valter José Gallina, autorizam o início nesta quinta-feira, 15, às 9h30, da obra que pretende recuperar a balneabilidade da Beira-Mar Norte, em Florianópolis. O projeto prevê a recuperação ambiental de 3,5 quilômetros de praia, da Ponte Hercílio Luz à Ponta do Coral.

A ação está focada no controle dos poluentes conduzidos pela rede de drenagem (a rede de águas das chuvas). O plano de trabalho contempla a instalação de uma Unidade Complementar de Recuperação Ambiental (URA) junto à Estação Elevatória da Casan na Avenida Beira-Mar (área conhecida como Bolsão).

A URA vai tratar a água contaminada da rede de drenagem e lançar ao mar efluente livre de coliformes fecais. O equipamento terá capacidade de tratar até 13 milhões de litros por dia.

O projeto prevê também que cada uma das saídas da rede de drenagem pluvial (tubulações de cimento que saem na areia) receberá um sistema próprio de captação e bombeamento. Serão 15 pequenas estações conduzindo a mistura de chuva com esgoto até a URA Beira-Mar. Desinfetada e clarificada, a água será devolvida à Baía Norte. O projeto está orçado em R$ 24,5 milhões.

Serviço:

O quê: Lançamento da obra de balneabilidade da Beira Mar-Norte
Onde: Bolsão da Casan, na Avenida Rubens de Arruda Ramos (Beira-Mar Norte)
Quando: quinta-feira, 15 de março, às 9h30

Atenção, jornalista: a partir das 9h, no local, será disponibilizado aos jornalistas o audiovisual inédito, de 5 minutos, que explica o Projeto de Balneabilidade de forma didática e antecipa em imagens 3D como será a obra.

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Foto: Casan Divulgação

Ainda neste semestre estará em operação a Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) que está sendo erguida no bairro Poço Rico, às margens da rodovia SC-114, em Otacílio Costa. 

A construtora responsável pela obra acredita que até abril ou maio a unidade estará pronta para entrar em regime de pré-operação, quando a população começa a ser convocada para fazer a ligação dos imóveis à rede pública de esgoto.

Mais de 90% das obras do Sistema de Esgotamento Sanitário de Otacílio Costa estão executados, com redes de coleta, ligações domiciliares, emissários e estações elevatórias já instalados.

O investimento em Otacílio Costa é de R$ 21,1 milhão, com recursos obtidos junto à Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD). Aproximadamente 6 mil moradores dos bairros Centro Administrativo, Pinheiros, Poço Rico e Santa Catarina serão beneficiados.

A rede coletora de esgoto possui quase 30 quilômetros e a ETE terá capacidade para depurar 25 litros de esgoto por segundo. “Essa primeira etapa vai proporcionar uma cobertura de 40% de esgotamento sanitário para a cidade”, destaca o gerente de Construção da Casan, Fábio Krieger.

A Companhia executa obras de esgotamento sanitário em mais de 30 cidades. A meta é levar Santa Catarina a um dos primeiros lugares do ranking de saneamento em 2019. O SES Otacílio Costa faz parte do Plano de Investimentos da Casan, que prevê 1,6 bilhão somente para esgotamento sanitário.

Ligação ao sistema somente com orientação da Casan

A Casan alerta moradores de Otacílio Costa para que não realizem ainda a conexão de seus imóveis à rede coletora do Sistema de Esgotamento Sanitário em implantação.

A liberação para que os imóveis sejam conectados ao sistema público será comunicada e orientada pela CASAN no momento adequado (provavelmente em maio), quando todo o sistema estiver concluído.

A conexão ao sistema antes do início de operação pode gerar problemas para moradores (retorno de esgoto às residências) e também à cidade, como mau cheiro nas ruas.

Responsabilidades da Casan e de moradores

Em frente de cada um dos imóveis beneficiados a Casan implantou uma Caixa de Inspeção (CI), que é o local onde o proprietário deve fazer a ligação de seu imóvel à rede de coleta do sistema público de esgoto sanitário. Esse também é o ponto que marca até onde a CASAN terá responsabilidade sobre o sistema.

Na parte interior dos imóveis, os proprietários devem conhecer as tubulações do seu sistema individual de tratamento de esgoto e, quando a CASAN autorizar, direcionar o fluxo para a Caixa de Inspeção (CI). Os custos de mão de obra e com materiais hidráulicos usados internamente são responsabilidade do morador.

“O proprietário deve buscar o auxílio de um encanador ou de um instalador hidráulico para verificar a sua tubulação de esgoto e para realizar a conexão com o sistema da Casan quando receber essa orientação”, explica o gerente de construção da Casan.

“Serão necessários alguns gastos iniciais por parte do proprietário, mas é importante lembrar que os moradores não terão mais problemas com fossas entupidas, nem terão que gastar com serviços de caminhões limpa-fossa. Além disso, os imóveis serão valorizados e os moradores serão beneficiados com mais saúde e qualidade de vida”, complementa.

Saiba Mais:

Esgotamento Sanitário: entenda a importância do serviço público de coleta e tratamento:

O que é esgoto?
Chamamos de esgoto a água que resulta do banho, da descarga do vaso sanitário, da lavação de louças e de roupas, entre outras atividades. Os resíduos líquidos das residências formam os esgotos domésticos, e os de fábricas recebem o nome de esgotos industriais.

O que há no esgoto doméstico?
O esgoto das residências é composto por 99,9 % de água, 0,1% de sólidos e inúmeros organismos vivos, como bactérias, vírus, vermes e protozoários, que são liberados junto com os dejetos humanos.

Por que o esgoto precisa ser tratado?
O sistema de coleta e tratamento evita a contaminação das pessoas e a transmissão de doenças. Além disso, é fundamental tratar o esgoto para conservar os ambientes naturais, pois o despejo de esgoto nas águas dos rios ou no mar provoca poluição e pode provocar a morte de peixes e de outros seres aquáticos. A destinação inadequada de esgotos sanitários é uma das principais causadoras da poluição do solo, de águas subterrâneas, de mananciais de superfície e de cursos d’água.

O que é sistema coletivo de esgoto?
Em um grande número de residências o que ocorre é o tratamento individual do esgoto, que é feito nas fossas e sumidouros. Nos sistemas coletivos administrados pela CASAN, o esgoto é coletado em cada imóvel, passa por uma rede de tubulações e é levado para ser depurado em uma estação de tratamento. Só depois retorna à natureza.

Qual a importância de um sistema público de esgotamento sanitário?
São diversos benefícios, especialmente para a saúde. Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) revelam que 70% da mortalidade infantil até cinco anos é motivada por doenças que poderiam ser evitadas com uma adequada estrutura de saneamento.

Além disso, o tratamento em larga escala nas cidades é fundamental para preservação dos mananciais, onde a água é coletada para abastecimento da população.

Há ainda benefícios do ponto de vista econômico, com valorização dos imóveis, redução dos gastos com tratamento de doenças (estudos apontam que para cada R$ 1 investido em saneamento básico há uma redução de cerca de R$ 4 a R$ 5 nos gastos com medicina curativa) e estímulo a atividades de lazer e de turismo.

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Com o objetivo de demonstrar à população como é realizado o tratamento e o controle de qualidade da água, a Casan de Indaial abre sua Estação de Tratamento à visitação pública nesta sexta-feira, 26. A visita poderá ser realizada das 9h às 12h e das 14h às 17h. Profissionais da Companhia acompanharão a visitação, mostrando o caminho da água desde a captação até a distribuição à população. Demonstrarão também como são feitas as análises realizadas na unidade para controle de qualidade.

O pré-agendamento da visita pode ser realizado pelo telefone (47) 3333-1913 (em horário comercial) ou pelo e-mail jbrassiani@casan.com.br

A estação está localizada ao lado da agência de Indaial, na Avenida Brasil, nº 1449, Bairro Rio Morto. A unidade tem capacidade para tratar até 200 litros por segundo da água bruta captada no rio Itajaí Açu.

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Para contribuir com a reconstrução das áreas mais afetadas pelas chuvas dos últimos dias, a Casan disponibilizou equipes de engenheiros e técnicos à força-tarefa coordenada pela Prefeitura de Florianópolis.

Liderada pelo próprio presidente da empresa, engenheiro Valter Gallina, as equipes estão desde a manhã de quinta-feira realizando levantamentos das áreas destruídas no Bairro Ratones, em especial das pontes levadas pelas águas. Técnicos também estão fazendo levantamentos topográficos das áreas mais afetadas.

Durante o fim da semana, sob a coordenação do engenheiro Fábio Krieger, as equipes tentarão concluir os relatórios que vão subsidiar os pedidos de recursos à Defesa Civil nacional.

Na tarde desta sexta-feira, o presidente Gallina acompanhou o prefeito Gean Loureiro em vistoria à Ratones. Em meio à inspeção, o dirigente e funcionários da Casan receberam o reconhecimento de moradores, do intendente do bairro, Vilmo Hercílio Laurindo, e da presidente do Conselho Comunitário, Nilda de Oliveira.

“As equipes da Casan estão sendo muito ágeis nos consertos emergenciais das redes rompidas pela enxurrada”, disse Nilda. “Assim, ficamos poucas horas desabastecidos, mesmo com as imensas crateras que se formaram na região e que ainda dificultam o tráfego local”, completou. Laurindo também fez um agradecimento especial ao que qualificou de “agilidade e disposição” da Casan. “Esse tipo de postura minimiza os dramas das famílias”, disse.

“Estamos fazendo o que está ao nosso alcance para minimizar os estragos e dramas desta chuva. Essa é a nossa obrigação e contribuição para com a maior cidade do Sistema Casan”, disse o engenheiro Gallina. 

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Araquari, uma das cidades que mais cresce no Norte de Santa Catarina, recebeu nesse início de ano um reforço em seu sistema de abastecimento de água. A Casan colocou em operação uma nova Estação de Tratamento de Água, a ETA da Divisa, que praticamente dobra a quantidade de água tratada e distribuída na cidade.

O investimento de R$ 1,3 milhão permitiu a implantação da nova unidade compacta de tratamento em aço inox, com capacidade para tratar 25 litros por segundo de água. A unidade contribui com mais 2,1 milhões de litros diariamente no Sistema Integrado de Abastecimento. Foi também construída barragem e captação no Rio Areias Pequenas, estação de recalque, a casa de operação, infraestrutura elétrica e urbanização do entorno.

Localizada na divisa com Balneário Barra do Sul, na localidade de Areias Pequenas, a nova estação beneficia todo o município de Araquari, especialmente a região central. “Essa nova unidade vai permitir maior regularidade e segurança ao abastecimento na região central e possibilitará o atendimento ao grande crescimento populacional que vem ocorrendo no município de Araquari”, explica o engenheiro Rodrigo Maestri, gerente de Políticas Operacionais da Casan.

Investimentos em água e esgoto

Os investimentos em Araquari, incluindo água e esgotamento sanitário, chegam a R$ 31 milhões. Aproximadamente R$ 5 milhões permitiram um conjunto de melhorias no Sistema de Abastecimento de Água do município. Entre elas, melhorias na Estação de Tratamento de Água da Rua das Carpas, perfuração de poço artesiano e a implantação de um moderno reservatório vitrificado. "Esse reservatório, com capacidade de armazenamento de 2 milhões de litros de água, trouxe mais segurança ao abastecimento de moradores do Bairro Itinga", diz o superintendente da Região Norte-Vale do Itajaí.

Foram também implantados aproximadamente seis quilômetros de novas redes de distribuição com maior diâmetro - e que permitiram a interligação do sistema de abastecimento de água em diversos bairros. 

Em Araquari, a Casan está implantando também dois Sistemas de Tratamento de Esgoto (SES), no Centro e no Itinga, num valor total de R$ 26,7 milhões. Em esgotamento sanitário, o investimento em Araquari é superior a R$ 26 milhões. O município conta com dois projetos em implantação: no Centro e no bairro Itinga, ambos em fase de conclusão.

No caso do SES Araquari Centro, 90% dos trabalhos já foram executados. O sistema de coleta e tratamento vai atender 2.433 habitantes, com 603 ligações domiciliares. No bairro de Itinga, as obras do Sistema de Esgotamento Sanitário beneficiarão 5.611 moradores em 1.345 ligações domiciliares. A rede de coleta tem 15.990 metros de extensão e um emissário terrestre com 4.763 metros. A Estação de Tratamento de Esgotos compacta terá capacidade de tratar 30 litros por segundo. Ambas as obras têm recursos do PAC2 e contrapartida da Casan.

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Equipes da Casan começam a visitar esta semana na Lagoinha do Norte, em Florianópolis, moradores cujos imóveis estão sendo beneficiados com a nova rede de esgoto instalada no bairro. O objetivo da visita é informar aos proprietários que a partir de agora todos devem fazer a correta ligação do imóvel à rede de esgoto recém-concluída. Com investimentos de R$ 4,6 milhões, esta é a quinta obra de esgoto entregue nos últimos quatro anos pelo Governo do Estado, Casan e Prefeitura.

O SES Lagoinha faz parte do Plano de Investimento em Esgoto que está implantando nove obras na Capital, num investimento total de R$ 401 milhões. Até 2019, a cobertura da cidade saltará de 56% para 74%, colocando Florianópolis entre as principais cidades do país em saneamento. No Estado, a Casan possui em andamento 45 obras de esgoto, em 31 municípios.

Orientações

A liberação para conexão ao sistema público de esgotamento sanitário da Lagoinha também está sendo comunicada nas faturas de água que estão chegando aos moradores neste mês de janeiro. Em campo, os técnicos da companhia vão visitar casa por casa, entregando um fôlder que instrui sobre como realizar a ligação ao sistema público de esgotamento sanitário. Em caso de chuva forte as visitas serão temporariamente interrompidas. Os profissionais da Casan também estão à disposição para orientações e esclarecimento de dúvidas pelo telefone (48) 3271-4510

O trabalho prossegue nas próximas semanas. Inicialmente serão visitados moradores das ruas transversais à Avenida Jaime de Arruda Ramos, a principal desse balneário. Depois serão também visitados comércios e moradores dessa avenida.

A Casan implantou 465 ligações domiciliares na Lagoinha do Norte – a espera em frente aos imóveis, onde o morador deve ligar o seu sistema individual de esgoto. Depois de fazer sua conexão ao sistema público, o proprietário deve aterrar a fossa e sumidouro do seu terreno.

O Sistema de Esgotamento Sanitário da Lagoinha do Norte recebeu 5,6 quilômetros de redes de coleta, cinco estações elevatórias e um emissário terrestre, que encaminha o esgoto para a Estação de Tratamento (ETE).

Saiba Mais

Obras concluídas em Florianópolis:
SES Lagoinha / R$ 4,6 milhões / dezembro 2017
SES Continental / R$ 20,5 milhões / fevereiro 2017
SES Maciço Morro da Cruz / R$ 8,7 milhões / abril 2016
Duplicação ETE Canasvieiras / R$ 8,1 milhões /dezembro 2016
SES Jurerê Tradicional / R$ 18,1 milhões / Verão 2015

Obras em andamento
SES Ingleses/Santinho / R$ 84 milhões
SES Sul da Ilha / R$ 65,5 milhões

Obras em fase final de licitação
SES Saco Grande / R$ 85 milhões
Ampliação SES Insular-Itacorubi /R$ 107 milhões

Fique atento:
A conexão ao sistema público de esgotamento sanitário
De acordo com a Lei Federal 11.445/07 (conhecida como Lei do Saneamento), nos locais em que há rede disponível é obrigatória a ligação das residências e a desativação das fossas sépticas. No caso da Lagoinha do Norte, os moradores estão recebendo nas faturas do mês de janeiro um comunicado autorizando a ligação de seus imóveis à rede pública de esgotamento sanitário. As cobranças iniciais, que correspondem a 100% do valor da conta de água, serão emitidas assim que a CASAN visitar todas as residências que contam com as caixas de inspeção em frente aos imóveis.

O que lançar na rede de esgoto
Apenas esgoto doméstico deve ser colocado na rede. Não podem ser jogados absorventes higiênicos, cotonetes, preservativos, fios de cabelo, embalagens de sabonete, fio dental, fraldas descartáveis, frascos de desodorante, etc, pois são materiais que provocam entupimentos e prejudicam o tratamento do esgoto.

Esgoto e água da chuva
O esgoto é o sistema que recebe os dejetos lançados no vaso sanitário, na pia da cozinha, nos lavatórios do banheiro, no tanque e nos ralos cobertos. A água de chuva deve ir para o sistema de drenagem pluvial, e não para as tubulações de esgoto.

Caixas de gordura
Os canos de esgoto da cozinha devem ser ligados a uma caixa de gordura. Ela serve para reter a gordura que é despejada pelo ralo da pia e que vem da lavagem da louça. A gordura fica na caixa e o restante do resíduo segue pelos canos e vai para rede coletora. Essa caixa deve ser limpa periodicamente. A gordura retirada da caixa de gordura deve ser colocada em um saco de lixo e descartada junto aos demais resíduos semisólidos que serão coletados pela Comcap e levados para aterros sanitários. No caso de estabelecimentos como restaurantes, a frequência de limpeza deve ser bem maior, em alguns casos até diariamente.

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Foto: Divulgação /  Casan

A Casan concluiu às 15h30 - três horas antes do previsto - desta quarta-feira, dia 13, a operação de interligação da adutora 1.200 mm que traz água dos rios Pilões e Cubatão à Ilha de Santa Catarina. Assim, o Sistema de Abastecimento de Água de Florianópolis foi religado imediatamente, permitindo que os bairros afetados pelo corte comecem a ser abastecidos. O retorno da água será gradual.

Segundo estimativa da área operacional, é provável que ainda na noite desta quarta-feira, dia 13, os bairros Centro, José Mendes, Carianos, Costeira do Pirajubaé, a parte baixa da Agronômica e a Vila Aparecida (esta, no Continente) estejam com vazão normal. Saco dos Limões, Trindade, Pantanal, Carvoeira, Santa Mônica, Parque São Jorge e a parte alta da Agronômica devem ser abastecidos ao longo da madrugada de quarta para quinta-feira.

A previsão para os bairros João Paulo, Saco Grande e Monte Verde é normalizar o abastecimento ao longo da quinta-feira, 14. Córrego Grande e Itacorubi, por serem localizados em ponta de rede, serão as últimas áreas da Ilha a normalizar, quando a pressurização estiver recuperada a pleno, no final da noite de quinta e madrugada de sexta-feira.

A Casan solicita que pelo menos até sexta-feira a população restrinja ao máximo o uso de água. “Um morador que economiza neste período colabora com que outros recebam água antes”, explica o engenheiro Joel Horstmann, gerente Operacional da Superintendência Metropolitana, coordenador da Operação adutora 1.200. Até sexta, portanto, a Companhia pede que o usuário reduza o tempo ao chuveiro, feche a torneira ao lavar louça, escovar os dentes e fazer a barba e só use máquina de lavar roupa em casos essenciais.

Mais de 30 trabalhadores, além de uma frota de caminhões, guindastes e retroescavadeiras, atuaram para interligar a rede de 1,2 metro de diâmetro a mais de 3 metros de profundidade. A obra de conexão foi realizada próximo ao Supermercado Angeloni, em Capoeiras.

Em três semanas a adutora 1.200 mm deverá entrar em operação, cumprindo o prazo da Casan de entregar a obra para a temporada de Verão 2018. Esta adutora vai ampliar o abastecimento de São José, Biguaçu e Florianópolis (Continente e Ilha). Bairros como Itacorubi e Córrego Grande, em pontas de rede, serão amplamente beneficiados.

Esta é a maior tubulação da Casan no Estado, trazendo água dos rios Pilões e Cubatão para o Sistema Integrado da Grande Florianópolis. Considerada a principal obra da Operação Verão 2018 da Casan, a adutora 1.200 mm recebeu investimentos que somam R$ 24,6 milhões.

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