Foi religada às 22h30 desta terça-feira, 23, a adutora de 800mm de diâmetro que capta água do Rio Pilões, em Santo Amaro da Imperatriz. A partir de agora, aproximadamente mais 1,5 mil litros por segundo abastecem a Grande Florianópolis, iniciando o processo de normalização do sistema.

 A Casan prevê que o sistema já estará abastecido ao final da manhã desta quarta-feira, podendo levar água às regiões até então afetadas, como as partes mais altas de São José e Biguaçu, ruas localizadas em pontas de rede (ao final das tubulações) e as regiões do Centro e Bacia do Itacorubi (Trindade, Santa Mônica, Pantanal, Carvoeira e arredores) em Florianópolis. Ao longo da tarde, o sistema de abastecimento se regulariza na sua plenitude.

A empresa mantém o pedido para que a população não afetada permaneça se limitando ao uso essencial de água na quarta-feira, para que as regiões prejudicadas sejam abastecidas de maneira mais ágil e tranquila.

Operação

Logo que foi religada a adutora, nesta quarta-feira, os primeiros testes mostraram que foi bem sucedida a operação de reforço nos pilares de sustentação da estrutura, feito com aço galvanizado. O reforço permite que a tubulação suporte a forte pressão da água, mesmo que o solo esteja muito encharcado e instável devido às fortes chuvas do fim de semana.

O religamento estava previsto para ocorrer no final da tarde/início da noite, mas atrasou devido à colocação de mais uma barra longitudinal sobre as estruturas e fixação dos cabos de ancoragem dos pilares.

A operação de conserto da adutora começou na manhã de domingo - e logo o sistema acusou o rompimento - e foi realizada de maneira ininterrupta por quase 70 horas, inclusive nas madrugadas. Os trabalhos foram realizados por cerca de 60 trabalhadores em sistema de revezamento, com auxílio de geradores, três escavadeiras hidráulicas e dois caminhões.

A adutora foi consertada, inicialmente, nas primeiras 24 horas e entrou em operação às 12h de segunda-feira, 22, mas não passou no teste ao ser submetida à primeira pressão. Por medida de segurança, os engenheiros decidiram reforçar a estrutura com placas de aço. As placas galvanizadas foram instaladas até o final da tarde da terça, 23, quando se iniciaram os testes dos escoramentos metálicos (dos pilares) e testes de carga (com a pressão da água).

A Grande Florianópolis (São José, Santo Amaro, Biguaçu, Palhoça e a Capital) tem sido abastecida desde domingo com água de outros mananciais, como o Rio Cubatão, mas sem o Pilões a vazão é reduzida quase à metade. O Aquífero dos Ingleses mantém abastecido o Norte da Ilha. As regiões Sul e Leste da Ilha se valem do Sistema da Lagoa do Peri, com exceção do Bairro Carianos. Os bairros Santo Antônio, Sambaqui, Cacupé e proximidades são auxiliados com água do Norte da Ilha.

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>>> Reforço na estrutura adia regularização de abastecimento de água na Grande Florianópolis

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A necessidade de reforço na estrutura de sustentação da adutora de 800 mm de diâmetro adia a regularização no abastecimento de água da Grande Florianópolis, prevista inicialmente para esta segunda-feira, 22. Rompida na madrugada de domingo, a tubulação que capta água do Rio Pilões foi reassentada e entrou em operação ao meio-dia de segunda-feira, mas os testes com a pressão da água indicaram a necessidade de reforço.

Como a operação de conserto continua ininterruptamente - inclusive durante a madrugada - os técnicos acreditam que na manhã de terça-feira conseguirão avaliar melhor o prazo de normalização do Sistema, quando então um novo informe será divulgado.

A Grande Florianópolis (São José, Santo Amaro, Biguaçu, Palhoça e a Capital) permanece abastecida com água de outros mananciais, como o Rio Cubatão, mas sem o Rio Pilões a vazão é reduzida para algumas regiões.

O solo na região da captação do Rio Pilões (no município de Santo Amaro) está muito encharcado e instável devido às chuvas, dificultando a fixação dos pilares que sustentam a adutora. Por medida de segurança do Sistema, a Casan resolveu colocar estaqueamentos metálicos junto à estrutura de madeira, mas a Empresa esclarece que não houve novo desmoronamento, como divulgado em redes sociais.

As áreas mais altas de Biguaçu e São José e os bairros Centro, Trindade, Itacorubi, Santa Mônica e proximidades em Florianópolis são os mais susceptíveis de intermitências no abastecimento enquanto a situação perdurar. O Aquífero dos Ingleses abastece o Norte da Ilha. As regiões Sul e Leste da Ilha que se valem do Sistema da Lagoa do Peri, com exceção do bairro Carianos. Os bairros Santo Antônio, Sambaqui, Cacupé e arredores estão sendo auxiliados com água do Norte da Ilha.

A Casan pede a compreensão da população e solicita que o uso de água seja limitado ao essencial mesmo nas regiões não afetadas, pois estas colaboram com as demais.

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As chuvas que caem desde sábado, 20, sobre a área de captação de água da Grande Florianópolis causaram na madrugada o rompimento de três adutoras, prejudicando o abastecimento da região. Desde que o domingo, 21, amanheceu, equipes da Casan estão no local providenciando no conserto da tubulação rompida devido a deslizamentos de terra. 


Foto: Casan

A ação de fiscalização desta terça, 18, para identificar ligações clandestinas à rede de esgoto sanitário que ainda não está em operação no Campeche, Sul da Ilha de Santa Catarina, rendeu alguns lacres e muita conscientização. O engenheiro da Casan Gabriel Pessina coordenou o trabalho, realizado em parceria com o Programa Floripa Se Liga na Rede e com o apoio do Movimento SOS Campeche Praia Limpa, e contabiliza quase 100 caixas de inspeção do sistema vistoriadas. Foram identificadas seis ligações clandestinas, das quais cinco foram lacradas e uma, flagrada com volume de esgoto visível, multada.

A inspeção coletou duas cargas do caminhão hidro vácuo utilizado no trabalho, ou 24 mil litros de esgoto despejados clandestinamente na rede, que ainda não está apta para utilização. Além de ilegal, a infração causa mau cheiro e extravasamento do esgoto nas vias públicas.

Desta vez, a ação contou com a colaboração do Movimento SOS Campeche Praia Limpa, que vem monitorando problemas ambientais na região. A pedido dos manifestantes, a equipe visitou diversos restaurantes da orla na Avenida Pequeno Príncipe, verificando a situação das fossas sépticas individuais e conscientizando para a importância de utilizá-las corretamente. O enfoque foi a orientação aos moradores, com a distribuição de informativos e esclarecimento de dúvidas.

A vistoria tem respaldo da Resolução 046 da agência reguladora Aresc, que permite à Casan aplicar sanções a usuários que estiverem realizando alguma infração ou intervenção indevida no sistema público.

Casan - assinatura geral

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A Casan divulgou nesta segunda-feira, 17, seu balanço financeiro e o relatório anual de atividades 2016, período em que a companhia obteve receita operacional recorde de R$ 1 bilhão – valor 15% superior ao apurado no exercício anterior.

A companhia apresentou crescimento significativo no lucro líquido, que passou de R$ 10,9 milhões para R$ 28,3 milhões (acréscimo de 159%). São também destaque do período os recursos aplicados nos sistemas de água e esgotamento sanitário, que chegaram a R$ 240,1 milhões. O plano de ação da Casan para o período 2017 a 2021 prevê R$ 1,5 bilhão em investimentos.

“Os indicadores demonstram a evolução do desempenho econômico da companhia, que teve melhorias na receita, nos resultados, na rentabilidade patrimonial e nas margens apuradas”, avalia o diretor financeiro e de Relação com os Investidores, Laudelino de Bastos e Silva. Os números positivos do novo balanço são resultado de um aumento de 1,7% no número de economias de água e de 6,3% no número de economias de esgoto – área em que a Casan tem atualmente seu foco de investimentos.

De acordo com o diretor, um dos destaques é a margem operacional, indicador que demonstra quanto das receitas líquidas são provenientes de vendas e serviços das atividades da própria companhia. Em contrapartida, o endividamento da Casan foi elevado e a liquidez reduzida. “Esse cenário reflete o movimento de ampliação do atendimento da Casan, já que boa parte dos investimentos está sendo realizada com recursos financiados em instituições nacionais e internacionais, como a Agência Francesa e a Agência Japonesa”, explica o diretor.

A Casan obteve também em 2016 crescimento do número de municípios que assinaram Contrato de Programa, como determina a Lei Federal 11.445/200& (a chamada Lei do Saneamento), regularizando juridicamente sua relação com a companhia. De acordo com o balanço de 2016, 60% da receita da concessionária já é proveniente de municípios em que foram assinados Contratos de Programa.

“Esse instrumento, que substitui os contratos de concessão, representa um avanço institucional, pois garante solidez para o negócio e segurança para os investimentos, por assegurar a permanente prestação dos serviços, de modo planejado, através da operacionalização e execução das metas e ações que constam nos Planos Municipais de Saneamento Básico”, informa o diretor-presidente da companhia, Valter Gallina.

 “Apesar da crise no país, a Casan vem conseguindo superar os obstáculos graças à dedicação, apoio e empenho de seus colaboradores, do corpo diretivo, do Governo do Estado, dos acionistas, clientes, fornecedores e demais parceiros, que ao longo do tempo vêm ajudando a Casan a consolidar uma posição de destaque no cenário nacional e angariar, ainda mais, credibilidade junto à opinião pública catarinense”, complementa o diretor-presidente.  

Com um quadro funcional de 2,6 mil colaboradores, a Casan opera 231 Sistemas de Abastecimento de Água e 38 Sistemas de Esgotamento Sanitário, atendendo mais de 2,8 milhões de pessoas em197 municípios catarinenses e um paranaense. Fornece também água para outros quatro municípios clientes, atendendo mais 198 mil pessoas.

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Fotos: Jeferson Baldo/GVG

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Foi inaugurada no município de Galvão, na tarde desta quinta-feira, 6, a nova Estação de Tratamento de Água da Casan. A solenidade foi realizada no próprio local onde funciona a Estação de Tratamento e contou com a presença do vice-governador Eduardo Pinho Moreira, do presidente da Casan, Valter Gallina e demais lideranças.

O pequeno município de Galvão, na região Oeste de Santa Catarina, recebe nesta quinta-feira, 6, o vice-governador Eduardo Pinho Moreira, e o presidente da Casan, Valter Gallina, para entrega oficial de sua nova Estação de Tratamento de Água. A solenidade será realizada às 14h, na Rua Frei Barnabé, s/n, no Centro.


Foto: Jeferson Baldo/GVG

Com a presença do vice-governador Eduardo Pinho Moreira, do prefeito de Florianópolis, Gean Loureiro, e do diretor-presidente da Casan, Valter Gallina, foi assinada na manhã desta sexta-feira, 24, a ordem de serviço para início das obras de ampliação do Sistema de Esgotamento Sanitário dos Ingleses.

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O Dia Mundial da Água, celebrado nesta quarta-feira, 22, é uma data instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU) para lembrar a importância da preservação e conscientização sobre o uso sustentável deste recurso natural. Comprometido com o tema, o Governo do Estado disponibilizou, por meio da Secretaria do Desenvolvimento Econômico Sustentável, cerca de R$ 9,6 milhões para ações de proteção e defesa, recuperação, estudos e manutenção dos recursos hídricos no Estado, entre 2016 e o início de 2017.

Com o objetivo de dar mais agilidade aos processos de regularização dos imóveis da Grande Florianópolis, a Casan criou documento que repassa aos engenheiros e técnicos de nível médio a responsabilidade pelas informações referente às instalações prediais de água e esgoto.

A iniciativa partiu do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Santa Catarina (Crea/SC) em procurar a Casan para encontrar solução para demora no trâmite.

Com base na experiência da Prefeitura de Joinville, que implantou o Projeto Legal, processo que agiliza a aprovação dos alvarás de construção, foi elaborada pela Casan a Autodeclaração, documento onde o profissional, após inspeção no imóvel, relaciona todas as instalações e assegura, por meio de  inspeção in loco, com uso de corante alimentício ou outro traçador hidráulico, que o mesmo está adequado às normas técnicas exigidas para conexão às redes públicas pluvial ou cloacal, de acordo com parâmetros estabelecidos pela ABNT.

O documento preenchido e assinado deve ser levado pelo profissional a uma agência ou atendimento da Casan. "Para fazer uma vistoria, a agenda atual exige de dois a três meses. O Auto-Habite-se leva de dois a quatro dias", compara o engenheiro Lucas Arruda, superintendente da Região Metropolitana da Casan.

Os Conselhos Regionais de Engenharia e Agronomia estão comprometidos a julgar os profissionais que, por ventura, passarem informações equivocadas ao sistema da Casan. "Os projetos de responsabilização profissional têm obtido êxito no cenário nacional e internacional. O Crea/SC entende que iniciativas como esta, do Auto-Habite-se, é boa para o contribuinte, para o profissional e especialmente para a sociedade", afirma o presidente do Conselho, engenheiro Carlos Alberto Kita Xavier.

O Auto-Habite-se não exime o imóvel de fiscalizações futuras e, caso seja encontrada alguma irregularidade na vistoria, será aplicado o regulamento interno da Casan e acionado o órgão de classe do responsável técnico.

Saiba Mais

O que deve ser inspecionado no imóvel
:: Normas da ABNT, que incluem as vistorias:

- Existência e quantidade de caixas de gorduras sifonadas em pias de cozinha, pias de copas e pias de área de churrasqueira, assim como os volumes e dimensões destas caixas;

- Tanques, tanquinhos e máquinas de lavar roupas não podem estar conectados em caixas de gorduras sifonadas, assim como ralos de banheiro, pias de banheiro etc;

- Tanques, pias e ralos internos devem estar cobertos (não devem receber água de chuva);

- Ter especial atenção para evitar que água da chuva seja equivocadamente conectada à rede coletora de esgoto da Casan. Ralos externos, calhas, extravasores de piscinas etc devem ser conectados à rede pluvial (de água da chuva);

- Todos os locais que possuem ponto de esgoto doméstico devem estar interligados à caixa de inspeção da Casan disponibilizada para o imóvel.

:: Como preencher:
- Para emissão da Declaração de Regularidade pelo método de Auto-Habite-se é necessário preencher uma ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) de Inspeção do Sistema de Efluentes e a Autodeclaração,que informe os locais que contribuem com efluentes para a rede de esgoto. Esta Declaração, com assinatura e data da vistoria, deve ser anexada ao protocolo (o 4509 é o código de solicitação de declaração de regularidade utilizada para Habite-se).

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