Fotos: Julio Cavalheiro/Secom

Um dia de esperança e movimentação no novo centro cirúrgico do Centro de Pesquisas Oncológicas (Cepon), em Florianópolis. Na manhã desta segunda-feira hoje, 18, a nova ala começou a funcionar com sete cirurgias de alta complexidade, em pacientes com câncer. Desde as 7h as equipes estão em atendimento para quatro procedimentos no período da manhã e mais três no período da tarde.

“Hoje o Cepon passa a ser realmente um centro de alta complexidade referência para o tratamento do câncer em Santa Catarina. É um marco na história do Cepon uma vez que nós vamos ter a resolutividade de todas as etapas de tratamento para o paciente, incluindo a cirurgia de alta complexidade, com equipe especializada e as melhores técnicas disponíveis para o tratamento desses pacientes”, comemora Maria Tereza Schoeller, diretora geral do Cepon.

Atendimento de referência

A nova unidade abriga quatro salas de cirurgia, 10 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), cinco leitos de recuperação pós-anestésica, 18 leitos de internação pós-operatória, além de uma Central de Materiais Esterilizados (CME). Com o início da utilização desse espaço, as possibilidades de atender mais pessoas também se concretizam. O atendimento realizado no Cepon de Florianópolis passa a ser uma referência para os outros municípios.

“Isso é histórico na vida dos catarinenses, na vida do Cepon. O Governo do Estado de Santa Catarina entregou essa ferramenta importantíssima, com uma equipe super capacitada. Com atendimento humanizado, nós buscamos, cada vez mais, dar dignidade ao povo catarinense. A partir daqui nós vamos lastrar pra toda Santa Catarina um protocolo único, realmente eficaz”, afirmou Acélio Casagrande, secretário do Estado da Saúde.

Redução no tempo de espera

Até o fim do ano, o Cepon conseguirá realizar 200 cirurgias por mês no novo centro, com capacidade de até 10 cirurgias por dia. “A oncologia é uma das áreas em que nós estamos investindo com muita força, eficiência e rapidez, fazendo com se atendam as pessoas o mais rápido possível. Na oncologia, quanto mais rápida a resposta a um procedimento, mais rápido o paciente tem chances de ser curado, por isso sabemos da importância de todo o tratamento ser feito pelo Cepon”, pondera o secretário de Saúde.

Além de reduzir o tempo de espera para a realização das cirurgias oncologias, trazendo mais chances de recuperação aos pacientes, o novo centro cirúrgico do Cepon também contribuirá para melhorar o serviço prestado em outras unidades, permitindo o atendimento de mais pacientes.

“Mais pessoas serão atendidas mais rapidamente. Isso é que é importante. Assim é que o Governo de Santa Catarina consegue a humanização, um bom atendimento e dar esse carinho para as pessoas. Hoje, com certeza, é um grande dia para o Estado”, complementa Acélio Casagrande.


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Foto: Jeferson Baldo / Secom

Depois de quatro meses, Santa Catarina pode comprovar os resultados da escolha do Governo em investir, principalmente, em Saúde, Segurança e cuidar com responsabilidade dos recursos públicos. Garantir avanços nos setores onde estão os principais anseios dos catarinenses e diminuir o tamanho da máquina pública têm sido, desde que assumiu, os principais compromissos do governador Eduardo Pinho Moreira. Os dias de trabalho, ao longo de quatro meses, incluíram também visitas aos municípios de todas as regiões do Estado, e a Brasília. O contato com as pessoas e os encontros oficiais garantiram energia, parcerias e avanços importantes para Santa Catarina.

“O período até agora teve muitas conquistas, mas também exigiu decisões difíceis. Nestes momentos, a inspiração veio da capacidade de trabalho da nossa gente, que faz de Santa Catarina um Estado diferenciado e exemplar. O Governo precisa estar voltado para o povo, ter coragem e responsabilidade para fazer mudanças, propor soluções para os desafios que ainda atrapalham a vida das pessoas”, afirmou o governador, que neste sábado, 16, completou quatro meses à frente do governo.

O Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina homenageou, na manhã desta sexta-feira, 15, três servidores da Secretaria de Estado da Saúde (SES) pelos serviços prestados na área de Atendimento Pré-hospitalar (APH). A solenidade foi realizada na sede da corporação, no Bairro Trindade, em Florianópolis.

A Medalha de Atendimento Pré-Hospitalar é concedida a profissionais que se destacam na área e foi entregue durante ato de promoção de oficiais do Corpo de Bombeiros. Foram agraciados a superintendente de Serviços Especializados e Regulação da SES, Karin Geller, a consultora Jurídica, Janine Silveira dos Santos Siqueira e também o coordenador médico do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) em Santa Catarina, André Motta Ribeiro.

“Temos atuado fortemente para aprimorar o modelo da APH catarinense, qualificando o atendimento prestado pelo SAMU. Essa homenagem é um reconhecimento pelo nosso empenho em tornar o atendimento pré-hospilatar um modelo de excelência em todo o país”, comemora Karin Geller.

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A próxima segunda-feira, 18, representa mais um passo importante para o Centro de Pesquisas Oncológicas (Cepon), em Florianópolis: o início das cirurgias de alta complexidade no novo centro cirúrgico.

Sete cirurgias serão realizadas em pacientes com câncer, sendo quatro pela manhã, a partir das 7h, e outras três no período da tarde. A nova unidade abriga quatro salas de cirurgia, 10 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), cinco leitos de recuperação pós-anestésica, 18 leitos de internação pós-operatória, além de uma Central de Materiais Esterilizados (CME).

“O início das atividades do centro cirúrgico e da UTI é um avanço. A partir de agora nossos pacientes com diagnóstico de câncer não terão que procurar outros hospitais da rede, tudo será feito no próprio Cepon, com especialistas na área oncológica, permitindo mais comodidade e melhor atendimento”, explica Maria Tereza Schoeller, diretora do Cepon.

Redução no tempo de espera

Até o fim do ano, o Cepon conseguirá realizar mais 200 cirurgias por mês no novo centro, mais que o dobro da capacidade atual, com 150 procedimentos ao mês – de média e baixa complexidade.

Além de reduzir o tempo de espera para a realização das cirurgias oncológicas, o novo centro cirúrgico do Cepon também contribuirá para melhorar o serviço prestado em outras unidades, como o Hospital Celso Ramos, o Regional de São José, o Hospital Universitário e a Maternidade Carmela Dutra.

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A Diretoria de Vigilância Epidemiológica (DIVE) da Secretaria de Estado da Saúde (SES) divulgou o boletim atualizado (11/2018) sobre a situação da Influenza em Santa catarina. As informações apresentadas são referentes ao período que compreende as semanas epidemiológicas (SE) 01 a 24 de 2018, ou seja, casos com início dos sintomas de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em 31 de Dezembro de 2017 até os registrados em no dia 13 de Junho de 2018. Confira o boletim completo AQUI.

 

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A missão diária dos bombeiros militares de salvar vidas quase sempre em situações de perigo ganhou um contexto diferente para 20 alunos do Curso de Formação de Sargentos. Eles foram ao Centro de Hemoterapia de Santa Catarina (Hemosc), em Florianópolis, para doar sangue e participar da campanha Junho Vermelho.

“Para nós que vivenciamos diversos acidentes, em que pessoas necessitam da doação de sangue para sobreviver, nada é mais importante do que colaborar e salvar vidas de outras maneiras, através da nossa doação”, exalta o tenente Marcelo, responsável pelo Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças.


Luís Cláudio Soares Rodrigues, 48 anos, morador de Florianópolis é o maior doador de sangue do Brasil - Foto: Divulgação / Hemosc

Considerado o mês vermelho, junho é marcado por importantes ações quando se fala em doação de sangue. O Centro de Hemoterapia de Santa Catarina (Hemosc) pretende estimular mais pessoas a doar sangue nos hemocentros do Estado. Comemorado nesta quinta-feira,14, o Dia Mundial do Doador de Sangue é uma data especial da campanha do Hemosc: “Um mês que vale por muitas vidas”. 

“O sangue é um produto sem substituto, nós não conseguimos comprá-lo e dependemos exclusivamente da generosidade de um ser humano para com o outro“, explica Patrícia Carsten, gerente técnica do Hemosc.

O Projeto Ver realiza mais um mutirão de cirurgias de catarata em Santa Catarina durante essa semana. Cerca de 1200 pacientes de 28 municípios da região do Alto Vale do Itajaí estão realizando o procedimento no Hospital de Pouso Redondo. O mutirão, promovido pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Saúde, teve início no último domingo, 10, e prossegue até segunda-feira, 18.

De acordo com o diretor do Hospital Annegret Neitzke, Carlos Zanella, apenas em Pouso Redondo estão sendo realizadas cerca de 80 cirurgias por dia. “Essa ação que o Governo do Estado está promovendo é fantástica. A cirurgia é simples e busca devolver a visão à milhares de pessoas”, disse. “Para nós, do hospital, foi muito importante participar desse projeto”.

O secretário de Estado da Saúde, Acélio Casagrande, afirmou que o Projeto Ver continua em outras regiões e tem o objetivo de zerar as filas por cirurgias de catarata em Santa Catarina. “Nosso Projeto Ver contuinua a toda velocidade. Atendemos pessoas que estavam há anos aguardando uma cirurgia, algumas delas, inclusive, voltaram a enxergar após o procedimento”, destacou o secretário, acrescentando que os pacientes ainda realizam exames para detectar outras doenças oculares. “Quero cumprimentar a equipe que está atendendo em Pouso Redondo. Vamos continuar com o nosso compromisso de regionalizar a Saúde, diminuindo filas e ambulâncias nas estradas”.

Catarata

A catarata é responsável por 20 milhões de cegos no mundo, sendo 350 mil no Brasil. A doença ocorre devido um processo de opacificação do cristalino, uma lente natural dos olhos localizada atrás da íris. Com o aparecimento da catarata, o cristalino se torna opaco, impossibilitando a passagem dos raios luminosos que formam a imagem no fundo do olho.

O único tratamento eficaz para a catarata é a cirurgia. Não há colírios ou óculos que eliminem a doença. A perda de visão é reversível com a cirurgia, que é um procedimento simples e rápido, com anestesia local.

Em Santa Catarina, o Projeto Ver já atendeu mais de 9 mil pessoas com os mutirões de cirurgias de catarata. Ainda está previsto para os próximos meses um mutirão para os moradores da macrorregião da Grande Florianópolis.

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Os 12 municípios que fazem parte da Cooperação Interfederativa para resposta à situação do HIV/Aids em Santa Catarina comprometeram-se em acelerar os esforços locais para alcançar o fim da epidemia de AIDS até 2030. Para isso, nove deles assinaram a Declaração de Paris durante o Congresso de Prefeitos, realizado em Florianópolis nesta quarta-feira, 13. Os outros municípios firmarão o acordo em data posterior.

"Os pilares desse trabalho são a informação, a prevenção e, a partir da consciência com relação à testagem, o início imediato do tratamento, a fim de reduzir a carga viral e a possibilidade de transmissão. Santa Catarina assume este compromisso e conta com a integração dos níveis de atenção hospitalar, de policlínicas, Unidades de Pronto Atendimento (UPA’s) e da Atenção Primária para alcançarmos indicadores positivos”, afirma Acélio Casagrande, secretário Estadual de Saúde.

Declaração de Paris 

Ao assinar a Declaração de Paris, o Governo de Santa Catarina e os prefeitos concordaram em acelerar as ações para o fim da AIDS, por meio de um conjunto de compromissos em seus respectivos municípios. Entre os objetvios está o alcance das metas 90-90-90 do United Nations Programme on HIV/AIDS (UNAIDS), o que significa ter 90% das pessoas vivendo com HIV/AIDS e conheçando seu diagnóstico, 90% das pessoas que saibam de sua soropositividade recebendo tratamento antirretroviral, e 90% das pessoas que estão em tratamento tenham sua carga viral suprimida, mantendo-se saudáveis e reduzindo o risco de transmissão do HIV, além de zero discriminação.

A diretora do UNAIDS no Brasil, Georgiana Braga-Orillard, cita que há 35 anos se fala de HIV. “Se tivéssemos feito esse trabalho tripartite há 35 anos, não teríamos as taxas que temos hoje". Georgina ainda explica “É no município onde a ação ocorre. Precisamos integrar todos os níveis e também a comunidade, se quisermos ter sucesso na resposta do combate ao HIV e no alcance das metas para acabar com a epidemia de AIDS até 2030".

A Declaração de Paris foi resultado de uma iniciativa lançada no Dia Mundial de Luta contra a AIDS em 2014, na qual prefeitos de todo o mundo foram chamados para firmarem o compromisso de acelerar a resposta para o fim da epidemia de AIDS em suas cidades. 

“Temos como tarefas assumir as responsabilidades e cumprir os compromissos assinados neste dia. Estamos focando em alguns grupos prioritários, especialmente gestantes, pois queremos erradicar a transmissão de mãe para filho. Essa é a grande meta do estado”, enfatiza Eduardo Macário, superintendente de Vigilância em Saúde e diretor da Vigilância Epidemiológica Estaadual (DIVE).

O encontro contou também com a presença da representante do Ministério da Saúde, Adele Benzaken, e dos prefeitos dos municípios de Florianópolis, São José, Palhoça, Itajaí, Joinville, Brusque, Chapecó, Lages e Jaraguá do Sul.

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Na próxima quarta-feira, 20, às 9h, o Centro de Ciências da Saúde e do Esporte (Cefid), da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), promove o 1º Fórum do Ensino Superior, com o tema “Docência universitária na Educação e na Saúde”, no auditório da unidade, no Bairro Coqueiros, em Florianópolis.

O evento é gratuito e aberto ao público, com inscrições pela internet.