A campanha "Juntos pela Prevenção", promovida pela Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) em referência ao Outubro Rosa e ao Novembro Azul, arrecadou 1.408 donativos para o Centro de Pesquisas Oncológicas (Cepon), em Florianópolis. A ação da Coordenadoria de Desenvolvimento Humano (CDH) ganhou apoio em todos os centros de ensino e arrecadou itens diversos, como lenços umedecidos, sabonetes, xampus, condicionadores, hidratantes corporais, papel higiênico, escovas e pastas de dente.

Foto: Julio Cavalheiro/Secom

Se a expectativa de vida dos moradores de Santa Catarina é a maior do país, segundo levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2017, isso se deve também ao empenho do poder público e das lideranças da sociedade civil organizada no apoio aos idosos. Nesta segunda-feira, 3, o governador Eduardo Pinho Moreira realizou mais uma ação e firmou uma parceria com a Associação Maçonica de Apoio à Terceira Idade (Amati), autorizando a doação de um terreno do Estado para a construção de um instituto de longa permanência para idosos.  

"É um trabalho nobre o que foi proposto pelas potências maçônicas de Santa Catarina. Todas se uniram para proporcionar um local adequado para os idosos, e nós temos um terreno do Governo do Estado que não tem uso neste momento. Essa doação ou cessão à maçonaria vai ao encontro de uma parceria com o voluntariado que é exemplar. São 100 vagas para idosos que vão passar a ter um local adequado, principalmente àqueles que são abandonados pelas suas famílias, e que o Estado será parceiro”, assegurou o governador.

O terreno, localizado no Pântano do Sul, em Florianópolis, pertence ao Governo de Santa Catarina e está sem utilização. Com um projeto arquitetônico em elaboração, a Maçonaria catarinense pretende erguer um prédio de 6.000 m² para receber inicialmente 100 idosos, maçons ou não, em um ambiente confortável e adequado para tratar e acolher o cidadão em idade avançada.

Segundo o presidente da Amati, Anísio Pedro Camilo, o projeto nasceu há quatro anos com o objetivo dar uma vida digna a essa parcela da população. “Não temos dinheiro para comprar um terreno e depois construir. Viemos até o Governo do Estado e fomos prontamente atendidos pelo Governador Eduardo Pinho Moreira, que recebeu nosso projeto e nos possibilitou a parceria para Instituí-o”, comemorou.

Nos próximos dias, a Casa Civil fará o trâmite legal e encaminhará o projeto para aprovação na Assembleia Legislativa de Santa Catarina.

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Com a presença do governador Eduardo Pinho Moreira e do secretário de Estado da Saúde, Acélio Casagrande, foi inaugurada a reforma e ampliação do Hospital Materno Infantil Santa Catarina, na manhã deste sábado, 1 de dezembro, em Criciúma. Trata-se de uma conquista esperada há mais de 20 anos pela comunidade do Sul, que agora conta com maternidade e hospital infantil no mesmo espaço. O investimento total passa dos R$ 5 milhões, sendo R$ 3,6 milhões provenientes do governo do Estado.

Nessa nova fase, a unidade passará a contar com 109 leitos, mais do que o dobro dos atuais 39. O Estado também assume o custeio do hospital, com repasses mensais de R$ 3,2 milhões, ajudando a desafogar o caixa da prefeitura de Criciúma.

Durante o ato de inauguração da nova ala, o governador Eduardo Pinho Moreira relembrou que atuou como médico na unidade há mais de 30 anos e que a entrega da ampliação representa um serviço importante para toda a região Sul.

“Essa foi uma conquista coletiva. Teve a ideia lá atrás e agora se concretiza porque houve a união do município, do Estado, das forças comunitárias e de todo mundo que defende a saúde pública de qualidade”, afirmou Moreira.

O governador ainda ressaltou que o hospital Santa Catarina passa a ser um referência no atendimento de gestantes de alto risco no Sul do Estado, o que contribui para que se aprofunde o processo de regionalização da saúde, com o objetivo de reduzir deslocamentos para que as pessoas sejam atendidas mais perto de seus domicílios.

O secretário Acélio Casagrande, que estava de aniversário no sábado, também ressaltou o trabalho coletivo que possibilitou a entrega do espaço. Em sua avaliação, a nova ala permitirá salvar vidas.

“É um sonho realizado, uma ação necessária dentro do processo de regionalização. Estamos trabalhando forte para levar os serviços onde existem vazios. Há 21 anos, quando a prefeitura adquiriu esse hospital, a sua concepção era de ser um hospital materno infantil e agora isso acontece. Vamos trabalhar de maneira forte com as cirurgias e salvar muitas vidas”, disse Casagrande.

Diretor da unidade, o médico Leon Iotti ajudou até mesmo na limpeza nos últimos dias para que a inauguração fosse possível. Ele diz que, como pediatra, sente o fechamento de um ciclo.

“Nós tínhamos nascimentos críticos, separando mãe e filho. A partir desse momento, com a inauguração da maternidade e a ampliação das unidades neonatais, isso não ocorrerá mais. Essa é a principal conquista”, diz Iotti.

O prefeito Clesio Salvaro ressaltou a parceria com o governo do Estado e disse que a vontade política do governador foi essencial para a conclusão dos trabalhos.

“Isso é um projeto de Estado, não de governo. A partir de agora, esse hospital passa a ser de fato materno, porque a maternidade não era aqui. É um hospital público para toda a macrorregião, e Criciúma tinha que ser protagonista”, afirmou Salvaro.

Como ficará a unidade

A partir de agora, o Hospital Materno Infantil Santa Catarina passa a contar com Clínica da Mulher, banco de leite e agência transfusional. O Banco de Olhos da Região Sul também faz parte da estrutura e já está em funcionamento, anexo ao hospital.

Com a ampliação, a unidade passa a ter 109 leitos, incluindo 25 na maternidade (alojamento conjunto para a mãe e bebê), três na UTI Pediátrica e 13 para UTI Neonatal.

A partir de agora, hospital funcionará como uma maternidade de alto risco, além de manter o pronto atendimento.

O hospital é gerido pelo Instituto Desenvolvimento Ensino e Assistência à Saúde (Ideas), qualificado como Organização Social em Criciúma.

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Leonardo Gorges
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O governador Eduardo Pinho Moreira estará no Sul do Estado entre sexta-feira e sábado para participar das inaugurações de três obras nas cidades de Turvo, Criciúma e São João do Sul. O primeiro compromisso será em Turvo, a partir das 16h de sexta, 30, onde será inaugurada a 1ª etapa do Sistema de Esgotamento Sanitário da cidade. O investimento dessa parte da obras foi de R$ 4 milhões para a instalação de uma Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), 9,6 km de rede coletora e 541 ligações domiciliares. O recurso veio da Fundação Nacional de Saúde, com uma contrapartida da prefeitura.

Já no sábado, 1 de dezembro, será a vez de o governador visitar Criciúma para entregar a reforma e ampliação do Hospital Materno-Infantil Santa Catarina, a partir das 10h. Nessa obra, que contempla Clínica da Mulher, Banco de Leite, Agência Transfusional e um Banco de Olhos para a região Sul, o investimento da Secretaria de Estado da Saúde foi de R$ 3,6 milhões. Com a ampliação, o número de leitos saltará dos atuais 39 para 111 e o valor mensal de custeio passará de R$ 1,2 milhão para R$ 3,2 milhões.

Também no sábado, ao meio-dia. Moreira vai a São João do Sul, no Extremo Sul. Por lá, ocorrerá a inauguração da nova subestação de energia elétrica da cidade e da linha de transmissão que conectará a estrutura ao sistema da Celesc. Nesse caso, o investimento do governo do Estado foi de R$ 14,2 milhões.

Serviço

1º evento

O quê? Inauguração da 1ª Etapa do Sistema de Esgotamento Sanitário de Turvo
Onde? Rua 304 – Santa Luzia, acesso na rodovia SC-28, Turvo
Quando? Dia 30/11, a partir das 16h

2º evento

O quê? Inauguração da reforma e ampliação do Hospital Materno-Infantil Santa Catarina
Onde? R. Venceslau Braz, 1015 - Operária Nova, Criciúma - SC,
Quando? Dia 01/12, a partir das 10h

3º evento

O quê? Inauguração da nova subestação de energia elétrica de São João do Sul
Onde? SC-290, km 03, São João do Sul
Quando? Dia 01/12, a partir das 12h

Sob o título "Análise cinemática e cinética em atividades funcionais durante fases do ciclo menstrual", a dissertação da pesquisadora Larissa Milani Brognoli Sinhorim, no Mestrado em Fisioterapia da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), aponta para variações biomecânicas durante o ciclo menstrual.

Com orientação do professor Gilmar Moraes Santos, do Centro de Ciências de Saúde e Esporte (Cefid), Larissa, que também é docente da unidade, utilizou cálculos, questionários e avaliação biomecânica para avaliar o estado geral do organismo feminino no ciclo menstrual. 

Foram avaliadas 30 mulheres assintomáticas, que formaram dois grupos: 15 não usuárias de contraceptivo oral por, no mínimo, seis meses; e 15 usuárias de contraceptivo oral, independentemente da composição hormonal. Houve análises nas duas fases do ciclo menstrual: fase folicular e fase lútea.

"Elas passaram por avaliação biomecânica por meio do sistema de análise tridimensional da marcha humana. Também foram utilizados instrumentos para verificar como a mulher pisa no chão e distribui seu peso enquanto caminha", explica Santos.

Fase mais propensa

De acordo com o orientador da pesquisa da Udesc Cefid, essa variação mensal afeta o aspecto emocional e físico da mulher. "A fase mais sugestiva a lesões é a que antecede a menstruação, em decorrência dos hormônios que agem no corpo feminino e têm níveis mais elevados nesse período."

Dependendo do período em que a mulher se encontra, é preciso tomar mais cuidados com as atividades físicas. "Cerca de uma semana antes de menstruar, é comum que haja retenção hídrica e aumento de peso, fatores que podem desencadear lesões", comenta o professor.

Santos destaca que a pesquisa foi baseada na real necessidade de fisioterapeutas e todos os integrantes da área da saúde olhar a mulher com mais atenção, "já que disfunções descritas como de difícil tratamento ou de caráter crônico possuem relação direta com oscilações hormonais".

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A última semana do mês será marcada por uma mobilização nacional de combate ao Aedes aegypti. Entre os dias 26 e 30 de novembro, os municípios de Santa Catarina vão desenvolver diversas ações para conscientizar a população sobre a importância da eliminação dos criadouros do mosquito. O Dia “D” de mobilização está marcado para 30 de novembro.

A Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive/SC) da Secretaria de Estado da Saúde Santa Catarina (SES) alerta que as ações de controle ao mosquito Aedes aegypti, continuam sendo a melhor estratégia para evitar a dengue, o zika vírus e a febre de chikungunya. “É importante promover a limpeza de calhas, de piscinas, e de outros locais que possam acumular água, além de descartar corretamente o lixo”, reforça João Fuck, coordenador da Sala de Situação Estadual para o Controle ao Aedes aegypti.

O coordenador ainda faz um alerta para toda a população. "É preciso redobrar a atenção na vistoria semanal às suas casas e quintais, especialmente nesse período do ano, no qual as condições climáticas são favoráveis, “Ao eliminar depósitos e recipientes que possam acumular água, ajudamos a evitar a proliferação do mosquito”.

O estado vem passando por uma mudança de perfil relacionado à presença do Aedes aegypti e à transmissão das três doenças. Conforme Eduardo Macário, diretor da Dive/SC, a infestação atual é a maior já registrada em SC, além disso, há a circulação de outro sorotipo de dengue (DEN2) neste ano, uma variação da dengue. Até então apenas o DEN1 circulava no estado.

Os sorotipos são DEN1, DEN2, DEN3 e DEN4. Com isso, uma pessoa pode contrair a doença até quatro vezes ao longo da sua vida, já que a infecção gera imunidade somente contra aquele sorotipo já adquirido. Importante ressaltar que os sintomas da doença são os mesmos, independentemente do sorotipo, sendo: febre, dores de cabeça, dor no corpo, dor atrás dos olhos, manchas pelo corpo, entre outros. “Por isso, é tão importante que todos tenham consciência que eliminar o mosquito é a forma mais eficaz de controlar as três doenças. Cada um precisa fazer sua parte e verificar locais onde possa ter água parada”, afirma Macário.

Situação de Santa Catarina

Até o dia 17 de novembro de 2018, foram registrados 14.014 focos de Aedes aegypti, representando um aumento de 38.6% em relação ao mesmo período do ano passado. Esses focos estão concentrados em 159 municípios, dos quais 75 são considerados infestados.

Neste mesmo período, foram registrados 57 casos de dengue, desses, 34 são autóctones, 13 importados e 10 indeterminados autóctones (casos contraídos no estado, mas sem a possibilidade de definição do LPI). Em 21 amostras o Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen/SC) identificou o sorotipo de dengue: 10 são de DEN1 e 11, de DEN2.

Com relação à febre de chikungunya, foram confirmados 15 casos. Desses, 11 são importados e 4 autóctones. Apenas um caso de zika foi confirmado em Santa Catarina. Ele foi identificado como importado.

Esse cenário aponta para um risco iminente de transmissão dessas doenças no estado, especialmente com a chegada do calor e do período de chuvas.

A realização de ações conjuntas e coordenadas entre diversos setores são fundamentais para o controle do mosquito Aedes aegyptiem todos os municípios. “Diversas ações já são desencadeadas ao longo do ano. Mas durante a semana nacional de mobilização, elas são intensificadas e envolvem vários setores: Educação, Meio Ambiente, Defesa Civil, Obras e outros. É muito importante essa união para eliminarmos os focos do mosquito”, afirma Suzana Zeccer, gerente de zoonoses da Dive/SC.

Ações desenvolvidas

As atividades da semana de mobilização em Santa Catarina começaram ainda no dia 12 deste mês, com uma videoconferência no Centro Integrado de Gerenciamento de Riscos e Desastres (CIGERD), na Defesa Civil, na capital. O objetivo foi alertar os profissionais da saúde dos municípios sobre a importância da eliminação dos criadouros do mosquito Aedes aegypti. A apresentação foi transmitida para 18 CIGERDs do estado, envolvendo aproximadamente 300 profissionais.

Desde o dia 21 deste mês, começaram a ser divulgados diariamente materiais nas redes sociais da Secretaria de Estado da Saúde, que se estendem até o dia D. Serão cards e vídeos com o objetivo de indicar os locais que podem acumular água e os cuidados para evitar que isso ocorra.

No dia 28, durante no Congresso das Secretarias Municipais de Saúde, em Nova Veneza, será divulgado o Levantamento Rápido de Índices para o Aedes aegypti (LIRAa) de 2018. O LIRAa serve como instrumento para nortear medidas de ações de controle ao Aedes aegypti.

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As estratégias e ações para garantir a segurança, além de serviços aos catarinenses e turistas durante a estação mais movimentada do ano, foram apresentadas nesta quarta-feira, 21, durante o pré-lançamento da Operação Veraneio 2018-2019. O governador Eduardo Pinho Moreira apresentou, junto com os representantes das secretarias e órgãos envolvidos, um panorama do que está programado para a operação deste ano. A vice-governadora eleita Daniela Reinehr também compôs a mesa das autoridades. 

Com recursos garantidos para manter a operação em 61 dos 295 municípios catarinenses, o governador Eduardo Pinho Moreira acredita que será um sucesso. “As experiências que tivemos no passado nos permitiram ter um Estado muito bem preparado em todos os setores. Os recursos estão garantidos, na ordem de 15 milhões de reais, e em caixa. Talvez seja a parte mais significativa”, esclareceu.

Moreira também explicou que as informações trocadas com os futuros representantes do Estado, empossados em meio ao funcionamento da operação, vão fazer a diferença. “O Carlos Moisés é oriundo de uma força integrada neste processo de prevenção, feita pelo Corpo de Bombeiros, e conhece profundamente a operação veraneio. A presença da vice-governadora eleita Daniela Reinehr e também as conversas frequentes com eles permitem que setores vitais trabalhem plenamente”, disse.

Estado preparado

Hoje o turismo representa 13% do PIB Catarinense e é imprescindível que os visitantes sejam bem recebidos. Por isto, pela primeira vez, o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Turismo, Cultura e Esporte (SOL), irá disponibilizar aos visitantes uma cartilha com informações em Espanhol. A expectativa do secretário Tufi Michreff Neto é de crescimento no número de visitantes nesta temporada, chegando a 5 milhões de turistas nacionais e estrangeiros, segundo dados da rede hoteleira, das companhias aéreas e Infraero. “Vai ser uma temporada fantástica. Nós estamos bem preparados, Santa Catarina tem bons índices na segurança pública, que é o principal item quando um turista vai escolher um local para visitar e temos essa preocupação de garantir que outros serviços públicos estejam adequados”.

Segurança Pública

A Operação Veraneio 2018-2019 será coordenada pelo Gabinete de Gestão Integrada, presidido pelo secretário da Segurança Pública Alceu de Oliveira Pinto Junior. Além das polícias Civil, Militar e Rodoviária, Bombeiros, IGP e Detran, também aturão de forma integrada as secretarias da Defesa Civil e da Justiça e Cidadania, Exército, Marinha, Aeronáutica, polícias Federal e Rodoviária Federal, bem como as prefeituras abrangidas por meio das guardas municipais.

Cerca de nove mil profissionais de segurança pública e outros mil guarda-vidas contratados contarão com cerca de duas mil viaturas, sete helicópteros e três aviões, além de quadriciclos, motonáuticas e embarcações. A novidade deste ano é que com a expectativa da vinda de 1,5 milhão argentinos, policiais e bombeiros do país vizinho também estarão integrados. A participação deles foi viabilizada através de convênio de cooperação na área de segurança pública entre Santa Catarina e a Província de Missiones (AR).

“Nós percebemos que as operações dos outros anos tinham dificuldade de integração entre as corporações, então em 2018 nós começamos bem antes, com reuniões específicas e temáticas com a Marinha, por exemplo, que tinha dificuldade de fazer o flagrante por falta de um policial civil. Mudamos isto. Este ano, um delegado irá acompanhar as operações, agilizando os processos. Com estas integrações, não teremos esse problema”, explicou o secretário de Estado da Segurança Pública Alceu de Oliveira Pinto Junior.

Para os 81 dias de operações, as corporações terão forte apoio tecnológico. Pela primeira vez um sistema de inteligência analítica foi adotado pela Secretaria de Estado da Segurança Pública. A plataforma tecnológica permitirá acompanhamento em tempo real das ações de segurança em andamento. As autoridades de segurança e o Governador terão acesso online ao sistema de informações para acompanhamento permanente via tablet e smartfone.

Abastecimento de energia garantido

O presidente das Centrais Elétricas de Santa Catarina (Celesc), Cleverson Siewert, destacou que, além do crescimento do consumo e aumento da demanda de energia, entre dezembro e março, historicamente, são registrados os eventos climáticos que mais afetam o desempenho do fornecimento de energia. Por isso, a Celesc concentra esforços em três frentes: reforço do sistema, manutenção preventiva e ampliação do número de equipes para atendimento de emergências.

Para a temporada de verão também há um acréscimo nas equipes de eletricistas, uma vez que o número de ocorrências aumenta em três vezes na comparação com as demais épocas do ano. Também é o período com maior dificuldade de deslocamento das equipes nas estradas e por isso a empresa vai contar com cerca de 300 funcionários a mais para atendimento da população.

“Foram 360 milhões de reais de investimentos em alta, média e baixa tensão. 50 milhões em manutenção preventiva, com destaque para as ações de limpeza, poda e roçada, já que 35% das vezes que ficamos sem energia é por conta de vegetação na rede. Temos cerca de 18% a mais de efetivo para recompor o sistema quando necessário”, explicou.

De olho na saúde

Com a temporada aumenta também a possibilidade de problemas com doenças sazonais, tais como febre amarela, sarampo e também dengue. Por isso, a Diretoria de Vigilância Epidemiológica (DiVE) está organizada com ações de vacinação, além de prevenção. O trabalho de eliminação dos focos já começou e deve seguir para evitar casos no Estado. A DiVE recomenda que os catarinenses entre nove meses e 59 anos sejam imunizados contra a febre amarela em dose única. Além disso, também existe atenção especial para a imunização contra o sarampo.

Assinaturas

Ainda no evento, foi assinado o documento para o retorno da obra do Centro de Atendimento ao Turista de Dionísio Cerqueira, que estava paralisada há dois anos. “Retomamos o investimento com uma ordem de R$ 587 mil, em um convênio com o Ministério do Turismo que vai permitir ao Estado atender adequadamente o turista estrangeiro, que cruza a fronteira pelo município, para que possa ser bem atendido”, explicou Michreff.

Também foi lançado o contrato de prestação de serviço com o intuito de aumentar o número de praias no Programa Internacional de Certificação Ambiental Bandeira Azul, com um levantamento de 40 locais que serão classificados e executadas adequações necessárias para o Programa.

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Melina Cauduro
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Para reforçar a importância da prevenção do câncer de mama e do câncer de próstata, a Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) vem realizando a campanha "Juntos pela Prevenção" nos 12 centros de ensino e na Reitoria desde o mês passado. Além de estimular procedimentos de prevenção, com ações de conscientização sobre o tema, a universidade arrecadará doações até sexta-feira, 23, para instituições que atuam na área. 



O mutirão de cirurgias oftalmológicas realizado pelo Governo de Santa Catarina, em parceria entre Secretaria de Estado da Saúde (SES/SC) e hospitais filantrópicos, retornou à região Sul neste feriado prolongado beneficiando quase mil pessoas. Entre a quinta-feira, 15, e domingo, 18, foram atendidos 783 pacientes da Região de Laguna (Amurel) com cirurgias de catarata no Hospital Santa Teresinha, em Braço do Norte. Até mesmo um grupo musical voluntário, formado pelos “Amigos do Shalon”, ajudou a animar ainda mais os pacientes que aguardavam no corredor da unidade.

O procedimento significou o fim de uma longa espera em filas para pacientes de 18 municípios da região. Em Nova Veneza, outros 207 pacientes foram atendidos neste final de semana no mutirão de cirurgias de catarata no Hospital São Marcos.

“A demanda por cirurgias eletivas oftalmológicas era a maior do Estado, sendo mais que o dobro da segunda colocada. Com o Projeto Ver, vamos reduzir a fila nesta especialidade em 90%. Pessoas que esperavam há anos para voltar a enxergar hoje estão realizando um sonho de vida”, ressaltou o secretário de Estado da Saúde, Acélio Casagrande.

Até outubro, o Projeto Ver já devolveu a visão para 21,7 mil catarinenses em todas as macrorregiões do Estado. Conforme a superintendente de Planejamento e Gestão do SUS da SES/SC, Grace Ella Berenhauser, o hospital parceiro oferta a capacidade instalada e compromete-se em fornecer óculos de proteção e colírios para tratamento pós-cirúrgico, com as cirurgias custeadas pelos governos estadual e federal. Cada paciente passa por consulta pré-operatória e duas pós-operatórias, no dia seguinte e 30 dias após a cirurgia. As secretarias municipais de Saúde encaminham os pacientes conforme a fila inserida no Sistema de Regulação (Sisreg).

Catarata

A catarata é uma doença caracterizada pela perda de transparência do cristalino do olho, lente natural cuja função é propiciar o foco da visão em diferentes distâncias. A principal causa é o envelhecimento do cristalino, por isso que é muito frequente na população idosa. Porém, a doença também pode ser causada por fatores secundários, como diabetes, uso indiscriminado de colírios ou medicamentos com corticóides, pancadas, infecção ocular e tabagismo.

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No próximo sábado, 17, é o Dia Mundial da Prematuridade. Para reforçar a importância da conscientização sobre a prevenção e aos fatores que levam ao parto prematuro, instituições de saúde programaram diversas atividades que fazem parte do Novembro Roxo, cuja cor simboliza os bebês que nascem prematuramente.