Foto: Ricardo Wolffenbüttel / Secom

A Campanha Nacional de Vacinação contra o sarampo começa na segunda-feira, 7, em todas as cidades catarinenses. A primeira fase da mobilização segue até 25 de outubro e serão imunizadas crianças de seis meses a menores de cinco anos (4 anos, 11 meses e 29 dias). O dia D será em 19 de outubro.

A segunda fase será entre os dias 18 e 30 de novembro com a aplicação de doses em adultos entre 20 e 29 anos de idade. O dia D da segunda fase será em 30 de novembro.

A ação do Ministério da Saúde (MS) em conjunto com estados e municípios, é devido ao surto da doença que atinge 19 estados brasileiros, incluindo Santa Catarina. A diretora de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (Dive/SC), Maria Teresa Agostini, explica que o Ministério optou por dar prioridade para as pessoas dessas faixas etárias porque elas estão entre as mais acometidas pela doença em 2019. “As crianças menores de cinco anos, em especial, precisam de mais atenção porque correm um risco maior de desenvolver complicações, como cegueira, encefalite, diarreia, infecções no ouvido e podem até morrer em decorrência do sarampo”, ressalta.

Na primeira etapa da campanha é fundamental que pais ou responsáveis levem os filhos a uma das mais de mil salas de vacinação disponíveis em Santa Catarina munidos de carteira de vacinação, se tiver, para avaliação e aplicação da vacina, quando necessário. Para a primeira fase, Santa Catarina recebeu cerca de 300 mil doses da vacina.

O calendário de vacinação prevê que as crianças tomem a primeira dose da vacina Tríplice viral (protege contra sarampo, caxumba e rubéola) aos 12 meses e a segunda (e última), aos 15 meses. No entanto, caso a criança não possua o registro de imunização, precisa ser levada até uma unidade de saúde para atualizar a situação vacinal. A gerente de imunização da Dive/SC, Lia Quaresma Coimbra, lembra que, além dessas duas doses, o Ministério também recomenda que crianças entre seis e 11 meses tomem a “dose zero” da vacina e depois sigam o esquema de vacinação normalmente.

No caso dos jovens adultos com idade entre 20 e 29 anos é fundamental que verifiquem a situação vacinal. “Adultos nesta faixa etária precisam ter tomado duas doses da vacina ao longo da vida. Caso não tenham tomado, não lembrem ou não tenham mais a carteirinha de vacinação, a recomendação é que vá até uma sala de vacina”, esclarece a enfermeira, Arieli Fialho, responsável pela imunização da DIVE/SC.

Casos de sarampo em Santa Catarina

Neste ano, até o dia 29 de setembro, foram confirmados 26 casos importados (de outros estados) de sarampo em Santa Catarina, além de 34 que estão em investigação ou reteste, conforme protocolo recomendado pelo Ministério da Saúde.

Os primeiros casos deste ano foram registrados no mês de fevereiro, em três tripulantes de nacionalidade estrangeira que estavam a bordo de um cruzeiro marítimo que ancorou nos municípios de Porto Belo e Balneário Camboriú. Os demais casos (23) foram registrados a partir do dia 17 de julho nas cidades de Florianópolis (16), Barra velha (3), Guaramirim (1), Balneário Camboriú (1), Schroeder (1) e Joinville (1).  Os últimos casos autóctones (contraídos no estado) de sarampo  em Santa Catarina foram em 1999 em um surto de 25 pessoas.

Sarampo

É uma doença viral, extremamente contagiosa. O vírus se espalha facilmente pelo ar através da respiração, tosse ou espirros e pode ficar até duas horas no ambiente. A única forma de se prevenir é com a vacinação. Os principais sintomas do sarampo são: febre, tosse, coriza, aparecimento de manchas vermelhas no corpo e olhos avermelhados. Mais informações no site da Dive/SC.

Serviço:

O quê: Campanha Nacional de Vacinação contra o sarampo (1ª etapa)
Público-alvo: crianças de seis meses a menores de cinco anos
Quando: de 7 a 25 de outubro
Local: nas mil salas de vacinação em todo o estado
O que levar: carteira de vacinação (se tiver) e documento de identificação

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Foto: Paulo Goeth / Arquivo / SES

Pela primeira vez, o Estado registrou mais de 40 doações efetivas em 30 dias. O recorde histórico de 43 procedimentos foi registrado em setembro. É o melhor desempenho nos quase 20 anos do SC Transplantes, unidade vinculada à Superintendência de Serviços Especializados e Regulação da Secretaria de Estado da Saúde.

Com o resultado, Santa Catarina alcançou, em setembro, a taxa de 74 doações por milhão de população (pmp) – no país a média em 2018 foi de 17. O estado tem registrado bons desempenhos neste ano. Coordenador estadual da SC Transplantes, Joel de Andrade lembra que foi registrado o melhor fevereiro da história, com 24 doações efetivas, e o melhor mês de julho, com 34 doações. Até setembro foram mais de 900 transplantes em Santa Catarina.

“Em setembro foi a primeira vez que rompemos a barreira das 40 doações em todos os anos de trabalho e a quinta vez que ultrapassamos o número de 30 em um único mês”, reforça Andrade. Os melhores desempenhos da SC Transplantes foram registrados nos últimos dois anos: em dezembro de 2017 (38 doações), julho de 2019 (34), outubro de 2018 (32) e novembro de 2018 (31).

Andrade destaca ainda a importância de iniciativas do poder público, como a disponibilização de uma aeronave de uso exclusivo do governador para o transporte de órgãos e tecidos. “Isso tem facilitado muito a logística do transplante de órgãos. Essa iniciativa valida para toda a sociedade esse processo e facilita a tomada de decisões em relação à doação”, finaliza.

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Uma experiência da Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina (SES/SC) está entre as 11 finalistas do Prêmio APS Forte: Acesso Universal, criado pelo Ministério da Saúde. O objetivo do reconhecimento é reforçar o papel da Atenção Primária à Saúde (APS) e valorizar as iniciativas que ampliam o acesso e melhoram o atendimento à população. A premiação levará três vencedores para uma experiência internacional na área da Atenção Básica.

O projeto catarinense selecionado é a gestão descentralizada do Programa de Residência em Medicina de Família e Comunidade, que conta com a adesão de 35 municípios do interior catarinense. Trata-se de uma estratégia combinada de Educação Permanente em Saúde, ampliação e qualificação do acesso à Atenção Primária. “Nossa proposta atua na interiorização das ações de saúde, alcançando municípios de todos os portes, áreas remotas e áreas rurais”, explica Evelyn Anny Sonobe, da Coordenação do Programa de Residência e Medicina de Família e Comunidade da SES. “Atuamos em locais com carência e pouca tradição na formação de profissionais de saúde”, complementa.

A adesão dos municípios se dá por meio de um termo, que estabelece, como contrapartida local, o pagamento de bolsa ao residente, a oferta de benefícios, como internet, além da definição da quantidade de vagas disponíveis e a indicação de médicos preceptores.

As atividades teóricas ocorrem na modalidade a distância, em plataforma gerenciada pela SES. Os cursistas desenvolvem 2.880 horas anuais de atividades, sendo 88% em campo, incluindo 30 horas semanais de atendimento individual e o restante da carga horária em atividades ambulatoriais diversas, em grupos e ações interdisciplinares de prevenção e promoção da saúde, entre outras práticas.  Hoje são 36 residentes no Programa.

Funcionando nestes moldes desde 2016, sob a responsabilidade da Diretoria de Educação Permanente em Saúde (DEPS), em parceria com a Escola de Saúde Pública do Estado de SC, o Programa já formou 18 médicos, dos quais 13 continuaram atuando em postos de saúde do Estado e seis se tornaram preceptores do Programa.

Sobre o Prêmio APS Forte

Um comitê técnico formado por representantes do Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) e outras instituições selecionou onze ações para a reta final da apuração. No total, o site da premiação recebeu 1.294 inscrições de iniciativas para o Prêmio APS Forte, sendo que dessas, 946 ações participaram do processo seletivo. O resultado final será divulgado no dia 29 de outubro, na Opas, em Brasília.

Além de Santa Catarina, concorrem ao prêmio iniciativas das secretarias do Rio Grande do Sul e São Paulo, além dos municípios de Abaetetuba (PA), Mombaça (CE), Doresópolis (MG), Jaraguá do Sul (SC), Tefé (AM), Senador Canedo (GO), Santo Antônio do Monte (MG) e Salgueiro (RJ).

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Foto: Mauricio Vieira / Secom

O Procon Estadual de Santa Catarina estabeleceu Medida Cautelar para suspensão da fabricação, fornecimento, comercialização, distribuição e divulgação dos produtos Original Ervas, Royal Slim, Bio Slim, Natural Dieta, Yellow Black e similares. A decisão ocorre após a morte de uma mulher de 27 anos, na Serra catarinense, além de outros casos envolvendo problemas de saúde relacionados ao consumo de produtos que se denominam “medicamentos fitoterápicos com finalidade de emagrecimento".

A ação tem como base o Laudo Pericial Cadavérico, realizado pelo Instituto Geral de Perícias (IGP) de Lages, que constatou a causa da morte por "intoxicação exógena em decorrência de substância contendo Sibutramina e Diazepam". A Medida também estabelece a retirada imediata desses produtos das prateleiras e expositores de todos os estabelecimentos comerciais, assim como a remoção de material publicitário envolvendo a comercialização e o fornecimento de tais produtos dos sites e ferramentas de busca, anúncios e venda (Google, Mercado Livre, OLX, etc) e mídias sociais (Facebook, Instagram, Twitter, Youtube, Whatsapp, etc), no prazo de 48 horas, em todo território nacional, após a notificação via Sedex.

O ato passa a valer a partir da sua assinatura, em 30 de setembro, quando também ocorre a notificação das polícias Federal e Civil do Estado de Santa Catarina, do Ministério Público (de defesa do consumidor), do Conselho Regional de Farmácia, da Vigilância Sanitária Estadual e da Anvisa para que tomem as devidas providências. A infração ao Código de Defesa do Consumidor Lei 8.078, de 11 de setembro de 1990, acarretará em crime de desobediência e a aplicação de multa no valor de R$ 1 milhão.

O diretor do Procon de Santa Catarina, Tiago Silva, esclarece que a falta de comprometimento das empresas responsáveis pela fabricação, divulgação, fornecimento e distribuição das substâncias tornaram necessária a Medida Cautelar. “Esses produtos são proibidos e nocivos à saúde por conterem substâncias como Diazepam e Sibutramina, que só podem ser vendidos mediante prescrição médica”, reforça.

Alerta

A Diretoria de Vigilância Sanitária de Santa Catarina (DIVS/SC) alerta que o consumo de medicamentos fitoterápicos irregulares, sem o devido registro ou notificação na Anvisa, pode colocar a saúde da população em risco. As substâncias podem conter outros componentes ativos não conhecidos em sua formulação. A superintendente de Vigilância em Saúde da SES, Raquel Ribeiro Bittencourt, alerta para a venda clandestina de falsos emagrecedores em sites hospedados em provedores internacionais. Esses, quando notificados, simplesmente saem do ar ou reaparecem com outro nome, usam marcas estabelecidas de maneira fraudulenta, se valem de CNPJ de empresas já extintas ou simplesmente falsificam produtos irregulares.

“Neste caso, específico, estão introduzindo drogas que são vendidas sob controle, com sedativos, cuja venda é controlada, mas de maneira mascarada. O risco de se comprar um produto em sites que fazem grandes propagandas, colocam fotos de antes e depois e alegam a perda de peso rápido é de uma gravidade muito grande, colocando em risco a vida de pessoas. Essa medida tomada pelo Procon estadual é muito importante, porque o site que hospeda é corresponsável”, alerta.

Como consultar

A população pode consultar se o medicamento está regular na Anvisa por meio do portal. Em caso de suspeita de medicamento ou comércio irregular, este não deverá ser consumido, e a Diretoria de Vigilância Sanitária deverá ser notificada pelo site  no botão “Fale com a Vigilância”, para os encaminhamentos e medidas necessárias.

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Arte: Sal Santos / Secom

O Governo de Santa Catarina prepara uma série de ações para conscientização e prevenção ao câncer de mama neste mês. As iniciativas fazem parte do Outubro Rosa, movimento de combate à doença, e envolvem diversas áreas, como saúde e educação. O tema da campanha deste ano é Câncer de mama: juntos sem medo.

“Desejamos alinhar ações para alcançar um maior número de pessoas e resultados ainda mais amplos no que diz respeito à prevenção e ao amparo às mulheres que precisam se submeter ao tratamento do câncer. Como Governo do Estado, o que desejamos é somar na causa”, afirma a vice-governadora Daniela Reinehr.

O câncer de mama é o tipo mais comum entre as mulheres. Em 2018, a doença respondeu por 32% das mortes por câncer em mulheres catarinenses, seguida das neoplasias em brônquios e pulmões (28%), de acordo com dados divulgados pelo informativo epidemiológico da Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (Dive/SC), da Secretaria de Estado da Saúde (SES).

De acordo com os dados do Sistema de Informação de Mortalidade (SIM), em 2018, 657 mulheres morreram por conta da doença em SC. Neste ano, até o dia 30 de setembro, já foram registradas 457 mortes. Por isso, é fundamental reforçar a conscientização sobre o câncer de mama, com informações sobre prevenção e tratamento. Em Santa Catarina, a programação do Outubro Rosa envolve educação permanente de profissionais de saúde nos municípios, ações sociais, palestras, mobilizações em locais públicos e campanhas.

“O tema do Outubro Rosa neste ano traz a importância de estarmos juntos e nos fortalecer, enquanto serviço de saúde, profissionais, familiares e pacientes para enfrentamento das dificuldades dessa doença, buscando uma vida melhor. Desta forma queremos sensibilizar os trabalhadores de saúde para a prática de ações alusivas à prevenção e detecção do câncer de mama em seus estágios mais iniciais”, explica Maria Simone Pan, diretora de Atenção Primária à Saúde da SES.

Durante o Outubro Rosa 2019 também está prevista uma série de atividades voltadas para a atenção integral à saúde da mulher. A ideia é intensificar ações para combater outras doenças, como por exemplo, a sífilis congênita. O dia 19 de outubro foi escolhido como o dia D da Atenção à Saúde Integral da Mulher, com aconselhamento e realização de testes rápidos nas unidades de saúde de cada município.

Programação estadual Outubro Rosa:

Durante todo o mês
Campanha “SED no Outubro Rosa” arrecada artigos de higiene, vestuário, maquiagem e bijuterias para doação. Ao final do mês, os itens serão doados para pacientes do Centro de Pesquisas Oncológicas (Cepon). As caixas para arrecadação ficarão na entrada da Secretaria de Estado da Educação, na Rua Antônio (Nico) Luz, 111, no Centro de Florianóplis.Escolas da rede estadual também têm ações previstas. A programação está diponível neste link

2 de outubro
Seminário Ápice On Maternidade Darcy Vargas: Aprimoramento e inovação no cuidado e ensino em obstetrícia e neonatologia. No Auditório Amunesc, das 8h15 às 16h, em Joinville.

2 e 3 de outubro
Palestras no Auditório da Maternidade Carmela Dutra, em Florianópolis, a partir das 10h30min, voltadas a pacientes e servidoras sobre prevenção e tratamento do câncer de mama.

3 e 4 de outubro
Aconselhamento e realização de testes rápidos de HIV e sífilis durante o Congresso Estadual de Saúde Coletiva na Universidade Federal de Santa Catarina.

4 de outubro
Webpalestra para profissionais da saúde: prevenção do câncer de mama.

9 de outubro
Webpalestra para profissionais da saúde: câncer cérvico uterino na Atenção Primária à Saúde.

18 de outubro
Distribuição de material informativo da Campanha Outubro Rosa e realização de testes rápidos de HIV e sífilis no Centro de Florianópolis.

18 de outubro
Webpalestra para profissionais da saúde: a consulta ginecológica na adolescência e seus aspectos éticos.

19 de outubro
Dia D da atenção à saúde integral da mulher com aconselhamento e realização de testes rápidos nas unidades de saúde de cada município.

21 de outubro
Fórum de discussão: Novas orientações para o preenchimento no e-SUS AB do procedimento Consulta do Pré-NAtal do PArceiro e dos testes rápidos de HIV e Sífilis no pai/parceiro.

23 de outubro
Evento de conscientização sobre câncer de mama para servidores no Teatro Pedro Ivo, na SC-401, em Florianópolis.

30 de outubro
Webpalestra para profissionais da saúde: manejo e prevenção da sífilis gestacional e congênita na Atenção Primária à Saúde.

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O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Administração, em parceria com a Fundação Escola de Governo ENA, promoverá a 1° edição do Fórum Nacional de Excelência em Gerenciamento e Fiscalização de Contratos de Gestão com Organizações Sociais. O evento, marcado para o dia 29 de outubro, no auditório do Conselho Regional de Contabilidade de Santa Catarina, no Centro da Capital, visa compartilhar experiências entre os estados para melhorar a fiscalização e supervisão das Organizações Sociais (OS) que atuam na gestão de unidades de saúde, por meio de contratos celebrados com as unidades da federação. 

A realização do evento é uma forma do Governo buscar soluções para entraves relacionados à atuação das OS nas unidades de saúde, explica o secretário da Administração Jorge Eduardo Tasca. “Por meio da busca de ferramentas que nos permitam melhorar o acompanhamento da execução desses contratos e que facilitem a gestão pública também estamos zelando pela transparência, melhoria do gasto e desburocratização de processos. Tudo para que as entregas aos usuários de saúde possam ser mais céleres”, disse.

Voltado a servidores públicos que atuam diretamente na gestão, controle, monitoramento e fiscalização de contratos de gestão com Organizações Sociais, além de representantes de órgãos de controle e gestores diretos dessas instituições, o evento será gratuito e com vagas limitadas.  De acordo com o Responsável pelo Programa Estadual de Incentivo às Organizações Sociais em Santa Catarina, Jaime Klein, o objetivo é contribuir com o intercâmbio de informações. “A troca de experiências em boas práticas de gestão melhora a atuação dos estados e órgãos fiscalizadores no acompanhamento da execução dos contratos de gestão com Organizações Sociais”, afirma.

O evento conta ainda com o apoio da Secretaria de Estado da Saúde, do Conselho Regional de Contabilidade, da Assessoria Empresarial BR Gaap, da Controladoria-Geral do Estado, e ainda do Sindicato dos Auditores Internos do Poder Executivo do Estado de Santa Catarina.

Sobre a atuação das OS

A implementação do Programa Estadual de Incentivo às Organizações Sociais tem como finalidade permitir a descentralização de atividades e serviços dirigidos a várias áreas, como assistência social, ensino, desenvolvimento tecnológico, proteção e preservação do meio ambiente, saúde entre outras. Atualmente, em Santa Catarina, das 22 clínicas e hospitais do Estado, oito são mantidos com a atuação direta das Organizações Sociais. 

Apesar disso, o programa de atuação também pode abranger atividades ligadas à a assistência social, desenvolvimento tecnológico, ao ensino e pesquisa, cultura e turismo. Diante da reforma administrativa aprovada pela lei estadual 741/2019, a Secretaria de Estado da Administração figura como coordenadora do programa de Incentivo às Organizações Sociais em Santa Catarina.

Informações adicionais para imprensa
Krislei Oechsler
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Estão abertas as inscrições para a VIII Mostra de Experiências de Humanização com o tema HumanizaSUS na contemporaneidade. O evento, promovido pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), por meio da Escola de Saúde Pública, tem como objetivo novas possibilidades de promoção da qualidade na gestão e no cuidado do Sistema Único de saúde (SUS).

O evento será realizado no dia 25 de outubro, no prédio das Escolas de Governo, em São José. As inscrições devem ser feitas neste link até o dia 11 de outubro. As vagas são limitadas para 90 participantes. Após a realização da inscrição, como participante, poderá ser feita a inscrição para apresentação de trabalho na mostra. 

Quem pode se inscrever

Serão selecionados 30 trabalhos para apresentação na modalidade oral, além de pôsteres. Nos trabalhos orais, os expositores terão 20 minutos para apresentação da experiência, com mais cinco minutos para debate. Já os pôsteres serão fixados na chegada, durante o credenciamento. Podem se inscrever profissionais, estudantes, gestores ou usuários da saúde com experiências de humanização na gestão e na atenção do SUS ou em redes e movimentos sociais. Também são aceitas experiências em secretarias estaduais e municipais de Saúde e em atividades de formação em educação permanente em saúde e humanização.

Eixos temáticos

Valorização do Trabalho e do Trabalhador: experiências com enfoque em ações de humanização voltadas aos trabalhadores, ao aprimoramento da gestão do trabalho, à educação permanente, à promoção de saúde no trabalho tendo como base as diretrizes da Política Nacional de Humanização.

Direitos do Usuário e Participação Social: experiências sobre o fomento da participação do usuário nos serviços. Gestão participativa com inclusão dos usuários. Estratégias de difusão e fortalecimento dos direitos dos usuários tendo como base a carta dos direitos do usuário, homologada pelo Conselho Nacional de Saúde e Ministério da Saúde.

Serviço 

VIII Mostra de Experiências de Humanização
Data: 25 de outubro, sexta-feira
Local: prédio das Escolas de Governo, localizado na Rua Tulipas, 236, no bairro Bela Vista III, em São José, anexo a UBS do Bela Vista.
Inscrições: até 11 de outubro, no link
E-mail e telefone para contato: espsc@saude.sc.gov.br e divisaopnh@gmail.com 
(48) 3664-7222 e 3665-4664

Informações adicionais para a imprensa
Gabriela Ressel
Assessoria de Comunicação
Secretaria de Estado de Saúde
Telefone: (48) 3664-7448
E-mail: imprensa@saude.sc.gov.br/ secretariadeestadodasaude@gmail.com


Foto: Divulgação / Dive

Vacinar todos os anos cães e gatos é a forma mais efetiva de prevenir a raiva. A doença é altamente letal e é fundamental tomar medidas de prevenção, reforça a Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (Dive), da Secretaria de Estado da Saúde, em alusão ao Dia Mundial Contra a Raiva, celebrado em 28 de setembro.

A raiva pode ser transmitida ao homem pela saliva de animais infectados, principalmente através de mordidas, mas arranhões e lambidas também podem ser meios de transmissão.  “É importante não se aproximar, tocar ou mexer em animais que você não conhece, ainda mais quando estiverem se alimentando ou dormindo. As pessoas não devem tocar, nem manusear os morcegos, que podem transmitir a doença” alerta Alexandra Schlickmann Pereira, médica veterinária da Dive.

O gerente de Zoonoses da Dive, João Fuck, alerta que no caso de incidentes com animais, como mordidas, é fundamental lavar o ferimento com água e sabão. “Depois é preciso procurar uma unidade de saúde o mais rápido possível. Os profissionais vão avaliar o ferimento e indicar o tratamento adequado”, explica.

O Sistema Único de Saúde (SUS) disponibiliza vacina e soro antirrábico. A Dive reforça que em caso de acidente, o animal deve ficar em observação por 10 dias, com água e comida disponíveis. Caso morra ou desapareça, é preciso comunicar a Unidade de Saúde.

Dados da raiva

No ano passado, de acordo com dados do Ministério da Saúde, foram registrados 11 casos de raiva humana no país (10 casos autóctones no estado do Pará e um caso importado no Paraná).

Em Santa Catarina, a Dive confirmou em maio desde ano, um óbito de uma paciente de 58 anos, residente no município de Gravatal, por conta da doença. Ela foi mordida por um gato infectado. O Estado não registrava casos de raiva humana há 38 anos. Já os últimos casos de raiva em cães e gatos em SC foram registrados em 2006, nos municípios de Xanxerê (um cão e um gato), Itajaí (um cão), e 2016, em Jaborá (um cão).

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Foto: Mayla Barbi/SES

Unidades hospitalares de Santa Catarina vão receber mais de R$ 300 milhões em investimentos a partir da nova Política Hospitalar Catarinense. O montante, que é três vezes maior em relação a 2018, será repassado em 12 parcelas mensais. A nova política definiu critérios e classificações para repasse aos hospitais com base em um amplo estudo técnico realizado pela Secretaria de Estado da Saúde (SES). A partir dessas regras, o Governo do Estado vai garantir mais transparência na gestão dos recursos públicos com o objetivo de ampliar os serviços e melhorar o atendimento ao cidadão.

As novas normas estão baseadas em critérios estabelecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A política é organizada a partir da definição dos serviços de saúde que, de forma regionalizada, são referência para o atendimento dos catarinenses. Uma atenção especial é dedicada para as linhas de urgência e emergência, materno-infantil e atenção psicossocial. A principal alteração é que, a partir da nova política hospitalar, os serviços receberão incentivo financeiro mensal de acordo com o porte da unidade e análise de desempenho. Todos os critérios e classificações são públicos e estão disponíveis para consultas neste link.

Segundo o secretário de Estado da Saúde, Helton de Souza Zeferino, a transparência e uso adequado dos recursos públicos são os principais avanços da nova política, que estabelece mudanças na relação entre gestores e prestadores de serviços. “Uma Política Hospitalar Catarinense era um pleito de mais de dez anos dos dirigentes de hospitais junto ao Estado”, afirma o secretário. “É uma entrega que o Governo de Santa Catarina fez nos seus primeiros oito meses de gestão, um processo construído com muito cuidado para que a população de todo o estado pudesse ser beneficiada com uma saúde regionalizada e resolutiva”.

A construção do projeto começou em 2018 e os critérios de classificação foram aprimorados pela Comissão Hospitalar de 2019. Toda a matriz de avaliação de desempenho foi apresentada e discutida nas Câmaras Técnicas Hospitalar e de Gestão/CIB, nas associações e federações dos hospitais filantrópicos e com os gestores.

Critérios para distribuição de recursos

A nova Política Hospitalar Catarinense estipula como critérios para definição de portes hospitalares os seguintes itens: número de leitos, número de leitos de UTI adulto, número de leitos de UTI pediátrica, número de leitos de UTI neonatal, taxa de ocupação geral, quantidade de clínicas com internação, exames diagnósticos disponibilizados, número de altas complexidades habilitadas e rede temática com serviço habilitado.

A Política Hospitalar Catarinense identificou 117 unidades hospitalares, sendo 96 filantrópicas ou municipais e outras 21 próprias da Secretaria de Saúde. Há ainda recursos para Unidades de Interesse da Saúde (UIM) e de Saúde Mental. Os recursos representam um investimento de R$ 303,7 milhões e podem ser utilizados para custeio e manutenção. O desempenho de todos os hospitais será avaliado mês a mês e, no segundo semestre de 2020, as classificações serão analisadas para o ano seguinte.

Repasse de acordo com o porte do hospital:

Porte I: até R$ 30 mil
Porte II: até R$ 70 mil
Porte III: até R$ 450 mil
Porte IV: até R$ 1 milhão
Porte V: até R$ 2 milhões

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Fabrício Escandiuzzi
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Foto: Divulgação / Maternidade Darcy Vargas

A Maternidade Darcy Vargas (MDV), de Joinville, participa do projeto Palhaçoterapia para integrar os servidores. As ações começaram em 2019 e a primeira turma de “palhaços” já atuou em diversos setores da unidade, que é vinculada à Secretaria de Estado da Saúde (SES). A iniciativa partiu da servidora Carla Gisele Vaichulonis, que teve a ideia de criar um grupo e participar do projeto de extensão Palhaçoteria, realizado pela Universidade da Região de Joinville (Univille), no início deste ano.

Inicialmente, a Palhaçoterapia é uma proposta voltada para os profissionais de saúde levarem alegria e descontração aos pacientes internados, mas o caso da unidade hospitalar no Norte de SC é diferente. O foco da iniciativa são os próprios servidores. “O grupo de palhaços é voltado exclusivamente aos profissionais que trabalham aqui. São servidores que se interessaram pelo curso e atuam junto aos setores da unidade para trazer alegria, descontração e elevar a autoestima de todos. Com isso, temos a oportunidade de integrar todas as alas, motivando a nossa equipe”, explica a diretora da MDV, Vera Lúcia Freitas.

Seis funcionários da maternidade realizam os encontros semanais de capacitação do Palhaçoterapia desde março deste ano e já há novos interessados em participar. “O treinamento faz a pessoa crescer e se confrontar. É um trabalho com psicólogos e que ajuda a pessoa a se conhecer e se curar, para que ela possa transmitir boas energias e cura a outros”, explica Carla. O objetivo é que os servidores atuem como palhaços uma vez ao mês, nos três turnos de trabalho da maternidade.

Sobre a Palhaçoterapia

O Palhaçoterapia, que completou 13 anos, é um projeto de Extensão da Univille. Tem o objetivo de resgatar na formação dos estudantes a preocupação com os aspectos humanísticos no cuidado à saúde. Utiliza-se da técnica do clown (palhaço), figura que representa o aspecto puro e ingênuo da personalidade e que percebe o ser humano de forma semelhante ao poeta. Após um período de preparação, que inclui conhecimentos em psicologia, aulas de teatro e técnica clown, os grupos visitam semanalmente hospitais de Joinville. Acadêmicos de medicina, fisioterapia e farmácia realizam as capacitações.

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