A Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive) informa que até a última quarta-feira, 11, foram notificados 95 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em Santa Catarina. Desse total, 17 foram confirmados para Influenza, 56 casos tiveram resultado negativo para Influenza A e B (SRAG não especificada), cinco casos de SRAG foram ocasionados por outro vírus respiratório e 17 casos continuam em investigação e aguardando confirmação laboratorial.

Dos 17 casos confirmados para Influenza, 11 são pelo subtipo A(H3N2), quatro por A(H1N1)pdm09 e dois por Influenza B.  Até essa data, apenas um óbito foi confirmado por Influenza causado pelo subtipo A(H3N2). Trata-se de uma pessoa que residia em Florianópolis.

>>> O boletim completo está disponíve aqui 

Segundo o diretor da Dive, Eduardo Macário,  até o momento, o número de casos de SRAG por Influenza está dentro do esperado para o período que antecede a sazonalidade. “Esse período inicia-se a partir de maio permanecendo até o fim de agosto. Há predomínio do vírus Influenza A(H3N2) acometendo idosos e adultos portadores de comorbidades (doenças crônicas). Também há uma circulação pequena, mas importante, do vírus Influenza A(H1N1). Isso pode refletir uma tendência de maior circulação desse vírus quando comparado ao ano de 2017, em que houve predomínio quase absoluto do subtipo A(H3N2) e somente um caso de A(H1N1)”, afirma o diretor da DIVE.

Isso reforça a importância de a população, em especial os portadores de fatores de risco para agravamento e óbito, procurar o serviço de saúde mais próximo da residência aos primeiros sinais e sintomas de gripe, para o tratamento adequado.

Além disso, devem ser reforçadas as medidas de prevenção e higiene como lavar as mãos com frequência e evitar ambientes fechados e aglomeração de pessoas. Também é necessário manter limpos com álcool superfícies e objetos que entram em contato frequente com as mãos, como mesas, teclados, maçanetas e corrimãos, além de não compartilhar objetos de uso pessoal, como copos e talheres.

A 20ª Campanha Nacional de Vacinação contra a influenza ocorrerá de 23 de abril a 1º de junho, sendo o dia “D” programado para ocorrer no sábado, 12 de maio,  quando todos os postos de vacinação estarão abertos. “Em Santa Catarina deverão ser imunizadas 1.844.225 pessoas pertencentes aos grupos prioritários”, informa Vanessa Vieira da Silva, gerente de Imunização da Dive.

Grupos prioritários para vacinação

Professores do ensino infantil, fundamental e médio de escolas públicas e privadas e do ensino superior público e privado, indivíduos com 60 anos ou mais, crianças entre seis meses e cinco anos, gestantes, puérperas – até 45 dias após o parto, trabalhadores da saúde, povos indígenas, grupos portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas, população privada de liberdade e funcionários do sistema prisional.

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O estoque de medicamentos nas unidades de Secretaria da Saúde de Santa Catarina chegou a 81% em pouco menos de 90 dias. Em janeiro deste ano, o estoque de medicamentos era de 36% do planejamento previsto, de acordo com os dados da própria Secretaria. Na última segunda-feira, 9, o percentual chegou a 81% de abastecimento.



"Estabeleci a saúde como prioridade das ações do governo. Vamos repor o estoque de medicamentos e insumos. Compramos melhor e por isso pagamos menos", ressaltou o governador. 

A meta, segundo o secretário de Saúde de Santa Catarina, Acélio Casagrande, é chegar aos 90% de estoque em breve. “O nosso compromisso é com uma gestão que preze pela eficiência pelo atendimento de qualidade à população catarinense. Ampliamos o número de profissionais qualificados, que buscam as melhores ferramentas para elevar o número de estoques. Isso nos deu a condição de elevar mais de mil cirurgias/mês nos nossos hospitais”, informou o secretário

A Assembleia Legislativa (Alesc) homenageou, em sessão especial realizada no Plenário Osni Régis, na noite de quarta-feira, 11, o Sistema Estadual de Transplantes. A solenidade marcou o reconhecimento ao trabalho realizado pela Central de Transplantes de Santa Catarina, que registrou taxa recorde em doações de órgãos em 2017.

No último ano, o sistema contabilizou 282 doadores de múltiplos órgãos, três vezes mais do que a média brasileira, comparando ao número de habitantes. Com esse resultado, se Santa Catarina fosse um país, teria uma das três melhores taxas de transplantes do mundo, de acordo com o coordenador da Central de Transplantes, médico Joel de Andrade.

PROFISSIONAIS ALTAMENTE CAPACITADOS

“Santa Catarina tem os mais bem treinados profissionais de saúde para detecção dos potenciais doadores, sua identificação e manutenção e para a entrevista familiar, que é uma etapa muito dura desse processo e que precisa de gente muito qualificada. Isso, somado à organização do sistema de saúde, nos levou aos índices que alcançamos”, explicou.

Andrade destacou que a homenagem é recebida pela equipe com muito orgulho e responsabilidade. “Sabemos que existem pacientes em lista de espera e que precisamos trabalhar para que todos tenham o que precisam, que é uma chance de viver.”

O secretário de Saúde de Santa Catarina, Acélio Casagrande, foi um dos homenageados. "Nós continuamos incentivando e apoiando as famílias de doadores para que o trabalho importante da SC Transplantes prossiga salvando vidas e mantendo Santa Catarina líder em captação de órgãos", comentou Casagrande.   

SC TRANSPLANTES

Central Estadual de Transplantes de Santa Catarina foi criada em 1999, faz parte da estrutura da Superintendência de Serviços Especializados e Regulação da Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina e funciona como agência executiva do Sistema Nacional de Transplantes.

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A Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (Dive) divulgou o boletim n° 09/2018 sobre a situação epidemiológica de febre amarela (FA), vigilânciade epizootias de Primatas Não Humanos - PNH (macacos) e eventos adversos pós-vacinação, em Santa Catarina, com dados até o dia 9 de abril de 2018.

SITUAÇÃO EPIDEMIOLÓGICA

>>> Vigilância de casos humanos

A vigilância de casos humanosé feita por meio da notificação de casos com sintomatologia compatível com FA. Todo caso suspeito deve ser imediatamente comunicado por telefone ou e-mail às autoridades de saúde (em até 24 horas), por se tratar de doença grave com risco de dispersão para outras áreas do território nacional e internacional.

No período de 1º janeiro a 9 de abril de 2018, foram notificados 41 casos suspeitos de febre amarela em Santa Catarina. Desses, 1 foi confirmado por critério laboratorial, 38 foram descartados (14 pelo critério laboratorial e 24 pelo critério clínico epidemiológico) e 2 permanecem em investigação, conforme os dados da Tabela 1.

Tabela 1: Casos notificados de febre amarela, segundo classificação e evolução. SC, 2018.

Classificação

Casos

Óbitos

n

%

n

%

Confirmados

1

2

1

50

        Autóctones

0

0

   

        Importados

1

100

   

Descartados

38

93

1

50

Em investigação

2

5

 

 

Total Notificados

41

100

2

100

Fonte: SINAN NET (com informações até 9 de abril de 2018).

   

Os dois casos em investigação têm histórico de deslocamento para Áreas Com Recomendação de Vacina nos 15 dias antes do início dos sintomas. Nenhum dos casos suspeitos em investigação tinha sido previamente vacinado contra a febre amarela.

O caso confirmado de febre amarela é de um residente do município de Gaspar, com histórico de viagem para o município de Mairiporã (SP), o que caracteriza um caso importado.

A Tabela 2 mostra a distribuição dos casos por Região de Saúde e município de residência. Os dois casos em investigação residem em município de Área Sem Recomendação de Vacina (Joinville).

Tabela 2. Casos notificados para febre amarela segundoregião de saúde e município de residência.SC, 2018.

Região de Saúde

Município de Residência

Notificados

Em investigação

Confirmados

Descartados

Médio Vale do Itajaí

Gaspar

1

-

1

-

Timbó

1

-

-

1

Extremo Sul Catarinense

Sta. Rosa do Sul

1

-

-

1

Carbonífera

Criciúma

2

-

-

2

Alto Vale do Itajaí

Trombudo Central

1

-

-

1

Grande Florianópolis

Florianópolis

10

-

-

10

São José

4

-

-

4

Nordeste

Joinville

5

2

-

3

Serra Catarinense

São Joaquim

1

-

-

1

Correia Pinto

1

-

-

1

Capão Alto

1

-

-

1

Lages

5

-

-

5

Xanxerê

Lageado Grande

1

-

-

1

Entre Rios

1

-

-

1

Oeste

Palmitos

1

-

-

1

Meio Oeste

Joaçaba

2

-

-

2

Campos Novos

1

-

-

1

Foz do Rio Itajaí

Balneário Camboriú

1

-

-

1

Alto Uruguai Catarinense

Peritiba

1

-

-

1

 

TOTAL

41

2

1

38

Fonte: SINAN NET (com informações até 9 de abril de 2018).

>>> Vigilância de Epizootias em Primatas Não Humanos – PNH (macacos)

A vigilância de epizootias em PNH consiste em captar informações sobre o adoecimento ou a morte desses animais para investigá-las oportunamente, a fim de se detectar precocemente a circulação do vírus amarílico e subsidiar a tomada de decisões para a adoção das medidas de prevenção e controle.

Os dados das epizootias serão divulgados conforme a sazonalidade da doença e a padronização da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, para melhor comparabilidade dos dados com os demais estados da federação. Dessa maneira, será considerado o períodode julho de 2017 a junho de 2018.

No período de julho de 2017 a junho de 2018, foram notificadas 118 mortes e 4 adoecimentos de PNH em 36 municípios de Santa Catarina, como se vê na Tabela 3. 

Tabela 3. Distribuição do número de PNH acometidos, por município de ocorrência e classificação.SC (jul. 2017 a jun. 2018).

Município de ocorrência

Mortes de PNH

Total de Notificações

Confirmadas

Descartadas

Indeterminadas

Em investigação

Anchieta

-

1

-

-

1

Blumenau

-

11

2

2

15

Brusque

-

0

-

1

1

Capão Alto

-

-

1

-

1

Caxambu do Sul

-

1

-

-

1

Cerro Negro

-

-

-

1

1

Concórdia

-

1

-

-

1

Cunhataí

-

-

1

-

1

Cordilheira Alta

-

-

1

-

1

Corupá

-

1

-

-

1

Florianópolis

-

17

17

24

58

Guaramirim

-

-

2

-

2

Indaial

-

6

-

-

6

Itapiranga

-

-

1

-

1

Jaraguá do Sul

-

1

-

-

1

Joinville

-

1

1

1

3

Lages

-

-

1

-

1

Morro da Fumaça

-

1

-

-

1

Nova Erechim

-

-

1

-

1

Novo Horizonte

-

-

-

1

1

Orleans

-

-

1

-

1

Paial

-

-

1

-

1

Peritiba

-

-

2

-

2

Pescaria Brava

-

1

-

-

1

Ponte Alta

-

-

-

1

1

Pouso Redondo

-

-

1

-

1

Rancho Queimado

-

-

-

1

1

Rio do Sul

-

-

1

-

1

Rio Negrinho

-

2

-

-

2

Santa Rosa de Lima

-

-

-

2

2

São Bento do Sul

-

1

-

-

1

São Francisco do Sul

-

-

2

1

3

São José do Cerrito

-

-

1

1

2

Schroeder

-

-

1

-

1

Vargem

-

-

1

1

2

Videira

-

-

1

-

1

Figura 2.  Epizootias em PNH segundo município de ocorrência. SC (jul. 2017 a jun. 2018).

Historicamente, a maior frequência de óbitos de PNH ocorre entre dezembro e maio (período sazonal), meses em que os serviços de vigilância devem estar mais sensíveis à suspeição de casos humanos e à ocorrência de epizootias. No entanto, é essencial que a população, diante do conhecimento de mortes de PNH, informe, em até 24 horas, as autoridades de saúde para que as coletas de amostras ocorram em tempo oportuno, visando a redução do número de epizootias indeterminadas.

>>> Eventos Adversos Pós-Vacinação

Evento adverso pós-vacinação (EAPV) é qualquer ocorrência médica indesejada após a vacinação e que não possui, necessariamente, uma relação causal com o uso de uma vacina ou outro imunobiológico (imunoglobulinas e soros heterólogos). Um EAPV pode ser qualquer evento indesejável ou não intencional, isto é, sintoma, doença ou achado laboratorial anormal (CIOMS; WHO, 2012).

No período de 1º de janeiro a 26 de março de 2018, foram aplicadas 83.288 doses da vacina contra a febre amarela em Santa Catarina. Nesse período, foram notificados 10 (0,012%) casos suspeitos de evento adverso grave pós-vacinação. Destes, 6 (60%) foram descartados, 3 (30%) confirmados e 1 (10%) está sob investigação.

Reforça-se que a vacina contra a febre amarela é considerada segura, sendo a medida mais eficaz para a proteção contra a doença. Ela é feita a partir de vírus vivo atenuado, que estimula a produção de anticorpos contra a doença. A ocorrência de eventos adversos, em especial os considerados graves, é rara, necessita de atendimento médico imediato e deve ser investigada pela vigilância epidemiológica.               

>> Mais informações

A Central da SC Transplantes será homenageada na próxima quarta-feira, 11, às 19h, em Sessão Especial, no Plenário Deputado Osni Régis, da Assembleia Legislativa de Santa Catarina. Estarão presentes 150 pessoas, entre receptores e suas famílias e familiares de doadores.Também participarão da solenidade o coordenador da Central SC Transplantes, o médico Joel de Andrade, e a chefe do Serviço Médico da Organização Nacional de Transplantes (ONT) da Espanha, Elisabeth Coll Torres, que é médica epidemiológica e referência no sistema de transplantes espanhol. 

Curso de formação de coordenadores

No mesmo dia, a partir das 14h, terá início o XX Curso de Formação de Coordenadores Hospitalares de Transplantes de Santa Catarina, no Plaza Hotel, localizado na Prainha, em Florianópolis. O evento vai até sexta-feira, 13, e contará com a participação de 23 palestrantes de Santa Catarina, de outros estados e da Espanha.

O curso reunirá em 120 profissionais entre médicos e enfermeiros e tratará questões como evolução e perspectivas do Sistema Brasileiro de Transplantes, aprimoramento do sistema, como a Espanha chegou aos 46,9 doadores por milhão de população, comunicação em situações críticas, acolhimento da família do potencial doador, entrevista familiar, entre outros assuntos.

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Em Joinville, o Hospital Infantil recebeu 13 novos leitos de UTI Neonatal em outubro de 2017 - Foto: Paulo Goeth / SES

Santa Catarina conta com 226 leitos de UTI Neonatal, sendo 174 públicos e 52 privados. A quantidade é acima do parâmetro estabelecido pela Portaria 930 de 2012,  do Ministério da Saúde, que preconiza dois leitos de UTI Neonatal para cada 1000 nascidos vivo.  

"Em Santa Catarina nascem em torno de 100 mil crianças por ano. Isso significa que são necessários 200 leitos de UTI Neonatal. Como temos 226, o Estado está acima do recomendado",  destaca o secretário de Estado da Saúde, Acélio Casagrande.

Dos leitos públicos em SC, 144 são custeados pelo Ministério da Saúde (MS) e 30 com recursos do Governo do Estado. Além destes, o Hospital Regional de São José (HRSJ) contará em breve com mais 10 leitos, também custeados com recursos do tesouro estadual.

IMPORTÂNCIA DO PRÉ-NATAL

O secretário destaca que a ocupação leitos de UTI Neonatal pode ser diminuída com ações relacionadas ao acompanhamento das mulheres no pré-natal e na atenção ao parto. "Nos últimos anos, mais de 73% das mulheres tiveram sete consultas ou mais durante a gestação. Mesmo assim, ainda cerca de 11% das crianças nascem prematuramente", observa Casagrande.

Esta prematuridade, segundo o secretário, em grande parte dos casos está relacionada  a intercorrências na gestação como infecção urinária, hipertensão e também às cesarianas eletivas agendadas.  Apesar de registrar redução a cada ano, a taxa de cesariana em 2016 em Santa Catarina foi de 57,7%.

Este é um índice ainda alto, pois a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda uma taxa desejável de até 15% dos partos cirúrgicos, enquanto o Ministério da Saúde (MS) estabelece uma meta de 35% para os hospitais de referência que atendem gestação de alto risco.

REDE CEGONHA

Preocupada em alcançar os índices preconizados pela OMS e MS, a Rede Cegonha, implantada em 2013 no Estado, vem promovendo ações para a melhoria destes indicadores. "Uma das ações é o projeto Aprimoramento e Inovação no Cuidado e Ensino em Obstetrícia e Neonatologia (APICEON) envolvendo a  Maternidade Darcy Vargas (Joinville), Maternidade Carmela Dutra  e Hospital Universitário (Florianópolis) e o Hospital Nossa Senhora da Conceição (Tubarão).

"O projeto tem a parceria do Ministério da Saúde e envolve estes quatro  hospitais de ensino que  estão sendo preparados para serem multiplicadores de práticas baseadas nas melhores evidências científicas de atenção ao parto e nascimento", complementa Carmen Delziovo, coordenadora do Grupo de Condução Estadual da Rede Cegonha.

LEITOS EM SANTA CATARINA:

UTI NEONATAL - TIPO I

Estabelecimento

Município

Existentes

SUS

Hospital E Maternidade Santa Luiza

Balneário Camboriú

7

0

Clinica Santa Helena

Florianópolis

10

0

Ilha Hospital E Maternidade

Florianópolis

5

0

Hospital Dona Helena

Joinville

6

0

Socimed

Tubarão

2

0

   

30

0

 Total

5

 
           

UTI NEONATAL - TIPO II

Estabelecimento

Município

Existentes

SUS

Hospital Municipal Ruth Cardoso

Balneário Camboriú

10

6

Hospital Santo Antonio

Blumenau

10

10

Hospital Regional Do Oeste

Chapecó

10

10

Hospital Unimed Chapecó

Chapecó

5

0

Hospital São Francisco

Concórdia

6

6

Hospital Materno Infantil Santa Catarina

Criciúma

7

7

Hospital Helio Anjos Ortiz

Curitibanos

7

7

Hospital Infantil Joana De Gusmão

Florianópolis

10

0

Hospital Universitário

Florianópolis

9

8

Maternidade Carmela Dutra

Florianópolis

10

10

Hospital E Maternidade Marieta Konder Bornhausen

Itajaí

10

10

Hospital E Maternidade Jaraguá

Jaraguá Do Sul

6

6

Hospital Materno Infantil Dr Jeser Amarante Faria

Joinville

20

7

Maternidade Darcy Vargas

Joinville

10

10

Hospital Geral E Maternidade Tereza Ramos

Lages

8

6

Hospital Infantil Seara Do Bem

Lages

3

3

Maternidade Dona Catarina Kuss

Mafra

9

9

Hospital Regional Alto Vale

Rio Do Sul

4

4

Hospital Regional De São Jose Drhomero Miranda Gomes

São Jose

10

10

Hospital Regional São Paulo Assec

Xanxerê

9

8

   

173

137

 Total

20

 
           


UTI NEONATAL - TIPO III

Estabelecimento

Município

Existentes

SUS

Hospital Santa Catarina

Blumenau

5

0

Centro Hospitalar Unimed

Joinville

9

0

Hospital Nossa Senhora Da Conceição

Tubarão

9

7

   

23

7

 Total

3

 
         

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Foto: Fabricio Escandiuzzi

Uma reunião estratégica para tratar das filas nos hospitais da Grande Florianópolis foi realizada na noite desta segunda-feira, 9, com representantes de unidades hospitalares e secretários municipais de Saúde de toda a região. O encontro, promovido pelo secretário de Estado da Saúde, Acélio Casagrande, teve como principal objetivo a criação de uma força-tarefa para minimizar filas de pacientes no Hospital Regional de São José (HRSJ) e no Hospital Celso Ramos (HCR).

Com a medida, pacientes que precisam de atendimento de baixa e média complexidade e os que não necessitam de internação poderão ser atendidos em outras unidades de saúde da região.

O diretor do HRSJ, médico Valdir José Ferreira, explicou sobre a situação do hospital que recebe pacientes de toda a região e conta com procedimentos de alta e média complexidade. “Estamos falando de um complexo hospitalar que recebe 30 mil pessoas por mês e realiza 1,5 mil cirurgias e outras 1,5 mil internações. Tenho normalmente 100 pessoas a mais do que a minha capacidade de leitos diariamente”, afirmou Ferreira, lembrando que muitos desses usuários são classificados como azul ou verde, ou seja, poderiam ser atendidos em unidades básicas de saúde e de pronto atendimento.

No encontro, também ficaram definidas algumas ações e trocas de informações entre as unidades para uso de leitos ociosos e realização de procedimentos em unidades de Biguaçu, Canelinha, Angelina, Santo Amaro da Imperatriz, Tijucas, Florianópolis e São José. “Esse é o início de um caminho para pensarmos em rede”, observou o diretor do HRSJ.

Atualmente, existem 3059 leitos em toda a região e, muitos deles encontram-se ociosos, com vagas a serem preenchidas. “Temos 50 leitos em um hospital de muita qualidade e também podemos auxiliar com internações”, comentou a irmã Maria Harordt, diretora Administrativa do Hospital de Angelina. “Nunca presenciei uma reunião com todos os diretores de hospitais. Assim teremos clareza para continuar trabalhando firme para atender as pessoas que precisam”, complementou a irmã.

O secretário Acélio Casagrande reforçou o compromisso do Governo do Estado em solucionar a questão das filas nos hospitais, oferecendo atendimento de qualidade à população catarinense. “A união de forças na Atenção Básica, por meio das secretarias municipais de saúde, UPAs, hospitais e SES, com certeza diminuirá o tempo de espera de pacientes em nossos hospitais”, destacou Casagrande. O próximo encontro entre os representantes das unidades hospitalares da Grande Florianópolis e a Secretaria de Estado da Saúde (SES) será no dia 8 de Maio.

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Criciúma recebe neste sábado, 7, o movimento #secuidaSC, em alusão ao Dia Mundial da Saúde. O evento será na Praça Nereu Ramos, na Avenida Getúlio Vargas, em Criciúma, a partir das 9h.

Entre as atrações estão atividades físicas funcionais e recreativas, aulões de dança com adolescentes, zumba, circuito funcional e contação de histórias. Também haverá apresentação de Jiu-jitsu, dicas sobre alimentação saudável, varal de receitas, distribuição de sementes e mudas de árvores frutíferas. Os visitantes ainda poderão receber orientações sobre o combate ao uso de tabaco, álcool e outras drogas, avaliação de IMC e avalição postural. 

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Patrícia Pozzo e Cristina Schulze
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A Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (Dive/SC) divulga o boletim n° 06/2018 sobre a situação da vigilância entomológica do Aedes aegypti e a situação epidemiológica de dengue, febre dechikungunya e zika vírus, com dados até a Semana Epidemiológica (SE) n°13 (31 de dezembro de 2017 a 31 de marçode 2018).

No período de 31 de dezembro de 2017 a 31 de março de 2018, foram identificados 6.929 focos do mosquito Aedes aegypti em 132 municípios. Nesse mesmo período em 2017, haviam sido identificados 4.208 focos em 116 municípios. O número de focos de 2018 é 64,7% maior quando comparado ao mesmo período do ano de 2017.

Em relação à situação entomológica, já são 67 municípios considerados infestados, o que representa um incremento de 21,8% em relação ao mesmo período de 2017, que registrou 55 municípios nessa condição.

Municípios considerados infestados pelo mosquito Aedes aegypti

Águas de Chapecó

Coronel Martins

Maravilha

Quilombo

Águas Frias

Cunha Porã

Modelo

Saltinho

Anchieta

Descanso

Mondaí

São Bernardino

Balneário Camboriú

Dionísio Cerqueira

Navegantes

São Carlos

Bandeirante

Formosa do Sul

Nova Erechim

São Domingos

Belmonte

Florianópolis

Nova Itaberaba

São José

Bom Jesus

Galvão

Novo Horizonte

São José do Cedro

Bom Jesus do Oeste

Guaraciaba

Palma Sola

São Lourenço do Oeste

Brusque

Guarujá do Sul

Palmitos

São Miguel do Oeste

Caibi

Iporã do Oeste

Paraíso

Saudades

Camboriú

Ipuaçu

Passo de Torres

Seara

Campo Erê

Iraceminha

Penha

Serra Alta

Catanduvas

Itajaí

Pinhalzinho

Sul Brasil

Caxambu do Sul

Itapema

Planalto Alegre

União do Oeste

Chapecó

Itapiranga

Porto Belo

Xanxerê

Cordilheira Alta

Joinville

Porto União

Xaxim

Coronel Freitas

Jupiá

Princesa

 

Dengue

No período de 31 de dezembro de 2017 a 31 de março de 2018, foram notificados 615 casos de dengue em SantaCatarina. Desses, 5 (1%) foram confirmados (todos pelo critério laboratorial), 17 (2%) estão inconclusivos (classificação utilizada no SINAN para os casos que, após 60 dias da data de notificação, ainda não tiveram sua investigação encerrada), 490 (80%) foram descartados por apresentarem resultado negativo para dengue e 103 (17%) estão sob investigação pelos municípios.

Do total de casos confirmados até o momento, 2 são autóctones (transmissão dentro do estado), ambos residentes no município de Itapema, e 3 são importados (transmissão fora do estado), residentes nos municípios de Biguaçu, Porto União e São José, apresentando, respectivamente, os estados do Mato Grosso do Sul, da Bahia e da Paraíba como Local Provável de Infecção. Em comparação com o último boletim, houve a confirmação dos 2 casos autóctones. 

Febre de chikungunya

No período de 31 de dezembro de 2017 a 31de março de 2018, foram notificados 129 casos de febre de chikungunya em Santa Catarina. Desses, 5 (4%) foram confirmados (todos pelo critério laboratorial), 84 (65%) foram descartados, 40 (31%) permanecem como suspeitos, sendo investigados pelos municípios.

Do total de 5 casos confirmados até o momento, 3 são importados (transmissão fora do estado) e 2 são autóctones (transmissão dentro do estado), ambos residentes no município de Cunha Porã. O caso autóctone divulgado por São Miguel do Oeste permanece em investigação, aguardando o resultado do exame encaminhado ao laboratório de referência do estado.

 

Casos confirmados de febre de chikungunya segundo classificação, município de residência e local provável de infecção (LPI)

Municípios de residência/ SC

Nº de casos em investigação de LPI

Nº de casos indeterminados

Nº de casos importados

Nº de casos autóctones

Local Provável de Infecção (LPI)

 
 

Cunha Porã

0

0

1

2

1 Mato Grosso,

2 Cunha Porã/SC

 

Itajaí

0

0

1

0

1 Rio de janeiro

 

Tubarão

0

0

1

0

1Mato Grosso

 

Total

0

0

3

2

5

 

Zika vírus

No período de 31 de dezembro de 2017 a 31 de março de 2018, foram notificados 35 casos de zika vírus em Santa Catarina, 27 (77%) foram descartados, 7 (20%) permanecem como suspeitose 1 (3%) como inconclusivo.

Na comparação com o mesmo período de 2017, quando foram notificados 39 casos, observa-se uma redução de 10% na notificação em 2018 (35 casos).

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Foto: Cristiano Rigo Dalcin / ADR Lages

Uma das instituições públicas de saúde mais tradicionais de Santa Catarina está prestes a se tornar também uma das mais modernas. Maior investimento individual na saúde pública estadual, com recursos de R$ 100 milhões do Governo do Estado, a obra de ampliação do Hospital Tereza Ramos, em Lages, chega neste momento a 90% e conta com o trabalho de 100 profissionais diariamente.

Com 74 anos de existência e mais de seis milhões de atendimentos realizados ao longo da história, o Hospital Tereza Ramos, de Lages, ganhará mais 122 leitos (92 de internação e 30 de UTI), serviços de urgência e emergência, centro de diagnóstico por imagens, centro cirúrgico e heliponto para agilizar o transporte aéreo de pacientes.

A construção do prédio já está pronta, inclusive com elevadores, janelas, vidros, instalações elétricas e hidrossanitárias (água e esgoto), e gases medicinais.  O sistema de climatização também está concluído. Funcionários trabalham na instalação de cabos, e na colocação do piso específico do centro cirúrgico, além da instalação de corrimões, e detalhes da pintura interna. O estacionamento, a urbanização e o paisagismo do pátio serão contemplados na última etapa da obra.

Lages - Obra de ampliação do Hospital Tereza Ramos, chega a 90%

Na sequência, serão instalados no primeiro andar os móveis, que foram adquiridos mediante licitação, e já chegaram. A passarela social já está concretada, faltando apenas a instalação das paredes laterais e a cobertura. A passarela de serviço deverá ser instalada na próxima semana. Nesta semana, os funcionários concluíram o bloco de concreto, que servirá de alicerce para o pilar de sustentação da passarela. “São necessários sete dias para a cura do bloco de concreto”, explica tecnicamente, o engenheiro residente Eduardo Tigre.  

Lages - Obra de ampliação do Hospital Tereza Ramos, chega a 90%

A ampliação beneficiará 800 mil pessoas de 67 municípios catarinenses que encontram no HTR um centro de referência e excelência nos serviços de alta complexidade em cirurgia bariátrica, gestações de alto risco, infectologia, tratamento de queimados e oncologia. “As obras estão dentro da normalidade e cada vez mais fica a certeza de que o Hospital Tereza Ramos será um dos maiores e mais modernos do Sul do Brasil”, completa o secretário da Agência de Desenvolvimento Regional (ADR) de Lages, João Alberto Duarte.

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