O secretário de Estado da Saúde, Dalmo Claro de Oliveira, entregou nesta quarta-feira, 19, um micro-ônibus para o Centro Catarinense de Reabilitação (CCR). O veículo, totalmente adaptado, foi doado pelo Ministério da Saúde (MS) e faz parte do Projeto Viver Sem Limites, do Governo Federal.

Além do motorista, o veículo tem capacidade para 14 pessoas, com seis lugares para cadeirantes e oito para acompanhantes. O micro-ônibus servirá para o transporte de pacientes com extrema dificuldade de locomoção e que estejam sendo tratados no CCR. Além do veículo para o transporte de pacientes, o CCR também receberá, mensalmente, recursos federais no valor de R$ 140 mil para custeio.

O Projeto Viver Sem Limites está distribuindo micro-ônibus e furgões aos 26 centros de reabilitação habilitados em todo o país. O CCR, localizado em Florianópolis, é o primeiro de Santa Catarina a estar habilitado e integrar o projeto do Ministério da Saúde. Existe a previsão da instalação de mais dois centros no Estado, em locais e datas ainda a serem definidos.

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Ana Paula Bandeira 
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O Governador Raimundo Colombo autorizou nesta terça-feira, 18, a assinatura de um convênio no valor de R$ 9.262.850,48 entre o Estado e a Fundação Hospitalar de Curitibanos. A instituição é mantenedora do Hospital Regional Hélio Anjos Ortiz (HHAO) que atende atualmente mais de 20 municípios na região central do estado. “São recursos destinados à manutenção e custeio do nosso hospital que atende diretamente cerca de 90 mil pessoas”, destaca o Secretario de Desenvolvimento Regional de Curitibanos, Roque Stanguerlin.

Os recursos foram viabilizados pela Secretaria de Estado da Saúde, com interveniência da SDR de Curitibanos. O diretor do HHAO, Marcelo Pasolini, salienta a parceria com o estado no apoio à saúde da região. “Como o nosso volume de atendimento é muito grande, este convênio com o governo de Santa Catarina é fundamental. Atendemos pessoas de diversos pontos do estado, muitas vezes do oeste ao litoral uma vez que duas das mais importantes rodovias federais se cruzam exatamente aqui”, ressalta.

Os recursos serão pagos em dez parcelas sendo sete delas em 2013 e outras três em 2014. Para o gerente regional de saúde, Rafael Gerhardt, a proposta de trabalho apresentada no convênio tem como meta principal melhorar o atendimento médico-hospitalar na região. “Além do custeio e manutenção, nós acompanharemos a aplicação destes recursos para que tudo ocorra de maneira otimizada de modo a atender bem à população”, explica.

Mais informações
Fabio Fontana
Secretaria de Desenvolvimento Regional de Curitibanos
(49)8839-0615 

A Secretaria de Estado da Saúde informa, a seguir, a situação das emergências dos hospitais Celso Ramos e Regional de São José nesta terça-feira, 18.

Até o final da manhã desta terça-feira 18, a emergência do Hospital Celso Ramos, em Florianópolis, atendeu 46 pessoas. Havia seis pacientes aguardando atendimento e 15 estavam em observação. Segundo informações da direção geral da unidade de saúde, um paciente atendido na Emergência está em estado grave. Nas últimas 24 horas, o Celso Ramos recebeu, na Emergência, 301 pessoas.

No Hospital Regional de São José, a emergência geral tinha 152 pacientes até as 11 horas desta terça-feira. Quarenta e uma pessoas aguardavam consulta e nove estavam em observação. Nas últimas 24 horas, de acordo com as informações da direção do Hospital Regional de São José, o setor de emergência atendeu 340 pacientes.

A Secretaria de Estado da Saúde orienta a população a primeiro procurar os centros de saúde dos seus municípios. Os postos de saúde e Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) estão aptos a atender situações de urgência, que são aqueles em que a pessoa não corre riscos. São casos, por exemplo, de febre e dores generalizadas. Os casos mais graves serão encaminhados para os hospitais.

Ana Paula Bandeira
Assessoria de Comunicação
Secretaria de Estado da Saúde

O terreno onde será construída a Policlínica Regional de São Miguel do Oeste foi avaliado nesta segunda-feira, 17, pelo coordenador do Pacto pela Saúde da Secretaria de Estado da Saúde (SES), Ivanor Bez e pelo gerente de obras, engenheiro civil e sanitarista, Wesley Cardia. Foram realizadas reuniões na sede da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Regional de São Miguel do Oeste e no Hospital Regional do Extremo Oeste (HRE) Terezinha Gaio Basso e também visitas ao terreno previsto para a obra. A Policlínica faz parte do Pacto pela Saúde e tem previsão de investimento de R$ 5 milhões.

Estão sendo analisados dois locais ao lado do HRE. Após a visita dos profissionais da Secretaria de Estado, o próximo passo será encaminhar informações do subsolo, topografia e a avaliação da capacidade de suporte para obras dos pontos previstos para a construção. O coordenador do Pacto pela Saúde, Ivanor Bez, menciona que o valor de investimento pode variar. “Isso vai depender do terreno de cada Policlínica, por isso estamos realizando essas avaliações”, confirma.

O coordenador também frisa que a Policlínica Regional em São Miguel do Oeste tem vários pontos favoráveis para sua construção. “O terreno já é do Estado, os dois pontos são excelentes para a obra e estão próximos ao Hospital Regional e ao Samu”, observa. Conforme o gerente de Obras da SES, Wesley Cardia, os projetos padrões das Policlínicas Regionais já estão sendo realizados. “Os mesmos serão, posteriormente, adaptados de acordo com os terrenos em que serão executadas as obras.”

O secretário Regional, Volmir Giumbelli, lembra que a Policlínica irá ampliar o atendimento da Saúde na região do Extremo Oeste. “Já apresentamos o estudo que apontam as especialidades que ainda são necessidades para os municípios”. Foram indicadas mais 30 especialidades no estudo feito em parceria com o Colegiado de Secretários Municipais de Saúde. Entre as principais, se destacam a Ressonância Magnética, Ecopler, Neurologia, Geriatria, Dermatologia, Mastologia, Psiquiatria, Endocrinologia e Rematologia.

As reuniões e avaliação do terreno também foram acompanhadas pelo diretor geral, Vilson Bratkowski; o gerente Regional de Saúde, Alencar Barbieri, o gerente de Infraestrutura, André Dahmer; o diretor geral do Hospital Regional Terezinha Gaio Basso, Valmor Busnello; o diretor adjunto, Marcio Sottana e o engenheiro civil do HRE, Fernando Roberto Vidor.

Sobre o Pacto pela Saúde
O programa específico para a Saúde faz parte do Pacto por Santa Catarina, que prevê a aplicação de recursos em setores básicos de atendimento à população como Infraestrutura, Segurança Pública, Educação, entre outros. O Pacto pela Saúde é uma ação de reestruturação do setor que traz novos conceitos de gestão e de organização do sistema de saúde no Estado. O programa vai atacar duas frentes. A primeira será a construção, ampliação e reforma dos hospitais regionais e serviços de alta resolutividade com a construção de 10 policlínicas, com 2,5 mil metros quadrados cada, e a reforma de outras 11 unidades. 

Mais informações
Gisele Vizzotto
Secretaria de Desenvolvimento Regional de São Miguel do Oeste
(49)8801-4794 

A gerente de Saúde da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Regional de Dionísio Cerqueira, Eila Labres, participa nesta terça-feira, 18, no município de Chapecó, de uma reunião que vai debater a atuação da Rede Cegonha. O encontro começa às 9h da manhã e vai até as 17h, com participação dos 72 municípios que fazem parte da Macrorregião Oeste da saúde.

Eila explica que a Rede Cegonha sistematiza e institucionaliza um modelo de atenção ao parto e ao nascimento que vem sendo discutido e construído no Brasil desde os anos 1990. “Esse sistema garante às mulheres e às crianças uma assistência humanizada e de qualidade, que lhes permite vivenciar a experiência da gravidez, do parto e do nascimento com segurança”, destaca a gerente. O programa é uma estratégia do Ministério da Saúde, operacionalizada pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A Rede Cegonha também vai identificar onde as gestantes de alto risco do Extremo-Oeste serão atendidas durante o pré-natal e o nascimento. Hoje a referência do Extremo-Oeste é o Hospital e Maternidade de Florianópolis.

Mais informações
Lucas Matias
Secretaria de Desenvolvimento Regional de Dionísio Cerqueira
(49)9115-9027 

O Hospital Regional de Araranguá passará por um estudo de viabilidade para implantação do serviço de alta complexidade em ortopedia na unidade de saúde. A decisão tomada nesta segunda-feira, 17, pelo secretário-adjunto de Estado da Saúde, Acélio Casagrande, visa resolver uma demanda da Região Sul catarinense, que é o acesso da população aos serviços de ortopedia.

O secretário-adjunto de Estado da Saúde, Acélio Casagrande, adotou como rotina reunir-se, todas as segundas-feiras, com secretários municipais de Saúde e prestadores de serviços em Saúde da região Sul do Estado.

Nesta segunda-feira, a pauta do encontro foi o acesso dos pacientes aos serviços de ortopedia e maternidade. Na reunião, que aconteceu no Hospital São José, em Criciúma, foi constituída uma comissão para definir a vocação dos hospitais da região nessas que são chamadas de áreas críticas entre as especialidade médicas da região Sul.

“Autorizei um estudo de viabilidade para implantação da ortopedia de alta complexidade no Hospital Regional de Araranguá”, explicou Acélio Casagrande.

Ana Paula Bandeira
Assessoria de Imprensa da Sec. de Estado da Saúde
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A Secretaria de Estado da Saúde informa, a seguir, a situação das emergências dos hospitais Celso Ramos e Regional de São José nesta segunda-feira, 17.

Até o final da manhã desta segunda-feira 17, a emergência do Hospital Celso Ramos, em Florianópolis, atendeu 39 pessoas. Havia 12 pacientes aguardando atendimento e nove estavam em observação. Segundo informações da direção geral da unidade de saúde, quatro pacientes atendidos na Emergência estão em estado grave. Nas últimas 24 horas, o Celso Ramos recebeu, na Emergência, 118 pessoas.

No Hospital Regional de São José, a emergência geral tinha 152 pacientes até as 11 horas desta segunda-feira. Cinquenta e três pessoas aguardavam consulta e sete estavam em observação. Nas últimas 24 horas, de acordo com as informações da direção do Hospital Regional de São José, o setor de emergência atendeu 229 pacientes.

A Secretaria de Estado da Saúde orienta a população a primeiro procurar os centros de saúde dos seus municípios. Os postos de saúde e Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) estão aptos a atender situações de urgência, que são aqueles em que a pessoa não corre riscos. São casos, por exemplo, de febre e dores generalizadas. Os casos mais graves serão encaminhados para os hospitais.

Ana Paula Bandeira

Assessoria de Comunicação

Secretaria de Estado da Saúde

A Secretaria de Estado da Saúde ampliou a faixa etária das crianças a serem vacinadas contra a gripe. Meninos e meninas com menos de cinco anos devem ser levados aos postos de saúde para serem imunizados, a partir desta segunda-feira, 17.

A campanha nacional de vacinação contra a gripe terminou no dia 10 de maio. No entanto, as unidades de saúde de Santa Catarina continuam vacinando os grupos prioritários e o fará enquanto houver doses disponíveis.

“Era um desejo do Estado imunizar todas as crianças menores de cinco anos. Avaliando o quantitativo de vacinas ainda disponíveis, conseguimos estender o benefício para essa faixa etária tão importante”, explica o secretário de Estado da Saúde, Dalmo Claro de Oliveira.

A ampliação beneficiará 170 mil crianças catarinenses. “Estas crianças, apesar de não serem consideradas como parte dos grupos prioritários para vacinação contra influenza pelo Ministério da Saúde, possui uma elevada taxa de hospitalização, justificando assim a indicação”, afirma o diretor de Vigilância Epidemiológica, Fábio Gaudenzi.

A Secretaria de Estado da Saúde orienta que os pais levem seus filhos com idade de seis meses a menores de cinco anos, que ainda não foram vacinados contra a influenza, a um posto de vacinação, acompanhados da carteirinha de vacinação. “Além disso, o Estado recomenda que os municípios intensifiquem a busca de pessoas ainda não vacinadas pertencentes a todos os grupos prioritários, especialmente os portadores de doenças crônicas e idosos”, acrescenta o gerente de Imunização Eduardo Macário.

Campanha

Até sexta-feira, 14, Santa Catarina alcançou uma cobertura de 95,5% para a vacina contra influenza em todos os grupos. Foram mais de 1,37 milhão de doses aplicadas nos grupos prioritários. Dos 295 municípios catarinenses, 288 (98,3%) ultrapassaram a meta de 80% de cobertura nos grupos, garantindo assim que a população de maior risco para terem complicações por gripe esteja imunizadas antes do inverno.

No dia 15 de maio, foi ampliada a vacina para crianças com idade de dois anos a dois anos, onze meses e 29 dias. Desde então, 26 mil crianças desta faixa etária já foram imunizadas.

Os municípios poderão utilizar estrutura da campanha de vacinação contra pólio, que ocorrerá até o dia 21 de junho, como estratégia para vacinar estas crianças.

Gripe

Ao surgirem sintomas de gripe, como febre, tosse ou dor de garganta, dor de cabeça ou dor no corpo, as pessoas, vacinadas ou não, devem procurar a unidade de saúde mais próxima para assistência médica, diagnóstico e tratamento adequado, evitando o agravamento. O profissional de saúde irá avaliar o quadro clínico e a necessidade da utilização do Antiviral Fosfato de Oseltamivir. A automedicação não deve ser estimulada, pois além de mascarar sintomas da gripe dificultando o diagnóstico, pode provocar uma demora do paciente na procura do serviço de saúde para tratamento adequado.

Ana Paula Bandeira

Assessoria de Imprensa da Sec. de Estado da Saúde

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Para comemorar o Dia Mundial do Doador de Sangue, o Centro de Hematologia e Hemoterapia de Santa Catarina (Hemosc) realiza neste domingo, 16, na Avenida Beira-Mar Continental, no Estreito, a sua 1ª Corrida de Rua do Hemosc. A ideia é valorizar o doador e chamar a atenção da população para a importância dessas pessoas na vida de milhões de pacientes em todo o mundo.

O início das atividades está previsto para as 8h, sendo que o evento foi dividido em duas modalidades: caminhada de 2,5 quilômetros e corrida de 5 e 10 quilômetros, respectivamente.  Mais de 650 pessoas se inscreveram.  Segundo os organizadores, muitos são doadores regulares de sangue do Hemosc que buscam no esporte uma forma saudável de entretenimento.

A premiação deve ocorrer por volta das 10h. Durante toda a manhã haverá também outras atividades recreativas no local. Os kits aos participantes serão distribuídos neste sábado, 15, no Hemosc, das 9h às 17h.

Campanha “Cada voluntário é um herói”
Além de comemorar o Dia Mundial do Doador de Sangue (que é dia 14), a 1ª Corrida de Rua do Hemosc também marca o início da Campanha de Inverno, que irá ao ar na segunda-feira,17. A campanha tem como foco estimular a doação de sangue nesta estação do ano quando, historicamente, os estoques diminuem.

Com o tema “Cada voluntário é um herói”, já utilizado no início deste ano, a campanha lembra que o gesto de cada doador pode, efetivamente, salvar uma vida. Para ilustrar essa ideia, a iniciativa dos doadores voluntários é representada por dedos indicadores, vestidos com roupas de herói. Os dedos-heróis, ou "Hero Fingers" foram produzidos pelo fotógrafo australiano Julian Wolkenstein.

Serviço:

O que: 1a. Corrida de Rua do Hemosc
Quando: Domingo, dia 16 de junho de 2013.
Onde: Avenida Beira Mar Continental – Bairro do Estreito – Fpolis
Modalidades: Caminhada (2,5 Km) e Corrida (5 Km e 10 Km)
Participantes: 650 pessoas

Mais informações: Lúcia Helena (9963-2091) e Eduardo (9652-6307)

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A Secretaria de Estado da Saúde ampliou a faixa etária das crianças a serem vacinadas contra a gripe. Meninos e meninas com menos de cinco anos devem ser levados aos postos de saúde para serem imunizados, a partir da próxima segunda-feira, 17.

A campanha nacional de vacinação contra a gripe terminou no último dia 10 de maio. No entanto, as unidades de saúde de Santa Catarina continuam vacinando os grupos prioritários e o fará enquanto houver doses disponíveis.

“Era um desejo do Estado imunizar todas as crianças menores de cinco anos. Avaliando o quantitativo de vacinas ainda disponíveis, conseguimos estender o benefício para essa faixa etária tão importante”, explica o secretário de Estado da Saúde, Dalmo Claro de Oliveira.

A ampliação beneficiará 170 mil crianças catarinenses que poderão ser imunizadas contra a gripe. “Estas crianças, apesar de não serem consideradas como parte dos grupos prioritários para vacinação contra influenza pelo Ministério da Saúde, possui uma elevada taxa de hospitalização, justificando assim a indicação”, afirma o diretor de Vigilância Epidemiológica, Fábio Gaudenzi.

A Secretaria de Estado da Saúde orienta que os pais levem seus filhos com idade de seis meses a menores de cinco anos, que ainda não foram vacinados contra a influenza, a um posto de vacinação, acompanhados da carteirinha de vacinação. “Além disso, o Estado recomenda que os municípios intensifiquem a busca de pessoas ainda não vacinadas pertencentes a todos os grupos prioritários, especialmente os portadores de doenças crônicas e idosos”, acrescenta o gerente de Imunização Eduardo Macário.

Campanha
Até esta sexta-feira, 14, Santa Catarina alcançou uma cobertura de 95,5% para a vacina contra influenza em todos os grupos. Foram mais de 1,37 milhão de doses aplicadas nos grupos prioritários. Dos 295 municípios catarinenses, 288 (98,3%) ultrapassaram a meta de 80% de cobertura nos grupos, garantindo assim que a população de maior risco para terem complicações por gripe esteja imunizadas antes do inverno.

No dia 15 de maio, foi ampliada a vacina para crianças com idade de dois anos a dois anos, onze meses e 29 dias. Desde então, 26 mil crianças desta faixa etária já foram imunizadas.

Os municípios poderão utilizar estrutura da campanha de vacinação contra pólio, que ocorrerá até o dia 21 de junho, como estratégia para vacinar estas crianças.

Gripe
Ao surgirem sintomas de gripe, como febre, tosse ou dor de garganta, dor de cabeça ou dor no corpo, as pessoas, vacinadas ou não, devem procurar a unidade de saúde mais próxima para assistência médica, diagnóstico e tratamento adequado, evitando o agravamento. O profissional de saúde irá avaliar o quadro clínico, e a necessidade da utilização do Antiviral Fosfato de Oseltamivir. A automedicação não deve ser estimulada, pois além de mascarar sintomas da gripe dificultando o diagnóstico, pode provocar uma demora do paciente na procura do serviço de saúde para tratamento adequado.

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