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O serviço de oncologia do Hospital Regional Terezinha Gaio Basso – Instituto Santé, em São Miguel do Oeste, completa um ano de atendimento à população do Extremo-Oeste em agosto. Com números que crescem a cada mês, a qualidade e o atendimento humanizado são destaques do setor que atende uma região de 30 municípios, totalizando 230 mil habitantes.

O diretor de apoio do Hospital Regional, Rodrigo Lopes, destaca que os números representam o crescimento esperado, mas muito mais rápido que o planejado. “Em poucos meses, atingimos metas que prevíamos levar mais tempo. Um exemplo são as cirurgias. Chegamos a realizar 60 procedimentos em um mês”, recorda.

Nos 12 meses de atendimento, foram realizadas mais de 4 mil consultas e retornos, sendo que do total, quase 800 são de pacientes novos.

Nos primeiros 365 dias do serviço, foram realizados cerca de 17.500 exames clínicos, de imagem e de patologia. Além disso, quase 500 procedimentos cirúrgicos foram feitos, uma média em torno de 40 cirurgias mensais.

No setor de quimioterapia, são mais de 100 pacientes em tratamento ou que realizaram sessões. Desse total, 54% são homens e 46% mulheres de São Miguel do Oeste (28%); Maravilha (15%); Itapiranga (10%); São José do Cedro (7%); São João do Oeste (5%); Mondaí e Iporã do Oeste (4%); Romelândia, Tunápolis e Santa Helena (3%); Anchieta, Barra Bonita, Belmonte, Guaraciaba, Saltinho e Saudades (2%); Bandeirante, Descanso, Flor do Sertão, Guarujá do Sul, Modelo, Paraíso, Princesa e São Miguel da Boa Vista (1%).

Entre os tipos de câncer, os diagnósticos mostram três principais: de próstata (33%), de mama (32%) e de cólon (13%).

Contratação de novos profissionais

A equipe também aumentou neste primeiro ano. O serviço iniciou com dois médicos, um oncologista clínico e um cirurgião oncológico. Atualmente, o número dobrou, sendo contratados dois novos profissionais da área. Além disso, todo o corpo clínico do Hospital Regional atua em consultas e exames. A equipe multiprofissional foi reforçada em número e qualificação com treinamentos na área, sendo que todos os setores realizam atendimentos diretos e indiretos ao serviço de oncologia.

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A saúde do Alto Vale do Itajaí ganhou um reforço nesta terça-feira, 13. Um ato solene no auditório do Hospital Regional do Alto Vale marcou o repasse de R$ 5,7 milhões para a região. Desse total, R$ 5,6 milhões irão para o próprio Hospital Regional e outros R$ 80 mil são destinados ao Hospital Samária.

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Após a cerimônia, o governador Moisés e o secretário de Estado da Saúde, Helton de Souza Zeferino, conheceram as instalações do Hospital Regional e renderam elogios à estrutura. “É preciso diminuir o sofrimento das pessoas. É isso que as pessoas que trabalham aqui fazem todos os dias. Saio com a certeza de que cada real aqui investido traz um retorno significativo para a sociedade”, afirmou Moisés.

Zeferino ressaltou que os valores serão utilizados essencialmente para o custeio das unidades. De acordo com ele, um plano de trabalho será apresentado ao Estado, que aprovará a utilização dos recursos. “Uma vez apresentado o plano de trabalho, eles poderão utilizar esses recursos até o fim do ano de 2019”, disse o secretário.

Para Giovani Nascimento, presidente da diretoria do Hospital Regional do Alto Vale, mais do que os valores repassados nesta terça-feira, o principal motivo de celebração será a completa implementação da política Hospitalar Catarinense, com um olhar diferenciado para as unidades filantrópicas: “Essa é uma demanda histórica da associação de hospitais de Santa Catarina. Queremos que haja um tratamento isonômico, sem interferências políticas. E é isso que o governo está fazendo”.

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O governador Carlos Moisés e o secretário de Estado da Saúde, Helton Zeferino, assinaram digitalmente nesta segunda-feira, 12, um convênio para repasse de R$ 3,87 milhões ao Hospital São José, de Jaraguá do Sul. O montante é um complemento ao que havia sido conveniado para 2019, conforme a produtividade apresentado pelo hospital no ano passado. Também participaram do ato representantes do hospital, entre eles o presidente do Conselho Deliberativo, Paulo Chiodini.

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Durante o ato, o governador destacou a produtividade e a qualidade do atendimento prestado pelo Hospital São José. "Neste ano, são R$ 190 milhões, e em 2020 projetamos entregar R$ 300 milhões aos hospitais filantrópicos. O Governo precisa entregar os recursos para os hospitais de forma isenta, com critérios técnicos, e é isso que estamos fazendo. É pelo o que o hospital realmente faz jus, é por ele fazer uma entrega para a sociedade", afirmou Moisés.

De acordo com o secretário da Saúde, o hospital é um modelo a ser seguido em Santa Catarina, graças ao trabalho desenvolvido pela direção, pelos colaboradores e pelos voluntários que atuam no local. "É uma integração que dá certo entre o empresariado, a sociedade e os governos estadual e municipal", destacou Zeferino.

O Hospital São José é referência no atendimento em urgência e emergência, alta complexidade em neurocirurgia, ortopedia, traumatologia, oncologia e transplantes. A unidade é administrada pela Sociedade Divina Providência. Na avaliação do presidente do Conselho Deliberativo do hospital, o momento é de comemoração. "A nossa produção é muito significativa, e nunca tivemos um apoio como estamos tendo agora. É muito importante para continuarmos com os investimentos no atendimento e na tecnologia que estamos implementando aqui", considera Chiodini.

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O Hospital Doutor Waldomiro Colautti, de Ibirama, inaugurou sua a Academia Hospitalar ao Ar Livre na última terça-feira, 30. Neste ambiente, os profissionais de fisioterapia da unidade atenderão os pacientes internados. O objetivo da academia é proporcionar aos pacientes reabilitação, incentivo à práticas de atividades físicas, saída do leito, prevenção de complicações e redução do tempo de internação hospitalar. 

A academia foi idealizado pela fisioterapeuta Ladi Rita Sirena Brunello, e, a partir de então, a equipe multiprofissional, coordenada pela Tatiana Melissa Peres de Oliveira Tumitan, elaborou e executou o projeto. O Fórum da Comarca de Ibirama disponibilizou recursos por meio da Associação das Voluntárias do Hospital, no valor de R$ 19.054,60, para que a obra fosse realizada. 

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Santa Catarina receberá do Ministério da Saúde R$ 3.371.438,74 para ampliar a oferta de cirurgias eletivas neste segundo semestre de 2019. A estratégia da Secretaria de Estado da Saúde (SES) é atender aqueles pacientes que têm mais tempo de espera em todas as especialidades. “O objetivo é atender e dar prioridade para as pessoas que necessitem de procedimentos mais complexos, ainda que sejam mais demorados e onerosos”, explica o secretário de Estado da Saúde, Helton de Souza Zeferino.

Um exemplo é a ortopedia, que possui demanda muito grande. No ano de 2018, dos 51 mil procedimentos feitos no mutirão, 2.100 apenas foram desta especialidade. “Hoje há 2.500 pessoas que aguardam por cirurgias ortopédicas há pelo menos 8 anos. Tão logo elas realizem os procedimentos, outras áreas serão atendidas, como geral, ginecologia, otorrino, urologia, nefrologia”, informa o secretário.

 Foto: Robson Valverde/ SES

No primeiro semestre houve a disponibilidade de recursos do Ministério da Saúde na ordem de R$ 5 milhões para o Mutirão de Cirurgias Eletivas em Santa Catarina. Os prestadores de serviço se habilitaram para fazer os procedimentos, tiveram livre demanda para realizar as cirurgias baseadas em um regramento de prêmios para os profissionais e instituições. A especialidade com maior registro neste período foi a oftalmologia. De um total de 20 mil procedimentos, 16 mil foram desta área. O mesmo se repetiu em 2018, quando 35 mil cirurgias oftalmológicas foram realizadas, de um total de 51 mil. Segundo o secretário da Saúde, o recurso que vem do MS é bem aquém do necessário.

“Desde o primeiro semestre é um compromisso da Secretaria da Saúde aportar R$ 2,5 milhões mensais para as cirurgias eletivas. Isso perfaz, a cada semestre, R$ 15 milhões em conjunto com o Ministério da Saúde. Precisamos ter um olhar diferenciado para esses pacientes, pois eles precisam ter suas demandas de saúde atendidas”, finaliza.

Viabilizados por meio da Portaria 1.996, publicada no Diário Oficial da União na última segunda-feira, 29, os recursos federais serão disponibilizados por meio do Fundo de Ações Estratégicas e Compensação (FAEC), que fazem parte da estratégia de ampliação do acesso aos Procedimentos Cirúrgicos Eletivos no Sistema Único de Saúde (SUS), prorrogada até dezembro deste ano.

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O Hospital Materno Infantil Santa Catarina, de Criciúma, lançou uma campanha para arrecadação de linhas de crochê destinadas à produção de Polvos do Amor para os bebês da Unidade de Terapia Intensiva (UTI). As linhas devem ser 100% algodão, número 6 e das marcas Barroco, Anne ou Charme. As doações podem ser entregues na UTI ou no setor de Recursos Humanos do hospital.

A campanha é uma iniciativa da Comissão de Humanização da unidade, administrada pelo Instituto de Desenvolvimento, Ensino e Assistência à Saúde (Ideas) em parceria com a Secretaria de Estado da Saúde (SES). 

“Os grupos que confeccionam e doam os polvos para a UTI estão necessitando de linhas para a produção. Para que o projeto não perca força ou se acabe, necessitamos de doações”, explica Lenita Duart da Silva de Campos, gerente de enfermagem do Materno Infantil.

Embora não exista comprovação científica, os profissionais relatam que os polvos ajudam os bebês prematuros a se sentirem mais seguros e confortáveis. Ao abraçar o brinquedo, o recém-nascido fica mais calmo e se sente mais protegido. Isto acontece porque os tentáculos do polvo lembram o cordão umbilical e oferecem uma segurança semelhante ao útero. 

O polvo também reduz a incidência de passagens de sondas, pois os tentáculos são macios e ideais para serem agarrados, evitando que o bebê puxe os fios conectados a eles.

Início

A primeira experiência no Hospital Materno Infantil com o polvo de crochê foi feita em 2 de março de 2017. Foi escolhido o bebê prematuro mais agitado entre os 10 que ocupavam os leitos da UTI da unidade. Ela era agitada, chorosa, gostava de colocar suas mãozinhas na cânula traqueal, na sonda gástrica, nos equipamentos, sempre tinha que estar envolvida na malha tubular para contenção, senão ela puxava tudo, como lembra a equipe. 

Com a presença do polvo dentro da incubadora, a bebê ficou mais calma, com boa melhora na frequência respiratória, na frequência cardíaca e iniciou com dieta no mesmo dia. Até mesmo a mãe percebeu a filha mais tranquila.
"Tivemos uma resposta imediata. Em menos de 24 horas notamos que o polvo realmente é muito importe para o desenvolvimento e tranquilidade para o bebê", relatou a enfermeira Gabriela Maciel.

*Com informações do Instituto Ideas

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Fotos: Cristiano Estrela/Secom

O atendimento de urgência para todas as regiões catarinenses está mais ágil, equipado e seguro. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) de Santa Catarina passa a contar com 18 novas ambulâncias, renovando aproximadamente 80% da frota de suporte avançado. Os veículos foram entregues aos municípios na manhã desta sexta-feira, 19, em ato realizado no Centro de Ensino do Bombeiro Militar, em Florianópolis.

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O processo de aquisição das ambulâncias foi conduzido pelo Governo do Estado, o que resultou numa economia em razão da compra em maior quantidade e da isenção de ICMS, fatores que não existiriam se o processo fosse realizado individualmente por município. Com os custos menores, foi possível adquirir mais veículos. O governador Carlos Moisés destacou o trabalho feito pelo Estado para melhorar as licitações, tornando-as mais abertas à concorrência e vantajosas para os cofres públicos.

“O Estado compra melhor se fizer em conjunto, de uma vez só, trabalhando tecnicamente para isentar os tributos quando possível. Temos um projeto intrassecretarias que começará aqui na Capital e, dando certo, avançaremos para o Estado todo, criando grandes centros compartilhados de compras”, afirmou Moisés. Um exemplo dessa melhoria, conforme o governador, é a aquisição de oxigênio para uso medicinal, cujo custo caiu de R$ 24 milhões para R$ 12 milhões neste ano, sem mudar a quantidade comprada.

Secretários de Estado, prefeitos, deputados e vereadores acompanharam o ato de entrega.

O custeio da operação das unidades de suporte avançado do Samu, como a folha de pagamento dos profissionais e a manutenção dos equipamentos e dos veículos, é responsabilidade do Governo do Estado. Os recursos para a compra das novas ambulâncias têm origem em emendas parlamentares dos deputados Rogério Mendonça e Carmen Zanotto, além de uma destinação por iniciativa própria do Governo Federal, via Ministério da Saúde. 

Integração dos suportes básico e avançado

De acordo com o secretário de Estado da Saúde, Helton de Souza Zeferino, as unidades de suporte básico, que hoje estão sob responsabilidade dos municípios, também passarão a integrar o Samu estadual, sob gestão da Secretaria de Estado da Saúde (SES) e do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina, da mesma forma como já ocorre com o suporte avançado. “É um processo que vai fazer com que a população tenha um ganho expressivo no atendimento, com mais organização”, avalia o secretário.

Ele lembrou que o número de atendimentos cresce a cada ano. No primeiro semestre de 2019, foram registradas mais de 170 mil ocorrências, das quais 80 mil precisaram de deslocamento de ambulância. “Tanto o suporte básico quanto o suporte avançado prestam um serviço de muita importância num momento em que a população precisa. Os novos veículos trazem maior segurança e confiabilidade”, acrescenta Zeferino.

Municípios beneficiados

As cidades que contam com os novos veículos são Araranguá, Blumenau, Caçador, Canoinhas, Chapecó, Criciúma, Curitibanos, Florianópolis, Itajaí, Jaraguá do Sul, Joinville, Lages, Mafra, Palhoça, Rio do Sul, São Joaquim, São José e São Miguel do Oeste. O investimento em cada ambulância foi de aproximadamente R$ 199 mil, totalizando cerca de R$ 3,3 milhões.

Conforme o diretor do Samu, Giovanni Augusto Kemper, a renovação da frota ajuda num processo de melhoria do atendimento que começou já com a reforma administrativa, quando a gerência estadual do serviço foi elevada a diretoria. "Após a reforma administrativa, adotou-se resoluções que estipularam maior congregação entre porta móvel, que são as ambulâncias, e porta fixa, que são os hospitais. Com a qualidade dos novos veículos, além do profissional, o catarinense que necessita do Samu é acolhido da melhor forma possível", considera.

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 Foto: Divulgação/ SES

O Hospital Regional Hans Dieter Schmidt (HRHDS), de Joinville, colocou em funcionamento a nova subestação de energia elétrica abrigada da unidade. As obras tiveram início em 2016 e representaram um investimento de R$ 3,2 milhões por parte do Governo de Santa Catarina, através da Secretaria de Estado da Saúde (SES) e envolveu, além dos equipamentos, a construção de um novo prédio para a casa das máquinas. Os testes foram realizados durante a última semana e todo o hospital já está em pleno funcionamento na nova rede elétrica. A antiga subestação já foi desativada.

O hospital enfrentou um sério problema de energia em maio deste ano, quando o rompimento de um cabo acabou deixando a unidade sem energia. O diretor do HRHDS, Evandro Godoy, explica que os novos equipamentos irão proporcionar extrema segurança aos pacientes. “A nova subestação, além de ser mais robusta e modernizada, traz extrema segurança ao aporte de energia elétrica do nosso hospital, pois evita situações como a ocorrida no final de maio, onde o rompimento do cabeamento entre o gerador e a antiga subestação deixou a instituição funcionando somente em uma fase de energia por 35 horas até o reparo completo”, completou.

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 Fotos: Julio Cavalheiro/Secom

Servidores de carreira em funções estratégicas da Secretaria de Estado da Saúde (SES), critérios técnicos na alocação de recursos públicos, redução da dívida e melhorias nos processos de compra são algumas das marcas implantadas pelo setor nos primeiros 200 dias de gestão. Apenas nos primeiros seis meses deste ano, as unidades da Saúde estadual realizaram mais de 1 milhão de atendimentos. Para debater os resultados já alcançados e projetar os próximos passos na melhoria do atendimento ao cidadão, a SES organizou um seminário nesta terça-feira, 16, em Florianópolis. 

O governador Carlos Moisés participou da abertura do seminário, parabenizou os servidores pelos resultados já alcançados e reiterou que as melhorias precisam continuar. “Nossos sistemas muitas vezes ficaram isolados. Sempre houve muita crítica quanto à transparência na saúde. Este foi um grande desafio, melhorar o controle e o acesso aos dados da saúde. Também temos avançado muito na melhoria das compras”, avaliou o governador. “Quero que as pessoas que estão sendo atendidas sintam o resultado disso tudo, que sintam uma melhoria real, com profissionais cumprindo horários, hospitais limpos, organizados, sem faltar insumos, sem filas”, projetou Moisés.

O seminário seguiu durante toda a tarde, com apresentações das diretorias e superintendências da Secretaria de Estado da Saúde. De acordo com o secretário, Helton de Souza Zeferino, o principal avanço nesses 200 dias foi a valorização dos servidores com experiência dentro do setor, que passaram a ocupar cargos de gestão. “Eles apresentaram várias ideias, apontaram situações que não eram conduzidas da melhor forma e nos ajudaram em processos vitoriosos, como a digitalização dos processos licitatórios”, mencionou o titular da pasta. “Estamos pensando no futuro, com uma política de investimentos bem desenhada, nos pilares da transparência, da eficiência e da produtividade. Seguiremos avançando. Melhorar sempre continua sendo a meta”, completou o secretário.

No período, conforme Zeferino, também houve maior agilidade na realização de cirurgias eletivas, R$ 200 milhões em dívidas quitadas e a passagem do gerenciamento do Fundo Estadual de Saúde à própria pasta, trazendo mais autonomia para o setor.

Números da saúde

Conforme balanço da Secretaria de Estado da Saúde, foram realizados mais de 1 milhão de atendimentos apenas nos primeiros seis meses de 2019. Os números se referem às cirurgias, atendimentos ambulatoriais ou de emergência, exames de imagem e internações. Os detalhes podem ser conferidos aqui.

Entre janeiro e junho foram realizadas 70 mil cirurgias nas unidades estaduais. O número de exames de imagem (raios X, ultrassonografia, entre outros) passou de 333 mil e as internações hospitalares somaram mais de 46 mil.

A SES ainda atendeu 281 mil pessoas em casos de emergências e registrou 31 mil atendimentos ambulatoriais. Além disso, foram registrados 9.202 nascimentos em unidades estaduais.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) registrou cerca de 170 mil ocorrências no primeiro semestre de 2019. A média total de atendimento de uma Unidade de Suporte Avançado é de menos de 15 minutos.

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Santa Catarina registrou a segunda morte em humanos por febre amarela. O paciente era um homem, de 40 anos, residente em Itaiópolis, no Planalto Norte. Ele não tinha registro de vacina no Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunizações (SIPNI) e morreu no dia 29 de junho de 2019. Os resultados da investigação epidemiológica, aliados à confirmação laboratorial da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) do Paraná, referência para Santa Catarina, atestam, portanto, o segundo caso autóctone com óbito registrado no estado.

A Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE/SC), vinculada à Superintendência de Vigilância em Saúde, da Secretaria de Estado da Saúde, informa que, como se tratava de suspeita de febre amarela, foi realizada uma investigação conjunta entre a Gerência Regional de Saúde de Mafra e a Secretaria Municipal de Saúde de Itainópolis, utilizando o Protocolo de Investigação de Óbitos Febre Amarela do Ministério da Saúde (MS). Os exames foram encaminhados pelo Laboratório Central de Saúde Pública (LACEN) de Santa Catarina.

Para evitar novos casos, foi realizado um mutirão de vacinação contra a febre amarela em um raio de dois quilômetros da residência do paciente, totalizando 492 doses. Depois da confirmação da morte, a procura por vacinas também aumentou nas unidades de saúde.

O primeiro óbito confirmado em humanos por febre amarela foi em um paciente de 36 anos não vacinado, residente em Joinville, no dia 12 de março. Antes disso, Santa Catarina não registrava casos de febre amarela em humanos desde 1966.

Prevenção

 Foto: Dóia Cercal/Secom

Santa Catarina se tornou Área com Recomendação de Vacinação contra a febre amarela (ACRV) no segundo semestre de 2018. Desde então, as campanhas para vacinação contra a doença foram intensificadas em Santa Catarina com o objetivo de atingir a cobertura vacinal de 95% dentro do público-alvo. Até agora, o estado atingiu 74,15% da cobertura vacinação. O índice atualmente do município de Itaiópolis é de 88,40%.

Segundo Maria Teresa Agostini, diretora da DIVE/SC, para ficarmos seguros contra a doença é preciso alcançarmos a meta de vacinação: “A gente reforça a necessidade da população procurar as unidades de saúde para fazer a vacina e, em caso de sintomas da doença, procurar atendimento imediato para aplicação do protocolo de manejo clínico e classificação de risco frente a um caso suspeito de febre amarela”.

A febre amarela é uma doença grave, transmitida por mosquitos em áreas de matas e urbana. A única forma de se proteger é por meio da vacinação. Todos os moradores de Santa Catarina, com mais de nove meses de idade e que ainda não foram vacinados, devem procurar uma unidade de saúde para se imunizar contra a doença. Uma única dose é suficiente para proteger por toda a vida. As doses estão disponíveis em 1.104 salas de vacinação de todos os 295 municípios catarinenses.

Morte de macacos

No começo de abril, a Dive/SC confirmou a primeira morte de macaco por febre amarela no estado. O macaco (bugio) foi encontrado morto no dia 20 de março em uma área de mata no município de Garuva, no Norte do estado. Já o registro do segundo macaco morto pela doença aconteceu em junho, em Pirabeiraba, em Joinville. E o terceiro foi no município de Indaial, no Vale do Itajaí, o macaco era da espécie bugio e morreu no dia 31 de maio. “Importante ressaltar que a morte de macacos indica que o vírus da febre amarela está circulando pelo estado de Santa Catarina. Os macacos, assim como os humanos, são picados pelo mosquito que transmite a doença e adoecem”, explica a bióloga Renata Gatti.

FEBRE AMARELA: transmissão, sintomas e formas prevenção 

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