Fotos: Maila Klegien Barbi/ SES

Servidores do Hospital Regional Hans Dieter Schmidt,em Joinville, participaram nesta quinta-feira,12, de uma palestra ministrada dentro da instituição pela jornalista e escritora Vanessa Bencz. O tema foi empatia.

A ideia partiu da gerente administrativa Scheila Medeiros Fernandes. "Acredito que é muito importante para nossos servidores participarem não só de palestras técnicas,como também de atividades que abordem nossas vivências e conscientizem sobre a importância de se colocar no lugar do outro", explicou.

Durante a palestra, Vanessa falou sobre sua trajetória em escolas e explicou como o assunto do bullying e da falta de empatia ainda é recorrente. "Há pesquisas que mostram que um em cada cinco estudantes brasileiros se automutilam. Esse é um assunto muito sério", pontua.

Vanessa é autora de cinco livros e já realizou mais de 1400 palestras em todo o país. O primeiro trabalho da escritora, um livro de contos e crônicas, foi publicado em 2011. Já o trabalho com foco no combate ao bullying iniciou em 2014 com o lançamento da história em quadrinhos "A Menina Distraída".

Atualmente, Vanessa é referência em temas como combate ao bullying e ao preconceito. A escritora também já foi convidada a trabalhar com Maurício de Souza, criador da Turma da Mônica. "Sempre foi meu sonho de infância trabalhar com o Maurício, mas, por enquanto, acredito que minha missão é falar sobre a importância destes temas", ressalta.

O objetivo da palestra foi reforçar o sentimento de confraternização entre os funcionários. "Não só nossos pacientes, mas também nossos servidores precisam ser cuidados", ressalta o diretor geral Evandro Rodrigues Godoy.

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Mais economia, segurança e agilidade. São esses os objetivos da mudança de procedimento administrativo realizada pelo plano de saúde do servidor catarinense, SC Saúde, ligado à Diretoria de Saúde do Servidor – DSAS. A novidade é a implantação do contrato digital, celebrado entre o plano com os prestadores de serviços que compõem a rede de atendimento ao segurado.

De acordo com o diretor de Saúde do Servidor, Cláudio Fontes, todos os contratos, que antes eram impressos, e seguiam para tramitação de assinaturas via Correios, passam agora a serem geridos via processo digital.  “Automatizar o processo de assinatura dos contratos e sua tramitação reflete em economia de papel, impressão, transporte e controles internos, além de agilidade na homologação para que o prestador comece a atender o nosso segurado”, afirmou.

Além disso, todos a documentação gerada anteriormente com os segurados está em processo de digitalização. São mais de um milhão de páginas de papel que estão passando para o formato digital, deixando de ocupar espaços físicos nos setores públicos.

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 Hospital Regional Hans Dieter Schmidt, de Joinville | Foto: Arquico / Secom 

Dois hospitais de Santa Catarina foram escolhidos para compor o terceiro ciclo do Projeto Lean nas Emergências, que tem como principal objetivo reduzir a superlotação dos serviços de urgência no Sistema Único de Saúde (SUS). O Hospital Regional Hans Dieter Schmidt, de Joinville, e o Hospital Governador Celso Ramos, em Florianópolis, estão entre os 20 escolhidos em todo o território nacional para mais essa etapa do projeto. O anúncio ocorreu na última sexta-feira, 5.

A iniciativa é uma parceria do Ministério da Saúde (MS) com o Hospital Sírio Libanês e faz parte do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS (PROADI-SUS) para o triênio de 2018 a 2020. Outros 39 hospitais já passaram pelo processo de intervenção.

No Hospital Hans Dieter, a primeira fase do projeto iniciou em novembro de 2018 e já apresenta resultados consideráveis. "Conseguimos diminuir o tempo de espera do paciente da recepção até a triagem e diminuímos também o tempo de decisão médica pela internação até a transferência do leito", afirma o diretor geral Evandro Rodrigues Godoy. De acordo com ele, o objetivo agora com o terceiro ciclo é otimizar ainda mais o atendimento, sem perder a qualidade.

Para alcançar esses resultados, a instituição passou a implementar ferramentas do Lean, como o 5S, diagrama de espaguete, diagrama de Ishikawa e daily huddle. 5S é uma das ferramentas da Metodologia Lean que ajuda a criar a cultura da disciplina, identificar problemas e gerar oportunidades para melhorias.

Daily Huddle é o termo para definir reuniões de curta duração com equipe multidisciplinar que avalia a gestão da rotina. Já o diagrama de espaguete consiste em uma planta de um determinado local para indicar o caminho percorrido durante a realização de algum processo. O objetivo é ter um melhor entendimento sobre o fluxo de pessoas para identificar onde há perdas de tempo/processo na estrutura.

Ao final de 2020, o Ministério da Saúde esperar chegar a 100 serviços de emergência no Brasil com o Lean, o que significa mais de 450 profissionais treinados e 180 protocolos clínicos nos serviços de emergência implementados. O Governo Federal ainda pretende implementar a metodologia Lean nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), com o objetivo de melhorar a qualidade dos serviços de saúde, a acessibilidade e qualificação da atenção em cada território.

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Foto: Genilton José Vieira / Fiocruz

A Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (Dive) confirma o registro da terceira morte de macaco por febre amarela no Estado. O animal morreu em Indaial no dia 31 de maio. A Dive reforça que os macacos não transmitem a febre amarela.

“Eles são vítimas da doença e sinalizam a circulação do vírus na região. Por isso, ao encontrar um macaco doente ou morto, a Secretaria Municipal de Saúde deve ser comunicada imediatamente”, afirma Renata Gatti, bióloga da Dive.

Conforme orientação do programa de Vigilância da Febre Amarela, a partir do local onde ocorreu o óbito, será aberto um raio de 300 metros para busca ativa de pessoas não vacinadas contra a doença e outras evidências de morte de macacos no entorno.

A vacinação casa a casa em Indaial já deve começar neste final de semana. Até o momento, a cobertura vacinal contra febre amarela no município está em 55,75%.
“Precisamos que aquelas pessoas que ainda não se imunizaram contra a febre amarela, procurem um posto de saúde o quanto antes para receber a dose. Essa é a melhor forma de prevenirmos a doença”, explica Lia Quaresma, gerente de imunização da Dive.

Vacinação

A febre amarela é uma doença grave, transmitida por mosquitos em áreas de matas e urbana. A única forma de se proteger é através da vacinação. Todos os moradores de Santa Catarina, com mais de 9 meses de idade e que ainda não foram vacinados, devem procurar uma unidade de saúde para se imunizar contra a doença. Uma única dose é suficiente para proteger por toda a vida. No Estado, até o momento, a cobertura vacinal está em 74%. O ideal é vacinar, ao menos, 95% da população dentro do público-alvo.

Santa Catarina se tornou Área com Recomendação de Vacinação contra a febre amarela (ACRV) no segundo semestre de 2018. O município de Indaial estava no cronograma de ampliação do mês de outubro do ano passado. Além disso, foi realizada uma campanha de vacinação em todo o Estado entre os meses de março a abril.

“Diante do contexto epidemiológico, nós já esperávamos que o vírus da febre amarela estivesse circulando pela região do Vale do Itajaí desde o início do ano”, explica Maria Teresa Agostini, diretora da Dive.

Febre amarela em SC

No dia 28 de março de 2019, Santa Catarina confirmou o primeiro caso de febre amarela autóctone (contraída dentro do Estado) em humano, com morte. O paciente era um homem, de 36 anos, que não se vacinou. Ele morava em Joinville, no Norte do Estado.

No começo de abril, a Dive também confirmou a primeira morte de macaco por febre amarela no Estado. O macaco (bugio) foi encontrado morto no dia 20 de março em uma área de mata no município de Garuva, no Norte do Estado. Já o registro do segundo macaco morto pela doença aconteceu em junho, em Pirabeiraba, em Joinville.

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Foto: Pedro Paulo Souza / MS

Santa Catarina receberá investimento de R$ 3,9 milhões do Governo Federal para expansão da cobertura de Atenção Primária à Saúde. O anúncio foi feito pelo ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, na abertura do 35º Congresso Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), em Brasília.

No  Estado, serão credenciadas 190 novas equipes ou serviços da Atenção Primária em 46 municípios. Além disso, haverá mais 106 agentes comunitários de Saúde, seis equipes de Saúde da Família, 41 equipes de Saúde Bucal, cinco polos de Academia da Saúde, dois Centros Especializados em Odontologia, 30 Laboratórios de Próteses Dentárias.

SC conta com 1.794 equipes de saúde da família em atuação. “Esse anúncio do Governo Federal vem ao encontro da estratégia de gestão adotada pelo Governo do Estado”, afirma o secretário de Estado da Saúde, Helton de Souza Zeferino. “Entendemos que essa atividade da Atenção Primária precisa ser potencializada. O objetivo é que a população perceba que o atendimento está próximo de sua residência, os serviços de saúde estão sendo entregues e suas demandas atendidas em sua plenitude”.

Os recursos começam a ser repassados aos estados e municípios a partir do momento em que as novas equipes e serviços credenciados iniciarem o atendimento à população. As contratações serão feitas pelos gestores locais.

Expansão da Saúde da Família no Brasil

Em todo o país, a expansão da cobertura da Estratégia Saúde da Família (ESF) terá investimento de R$ 233,7 milhões neste ano e de quase R$ 400 milhões a partir de 2020. A partir deste mês de julho, o Ministério da Saúde começa o credenciamento de mais 9.987 equipes e serviços, em 1.213 municípios brasileiros. O objetivo é ampliar e qualificar o atendimento prestado à população com mais consultas, exames e medicamentos disponíveis.

Com a iniciativa, cerca de 10 milhões de pessoas passam a ser assistidas pela Atenção Primária, principal porta de entrada do Sistema Único de Saúde (SUS) para garantia do acesso a cuidados fundamentais para promoção da saúde e prevenção de doenças. O objetivo é atender e resolver os problemas de saúde comuns e frequentes da população. Estima-se que seja possível resolver até 85% dos problemas de saúde da população nas Unidades de Saúde da Família.

Essa é uma das primeiras medidas adotadas pelo Ministério da Saúde, neste ano, para alcançar a meta de 50 mil equipes de Saúde da Família em funcionamento, cobrindo 70% da população brasileira até o ano de 2020.

O Programa Saúde da Família mantém equipes de saúde que atendem à população brasileira nas Unidades de Saúde da Família (USF). Cada equipe é formada por um médico, um enfermeiro, técnico de enfermagem, dentista e agente comunitário de saúde e de combate às endemias. A Equipe de Saúde da Família está ligada à Unidade de Saúde da Família local. São 43 mil equipes de Saúde da Família no país responsáveis pelo atendimento a cerca de 63% da população.

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 Foto: Sara Lins/Udesc 

O grupo de pesquisa em Engenharia Biomédica da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), em Joinville, trabalha no desenvolvimento de um sensor eletrônico para medição da glicose, sem a necessidade de amostragens de sangue. Segundo o professor responsável, Pedro Bertemes Filho, o processo é completamente não invasivo, de baixo custo, para que qualquer pessoa possa monitorar a própria glicose quando necessário. O sensor não possui fios e funciona conectado a um smartphone. 

“O telefone vai ser usado como veículo para levar a informação de um sensor elétrico acoplado à pele e de um sensor óptico. Os dois sensores vão medir a resposta da intensidade da luz e intensidade elétrica, e passar essas informações para um dispositivo dentro de um relógio que se comunica com o celular. O aparelho vai ter um aplicativo fazendo o processamento dessas respostas. O paciente vai ver no celular dele a taxa de glicose no momento que desejar”, explica Bertemes. 

Hoje, nos Estados Unidos, já existe um sensor de luz que realiza o processo, mas de maneira muito rudimentar e com 67% de erro. A ideia do professor joinvilense foi incluir um sensor elétrico para combinar as duas respostas, usando um algoritmo de computação que possa ser transmitido via rede. A proposta levou o grupo a alcançar até 92% de acerto. 

A pesquisa envolve estudantes de doutorado e pós-doutorado, e tem o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc). O projeto está na primeira fase, chamada “pré-clínica”, onde os primeiros testes serão feitos com 50 pessoas saudáveis. Posteriormente, serão realizados testes com diabéticos.

O Grupo de Pesquisa em Engenharia Biomédica também desenvolve biossensores para medir a poluição de rios em tempo real e detectar câncer de pele, além de sistemas de tomografia de impedância elétrica.

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As hepatites virais, com destaque para os tipos B e C, são um grande problema de saúde pública não só no Brasil, mas em todo o mundo, com altas taxas de detecção. Esses dois tipos são os que mais preocupam, pois podem evoluir e se tornar crônicas, causando danos mais graves ao fígado, como cirrose e câncer. Dados do Ministério da Saúde mostram que, no país, mais de 70% das mortes por hepatites virais são decorrentes da Hepatite C, seguido da Hepatite B (21,8%) e A (1,7%).

Para controlar esses casos, o Ministério da Saúde tem adotado medidas de prevenção, diagnóstico e tratamento em conjunto com estados e municípios para alcançar a meta global estabelecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS). A meta é eliminar as hepatites virais como um problema de pública até 2030, através da redução de novas infecções em 90% e em 65% a mortalidade. 

Em Santa Catarina, a estratégia adotada para reduzir esses índices tem sido a ampliação do diagnóstico através dos testes rápidos. Entre 2017 e 2018, segundo dados da Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina, vinculada à Superintendência de Vigilância em Saúde, da Secretaria de Estado da Saúde foram distribuídos 969.100 testes rápidos para hepatite B e 985.875 para hepatite C. 

Para a médica infectologista da DIVE/SC, Aline Vitali Grando, hoje um dos grandes desafios é encontrar as pessoas que ainda não foram diagnosticadas e fazer com que elas iniciem o tratamento. “Em muitos casos, as hepatites não apresentam qualquer sintoma e isso aumenta os riscos. Tem muita gente que é portadora do vírus B ou C e ainda não sabe”, ressalta a médica.

Hepatites virais em Santa Catarina 

A ampliação do diagnóstico e a adesão ao tratamento tem conseguido derrubar as taxas de detecção das hepatites B e C no estado. Com relação à hepatite B, a taxa caiu de 16,9 para cada 100 mil habitantes em 2017 para 16,4 no ano de 2018. No caso da hepatite C também houve queda. Em 2017, a taxa era de 16,8 para cada 100 mil habitantes e em 2018 caiu para 15,2. Ainda assim, os índices superam a taxa nacional de 6,5 casos para cada 100 mil habitantes. 

A hepatite B pode ser prevenida com vacinação. Para pessoas infectadas, a doença não tem cura, mas pode ser tratada, evitando a transmissão para outras pessoas e a evolução para cirrose ou câncer.  Já a hepatite C tem cura em mais de 90% dos casos quando o tratamento é seguido corretamente. Neste segundo caso, a médica infectologista da DIVE/SC, alerta: “Pessoas com mais de 40 anos precisam fazer o teste pelo menos uma vez. A incidência de casos é muito maior nessa faixa etária. São pessoas que podem ter sido expostas ao vírus na juventude durante uma transfusão de sangue ou cirurgia”, explica. 

Para todos os tipos de hepatites, o Sistema Único de Saúde oferece tratamento gratuito. 

Testes rápidos

Através dos testes rápidos é possível saber em até 30 minutos se você tem algum tipo de hepatite, sem a necessidade de realizar exames laboratoriais. Para fazer o teste é só procurar uma unidade de saúde. O exame é feito com a coleta de uma gota de sangue da ponta do dedo, depois é só esperar o resultado e iniciar o tratamento, caso seja necessário.

Transmissão

Hepatite B: É transmitida pelo sangue e/ou nas relações sexuais sem preservativo. É possível contrair a doença por meio do compartilhamento de objetos como agulhas e seringas, lâminas de barbear, materiais cirúrgicos e odontológicos, materiais de manicure sem adequada esterilização ou por meio de materiais para confecção de tatuagens e colocação de piercings.

Hepatite C: É transmitida pelo sangue, uso de drogas com compartilhamento de seringas, agulhas e canudos de inalação e materiais perfurocortantes contaminados. Quem recebeu transfusão de sangue e/ou hemoderivados antes de 1993 deve fazer o teste.

Julho amarelo

A lei 13.802 que instituiu, no Brasil, o “Julho Amarelo” como o mês de luta contra as hepatites virais foi sancionada no início deste ano pelo Presidente da República, Jair Messias Bolsonaro. O principal objetivo é conscientizar a população sobre os riscos da doença, alertar sobre as formas de prevenção, estimular as pessoas a se vacinarem contra as hepatites A e B e a buscarem o diagnóstico precoce.

O Julho Amarelo foi definido com base na data escolhida pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para a celebração do Dia Mundial de Luta contra as Hepatites Virais (28 de julho). 

Saiba mais: http://dive.sc.gov.br/hepatites

 

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O Ministério da Saúde informa que o medicamento Entecavir 0,5mg, usado para o tratamento de Hepatite B, terá seus estoques regularizados ainda em julho em Santa Catarina. O medicamento passou por um período de desabastecimento e por isso foi recomendada a sua substituição por Tenofovir comprimido de 300 mg ou Lamivudina 150mg e Lamivudina 10mg/ml.

Os pacientes que realizaram a troca terapêutica, devem procurar atendimento médico para solicitação do Entecavir 0,5mg. Para a retomada do tratamento será necessário que o paciente apresente na Unidade de Assistência Farmacêutica, a qual está vinculado, Laudo para Solicitação, Avaliação e Autorização de Medicamentos (LME) e Receita Médica. A unidade encaminhará a documentação à Diretoria de Assistência Farmacêutica da Secretaria de Estado da Saúde (SES) por e-mail (hepatitediaf@saude.sc.gov.br) para maior agilidade da avaliação da retomada de terapia.

Para novas solicitações de Entecavir 0,5mg será necessária toda documentação conforme o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas de Hepatite B e Coinfecções vigente.

Assim que o Entecavir 0,5mg estiver disponível no almoxarifado da SES, serão emitidas as guias de distribuição usando como referência o Mapa do mês anterior à falta do medicamento (abril/2019) para atendimento de 45 dias. Desta forma, as unidades poderão realizar atendimento imediato aos pacientes que estão retomando o uso deste medicamento. Em caso de maior necessidade a unidade deverá informar à Diretoria de Assistência Farmacêutica, para posterior análise e liberação.

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A Maternidade Carmela Dutra (MCD) comemora 64 anos de atividades na próxima quarta-feira, 3 de julho, e já inicia a semana com uma série de atividades como o lançamento do projeto “Nascer para todos”, focado na assistência à gestantes e familiares, principalmente imigrantes. Referência no atendimento à mulher e ao recém-nascido, a unidade foi inaugurada em 1955, sendo a primeira maternidade pública de Santa Catarina. Iniciou as internações obstétricas em 1956, com 79 leitos, e sua administração foi entregue às irmãs da Divina Providência. Hoje, é uma das unidades administradas pela Secretaria de Estado da Saúde (SES).

A programação tem início a partir desta segunda-feira, 1º de Julho, com palestras, homenagem ao servidor Geraldo Alexandre Ramos e o lançamento do “Nascer para todos”. O projeto tem como objetivo trabalhar a inclusão de gestantes em trabalho de parto, brasileiras ou estrangeiras, às boas práticas desenvolvidas pela Maternidade em todas as etapas, desde a chegada à emergência até a alta hospitalar.

“A Maternidade Carmela Dutra tem recebido cada vez mais pacientes de outras nacionalidades, muitas da quais com a língua e a cultura muito diferentes da nossa. O projeto tem como objetivo ajudá-las no entendimento do que irão vivenciar em termos de atendimento na nossa maternidade, desde a internação até a alta para casa”, afirma a diretora da unidade, Carla Feix de Barros. “Com isso nós também aprenderemos a lidar com essas diferenças em nosso atendimento”, completa. 

A proposta é inédita entre as unidades da SES. Foi produzida uma cartilha traduzida em seis idiomas (inglês, francês, espanhol, árabe, crioulo, além do português) com orientações gerais para gestantes e acompanhantes em atendimento na MCD. Durante a semana, também será realizada uma roda de conversa com mulheres de diferentes nacionalidades, com objetivo de entender como a gravidez e parto são compreendidos e vivenciados em outras culturas.

O projeto foi idealizado pela gerente de enfermagem Jaqueline Brasiliense e contou com o apoio dos servidores Lissandra Mafra, Joyce Green e Vinicius Eduardo Ferreira, além de Gabriela Martini, do Centro de Referência e Atendimento ao Imigrante (CRAI-SC). 

Na semana do aniversário, também haverá uma missa, quinta-feira, 4 de Julho, a partir das 16h, em comemoração ao aniversário da instituição, além de uma homenagem aos voluntários que atuam na unidade. Um workshop realizado pela médica neonatologista Joana Machry, ex-residente do Hospital Infantil Joana de Gusmão e que atualmente trabalha na rede Johns Hopkins All Children, nos EUA, também está contemplado na programação. 

“Estou onde estou por estudei numa universidade pública, fiz residência em hospital público, mantido por impostos que os brasileiros pagaram. Hoje quero retribuir, trazendo o conhecimento e experiência que adquiri nos EUA para ajudar a melhorar a qualidade da nossa saúde”, destaca Machry. 

A Carmela Dutra é mais do que uma referência clínica para pacientes. Ela é considerada quase um símbolo de Florianópolis, sinônimo de identidade e motivo de orgulho do morador local. Não é à toa: ali já foram registrados mais de 70 mil nascimentos. Em 2018, foram realizados 2.440 partos normais e 1.454 cesarianas. 

Atualmente, a Carmela Dutra dispõe de 104 leitos destinados ao atendimento obstétrico, ginecológico, oncológico e neonatal com importantes serviços.

Possui ainda o Título de Hospital Amigo da Criança e a certificação de Hospital de Ensino. Em 28 de maio de 2013, a maternidade recebeu da Câmara de Deputados o Prêmio Dr. Pinotti - Hospital Amigo da Mulher. Em 2014, o banco de leite da unidade recebeu o certificado de excelência na categoria Ouro da Fiocruz.

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Em 47 anos de serviços prestados à população de Mafra e região, a Maternidade Dona Catarina Kuss auxiliou em aproximadamente 53 mil nascimentos. Foram anos de muito trabalho, dedicação, estudos e conquistas que estão descritos no livro “Páginas de um milagre”.

A obra, escrita pela mafrense Marina Medeiros, faz um resgate histórico da maternidade. Para a produção do livro, a autora contou com a colaboração de diversas pessoas envolvidas com a instituição, documentos, jornais, fotos e relatos de servidores aposentados e da ativa.

Durante o lançamento de “Páginas de um milagre”, houve relatos de memórias da enfermeira Anair Andrea Nassif e da médica Matilde Hass, que ao longo desta história acolheram muitas famílias e vivenciaram com os outros profissionais inúmeros chorinhos de recém-nascidos e lágrimas de felicidade dos pais. O evento ocorreu no dia 18 de junho, no salão de eventos do Sicoob, em Mafra.

Também estava presente o médico Jorge Adriano Peters, o primeiro bebê a nascer na unidade em 19 de março de 1972, sendo que a maternidade foi inaugurada no dia 15. Jorge, residente de São Bento do Sul, fez um relato emocionante sobre a sua história com a Maternidade Dona Catarina Kuss e se disse privilegiado por ser o primeiro a nascer na instituição.

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