Atuais aeronaves apresentam limitação quanto ao espaço interno (Foto: CBMSC/Divulgação)

Uma nova aeronave vai reforçar as operações aéreas do Samu e do Corpo de Bombeiros em Santa Catarina. O avião, que será locado pela Secretaria de Estado da Saúde, ampliará e qualificará os atendimentos do Grupo de Resposta Aérea de Urgência (GRAU). De acordo com o secretário de Estado da Saúde, Helton de Souza Zeferino, o reforço tem por objetivo aumentar a disponibilidade e a qualidade do serviço.

“Queremos que o transporte seja mais humanizado, com a possibilidade de transportar um acompanhante, de modo que eles não precisem se deslocar horas pelas estradas com a angústia de desconhecer a situação do seu ente querido”, resume o secretário.

Outra melhoria com a nova aeronave será a possibilidade de transportar pacientes com doenças infecto-contagiosas, já que as condições de higienização serão aprimoradas: “Não precisaremos mais negar transporte a um paciente nessa condição", diz o Zeferino.

Benefícios em relação às aeronaves atuais

Atualmente, não há mais peças de reposição para a manutenção do Arcanjo-02, fabricado em 1981. Em relação ao Arcanjo-04, o ganho será principalmente em relação à velocidade de cruzeiro e ao espaço interno, atualmente uma limitação para para a acomodar tripulação, equipamentos médicos e o paciente.

“Com a mudança, será possível, por exemplo, transportar um bebê recém-nascido ao lado da mãe, ou então transportar um paciente com um acompanhante, além de oferecer melhores condições para a equipe de saúde atuar em caso de intercorrência a bordo”, explica o coordenador Médico do Grupo de Resposta Aérea de Urgência, Bruno Quércia Barros.

Por causa das dificuldades com a manutenção, o Arcanjo-02, que já tem 38 anos de uso, não será mais usado para o transporte de pacientes. O Arcanjo-04, fabricado em 2001, permanece na frota, executando atividades administrativas e operacionais do Corpo de Bombeiros Militar, podendo ser uma alternativa quando a nova aeronave estiver em atendimento.

As aeronaves de asa fixa, ao contrário dos helicópteros, são utilizadas apenas em situações em que não há urgência para o transporte, ou seja, quando o paciente está estabilizado.

De acordo com o piloto e capitão do CBMSC Anderson Ciotta, o novo Arcanjo poderá cruzar o estado do litoral ao Oeste em aproximadamente uma hora e meia. “É um ganho significativo em tempo resposta. Além disso, a aeronave será equipada com radar meteorológico, piloto automático e os mais modernos equipamentos de navegação aérea. Vai trazer muito mais conforto e segurança para a equipe e pacientes”, explica Ciotta.

O processo licitatório para a locação do novo avião está sendo elaborado pela Secretaria de Estado da Saúde.

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Florianópolis sediará o XXI Encontro Nacional de Analistas de Alimentos (ENAAL) e o VII Congresso Latino-Americano de Analistas de Alimentos (CLAAL) entre os dias 26 e 30 de maio. Os eventos vão reunir 800 profissionais de todo o país, além de especialistas da América Latina, norte-americanos e europeus no Centro de Convenções Centrosul. Serão abordados assuntos relacionados com o tema central “Cadeia Produtiva e Segurança Alimentar: Desafios e Estratégias”.

Os eventos têm por objetivo a promoção de intercâmbio de profissionais de instituições públicas e privadas que atuam nas diversas áreas de Análises, Controle de Qualidade de Alimentos e Vigilância Sanitária em toda a cadeia produtiva. A programação conta com sete cursos, 12 conferências, 23 palestras e 16 mesas-redondas.

O XXI ENAAL e o VII CLAAL são promovidos pela Sociedade Brasileira de Analistas de Alimentos (SBAAL), em parceria com o Laboratório Central de Saúde Pública do Estado de Santa Catarina (LACEN-SC), Vigilância Sanitária Estadual e o Departamento de Ciência e Tecnologia de Alimentos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Mais informações no http://enaal.com.br/

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O Boletim Epidemiológico n° 15/2019 - Vigilância entomológica do Aedes aegypti e situação epidemiológica de dengue, febre de chikungunya e zika vírus em Santa Catarina - foi divulgado nesta quinta-feira pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE/SC), e mostra que o município de Itapema, no Litoral Norte do estado, está em condição de epidemia de dengue.

De acordo com o boletim, Itapema apresenta o maior número de casos autóctones (297) no estado, com uma taxa de incidência de 469,6 casos por 100 mil/hab. “A caracterização de epidemia ocorre pela relação entre o número de casos confirmados e de habitantes. A Organização Mundial da Saúde (OMS) define o nível de transmissão epidêmico quando a taxa de incidência é maior de 300 casos de dengue por 100 mil habitantes”, explica João Fuck, gerente de Zoonoses da DIVE/SC.

Dengue em Santa Catarina

Santa Catarina tem 87 municípios considerados infestados pelo Aedes aegypti. Foram identificados 17.568 focos do mosquito em 181 municípios. Já são 710 casos de dengue confirmados (609 são autóctones - transmissão dentro do estado, e 56 casos são importados - transmissão fora do estado). Em comparação com o último boletim, divulgado na semana passada, houve a confirmação de 124 casos autóctones e 7 casos importados.

Para o gerente de Zoonoses, apesar do maior número de casos de dengue terem sido confirmados no mês de abril, é necessário reforçar os cuidados, mesmo com a temperatura mais baixa. “Isso mostra que é importante as pessoas continuarem a limpar seus terrenos pelo menos uma vez por semana. Que não esqueçam de conferir se a caixa d’água está fechada. Todos os lugares que podem acumular água devem ser inspecionados. Só controlando o mosquito Aedes aegypti é que conseguimos evitar a transmissão de dengue, zika e chikungunya”, finaliza.

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Quase 76 mil mães e 500 mil bebês no mundo perdem suas vidas por causa da pré-eclâmpsia e distúrbios hipertensivos na gestação todos os anos. É a causa de 25% das mortes maternas na América Latina e aparece entre 5 e 7% das grávidas brasileiras.

A pré-eclâmpsia ocorre quando a grávida tem pressão arterial elevada (acima de 140/90 mmHg) a qualquer momento, após a 20ª semana de gravidez, com desaparecimento até 12 semanas no pós-parto. Além da pressão arterial elevada, outras complicações como excesso de proteína na urina e edema devem acontecer para se ter o diagnóstico de pré-eclâmpsia.

Além do mês de maio ser marcado pela Mobilização Internacional de Conscientização da Hipertensão, há dois anos foi definido o dia 22 de maio como o Dia Mundial da Pré-eclâmpsia (World Preeclampsia Day). O objetivo é aumentar a conscientização sobre a doença, principalmente como uma complicação potencialmente letal da gravidez.

 Importância do pré-natal 

A maioria das pacientes nunca ouviu falar a respeito da pré-eclâmpsia, uma doença responsável por grande número de óbitos maternos e perinatal, de acordo com o chefe do Serviço de Ginecologia e Obstetrícia do Hospital Regional de São José, o médico Rodrigo Dias Nunes.

O exame pré-natal é essencial para a detecção e o acompanhamento dos casos. “O primeiro rastreamento da pré-eclâmpsia ocorre por volta da 11ª a 13ª semana de gestação, porém muitas gestantes iniciam o pré-natal após esse período. Esse rastreamento precoce é o ponto crucial na prevenção de suas complicações. Uma vez feita a identificação das pacientes com probabilidade aumentada de desenvolver a doença, as mesmas recebem baixas doses de ácido acetilsalicílico (AAS) no intuito de prevenir seu aparecimento em 60%”, destaca.

Segundo o ginecologista e obstetra, outro ponto importante é que o rastreamento deve ser feito em todas as pacientes, e não apenas naquelas que já tiveram pré-eclâmpsia em uma gestação anterior. “Medidas preventivas como atividade física regular e uma dieta rica em proteínas durante a gestação contribuem para evitar e tratar a doença”, afirma Nunes.

Uma vez instalada, a pré-eclâmpsia aumenta o risco de parto prematuro induzido, já que a retirada da placenta com o nascimento do bebê, tende a baixar a pressão arterial da mãe. Partos prematuros induzidos respondem por 20% das hospitalizações de recém-nascidos para tratamento intensivo neonatal.

Para as mães, as complicações da pré-eclâmpsia são fortemente associadas com o futuro desenvolvimento de doenças debilitadoras como problemas cardiovasculares, diabetes e insuficiência renal.

Hipertensão

No Brasil, aproximadamente 35% da população sofre de hipertensão arterial, segundo dados do Ministério da Saúde, mas metade nem sabe disso. Quem já era hipertensa antes da gravidez deve, junto com o cardiologista e o ginecologista, estudar soluções para controlar o problema durante a gestação.

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O bloqueio vacinal contra a raiva, em Gravatal e região, no Sul do Estado, imunizou 3.873 animais contra a doença (3144 cães e 729 gatos) em 1.567 imóveis visitados. o balanço foi divulgado pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (Dive) vinculada à Superintendência de Vigilância em Saúde (SUV) da Secretaria de Estado da Saúde (SES).

O trabalho de vacinação de cães e gatos começou no dia 9 de maio em Gravatal, município que teve registro de um caso de raiva humana. A partir dali, em um raio de até cinco quilômetros, todos os animais encontrados receberam a vacina. “A ação aconteceu casa a casa. As equipes percorreram também as regiões dos municípios de Capivari de Baixo e Pescaria Brava, que estavam dentro do raio delimitado”, explica João Fuck, gerente de Zoonoses da Dive.

A atividade, coordenada pela Dive, com a parceria da Gerência Regional de Saúde de Tubarão, contou também com a participação de profissionais e técnicos da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc), dos municípios de Gravatal, Pescaria Brava, Capivari de Baixo e Tubarão, de professores e acadêmicos da Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul).

Os animais precisam, ainda, receber a segunda dose da vacina. Por isso, os técnicos retornam à atividade na região em junho. Depois disso, o bloqueio vacinal é concluído.

A médica veterinária da Dive, Alexandra Schlickmann Pereira, lembra que a forma mais eficaz de proteção contra a raiva é a vacinação dos animais. Os proprietários precisam estar atentos. “O ideal seria ter um veterinário de confiança e ele indicar qual o calendário de vacinas mais adequado para o seu animal de estimação. Só garantindo a vacinação dos animais estaremos protegidos da raiva”, ressalta.

Raiva

Após 38 anos sem registrar casos de raiva humana no Estado, a Dive confirmou no início de maio, um óbito de uma paciente de 58 anos, residente em área rural do município de Gravatal, por conta da doença.

Já os últimos casos de raiva em cães e gatos em Santa Catarina foram registrados em 2006, nos municípios de Xanxerê (01 cão e 01 gato), Itajaí (01 cão), e em 2016, em Jaborá (01 cão).

A raiva é uma doença transmissível que atinge mamíferos como cães, gatos, bois, cavalos, macacos, morcegos e também o homem, quando a saliva do animal infectado entra em contato com a pele ou mucosa por meio de mordida, arranhão ou lambedura do animal. O vírus ataca o sistema nervoso central, levando à morte após pouco tempo de evolução. A raiva não tem cura estabelecida (há apenas três casos de cura conhecidos no mundo, um deles no Brasil) e a única forma de prevenção é por meio da vacina. 

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A Escola de Saúde Pública Professor Osvaldo de Oliveira Maciel, vinculada à Secretaria de Estado da Saúde, promove uma Especialização em Saúde Pública (edital nº 001/2019) que fará com que o profissional compreenda a dinâmica do processo saúde-doença-atenção. As inscrições são gratuitas e vão até o dia 14 de junho.

O objetivo do curso é fazer com que o profissional busque a reflexão crítica acerca dos valores e princípios do Sistema Único de Saúde (SUS), como forma de aperfeiçoar a prática da saúde pública e, consequentemente, a atuação no âmbito do SUS.

A especialização será realizada de agosto de 2019 a setembro de 2020, em semanas intercaladas, com aulas presenciais nas quintas e sextas-feiras, pela manhã e tarde. Serão oferecidas 35 vagas, com carga horária de 15 horas nos dois dias, sendo que cada aula dura 50 minutos.

Local de realização do Curso:

- Escola de Saúde Pública de Santa Catarina Professor Osvaldo de Oliveira Maciel, Rua das Tulipas, nº 236, no bairro Bela Vista III, em São José.

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Em visita ao Meio-Oeste catarinense, o governador Carlos Moisés anunciou na tarde desta terça-feira, 21, o repasse de R$ 600 mil para o Hospital Maicé, de Caçador. A verba, que servirá para o custeio e manutenção da unidade, será transferida por meio de um convênio em três parcelas de R$ 200 mil, com a primeira a ser paga até o fim de maio.

Durante a visita ao hospital, que passa por um trabalho de reforma e ampliação, Moisés informou que o convênio é temporário, uma vez que a Secretaria de Estado da Saúde está realizando um levantamento de dados a partir do qual serão definidos os repasses mensais fixos para as unidades filantrópicas.

VEJA A GALERIA DE IMAGENS DA VISITA A CAÇADOR

“Estamos nos baseando por critérios técnicos. O beneficiado por isso será o cidadão, que vai ver redução das filas e um atendimento com mais qualidade”, disse Moisés.

A unidade é referência para aproximadamente 350 mil habitantes da região Meio-Oeste, englobando 32 municípios. Durante a visita, o governador recebeu uma placa com a designação de “amigo do Hospital Maicé”. Por sua vez, Moisés assinou um mural no hall de entrada desejando vida longa à unidade de saúde e lembrou do papel desempenhado pelos funcionários.

“Quem trabalha em hospital atua com coração. Os funcionários têm a plena consciência da finitude do ser humano. É um exemplo claro da missão de servir”, falou aos trabalhadores.

Ex-presidente e atual membro do Conselho Consultivo do hospital, Leonir Tesser agradeceu pelo repasse e disse apoiar a nova diretriz do Estado para os hospitais filantrópicos.

“A gente fica até de certa forma emocionado pela sensibilidade do governador de querer conhecer o nosso projeto. É um modelo que pode ser replicado em outras partes do Estado. Já esse convênio, mesmo que temporário, vai nos ajudar bastante com o custeio”, disse Tesser.

Também presente na cerimônia, o deputado estadual Valdir Cobalchini, que é da região de Caçador, frisou a importância de se trabalhar em parceria: “A vinda do governador aqui nos dá a perspectiva de que ele traga investimentos para a cidade. Juntos nós somos mais fortes. Não podemos trabalhar isolados. Os projetos que são bons para Santa Catarina nós vamos votar”, afirmou.

Visita a empresas

Antes de ir ao hospital, o governador fez visita a duas grandes indústrias da região que empregam centenas de pessoas. Trata-se, na visão de Moisés, de uma forma de ter um conhecimento mais profundo da pujança econômica da região de Caçador. 

“São as impressionantes as plantas que nós visitamos e também a empolgação dos empresários em continuar investindo. Santa Catarina cresce acima do país e contamos que isso continue”, finalizou o governador.

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As mudanças e a situação da gestão da saúde pública foram tema de explicações por parte do secretário de Estado da Saúde, Helton de Souza Zeferino, na Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc). Ele participou de uma reunião da Comissão de Saúde nos parlamento na manhã desta quarta-feira, 15, atendendo a uma convocação dos deputados. 

Zeferino explicou qual era a situação que herdou na pasta quando assumiu a função, em janeiro deste ano, e detalhou os esforços para pagamento da dívida e melhorias na gestão do setor. "O custeio como um todo precisa ser aprimorado, a gestão precisa ser melhorada para que possamos cumprir tudo o que está previsto para a saúde ao longo de 2019", afirmou o secretário.

Os deputados questionaram sobre assuntos como o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), centrais de regulação, situações específicas de hospitais catarinenses e o programa Mais Médicos. "O Mais Médicos é um programa federal. O Governo do Estado recebe os profissionais de uma chamada feita pelo Governo Federal, e estamos em um processo de abertura de vagas em todo o Brasil", esclareceu Zeferino.

De acordo com ele, o principal desafio é gerir a dívida, que havia levado parte dos fornecedores a desistir de participar das licitações, prejudicando e encarecendo o fornecimento de materiais e serviços. Os contratos e convênios estão sendo revistos para se adequarem a critérios técnicos que possam ter os resultados mensurados. Zeferino frisou que a reforma administrativa proposta pelo governador Carlos Moisés ajudará a qualificar a gestão da saúde, uma vez que fará com que toda a estrutura do setor trabalhe de forma integrada.

A Comissão de Saúde da Alesc é presidida pelo deputado estadual Neodi Saretta. Os demais membros são Ada De Luca, Ismael dos Santos, Jessé Lopes, José Milton Scheffer, Valdir Cobalchini e Vicente Caropreso.

*Com informações da Agência AL

 Foto: Mauricio Vieira/ Secom

O prazo final da Campanha Nacional de Vacinação contra a gripe é 31 de maio. Até lá, Santa Catarina precisa alcançar uma cobertura vacinal de, ao menos, 90% dos grupos prioritários, segundo meta estabelecida pelo Ministério da Saúde. No entanto, de acordo com o balanço divulgado nesta terça-feira, 14,  pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina, vinculada à Superintendência de Vigilância em Saúde, da Secretaria de Estado da Saúde Santa Catarina, apenas 52,48% das pessoas que fazem parte do público-alvo procuraram as unidades de saúde para tomar a vacina.

De acordo com a gerente de imunização da DIVE/SC, Lia Quaresma Coimbra, com a queda nas temperaturas, a preocupação aumenta, principalmente entre as pessoas que fazem parte dos grupos de risco como crianças, idosos, gestantes. Por isso, a importância da imunização. “O vírus da gripe circula o ano todo, mas a transmissão é maior do inverno, quando as pessoas buscam se abrigar do frio em ambientes fechados. A vacina é capaz de promover imunidade durante todo esse período de maior circulação dos vírus, reduzindo o agravamento”, explica a gerente.

Em Santa Catarina, fazem parte dos grupos prioritários pouco mais de 2 milhões de pessoas (2.000.034).

Cobertura vacinal por grupo:
- crianças (6 meses a menores de 6 anos): 50,68%
- gestantes: 49,73%
- trabalhadores da saúde: 42,35%
- mães até 45 dias após o parto: 68,44%
- povos indígenas: 65,71%
- idosos com 60 anos ou mais de idade: 66,23%
- professores: 53,78%
- portadores doenças crônicas e condições especiais: 40,95%
- população privada de liberdade e funcionários: 19,65%
- funcionários do sistema prisional: 24,18%
- profissionais das forças de segurança e salvamento: 21,43%

Gripe em Santa Catarina
De acordo com o último boletim da DIVE/SC, do início do ano até 10 de maio de 2019 foram confirmados 32 casos de influenza em Santa Catarina, sendo 26 pelo vírus A (H1N1) e 6 pelo vírus A (H3N2). Os municípios que apresentaram ocorrências confirmadas foram: Blumenau com 6 casos; Florianópolis, com 4 casos; Chapecó, Itajaí e Joinville, com 3 casos cada; Jaraguá do Sul e Tubarão, com 2 casos cada; Braço do Norte, Brusque, Camboriú, Criciúma, Lages, Maravilha, Palhoça, Pomerode e São José, com 1 caso cada.
Dos 32 casos de influenza, 22 apresentaram algum fator de risco associado, dos quais 10 eram idosos (acima de 60 anos); 2 crianças menores de 2 anos; 1 obeso e 9 eram portadores de doenças crônicas.

Três pessoas morreram, todas pelo vírus A (H1N1). Um homem, de 52 anos, morador de Tubarão; uma mulher, de 79 anos, moradora de Blumenau; e uma mulher, de 48 anos, moradora de Jaraguá do Sul. Os três apresentaram algum fator de risco para o agravamento da doença.

Cuidados e prevenção
Além da vacina, é recomendado adotar algumas medidas de prevenção para evitar a gripe: higienizar as mãos com água e sabão ou com álcool gel, principalmente depois de tossir ou espirrar; a higienização também é importante depois de usar o banheiro; antes das refeições; antes e depois de tocar os olhos, a boca e o nariz; evitar tocar os olhos, nariz ou boca após contato com superfícies potencialmente contaminadas (corrimão, bancos, maçanetas etc), além de manter hábitos de alimentação saudáveis, com ingestão de líquidos e realização de atividades físicas.
 
Pessoas com influenza devem evitar contato com outras pessoas. Em caso de suspeita, o paciente deve procurar atendimento médico o mais rápido possível. O tratamento precoce com Oseltamivir (Tamiflu) reduz tanto os sintomas quanto a ocorrência de complicações da influenza e está disponível em todas as unidades de saúde e hospitais de Santa Catarina.
Saiba mais em: www.gripe.sc.gov.br

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 Foto: Paulo Goeth/SES

O Centro de Informação e Assistência Toxicológica de Santa Catarina (CIATox/SC), referência no estado na área de toxicologia, completa 35 anos nesta terça-feira, 14 de maio. Também nesta data é lembrado o Dia Estadual de Prevenção de Acidentes Tóxicos no Estado de Santa Catarina, instituído pela Lei 13.175 de 2004.

Ao longo dessas três décadas e meia, o CIATox/SC contribui para a melhoria da qualidade da assistência, redução da morbimortalidade das intoxicações e dos custos finais do sistema de saúde.

Entre os anos de 1984 e 2018, foram registrados aproximadamente 250 mil atendimentos. São casos de intoxicação por diversos agentes, como medicamentos, agrotóxicos, produtos veterinários, raticidas, produtos químicos industriais e de uso domiciliar, drogas de abuso, plantas tóxicas e envenenamentos por animais peçonhentos.

O serviço mantém plantão de 24 horas para informações específicas em caráter de urgência na área de Toxicologia Clínica aos profissionais de saúde, principalmente médicos da rede hospitalar e ambulatorial. Também atende a população em geral, em caráter educativo/preventivo, diretamente ou por meio de ligação gratuita pelo telefone 0800 643 5252.

Localizado dentro do Hospital Universitário, o CIATox/SC está subordinado a Superintendência de Serviços Especializados e Regulação da Secretaria da Saúde de Santa Catarina (SUR/SES/SC), mantendo cooperação técnica e parceria com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e o Hospital Universitário. 

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