A Secretaria de Estado da Saúde informa a situação das Emergências dos hospitais Florianópolis, Celso Ramos, Regional de São José e Instituto de Cardiologia de Santa Catarina nesta terça-feira, 11:

Hospital Florianópolis – Até o fim da manhã, 31 pessoas aguardavam atendimento no saguão e 15 estavam em observação. O atendimento na emergência da unidade é feito de acordo com a gravidade dos casos, por meio da classificação de risco. Nas últimas 24 horas, o hospital, que é referência em ortopedia, atendeu 96 pacientes na Emergência ortopédica, 293 na Emergência geral e 98 na Emergência pediátrica. O quadro geral é de 40 pacientes internados. Nas últimas 24 horas, foram feitas oito internações.

Hospital Celso Ramos - Na Emergência da unidade localizada em Florianópolis, 29 pessoas aguardavam atendimento até o final da manhã, com 17 pacientes internados e nove em observação. Nas últimas 24 horas, a Emergência recebeu 306 pessoas. Deste total, 126 eram para Ortopedia (em geral, pessoas que sofreram acidentes de trânsito); 124 para clinica médica e 56 para clínica cirúrgica.

Instituto de Cardiologia – Dois pacientes estavam sendo atendidos no final da manhã na Emergência desta instituição localizada em São José. Uma pessoa aguardava consulta e 37 estavam internadas, sendo oito na Emergência semi-intensiva, duas na reanimação, 12 no repouso, e outros 15 na medicação. Até o fim da manhã, havia 62 pessoas nas unidades de internação e 11 na ala coronária. Nas últimas 24 horas, o Instituto de Cardiologia atendeu 44 pessoas na Emergência e fez 11 novas internações. Há um total de 110 pacientes internados no instituto.

Hospital Regional de São José - A Emergência geral tinha 62 pacientes internados até o final da manhã. O atendimento é feito de acordo com a gravidade dos casos, a partir da classificação de risco. No saguão, 60 pessoas aguardavam consulta. Nas últimas 24 horas, foram realizados 387 atendimentos nas emergências geral, ortopédica, oftalmológica e obstétrica. Na emergência pediátrica, foram feitos 156 atendimentos. O quadro geral do Hospital Regional de São José é de 271 pacientes internados. Nas ultimas 24 horas, foram realizadas 55 internações.

Salientamos que cerca de 80% dos casos que chegam às Emergências são ambulatoriais, ou seja, situações que podem ser resolvidas nos postos de saúde. A Secretaria de Estado da Saúde orienta a população a primeiro procurar os centros de saúde dos seus municípios. Os postos de saúde e Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) estão aptos a atender situações de urgência, que são aqueles em que a pessoa não corre riscos.

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Secretaria de Estado da Saúde
E-mail: imprensa@saude.sc.gov.br

A Secretaria de Estado da Saúde informa a situação das Emergências dos hospitais Florianópolis, Celso Ramos, Regional de São José e Instituto de Cardiologia de Santa Catarina nesta quarta-feira, 12:

Hospital Florianópolis – Até o fim da manhã, 26 pessoas aguardavam atendimento no saguão e 11 estavam em observação. O atendimento na emergência da unidade é feito de acordo com a gravidade dos casos, por meio da classificação de risco. Nas últimas 24 horas, o hospital, que é referência em ortopedia, atendeu 80 pacientes na Emergência ortopédica, 271 na Emergência geral e 104 na Emergência pediátrica. O quadro geral é de 41 pacientes internados. Nas últimas 24 horas, foram feitas seis internações.

Hospital Celso Ramos - Na Emergência da unidade localizada em Florianópolis, 31 pessoas aguardavam atendimento até o final da manhã, com 23 pacientes internados e 12 em observação. Nas últimas 24 horas, a Emergência recebeu 344 pessoas. Deste total, 158 eram para Ortopedia (em geral, pessoas que sofreram acidentes de trânsito); 135 para clinica médica e 51 para clínica cirúrgica.

Instituto de Cardiologia – Um paciente estava sendo atendido no final da manhã na Emergência desta instituição localizada em São José. Nenhuma pessoa aguardava consulta e 31 estavam internadas, sendo oito na Emergência semi-intensiva, uma na reanimação, 12 no repouso, e outros 10 na medicação. Até o fim da manhã, havia 63 pessoas nas unidades de internação e 13 na ala coronária. Nas últimas 24 horas, o Instituto de Cardiologia atendeu 52 pessoas na Emergência e fez 19 novas internações. Há um total de 107 pacientes internados no instituto.

Hospital Regional de São José - A Emergência geral tinha 66 pacientes internados até o final da manhã. O atendimento é feito de acordo com a gravidade dos casos, a partir da classificação de risco. No saguão, sete pessoas aguardavam consulta. Nas últimas 24 horas, foram realizados 355 atendimentos nas emergências geral, ortopédica, oftalmológica e obstétrica. Na emergência pediátrica, foram feitos 155 atendimentos. O quadro geral do Hospital Regional de São José é de 256 pacientes internados. Nas últimas 24 horas, foram realizadas 44 internações.

Salientamos que cerca de 80% dos casos que chegam às Emergências são ambulatoriais, ou seja, situações que podem ser resolvidas nos postos de saúde. A Secretaria de Estado da Saúde orienta a população a primeiro procurar os centros de saúde dos seus municípios. Os postos de saúde e Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) estão aptos a atender situações de urgência, que são aqueles em que a pessoa não corre riscos.

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O Governo do Estado confirmou nesta quarta-feira, 12, a liberação dos recursos necessários para a abertura do Hospital de Biguaçu ao público no próximo dia 24. A confirmação foi feita pelo secretário de Estado da Saúde, João Paulo Kleinübing, ao prefeito Ramon Wollinger e ao diretor do hospital Walmor Busnello, representante da Beneficência Camiliana do Sul – São Camilo, organização social (OS) contratada pelo município para administrar a unidade.


Foto: Divulgação / SES

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O encontro ocorreu no gabinete do secretário. Também participaram da reunião a superintendente de Hospitais Públicos de SC, Cristina Pires, e o superintendente de Planejamento da Secretaria de Estado da Saúde, Leandro Barros. 

Apenas a inauguração do hospital, antes prevista para quinta-feira, 20 de agosto, foi transferida para o dia seguinte, 21, em razão da agenda do ministro Arthur Chioro que estará em Biguaçu para a assinatura da portaria necessária à liberação dos recursos federais para a instituição. 

No dia 20, representantes do Estado, do município e da Organização Social concederão uma entrevista coletiva à imprensa, a partir das 9h30min, no hospital.

O atendimento na instituição será em etapas. No primeiro momento será o ambulatório clínico, depois trabalhará com internações clínicas e pediátricas e, em um terceiro momento, com cirurgias. 

Os primeiros pacientes serão moradores de Biguaçu transferidos das filas de atendimento do município. 

"A abertura do hospital está garantida e gradualmente passará a atender a população da Grande Florianópolis a partir de um novo sistema de saúde pública que será implantado na região", destacou o secretário Kleinübing.

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A Secretaria de Estado da Saúde informa a situação das Emergências dos hospitais Florianópolis, Celso Ramos, Regional de São José e Instituto de Cardiologia de Santa Catarina nesta quinta-feira, 13:

Hospital Florianópolis - Até o fim da manhã, 25 pessoas aguardavam atendimento no saguão e 15 estavam em observação. O atendimento na emergência da unidade é feito de acordo com a gravidade dos casos, por meio da classificação de risco. Nas últimas 24 horas, o hospital, que é referência em ortopedia, atendeu 84 pacientes na emergência ortopédica, 269 na geral e 95 na pediátrica. O quadro é de 40 pacientes internados. Nas últimas 24 horas foram feitas cinco internações.

Hospital Celso Ramos - Na emergência da unidade localizada em Florianópolis, 34 pessoas aguardavam atendimento até o final da manhã, com 15 pacientes internados e 16 em observação. Nas últimas 24 horas, a emergência recebeu 286 pessoas. Deste total, 141 eram para ortopedia (em geral, pessoas que sofreram acidentes de trânsito); 108 para clinica médica e 37 para clínica cirúrgica.

Instituto de Cardiologia - Um paciente estava sendo atendido no final da manhã na emergência desta instituição localizada em São José. Duas pessoas aguardavam consulta e 39 estavam internadas, sendo oito na emergência semi-intensiva, duas na reanimação, 12 no repouso, e outros 17 na medicação. Até o fim da manhã havia 61 pessoas nas unidades de internação e 11 na ala coronária. Nas últimas 24h, o Instituto atendeu 34 pessoas na emergência e fez nove novas internações. Há 111 pacientes internados no instituto.

Hospital Regional de São José - A emergência geral tinha 62 pacientes internados até o final da manhã.  O atendimento é feito de acordo com a gravidade dos casos, a partir da classificação de risco. No saguão, 27 pessoas aguardavam consulta. Nas últimas 24 horas foram realizados 389 atendimentos nas emergências geral, ortopédica, oftalmológica e obstétrica. Na emergência pediátrica foram feitos 126 atendimentos. O quadro geral é de 264 pacientes internados. Nas ultimas 24 horas foram realizadas 56 internações.

É importante ressaltar que cerca de 80% dos casos que chegam às emergências são ambulatoriais, ou seja, situações que podem ser resolvidas nos postos de saúde. A Secretaria de Estado da Saúde orienta a população a primeiro procurar os centros de saúde dos seus municípios. Os postos de saúde e Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) estão aptos a atender situações de urgência, quando a pessoa não corre riscos.

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Começa neste sábado, 15, com o Dia D, a 36ª Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e a Campanha de Multivacinação para atualização do esquema de imunização. Em Santa Catarina, a meta é vacinar contra a pólio 95% de um universo de 379.796 crianças entre seis meses e menores de cinco anos. As campanhas seguem até o dia 31 de agosto.

Todas as crianças menores de cinco anos de idade deverão ser levadas a um posto de vacinação para que a caderneta de saúde seja avaliada e o esquema vacinal atualizado. Para esta ação, 11 vacinas do calendário nacional de vacinação infantil estarão disponíveis. Os postos de vacinação de todos os municípios catarinenses estarão  abertos das 8h às 17h.

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Poliomielite


A poliomelite ou paralisia infantil é causada pelo poliovírus, que pode ser transmitido por meio do contato com fezes ou secreções expelidas pela boca. "A paralisia, normalmente dos membros inferiores, acontece quando o vírus atinge os nervos causando perda de força”, explica a enfermeira Vanessa Vieira da Silva, gerente de Imunização da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive).

Gotinhas

A vacina oral contra a poliomielite é utilizada em campanhas para alcançar a erradicação mundial da pólio. É uma vacina segura que, na rotina, complementa o esquema iniciado com duas doses da vacina inativada contra a poliomielite. Atualmente, ocorre uma campanha ao ano com a vacina oral, bem aceita pela população. Ela oferece proteção contra os três poliovírus (1, 2 e 3) e sua eficácia é em torno de 90% a 95% após a conclusão do esquema.

Calendário vacinal

Durante as campanhas são administradas vacinas de forma seletiva e também realizadas atualizações do esquema vacinal, como a vacina tríplice bacteriana (difteria, tétano e coqueluche) e tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola). Os resultados destas ações podem ser comprovados na redução das doenças imunopreveníveis no país. 

>>> Confira abaixo, o demonstrativo de vacinas disponibilizadas na campanha de 2015

Poliomielite: As crianças entre seis meses e menores de cinco anos de idade (seis meses a quatro anos 11 meses e 29 dias).

Penta: A criança de dois meses a menores de cinco anos de idade (4 anos, 11 meses e 29 dias) deverá iniciar e concluir o esquema básico com essa vacina.
- 1ª dose aos 2 meses
- 2ª dose aos 4 meses
- 3ª dose aos 6 meses

Rotavírus: 1ª dose aos dois meses de idade e 2ª dose aos quatro meses de idade.
- Criança com idade de um mês e 15 dias a três meses e 15 dias pode receber a 1ª dose.
- Criança com idade de três meses e 15 dias a sete meses e 29 dias pode receber a 2ª dose desta vacina.

Pneumocócica 10 valente: Criança a partir dos dois meses de idade deve receber três doses dessa vacina, com intervalo de dois meses entre elas, e uma dose de reforço, preferencialmente entre 12 e 15 meses de idade.

Meningocócica C conjugada: Criança a partir dos três meses de idade deve receber duas doses dessa vacina com intervalo de dois meses entre elas, e uma dose de reforço, preferencialmente entre 12 e 15 meses de idade.

Febre amarela: A criança deve receber uma dose dessa vacina aos nove meses de idade e um reforço aos quatro anos, de acordo com a área de recomendação.

Tríplice viral: A criança deve receber a 1ª dose da vacina aos 12 meses de idade e agendar a 2ª dose para 15 meses de idade.  
- Para crianças com mais de 14 meses de idade, deverá ser mantido o intervalo mínimo de 30 dias entre as doses.
- Crianças maiores de 15 meses de idade sem nenhuma dose devem receber a 1ª dose e agendar a 2ª dose obedecendo ao intervalo mínimo de 30 dias entre as doses.

Tetra viral ou tríplice + varicela (atenuada): A criança deverá receber uma dose da vacina tetra viral aos 15 meses de idade, desde que já tenha recebido a primeira da vacina tríplice viral.

DTP: A criança deve receber o 1º reforço da vacina aos 15 meses de idade e agendar o 2º reforço para quatro anos de idade.
- Criança maior de 15 meses e menor de quatro anos, sem reforço dessa vacina, deve receber o 1º reforço e agendar o 2º para os quatro anos de idade, obedecendo o intervalo mínimo de seis meses entre as doses.
- Criança com quatro anos sem nenhum reforço administrar o 1º reforço.

Hepatite A: A criança deve receber uma dose aos 12 meses de idade. A idade máxima para administração é 1 ano, 11 meses e 29 dias

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A Secretaria de Estado da Saúde informa a situação das Emergências dos hospitais Florianópolis, Celso Ramos, Regional de São José e Instituto de Cardiologia de Santa Catarina nesta sexta-feira, 14:

Hospital Florianópolis - Até o fim da manhã, 12 pessoas aguardavam atendimento no saguão e 10 estavam em observação. O atendimento na emergência da unidade é feito de acordo com a gravidade dos casos, por meio da classificação de risco. Nas últimas 24 horas, o hospital, que é referência em ortopedia, atendeu 70 pacientes na emergência ortopédica, 255 na emergência geral e 90 na emergência pediátrica. O quadro geral é de 40 pacientes internados. Nas últimas 24 horas foram feitas seis internações.

Hospital Celso Ramos - Na emergência da unidade localizada em Florianópolis, 20 pessoas aguardavam atendimento até o final da manhã, com 18 pacientes internados e 13 em observação. Nas últimas 24 horas, a emergência recebeu 292 pessoas. Deste total, 122 eram para Ortopedia (em geral, pessoas que sofreram acidentes de trânsito); 125 para clinica médica e 45 para clínica cirúrgica.

Instituto de Cardiologia - Quatro pacientes estavam sendo atendidos no final da manhã na emergência desta instituição localizada em São José. Nenhuma pessoa aguardava consulta e 36 estavam internadas, sendo oito na emergência semi-intensiva, uma na reanimação, 12 no repouso, e outros 15 na medicação. Até o fim da manhã havia 61 pessoas nas unidades de internação e 11 na ala coronária. Nas últimas 24h, o Instituto de Cardiologia atendeu 33 pessoas na emergência e fez nove novas internações. Há um total de 108 pacientes internados no instituto.

Hospital Regional de São José - A emergência geral tinha 60 pacientes internados até o final da manhã.  O atendimento é feito de acordo com a gravidade dos casos, a partir da classificação de risco. No saguão, 32 pessoas aguardavam consulta. Nas últimas 24 horas foram realizados 294 atendimentos nas emergências geral, ortopédica, oftalmológica e obstétrica. Na emergência pediátrica foram feitos 140 atendimentos. O quadro geral é de 269 pacientes internados. Nas ultimas 24 horas foram realizadas 44 internações.

É importante salientar que cerca de 80% dos casos que chegam às emergências são ambulatoriais, ou seja, situações que podem ser resolvidas nos postos de saúde. A Secretaria de Estado da Saúde orienta a população a primeiro procurar os centros de saúde dos seus municípios. Os postos de saúde e Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) estão aptos a atender situações de urgência, quando a pessoa não corre riscos.

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O número de pessoas que morreram em Florianópolis, vítimas de acidentes de trânsito, em 2014, aumentou 56,6% em relação aos óbitos registrados no ano anterior. Essa realidade elevou a taxa de mortalidade no trânsito, na Capital catarinense, de 11,7 para 18 óbitos em cada 100 mil habitantes ­- índice bem acima da média nacional, que oscila entre 12 e 13 mortes em cada 100 mil habitantes.

Do total de 83 óbitos notificados em 2014, 59% ocorreram no primeiro semestre de 2014, concentrados nos meses de janeiro, fevereiro, março e maio. A maioria das vítimas era formada por homens, com idades entre 21 e 40 anos. A maior parte dos acidentes foi registrada à noite, e quase a totalidade (92%) ocorreu entre quintas-feiras e sábados. Conforme o relatório, foi confirmada a presença de álcool no sangue das vítimas em 85% dos desastres ocorridos à noite. Entre os que morreram, 32 haviam ingerido álcool.

Falta de visibilidade, consumo de álcool, velocidade alta e problemas na infraestrutura viária estão entre os principais fatores identificados. Os locais mais recorrentes em acidentes graves, em Florianópolis, são o Norte da Ilha, especialmente nas rodovias SC-401 e SC-403; Saco Grande; Continente/Centro; Via Expressa Sul e no elevado do CIC (Centro Integrado de Cultura.

Os dados fazem parte do Relatório das Análises dos Desastres de Trânsito apresentados nesta semana pelo projeto Rede Vida no Trânsito, cuja secretaria geral este ano está sob a responsabilidade da Diretoria de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado da Saúde. O encontro ocorreu no quartel do Comando Geral da Polícia Militar de Santa Catarina, em Florianópolis, e reuniu representantes das diversas instituições que integram a Rede, dentre organizações governamentais estaduais e municipais, e da sociedade civil.

“A análise e a revelação desses dados aponta, a todos os agentes envolvidos, a importância de nos unirmos em busca de soluções e não para apontar culpados, especialmente para combater a crescente associação do consumo de álcool e da imprudência no trânsito”, reforça Jane Laner Cardoso, secretária geral do projeto Rede Vida no Trânsito, coordenadora da divisão de Doenças e Agravos Não Transmissíveis da Dive.

O relatório foi produzido pelo Grupo de Informação do projeto Rede Vida no Trânsito com base na análise de documentos oficiais relacionados a cada óbito ocorrido, como boletins de ocorrência da Polícia Militar e da Guarda Municipal, laudos do Instituto Médico Legal (IML), das emergências de hospitais e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU); e exames de alcoolemia.

Os membros do projeto Rede Vida no Trânsito voltam a se reunir no início de setembro, para tratar das ações que serão promovidas em alusão à Semana Nacional de Trânsito, celebrada entre os dias 18 e 25 de setembro.

Os integrantes:

·         Secretaria de Estado de Saúde de Santa Catarina - Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive)

·         Prefeitura Municipal de Florianópolis

·         Secretaria Municipal de Saúde de Florianópolis

·         Instituto de Planejamento Urbano de Florianópolis (IPUF)

·         Secretaria de Segurança e Gestão do Trânsito de Florianópolis

·         Guarda Municipal de Florianópolis

·         Polícia Militar de Santa Catarina

·         Polícia Militar Rodoviária de Santa Catarina

·         Polícia Federal

·         Detran

·         Corpo de Bombeiros

·         Samu estadual

·         Samu municipal

·         Instituto Médico Legal (IML)

·         SEST/SENAT - Serviço Social do Transporte / Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte

·         SESC -  Serviço Social do Comércio 

·         OAB/SC - Ordem dos Advogados do Brasil de Santa Catarina

·         União dos Ciclistas do Brasil/Viaciclo

·         MobFloripa - Guia de Mobilidade de Florianópolis

·         ICom Floripa - Instituto Comunitário Grande Florianópolis 

·         Icetran - Instituto de Certificação e Estudos de Trânsito e Transportes

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Na próxima quarta-feira, 19, a Secretaria de Estado da Saúde reunirá prefeitos e secretários da Saúde de municípios catarinenses com possibilidade de transmissão de dengue para apresentar o plano de contingência de combate à doença para o período 2015/2016. O encontro será realizado no cinema do Centro Integrado de Cultura (CIC), em Florianópolis, a partir das 16h30.

"Estamos retomando essa mobilização agora para nos anteciparmos ao período das altas temperaturas, principalmente no verão, quando o número de focos e de casos tende a crescer”, destaca o secretário João Paulo Kleinübing. O objetivo do encontro é promover um debate sobre a realidade da prevenção e controle da dengue no Estado, unindo esforços para o desenvolvimento de ações integradas para o enfrentamento da doença. "Vamos acertar um termo de compromisso com os municípios de maior risco, com metas e indicadores a serem alcançados para minimizar o risco de uma epidemia de dengue no Estado. Em contrapartida, a Secretaria de Estado da Saúde repassará um incentivo financeiro para auxiliar na realização dessas ações", acrescenta o secretário Kleinübing.

Neste ano, foram confirmados 3.536 casos de dengue, sendo 3.244 autóctones (transmissão dentro do Estado) e 215 importados. De janeiro a julho, 108 municípios catarinenses já detectaram focos. Desses, 27 são considerados infestados pelo mosquito Aedes Aegypti e 30 estão em situação de risco. “Dentre as ações previstas, estão a manutenção do trabalho dos agentes de controle de endemia em número suficiente e em tempo oportuno, além da implantação de armadilhas, avaliação de locais de risco como borracharias, ferros-velhos, entre outros”, acrescenta Fábio Gaudenzi de Faria, superintendente de Vigilância em Saúde. Segundo ele, o plano de contingência prevê, ainda, a compra de equipamentos para as gerências estaduais de saúde apoiarem as prefeituras no combate ao mosquito.

Importante destacar que o mosquito Aedes Aegypti também é responsável pela transmissão de outras duas doenças recentemente introduzidas no país: febre do chikungunya e zika. O mosquito tem grande capacidade de adaptação ao ambiente urbano, de forma que a eliminação de focos é a principal ação para se evitar a ocorrência de epidemias.

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Saiba mais sobre as doenças:

Dengue

É uma doença infecciosa febril causada por um arbovírus, sendo um dos principais problemas de saúde pública no mundo. Ela é transmitida pela picada da fêmea do mosquito Aedes Aegypti infectado. Os sintomas da dengue são febre, cefaleia, mialgias, artralgias, dor retro-orbital, podendo manifestar manchas vermelhas na pele. Algumas pessoas podem evoluir para formas graves da doença, apresentando manifestações hemorrágicas. Pessoas que estiveram nos últimos 14 dias numa cidade com presença do Aedes Aegypti ou com transmissão da dengue e apresentarem os sintomas citados, devem procurar uma unidade de saúde para avaliação. 

Chikungunya

É uma doença infecciosa febril, causada pelo vírus chikungunya, que pode ser transmitida pelos mosquitos Aedes Aegypti e Aedes Albopictus. O início dos sintomas ocorre de 2 a 10 dias após a picada do mosquito, podendo chegar a 12 dias o chamado período de incubação. Os sintomas são febre de início repentino e dores intensas nas articulações de pés e mãos, dedos, tornozelos e pulsos. Pode ocorrer, também, dor de cabeça, dores nos músculos e manchas vermelhas na pele. Cerca de 30% dos casos não chegam a desenvolver sintomas.

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A Secretaria de Estado da Saúde informa a situação das Emergências dos hospitais Florianópolis, Celso Ramos, Regional de São José e Instituto de Cardiologia de Santa Catarina nesta segunda-feira, 17:

Hospital Florianópolis – Até o fim da manhã, 34 pessoas aguardavam atendimento no saguão e nove estavam em observação. O atendimento na emergência da unidade é feito de acordo com a gravidade dos casos, por meio da classificação de risco. Nas últimas 24 horas, o hospital, que é referência em ortopedia, atendeu 69 pacientes na Emergência ortopédica, 208 na Emergência geral e 83 na Emergência pediátrica. O quadro geral é de 32 pacientes internados. Nas últimas 24 horas, foram feitas oito internações.

Hospital Celso Ramos - Na Emergência da unidade localizada em Florianópolis, 22 pessoas aguardavam atendimento até o final da manhã, com 12 pacientes internados e 13 em observação. Nas últimas 24 horas, a Emergência recebeu 137 pessoas. Deste total, 41 eram para Ortopedia (em geral, pessoas que sofreram acidentes de trânsito); 71 para clínica médica e 25 para clínica cirúrgica.

Instituto de Cardiologia – Quatro pacientes estavam sendo atendidos no final da manhã na Emergência desta instituição localizada em São José. Quatro pessoas aguardavam consulta e 36 estavam internadas, sendo oito na Emergência semi-intensiva, quatro na reanimação, 12 no repouso, e outros 12 na medicação. Até o fim da manhã, havia 67 pessoas nas unidades de internação e 12 na ala coronária. Nas últimas 24 horas, o Instituto de Cardiologia atendeu 67 pessoas na Emergência e fez 14 novas internações. Há um total de 115 pacientes internados no instituto.

Hospital Regional de São José - A Emergência geral tinha 80 pacientes internados até o final da manhã. O atendimento é feito de acordo com a gravidade dos casos, a partir da classificação de risco. No saguão, 41 pessoas aguardavam consulta. Nas últimas 24 horas, foram realizados 242 atendimentos nas emergências geral, ortopédica, oftalmológica e obstétrica. Na emergência pediátrica, foram feitos 134 atendimentos. O quadro geral do Hospital Regional de São José é de 283 pacientes internados. Nas ultimas 24 horas, foram realizadas 30 internações.

Salientamos que cerca de 80% dos casos que chegam às Emergências são ambulatoriais, ou seja, situações que podem ser resolvidas nos postos de saúde. A Secretaria de Estado da Saúde orienta a população a primeiro procurar os centros de saúde dos seus municípios. Os postos de saúde e Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) estão aptos a atender situações de urgência, que são aqueles em que a pessoa não corre riscos.

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A Secretaria de Estado da Saúde informa a situação das Emergências dos hospitais Florianópolis, Celso Ramos, Regional de São José e Instituto de Cardiologia de Santa Catarina nesta terça-feira, 18:

Hospital Florianópolis – Até o fim da manhã, 28 pessoas aguardavam atendimento no saguão e sete estavam em observação. O atendimento na emergência da unidade é feito de acordo com a gravidade dos casos, por meio da classificação de risco. Nas últimas 24 horas, o hospital, que é referência em ortopedia, atendeu 78 pacientes na Emergência ortopédica, 294 na Emergência geral e 99 na Emergência pediátrica. O quadro geral é de 37 pacientes internados. Nas últimas 24 horas, foram feitas nove internações.

Hospital Celso Ramos - Na Emergência da unidade localizada em Florianópolis, 27 pessoas aguardavam atendimento até o final da manhã, com 28 pacientes internados e oito em observação. Nas últimas 24 horas, a Emergência recebeu 305 pessoas. Deste total, 138 eram para Ortopedia (em geral, pessoas que sofreram acidentes de trânsito); 117 para clinica médica e 50 para clínica cirúrgica.

Instituto de Cardiologia – Dois pacientes estavam sendo atendidos no final da manhã na Emergência desta instituição localizada em São José. Uma pessoa aguardava consulta e 35 estavam internadas, sendo oito na Emergência semi-intensiva, nenhuma na reanimação, 12 no repouso, e outros 15 na medicação. Até o fim da manhã, havia 67 pessoas nas unidades de internação e 13 na ala coronária. Nas últimas 24 horas, o Instituto de Cardiologia atendeu 53 pessoas na Emergência e fez 14 novas internações. Há um total de 115 pacientes internados no instituto.

Hospital Regional de São José - A Emergência geral tinha 69 pacientes internados até o final da manhã.  O atendimento é feito de acordo com a gravidade dos casos, a partir da classificação de risco. No saguão, 43 pessoas aguardavam consulta. Nas últimas 24 horas, foram realizados 386 atendimentos nas emergências geral, ortopédica, oftalmológica e obstétrica. Na emergência pediátrica, foram feitos 172 atendimentos. O quadro geral do Hospital Regional de São José é de 269 pacientes internados. Nas ultimas 24 horas, foram realizadas 54 internações.

Salientamos que cerca de 80% dos casos que chegam às Emergências são ambulatoriais, ou seja, situações que podem ser resolvidas nos postos de saúde. A Secretaria de Estado da Saúde orienta a população a primeiro procurar os centros de saúde dos seus municípios. Os postos de saúde e Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) estão aptos a atender situações de urgência, que são aqueles em que a pessoa não corre riscos.

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