Entre os dias 20 a 24 de maio, a Reciclanip, entidade gestora do sistema de Logística Reversa de Pneus Inservíveis em todo o Brasil, realizará o recolhimento de pneus em Santa Catarina. A campanha de divulgação da mobilização e conscientização da população começa nesta segunda-feira (13). A atividade foi articulada durante reuniões da Sala Estadual de Coordenação e Controle do Aedes aegypti, coordenada pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE/SC).

Os municípios catarinenses também foram comunicados pela Federação Catarinense de Municípios - FECAM, em parceria com a Gerência de Saúde Ambiental da Diretoria de Vigilância Sanitária, por meio de ofício, sobre a possibilidade de criação de pontos de coleta dos pneus inservíveis.

O objetivo da ação faz parte das estratégias de vigilância para o controle dos possíveis criadouros do mosquito Aedes aegypti e já aconteceu outras duas vezes no estado, em 2017 e em 2018, concomitante em todo o país. Neste ano, ocorrerá de forma pré-agendada, por regiões.

Para participar da campanha, a população deve se informar no seu município onde será instalado o ponto de coleta dos pneus e agendar a entrega. “A ação protege a saúde das pessoas. Os pneus descartados de maneira incorreta e que ficam expostos à ação do tempo acabam servindo de criadouros para o mosquito Aedes aegypti, transmissor de dengue, zika e chikungunya”, explica João Fuck, gerente de Zoonoses da DIVE/SC.

Para saber onde estão pontos de coleta já conveniados pode-se acessar o link: http://www.reciclanip.org.br/pontos-de-coleta/coleta-no-brasil/.

 

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A Secretaria de Estado da Saúde (SES), em parceria com a Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc), realiza nos dias 30 e 31 de maio o Seminário de Capacitação na Atenção à Saúde das Pessoas com Ostomias Intestinais, Urinários e/ou Fístulas Cutâneas e Respiratórias de Florianópolis. Até o final de 2019 ocorrerão mais cinco encontros: Concórdia (junho), Mafra (agosto), Lages (setembro), Blumenau (outubro) e Chapecó (novembro).

O objetivo é capacitar mil profissionais em todo o Estado, com foco na Atenção à Saúde das Pessoas com Ostomias. O seminário é resultado de um Projeto da Área Técnica da Saúde da Pessoa com Deficiência da SES com a Comissão de Saúde da Alesc.

O primeiro evento será realizado no Auditório Antonieta de Barros, na Alesc, em Florianópolis. Para participar é preciso se inscrever no site da Escola do Legislativo.

Evento: Seminário de Capacitação na Atenção à Saúde das Pessoas com Ostomias Intestinais, Urinários e/ou Fístulas Cutâneas e Respiratórias
Quando: 30 e 31 de maio de 2019
Onde: Auditório Antonieta de Barros da Alesc, localizado no Palácio Barriga Verde, Rua Doutor Jorge Luz Fontes, 310, Centro, em Florianópolis/SC

Mais informações: site Escola do Legislativo (http://escola.alesc.sc.gov.br/evento/?eid=1408)

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O bloqueio vacinal em Gravatal e região, no Sul do estado, imunizou 499 animais contra a raiva, entre cães e gatos, durante essa quinta-feira, 9. As equipes começaram o trabalho pelo Bairro Indaial, local onde o caso de raiva humana foi registrado. A partir dali, em um raio de até cinco quilômetros, os animais começaram a receber a vacina.

A ação acontece casa a casa e atinge também os municípios de Capivari de Baixo e Pescaria Brava. O trabalho deve se estender ainda na próxima semana. “O dia foi positivo. Conseguimos aplicar a vacina antirrábica em aproximadamente 373 cães e 126 gatos”, comenta João Fuck, gerente de Zoonoses da Dive.

A atividade, coordenada pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE), vinculada à Superintendência de Vigilância em Saúde (SUV) da Secretaria de Estado da Saúde, contou também com a participação de profissionais e técnicos da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc), dos três municípios que fazem parte da região (Gravatal, Pescaria Brava e Capivari de Baixo), das Gerências Regionais de Saúde e de professores e acadêmicos da Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul).

A médica veterinária da Dive, Alexandra Schlickmann Pereira, lembra que a forma mais eficaz de proteção contra a raiva é a vacinação dos animais. “O ideal seria ter um veterinário de confiança e ele indicar qual o calendário de vacinas mais adequado para o seu animal de estimação”, ressalta.

Raiva

Após 38 anos sem registrar casos de raiva humana no estado, a Dive confirmou no início desta semana, um óbito de uma paciente de 58 anos, residente em área rural do município de Gravatal, por conta da doença.

Já os últimos casos de raiva em cães e gatos em Santa Catarina foram registrados em 2006, nos municípios de Xanxerê (um cão e um gato), Itajaí (um cão), e em 2016, em Jaborá (um cão).

A raiva é uma doença transmissível que atinge mamíferos como cães, gatos, bois, cavalos, macacos, morcegos e também o homem, quando a saliva do animal infectado entra em contato com a pele ou mucosa por meio de mordida, arranhão ou lambedura do animal.

O vírus ataca o sistema nervoso central, levando à morte após pouco tempo de evolução. A raiva não tem cura estabelecida (há apenas três casos de cura conhecidos no mundo, um deles no Brasil) e a única forma de prevenção é por meio da vacina.

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A partir de agora, o Hospital Regional de São José Homero de Miranda Gomes (HRSJ) terá uma sala própria para o serviço de ouvidoria. O atendimento no novo espaço, localizado ao lado do setor de Estatística, está ocorrendo das 13h às 18h, pelo telefone (48) 3271-9011, sob a responsabilidade da ouvidora Elzira Izaura Martins.

No período da manhã, o serviço ainda está funcionando no setor de Humanização, localizado próximo à entrada de visitantes, pelo (48) 3271-9019.

Segundo Elzira Martins, a instalação do novo local vai promover maior satisfação das necessidade do usuário do hospital e garantir a prestação do serviço público de qualidade.

A ouvidoria é o meio oficial e legítimo para o cidadão levar suas questões ao conhecimento dos gestores e por meio do qual recebe esclarecimentos e informações. É um canal de comunicação e um elo entre a população e o poder público. O serviço é responsável por receber reclamações e/ou sugestões sobre os serviços prestados à população.

Para atender aos usuários dos hospitais administrados pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), a Ouvidoria Estadual do Sistema Único de Saúde (SUS) atua por meio de sub-redes localizadas em cada unidade. No HRSJ, o serviço funcionava integralmente junto com o setor de Humanização.

Mais informações sobre a Ouvidoria Estadual do SUS neste link.

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Foto: Arquivo / Secom

Estão abertas até 17 de maio as inscrições para cinco editais de processo seletivo da Secretaria de Estado da Saúde (SES). As vagas são para cargos de médico, nutricionista, farmacêutico, enfermeiro, entre outros de nível superior, com atuação nas unidades da Grande Florianópolis, Joinville, Lages, Mafra e Ibirama.

A seleção é para contratação temporária pelo período de 12 meses, podendo ser prorrogada por uma única vez, pelo mesmo prazo.

O edital de nº 010/2019/SES é para Grande Florianópolis. Nas unidades hospitalares as vagas são para médico, farmacêutico e nutricionista. A Administração Central possui vaga para médico, enquanto o Centro Catarinense de Reabilitação precisa de assistente social e enfermeiro.

Em Joinville, o processo seletivo de nº 011/2019/SES possui vagas para médico na Maternidade Darcy Vargas e no Hospital Hans Dieter Schmidt. Este último também precisa de farmacêutico, enfermeiro e profissional de nível superior na área da saúde especialista em circulação extracorpórea (perfusionista).

No Hospital e Maternidade Tereza Ramos, em Lages, as vagas são para médico (edital de nº 012/2019/SES). Já a Maternidade Dona Catarina Kuss, em Mafra (edital nº 013/2019/SES), e o Hospital Waldomiro Colautti, em Ibirama (edital nº 014/2019/SES), precisam de médicos e enfermeiros.

Para ler os editais e fazer as inscrições acesse AQUI.

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 Foto: Robson Valverde/ SES

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) inaugurou o Escritório de Qualidade do Hospital Governador Celso Ramos (HGCR) nesta terça-feira, 7. O objetivo é padronizar os processos e condutas da entidade com foco na melhoria de produtos e serviços, para garantir a satisfação dos clientes (pacientes e funcionários). O HGCR é a quarta unidade a implantar o escritório. O primeiro foi o Hospital Infantil Joana de Gumão, depois o Hospital Regional de São José e, na sequência, o Hospital Hans Dieter Schmidt, em Joinville.

O secretário-adjunto de Estado da Saúde, André Motta Ribeiro, começou falando que era uma satisfação voltar ao Celso Ramos, onde atuava como médico na emergência. “Se não abordarmos o processo e o fluxo de forma eficaz, nada irá melhorar. É preciso nos abraçar e entregar um produto cada vez melhor ao nosso paciente. As dificuldades são imensas e esta ação é um passo importante. Espero que esse projeto seja o início da melhora”, complementou.

O Escritório de Qualidade Hospitalar será responsável por sistematizar as ações do programa de Qualificação Hospitalar, desenvolvido pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), dentro da unidade. “Sua função será coordenar essas ações junto ao comitê gestor, fazer os protocolos em parceria com as áreas, os procedimentos operacionais padrão e seguir as diretrizes da qualificação hospitalar”, explica Márcia Pauli, uma das referências do programa no Estado. O escritório funcionará junto do Núcleo de Educação Permanente do HGCR, localizado no térreo.

 

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A Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (Dive), vinculada à Superintendência de Vigilância em Saúde da Secretaria de Estado da Saúde (SES), informa que foi confirmado pelo Laboratório Instituto Pasteur (IP) o diagnóstico laboratorial de raiva para o óbito de uma paciente de 58 anos, residente em área rural do município de Gravatal, ocorrido no último sábado (4 de maio).

As amostras foram encaminhadas para São Paulo pelo Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen). Santa Catarina não registrava casos de raiva em humanos desde 1981, quando um paciente de Ponte Serrada foi vítima da doença. Já os últimos casos de raiva animal foram registrados em 2006, nos municípios de Xanxerê (um cão e um gato), Itajaí (um cão), e em 2016, em Jaborá (um cão).

Técnicos da Dive estiveram nesta segunda-feira, 6,d no município e Tubarão reunidos com a Gerência Regional de Saúde, a Secretaria Municipal de Saúde de Gravatal e Capivari de Baixo, Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) e a Unisul para o desenvolvimento de ações, conforme o protocolo do Ministério da Saúde, considerando que Santa Catarina é área controlada para raiva animal no ciclo urbano.

As ações envolvem a vacinação casa a casa de cães e gatos em um raio de cinco quilômetros a partir da residência da paciente, bem como busca ativa de animais doentes e mortos e orientação à população. “Além disso, se a pessoa for agredida por um cão ou qualquer outro animal, é muito importante que procure um serviço de saúde mesmo se o ferimento não for grave, pois pode haver a necessidade de tomar a vacina contra a raiva", afirma João Fuck, gerente de Zoonoses da Dive.

A vacinação de todos os cães e gatos é a forma mais eficaz de proteção contra a doença. A ação está prevista para começar dia 9 de maio, quinta-feira. A população de Gravatal e Capivari de Baixo podem procurar por informações mais detalhadas sobre a ação diretamente na Secretaria Municipal de Saúde. A Dive já solicitou 10 mil doses de vacina antirrábica para o esquema de vacinação. Segundo a médica veterinária da Dive, Alexandra Schlickmann Pereira, a população deve ficar atenta ao comportamento estranho dos seus animais de estimação. “Qualquer alteração de comportamento como inquietação, aumento de agressividade, paralisias dos membros e fotofobia (medo da luz) deve ser observada e comunicada para a Secretaria Municipal de Saúde”, alerta.

Raiva humana

A raiva é uma doença transmissível que atinge mamíferos como cães, gatos, bois, cavalos, macacos, morcegos e também o homem, quando a saliva do animal infectado entra em contato com a pele ou mucosa por meio de mordida, arranhão ou lambedura do animal. O vírus ataca o sistema nervoso central, levando à morte após pouco tempo de evolução. A raiva não tem cura estabelecida (há apenas três casos de cura conhecidos no mundo, um deles no Brasil) e a única forma de prevenção é por meio da vacina.

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Os chefes dos poderes Executivo, Legislativo, Judiciário, do Tribunal de Contas e do Ministério Público de Santa Catarina se reuniram na manhã desta segunda-feira, 6, em Florianópolis, para debater formas de mitigar o déficit da saúde estadual e garantir a manutenção dos serviços essenciais aos cidadãos. Na opinião do governador Carlos Moisés, o tema deve ser tratado como uma prioridade absoluta, e o encontro é uma demonstração da vontade de todos para encontrar uma solução.

“Herdamos uma dívida milionária resultado da má gestão na área da saúde, mas todos nós que hoje estamos à frente dos poderes do Estado vamos nos unir para resolver estes problemas e garantir os serviços de saúde aos catarinenses”, enfatizou o governador.

Entre as alternativas discutidas, está a criação de um fundo específico - concentrando diversas fontes de recursos - para o pagamento da dívida, hoje reconhecida em R$ 334 milhões. Essa proposta será analisada por todos os participantes do encontro, com o objetivo de chegar a uma conclusão em uma próxima reunião.

Em relação ao pagamento dos fornecedores em atraso, o governador Carlos Moisés afirmou que está chamando todos os credores para conversar e sugeriu a criação de um mecanismo que permita que aqueles que também devem ao Estado possam abater parte dessas dívidas com o valor que governo estadual deve a eles. Ainda segundo o governador, o foco agora está nos chamados grandes credores, aqueles que possuem valores maiores para receber. Inicialmente, centraram-se forças nos que tinham menos para receber.

De acordo com o procurador-geral de Justiça do Estado, Fernando Comin, embora o problema não tenha sido criado pelos poderes nem pelo atual governo, uma resposta precisa ser dada.

“Hoje nós discutimos algumas questões mais abrangentes e genéricas. Nós vamos fazer uma análise do que foi proposto e voltarmos a nos reunir com as considerações do Executivo e de todos os demais intervenientes”, destacou Comin.

Além de Moisés, Comin e do presidente da Assembleia Legislativa, deputado Julio Garcia, também participaram do encontro o presidente do Tribunal de Justiça de SC, Rodrigo Collaço, e o presidente do Tribunal de Contas de Santa Catarina, Adircélio de Moraes Ferreira Júnior.

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Profissionais do Hospital Infantil Joana de Gusmão (HIJG) realizaram mais um mutirão de cirurgias pediátricas neste sábado, 4 de maio, em Florianópolis. No total, foram feitas 21 procedimentos de hernioplastia na ação, que envolveu mais de 25 servidores da unidade.

As cirurgias integram o 13º Mutirão de Cirurgias Pediátricas e praticamente zeraram a fila no HIJG. Inicialmente, 25 pacientes estavam inscritos, mas 21 tiveram condições clínicas para realizar a intervenção, por orientação médica.

A moradora do município de Palhoça, Bruna Garcez, levou o filho de nove meses para cirurgia no início da manhã de sábado. O procedimento foi realizado em alguns minutos e significou o fim de uma espera de cinco meses.

”Foi ótimo esse mutirão. Achei que iríamos esperar mais tempo na fila. Agora a vida segue e meu filho terá uma vida normal”.

A ação envolveu cinco cirurgiões, três anestesistas, três enfermeiras e 14 técnicos de enfermagem. Foram realizados procedimentos de hernioplastia crural (unilateral), epigástrica, inguinal bilateral e unilateral.

 

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No último sábado, 4 de maio, foi realizado o Dia D de Vacinação contra a gripe em todo o país. Em Santa Catarina, 199.930 pessoas que fazem parte dos grupos prioritários procuraram as unidades de saúde para tomar a dose contra a doença. O número de aplicações foi consideravelmente maior do que no ano passado, quando apenas 75.380 pessoas foram imunizadas contra a doença.

A Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina, vinculada à Superintendência de Vigilância em Saúde, da Secretaria de Estado da Saúde, comemora o resultado positivo. "Ficamos felizes com os números alcançados neste dia D, resultado do trabalho conjunto entre Estado e municípios, mas sabemos que ainda temos muito o que fazer", ressalta a gerente de imunização da DIVE/SC, Lia Quaresma Coimbra.