Fotos: Julio Cavalheiro / Secom

Um programa educativo para jovens e adolescentes em situação de vulnerabilidade em Santa Catarina começou na tarde desta segunda-feira, 9, na Academia de Polícia (Acadepol), em Florianópolis. O programa, que é piloto, da Polícia Civil em parceria com a Prefeitura de Florianópolis e o Instituto Padre Wilson Groh reuniu 30 adolescentes entre 13 e 17 anos do Norte da Ilha de Santa Catarina para participar de oficinas e atividades interdisciplinares. Após a abertura, os participantes fizeram um tour pela Acadepol e conheceram um pouco das atividades policiais, como o trabalho com os cães farejadores.

Nesta segunda-feira, 9, às 14h, a Polícia Civil, em parceria com a prefeitura de Florianópolis e o Instituto Padre Wilson Groh, inicia um programa educativo para jovens e adolescentes em situação de vulnerabilidade, no Norte da Ilha. Nesta primeira fase, 30 jovens e adolescentes com idades entre 13 e 17 anos vão participar de oficinas e atividades interdisciplinares na sede da Acadepol, em Canavieiras. Os participantes foram selecionados pelos integrantes do CRAS do Norte da Ilha.

Nesta segunda-feira à tarde, os pais dos alunos irão acompanhar o início das atividades. Após a solenidade de abertura, eles vão fazer um tour pela Acadepol e conhecer um pouco do trabalho dos policiais. Cada dia haverá uma atividade diferente, que começa e termina com uma roda de conversa.

Atividades do programa

ATIVIDADES POLICIAIS: Momento destinado à aproximação dos jovens e servidores da polícia de trocarem experiências através de um diálogo comunitário e apresentação de ofícios destinados a essa profissão.

ATIVIDADES ESPORTIVAS: Ofertar através do esporte, a aquisição de competências cognitivas e sociais.

O MUNDO DO TRABALHO: Abertura para possibilidades de maiores reflexões sobre a importância dos estudos como base para melhores oportunidades de trabalho e renda. Viabilizar mais desempenho em futuras carreiras com almejo de melhores salários e qualidade de vida. Discutir as relações de trabalho e produção, empreendedorismo, cooperativismo e associativismo.

INCLUSÃO DIGITAL: Possibilitar o acesso às Tecnologias da Informação, de forma a permitir a inserção de todos na sociedade da informação. Simplificar a sua rotina diária, maximizar o tempo e as suas potencialidades. Um incluído digital não é aquele que apenas utiliza a nova linguagem, mas que usufrui deste suporte para melhorar as suas condições de vida.

ÉTICA, CULTURA E SAÚDE: Promover oficinas voltadas ao fortalecimento de vínculos comunitários. Dialogar com os jovens sobres os novos direitos, promoção da cidadania, enfrentamento das desigualdades sociais.

TEATRO DO OPRIMIDO: Tem por objetivo tanto trabalhar com questões subjetivas dos participantes da oficina, como também elencar elementos políticos de seus contextos sociais para que sejam trabalhadas no decorrer dos encontros.

PROTAGONISMO CULTURAL: Estimular a participação e o protagonismo em ações culturais de interesse dos próprios jovens. Produzir projetos e eventos como encontros de grafiteiros e campeonatos esportivos.

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Jacqueline Iensen
Assessoria de Comunicação
Polícia Civil
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Fotos: Jeferson Baldo / Secom

O governador Eduardo Pinho Moreira esteve nesta quinta-feira , 5, no recém-implantado ministério da Segurança Pública, em Brasília, onde pediu ao ministro Raul Jungmann agilidade na análise documental para a construção de uma penitenciária industrial modelo em São Bento do Sul. “Já possuímos um terreno e recursos do Fundo Penitenciário Nacional, os quais foram repassados ao Estado em dezembro de 2016. O que precisamos é de um posicionamento favorável do departamento nacional responsável pelo sistema penitenciário sobre o projeto”, explica Moreira.

O documento arquitetônico da estrutura foi entregue ao Departamento Penitenciário Nacional (Depen) em outubro de 2017. A Secretaria de Justiça e Cidadania, por meio da Diretoria de Planejamento e Avaliação (Dipa), atendeu todos os itens de melhorias apontadas pelo Depen. A construção de seis camas por cela e não de sete como estava no projeto original foi uma das questões detalhadas.

MINISTRO QUER SOLUÇÃO RÁPIDA

Jungmann comprometeu-se em entrar em contato imediato com os responsáveis pelo Depen e cobrar uma resposta com solução nos próximos dias. “É um problema que chamamos para a nossa alçada e determinei um retorno imediato. Os maiores entraves, um terreno adequado e os recursos, já estão solucionados”, destaca. A obra está orçada em aproximadamente R$ 29 milhões. A secretária de Articulação Nacional, Lourdes Coradi Martini, também participou do encontro. 



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PRESÍDIO FEMININO EM CHAPECÓ

Moreira também salientou com o ministro a retomada das obras do Presídio Feminino de Chapecó, que estão com mais de 95% concluídas. O projeto iniciado em 2014 sofreu adequações, o que gerou um aditivo, posteriormente submetido à apreciação da Caixa Econômica Federal.

O governador pediu o apoio de Jungmann para que este recurso seja liberado rapidamente e a obra ser finalizada. A partir do aval da Caixa Econômica, a empresa responsável conclui a construção em 60 dias. “Se temos essa unidade praticamente pronta e contamos com recursos na Caixa, evidentemente precisamos fazer o encontro desses valores para que o presídio seja entregue o mais rápido possível”, assegura o ministro.

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Douglas Saviato
Assessoria de Imprensa
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Fotos: James Tavares / Secom

Segurança Pública foi o tema principal da reunião desta quarta-feira, 4, em Florianópolis, do Conselho de Desenvolvimento do Sul (Codesul), formado pelos estados de Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul, para tratar de estratégias de desenvolvimento comuns. O governador Eduardo Pinho Moreira, presidente pro tempore do Conselho, abriu a plenária, que abordou também o trabalho de prevenção e enfrentamento à violência contra a mulher e a posse do governador do estado do Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja, na presidência do Codesul.

Além dos governadores de Santa Catarina e do Mato Grosso do Sul, participaram o diretor presidente do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), Orlando Pessuti, representando o governo do Paraná e o diretor financeiro do BRDE, Odacir Klein, representando o governo do Rio Grande do Sul.


Fotos: Ana Paula Keller / ADR Joinville

O secretário de Estado da Segurança Pública, Alceu de Oliveira Pinto Júnior, atribuiu a redução dos índices de violência no primeiro trimestre deste ano, em Santa Catarina, às ações de curto, médio e longo prazo planejadas em conjunto com o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Carlos Alberto de Araújo Gomes Júnior, e o delegado-geral da Polícia Civil, delegado Marcos Flávio Ghizoni Júnior. Os três participaram da reunião do Conselho da Associação Empresarial de Joinville (ACIJ) na noite desta segunda-feira, 2, em Joinville. Além deles, também esteve no encontro a secretária de Assistência Social, Romanna Remor.

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Para o secretário, a integração das áreas de assistência social dos municípios e do Estado aos trabalhos desenvolvidos pelas forças de segurança também é importante. “Não adianta contarmos apenas com a repressão, necessitamos atuar com a urbanização de determinadas áreas e, claro, com a assistência social”, acrescentou Alceu de Oliveira.

Nos últimos 30 dias, os secretários de Segurança e de Assistência Social, além do comandante da PM e o delegado-geral da PC, já realizaram duas reuniões com prefeitos neste sentido. A primeira foi em Florianópolis, com Gean Loureiro. A outra, com o prefeito de Joinville, Udo Döhler, ocorreu na tarde desta segunda-feira. 

O objetivo do Governo do Estado é junto com os municípios melhorar a vida nas comunidades com maior vulnerabilidade. Segundo dados apresentados na reunião, hoje a ação de enfrentamento é de 80% nestas comunidades e a de assistência e apoio social é de 20%. “Um dos objetivos desta nova forma de gestão é inverter esses índices. Agir de forma conjunta trará resultados mais eficazes ao nosso trabalho”, explicou a secretária Romanna Remor.

Criminalidade

Nos primeiros três meses de 2018, houve redução de 19,5% no número de homicídios, comparado com igual período do ano passado. No ano, foram 227, contra 282 em 2017. As reduções mais significativas de homicídios foram em Florianópolis, com 33 (50 em 2017); Joinville, com 25 (38); Chapecó, com 6 (11); e Blumenau, com 11 (15 em 2017). Em 75,4% dos casos, os autores dos homicídios tinham passagem policial e, entre as vítimas, 69,2% tinham passagem pela polícia. Dos 295 municípios catarinenses, em 74,9% não houve homicídios.

>>> Santa Catarina apresenta redução de homicídios, latrocínios e roubos

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Vitor Hugo Louzado
Assessoria de Comunicação
Secretaria da Segurança Pública
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Foto: Vitor Hugo Louzado/SSP

Santa Catarina apresentou, neste primeiro trimestre, redução de 19,5% no número de homicídios, comparado ao mesmo período do ano passado. Neste ano, foram 227, contra 282 em 2017. As reduções mais significativas de homicídios foram em Florianópolis 33 (50 em 2017); Joinville, 25 (38); Chapecó, 6 (11); e Blumenau 11 (15 em 2017). Em 75,4% dos casos, os autores dos homicídios tinham passagem policial e, entre as vítimas, 69,2% tinham passagem policial. Dos 295 municípios catarinenses, em 74,9% não houve homicídios.

>>> Ouça a entrevista do secretário de Estado da Segurança Pública sobre o assunto



O número de latrocínios apresentou queda de 21,4% para o mesmo período. Foram 11 neste ano e 14 no ano passado. Da mesma forma, a quantidade de roubos no Estado caiu 34,8% (5.059 em 2017 e 3.297 em 2018). Já o roubo de cargas baixou 58,7% - foram registrados 31 entre janeiro e março deste ano contra 75 em igual período do ano passado. Também houve redução dos roubos/furtos a instituições financeiras: 41,8%, sendo 46 em 2018 e 79 no ano passado.

Ações efetivas

Para o secretário de Estado da Segurança Pública, Alceu de Oliveira Pinto Júnior, que apresentou os dados em reunião da ACIJ, nesta segunda-feira, 2, em Joinville, o resultado positivo decorre de uma série de ações efetivas com base numa análise minuciosa do cenário da criminalidade em SC. “Isso gerou uma estratégia de prevenção e repressão em curto, médio e longo prazo. Assim, a ação enérgica e a pronta resposta das forças de segurança pública foram alinhadas com os serviços de inteligência”, disse.

Ele ainda confere aos resultados os trabalhos integrados das polícias civil e militar, às prisões das lideranças criminosas que atuam no Estado, bem como aos programas preventivos desenvolvidos, como ações de Consegs; Proerd e de reorganização de áreas sociais.


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Vitor Hugo Louzado
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Retomando a fiscalização dos principais acessos terrestres e fluviais do Estado, a Polícia Militar – através da Operação Ferrolho II – deu continuidade aos trabalhos de controle das divisas interestaduais e da fronteira com a Argentina entre às 15h e 23h desta quarta-feira, 28. Foram abordadas 7.114 pessoas, vistoriados 5.752 veículos, e apreendidos 21.500 maços de cigarro. Mais de 4 mil quilos de camarão também foram apreendidos, configurando crime ambiental.

No quesito armas e munições, foram apreendidas 12 munições e quatro armas, duas de fogo e duas brancas, em Campo Erê e Rio Negrinho. Quatro pessoas foram presas/apreendidas durante a operação.

INTEGRAÇÃO ENTRE POLÍCIAS

O efetivo foi composto por aproximadamente 1.077 policiais, integrantes da Polícia Militar de Santa Catarina (PMSC), Brigada Militar do Rio Grande do Sul (BMRS), Polícia Rodoviária Federal (PRF) e Polícia Federal (PF), que atuaram em 282 pontos de fiscalização. Do mesmo modo que na primeira edição, a Ferrolho II também coibiu a entrada de criminosos, o tráfico e o porte ilegal de armas e munições, além do tráfico de entorpecentes, o contrabando e o descaminho, e a captura de foragidos, além de outras práticas criminosas.

Informações adicionais para a imprensa:
Tenente-coronel João Batista Réus
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Foto: Johatan Tavares/SSP

O secretário de Estado da Segurança Pública, Alceu de Oliveira, assinou nesta terça-feira, 20, o edital de licitação para aquisição de 259 viaturas para as polícias Militar e Civil. "Esta é a primeira etapa, de um total de 600 veículos, que serão adquiridos até o final deste ano”, disse. O investimento total é de R$ 20 milhões.

O governador autorizou na segunda-feira, 19, a aquisição das 259 novas viaturas. “Com muita rapidez, queremos colocar na rua estes novos veículos para uso da Segurança Pública, dando sequência ao trabalho que tem apresentado resultados importantes como a diminuição do índice de criminalidade. Isso é fruto das ações das nossas polícias, que devem ser reconhecidas pelo seu grande trabalho”, disse o governador.

O edital de licitação será publicado na edição desta quarta-feira, 21, no Diário Oficial e em jornais de circulação estadual. Participaram do ato o secretário adjunto, delegado Aldo Pinheiro D’Ávila; delegado-geral da Polícia Civil, Marcos Ghizoni: delegada Luciana da Silva Pinto Maciel, gerente de Licitações da SSP; Rafael Pinheiro, diretor de Planejamento e Avaliação da SSP, e o assistente do secretário tenente-coronel Marcos Aurélio Hamm.

 


Fotos: James Tavares / Secom

As intensas operações policiais realizadas este ano, desenvolvidas pela Secretaria de Segurança Pública (SSP) de Santa Catarina, geraram resultados positivos rápidos. Um balanço apresentado ao governador Eduardo Pinho Moreira nesta segunda-feira, 19, pelo secretário Alceu de Oliveira Pinto Júnior e pelo comandante-geral da Polícia Militar, coronel Araújo Gomes, mostra que, de 1º de janeiro até 19 de março deste ano, o número de ocorrências policiais caiu 30,9% em relação ao mesmo período de 2017. Também houve redução de homicídios ( -21,6%) e latrocínios, que são os roubos seguidos de morte ( -46,2%).

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Uma reportagem especial em homenagem ao Dia Estadual de Prevenção ao Desaparecimento de Crianças, celebrado neste domingo, 18, foi ao ar pela Rádio Secom, da Secretaria de Estado da Comunicação, e mostra o sofrimento de famílias que tiveram parentes desaparecidos. A realidade só não é pior porque Santa Catarina é referência nacional na localização de pessoas e o único Estado com 100% dos casos de desaparecimentos cadastrados no Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública. 

Foi o caso do operador de máquina Marcos Roberto Sanchez Salvetto, 39, que sofre de esquizofrenia e foi encontrado pela família após dois meses e meio de desaparecimento. Ouça a reportagem completa da Rádio Secom.

>>> Mais informações sobre o sistema de localização de pessoas em SC

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