A Polícia Civil, através da Divisão de Repressão ao Crime Organizado (Draco/Deic), com apoio da Divisão de Investigação Criminal de Joinville, por volta das 6h desta quarta-feira, 22, deflagrou a Operação Êxodo 22, para dar cumprimento de 10 mandados de busca e apreensão e ainda, cinco mandados de prisão preventiva.Da operação resultou no cumprimento de quatro Mandados de Prisão Preventiva, sendo um deles também autuado em flagrante por tráfico de drogas. Um indivíduo permanece foragido e está sendo procurado pela equipe da Draco.

A Polícia Civil, através da Divisão de Defraudações, deflagrou a operação Spam, para coibir fraudes de hackers contra instituições bancárias no Estado. Foi cumprido na manhã de terça-feira, 21, um Mandado de Busca e Apreensão na residência de um suspeito, de 25 anos, responsável pelo golpe, avaliado em R$ 400 mil, contra um banco. A ação policial ocorreu no Bairro Itoupava Norte, em Blumenau. O suspeito foi indiciado por furto mediante fraude e depois de interrogado, foi liberado.

A implantação do PMSC Mobile foi realizada nesta segunda, dia 20, em Dionísio Cerqueira. Com o programa cada viatura policial conta com um kit de tecnologia móvel composto por um tablet e uma impressora térmica portátil, adaptados ao veículo.

Com o PMSC Mobile, as informações de 11 formulários de papel estão sistematizadas agora em um aplicativo informatizado. Assim, o registro de ocorrências torna-se mais ágil e menos propenso a erros, e a etapa de inserção dos dados registrados nestes formulários será suprimida, liberando o efetivo para outras atividades e acelerando a oferta das informações para uso dos órgãos de segurança pública.

Um acordo de cooperação técnica entre a Secretaria de Estado da Segurança Pública e a Academia Nacional da Polícia Rodoviária Federal (ANPRF) foi assinado nesta quinta-feira, 16. Ele vai incentivar o intercâmbio técnico, científico, cultural, administrativo, de instalações físicas, equipamentos e de recursos humanos entre as instituições signatárias.

Ainda, no âmbito da capacitação e formação, o acordo busca estimular o desenvolvimento de pesquisas e extensão, cursos de pós-graduação, treinamentos, estágios e colaboração nos serviços correlatos e de interesse comum.

A Polícia Civil, através da Divisão de Investigação Criminal (DIC) de São Miguel do Oeste, deflagrou uma operação denominada Falsário. Na quinta-feira, 16, foram cumpridos três mandados de prisão preventiva, três mandados de prisão temporária, sete mandados de busca e apreensão e uma condução coercitiva, após uma investigação que durou 60 dias.

A polícia investigava uma associação criminosa, responsável pela comercialização e distribuição de documentos públicos falsos como (cheques, Carteira Nacional de Habilitação e documento de veículo).

Oito pessoas foram presas durante a Operação F7, realizada na manhã de quinta-feira, 16, por uma força-tarefa composta pela Polícia Civil, Secretaria da Fazenda de Santa Catarina e Receita Federal. Outras duas estão foragidas. Também foram cumpridos 18 mandados de busca e apreensão. Os detalhes da ação, que investiga organização criminosa responsável em desenvolver um software com o objetivo de sonegar impostos, foram concedidos nesta sexta-feira, 17, em coletiva à imprensa na sede da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (Deic).

Uma força-tarefa composta pela Polícia Civil/Diretoria Estadual de Investigações Criminais (Deic), Secretaria da Fazenda do Estado de Santa Catarina e Ministério Público do Estado de Santa Catarina, cumpre nesta quinta-feira, 16 de março, 18 mandados de busca e apreensão e dez mandados de prisão. A ação tem apoio da Receita Federal do Brasil e do Instituto Geral de Perícias e está relacionada à Operação F7, iniciada há 18 meses. 

As diligências ocorrem nas cidades de Rio do Sul, Itajaí, Criciúma, Palhoça (SC), Londrina (PR) e Presidente Prudente (SP). Participam do cumprimento das medidas judiciais 76 policiais civis (Deic, Departamento de Investigação Criminal de Criciúma e de Balneário Camboriú, Sistema de Investigação Criminal da Delegacia de Polícia da Comarca de Balneário Camboriú e Diretoria de Informação e Inteligência), dois peritos criminais e 18 auditores fiscais dos Estados de Santa Catarina, Paraná e São Paulo.

A Operação F7 investiga organização criminosa responsável em desenvolver um software de ERP (responsável em realizar a gestão das operações de uma empresa) com o objetivo de sonegar impostos. Um dos módulos é capaz de controlar as vendas das empresas sem a emissão de notas fiscais ou com documentos fiscais em quantidade e valores inferiores aos realmente faturados. Assim, as empresas clientes usuárias do software se beneficiavam pelo esquema. Durante as investigações, foi confirmada inclusive a apuração de pagamento de comissões sobre vendas sem notas fiscais. A prática fere os princípios da concorrência leal com aqueles contribuintes que cumprem suas obrigações tributárias.

R$ 1 bilhão em sonegação

O esquema fraudulento vem trazendo efetivo prejuízo aos cofres públicos e à sociedade. A quantificação depende de apuração em auditoria fiscal a ser promovida pela Secretaria de Estado da Fazenda e Receita Federal do Brasil, relacionada à venda não submetida à tributação e à emissão de notas fiscais com valores inferiores aos praticados nas operações (subfaturamento).

No cumprimento das medidas judiciais, estão sendo procuradas mais evidências do uso do software pelas empresas participantes da fraude. Os equipamentos de informática e os demais materiais apreendidos nesta quinta-feira serão, após autorização judicial de compartilhamento, encaminhados para a Secretaria de Estado da Fazenda e Receita Federal do Brasil, responsáveis pela auditoria fiscal e quantificação dos prejuízos aos cofres públicos.

Durante a investigação, chegou-se a estimar que a sonegação fiscal controlada pelo software pudesse alcançar a cifra de R$ 1 bilhão, a partir da comparação de movimentação financeira com faturamento declarado por empresas usuárias do software.

Testemunhas e presos serão ouvidos no decorrer da semana.  Os nomes dos envolvidos e das empresas usuárias do software não foram revelados em função das investigações ainda estarem em curso, sendo necessária a manutenção do sigilo.

Por que Operação F7?

Para acionar os controles de vendas sem a emissão de documento fiscal, o software foi desenvolvido para que a aparência fosse de regularidade e apenas quem detivesse o conhecimento da fraude pudesse acessar os registros alheios ao faturamento declarado. Esse acesso era efetuado nos computadores pela tecla F7.

A investigação teve origem a partir de informações recebidas pela Secretaria de Estado da Fazenda e Receita Federal do Brasil. Foram realizadas diligências que comprovaram o uso do software para o controle de vendas e encaminhado para investigação pelo Ministério Público e Polícia Civil.

Como fazer denúncia relacionada à Operação F7:

- Ouvidoria Geral do Estado

- Delegacia Eletrônica da Polícia Civil

- Telefone 181 – Polícia Civil

 

Entrevista coletiva à imprensa

Quando: 17 de março, sexta-feira, 10h

Onde: sede da Deic (Rua Tijucas, 92 – Estreito – Florianópolis SC)

 

Informações à imprensa:
Assessoria de Comunicação da Secretaria de Estado da Fazenda
ascom@sef.sc.gov.br
Aline Cabral Vaz/Cléia Schmitz/Sarah Goulart/Rosane Felthaus
(48) 3665-2572  (48) 99157-1980 (Cléia)
Assessoria de Comunicação da Polícia Civil de Santa Catarina
imprensa@pc.sc.gov.br
Andrey Lehnemann/Clarissa Margotti
(48) 99628-1141/(48) 99968-9600/(48) 3664-2313

A Polícia Civil, por meio da Delegacia da Comarca de Navegantes, prendeu um homem de 41 anos pelo crime de uso de documento falso, porte ilegal de arma e munição de uso restrito, na tarde desta terça, 14, no bairro Machados, naquele município. O preso é suspeito de integrar uma quadrilha de criminosos que assaltou a Orsegups, em 17 de janeiro deste ano, no aeroporto de Navegantes e a Cooperativa de Crédito (Sicoob), em 7 de março também deste ano, em Ihota.  

Foi apreendida em sua residência, uma pistola Glock, kit adaptador que transforma a pistola num fuzil, 135 munições (50 de calibre 9mm, 50 de calibre 380, 05 calibre 45 e 30 de calibre 12), roupas camufladas, rádio comunicadores, luvas, tocas bala clave, R$ 492 em espécie, R$ 99 em moedas, coletes balísticos e ainda um malote com emblema da Sicoob.

De acordo com o delegado Rodrigo Coronha, o suspeito foi abordado em frente ao conjunto de quitinetes e foi encontrada uma carteira de habilitação, que ele confessou ser falsa.  “Este farto material, provavelmente, era utilizado em roubos em estabelecimentos comerciais na região”, explica.

O preso que já possui antecedentes criminais por tráfico de drogas, violência doméstica, roubo, receptação entre outros, estava foragido do Presídio de Canhanduba, em Itajaí.

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Uma ação rápida e com um desfecho positivo surpreendente e inédito no mundo aconteceu numa cidade do Meio-Oeste de SC, na madrugada de quarta-feira, 8, quando um homem, de 40 anos, transmitia, ao vivo, pela rede social, sua tentativa de suicídio. Após alguns casos de suicídios online, ocorridos nos últimos meses, o Facebook adotou mecanismos e ferramentas para identificar estas situações em tempo real.

De imediato, a empresa repassou as informações à autoridade policial dos Estados Unidos relatando que um usuário da rede social, cidadão brasileiro, de Santa Catarina, estava prestes a cometer suicídio por enforcamento. Os Estados Unidos informaram o fato à Diretoria de Informação e Inteligência (Dini) da Secretaria de Segurança Pública de Santa Catarina (SSP), formada por policiais civis e militares. Foram repassados os dados de cadastro do usuário e seu endereço. De imediato, a polícia catarinense chegou até o local, constatando a intenção do homem e evitando que ele tirasse a própria vida.

Este usuário da rede social teria realizado algumas postagens com conteúdo suicida, bem como feito um vídeo ao vivo dando a entender que se mataria nas próximas duas horas, o que deu um grau de prioridade no repasse das informações. “Chegando ao local, o dono do perfil foi encontrado ainda com vida e a situação foi confirmada. O Corpo de Bombeiros o conduziu até o hospital, onde foi medicado e realizado o acompanhamento psicológico”, explica um policial. 

O homem informou que pretendia tirar sua própria vida porque estava desempregado e sua esposa estava grávida do quarto filho. “Ele já tinha problemas psicológicos, como depressão, e num momento de desespero, tentou ceifar sua vida”, relatou.

A assistência social da prefeitura do município está acompanhando a vítima e seus familiares. 

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Todo garoto tem um sonho. Professor, jogador de futebol, motorista de caminhão ou policial. Durante a infância, o mundo de possibilidades é gigante, e ao longo do tempo, a vida se ajusta à realidade de cada um.

Henrique Ribeiro, de dez anos, morador do Bairro Vila Nova, em Lages, é apenas mais um desses sonhadores. Ele vai para a escola, se diverte e leva bronca dos pais se necessário. Mas desde bem cedo já tem em mente o que quer ser quando crescer.


Fotos: Pablo Gomes/ADR Lages

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Filho do policial militar Eder Moreira Ribeiro e da professora Viviane Ribeiro, o garoto sempre teve interesse especial por aviação. Vídeos do gênero na internet fazem parte do seu cotidiano. E depois que o helicóptero Águia 4, da Polícia Militar, passou a atuar em Lages, em maio de 2015, Henrique ficou ainda mais fascinado pelas máquinas que voam.

“Basta o Águia 4 passar por cima da nossa casa e ele faz uma festa e começa a gritar. Os olhos dele brilham, e é bonito de ver a emoção”, conta o pai, que recentemente chegou a montar uma espécie de helicóptero de madeira para Henrique brincar em casa com a sua fardinha de policial militar. O garoto também faz desenhos do Águia 4 e da tripulação, num esforço de fortalecer um sonho que, obviamente, não é impossível: o de um dia estar lá.

Experiência de ser tripulante por um dia ficará marcada na vida do garoto

Mas esse dia chegou bem mais cedo do que Henrique poderia imaginar. Ao tomar conhecimento da história, os policiais da Companhia Aérea da PM, em Lages, decidiram homenageá-lo. E na tarde desta quinta-feira, dia 9, fizeram uma surpresa para o garoto.

Acompanhado dos pais, Henrique foi convidado a conhecer a sede da companhia, localizada junto ao aeroporto de Lages. Ao chegar, ainda com o uniforme da escola, foi cumprimentado por todos e fez uma rápida visita. Até que o comandante do grupo, tenente-coronel Luiz Eduardo Ardigó da Silva, soltou as palavras mágicas: “Henrique, quero que você seja o nosso novo tripulante”.

O garoto mal falava, de tanta emoção. E ao receber uma farda específica da tripulação, exatamente do seu tamanho e inclusive com o seu nome, ele incorporou o espírito da equipe. Foi apresentado ao grupo com o devido protocolo militar, e logo partiu para os treinos de rapel e reconhecimento da aeronave.

Henrique entrou no helicóptero, brincou de piloto, fez fotos e, ao fim da experiência, que certamente ficará marcada para sempre em sua vida, ainda teve o privilégio de acompanhar o atendimento de uma ocorrência real, com a tripulação levantando voo.

“Estou muito feliz. Sempre sonhei em ser piloto de helicóptero, e agora estou ainda mais motivado”, disse o garoto.

“Nós sempre sonhamos quando somos crianças, e a oportunidade de vivenciar um sonho e torná-lo um pouco mais real é salutar, pois é o futuro da nossa corporação, da aviação e da Polícia Militar”, concluiu o comandante Luiz Eduardo.

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