Tomaram posse na tarde desta segunda-feira, 6, os novos delegados regionais de Polícia de Balneário Camboriú, Tubarão e Campos Novos. O ato aconteceu no gabinete do secretário de Estado da Segurança Pública, César Augusto Grubba, e contou com a presença do delegado-geral da Polícia Civil, Artur Nitz. As mudanças, segundo Nitz, fazem parte da rotina administrativa da instituição como forma de melhoria e ajustes internos de pessoal.

Já o secretário agradeceu a confiança e o trabalho dos novos gestores. “A mudança permite renovação dos nossos compromissos. Vocês são profissionais comprometidos e têm competência para assumir os cargos”, disse Grubba aos delegados. Os empossados reafirmaram o compromisso de trabalhar na melhoria do atendimento à sociedade e combate à criminalidade.


Foto: SSP/SC

Para a região de Balneário Camboriú, o escolhido foi o delegado de Polícia David Tarcísio Queiroz de Souza. Ele ingressou na Polícia Civil em 2009 e já atuou nas comarcas de Palmitos, Jaraguá do Sul, Rio do Campo, São João Batista, Itapema e Camboriú. Sua última lotação foi Balneário Camboriú. Entre seus projetos, está a criação da Central de Plantão Policial e a mudança do prédio da delegacia.

Em Campos Novos, tomou posse o delegado de Polícia Adriano Almeida, que está na Polícia Civil desde 2009 quando foi aprovado em concurso público. A prioridade da sua gestão é eficiência e qualidade com foco na investigação criminal. Adriano Almeida já atuou nas comarcas de Capivari de Baixo, Tubarão, Florianópolis Palhoça e Campos Novos.

Vivian Garcia será a nova delegada regional de Tubarão. Ela está na Polícia Civil desde 2006 e já trabalhou nas comarcas de Joinville, Jaguaruna e Tubarão.  Seu foco será atendimento ao público com qualidade e combate à criminalidade.

Também prestigiaram a cerimônia o secretário-adjunto da Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP), delegado Aldo Pinheiro D’Ávila; delegado-geral adjunto, Marcos Ghizoni; diretor da Academia da Polícia Civil, Fernando de Faveri; diretor de Polícia do Litoral, José Celso Corrêa, e o delegado de Polícia Márcio Fortkamp, assistente de gabinete da SSP.  

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A Polícia Civil, através da Divisão de Roubos e Antissequestro (Dras), da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (Deic), prendeu uma quadrilha especializada em arrombamentos de caixas eletrônicos, na manhã desta sexta-feira, 3, na BR-282, em Lages, na Serra catarinense. O grupo foi interceptado na rodovia, quando retornavam de Florianópolis para Chapecó. Foram presos três homens (um de 21 anos, e dois de 32 anos) e uma mulher de 36 anos.

De acordo com o delegado Anselmo Cruz, o grupo esteve na Capital para comprar explosivos para utilizar nos arrombamentos de caixas eletrônicos na região de Chapecó. “Eles ficaram alguns dias em Florianópolis e estavam sendo acompanhados desde quarta-feira pelos policiais”, explica.

Segundo o delegado, todos os presos já possuem antecedentes criminais por diversos crimes, inclusive, um dos presos, de 32 anos, estava com um mandado de prisão pelo crime de roubo, ocorrido em Chapecó.

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A Polícia Civil, através da Divisão de Roubos e Antissequestro (Dras), da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (Deic), prendeu uma quadrilha especializada em arrombamentos de caixas eletrônicos, na manhã desta sexta-feira, 3, na BR-282, em Lages, na Serra catarinense. O grupo foi interceptado na rodovia, quando retornavam de Florianópolis para Chapecó. Foram presos três homens (um de 21 anos, e dois de 32 anos) e uma mulher de 36 anos.

De acordo com o delegado Anselmo Cruz, o grupo esteve na Capital para comprar explosivos para utilizar nos arrombamentos de caixas eletrônicos na região de Chapecó. “Eles ficaram alguns dias em Florianópolis e estavam sendo acompanhados desde quarta-feira pelos policiais”, explica.

Segundo o delegado, todos os presos já possuem antecedentes criminais por diversos crimes, inclusive, um dos presos, de 32 anos, estava com um mandado de prisão pelo crime de roubo, ocorrido em Chapecó.

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O sistema da Secretaria de Estado da Assistência Social, Trabalho e Habitação (SST) será mais uma ferramenta utilizada pela Delegacia de Polícia de Pessoas Desaparecidas de Santa Catarina (DPPD). A ação é permitida por meio de um Termo de Cooperação Técnica realizado entre a SST e a Secretaria de Estado da Segurança Pública. Representantes dos dois órgãos se reuniram na tarde desta quarta-feira, 1, para discutir a parceria.

Foto: Camila Yano/SST

Atualmente, o número de pessoas desaparecidas com ocorrências registradas na delegacia chega a 4,2 mil. Destes, aproximadamente cem são crianças, 1,8 mil adultos, 1,6 mil adolescentes e 700 idosos.  

A atualização do sistema da delegacia para reduzir o número de casos descobrindo os que já estão solucionados será a primeira ação, de acordo com o delegado Wanderlei Redondo. Segundo ele, no ano de 2013, quando a delegacia foi criada, havia 18,5 mil pessoas desaparecidas em Santa Catarina. “Muitos casos foram solucionados e quem fez o registro não procurava a delegacia para informar que o cidadão foi localizado. Após a varredura que fizemos, até o ano passado, conseguimos reduzir as ocorrências para o número de hoje”, disse o delegado.

Ele acredita que dos registros existentes, até 90% das pessoas desaparecidas já podem ter retornado para casa, mas é difícil resolver tudo com o número de efetivo reduzido. “Acredito mudar este cenário após a varredura que vamos fazer. Então o foco será para os casos reais de pessoas desaparecidas”, disse.

O secretário Valmir Comin explica que o registro no sistema será acessado exclusivamente para casos de pessoas desaparecidas e o conteúdo solicitado pela delegacia terá sigilo absoluto. “Temos um universo de informações e entendemos que os dados liberados para consulta da polícia poderá ser um instrumento poderoso na busca pelas pessoas que estão longe das famílias. Só quem aguarda a informação do paradeiro de um filho sabe a angústia que é. Acredito que nosso dever é ajudar as pessoas”, assinalou Comin. 

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A Polícia Civil deflagrou uma operação para desarticular uma organização criminosa responsável por desvios de cargas nos estados de SC, PR e RS. A ação foi realizada na última quarta-feira, 25, pela Divisão de Furtos e Roubos de Veículos (DFRV) da Deic, com apoio de outras unidades policiais.

O esquema, que contava com pelo menos sete integrantes - dentre eles um policial civil de SC, que também foi preso - consistia na contratação de fretes de cargas por parte da quadrilha e na simulação de assaltos aos motoristas, de forma que a carga não chegasse ao destino contratado, sendo que em algumas oportunidades a carreta que era "assaltada" nem chegava a ser carregada.

Foto: PC/SC

O policial civil envolvido registrava os boletins de ocorrência fraudulentos, sendo que em algumas ocasiões os motoristas sequer se dirigiam até a delegacia para registrar o BO, o que segundo a investigação era feito pelo próprio policial sem a presença da falsa vitima.

A investigação, de alta complexidade e que durou aproximadamente um ano e meio em Inquérito Policial com aproximadamente 700 páginas, teve contribuições da Polícia Federal e diversas unidades da PC/SC.

Embora ainda não seja possível quantificar com exatidão o prejuízo causado pela quadrilha, que pode ter envolvimento em mais de 25 desvios de cargas, estima-se que ultrapasse R$ 1 milhão. A maioria das cargas desviadas era de grãos como soja e feijão, normalmente em rotas de transporte que passavam por pelo menos dois estados do Sul.

Ao longo dos trabalhos, foram efetuadas oito prisões, sendo quatro na quarta-feira e quatro no curso da investigação, estando ainda três indivíduos foragidos. Diligências continuam sendo feitas com o intuito de capturá-los.

Foram apreendidos dois caminhões trator e duas carretas que eram utilizadas pela quadrilha nos golpes, e está sendo providenciado ainda o sequestro de diversos veículos dos envolvidos.

A operação foi deflagrada nas cidades de Chapecó/SC, Riqueza/SC, São Miguel do Oeste/SC, Quilombo/SC, Planalto/RS, Ronda Alta/RS, Nonoai/RS e Ernestina/RS.

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A partir do dia 1º de fevereiro os moradores de Biguaçu não precisarão mais se deslocar a São José para providenciar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Por determinação do delegado regional de Polícia de São José, Fabiano Ribeiro da Rocha, a Circunscricional de Trânsito (Citran) passa a atender os contribuintes na expedição do documento. Além de Biguaçu, os moradores de Antônio Carlos e Governador Celso Ramos poderão ser atendidos com o novo serviço.

A Citran de Biguaçu está localizada na Rua Cônego Rodolfo Machado, s/nº, galpão 6, Rio Caveiras, e o horário de atendimento ao público será o mesmo adotado pelo Detran de SC: das 9h às 17, sem intervalos.

De acordo com o delegado Fabiano Ribeiro da Rocha, em 2016 cerca de 9,5 mil pessoas dos três municípios tiveram suas Carteiras de Habilitação expedidas pela Ciretran de São José em processos de primeira habilitação, renovação, 2ª via, Permissão Internacional para Dirigir, entre outros.

Em Biguaçu, o contribuinte poderá providenciar os documentos necessários para expedição da CNH como cadastramento dos requerimentos, captura da nova foto, exames médico e psicológico, auditoria e retirada do documento.

O delegado explica, ainda, que em razão de aspectos administrativos, as autoescolas dos três municípios continuarão realizando seus procedimentos junto à Ciretran de São José, onde também serão aplicados o exame teórico e de prática de direção veicular.

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Sobre o vídeo em que Policiais Militares de Santa Catarina aparecem utilizando um dispositivo de eletrochoque em um homem com uma criança no colo, no dia 22 de janeiro de 2017 na cidade de Pomerode, a Polícia Militar esclarece que: 

1. Foi acionada para atender uma ocorrência de violência doméstica, em que o pai da criança, segundo denúncia de sua ex-mulher, arrombou a porta de seu apartamento e levou o filho de ambos à força, sem o seu consentimento;

2. Esta não foi a primeira vez que o homem que aparece no vídeo foi denunciado por violência doméstica, ele inclusive já respondeu como autor a dois inquéritos policiais pelo mesmo fato;

3. Ao retornar ao apartamento da ex-esposa, dirigindo seu veículo, o homem foi abordado pelos policiais e recusou-se a entregar os seus documentos pessoais e documentos do veículo, não acatando nenhuma determinação policial, momento em que o policial percebeu em seu hálito odor etílico;

4. Diante da negativa em fazer o teste do bafômetro, restou ao policial militar lavrar um “auto de constatação de embriaguez”, baseado pelo odor etílico, olhos avermelhados e exaltação;

5. Mais tarde, já na delegacia, o homem concordou em realizar o teste do bafômetro, que constatou a quantidade 0,23 mg/l, que embora não alcance o limite definido para o crime de embriaguez ao volante (0,30 mg/l), deixa claro que conduzia o veículo com a criança dentro após fazer uso de bebida alcoólica.

6. A Polícia Militar utilizou o uso progressivo da força, começando pela verbalização, o que foi ignorado e desrespeitado pelo homem, o que levou a Polícia Militar a fazer uso da força menos letal para contê-lo e manter a criança em segurança;

7. A opção em fazer uso do dispositivo de eletrochoque foi embasada pelo fato deste equipamento proporcionar a imobilização momentânea do agressor, pois funciona como um incapacitador neuromuscular, o que possibilitou, no caso em tela, que o policial militar conseguisse retirar a criança sem que ela corresse o risco de ser lesionada, o que poderia acontecer, caso os policiais tentassem retira-la à força;

8. O impulso elétrico que o dispositivo de eletrochoque emite circula apenas na distância entre as duas sondas que são disparadas do armamento, fazendo uma linha reta entre elas. No caso do vídeo, uma das sondas não atingiu o corpo do Homem, sendo necessário encostar o armamento em seu braço para que a corrente fizesse efeito, sendo assim, é seguro afirmar que a energia não se expande a outras pessoas; 

9. O uso do dispositivo de eletrochoque possibilitou que o homem fosse paralisado no ato, e a criança pudesse ser retirada no mesmo instante sem ferimentos, e com segurança;

10. Por fim, diante dos questionamentos e das repercussões nas mídias sociais, cabe salientar que o grande perigo para a sociedade não está no fato de achar normal o cidadão desobedecer à ordem do policial, mas sim em não entender que este desrespeito se dá ao “poder constitucional do Estado em preservar a ordem pública”. Logo, aceitar o enfraquecimento do poder do Estado, gera o enfraquecimento da justiça e seus desdobramentos na área da Segurança Pública.

Paulo Henrique Hemm 
Coronel PM Comandante-geral da PMSC

A Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP) concluiu neste mês de janeiro a última entrega de equipamentos provenientes do convênio para a Operação do Enem, firmado entre a própria secretaria e Inep/Ministério da Educação. Todos os equipamentos e recursos previstos no plano de trabalho do convênio pactuado para o triênio 2014-2015-2016 foram entregues para a Policia Militar (PMSC), que é a interveniente direta para a execução das operações em 56 municípios de Santa Catarina.

Na tarde desta segunda-feira, 23, na sede da Diretoria de Tecnologia e Sistemas (DTS) da Polícia Militar, o secretário César Augusto Grubba, e o comandante-geral da PMSC, coronel Paulo Henrique Hemm, receberam o último lote de equipamentos adquiridos: 35 computadores e dez notebooks. No total de bens adquiridos pelo convênio, período 2014 a 2016, foram entregues:

- 1.819 pneus de viaturas;
- 56 computadores;
- 19 notebooks.

Parte dos recursos do convênio também foi utilizada em atividades de custeio, tais como contratação de hospedagem e serviços na Capital para reunião operacional de alinhamento com os comandos de 56 Organizações Policiais Militares (OPMs), em 2014, 2015, 2016; e pagamento de diárias de deslocamento para as reuniões de alinhamento operacional em 2014, 2015 e 2016.

Concluídas as aquisições e pagamentos previstos, agora a SSP passará à fase de prestação de contas dos recursos recebidos e dos bens distribuídos. Para as próximas edições do Enem, será pactuado novo convênio, com vistas ao triênio 2017-2018-2019, o qual já se encontra em fase de preparação e negociação.

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O governador Raimundo Colombo e o vice Eduardo Pinho Moreira participaram na manhã desta terça-feira, 24, da cerimônia de formatura da 2ª turma do Curso de Formação Profissional dos novos policiais civis das carreiras de delegado e agente de Polícia Civil. Ao todo, foram formados oito delegados e 106 agentes. A solenidade ocorreu no Teatro Pedro Ivo, anexo ao Centro Administrativo do Governo do Estado, em Florianópolis. O secretário de Estado da Segurança Pública, César Augusto Grubba, também acompanhou a cerimônia.


Fotos: Julio Cavalheiro/Secom

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“A segurança pública tem se mostrado a cada dia, no Brasil e também em Santa Catarina, uma necessidade e uma exigência da sociedade. E nós temos que estar presentes. Estamos investindo muito em tecnologia, melhorando toda nossa atuação, aumentando a eficiência, mas não tem outro jeito, temos que aumentar nosso efetivo também”, disse o governador.

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O vice Eduardo Pinho Moreira reforçou a importância da atuação do novo efetivo. “As demandas da sociedade são infinitas, mas três são fundamentais, e a segurança é uma delas. Por isso, temos confiança em vocês, precisamos de vocês para dar mais segurança aos catarinenses e aos que nos visitam”, afirmou.

O curso de formação se iniciou em 5 de setembro de 2016 e terminou em 19 de dezembro do mesmo ano. Para a carreira de delegado, foi necessária a carga horária de 1.074 horas/aula. Para os agentes de polícia, a carga horária foi de 1.094 horas/aula. Durante as 16 semanas, os alunos puderam participar de atividades presenciais e à distância, divididas entre práticas, teóricas e estágios em delegacias de polícia.

“Foi um período de capacitação, desafios e comprometimento com as causas da Polícia Civil. Nossos alunos ainda participaram da Operação Veraneio e prestaram um excelente serviço à população”, explicou o diretor da Acadepol, delegado Fernando de Faveri.

Para Grubba, o ingresso dos novos policiais é fundamental no reforço do contingente em Santa Catarina. “É mais um reforço também no combate à criminalidade e, principalmente, na área da investigação policial”, disse.

O delegado-geral da Polícia Civil, Artur Nitz, explica que os policiais vão atuar em todas as regiões do Estado.“É um momento feliz para a Polícia Civil, onde, nos últimos seis anos, ingressaram 1.125 policiais. Eles vão atuar nas diversas regiões do Estado e será um incremento para nossa instituição no combate da criminalidade”, salientou.

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O governador Raimundo Colombo e o secretário de Estado da Segurança Pública, César Augusto Grubba, participam nesta terça-feira, 24, em Florianópolis, da formatura de 106 novos agentes e oito delegados da Polícia Civil. A cerimônia será realizada no Teatro Governador Pedro Ivo, na SC-401, às 10h.

O grupo iniciou a formação ano passado e, por quatro meses, passou por treinamentos teóricos e práticos na Academia da Polícia Civil (Acadepol), em Canasvieiras. Para o planejamento da distribuição desses novos policiais, utilizaram-se critérios técnicos baseados na quantidade de procedimentos policiais das delegacias pertencentes à diretoria de Polícia de Fronteira (Difron), diretoria de Polícia do Interior (DPOI) e diretoria de Polícia do Litoral (DPOL), incluindo número populacional, boletins de ocorrência registrados e índices criminais, tais como homicídio, furto e roubo.

O delegado geral da Polícia Civil, Artur Nitz, destacou a importância destes novos profissionais da Segurança Pública nos quadros da Polícia Civil. “Serão policiais altamente capacitados e treinados para garantir uma melhor qualidade em nossos atendimentos”, concluiu.

Em novembro do ano passado, foram formados em Santa Catarina 356 novos policiais civis: 58 delegados e 298 agentes de polícia. Nestes quase sete anos de gestão, a área de Segurança Pública recebeu o acréscimo de mais de 6,5 mil servidores distribuídos entre as instituições que compõem o sistema de Segurança Pública. Na Polícia Civil, foram nomeados cerca de 1,1 mil novos profissionais entre delegados, escrivães, psicólogos e agentes.

A cerimônia contará ainda com a presença de Artur Nitz e do diretor da Academia da Polícia Civil, Fernando de Faveri.

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Andrey Lehnemann
Assessoria de Imprensa da Polícia Civil
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