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Fotos: James Tavares/Secom

Está oficialmente aberta a Vila da Regata no Centro de Eventos de Itajaí para receber os velejadores que participam da Volvo Ocean Race - maior regata de volta ao mundo, conhecida como Fórmula 1 dos mares. Sete equipes, com aproximadamente dez integrantes cada uma, partiram da Nova Zelândia e, depois de percorrerem em milhas náuticas o equivalente a 14 mil quilômetros, farão escala na cidade catarinense, que sedia a competição pela terceira vez. Itajaí é a única parada na América Latina.

Na noite desta quinta-feira, 5, o governador Eduardo Pinho Moreira acompanhou a abertura oficial ao lado de lideranças, do CEO da Volvo Ocean Race, Richard Brisius, e do velejador e campeão olímpico Torben Grael, embaixador da competição no Brasil e pai de Martine Grael, única brasileira a participar da regata em 2018. Martine está na equipe holandesa Team AkzoNobel.

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Para o governador, é fundamental que o Estado seja atrativo para eventos esportivos do porte da Volvo Ocean Race. “O turismo já representa 13% de toda a riqueza gerada em Santa Catarina, e o nosso Estado tem, neste evento, uma demonstração da capacidade de gestão estrutural para receber os profissionais, os visitantes e os catarinenses que quiserem conhecer toda essa grande atração”, convidou o governador.

Organização e sustentabilidade

Na Vila da Regata, os visitantes podem conhecer um pouco mais da competição em exposições fotográficas e observar os barcos das equipes. O local também conta com praça de alimentação, expositores do mercado náutico, construção civil, artigos esportivos, móveis, moda e acessórios, além de espaços para atividades culturais e educacionais. A estrutura foi elogiada pelo representante da Volvo Ocean Race. “Itajaí é um exemplo de organização com sustentabilidade. É fantástico estarmos aqui”, afirmou Brisius.

Este ano, a etapa catarinense chama a atenção para o problema da poluição plástica no planeta. A proposta é conscientizar a população para a redução do plástico descartável, protegendo as praias. Dentro da Vila, não serão utilizados copos descartáveis nem vendidas garrafas de plástico.

De Itajaí, os velejadores seguem no dia 22 de abril para a próxima escala em Newport, nos Estados Unidos. A perna entre Auckland e Itajaí é considerada a mais desafiadora da regata, com uma maratona de 7,6 mil milhas náuticas (14 mil quilômetros) cruzando águas ao Sul do continente americano e em torno do Cabo Horn, um dos pontos mais perigosos do mundo. Por este desafio, a etapa tem pontuação dupla, com um adicional extra atribuído ao primeiro navio que passar pelo Cabo.

Homenagem

Durante a abertura da Vila da Regata, em Itajaí, o CEO da Volvo Ocean Race, Richard Brisius, lembrou do velejador John Fischer que morreu no percurso entre a Nova Zelândia e Itajaí. “Um dos nossos homens não chegará até aqui e, a nós, resta homenagear ele e sua família”, pediu. Fogos de artifício foram queimados assim que foi aberta a visitação à Vila. “Quando o céu se iluminar, vamos olhar para cima. Assim, John Fischer saberá que estamos pensando nele”, homenageou.

Evento

No dia 20 de abril, haverá a In-Port Race, uma competição realizada nos locais de parada. No dia 21, os barcos estarão abertos ao público e, no dia 22, acontecerá a partida das sete equipes competidoras para o próximo porto, em Newport nos Estados Unidos.

Informações adicionais para a imprensa
Francieli Dalpiaz 
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