Em outubro e novembro, o 2º Festival Audiovisual Catarinense (FAÇA) vai percorrer as cidades de Chapecó, Lages, Blumenau e Florianópolis exibindo os 21 curtas-metragens selecionados este ano. Foram inscritos 90 filmes, sendo 62 ficções, 18 documentários e 10 animações.

Os filmes selecionados vão concorrer a quatro prêmios de R$ 5 mil cada. Três prêmios serão eleitos segundo critérios do Júri Oficial, sem categorias pré-definidas. Já a quarta premiação é o público de todas as cidades onde o FAÇA for realizado quem elege, ou seja, o Melhor Filme, segundo Júri Popular. A lista e outras informações também podem ser conferidas no site www.faca.art.br.

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Foto divulgação. Mbyá Reko Pyguá - A Luz das Palavras. Mais fotos na galeria

A maioria das produções inscritas no Festival é de Florianópolis (42). Mas outras cidades de Santa Catarina também participaram ativamente, entre elas Jaraguá do Sul (seis), Joinville (cinco) e Criciúma (três). Catarinenses que moram em cidades fora do Estado e do País também enviaram seus filmes - São Paulo/SP (cinco), Santos/SP (um), Guarulhos/SP (um), Curitiba/PR (seis), Rio de Janeiro/RJ (cinco), Porto Alegre/RS (três) e Nova York (um).

A novidade deste ano é a entrada de Chapecó no circuito, que recebe o Festival entre os dias 24 e 26 de outubro. Depois vem Lages, de 31 de outubro a 2 de novembro; e Blumenau de 07 a 09 de novembro. Encerramento é em Florianópolis, onde o FAÇA apresenta filmes de 20 a 23 de novembro, quando também vai ser realizada a premiação no último dia. Todas as sessões competitivas serão abertas por produções resultantes das oficinas de documentário do 1ºFAÇA.

O governo de Santa Catarina, por meio da Secretaria de Turismo, Cultura e Esporte do Estado (SOL) e FUNCULTURAL é patrocinador do 2º FAÇA – Festival Audiovisual Catarinense. O Festival conta ainda com a parceria da Alquimidia.org, Hemisfério Criativo, A3 Design Empresa Jr., com apoio da Dfato Comunicação e com o apoio institucional do Fundo Municipal de Cinema de Florianópolis (FUNCINE), Fundação Catarinense de Cultura (FCC), Governo do Estado de Santa Catarina, CurtaDOC, SANTACINE – Sindicato da Industria do Audiovisual de Santa Catarina, SINTRACINE – Sindicato dos Trabalhadores na Indústria e do Cinema e Audiovisual de Santa Catarina, Cinemateca Catarinense, Cinesupport, Catarina Criativa e Onda Sonora.

Selecionados - 2º FAÇA
A 415, de Fred Paiva (Jaraguá do Sul |Fic.|6'|2013);
Ao Velho Lobo do Mar, de Eduardo Guerreiro (Florianópolis |Fic.|14'|2012);
Ausência, de Jardel Tambani (São Paulo/Ibirama|Doc.|8'|2012);
Cárcere Privado, de Oscar R. Júnior e Melissa Lipinski (Florianópolis |Fic.|20'|2012);
De Volta pra Casa, de Richard Valentini (Florianópolis |Doc.|24'|2010);
Desencanto, de Marco Stroisch (Florianópolis |Fic.|15'|2013);
Inverno, de Paulo Trejes (Florianópolis |Fic.|18'|2009);
Lembranças de Maura, de Bruna Lessa (São Paulo/Ilhota | Fic.|16'|2013);
Los Eucaliptos, de Cristian de Ciancio (Florianópolis |Fic.|12'|2013);
Making of, de Fabrício Porto (Joinville e São Francisco do Sul|Fic.|17'|2010);
Mbyá Reko Pyguá - A Luz das Palavras, de Kátia Klock (Florianópolis |Doc.|19'|2012);
Noite, de Bruno Andrade (Florianópolis|Fic.|14'|2012);
O 100º Trabalho, de Luiz Mihich (Nova York e Nova Jersey/Blumenau |Fic.|20'|2009);
O Gigante, de Julio Vanzeler & Luis da Matta Almeida (Florianópolis |Anim.|10'|2013);
Quem decide é o bar, de Alexandre Meldau (Jaraguá do Sul |Fic.|8'|2013);
Quem é Rogério Carlos?, de Pedro Bughay (Porto Alegre |Fic.|14'|2012);
Quiriri, de Filipe Cargnin (Florianópolis |Anim.|10'|2013);
Rua Mão Única, de André Gevaerd (São Paulo|Fic.|12'|2010);
Tudo Bem, de Christopher Faust (Curitiba |Fic.|11'|2012);
Upcycling, de Henrique Ogro Perrone (Porto Alegre/Fpolis|Doc.|12'|2012);
Vento Sul, de Renan Blah (Florianópolis|Fic.|20'|2012).

Mais informações
Ana Paula Domingues (48) 9601-6625
Guto Lima (48) 9952-5657

O Programa Terra-Boa da Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca bateu o recorde em distribuição de calcário aos agricultores. Desde janeiro deste ano até o início do mês de setembro foram entregues 275 mil toneladas, sendo 161 mil toneladas retiradas direto de minas e 114 mil toneladas via cooperativas. Para atender à demanda, a Secretaria fará um acréscimo de 10 mil toneladas de calcário ao programa. O orçamento do Terra-Boa é de R$ 40 milhões de subsídio para a compra de calcário, semente de milho e kits forrageira.

De acordo com o secretário de Estado da Agricultura e da Pesca, João Rodrigues, em 2013 o Programa Terra-Boa já superou a marca atingida no ano anterior, quando foram distribuídos 263 mil toneladas de calcário. Cada família rural tem uma cota de 30 toneladas que serão pagas no próximo ano com o produto da colheita do milho. O calcário poderá ser fornecido dentro de duas modalidades, sendo via cooperativas, onde o produto é disponibilizado para ser retirado próximo à sua propriedade, ou direto de minas, sendo o produtor responsável pelo transporte do produto do local de origem à sua propriedade.

Em todos os casos, o produtor paga pelos produtos o equivalente em sacos de milho consumo tipo II (60 kg), pelo preço de referência fixado no início de cada ano. As relações de troca para o calcário e milho são: 3,5 sacos de milho para cada tonelada de calcário calcítico retirada; 2 sacos de milho para cada tonelada de calcário dolomítico retirada; e 3 sacos de milho para cada tonelada de calcário ensacado retirada.

O diretor de Cooperativismo e Agronegócio, Paulo von Dokonal, destaca que essa quantidade distribuída de calcário mostra que o agricultor está mais consciente e preocupado com a qualidade do solo. “Lembramos a importância da análise do solo para que o calcário seja utilizado da forma adequada e apresente melhores resultados”, ressalta. O programa reinicia em fevereiro de 2014 com a distribuição de calcário e de kits forrageiras.

A subvenção para aquisição de kits forrageira (com mais de 80 produtos que são selecionados pelo agricultor), com insumos para melhoria e implementação de 1 hectare de pastagem, também superou às expectativas da Secretaria da Agricultura. “Foram disponibilizados 3.500 kits para atender todo o Estado e a procura está sendo enorme. Em 2012, sobraram 200 kits e esse ano iremos atingir nossa meta com tranquilidade”, afirma João Rodrigues. Os kits são fornecidos a partir de um projeto técnico elaborado pela Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri) e custam R$ 1,8 mil que podem ser pagos em duas parcelas anuais ou em uma parcela com desconto de 60%.

Esse ano, o Programa Terra-Boa inovou e passou a oferecer 100 mil sacos de sementes de milho de altíssima tecnologia. Segundo Paulo von Dokonal essas são sementes mais caras, mas são também mais produtivas. “Desde que haja adubação, tratos culturais, espaçamento correto, elas podem chegar a produzir 250 sacos por hectare”, explica. Por ser uma semente diferenciada, a proporção de troca de semente de milho por milho consumo segue novas regras: quem optar por adquirir semente de tecnologia de ponta terá que devolver, em 2014, 20 sacos de milho consumo para cada saco de 20 quilos de semente. As relações de troca para sementes de milho são: 4 sacos de milho para cada saco de semente de milho tipo I (semente varietal) retirada; 9 sacos de milho para cada saco de semente de milho tipo II (híbridos de alta tecnologia) retirada, e 20 sacos de milho para cada saco de semente de milho tipo III (altíssima tecnologia) retirada.

A coordenadora do Prêmio Gestão Escolar, Patrícia de Simas Pinheiro, e a técnica da Secretaria de Educação Maria Cristina Bertinetti passaram dois dias na escola Gomes Carneiro, em Xaxim. A escola foi a vencedora no Estado do prêmio em 2013.

Patrícia e Maria Cristina fizeram um levantamento das atividades de sucesso e dos pontos fracos, que ainda podem ser melhorados na escola.  “Um dos motivos que garantiram o prêmio foi a gestão participativa, onde são realizadas na escola ações envolvendo professores, alunos e pais . Além disso, os projetos  Conselho de Classe Participativo e Virtudes foram fundamentais na indicação,” ressaltou a coordenadora Patrícia, destacando ainda o planejamento coletivo como um dos pontos positivos da escola e que deve ser mantido.

Para a diretora, Zelci Lorenzon, a presença das profissionais da Secretaria de Educação na escola é fundamental. “ Recebemos este reconhecimento com muito orgulho, pois o prêmio é de todos que atuam na escola desde as merendeiras, os professores, servidores,  alunos e  os pais”, explicou a diretora dizendo ainda que a equipe  orientou os profissionais com a finalidade de melhorar ainda mais as ações administrativas e pedagógicas.   

A gerente de educação da Secretária regional de Xanxerê, Marivete  Brunel Zaffari , acompanhou os trabalhos  juntamente com a equipe do ensino.

Mais informações
Assessora Ana Elise Zogheib 
Secretaria de Estado de Des Reg Xanxerê 
E-mail:sdr-xanxere@xxe.sdr.sc.gov.br 
Telefone: (49) 3382-2000

Um grupo de pesquisadores do Centro de Ciências Agroveterinárias (CAV) da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) em Lages está pesquisando a qualidade e certificação do queijo artesanal serrano, produzido na região. Os pesquisadores têm até o dia 23 de setembro para enviar o projeto ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) solicitando o financiamento da pesquisa.

O projeto está sendo finalizado por sete pesquisadores da Udesc Lages: Lídia Cristina Piccinin, Eliana Vaz, Cristiane Batalha, Loredana d'Ovidio, Sandra Ferraz, Gilberto Massachi Ide e Andre Talher.

A pesquisa analisará a qualidade da água da propriedade rural, o leite cru utilizado e o queijo. O grupo de pesquisadores calcula que o desenvolvimento do estudo levará 36 meses a um custo variável de R$ 300 mil a R$ 600 mil.

Segundo a coordenadora do projeto, Lidia Cristina Picinin, atualmente não há autorização para a produção do queijo, típico da região, com o leite cru. "Sem nenhuma inspeção, o produto pode se tornar perigoso para o consumo", afirma ela, ao lembrar que a ideia da pesquisa não é acabar com a caracterização artesanal e cultural do queijo serrano.

O grupo de pesquisadores já pediu o apoio para o desenvolvimento da pesquisa aos técnicos da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri), da Comissão Intersetorial de Saneamento e Meio Ambiente (Cisama) e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Tradição secular
Com uma tradição secular, que remonta ao período do tropeirismo no Brasil e com uma receita tradicional passada de geração a geração há quase 200 anos, o queijo serrano é uma das principais fontes de renda das famílias de pequenos pecuaristas que se dedicam à sua produção.

Segundo os pesquisadores da Udesc Lages, as técnicas artesanais utilizadas na fabricação do queijo com leite cru de vacas de corte, alimentadas com pastagens naturais, conferem ao produto "características físicas e organolépticas (percebidas pelos sentidos do consumidor, como sabor, cor e textura) únicas, que lhe dão especificidade e o distinguem de outros queijos".

Eles observam, porém, que, apesar de toda a importância econômica, social, cultural e histórica, a comercialização do queijo serrano é realizada sem os canais formais de comercialização. Além disso, ressaltam, vivem sob constante ameaça de apreensão do produto e de multas, já que os processos de produção são considerados inadequados pela legislação sanitária vigente.

Assessoria de Comunicação da Udesc
Jornalista Valmor Pizzetti
E-mail: valmor.pizzetti@udesc.br
Telefones: (48) 3321-8142/8143

A secretária de Estado da Saúde, Tânia Eberhardt, vai a Araranguá, no Sul do Estado, nesta quinta-feira, 12, anunciar ampliação de serviços no Hospital Regional de Araranguá e vai também discutir o aprimoramento no contrato de gestão da unidade de saúde. A reunião será às 10h, na Câmara de Vereadores. Em seguida, a secretária fará uma visita ao hospital.

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Foto James Tavares/Secom

Atendendo a um pedido das lideranças dos 15 municípios da região assistida pelo Hospital Regional de Araranguá, foi criada uma comissão técnica para discutir a necessidade de ampliação dos serviços da unidade de saúde. O resultado do trabalho será apresentado na reunião desta quinta-feira, com a presença dos secretários municipais de saúde da região, vereadores de Araranguá e lideranças empresariais.

Entre novos serviços, a secretária Tânia vai anunciar a instalação de um aparelho de ultrassonografia e a oferta do exame de endoscopia digestiva para pacientes externos (que não estão internados).

No que se refere aos serviços ampliados, a secretária vai falar do incremento no número de consultas ambulatoriais em ortopedia, cirurgia pediátrica e otorrinolaringologia. Outro serviço ampliado é o de tomografias computadorizadas.

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A Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) finalizará nesta sexta-feira, 13, as inscrições do Processo Seletivo n° 09/2013, com duas vagas de professor substituto.

Uma das vagas é para a área de Estatística Básica e Matemática Aplicada à Zootecnia, no Centro Educação Superior do Oeste (CEO), em Chapecó, enquanto a outra é para a área de Psicologia, no Centro de Ciências Humanas e da Educação (Faed), em Florianópolis.

Para se inscrever, os interessados devem comparecer nos centros, enviar um procurador legalmente constituído ou encaminhar os documentos pelo correio até sexta-feira. Os endereços e os horários estão no edital.

Entre 23 e 25 de setembro, os candidatos passarão por avaliação de títulos e farão prova escrita de conhecimento, além de teste de didática ou prática experimental.

Quem for aprovado será contratado em caráter temporário, por prazo não superior a quatro anos. O número de horas de trabalho varia conforme a área de conhecimento.

Mais informações podem ser obtidas por telefone e e-mail com as direções de Ensino da Udesc Oeste e da Udesc Faed.

Assessoria de Comunicação da Udesc
Jornalista Rodrigo Brüning Schmitt
E-mail: rodrigo.schmitt@udesc.br
Telefones: (48) 3321-8142/8143

A Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) e a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) promovem de 16 a 20 de setembro, em Florianópolis, a 10ª edição do Seminário Internacional Fazendo Gênero, que terá como tema “Desafios Atuais dos Feminismos”.

O evento receberá cinco mil participantes vinculados a diferentes instituições nacionais e estrangeiras, além de várias gerações de pesquisadores. O objetivo do seminário é promover um espaço de discussões no campo dos estudos feministas e de gênero.

A programação contará com oficinas, minicursos, conferências, mesas redondas, simpósios temáticos, lançamento de livros, exposição de pôsteres e mostra audiovisual e de fotografias. O encontro também terá várias reuniões de grupos, núcleos e redes de pesquisa nacionais e internacionais.

“Os cinco mil participantes poderão debater as principais questões dos feminismos atuais, que incluem temas como baixa participação das mulheres nas instâncias de poder político; as desigualdades de gênero no âmbito do trabalho e da distribuição de renda; as dificuldades enfrentadas nas lutas pelo direito ao aborto; violências domésticas e institucionais de gênero; a grave situação das mulheres, principalmente as de baixa renda, nos contextos pós-coloniais e transmodernos; iniquidades em saúde; as contramarchas nas lutas pelos direitos LGBT e contra os efeitos de subordinação das interseções de gênero, classe, gerações, raça, etnia e deficiência, entre outros”, salienta Gláucia de Oliveira Assis, uma das coordenadoras do evento.

A conferência de abertura será ministrada pela escritora Sara Beatriz Guardia, fundadora e diretora do Centro de Estudios La Mujer em la Historia de America Latina e professora da Universidade de San Martin de Porres, em Lima, no Peru. Ela abordará o tema “Exclusion y Genero en los Procesos de Independencia de los Paises Latino-americanos”.

A escritora e ativista norte americana, Sarah Schulman, falará sobre o tema “Amigos Diante da Família, Sociedade Diante do Governo” na conferência de encerramento do evento. A conferencista é professora de Humanidades na City University of New York.

“Mais uma vez, o evento pretende trazer uma grande contribuição para os estudos feministas e de gênero, e para os movimentos sociais e políticos a eles relacionados”, ressalta a coordenadora.

O Fazendo Gênero 10 é promovido pelo Ciências Humanas e da Educação (Faed) da Udesc, em parceria com o Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH), Centro de Comunicação e Expressão (CCE) e outros centros da UFSC.

Mais informações na página do evento.

Assessoria de Comunicação da Udesc Faed
Jornalista Carolina Hommerding
E-mail: imprensa.faed@udesc.br
Telefone: (48) 3321-8512

A Secretaria de Estado da Saúde informa, a seguir, a situação das emergências dos hospitais Celso Ramos e Regional de São José, nesta quarta-feira, 11 de setembro.

 Nesta quarta-feira, 11, até o final da manhã, a emergência do Hospital Celso Ramos, em Florianópolis, estava atendendo 21 pessoas. A situação é de normalidade. Segundo informações da instituição, havia três pessoas em estado grave. Nas últimas 24 horas, o Celso Ramos recebeu, na Emergência, 320 pessoas. Deste total de atendimentos, 173 são do setor de ortopedia, que, em geral, envolve pessoas que sofreram acidentes de trânsito.

No Hospital Regional de São José havia, na emergência geral, 151 pacientes até o final da manhã desta terça-feira. A emergência está lotada, com 38 pessoas aguardando consulta. O atendimento é feito de acordo com a gravidade dos casos, a partir da classificação de risco que é feita com cada paciente que chega.

Nas últimas 24 horas, de acordo com as informações da direção do Hospital Regional de São José, o setor de emergência atendeu 292 pacientes. Na emergência pediátrica, 152 crianças foram atendidas. O quadro geral do Hospital Regional de São José é de 345 pacientes internados. Ao todo, 48 internações foram feitas nas últimas 24 horas.

No Hospital Regional de São José, cerca de 80% dos casos que chegam à Emergência são ambulatoriais, ou seja, são situações que podem ser resolvidas nos postos de saúde. Por isso, a Secretaria de Estado da Saúde orienta a população a primeiro procurar os centros de saúde dos seus municípios. Os postos de saúde e Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) estão aptos a atender situações de urgência, que são aqueles em que a pessoa não corre riscos. São casos, por exemplo, de febre e dores generalizadas. Os casos mais graves serão encaminhados para os hospitais.

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Informações adicionais:
Ana Paula Bandeira
Secretaria de Estado da Saúde
E-mail:  anap@saude.sc.gov.br
Telefone: (48) 9113-6065

A partir de outubro, a Maternidade Darcy Vargas, em Joinville, será a primeira maternidade pública, fora da Grande Florianópolis, a ter coleta de sangue pelo cordão umbilical. Enfermeiras da instituição estão se preparando para coletar sangue do cordão umbilical e da placenta. O sangue coletado ficará disponível para a população no Banco Público de Sangue de Cordão Umbilical e Placentário do Centro de Hematologia e Hemoterapia de Santa Catarina (Hemosc), em Florianópolis.

Atualmente, apenas a Maternidade Carmela Dutra, em Florianópolis, e o Hospital Regional de São José realizam a coleta de sangue do cordão umbilical. Por isso, as enfermeiras da maternidade Darcy Vargas estão sendo capacitadas em coleta de sangue com controle de qualidade e segurança no Regional, como primeira etapa do treinamento.

A segunda fase será no Hemosc de Joinville, de 17 a 19 de setembro, com a realização de entrevistas com as gestantes. “Para doar sangue ao banco público, a gestante deve ser considerada de baixo risco, ou seja, não pode ter patologia prévia e ter feito no mínimo duas consultas de pré-natal”, destaca a gerente de enfermagem da Darcy Vargas, Lis Elena Westphal.      

O Banco Público de Sangue de Cordão Umbilical e Placentário do Hemosc existe desde 2009 e já ajudou muitos pacientes que precisaram de transplante de medula óssea e não tinham um doador familiar. “A médio e a longo prazo, todos os catarinenses terão acesso ao sangue do cordão umbilical, de forma gratuita, não precisando pagar como acontece nos bancos privados”, destaca Denise Linhares Gerent, diretora do Hemosc.

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Ana Paula Bandeira
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Os dados dos últimos seis meses do Juro Zero para Microempreendedores Individuais (MEIs) apontam crescimento de 48% em relação ao mesmo período no ano passado. A média entre março e agosto de 2013 foi de 990 concessões de crédito, contra 668 em 2012. Somente em agosto, foram realizadas 952 operações, que correspondem a mais de R$ 2,6 milhões. “Este programa é emblemático dentro da nova economia catarinense. Ele beneficia o elo mais frágil da cadeia produtiva, que é o microempreendedor individual, o pintor de parede, a costureira, a vendedora de roupa”, elucida o secretário do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDS), Paulo Bornhausen.

O programa busca incentivar o crescimento do empreendedorismo catarinense por meio de empréstimos de até R$ 3 mil. Este valor pode ser financiado em até oito parcelas e, caso as sete primeiras sejam pagas em dia, a última correspondente aos juros é quitada pelo Governo do Estado. Para participar, o MEIs deve ser formalizado. A receita bruta anual de até R$ 60 mil.

Desde que foi lançado, em novembro de 2011, foram concedidos 16.818 empréstimos, totalizando R$ 47,3 milhões.  O Juro Zero para MEIs é realizado em parceria da Agência de Fomento de Santa Catarina (Badesc), responsável pela engenharia financeira; do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Santa Catarina (Sebrae/SC), que dá consultoria de gestão e inovação; e da Associação das Organizações de Microcrédito de Santa Catarina (Amcred/SC). “O Juro Zero oferece ao MEI a possibilidade de se tornar um empresário. E não é pelo dinheiro apenas, mas, sobretudo, pela consultoria que é dada pelo Sebrae de Santa Catarina", declara Bornhausen.

Os créditos são disponibilizados por meio de 18 Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscips) no Estado. Com unidades em Florianópolis, Biguaçu, São José, Palhoça, Brusque, Tijucas e São João Batista, o Banco do Empreendedor foi o que mais realizou operações do Juro Zero. Foram 2.897. Somente em agosto foram 216, concedeu aproximadamente R$ 600 mil.

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