Foto: Defesa Civil Itajaí

O mau tempo da madrugada desta quarta-feira, 26, causou a morte de três pessoas em Itajaí e estragos em pelo menos 20 municípios de Santa Catarina. Além de chuva, foram registrados ventos, que ultrapassaram os 100 km/h. Um adolescente, 15 anos, e duas meninas (4 e 10 anos), três irmãos, morreram depois de levar um choque elétrico após um poste cair. As mãe das crianças está hospitalizada. Outras ocorrências de destelhamento em residências, queda de árvores e rede de energia elétrica (postes) foram registradas.


Fotos: Jeferson Baldo / GVG

O Agronegócio de Santa Catarina foi destaque na abertura da Avesui, nesta terça-feira, 25, em Florianópolis. Em seus pronunciamentos o vice-governador Eduardo Pinho Moreira e o secretário da Agricultura e da Pesca, Moacir Sopelsa, ressaltaram os esforços do Governo do Estado, iniciativa privada e produtores para manter o status sanitário diferenciado dos rebanhos e a vocação catarinense para produção de alimentos.

Com apenas 1,12% do território nacional, Santa Catarina é o primeiro produtor nacional de suínos, cebola, maçã, alho, ostras, mexilhões e pescados. O segundo maior produtor de aves, tabaco e arroz e está entre os maiores produtores de mel, banana e leite. Em seu discurso, Pinho Moreira, reconheceu a importância do agronegócio para a economia catarinense, sendo responsável por aproximadamente um terço do Produto Interno Bruto do estado. “Enquanto o Brasil passa por dificuldades estruturais e econômicas, Santa Catarina é um estado mais equilibrado e, indiscutivelmente, o agronegócio tem uma participação importante nesse cenário”.

O vice-governador ressaltou ainda os investimentos na sanidade animal, que fazem de Santa Catarina um estado diferenciado e modelo em saúde animal. “Nós ficamos felizes porque Santa Catarina sedia esse evento, porque nós temos um histórico importante nos cuidados com a saúde animal. Somos o único estado brasileiro livre de febre aftosa sem vacinação, somos livre peste suína clássica e temos um trabalho exemplar da Cidasc”, afirma. Essas certificações internacionais pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) dão ao estado acesso aos mercados mais competitivos do mundo, como Japão e Estados Unidos.

A qualidade das carnes produzidas no estado também foi tema do discurso do secretário da Agricultura e da Pesca, Moacir Sopelsa. “O agronegócio brasileiro passou por um momento delicado, principalmente quando questionaram a qualidade das carnes produzidas no nosso estado e nós, mais uma vez, mostramos que Santa Catarina tem uma seleção dos melhores produtores, empresas e técnicos comprometidos e dedicados em fazer o melhor”.

As discussões sobre a produção de carnes em Santa Catarina continuam nesta quarta-feira (26) na Avesui. Às 15h15, o secretário Moacir Sopelsa, representantes da cadeia produtiva, das agroindústrias e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) estarão reunidos para discutir a qualidade da carne brasileira, falando dos esforços do setor para oferecer ao mercado produtos com qualidade e segurança, além dos novos desafios enfrentados. O painel será realizado no Auditório de Inovação e será gratuito para os visitantes.

Reconhecimento às personalidades do setor de aves e suínos
Durante a abertura do evento, o vice-governado e o secretário da Agricultura entregaram o prêmio "Oswaldo Gessulli Personalidades da Avicultura e Suinocultura Brasileira” aos destaques da suinocultura e avicultura em Santa Catarina. Os homenageados foram: Mario Faccin, médico veterinário e reconhecido como o maior produtor individual de suínos no Brasil, fundador da agroindústria Master, recebeu o prêmio como Personalidade Empresarial da Suinocultura. Nilson Olivo, grande incentivador da suinocultura brasileira e criador do Mapa do Suíno foi reconhecido como Personalidade Técnica da Suinocultura. No setor de avicultura, os premiados foram o administrador Franke Holdbold, diretor geral da Plasson do Brasil, como Personalidade Empresarial, e a médica veterinária e gerente corporativa de Avicultura da BRF Christine Mazziero, escolhida como Personalidade Técnica pelo seu trabalho em áreas como saúde animal, frangos de corte e projetos estratégicos.


Pecuária em Santa Catarina
Com forte tradição na pecuária, Santa Catarina é berço das principais empresas do setor de carnes do Brasil e foi também o pioneiro na integração vertical nas cadeias produtivas de aves e suínos. São 18 mil produtores integrados às agroindústrias em Santa Catarina e o setor de carnes gera quase 60 mil empregos diretos em frigoríficos e indústrias de beneficiamento.

A carne - frango, suínos e bovinos - é responsável pelo maior faturamento no Valor Bruto da Produção Agropecuária de Santa Catarina, foram R$12,48 bilhões em 2016. O Estado é o maior produtor nacional de carne suína e o segundo maior de carne de frango, atendendo o mercado brasileiro e o exterior, com presença em mais de 120 países.

Avesui

Entre os dias 25 e 27 de abril, Florianópolis será sede do maior evento voltado para as cadeias produtivas de aves, ovos e suínos da América Latina. A Avesui reunirá empresas dos setores em uma feira internacional de negócios, além de uma extensa programação técnica.

Durante três dias, a Avesui terá palestras, painéis e debates sobre assuntos relacionados à produção de aves, ovos e suínos. Estão na programação, ainda, o II Congresso de Zootecnia e Precisão e o XVI Seminário Técnico de Aves e Suínos.

A programação completa das palestras técnicas e o credenciamento para a feira podem ser feitos pelo site www.avesui.com .


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Ana Ceron
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Foto: Ricardo Miotto Ternus/Cidasc

Para dar conta das demandas relacionadas ao à produção de maçãs em Santa Catarina, foi realizada na Faesc, em Florianópolis, na manhã desta terça-feira, 25, uma reunião para tratar da erradicação do cancro europeu nos pomares de maçã catarinenses.

A reunião contou com a presença de autoridades ligadas à produção de maçã e à defesa sanitária vegetal catarinense, tais como o presidente da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc), Enori Barbieri; o presidente da Federação de Agricultura do Estado de Santa Catarina (Faesc), José Zeferino Pedrozo; e o presidente da Associação dos Produtores de Maçã e Pera de Santa Catarina, Rogério Pereira.

Ainda, gestor do Departamento Estadual de Defesa Sanitária Vegetal da Cidasc, Ricardo Miotto Ternus, e Rides Campos Ferreira, gestor do Departamento Regional da Cidasc de São Joaquim.

“A Cidasc já está trabalhando para apoiar o produtor e precisa da parceria com as demais entidades relacionadas ao setor para alcançar os objetivos desejados para o cenário estadual e nacional”, destacou Enori Barbieri.

“Sabemos das dificuldades, mas estamos trabalhando para suprir as carências da área, garantindo o status sanitário do Estado. É fundamental envolver todos os meios e profissionais que atuam no setor para alinhar as ações”, declarou Ricardo Miotto. 

Os principais estados brasileiros produtores de maçã são Santa Catarina e Rio Grande do Sul, e juntos representam 94,9% da produção nacional e 94,4% da área em produção da maleicultura. Santa Catarina participa com 46% da produção brasileira e 48% da área em produção da cultura no país.  

Em 2017, Mais de 500 mil toneladas de maçã devem ser colhidas no Estado. O número é 20% maior em relação ao ano passado. A maior parte das maçãs colhidas tem categoria 1, o maior nível de qualidade, com tamanho e coloração que impressionam, resultado do clima favorável na região. Essa é uma das melhores safras em termo de qualidade da fruta.  

Sobre o cancro europeu

O cancro europeu das pomáceas, causado pelo fungo Neonectria ditissima, é uma doença que afeta as partes lenhosas das plantas. A principal característica da doença é a formação dos cancros que prejudicam a translocação de seiva e o crescimento vegetativo. A praga é considerada quarentenária presente no Brasil, tendo critérios e procedimentos para a sua contenção estabelecidos pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. A partir do monitoramento da praga nos pomares comerciais e viveiros de mudas de macieira em Santa Catarina, foi possível constatar que, na safra 2015/2016, 42 novos pomares foram confirmados com a doença, somando até 2016, 117 pomares com a ocorrência da doença em 10 municípios catarinenses.

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Foto: Chico Alves / SEA

Em reunião com diretores, gerentes e técnicos da Secretaria de Estado da Administração, secretário Milton Martini, coordenou apresentação que detalhou Sistema de Gestão de Protocolo Eletrônico (SGP-e) que irá possibilitar a realização de todos os processos administrativos de forma digital, sem a necessidade de tramitação no formato tradicional em meio físico.

Redução da carga operacional e tramitações desnecessárias, segurança das informações, transparência, papel zero, eficiência na execução de tarefas diárias e principalmente economia aos cofres públicos são as características em comum nas soluções para gestão de processos e documentos apresentada em reunião na Secretaria de Estado da Administração nesta terça-feira, 25.

“Hoje vivemos um marco dentro da administração pública do Estado de Santa Catarina. Tendo em vista toda estrutura tecnológica que dispomos, torna-se imperativo buscarmos reduzir por completo a tramitação de papel em nossos processos”, destacou o secretário Martini na abertura do encontro.

O ano de 2017 marca a implantação da nova identidade do SGP-e, como também a melhoria na disseminação da gestão do conhecimento buscando qualificar os usuários do sistema, que teve seu primeiro módulo experimental implantado na SEA no ano de 2009, quando se iniciaram os primeiros mapeamentos com foco em digitalização de processos.

Ao dar início à implantação da nova versão do SGP-e serão contempladas metodologias que irão reger a digitalização de documentos e a assinatura digital, a identificação de pontos de assinatura, a aquisição de tokens para usuários chaves e a configuração das classes processuais.

Num primeiro momento, é fundamental realizar um levantamento de prioridades respeitando diversos critérios. Serão selecionados processos com um número grande de ocorrências (solicitação de licença prêmio, baixa de bens, por exemplo), relevância na redução de prazos de respostas (pedidos de aposentadoria, pedidos de autorização para licitações, entre outros.).

Também é necessário o mapeamento de processos e análise da legislação envolvida em cada uma das ações que passarão a tramitar em formato digital, que necessariamente deverão estar em conformidade com a Certificação Digital (ICP – Infraestrutura de Chave Pública), Gestão Arquivística, Lei de Acesso à informação, e aos ordenamentos que regem a tramitação eletrônica de documentos.

“Estamos falando em melhoria da qualidade dos serviços prestados à população, na transparência de nossas ações e em uma economia relevante aos cofres públicos”, lembrou o secretário Martini, destacando que como resultado da reunião foi criado um grupo de trabalho para realizar o levantamento inicial, acompanhar a implantação das metodologias e monitorar a aplicação das etapas previstas.

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Fortalecer cadeias produtivas existentes, identificar potenciais geradores de renda e elevar os índices sociais e de educação são ações comuns a regiões com baixos índices de desenvolvimento no Estado. Nesta terça-feira, 25, o comitê gestor do programa Crescendo Juntos, que visa equilibrar o desenvolvimento das regiões catarinenses, se reuniu em Florianópolis para conhecer propostas de desenvolvimento econômico e social das regionais.

Cada região prioritária do programa conta com um grupo de trabalho, o Núcleo Executivo Regional, que definiu as ações prioritárias nos eixos de desenvolvimento econômico, desenvolvimento social, gestão pública, infraestrutura e meio ambiente e ciência e tecnologia. Com apoio técnico da Secretaria de Estado do Planejamento, os núcleos escreveram projetos com justificativa, objetivos, ações previstas, indicadores, fontes de recursos e cronograma de execução.

Na região de Caçador, por exemplo, um dos projetos é o fortalecimento da piscicultura que prevê construir novos viveiros de produção, reformar viveiros já existentes, mecanizar a atividade com uso de equipamentos que venham a melhorar os sistemas produtivos, implantar uma unidade de beneficiamento do peixe, construir a casa do peixe com venda direta ao consumidor e capacitar os produtores. Já na região de Canoinhas há um projeto de implantação do Sistema Único de Assistência Social em todos os municípios do Planalto Norte. As propostas das regiões abrangem temas econômicos e de melhoria nas condições de vida das populações.

Na Serra, o destaque é o programa de apoio ao desenvolvimento do turismo da região, desenvolvido pela Associação de Municípios da Região Serrana) e Conserra (Conselho de Turismo da Serra Catarinense. O programa visa valorizar os atrativos turísticos públicos, com a implantação de um sistema de gestão para o desenvolvimento sustentável do turismo, criação de um aplicativo, reestruturação dos Postos de Informação Turística, sinalização turística da região e rotas cênicas.

“Eu fiquei impressionado com a qualidade dos projetos mesmo com alguns desníveis na evolução das agendas, mas nós já temos algumas agendas estratégicas. A equipe da Secretaria de Planejamento identificou, dentro das agendas, as afinidades das diferentes organizações que são parceiras do programa para avaliar o que já pode ser feito. Nós queremos produzir novas dinâmicas nas regiões”, destacou o secretário de Estado do Planejamento Murilo Flores.

Os parceiros do programa Crescendo Juntos e as secretarias estaduais vão avaliar as propostas para definir os projetos entrarão na Agenda de Desenvolvimento Regional. A partir disso, as propostas serão detalhados com os núcleos executivos regionais que reúnem representantes do Governo do Estado e da sociedade civil.

Outras demandas das regionais devem integrar uma agenda de Estado, como a implantação de energia trifásica e de internet no campo, revisão de política de tributação sobre produtos primários (ICMS fica com o município vendedor do produto), agregação de valor no turismo rural e qualificação de estradas rurais.

O comitê gestor do Crescendo Juntos é formado pelas secretarias de Estado de Planejamento, da Assistência Social, Trabalho e Habitação, de Agricultura e Pesca, Desenvolvimento Econômico Sustentável e Turismo Cultura e Esporte, além de Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc), Federação Catarinense de Municípios (Fecam) e Federação dos Trabalhadores na agricultura do Estado de Santa Catarina (Fetaesc).

Sobre o Crescendo Juntos

Após o estudo de diversos indicadores de desenvolvimento, a equipe técnica da Secretaria de Estado do Planejamento elaborou o mapa de elegibilidade que define as regiões de Santa Catarina mais desenvolvidas, em transição e menos desenvolvidas. Essa classificação é resultado da associação de duas variáveis-chave capazes de medir o desenvolvimento socioeconômico de uma região ou do Estado: renda domiciliar per capita média da população residente na região e Produto Interno Bruto per capita. Além disso, foram considerados dois indicadores complementares: evasão da população e a dinâmica do emprego formal.

O programa identificou 12 regiões com baixos índices de desenvolvimento em Santa Catarina: Caçador, Campos Novos, Canoinhas, Curitibanos, Dionísio Cerqueira, Ituporanga, Lages, Laguna, Quilombo, São Joaquim, São Lourenço do Oeste e Taió. Em cada região será elaborada uma agenda de desenvolvimento com propostas concretas para dinamizar a economia local, respeitando as vocações dos territórios, com a participação de órgãos governamentais e da sociedade civil organizada.

Os parceiros do Crescendo Juntos são BRDE, Agência de Fomento do Estado de Santa Catarina S.A. (Badesc), Fecam, Fiesc, Federação das Associações Empresariais de Santa Catarina, Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina, Fetaesc, Banco do Brasil, Universidade do Estado de Santa Catarina, Universidade Federal de Santa Catarina, Universidade Federal da Fronteira Sul e Sistema Acafe.

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Rosália Dors Pessato
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Os desafios e as novas perspectivas para a pesquisa em Ciências Humanas e Sociais e Direitos Humanos sustentam a discussão do 1º Seminário Internacional de Arte e Educação Prisional, que será sediado pela Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), nos dias 30 e 31 de maio deste ano. As inscrições estão abertas e podem ser realizadas gratuitamente pelo formulário online.


Foto: Saúde/Divulgação

O secretário de Estado da Saúde, Vicente Caropreso, esteve em Blumenau nesta segunda-feira, 24, para a assinatura de um convênio com o Hospital Santo Antônio no valor de R$ 5.665.000,00, que qualificará ainda mais o atendimento oncológico prestado naquela unidade.

Segundo o secretário, o Brasil é o único país, entre os que possuem sistema de saúde pública universal (Argentina, Inglaterra, Suécia, Canadá, Alemanha e França), onde o investimento em convênios supera o investimento governamental. “Esses dados demonstram o quanto ainda há por fazer por nossa saúde e é o que estamos tentando realizar agora, reduzindo custos e otimizando as operações de gestão na busca por maior eficiência e resultados”, destacou Caropreso.

O convênio possibilitará a construção de um bunker para a instalação de mais um acelerador linear, ampliação de 15 leitos adultos e cinco pediátricos para quimioterapia de curta duração, e também a reforma do espaço que abriga 28 leitos de internação para adultos.

Para o secretário da Saúde, Vicente Caropreso, esta ação marca um capítulo histórico na saúde de Blumenau e de toda a região. “Nosso estado mesmo com os problemas que todos conhecemos se diferencia, reconhecidamente, por um atendimento mais qualificado do SUS em todo o país. Nesse cenário Blumenau se destaca como um dos mais importantes centros médicos do estado”, enfatizou o secretário.

Participaram do evento o presidente da Fundação Hospitalar de Blumenau, que administra o Hospital Santo Antônio, João Wolfgang Rausch, o prefeito de Blumenau, Napoleão Bernardes, a secretária da Saúde de Blumenau, Maria Regina Soar, o secretário da Agência de Desenvolvimento Regional, Emerson Antunes, entre outras lideranças da região. 

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Gabriela Ressel
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O Juro Zero, programa do Governo de Estado para microempreendedores individuais (MEIs), registrou o melhor início de ano desde que foi lançado, em 2011. No primeiro trimestre de 2017 foram realizados 3313 empréstimos, totalizando R$ 10.019.372,00. “Este número é 3,7% a mais que em 2016 e 7,2% superior a 2015. O Juro Zero continua em crescimento, fazendo a diferença para os microempreendedores catarinenses e movimentando nossa economia”, comemora o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDS), Carlos Chiodini. 

O programa disponibiliza até R$ 3 mil para os MEIs investirem em seus negócios, valor que pode ser parcelado em até oito prestações. Com as sete primeiras pagas em dia, a última é isenta. “Cada empreendedor pode participar até duas vezes e, muitos deles, conseguem o retorno destes investimentos em pouco tempo, passando da categoria MEI para micro e pequena empresa”, afirma o diretor de Apoio às Micro e Pequenas Empresas e Empreendedores Individuais da SDS, Marcio Manoel da Silveira. Para participar, o MEI deve ser formalizado e ter receita anual de até R$ 60 mil.

Coordenado pela SDS, o programa é realizado em parceria com a Agência de Fomento do Estado de Santa Catarina (Badesc), o Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob) e a Associação das Organizações de Microcrédito de Santa Catarina (Amcred/SC).

Dados dos trimestres:
- 2017: 3313 operações de crédito - R$ 10.019.372,00
- 2016: 3192 operações de crédito - R$ 9.144.084,00
- 2015: 3090 operações de crédito - R$ 9.125.190,00
- 2014: 2753 operações de crédito - R$ 8.138.699,59
- 2013: 2464 operações de crédito - R$ 7.098.167,00
- 2012: 1400 operações de crédito - R$ 3.840.461,00

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Michelle Nunes
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Foto: Epagri / Divulgação 

Até o final abril Santa Catarina terá colhido mais de 7,5 mil toneladas de mel, uma safra recorde no território catarinense. A produção ficou em 25 quilos por colmeia, superior à média dos últimos anos, que foi de 20,42 quilos. No Brasil essa média fica em 10 quilos por colmeia. Há cinco anos, a média catarinense era de 13 quilos por colmeia.

O acompanhamento mais frequente da Epagri, que triplicou seus atendimentos a apicultores nos últimos três anos, resultou em melhorias no manejo e adoção de novas tecnologias pelo produtor. Soma-se a isso as condições climáticas adequadas e o capricho e empenho dos apicultores para se chegar ao aumento de 20% na produtividade por colmeia verificado nesta safra.

A safra do mel acontece entre agosto e janeiro, meses em que é colhida 70% da produção. O restante é coletado entre fevereiro e abril, quando acontece a safrinha.

Apesar da grande produção, o preço pago ao apicultor catarinense se mantém em alta. O mercado está pagando entre R$ 12,00 e R$ 13,00 o quilo do mel no atacado, tanto para o mercado interno quanto para exportação. Esse valor é o dobro do pago pelo mel da Argentina e do Uruguai, por exemplo.

“Essa grande valorização é resultado da qualidade do nosso mel, produzido sem o uso de químicos, diferente de outros países”, explica Ivanir Cella, coordenador de apicultura da Epagri. Segundo ele, é o emprego de manejo adequado e de tecnologias nos apiários que permite a produção do mel em grande escala sem uso de aditivos químicos.

Graças à alta qualidade do mel produzido, Santa Catarina passou a ocupar nessa safra a posição de maior exportador do Brasil e se mantém em terceiro no ranking nacional de produtores. Nosso Estado também é o líder nacional em produção por quilômetro quadrado, com 62,85kg/ km²/ano, enquanto que no restante do território nacional essa média é inferior a 5kg/ km²/ano.

Metade do mel catarinense é exportada e 42% do total produzido tem certificação orgânica. Esse alto nível, somado ao aroma e ao sabor proporcionados pela diversidade da flora catarinense, deu ao mel barriga-verde o reconhecimento como um dos melhores do mundo, tendo recebido vários prêmios internacionais nos últimos anos.

Para além da produção em expansão, o grande valor da apicultura catarinense para a economia do Estado se concentra no trabalho de polinização das abelhas, que tem impacto no ganho de produtividade da maçã, pera, ameixa e outras culturas. São cerca de 315 mil colmeias existentes no território catarinense, 45 mil delas alugadas para polinizar macieiras.

O presidente da Confederação Brasileira de Apicultura, José Soares de Aragão Brito, lembra que o segmento tem perspectivas promissoras no Brasil, já que nos próximos dez anos o mercado mundial deve aumentar sua demanda de mel em 170 mil toneladas. “O Brasil só atinge 10% do seu potencial produtivo”, calcula.

Ele lembra ainda que o próprio consumidor brasileiro está despertando para o consumo do produto. Cada brasileiro consome em média 120 gramas de mel por ano. Na Suíça, por exemplo, essa média é de 2 quilos por pessoa.

Para Aragão, Santa Catarina se diferencia dos outros Estados na apicultura principalmente pelo envolvimento dos entes públicos. “A Epagri é um exemplo nacional de assistência técnica na área. Trata-se de uma questão de gestão pública”, afirma o presidente da Confederação.

Santa Catarina sedia também as duas maiores empresas exportadora de mel do Brasil, entre elas a Prodapys, que fica em Araranguá e prepara para abrir ainda neste ano a maior unidade industrial da América Latina voltada para exportação de mel. Célio H. M. Silva, proprietário da empresa, reclama maior atenção para o setor. “É fundamental que sociedade perceba a importância estratégica da apicultura não só na economia, mas também na subsistência da vida humana”, destaca o empresário.

Mais informações e entrevistas com Ivanir Cella, coordenador de apicultura da Epagri, pelo fone (48) 98801-8269.

Informações para a imprensa:
Gisele Dias, jornalista: (48) 99989-2992 / 3665-5147
Cinthia Freitas, jornalista: (48) 3665-5344
Isabela Schwengber, jornalista: (48) 3665-5407

 


Foto: Julio Cavalheiro 

O primeiro Seminário de Secretários Municipais de Turismo de Santa Catarina iniciou na manhã desta terça-feira, 25, em Florianópolis. Com a temática “Gestão Sustentável dos Destinos Turísticos”, o evento promovido pela Secretaria de Estado de Turismo Cultura e Esporte (SOL) tem como objetivo discutir e reforçar o planejamento para o desenvolvimento do setor em todas as regiões do Estado. A abertura do seminário contou com a presença do secretário de Estado do Turismo, Cultura e Esporte, Leonel Pavan, do presidente da Santur, Valdir Walendovisk, e do secretário nacional de Estruturação do Turismo, Neusvaldo Ferreira Lima.

O secretário Pavan informou que o seminário quer despertar ainda mais a grande indústria do Turismo, que representa 12,5% do PIB do Estado. “Santa Catarina tem um potencial enorme no Turismo e muitas vezes temos equipamentos turísticos que estão adormecidos, que não tem projeto ou que falta desenvolver. Formamos uma grande equipe para ajudar cada região e município. Hoje vamos tratar do que vem sendo feito, o que precisa e qual o caminho a seguir. Não existe projeto turístico sem integração. Buscamos e vamos fazer com que as nossas cidades possam mostrar cada vez mais suas potencialidades turísticas”, disse.

O evento reúne prefeitos, vice-prefeitos, vereadores, secretários municipais de Turismo, gestores e demais servidores públicos municipais envolvidos com a temática. Durante todo o dia os participantes acompanham painéis e palestras com foco na gestão e capacitação do setor.

O secretário nacional de Estruturação do Turismo, Neusvaldo Ferreira Lima, falou sobre acesso a recursos do Ministério do Turismo. “Santa Catarina sempre foi um Estado muito ativo na busca de recursos em Brasília, especialmente no Ministério do Turismo. Há uma demanda gigantesca para ser atendida, mas também há muitos casos já atendidos. Tem muitas prefeituras com recursos financeiros nas suas contas correntes. O volume hoje para Santa Catarina é de R$ 39 milhões de recursos em contas correntes aguardando medições de obras. Nossa proposta é orientar e apresentar como fazer para que essas obras possam ser executadas”, explicou.

Neusvaldo Ferreira Lima também destacou que neste ano, início do mandato dos prefeitos, é muito importante o evento para repassar informações. “Vamos apresentar a situação do andamento das obras em cada município e contratos vigentes, especialmente aquelas que estão paralisadas ou atrasadas. Trouxemos uma equipe e montamos um plantão orientando caso a caso”, finalizou.

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