Fotos: Denise Lacerda / SJC

A coordenadora do maior programa mundial sobre arte nas prisões envolvendo música, teatro, fotografia e dança, professora americana da Universidade de Michigan (Estados Unidos), Ashley Lucas, está em Santa Catarina para apresentar seu trabalho. Na tarde desta terça-feira, 23, ela visitou o Presídio Feminino de Florianópolis acompanhada de um grupo de 13 estudantes de Michigan que integram um intercâmbio com universidades brasileiras. Já na noite de segunda-feira, 22, ela expôs detalhes do projeto, o PCAP (Prision Creative Arts Project) ao secretário de Estado da Justiça e Cidadania, Leandro Lima.

“As ações artísticas e educacionais são de extrema importância dentro das prisões, complementam e contribuem com as nossas ações de ressocialização por meio do trabalho e do estudo. É um trabalho que admiramos e incentivamos em Santa Catarina”, disse o Leandro Lima. Para a professora Ashley, é possível transformar a vida das pessoas na prisão oferecendo ao encarcerado a oportunidade de conhecer o mundo da arte.

Além dos 13 estudantes da Universidade de Michigan, mais três alunos do curso de Licenciatura em Teatro da Udesc participaram da visita ao Presídio Feminino de Florianópolis, que hoje abriga 71 reeducandas.  O grupo foi recebido pela gerente Joana Mahfuz Vicini que explicou aos visitantes que a unidade está passando por reformas e ampliação. Eles foram até o pátio externo e ao  espaço de sala de aula e ainda puderam visitar o novo prédio que está sendo construído na unidade.

A estudante de teatro da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), Naguissa Takemoto, 21 anos, entrou pela primeira vez em uma unidade prisional. “Eu acredito que a arte em geral pode mudar a vida das pessoas e a relação delas com o corpo. Eles já são retirados da vida em sociedade, então trazer o teatro para dentro de uma prisão é uma forma de oferecer a ressocialização”, disse Naguissa.

No sábado, 19, a professora Ashley ministrou atividades de jogos teatrais com oito reeducandas do presídio feminino que participam do projeto piloto de teatro coordenado pelo professor do Departamento de Artes Cênicas da Udesc, Vicente Concílio. Concílio, que acompanha a visita da norte-americana, também foi responsável pelo Seminário Internacional de Arte e Educação Prisional realizado na Udesc em maio do ano passado.

A reeducanda Daiane Neves de Melo, de 38 anos, dona de casa com três filhos, hoje cumpre sua pena de oito anos no presídio da Capital. Ela foi uma das primeiras apenadas a se inscrever na oficina de teatro com o professor Vicente Concílio e está feliz com o resultado. “É uma terapia e uma diversão. Abre muito a nossa mente e faz a gente pensar. Adoro o professor Vicente, mas a professora Ashley é maravilhosa”, declarou Daiane que já concluiu a educação formal e agora vai prestar vestibular para Pedagogia.

O secretário da Justiça Leandro Lima colocou-se à disposição da professora Ashley e aproveitou a visita para convidá-la para a  2ª Mostra Laboral do Sistema Prisional Brasileiro. A Mostra, que inclui atividades laborais executadas nas unidades prisionais, feira com exposição de produtos fabricados por reeducandos, apresentações artísticas e seminários sobre a ressocialização, será realizada em julho, em Florianópolis, pela Secretaria de Estado da Justiça e Cidadania (SJC), Departamento Estadual de Administração Prisional (Deap) em parceria com o Departamento Penitenciário Nacional (Depen), órgão vinculado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP).

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 Atividades artísticas e culturais gratuitas serão oferecidas pelo Centro de Artes (Ceart) da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) no dia 26 de maio, sábado, integrando o projeto “Ceart Aberto à Comunidade”.


O evento ocorre pela segunda vez neste formato, oferecendo à comunidade catarinense ações de formação e difusão artística e cultural, por meio de atividades desenvolvidas pelos departamentos da Udesc Ceart, nas áreas do ensino, pesquisa, extensão; além de feiras, espaço de convivência, disponibilização de salas para estudos e ensaios, e atividades convidadas.


Foto: Homero Buzzi / ADR Rio do Sul

À véspera do início da 11ª edição dos Jogos Abertos da Terceira Idade (Jasti),  em Rio do Sul, foi realizado o Congresso Técnico, no município, nesta terça-feira, 22. As competições, que começam nessa quarta, 23, e vão até domingo, 27, reúnem 216 delegações municipais, com a participação de 3.012 atletas, que já começaram a chegar na cidade. Os Jasti são uma realização do Governo do Estado através da Fesporte, em parceria com o município de Rio do Sul e a Agência de Desenvolvimento Regional de Rio do Sul.

A abertura também será nessa quarta-feira, no Centro de Eventos Hermann Purnhagen, a partir das 19h30, quando haverá o acendimento da pira olímpica, o juramento do atleta e a apresentação de grupos de danças. A entrada é gratuita.

O sorteio de chaves, em suas várias modalidades nos dois naipes, foi realizado sob a coordenação de João Cascaes, da Fesporte. Haverá disputa de bocha, bolão, vôlei e handebol adaptados, além de truco, canastra, dominó, dança de salão e dança coreografada. De acordo com o gerente de esporte de participação, Ademar da Silva, decidiu-se por fazer o Congresso na véspera da abertura, para garantir uma maior participação das delegações.

Antes do sorteio das chaves, a presidente da Fesporte, Natália Lúcia Petry, destacou a importância dos Jasti. "É um reconhecimento que o Governo do Estado presta àqueles que, de algum modo, participaram da recente história de sucesso de nosso Estado, com seu trabalho e sua dedicação nos vários setores, em suas comunidades", observou.

O prefeito de Rio do Sul, José Thomé, agradeceu a todos pelo empenho em tornar os Jasti uma realidade no município. O prefeito lembrou o impacto econômico de eventos assim, já que toda a região está com 100% das reservas de hotéis preenchidas, além de movimentar outro setores. 

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O governador Eduardo Pinho Moreira sancionou, nesta segunda-feira, 21, a Lei nº 17.520 que exclui as informações constantes no Portal da Transparência de servidoras sob o alcance de medidas protetivas determinadas pelo Poder Judiciário. “A lei é fundamental para proteger mulheres que sofreram algum tipo de violência doméstica ou familiar e precisam que seus dados sejam mantidos em sigilo”, afirmou o governador.

A ação beneficia servidoras que trabalham nos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, além do Ministério Público e Tribunal de Contas. Para excluir as informações, será necessário apresentar certidão narrativa no órgão responsável pelo Portal de Transparência de cada instituição, comprovando sua condição protetiva. A lei entrará em vigor após publicação no Diário Oficial desta terça-feira, 22.

As medidas cautelares servem para preservar a integridade física das vítimas e de seus familiares, e estão previstas na Lei Maria da Penha. Elas são aplicadas após a denúncia de agressão feita pela vítima à Delegacia de Polícia, cabendo ao juiz determinar a execução desse mecanismo em até 48 horas após o recebimento do pedido da vítima ou do Ministério Público.

De acordo com dados da Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP), somente no primeiro trimestre de 2018 foram 13.341 registros de crimes praticados contra mulheres em situação de violência doméstica em Santa Catarina. As maiores incidências são para crimes de ameaça, com 6.399 registros, e de lesão corporal dolosa, com 3.363.

Para o envio de documentos no Poder Executivo:

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Faltando nove dias para o fim do prazo de inscrição no Cadastro Ambiental Rural (CAR), Santa Catarina tem 86% de áreas registradas. O banco de dados que é obrigatório, público e eletrônico, funciona como uma espécie de identidade ambiental do imóvel rural, com informações sobre vegetação nativa, áreas usadas para produção e as que precisam ser recuperadas. Neste sentido, o CAR é um dos mecanismos mais importantes para implementar o Código Florestal. É imprescindível que todos os produtores rurais cadastrem suas áreas até o dia 31 de maio.

De acordo com o levantamento da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável, são mais de 314 mil cadastros realizados em SC, que representam mais de 7 milhões de hectares - meta bem maior que o previsto pelo Ministério do Meio Ambiente que estima 6,1 milhões de hectares cadastrados por Estado. O bom andamento se dá em virtude das parcerias com associações, federações, prefeituras e sindicatos.

“O excelente andamento de cadastros realizados em Santa Catarina demonstra a consciência e respeito à sustentabilidade em nosso Estado. Ações que comprovam que o desenvolvimento das áreas rurais anda atrelado com o cuidado e a preocupação na preservação do meio ambiente”, destaca o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico, Adenilso Biasus.

QUEM NÃO SE CADASTRAR SOFRERÁ SANÇÕES

Além das questões de sustentabilidade é importante lembrar que os proprietários que não aderirem ficarão impossibilitados de solicitar financiamentos em bancos oficias e não poderão aderir ao Programa de Regularização Ambiental (PRA), nem emitir Cota de Reserva Ambiental. Eles ainda terão que cumprir penalidades cometidas antes de 22 julho de 2008. Em Santa Catarina, o PRA conta com mais de 150 mil adesões e permite a produtores e posseiros a correção de possíveis danos ao meio ambiente.

“Por isso, é importante que os produtores façam o CAR até o prazo limite para obter os benefícios da regularização. A falta deste registro sujeita a sanções, como a perda do acesso a crédito rural, multa, ou ainda, problemas em transações imobiliárias”, explica o coordenador do Cadastro Ambiental Rural, José Emídio Trilha Ribeiro Junior

LEVANTAMENTO INÉDITO

Trilha explica ainda que o país nunca teve um banco de dados dessa natureza, que permite a gestão da propriedade rural, com informações transparentes a todos os envolvidos na questão ambiental, inclusive instituições financeiras que concedem empréstimos à produção rural.

“É uma oportunidade para o setor produtivo se tornar o maior conservador de vegetação, em lugar de ser tratado como o grande vilão ambiental. O país cresce aos olhos do mercado externo em termos de sustentabilidade e de produção agropecuária de baixo carbono. É um primeiro passo na construção de políticas inovadoras de restauração florestal, e de sustentação das políticas agrícolas e ambientais brasileiras em relação ao uso do solo”, finaliza o coordenador.

PARA CADASTRAR


O cadastro das áreas rurais deve ser feito pela internet no site www.car.gov.br, dúvidas e informações pelo endereço eletrônico car@sds.sc.gov.br ou no telefone (48) 3665-4218.

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Mônica Foltran
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Secretaria do Desenvolvimento Econômico Sustentável - SDS
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A Celesc repassou, neste mês, mais R$ 55 mil para o Centro de Pesquisas Oncológicas (Cepon), referente às doações arrecadadas na 4ª edição do Bônus Eficiente Linha Eletrodomésticos. O programa, que teve início em novembro do ano passado, promoveu a substituição de mais de 8 mil geladeiras, freezers e aparelhos de ar-condicionado antigos por novos e eficientes, com 50% de desconto, além da troca de 58 mil lâmpadas fluorescente por LED.


Em contrapartida, os consumidores beneficiados realizaram uma doação de R$ 50 a ser revertida para o Cepon. Em janeiro deste ano, a Celesc fez a entrega do primeiro cheque com as doações arrecadadas até o fim de dezembro, no valor de R$ 400 mil. Os R$ 55mil entregues agora foram arrecadados com a comercialização de mais mil eletrodomésticos, realizada na etapa final do projeto.

Equipamentos

De acordo com a gerente do Cepon, Rosineide Sant’Ana, os recursos disponibilizados foram fundamentais para complementação do parque de equipamentos e para ativação de novos serviços. Com a primeira parte do valor, foram adquiridos itens indispensáveis para realização de procedimentos de alta complexidade no novo Centro Cirúrgico, que ajudam no diagnóstico de câncer no laboratório de anatomia patológica do Centro de Pesquisas, bem como nos cuidados assistenciais aos pacientes internados na UTI e demais unidades do local. Com o valor disponibilizado em maio, será adquirido um mediastinoscopio, equipamento para o diagnóstico de doenças mediastinais, que acometem a cavidade torácica, bem como para determinar o estadiamento - a extensão - do câncer de pulmão.

O Bônus Eficiente tem contribuído, efetivamente, para o combate ao desperdício de energia elétrica. Nas quatro edições realizadas até aqui, foi possível promover a redução de 64GWh de energia elétrica por ano com a substituição dos equipamentos antigos por novos e eficientes, volume que corresponde ao consumo de cerca de 320 mil residências por um mês, em Santa Catarina.

 

Celesc - assinatura geral

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Foto: Márcio H. Martins / FCC

Miniaturas do mundo naval poderão ser vistas em Florianópolis a partir da próxima semana. É que o Museu Histórico de Santa Catarina, sediado no Palácio Cruz e Sousa, no Centro, receberá a exposição "Barcos do Brasil e do Mundo: a coleção de modelismo naval do Museu Nacional do Mar", a partir do dia 29.

A intenção da mostra é trazer parte do acervo do Museu Nacional do Mar de São Francisco do Sul que, assim como o Museu Histórico, também é administrado pela Fundação Catarinense de Cultura (FCC), para ser exposto em Florianópolis. São mais de 200 peças de modelismo e artesanato naval, formando o maior acervo do gênero no país e que, por um breve período, deixará a exposição permanente em São Francisco do Sul para ser exibida no Palácio Cruz e Sousa.

"Maio é o mês dos museus e, sendo a FCC administradora de seis dos principais museus de Santa Catarina, promove essa conexão dos acervos destes que estão entre os mais representativos: o Museu Histórico e o Museu do Mar. É uma experiência rica, de troca e que possibilitará ao público de Florianópolis conhecer um recorte muito importante da magnitude que é o patrimônio naval brasileiro", explica o presidente da FCC, Ozeas Mafra Filho.

A mostra, que vai até 15 de julho, foi viabilizada por meio de uma parceria entra a Fundação Catarinense de Cultura (FCC) e o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

O horário de atendimento ao público do Museu Histórico de Santa Catarina é de terça a sexta-feira das 10h às 18h e aos sábados, domingos e feriados das 10h às 16h. Os ingressos custam R$ 5 ou R$ 2 (meia).

Sobre o Museu Nacional do Mar – Embarcações Brasileiras

Inaugurado em 1992, o Museu Nacional do Mar- Embarcações Brasileiras ocupa os históricos galpões de uma antiga empresa de navegação às margens da Baía da Babitonga. Reúne não só o maior acervo de embarcações, 91 no total, como também a grande diversidade de peças oriundas de todas as regiões do país.

O espaço recebe anualmente de 40 mil visitantes, entre grupos de estudantes, pesquisadores e turistas vindos de todas as partes do Brasil e do mundo procuram pelo espaço, interessados em conhecer melhor as artes e saberes do homem do mar.

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MIS expo almofadas
Fotos: Márcio H. Martins / FCC

O filme Almofada de Penas, animação em stop motion produzida em Florianópolis, foi selecionado para participar do Festival Internacional de Cinema de Animação de Annecy (França). O evento é considerado o maior e mais importante festival de animação do mundo e será realizado em junho. O curta, que tem 12 minutos, é o único filme catarinense selecionado para o festival, exatamente no ano em que o Brasil será homenageado por suas animações.

O projeto para a criação do filme Almofada de Penas começou como tese do diretor Joseph Specker Nys no curso de design gráfico na Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc). Foi lá que nasceu o roteiro e foram feitos os primeiros estudos sobre impressão 3D e sistemas de expressões para os futuros bonecos da animação. Trata-se de uma adaptação do conto “El Almohadón de Plumas”, do escritor uruguaio Horacio Quiroga.

O primeiro passo para começar a financiar o projeto foi por meio do crowdfunding, uma forma de arrecadar recursos entre apoiadores pela internet. Esses recursos nos permitiram iniciar estudos relacionados a bonecos, cenários e expressões. Posteriormente, o projeto foi contemplado no programa Rumos Itaú Cultural 2013/14, entre mais de 15 mil projetos inscritos. A produção do curta-metragem foi concluída em janeiro de 2018. Foram necessários aproximadamente dois anos de conclusão e mais de seis anos desde a sua concepção.

No Festival de Annecy, o filme estará na seleção oficial de curtas “Perspective”. O júri para este prêmio será composto por três jovens estudantes de arte.

A estreia mundial acontecerá na França no Festival de Annecy, e a estreia nacional acontecerá no maior festival de animação da América Latina, o Festival Anima Mundi.

Wolrd Premiere no Festival Internacional de Cinema de Animação de Annecy - Seleção Oficial de Annecy, 2018
De 11 a 17 de junho.

Festival Internacional de Animação Anima Mundi - Selecção Oficial Anima Mundi 2018.
De 24 a 29 de julho no Rio de Janeiro e de 1º a 5 de agosto em São Paulo.

EXPOSIÇÃO MIS/SC

Peças como cenários, bonecos, moldes e figurinos utilizados durante as gravações estão expostas desde o dia 22 de março no Museu da Imagem e do Som de Santa Catarina (MIS/SC), na capital. A mostra, que segue até 17 de junho, já recebeu a visita de cerca de três mil pessoas. A pré-estreia do filme foi realizada junto com a abertura da mostra, em três sessões na Sala de Cinema do Centro Integrado de Cultura (CIC).

Sinopse
Logo após seu casamento, Alicia contrai uma doença inexplicável, enquanto seu marido Jordão presencia tudo de modo indiferente. Algo oculto a está enlouquecendo. A doença faz a jovem mulher mesclar a realidade com alucinações monstruosas.

Equipe do filme:
Diretor e Roteirista: Joseph Specker Nys
Produção Executiva: Maria Emília de Azevedo e José Manuel Sappino
Assistente de Direção: Matias Eastman
Diretor de Animação: Pedro Peluso
Diretor de Fotografia: Marcos Vinicius D'Elboux
Diretor Musical: Júlio Miotto
Foley: Daniel Becker
Diretor de Arte: Joseph Specker Nys
Artista Conceitual: Icaro Yuji
Puppetmaker: Marcos Telles e Ana Barroso
Vestiários: Andressa W. Klawa
Diretor de Pós-Produção e VFX: Moacir Barros - Siso
Realização: Dois Platanos Filmes (Brasil) 
Coprodução: Plural Filmes (Brasil) e Muringa (Brasil)
Produtor Associado: Cuenco Cine (Uruguai) e Flow Images (Brasil)

Trailler oficial:
https://vimeo.com/260687004


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Fotos: Julio Cavalheiro/Secom

Com a presença do governador Eduardo Pinho Moreira e do secretário de Estado da Saúde, Acélio Casagrande, foi inaugurado na manhã desta terça-feira o Centro Cirúrgico de Alta Complexidade do Centro de Pesquisas Oncológicas, o Cepon, em Florianópolis. A unidade é especializada em tratamento contra o câncer. A nova ala conta com quatro salas de cirurgia, 10 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), cinco leitos de recuperação pós-anestésica, 18 leitos de internação pós-operatória e uma Central de Materiais Esterilizados (CME).

“É uma conquista para Santa Catarina. Os pacientes serão tratados com muita dignidade. O câncer é uma doença que fragiliza as famílias e ainda mais os pacientes, que precisam de um atendimento humanizado. A estrutura que nós estamos inaugurando vai proporcionar exatamente isso. O Cepon agora oferecerá atendimento completo, do diagnóstico aos procedimentos cirúrgicos, ainda melhores para o nosso Estado”, afirmou o governador durante a visita às instalações.

Aumento da estrutua

Até o fim do ano, será possível realizar 200 cirurgias por mês no novo centro, mais que dobrando a capacidade do Cepon. Atualmente são feitos 150 procedimentos cirúrgicos por mês, porém apenas de baixa e média complexidade. Para trabalhar no local, serão contratados mais 104 trabalhadores, o que fará com que o quadro de funcionários da unidade passe de 580 para 684.

Também serão aumentados os repasses estaduais para a Fundação de Apoio ao Hemosc e Cepon (Fahece), que administra a unidade. O valor mensal, que hoje é de R$ 6 milhões, será de R$ 7,5 milhões a partir de junho.


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Missão cumprida

Acélio Casagrande ressaltou o fato do Governo do Estado estar repassando todos os meses, desde fevereiro, ao menos 14% da receita para a área da Saúde, conforme determina uma emenda aprovada pela Assembleia Legislativa. O secretário afirmou que a decisão de priorizar a pasta foi um “ato de coragem” de Eduardo Pinho Moreira. “Com esses 14% e mais os recursos extras que vêm do Ministério, de Brasília, seremos capazes de manter e ampliar os nossos serviços. A nossa maior recompensa é ver o sorriso de quem será atendido aqui. E o melhor diagnóstico é aquele que chega cedo”, disse Casagrande.

A diretora do Cepon, Maria Tereza Evangelista Schoeller, foi muito aplaudida pelos funcionários ao ser chamada para discursar. Em sua fala, ela contou um pouco da trajetória do Cepon, que começou numa sala dentro do hospital Celso Ramos, idealizada pelo médico Alfredo Daura Jorge, e disse que a inauguração representa a realização de um sonho. “Sem dúvidas, vamos salvar muitas vidas. Essa unidade apenas reforça o nosso lema, que é o paciente em primeiro lugar. Agora nós já podemos dizer: missão cumprida”, frisou Schoeller.

Outro a comemorar o início das operações — as primeiras cirurgias devem ocorrer no dia 18 de junho — foi o presidente da Associação dos Amigos e Pacientes de Câncer (Aspac-SC), João Vianei, quem lembrou da longa luta para que o espaço se tornasse uma realidade . "Temos mais uma arma poderosa para enfrentar esse inimigo cruel, que é o câncer. O paciente tem um horizonte muito curto e, por isso, quem tem câncer tem pressa”, afirmou Vianei.

Alívio para outras unidades

Além de reduzir o tempo de espera para a realização das cirurgias oncológicas, o novo centro cirúrgico do Cepon também contribuirá para melhorar o serviço prestado em outras unidades, como o Hospital Celso Ramos, o Regional de São José, o Hospital Universitário e a Maternidade Carmela Dutra.

Presente à inauguração, o diretor do Hospital Regional de São José, Valdir Ferreira, conta que em sua unidade são realizadas quatro cirurgias diárias de pacientes com câncer. Com o tempo, a maior parte delas será encaminhada ao Cepon, gerando um efeito positivo em cascata. “Hoje esses pacientes estão competindo com os politraumatizados, por exemplo. Tem gente que espera meses na fila. Com essa política de vocacionar os hospitais, é possível que o paciente se trate no melhor lugar para isso”, afirmou.

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Único estado do país livre de febre aftosa sem vacinação, Santa Catarina já se prepara para seu próximo desafio: erradicar a brucelose e a tuberculose do seu rebanho bovino. Governo do Estado, iniciativa privada e produtores rurais estão focados em fazer da sanidade animal a marca registrada de Santa Catarina e um grande diferencial na busca e manutenção de mercados internacionais.

Hoje, Santa Catarina já tem a menor taxa de prevalência de brucelose e tuberculose do Brasil. O último levantamento feito pela Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) constatou que 0,9% do rebanho catarinense têm brucelose e 0,5% do rebanho têm tuberculose. O índice baixo faz de Santa Catarina o estado brasileiro que está mais perto de erradicar as doenças.

Diferencial

De acordo com o secretário da Agricultura e da Pesca, Airton Spies, o controle da brucelose e da tuberculose será o próximo diferencial competitivo de Santa Catarina. “Em breve todo país também será livre de febre aftosa sem vacinação e nós já estamos pensando em qual será o nosso grande diferencial. Santa Catarina se prepara para ser conhecido como referência em bem estar animal, controle de brucelose e tuberculose e desempenho ambiental. São esses fatores que irão garantir a competitividade do nosso agronegócio”, ressalta.

O controle das duas doenças vem ao encontro também do pensamento da Organização Mundial de Saúde Animal, que acredita no conceito de “uma saúde”. “Não podemos mais separar a saúde humana da saúde animal. Por isso a ideia de uma saúde, onde a sanidade animal interfere diretamente na saúde humana”, explica Spies.

Brucelose e Tuberculose
Nesta segunda-feira (21), representantes da Secretaria da Agricultura, Cidasc, Icasa, Sindileite e FAESC estiveram juntos para pensar em melhorias no Programa de Controle da Brucelose e Tuberculose de Santa Catarina.

Entre as sugestões do setor produtivo está a vigilância da brucelose através de analises em leite e também a vigilância nos animais que irão para o abate, para inserir os animais de corte no processo. “Os produtores rurais entendem que isso trará ganhos para a produção. E se nós queremos exportar leite e carne bovina, nós vamos esbarrar na questão de sanidade animal”, destaca o presidente do Sindileire, Valter Antônio Brandalise.

Santa Catarina possui um rebanho de aproximadamente 4,4 milhões de bovinos, distribuídos em 220 mil propriedades, e a incidência de brucelose e de tuberculose não chega a 1% desses animais. Todos os anos são realizados em média 150 mil exames para analisar a presença das zoonoses no rebanho catarinense. O estado conta ainda com 330 propriedades classificadas como livres de brucelose e de tuberculose.

Indenizações
Para manter a sanidade dos rebanhos catarinenses, os animais acometidos de brucelose ou tuberculose são abatidos sanitariamente e os proprietários indenizados pela Secretaria da Agricultura, através do Fundo Estadual de Sanidade Animal (Fundesa). Com a indenização, os produtores podem adquirir animais sadios para continuarem a produção de carne e leite.

Vacinação
O uso da vacinação em massa, com a vacina B19, é recomendado apenas para estados que possuem altos índices da doença, portanto é proibida em Santa Catarina para evitar custos desnecessários aos produtores e interferência nos testes de diagnóstico. O rebanho catarinense pode ser vacinado com amostra RB51, seguindo as normas do Regulamento Técnico do Programa de Erradicação da Brucelose Bovina e Bubalina no Estado de Santa Catarina, atualizado em julho de 2017 pela Portaria SAR n°19/2017.

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