O secretário de Estado da Saúde, Vicente Caropreso, esteve em Caçador na tarde desta terça-feira, 18, para uma série de compromissos. Além de reuniões com lideranças políticas, ele visitou duas unidades básicas de saúde, nos bairros Bom Jesus e Sorgatto, e conheceu as obras de ampliação do hospital Maicé que têm investimento do Governo de Santa Catarina.

“Venho para conhecer a realidade do município na área de saúde, ouvir as demandas e também observar os exemplos positivos. Como é o caso do hospital onde a classe empresarial e a comunidade estão bastante envolvidas ajudando o poder público”, declarou.

Em 2016 o Maicé inaugurou 10 novos leitos de UTI, através de um investimento de R$ 1,8 milhão do Governo de Santa Catarina. Depois, o Estado destinou ainda R$ 2 milhões para a construção do novo pronto socorro do hospital, além de verba para a instalação de ar condicionado e um elevador no hospital, somando mais R$ 500 mil.

Visita do secretário de estado da Saúde, Vicente Caropreso

Outros R$ 500 mil já estão garantidos para um novo projeto do Hospital de Caçador que é a construção da ala hemodinâmica, que vai oferecer atendimento especializado na área de cardiologia.

“Como a situação financeira atual é difícil, precisamos conhecer bem as demandas para melhor aplicação do dinheiro público da saúde. Agora nossa prioridade é colocar em dia o estoque e distribuição dos medicamentos, mas estendo minha mão as lideranças para ajudar nos pleitos da região”, acrescenta Caropreso.

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Esta semana está sendo dedicada para programações que evidenciam os aspectos culturais tradicionais dos indígenas de Santa Catarina. A 17ª Semana Cultural Kaingang e Guarani começou na segunda-feira, 17, e termina nesta quinta-feira, 20, em Chapecó. Nesta quarta, 19, Dia do Índio, teve apresentações na Praça Coronel Bertaso.

Na EIEF Fen nó, da aldeia Toldo Chimbangue, a programação desta semana teve apresentações cultural, dança, canto, artesanato e mostras pedagógicas de atividades. Na EIEF SapeTyko, da Aldeia Condá, haverá atividades especiais nos dias 17,18 e 19 de maio.

A gerente de Educação da Gerência Regional da Educação, Maria de Lurdes Seben, acompanhou as apresentações realizadas no Centro de Chapecó nesta quarta-feira. “Esta é uma semana de fortalecimento da cultura indígena e de valorização. O trabalho é contínuo com a conexão do conhecimento e cultura”, afirma.

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Fotos: Célia Beltramini/ ADR Ibirama

Para comemorar o Dia do índio, celebrado nesta quarta-feira, dia 19, estudantes, professores e direção da Escola Indígena Laklãnõ realizaram uma programação especial voltada ao resgate da consciência indígena no Alto Vale. O evento contou com apresentações culturais, palestras e comida típica, incluindo a preparação do Mõn, uma bebida fermentada de mel e xaxin que faz parte das tradições da etnia Xokleng e era usada nos rituais de iniciação dos jovens.

Durante todo o dia, visitantes de toda a região, também puderam conhecer mais sobre os costumes e artesanato indígena, que foi apresentado por estudantes e anciãos. Na ocasião o primeiro doutor em linguística indígena do Brasil, Nanblá Gakran, que é de José Boiteux, falou sobre a importância da preservação da cultura indígena, principalmente sua língua.

Representando o gerente de Educação, Nilo Poffo, as servidoras da Agência de Desenvolvimento Regional (ADR) de Ibirama, Sandra Franzói e Célia Beltramini prestigiaram o evento. “Para eles este é um dia de muito respeito e a direção e professores da escola têm repassado isso para as crianças”, comentou Célia.

Ibirama - Dia do Índio

O diretor da escola indígena, Carli Caxias Popó afirmou que a data é um momento de reflexão para os mais de três mil indígenas que vivem nas oito aldeias da região. “Por isso durante toda a semana estamos com uma programação diferenciada que inclui várias atividades, entre elas momentos de discussão sobre política, educação e saúde. Queremos saber sobre outras culturas, mas queremos viver a nossa”, lembrou.

Estado investe na  preservação da cultura indígena

Para garantir que a cultura dos indígenas do estado seja preservada o Governo de Santa Catarina atua principalmente na área da Educação oferecendo formação continuada aos professores e benefícios como alimentação diferenciada nas escolas de acordo com as tradições locais de cada aldeia.

Um outro projeto coordenado pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e desenvolvido no Alto Vale com o apoio da Secretaria de Estado também tem ajudado a preservar as tradições dos povos que vivem na Terra Indígena Laklãnõ. Através de encontros regulares da Ação Saberes Indígenas, anciãos repassam aos mais jovens costumes que aos poucos vinham sendo esquecidos.

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Fotos: Leneza Della Krás/ ADR Araranguá

O secretário de Estado da Defesa Civil, Rodrigo Moratelli e equipe técnica, recepcionados pelo secretário executivo da Agência de Desenvolvimento Regional (ADR) de Araranguá, Heriberto Afonso Schmidt, vistoriou na tarde desta quarta-feira, 19, em Araranguá, o terreno que abrigará as instalações do Centro Regional de Gestão de Riscos e Desastres da Defesa Civil – CIGERD Araranguá, e o Radar Móvel Sul.

Participaram ainda da visita técnica o coordenador Regional de Defesa Civil, Sebastião Antônio de Souza; o gerente Regional de infraestrutura, engenheiro Jocilon Coelho; a gerente Regional de Políticas Socioeconômicas Rurais e Urbanas, Jane Aparecida Soares de Souza; o gerente Regional da Epagri, Reginaldo Ghellere; e o diretor da Fundação Ambiental do Município de Araranguá (FAMA), Luiz Leme.

A vistoria foi acompanhada pelos técnicos da Defesa Civil Estadual da área responsável pela implantação do equipamento do radar móvel, que terá cobertura em 52 municípios da Região Sul de Santa Catarina. “Em meados do próximo mês de maio, o Radar estará pronto nos Estados Unidos para ser embarcado para Santa Catarina e em breve entrar em operação no Sul”, disse Moratelli.

O secretário de Estado da Defesa Civil citou ainda que a definição por Araranguá para receber o equipamento foi do Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais, atendendo a critérios técnicos de logística, no que diz respeito à localização e maior abrangência de municípios. O investimento do Governo do Estado para aquisição do Radar foi de R$ 3,4 milhões.

Para o secretário executivo da ADR Araranguá, Heriberto Afonso Schmidt, é uma satisfação para a Região receber este importante equipamento de prevenção. “Juntamente com nossa equipe, seremos parceiros da Defesa Civil em todos os trâmites necessários para a preparação do terreno”, disse.

O terreno em Araranguá está recebendo adequações para receber também a estrutura modular de 150 metros quadrados que abrigará o CIGERD – Centro Regional de Gestão de Riscos e Desastres da Defesa Civil, que contará com sala de videoconferência, para a realização de reuniões e capacitações, com tecnologia e agilidade no repasse de dados para a base, em Florianópolis, possibilitando uma melhor resposta e informação necessárias para a gestão do evento em andamento. A previsão de inauguração é no mês de julho.

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Fotos: Gisele Vizzotto/Regional de São Miguel do Oeste

Começou nesta quarta-feira, 19, o curso de Gestão Democrática e o Papel do Gestor II, coordenado pela Secretaria de Estado da Educação (SED) e pela Gerência Regional de Educação (Gered) da Agência de Desenvolvimento Regional de São Miguel do Oeste. Participam da capacitação, os 19 gestores das escolas da rede estadual da região. O primeiro encontro foi realizado no auditório da Gered.

O objetivo é discutir e aprofundar temas que auxiliem no cotidiano escolar, tornando a direção cada vez mais participativa. O foco principal é a dimensão pedagógica da gestão escolar. “O curso será de 100 horas, sendo 52 presenciais e 48 a distância no ambiente virtual E-Proinfo”, explica a tutora do curso, Janete Palú.

A diretora da EEB Sara Castelhano Kleinkauf, de Guaraciaba, Elisabet Grando, destaca que o curso traz muito conteúdo novo e melhora a forma de trabalhar. Com 14 anos de experiência em gestão escolar, ela lembra que o grupo de profissionais também precisa ser comprometido para dar certo. “A capacitação apresenta inovações na área da gestão, o que auxilia no dia a dia. Podemos perceber bons resultados com o que aprendemos”, disse.

Gestão Escolar

Dos 19 gestores, quatro são pro-tempore, ou seja, foram escolhidos pelo Conselho Deliberativo Escolar para atuar nas escolas. Os outros 15 tiveram seus Planos de Gestão Escolar aprovados para os anos de 2015 a 2019. Esses planos têm permanente acompanhamento da comunidade e equipe técnica especializada da Gerência. Em 2016, os gestores participaram de formação de 120 horas, abordando as dimensões administrativas, pedagógicas, físicas e financeiras da Gestão Escolar.

 

Gisele Vizzotto
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Foto: Casan

A ação de fiscalização desta terça, 18, para identificar ligações clandestinas à rede de esgoto sanitário que ainda não está em operação no Campeche, Sul da Ilha de Santa Catarina, rendeu alguns lacres e muita conscientização. O engenheiro da Casan Gabriel Pessina coordenou o trabalho, realizado em parceria com o Programa Floripa Se Liga na Rede e com o apoio do Movimento SOS Campeche Praia Limpa, e contabiliza quase 100 caixas de inspeção do sistema vistoriadas. Foram identificadas seis ligações clandestinas, das quais cinco foram lacradas e uma, flagrada com volume de esgoto visível, multada.

A inspeção coletou duas cargas do caminhão hidro vácuo utilizado no trabalho, ou 24 mil litros de esgoto despejados clandestinamente na rede, que ainda não está apta para utilização. Além de ilegal, a infração causa mau cheiro e extravasamento do esgoto nas vias públicas.

Desta vez, a ação contou com a colaboração do Movimento SOS Campeche Praia Limpa, que vem monitorando problemas ambientais na região. A pedido dos manifestantes, a equipe visitou diversos restaurantes da orla na Avenida Pequeno Príncipe, verificando a situação das fossas sépticas individuais e conscientizando para a importância de utilizá-las corretamente. O enfoque foi a orientação aos moradores, com a distribuição de informativos e esclarecimento de dúvidas.

A vistoria tem respaldo da Resolução 046 da agência reguladora Aresc, que permite à Casan aplicar sanções a usuários que estiverem realizando alguma infração ou intervenção indevida no sistema público.

Casan - assinatura geral

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Foto: Airton Fernandes / Secom

Iniciativa bem sucedida do Governo do Estado, o Fundo de Apoio aos Municípios (Fundam) terá uma nova edição no segundo semestre deste ano. Após aprovação pela secretaria do Tesouro Nacional nesta terça-feira, 18, o governador Raimundo Colombo participou nesta quarta, 19, no Rio de Janeiro (RJ), de reunião com diretoria do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para tratar da formatação da segunda edição do programa.

As vantagens competitivas do transporte de cargas através do Porto de Imbituba serão o tema da próxima reunião da Câmara de Transporte e Logística da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc), marcada para o dia 27 de abril, das 10h às 12h30, na sede da instituição, em Florianópolis.

No encontro, também serão debatidos os assuntos: movimentação portuária catarinense, vantagens competitivas e comparativas do Terminal de Contêineres de Imbituba, experiências de sucesso nas operações de importação e exportação por intermédio do Porto de Imbituba.

As incrições são gratuitas, abertas ao público, e podem ser realizadas até dia 25 de abril através do site da Fiesc.

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A Agência de Desenvolvimento Regional (ADR) de Jaraguá do Sul, por meio da Gerência de Saúde, confirmou nesta terça-feira, 18, a primeira morte deste ano por gripe A, tipo H3, em Jaraguá do Sul. O diagnóstico é de um homem de 58 anos, portador de doença crônica, falecido no dia 11 deste mês, no Hospital e Maternidade Jaraguá. Segundo a gerente de Saúde da ADR de Jaraguá do Sul, Aline Mainardi, o material coletado, para confirmar a suspeita, foi encaminhado para o Lacen (Laboratório Central de Saúde Pública), que comunicou o resultado nesta terça-feira. Em Jaraguá do Sul, este foi o primeiro caso suspeito e confirmado com óbito, entre os demais municípios de abrangência da ADR, apenas Guaramirim registrou um caso suspeito no início do ano.

Campanha de Vacinação

A ADR de Jaraguá do Sul abrange cinco municípios (Corupá, Guaramirim, Jaraguá do Sul, Massaranduba e Schroeder) e deve vacinar mais de 61 mil pessoas durante a Campanha Nacional de Vacinação contra Influenza (gripe), que teve início no último dia 17 e segue até o dia 26 de maio. Até o dia 21 deste mês, apenas as pessoas com 60 anos ou mais e os portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais serão vacinadas. "É na faixa etária acima dos 60 anos que as pessoas estão mais suscetíveis às complicações de uma gripe, porque estão com o sistema imunológico mais fraco", explicou a gerente de Saúde da ADR Jaraguá do Sul, Aline Mainardi.

Saiba mais:

A doença

A influenza, normalmente conhecida como gripe, é uma doença grave que causa danos à saúde das pessoas há muitos séculos. Existem três tipos de vírus influenza: A, B e C. Os vírus A e B apresentam maior importância clínica. Estima-se que, em média, o tipo A causa 75% das infecções, mas em algumas temporadas, ocorre predomínio do tipo B. Os tipos A e B sofrem frequentes mutações e são responsáveis pelas epidemias sazonais e, também, por doenças respiratórias com duração de quatro a seis semanas. Em geral, essas são associadas ao aumento das taxas de hospitalização e de mortes por pneumonia, especialmente em pacientes que apresentam doenças crônicas e fatores de risco. O vírus C raramente causa doença grave.

Transmissão

O vírus é transmitido a partir das secreções respiratórias, podendo também sobreviver algumas horas em diversas superfícies tocadas frequentemente, de madeira, aço e tecidos. A partir do contato com um doente ou com uma superfície contaminada, o vírus pode penetrar pelas vias respiratórias, causando lesões pulmonares, que podem ser graves e até fatais, se não tratadas a tempo. Os vírus influenza circulam durante todo o ano, intensificando-se principalmente no período de inverno, quando as pessoas buscam se abrigar do frio em ambientes fechados, o que favorece a transmissão. A transmissão ocorre principalmente em ambiente domiciliar, creches, escolas e em ambientes fechados ou semifechados. Estima-se que uma pessoa infectada seja capaz de transmitir o vírus para até dois contatos não imunes.

Os sinais e sintomas, em geral, são:

-Febre alta

-Calafrios

-Tosse, que pode ser seca ou com expectoração

-Dor de cabeça

-Dor de garganta

-Cansaço

-Dor muscular

-Coriza

Complicações

Pessoas de todas as idades são susceptíveis à infecção pelo vírus influenza. Porém, a evolução geralmente tem resolução espontânea em sete dias, embora a tosse, o mal-estar e a fadiga possam permanecer por algumas semanas. Alguns casos podem evoluir com complicações. As complicações mais comuns são: pneumonia bacteriana e por, outros vírus, sinusite, otite e desidratação. Alguns indivíduos estão mais propensos a desenvolverem complicações graves, especialmente aqueles com condições e fatores de risco para agravamento, entre esses: gestantes, adultos com idade maior que 60 anos, crianças com idade menor que dois anos e indivíduos que apresentem doença crônica, especialmente doença respiratória crônica, cardiopatia, obesidade (IMC ≥ 40), diabetes descompensada, síndrome de Down e imunossupressão e imunodepressão.

Informações adicionais para a imprensa
Ana Cenatti
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Maior comprador de milho do país, Santa Catarina diminui seu déficit e aumenta a produção em 18,6% nesta safra. Com 380,6 mil hectares plantados, a estimativa do Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Cepa/Epagri) é de que o Estado colha 3,2 milhões de toneladas de milho neste ano. A boa safra é resultado das condições climáticas favoráveis combinadas ao uso de alta tecnologia e ao aumento da produtividade, que chega a uma média de 141,6 sacas de milho por hectare.

O aumento da produtividade é o caminho para elevar a produção de milho e atender a demanda do setor produtivo de carnes. Em regiões como a de Chapecó, Canoinhas e Xanxerê os produtores estão colhendo em média 150 sacas por hectare, enquanto na região de Curitibanos a produtividade chega a 173,3 sacas por hectare. Agricultores de São Miguel do Oeste e Joaçaba também investem para aumentar o rendimento das lavouras e nesta safra a produtividade já é, respectivamente, 28,3% e 24,9% superior a do último ano.

A maior região produtora do Estado é a de Chapecó com uma safra estimada em 603 mil toneladas, 13,7% a mais do que em 2015/16. A área destinada ao grão também aumentou, com 63,4 mil hectares plantados e uma produtividade de 158,3 sacas por hectare. Em microrregiões que já se destacam na produção do grão, como Xanxerê, Joaçaba e Curitibanos, o aumento na produção é superior a 20% nesta safra.

Como o Estado se destaca na produção de carnes e leite, 75% da ração animal é formada pelo grão. Só o setor produtivo de carnes consome seis milhões de toneladas de milho/ano, ou seja, o dobro do que o estado produz.

O secretário de Estado da Agricultura e da Pesca, Moacir Sopelsa, ressalta a parceria dos produtores, cooperativas e Governo do Estado para aumentar a produção de milho em Santa Catarina e diminuir o déficit do grão. “Nós estamos ao lado dos produtores com o programa Terra-Boa, apoiando a aquisição de sementes de milho de alta tecnologia, e também com o Programa de Incentivo ao Plantio de Milho, que garante a venda antecipada do milho para as agroindústrias. São programas que dão um suporte para os produtores e incentivam o investimento em tecnologia para aumentar a produtividade. Santa Catarina é um grande produtor de carnes e não existe suinocultura e avicultura sem milho”.

Este ano, os investimentos no Terra-Boa chegam a R$ 50,9 milhões para subsidiar a aquisição de 220 mil sacos de sementes de milho, 300 mil toneladas de calcário, 1,1 mil kits forrageira e 350 kits apicultura. A expectativa é atender 70 mil agricultores em no Estado.

Cerca de 73% do milho plantado na primeira safra já foi colhido e 92% da área de milho safrinha já foi plantada. Os números sobre a produção de milho e de outras culturas em Santa Catarina estão disponíveis no Boletim Agropecuário, publicado pelo Cepa/Epagri.

Milho Silagem

A safra de milho silagem, utilizado na alimentação de bovinos de corte e leite, também teve crescimento em Santa Catarina. O Estado deve colher 9 milhões de toneladas de milho silagem 10,9% a mais do que na safra 2015/16. Com uma área plantada de 216 mil hectares, a produtividade chega a 41,9 toneladas por hectare. Até o inicio de abril, cerca de 95% da área de milho silagem já havia sido colhida em Santa Catarina.

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