Para implantar uma rede de coleta da obra de esgotamento sanitário que a Casan está executando em São José, a Rua José Antônio Pereira, no Bairro Ipiranga, terá seu tráfego interrompido neste fim de semana (19 e 20 de maio). No encontro com a Rua Bom Pastor, a interdição será completa durante o sábado e o domingo.


Foto: Jonas Pôrto / Udesc

A Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), que leva ensino superior público, gratuito e de qualidade para todas as regiões catarinenses, completa 53 anos de criação neste domingo, 20. Fundada em 20 de maio de 1965, a Udesc mantém o Estado na quarta posição do ranking das unidades da federação com instituições estaduais de ensino superior.

SC só fica atrás de São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná no último levantamento do Índice Geral de Cursos (IGC), do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), do Ministério da Educação (MEC).

A superintendente de Planejamento e Gestão do SUS, Grace Ella Berenhauser, esteve em Curitiba, onde reuniu-se com técnicos das secretarias estadual e municipal de saúde e da Fundação Ecumênica de Proteção ao Excepcional  (FEPE) para estudar a possibilidade de uma parceria para a realização de um exame pré-natal a ser oferecido às gestantes de Santa Catarina.

É o exame eletroforese de hemoglobina (que detecta a doença falsiforme), realizado pela FEPE para todas as gestantes do Paraná. A Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina já possui uma parceria neonatal com a FEPE e Secretaria de Saúde do Paraná para o Teste do Pezinho.

Grace, acompanhada de sua equipe técnica, teve a oportunidade de conhecer um pouco mais das ações realizadas no estado vizinho referentes à atenção materno-infantil nas condições crônicas e na triagem neonatal.

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Foto arquivo: Ney Bueno/SEA

Estado referência na exportação de carne suína e de frango, Santa Catarina vem conquistando o mercado internacional com a sua carne bovina. Em 2018, já foram 1,6 mil toneladas exportadas – três vezes mais do que no mesmo período de 2017. O governador Eduardo Pinho Moreira destaca que o trabalho realizado pelos produtores na qualidade e no controle de doença, com o apoio do governo e da iniciativa privada, é o diferencial dos produtos catarinenses. “O interesse internacional pelas carnes catarinenses é fruto da excelência sanitária do estado, que abre cada vez mais espaço nos mercados de outros países”, ressalta Moreira. 

No último mês, o estado embarcou 420,4 toneladas de carne bovina, faturando US$ 1,3 milhão. Os valores são quase o dobro dos observados em abril de 2017. O principal destino para a carne bovina catarinense é Hong Kong, que vem ampliando as compras ao longo do ano. Em abril, o país comprou 275,7 toneladas de carne bovina – o dobro do que importou no mesmo mês de 2017. No acumulado do ano, Santa Catarina já recebeu mais de US$ 5,4 milhões pelas exportações do produto – quatro vezes mais do que no mesmo período do último ano.

Rebanho

Hoje, o estado de Santa Catarina é deficitário em termos de carne bovina, recorrendo a outros estados e países para atender mais de 50% da sua demanda de consumo. “Com a alta qualidade da carne produzida em Santa Catarina, e com o diferencial de excelência sanitária do rebanho, nós temos um bom potencial para exportar para os mercados mais exigentes do mundo. Esta é uma oportunidade para gerar ainda mais riquezas na agropecuária catarinense e as exportações estão só começando”, afirma o secretário de Estado da Agricultura e da Pesca, Airton Spies.

O rebanho catarinense é reconhecido como livre de febre aftosa sem vacinação e livre de peste suína clássica. Outra característica dos bovinos de corte produzidos no estado é a presença de raças européias, que dão origem a uma carne diferenciada. Em 2017, Santa Catarina produziu cerca de 135 mil toneladas de carne bovina.

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O crescimento de quase 200% na exportação de carne bovina é a grande notícia do Boletim Agropecuário de maio, emitido pelo Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola da Epagri (Epagri/Cepa). A cebola - que está com o maior preço dos últimos dois anos - e o milho também são destaques positivos. Por outro lado, arroz, feijão, leite e outras culturas lutam contra os baixos preços e queda de produção.

Bovinocultura

Embora as exportações catarinenses de carne bovina ainda sejam bastante reduzidas, têm apresentado ritmo de crescimento bastante significativo. Nos primeiros quatro meses do ano foram exportadas 1,63 mil toneladas do produto, incremento de 196,9% em relação ao mesmo período do ano anterior. Os preços do boi gordo seguem estáveis em maio.

Milho e cebola

O preço do milho vem se equilibrando quando comparado ao da soja. Com os preços em elevação, o cereal toma força competitiva na comparação com a leguminosa. O milho para fins de confecção de silagem tem grande avanço na área de cultivo, impulsionado pela demanda da produção leiteira nos últimos anos.

A safra catarinense de cebola entra na fase final da comercialização. Supreendentemente, o mercado reagiu de forma positiva, propiciando importante alta nos preços da hortaliça, atingindo o maior valor pago aos produtores nos últimos dois anos. Já no início de abril o preço pago ao produtor foi de R$ 1,50 a R$ 2,00/Kg. No final do mês, esse patamar já ultrapassava R$ 2,00/kg. Essa reação do mercado está ligada ao final da comercialização da safra do Sul do Brasil, coincidindo com um retardamento da entrada da cebola produzida no Nordeste, prejudicada pelo excesso de chuva e a baixa qualidade.

Arroz e feijão

O arroz sofre com preços baixos, sem tendência de forte recuperação. Com isso, produtores enfrentam dificuldades para pagar suas dívidas e ainda obter lucro.

O feijão teve redução de área plantada, que deve diminuir a produção em aproximadamente 30%. Segundo o Boletim, com a colheita do feijão 2ª safra iniciando na região de Chapecó, estima-se, até o momento, redução de 22% de área cultivada, numa comparação com o ciclo agrícola passado.

Leite

Dados do IBGE relativos à quantidade de leite cru adquirido pelas indústrias inspecionadas no primeiro trimestre de 2018 reforçam a ideia de que estamos vivendo muito mais um período de demanda enfraquecida do que de oferta elevada. Esse cenário tem se refletido no mercado, que não dá sinais de recuperação consistente. Mesmo com algumas elevações recentes, os preços de alguns lácteos seguem em patamares relativamente baixos e, aparentemente, sem perspectivas de aumentos mais expressivos para os próximos meses.

Maçã

A expectativa é de redução na oferta da maçã a partir de junho, como reflexo do aumento das exportações de frutas miúdas e da comercialização nos mercados locais das frutas de menor qualidade. A estratégia dos produtores é escoar o máximo de frutas para que, com o aumento no volume comercializado, possa arrecadar o suficiente para o custeio da próxima safra, já que há dificuldades de financiamento futuros. As empresas e cooperativas classificadoras resolveram alternar a comercialização entre as variedades fuji e gala, para induzir a valorização dos preços com redução relativa na oferta.

Trigo e soja 

Com alta nos preços e a entressafra brasileira, o trigo deverá ter preços reajustados e repassados à toda cadeira produtiva nos próximos meses. Segundo dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), entre março e abril as cotações das farinhas para pré-mistura, massas em geral e panificação registraram alta de 6,06%, 5,84% e 4,64%, respectivamente. No mesmo período o preço do farelo de trigo ensacado subiu 13,4% e o do trigo a granel 10,64%.

A soja também teve seus preços impulsionados em abril por fatores determinantes de mercado.

Avicultura e suinocultura

O frango enfrentou queda significativa nas exportações de abril (-28,55% em relação a março e -17,39% em relação a abril/2017), principalmente em função das restrições decorrentes da Operação Trapaça. Apesar disso, os preços do frango vivo ainda apresentam movimento de alta.

O suíno também teve queda nas exportações no mês passado (-20,19% em relação a março e -4,19% em relação a abril/2017), principalmente por causa da continuidade do embargo da Rússia. Contudo, há crescimento significativo das exportações para alguns países, como China (+166,09%), Chile (+93,32%) e Argentina (+116,34%). Os preços do suíno vivo seguem em queda em maio, mas num ritmo menor que nos meses anteriores. Em abril Santa Catarina respondeu por 51,58% do total de carne suína exportada pelo Brasil.

Alho

A conjuntura geral de mercado de alho permanece com oferta em alta, o que, aliada à nova queda dos preços internacionais, ocasionou redução dos preços pagos aos produtores. Neste sentido, a dinâmica de comercialização da safra catarinense se mantem com pouca movimentação de negócios desde o início do ano. As informações coletadas pela Epagri/Cepa mostram que os preços pagos aos produtores permanecem nos patamares de abril e praticamente sem perspectivas de alteração no curto prazo.

Leia o Boletim completo: http://docweb.epagri.sc.gov.br/website_cepa/Boletim_agropecuario/boletim_agropecuario_n60.pdf

Mais informações e entrevistas
Reney Dorow, gerente da Epagri/Cepa, pelos fones (48) 36655078 / 98801-1219

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Gisele Dias, jornalista: (48) 99989-2992/3665-5147
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Detalhes sobre diversas melhorias que a Rede Integrada de Transporte Coletivo Metropolitano trará para a população serão apresentados no Seminário Transporte Coletivo na Região Metropolitana da Grande Florianópolis (RMF), na próxima segunda-feira, 21, na UFSC, em Florianópolis. A proposta foi elaborada pelo Observatório da Mobilidade Urbana da UFSC e pela Superintendência de Desenvolvimento da Região Metropolitana da Grande Florianópolis (Suderf), órgão vinculado à Secretaria de Estado do Planejamento (SPG).

Durante o evento, o diretor técnico da Suderf, Célio Sztoltz, apresentará o projeto de reestruturação do transporte coletivo metropolitano, que inclui a reorganização da rede de linhas de ônibus da RMF, projetos de infraestrutura viária, terminais e pontos de integração, sistema de informação ao usuário, entre outros. Sztoltz falará ainda sobre o edital de licitação para implantação da rede, com foco nas etapas de elaboração do projeto, modernização da frota de ônibus, formas de pagamento e compra de créditos, interação dos usuários com o sistema, política tarifária e indicadores de qualidade.

Integração de 8 cidades

A intenção do Governo do Estado e dos municípios da região metropolitana é integrar os serviços de transporte municipal e intermunicipal de caráter urbano de oito cidades da Grande Florianópolis (Águas Mornas, Antônio Carlos, Biguaçu, Governador Celso Ramos, Palhoça, São José, São Pedro de Alcântara e Santo Amaro da Imperatriz). O sistema metropolitano de ônibus vai eliminar sobreposição de linhas; racionalizar o serviço; aumentar a conectividade entre as centralidades da região, como centros de Palhoça e Biguaçu, além de Campinas/Kobrasol em São José; e promover uma gestão associada do transporte coletivo entre municípios, Estado e sociedade.   

“É muito importante a participação dos representantes dos poderes públicos municipais, da sociedade civil organizada e de todos os demais interessados em contribuir com a qualificação dos serviços de transporte coletivo na região”, destaca Sztoltz.

O seminário, organizado pelo Observatório da Mobilidade Urbana da UFSC com apoio da Suderf, é aberto ao público. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas através de formulário online.

Sobre os palestrantes

Werner Kraus Jr. é professor titular do Departamento de Automação e Sistemas da Universidade Federal de Santa Catarina e coordenador do Observatório da Mobilidade Urbana (UFSC). Coordenou o projeto "Plamus na UFSC", e vem atuando no desenvolvimento da rede integrada de transporte coletivo metropolitano da RMF. É diretor da Associação Nacional de Ensino e Pesquisa em Transportes (ANPET).

Carolina Stolf Silveira é arquiteta e urbanista, doutora com o foco nos processos de orientação espacial e mobilidade de pessoas com cegueira e baixa visão no meio urbano e de transporte. Atuou na elaboração do Plano de Mobilidade Urbana e Plano Diretor de Transportes Ativos de Joinville, bem como membro do Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência e do Conselho da Cidade, em Joinville.

Olimpio de Melo Alvares Junior é um dos responsáveis pelo desenvolvimento do Programa de Inspeção Veicular Ambiental Brasileiro e do Programa Nacional de Controle de Ruído de Veículos (Cetesb). É coordenador do Grupo de Trabalho de Transporte Limpo e Energias Renováveis do Comitê de Mudanças Climáticas de São Paulo. Docente sobre gestão ambiental, energia e meio ambiente em diversas instituições de ensino, nacionais e internacionais. Fundador e coordenador da Comissão de Meio Ambiente da Associação Nacional de Transportes Públicos.

Fernando Nunes da Silva é professor catedrático no Departamento de Engenharia Civil, Arquitetura e Georrecursos no Instituto Superior Técnico, da Universidade de Lisboa, sendo docente na área do planeamento urbano e investigador do Cesur/CERis. Foi consultor do BID; secretário de Mobilidade e Infraestruturas de Lisboa; membro do Conselho Nacional para o Desenvolvimento Sustentável; dirigente das associações internacionais de urbanismo e ordenamento do território: AESOP, IFHP, ISoCaRP e INTA.

Célio José Sztoltz Júnior é diretor técnico da Superintendência de Desenvolvimento da Região Metropolitana da Grande Florianópolis. Graduado em Arquitetura e Urbanismo pela UFSC, foi coordenador do Observatório de Mobilidade Urbana da Universidade Federal de Santa Catarina. Atuou como diretor técnico do Instituto de Planejamento Urbano de Florianópolis (IPUF) e como gerente de Normas Urbanísticas na Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano de Florianópolis (SMDU).

Serviço:

O quê: Seminário Transporte Coletivo na Região Metropolitana da Grande Florianópolis (RMF)  
Onde: Auditório Teixeirão, na UFSC (Servidão Eusébia Vidal, Carvoeira) em Florianópolis
Quando: segunda-feira, 21 de maio, das 13h30 às 17h30
Inscrições: bit.ly/seminariotransporte

Mais informações para a imprensa:
Rosália Dors Pessato
Assessoria de Comunicação 
Superintendência de Desenvolvimento da Região Metropolitana da Grande Florianópolis - Suderf
E-mail: rosalialdors@gmail.com
Fone: (48) 99150-1222

Mauren Rigo
Assessoria de Comunicação
Secretaria de Estado do Planejamento - SPG
E-mail: mauren@spg.sc.gov.br
Fone: (48) 3665-3319 / 99186-9740


Fotos: Márcio Martins/FCC

Nesta sexta-feira (18), é comemorado o Dia Internacional dos Museus e até domingo muitas atrações acontecem pelo Estado.  Mais do que comemorar a data, o objetivo é valorizar ainda mais esses espaços tão importantes para a preservação da memória e desenvolvimento da cultura.

Com o tema “Museus hiperconectados: novas abordagens, novos públicos”, a Semana Nacional dos Museus deste ano busca aproximar as instituições e os visitantes por meio da tecnologia, em todo o país.

Tecnologia

Aqui em Santa Catarina um exemplo é a Casa de Campo do ex-governador Hercílio Luz, em Rancho Queimado, que a partir de agora apresenta uma novidade: o acervo está disponível para consulta online em smartphones com conexão 3G e 4G, trazendo mais informações para os visitantes. A partir de um código QR Code, quem passa por lá poderá conferir detalhes a respeito de 10 itens entre objetos, mobílias e ambientes. Para verificar as informações basta posicionar a câmera do smarthphone sobre o código impresso. O espaço funciona de terça a sexta-feira, das 13h às 18h, e nos finais de semana, das 10h às 17h. A entrada é gratuita.

A tecnologia também está presente no Museu Histórico de Santa Catarina, que fica em Florianópolis. Por lá é possível fazer um tour virtual com auxílio de áudio guia. Essa ferramenta traz informações sobre as principais obras em texto e áudio, em cinco línguas: português, inglês, espanhol, francês e italiano. O horário de funcionamento do espaço é de segunda a sexta, das 10h às 18h e nos fins de semana das 10h às 16h. Os ingressos custam R$ 5,00 e a meia-entrada  R$ 2,00.

Museus catarinenses usam a tecnologia para aproximar os visitantes

Uma boa dica para esse final de semana é visitar o espaço mais próximo e conhecer um pouco mais da história catarinense. A programação completa dos museus pode ser conferida pelo site da Fundação Catarinense de Cultura.


SERVIÇO

Casa de Campo
R. Romanos Goedert, 428, Rancho Queimado  
(48) 3275-145 

Museu Histórico de Santa Catarina

Palácio Cruz e Sousa - Praça XV de Novembro, 227 - Centro, Florianópolis - 
(48) 3665-6363  

Assessoria de Comunicação: Fundação Catarinense de Cultura (FCC)
Fone: (48) 3664-2571 / 3664-2572 
Email: imprensa@fcc.sc.gov.br
Site: www.cultura.sc.gov.br


Fotos: Douglas Saviato/Secretaria de Articulação Nacional

Para garantir os repasses do Governo Federal às unidades do Sistema Nacional de Emprego (Sine) de Santa Catarina, a secretária de Assistência Social, Trabalho e Habitação, Romanna Remor, reuniu-se com o coordenador-geral do sistema, Marco Sussumo, no Ministério do Trabalho e Emprego, nesta quinta-feira, 17, em Brasília. O pleito é uma das reivindicações defendidas pelo governador Eduardo Pinho Moreira que vem tratando sobre o assunto com o ministro Helton Yomura.

“O trabalhador é o maior beneficiado com a atuação do Sine, uma porta de entrada para o mercado de trabalho. As agências são essenciais para o crescimento dos nossos índices de empregabilidade, que nos últimos meses se destacaram expressivamente. O trabalho desenvolvido nas agências do Estado fomenta o mercado e a competitividade”, destaca Moreira.

Sine

Santa Catarina conta com 124 postos de atendimentos, sendo 23 de execução direta e os demais com parcerias técnicas com os municípios. De acordo com Romanna, um grande passo foi dado para a regularização do convênio que já está em sua terceira etapa. Entretanto, por estar parado há mais de um ano, existe uma ameaça à continuidade dos serviços prestados nas unidades do Sine pelo Estado.

Secretária de Assistência Social articula repasse do Governo Federal para as unidades do Sine de SC

“O governador consentiu em pagar as pendências financeiras existentes nas etapas do convênio e já havia articulado junto ao ministro do Trabalho e Emprego não apenas o repasse, mas também uma suplementação, que dará um fôlego às unidades pelo Estado. Foi um mérito do governador em determinar a continuidade do serviço e depois ter cobrado a suplementação com o ministro”, comenta a secretária.

Ainda de acordo com Romanna, o serviço das agências é imprescindível, considerando que Santa Catarina foi o Estado que mais gerou empregos em 2017. “Estamos trabalhando para resolver todas as pendências e honrarmos os atendimentos à população até o fim do ano, quando se encerra o convênio. Agora, estamos ainda mais perto desta garantia do recurso”, garante.  A secretária-adjunta da secretaria, Reginete Panceri, e o gerente de administração, finanças e contabilidade, José Rafael Biff, também estiveram presentes nas agendas no Ministério do Trabalho e Emprego.

Informações para a imprensa:

Douglas Saviato
Assessoria de Imprensa 
Secretaria Executiva de Articulação Nacional
E-mail: douglas@san.sc.gov.br
Fone: (61) 3101-0900 / 99304-0198
Site: www.san.sc.gov.br 

A Diretoria de Vigilância Epidemiológica (DIVE) da Secretaria de Estado da Saúde (SES) divulgou o boletim atualizado (09/2018) sobre a situação do Aedes aegypti, dengue, febre de chikungunya e zika vírus em Santa Catarina. As informações apresentadas são referentes ao período que compreende as semanas epidemiológicas (SE) 01 a 19 de 2018, ou seja, casos com início dos sintomas em 31 de Dezembro de 2017 até os registrados no dia 12 de Maio de 2018. Confira o boletim completo AQUI.

Informações adicionais:

Patrícia Pozzo e Cristina Schulze

Núcleo de Comunicação

Diretoria de Vigilância Epidemiológica

Secretaria de Estado da Saúde

(48) 3664-7406

(48) 3664-7440

www.dive.sc.gov.br

Estudantes de graduação e pós-graduação da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) podem instalar gratuitamente o sistema operacional Windows 10 Educacional nos seus computadores de uso pessoal, graças a uma parceria firmada entre a instituição e a Microsoft. O software tem as mesmas funcionalidades e programas do Microsoft Windows 10 Pro, versão mais completa do sistema.

Para utilizar o sistema, é preciso registrar uma conta no site udesc.onthehub.com, utilizando o e-mail institucional (nome.sobrenome@udesc.br). Após a conclusão do procedimento, é disponibilizada uma chave para autenticação do produto. É possível tanto fazer a atualização a partir de um sistema operacional já instalado, quanto baixar um arquivo ISO para instalação.