Joinville - Bailarinos se apresentam no Hospital Regional Hans Dieter Schmidt
Foto: Divulgação

Nesta sexta-feira, 21, os pacientes e funcionários do Hospital Regional Hans Dieter Schmidt tiveram uma tarde especial. Isso porque os bailarinos que participam do 35º Festival de Dança de Joinville fizeram da unidade o seu mais novo palco.

Na semana que vem os bailarinos irão alegrar os pacientes de outras unidades hospitalares. No dia 24, às 10h, o Hospital Infantil Dr. Jeser Amarante Faria acompanhará de perto um pouco do espetáculo. Já no dia 28, também às 10h, será a vez da Maternidade Darcy Vargas.

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Foto: Márcio Henrique Martins / FCC 

Um incômodo ciclo de interrupções na história recente do Museu Nacional do Mar – Embarcações Brasileiras, em São Francisco do Sul, terminou na quinta-feira, 20, com a reabertura total da Ala do Mar. O espaço integrado pelo Hall e as salas da História da Navegação, de Artesanato e Modelismo, das Canoas e a Biblioteca Kelvin Palmer Rothier Duarte agora estão em condições plenas para receber os visitantes. Fechada desde agosto do ano passado, a Ala do Mar foi reformada e revitalizada a partir de março deste ano, quando a Fundação Catarinense de Cultura (FCC) deu início a uma série de reformas emergenciais. Agora é possível visitar os diversos ambientes do histórico prédio e contemplar o acervo considerado o mais importante sobre a navegação brasileira.

A reabertura oficial ocorreu na tarde desta quinta, em cerimônia que reuniu o secretário de Estado de Turismo, Cultura e Esporte, Leonel Arcângelo Pavan, o presidente da FCC, Rodolfo Joaquim Pinto da Luz, e membros das entidades que compõem o Conselho Gestor da instituição, como o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), a Prefeitura de São Francisco do Sul, o Porto de São Francisco do Sul e a Associação Amigos do Museu Nacional do Mar, além de representantes do Conselho Estadual de Cultura, da Agência Regional de Desenvolvinto de Joinville e apoiadores da instituição.

“Fico emocionado em poder participar de um pedacinho da história do Museu, na recuperação deste importante espaço cultural do nosso Estado e do nosso Brasil”, disse o secretário Leonel Pavan, que exultou também o empenho conjunto dos vários segmentos envolvidos com a retomada do Museu Nacional do Mar no decorrer deste ano. Para o secretário, as parcerias vão estimular cada vez mais o potencial de geração de economia e renda da instituição por meio do turismo.

Museu do Mar reabre ala e entrega Sala Amyr Klink

O presidente da FCC celebrou o momento virtuoso em que o Museu Nacional do Mar se encontra. Além da Ala do Mar, ele ressaltou também a reabertura de outro espaço nobre: a Sala Amyr Klink, também fruto da revitalização em curso na instituição. O espaço dedicado ao navegador brasileiro e benemérito do Museu foi remontado para receber inclusive a réplica do barco I.A.T., usado por Amyr para a travessia a remo do Atlântico Sul, em 1984. “A cidade vive uma relação permanente com o mar e não chegaríamos a esse ponto de garantir a retomada do museu em tão pouco tempo se não fosse a união de tantas entidades e de tantas pessoas, e aí faço uma referência à equipe do Museu Nacional do Mar. Eu acredito que em pouco tempo nós poderemos fazer a recuperação total, desde que mantemos firme essa união de esforços. O museu transcende a cidade, o estado e até o país. Ele é nacional mas é de referência internacional”, explica Rodolfo Pinto da Luz.

Reformas e parcerias

Desde março deste ano, o Museu está sendo submetido a um intenso processo de reparos com investimentos superiores a R$ 400 mil pela FCC, dando sequência também a aportes anteriores realizados por intermédio do Iphan. “Não se trata apenas das reformas, mas também da construção de um novo modelo de gestão para o museu com a assinatura do Termo de Cooperação com a Prefeitura de São Francisco do Sul. Dessa parceria estimamos que, em breve, este volume de recursos seja ainda mais significativo”, avalia a diretora de Patrimônio Cultura da FCC, Vanessa Pereira.

Parceiro do Museu, o Porto de São Francisco do Sul atualmente promove a recuperação do píer de acesso à Baía da Babitonga, outra obra a ser entregue em breve. A Associação Amigos do Museu Nacional do Mar, entidade seminal na sobrevivência do espaço, mantém-se firme na continuidade das ações educacionais. A reabertura da Ala do Mar e da Sala Amyr Klink vem em um momento providencial, que é o aumento da presença de visitantes na cidade por conta das férias escolares.

O Museu Nacional do Mar está aberto de terça a sexta-feira, das 9h às 18h, e aos sábados e domingos, das 10h às 18h, lembrando que a bilheteria opera até as 17h30min. Para mais informações acesse o site www.fcc.sc.gov.br/museudomar.

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O governador Raimundo Colombo participou na noite desta quarta-feira, 19, da abertura do 35º Festival de Dança de Joinville, no Centreventos Cau Hansen. “Orgulho é o sentimento que sinto pela importância, força, grandiosidade e desenvolvimento do festival. É um evento que entrou no coração das pessoas e, agora, faz parte da vida de todos os catarinenses e brasileiros”, destacou. No último ano, o festival deu a Joinville o título de Capital Nacional da Dança.
 
 
Raimundo Colombo foi agraciado com a comenda Ordem do Mérito Cultural Bolshoi Brasil, homenagem instituída em 2015, concedida para pessoas que contribuem e acreditam no valor da arte. Em seguida, os bailarinos da Companhia Deborah Colker apresentaram o espetáculo O Cão sem Plumas, emocionando a plateia.  
 
 
“A cada ano o festival está melhor, com muita qualidade, conhecimento e repercussão. É uma referência na formação dos jovens e adolescentes. Uma das características mais importantes é que a comunidade de Joinville se envolve, participa e ajuda a fazer o festival.  É por isso que o evento tem essa relevância e fez 35 anos de uma história de sucesso. É um evento que destaca Santa Catarina e que promove nossa arte, cultura e valores”, disse o governador. 
 
O presidente do Instituto Festival de Dança, Ely Diniz, disse que, embora Santa Catarina ainda tenha dificuldades a serem superadas, é um estado diferenciado por manter o apoio à arte. “Em Santa Catarina, as  dificuldades são imensas. Mesmo assim, o Governo do Estado está conseguindo apoiar o Festival de Dança e manter a Escola do Teatro Bolshoi no Brasil, por entender que dança traz prestígios e gera recursos para Santa Catarina. Por isso, ao governador Raimundo Colombo nossos agradecimentos e à toda equipe por continuar apoiando a dança brasileira”, afirmou. 
 
O secretário de Estado do Turismo, Cultura e Esporte, Leonel Pavan, o presidente da Fundação Catarinense de Cultura (FCC), Rodolfo Pinto da Luz, e o prefeito de Joinville, Udo Dohler, também participaram da abertura do evento. “Se Santa Catarina é escolhida como melhor destino turístico do Brasil, é também por conta de eventos como este. A dança é uma arte que passou a ser referenciada em nosso estado devido ao Festival de Dança de Joinville”, destacou o secretário Pavan. 
 
O Governo do Estado apoia a edição com R$ 900 mil por meio da Fundação Catarinense de Cultura (FCC). Durante 12 dias, o evento vai apresentar um panorama do que se produz e se ensina em dança em todo o país. Isso inclui desde grandes espetáculos com companhias nacionais e internacionais, até cursos, oficinas e workshops coreográficos e apresentações e atividades gratuitas à comunidade. Até o dia 29 de julho, o público poderá apreciar 3.326 mil coreografias selecionadas nos sete gêneros da dança - balé clássico de repertório, balé neoclássico, dança contemporânea, danças populares, danças urbanas, jazz e sapateado.
 
Nesta edição, participam mais de sete mil bailarinos do Brasil e de outros países como Argentina e Paraguai. São 240 horas de espetáculos, sendo 200 gratuitas. O festival é considerado o maior do mundo em número de participantes desde o ano de 2005, segundo o Guiness Book. 
 
De acordo com a organização, 230 mil pessoas devem visitar o festival. Neste período, mil novos empregos são gerados direta e indiretamente e outros setores da economia registram maior movimentação. Os hotéis e pousadas têm 70% de lotação. Restaurantes, casas noturnas, táxis, vans e ônibus também faturam.
 
A importância para os participantes 
 
Para participar do Festival de Dança, Hanna Vilaça, de Manaus, Amazonas, enfrentou mais de 11 horas de viagem e nem mesmo o frio que encontrou na cidade a desanimou. “Estamos acostumados com 40ºC, aqui nos deparamos com 4ºC na última noite. O frio é um espetáculo à parte. Tudo vale a pena para estar neste festival, que eu considero ser o maior do mundo. Não existe sensação melhor do que estar com pessoas queridas, fazendo o que amamos e nesta cidade maravilhosa que é Joinville”, relatou. 
 
A professora de dança e bailarina Erica Mendes, de Macaé, Rio de Janeiro, contou que é a quarta vez que ela e sua equipe participam do festival. “É um prazer estar neste festival com tantas escolas boas, com cursos e muitas trocas de experiências. É um evento que proporciona oportunidades e tem muita importância para quem trabalha com dança”, explicou. 
 
“Estou vindo aqui pela quarta vez, mas é como se fosse a primeira. A sensação é muito boa, uma experiência, um estudo, um aprendizado para que no futuro possamos crescer e aprender muito mais. Dançar é uma arte belíssima. E o festival é uma porta que se abre”, relatou a bailarina Lili Nery, da Companhia de Dança Priscila Ferraz, do Rio de Janeiro. 
 
O espetáculo da noite 
 
 
O espetáculo criado por Deborah Colker é baseado no poema de João Cabral de Melo Neto O Cão sem Plumas, publicado em 1950. Nele, o autor acompanha o percurso do Rio Capibaribe, que corta boa parte do estado de Pernambuco e ilustra a pobreza da população ribeirinha, o descaso das elites e a vida no mangue. A imagem do “cão sem plumas” serve para o rio e para as pessoas que vivem no seu entorno.
 
Em cena, Deborah mistura a dança com o cinema. Cenas de um filme realizado por Deborah e pelo pernambucano Cláudio Assis – diretor de longa-metragens como Amarelo Manga, Febre do Rato e Big Jato – são projetadas no fundo do palco e dialogam com os corpos dos 13 bailarinos. As imagens foram registradas em novembro de 2016, durante uma imersão de 24 dias da companhia e do cineasta, do limite entre sertão e agreste até Recife.
 
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Fotos: Julio Cavalheiro / Secom

O governador Raimundo Colombo visitou no final da tarde desta quarta-feira, 19, as obras do primeiro elevado em área urbana da cidade de Joinville e a duplicação da Avenida Santos Dumont. O Governo do Estado investe nas duas obras mais de R$ 70 milhões. A entrega das duas estão previstas para o fim de 2017. A secretária executiva da Agência de Desenvolvimento Regional de Joinville, Simone Schramm e o superintendente regional do Deinfra, Ademir Machado, também acompanharam a visita.

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