O Governo do Estado, por meio da Agência de Desenvolvimento Regional (ADR) de Timbó, assinou termo de colaboração com as Apaes (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais) de Indaial, Rodeio e Timbó. Cerca de R$ 417,2 mil são destinados as Apaes durante todo o ano de 2017, para a manutenção das atividades contínuas e desenvolvimento pedagógico para alunos com necessidades educativas especiais.

O termo foi assinado pela secretária executiva da ADR, Lúcia Steinheuser Gorges, e pelos presidentes das Apaes: de Timbó, Elisabeth Germer; de Indaial, Magali Cristina Theindl; e de Rodeio, Paulo Elcio Gadotti.

 

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Com 2,44 bilhões de litros de leite captados pelas indústrias, Santa Catarina supera Goiás e se torna o quarto maior produtor de leite industrializado do país. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Santa Catarina foi o único Estado entre os principais produtores de leite do Brasil a apresentar um crescimento na produção em 2016. Enquanto a captação de leite pelas indústrias no Brasil diminuiu 3,7% no último ano, em Santa Catarina o crescimento foi de 3,82%.

Os números divulgados pelo IBGE se referem à captação de leite cru pelas indústrias inspecionadas, o que representa 76% do total produzido em Santa Catarina. A estimativa é que a produção de leite do Estado gire em torno de 3,2 bilhões de litros, incluindo o leite consumido pelas famílias rurais e na alimentação de animais. O secretário da Agricultura e da Pesca, Moacir Sopelsa, explica que em Santa Catarina a produção de leite está concentrada nas pequenas propriedades de agricultores familiares e representa uma importante fonte de renda para os agricultores. “O setor leiteiro é um grande destaque de Santa Catarina e vem passando por grandes transformações, com o investimento em pastagens, tecnologias e genética”, ressalta.

A produção de leite vem numa crescente em Santa Catarina. Nos últimos 12 anos, o crescimento foi superior aos 10% ao ano. No mesmo período, o Brasil teve um crescimento médio de 4% ao ano. Segundo o secretário adjunto da Agricultura, Airton Spies, a tendência é de retomada do crescimento na produção de leite no Estado, já que as indústrias estão ampliando fábricas, o que deve aumentar a disputa por leite e estimular a produção. “O melhoramento genético do rebanho e a melhoria da tecnologia empregada na alimentação e sanidade dos animais também deve aumentar a produtividade das vacas e a qualidade do leite produzido em Santa Catarina”.

Entre os maiores produtores de leite do Brasil, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná e Goiás apresentaram queda na produção em 2016. O maior produtor do país, Minas Gerais teve redução de 5,21% na captação de leite nas indústrias; no Rio Grande do Sul a produção foi 6,84% menor do que em 2015; e no Paraná a queda foi de 3,32%. Goiás, que antes ocupava o quarto lugar no ranking de produção de leite industrializado no país, teve uma redução de 5,55% no último ano. Esse cenário pode ser explicado pela alta nos preços do milho em 2015 e 2016, o que refletiu no preço da ração para os animais e prejudicou a alimentação das vacas leiteiras nesses estados. Como em Santa Catarina o sistema de produção é majoritariamente baseado em pastagens o impacto foi menor.

A Secretaria da Agricultura e da Pesca é uma grande apoiadora do setor leiteiro, com programas e projetos que incentivam os investimentos em irrigação, pastagens, infraestrutura e melhoramento genético. Além dos esforços para garantir a sanidade animal, com indenização de produtores e identificação do rebanho. “Nós queremos incentivar os agricultores a investirem em suas propriedades, buscando conhecimento e crescimento na atividade. Nossa intenção não é só aumentar a quantidade de leite produzido em Santa Catarina, mas também aumentar a qualidade”, afirma o secretário Sopelsa.

Para que o leite seja competitivo no mercado global, o desafio é aliar alta qualidade e custos menores, como o Estado já conquistou com a suinocultura e a avicultura. “Com clima favorável, mão de obra qualificada e presença de pastagem o ano todo, Santa Catarina tem todas as condições para produzir leite bom, a custo competitivo e com qualidade”, afirma Airton Spies.

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A secretária executiva da Agência de Desenvolvimento Regional (ADR) de Timbó, Lúcia Steinheuser Gorges, assinou o contrato e a ordem de serviço para o trabalho de tapa buraco nas rodovias que compreendem os municípios da ADR Timbó. O ato ocorreu com a presença do responsável pela empresa Paviplan Pavimentação Ltda.

Os serviços de reestruturação acontecerão nas rodovias: SC 477 – entre Indaial e Timbó, Timbó e Benedito Novo, Benedito Novo e Doutor Pedrinho; SC 110 – entre Rio dos Cedros e Timbó, Timbó e Rodeio; e a SC 417 – entre Timbó e Rio dos Cedros (acessos Norte e Sul). 

Nesta semana o gerente de Infrastrutura da ADR Timbó, Marcell Thiago Poffo, acompanhará os responsáveis pela empresa para verificar os locais a serem efetuados esses serviços. Na próxima semana, se não chover, a empresa iniciará os trabalhos nas rodovias.

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Foto: Divulgação / ADR Timbó 

A Agência de Desenvolvimento Regional (ADR) de Timbó está fazendo roçadas e limpezas nas rodovias estaduais que compreendem os municípios que integram a ADR. O contrato para a execução dos serviços foi assinado pela secretária executiva Lúcia Steinheuser Gorges, e pelo representante da empresa KJ Ltda, responsável pelos trabalhos.

Os serviços começaram há uma semana, mas com as chuvas que caíram nos últimos dias na região, os serviços não puderam ser feitos de forma contínua. As rodovias que estão recebendo as roçadas e limpezas são: SC-477 – entre Indaial e Timbó, Timbó e Benedito Novo, Benedito Novo e Doutor Pedrinho; SC-110 – entre Rio dos Cedros e Timbó, Timbó e Rodeio; e a SC-417 – entre Timbó e Rio dos Cedros (acessos Norte e Sul).  Os trabalhos compreendem a roçada mecanizada costal, a limpeza manual de vala e limpeza de bueiro.

“Estamos iniciando os trabalhos de roçadas e dependemos de tempo bom para a execução, mas logo teremos a primeira etapa concluída minimizando assim o efeito das chuvas de verão que alimentam o crescimento do mato nas encostas das rodovias”, explica a secretária executiva da ADR Timbó.

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