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Pesquisa auxilia restauradores de obras de arte em todo mundo

Pesquisa auxilia restauradores de obras de arte em todo mundo

Pintada no fim do século 19, a obra Sagrada Família está submetida aos cuidados dos restauradores do Ateliê de Conservação e Restauração de Bens Culturais Móveis (Atecor) da Fundação Catarinense de Cultura (FCC).

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Foto: Mauricio Vieira / Secom

O governador Carlos Moisés sancionou nesta quarta-feira, 12, a Lei Complementar 741/2019, que institui a nova estrutura organizacional básica e o modelo de gestão da administração pública estadual. A Reforma Administrativa, aprovada por unanimidade pela Assembleia Legislativa, passa a vigorar no momento da publicação no Diário Oficial do Estado.

“Essa estrutura representa o nosso jeito de governar, com transparência, integridade e uma máquina mais enxuta. Conseguimos eliminar as Agências de Desenvolvimento Regionais (ADRs), que estavam obsoletas, e reduzir estruturas duplicadas da administração. Vamos economizar R$ 500 milhões em quatro anos de governo e deixar a máquina mais eficiente, mais célere e mais ágil”, afirmou Carlos Moisés.

Além das 20 ADRs, a Reforma Administrativa extingue duas secretarias de Estado, seis secretarias Executivas, duas autarquias, uma sociedade de economia mista e cinco conselhos. O conjunto das ações resulta em uma diminuição de 1/3 do total dos cargos em comissão e funções de confiança, com o fim de 2.054 posições nessas condições, o que gera economia e valoriza os servidores públicos nos exercícios dos postos de chefia do Executivo.

O chefe da Casa Civil, Douglas Borba, destaca o trabalho de construção com a Assembleia Legislativa, que resultou na aprovação por unanimidade do Projeto da Reforma. “O Estado tem um déficit de R$ 2,5 bilhões para esse ano e precisamos equalizar isso com uma visão de Estado, não de disputa por poder. Perseguimos o princípio da economia, enxugando o gasto em áreas que não são fundamentais para poder ampliar o investimento e melhorar os serviços essenciais para a população, como saúde e educação”, destacou.

Para o secretário de Estado da Administração, Jorge Eduardo Tasca, a nova estrutura foi construída na base da boa técnica legislativa e dos princípios modernos de gestão. “A lei contempla o objetivo da reforma, que era reduzir a estrutura do estado, reorganizar os processos e a forma como prestamos serviços, além de qualificar o trabalho com mais integridade, controle e transparência. A partir de agora, vamos acelerar as ações e entregar de forma muito rápida os resultados que o cidadão catarinense precisa”, afirmou.

Vetos no texto aprovado na Assembleia Legislativa

A lei sancionada pelo governador Carlos Moisés vetou algumas modificações incluídas pela emenda substitutiva global aprovada na Assembleia Legislativa. De acordo com Tasca, são pontos que contrariavam outros dispositivos da própria lei ou que já estavam contemplados em outros artigos. Há também casos de dispositivos que traziam obrigações ao Governo do Estado que não eram compatíveis com a legislação.

Além disso, questões relacionadas a aspectos salariais também foram suprimidas, já que o objetivo da Reforma Administrativa era reorganizar a estrutura de governo, e não cargos e carreiras. “Uma política salarial será construída em um segundo momento, levando em conta as características de cada área do governo e na base do diálogo com as categorias”, afirmou Tasca.

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  Antonio Prado/Fesporte

Expectativa é o que não falta para os cerca de 3.300 estudantes de 15 a 17 anos que irão disputar, entre os dias 15 a 22 de junho, a 11ª edição dos Jogos Escolares de Santa Catarina (Jesc) em São Miguel do Oeste. A cerimônia de abertura será no dia 18, às 19h30min, no Parque de Exposições Rineu Gransotto (Faismo). 

Na primeira parte, entre os dias 15 a 16, serão disputadas as modalidade individuais: atletismo, badminton, ciclismo, tênis de mesa, vôlei de praia e xadrez. Posteriormente, entre os dias 18 a 22, será a vez das modalidades coletivas: basquete, voleibol, handebol e futsal, todas no masculino e no feminino. 

Algumas modalidades, por questões de infraestrutura, serão disputadas em datas específicas e locais diferentes. A ginástica rítmica, por exemplo, ocorrerá em 7 de julho dentro da programação da regional dos Jesc 12 a 14 anos em Brusque. Entre os dias 5 a 7 de julho, a natação será realizada paralela aos Joguinhos Abertos de Santa Catarina no Complexo Aquático da Unisul, em Palhoça. Já o torneio do judô está previsto para ocorrer entre os dias 19 a 21 de setembro na etapa estadual da Olesc em Videira. A luta olímpica será realizada dia 28 de setembro, durante o Jesc 12 a 14 anos, em Blumenau. 

Para o presidente da Fesporte, Rui Godinho, os Jesc representam um dos eventos mais importantes do calendário da Fesporte. “Ao longo dos anos a competição tem sido um laboratório importante para a revelação de novos talentos para o esporte catarinense: Luísa Matsuo e Jéssica Maier, na ginástica, Darlan Romani e Anny de Bassi, no atletismo, além de Alexia Nakashima, no tênis de mesa. Todos chegaram à seleção brasileira e deram seus primeiros passos nos Jesc”, conclui Godinho. 

Os Jogos Escolares de Santa Catarina é uma promoção do Governo de Santa Catarina, por meio da Fesporte, em parceria com a prefeitura de São Miguel do Oeste.

Informações adicionais para imprensa:
Antônio Prado
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Fundação Catarinense de Esporte - Fesporte
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 Foto: Divulgação / Epagri

Pesquisadores do Centro de Pesquisa para Agricultura Familiar (Epagri/Cepaf) identificaram pela primeira vez no Brasil um fungo capaz de matar videiras e oliveiras. A identificação do fungo Pleurostomophora richardsiae foi publicada numa das revistas mais importantes da área de doenças de plantas, a Phytopathologia Mediterranea, de Firenze, Itália, editada pela Mediterranean Phytopathological Union. O artigo pode ser acessado em http://www.fupress.net/index.php/pm/article/view/23357.

Eduardo Brugnara, um dos pesquisadores que assinam o artigo, explica que plantas cultivadas nos municípios de Itá e Riqueza, no Oeste Catarinense, começaram a apresentar sintomas de amarelecimento, murcha e morte de folhas e ramos, além de manchas escuras na madeira e casca. Após a coleta de amostras das plantas infectadas, os pesquisadores conseguiram isolar o fungo, que foi identificado através de características do DNA. O próximo passo foi comprovar sua capacidade de causar doença em novas plantas de oliveira e videira.

Segundo Maria Cristina Canale, outra pesquisadora da Epagri/Cepaf responsável pela identificação, o conhecimento da ocorrência deste fungo é importante para auxiliar na compreensão e solução de problemas de morte de plantas de oliveira e videira, comum no Sul do Brasil e muitas vezes causada por uma série de fatores em conjunto. Contudo, os assinantes dos artigos ressaltam que são necessárias mais pesquisas para verificar a incidência da doença em outras regiões e a quantidade de plantas ou pomares afetados.

Apesar de já se saber que a doença pode matar as plantas em casos severos, também serão necessários novos estudos para quantificar os danos que a doença pode causar na produtividade das plantas e na qualidade dos frutos em casos menos graves. Outra demanda que se apresenta é o desenvolvimento de cultivares resistentes ao fungo.

A viticultura é uma cadeia produtiva importante para Santa Catarina. A produção catarinense de uvas comuns, viníferas e de mesa foi de 46,7 mil toneladas em 2017/18, com produtividade média de 14,2 mil quilos por hectare. Esse total representa crescimento de 1% na área colhida e de 3% na produção de uva comum em relação à safra anterior. Por outro lado, a uva vinífera apresentou redução de 17% na área e de 40% na quantidade produzida.

Há vinte anos a Epagri/Cepaf, localizado em Chapecó, desenvolve trabalho com o objetivo introduzir a oliveira no território catarinense, e vem observando boa produtividade em algumas regiões. Atualmente o Estado conta com cerca de 70 hectares cultivados com a planta. Em 2019 já foram produzidos mais de mil litros de azeite extra virgem.

Informações e entrevistas
Eduardo Brugnara ou Maria Cristina Canale, na Epagri/Cepaf, pelo fone (49) 20497510

 

Informações para a imprensa
Gisele Dias, jornalista: (48) 99989-2992 / 3665-5147
Cinthia Freitas, jornalista: (48) 3665-5344
Isabela Schwengber, jornalista: (48) 3665-5407

 Foto: Cristiano Estrela/ Secom

O Governo do Estado mantém a posição de que é fundamental fazer a readequação do repasse do duodécimo e abrirá novas frentes de diálogo com os poderes. O objetivo é ampliar os recursos em caixa para investir em saúde, educação, infraestrutura e segurança pública. Nesta terça-feira, 11, a Assembleia Legislativa de Santa Catarina aprovou a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), mas, por maioria de votos em plenário, decidiu não fazer a readequação dos repasses. 

“O Governo respeita a autonomia da Assembleia Legislativa, mas se mantém firme no propósito de rever o repasse do duodécimo. Precisamos voltar a falar sobre isso, encontrar uma forma de esses recursos retornarem aos cofres públicos para que possamos investir. Estamos firmes nesse propósito”, garante o governador Carlos Moisés. Na avaliação dele, todos os poderes precisam contribuir para que os catarinenses tenham um retorno maior sobre os impostos que pagam. O próximo passo na discussão é, conforme Moisés, como as sobras serão repassadas ao Executivo.

Sem prejuízo aos poderes e municípios

Moisés esclarece que o projeto enviado não tinha qualquer impacto sobre os repasses aos municípios, uma vez que estes estão garantidos pela Constituição Federal. “Outra inverdade que circulou é que os órgãos precisariam diminuir o atendimento. Não procede. O corte foi linear e só afetaria 50% das sobras dos poderes, que poderiam ser usadas para as prioridades de Santa Catarina”, frisa o governador.

De acordo com ele, há dívidas herdadas de gestões passadas que precisam ser quitadas, além de carências no aporte de recursos em rodovias, escolas, segurança e saúde. “Precisamos avançar muito nos investimentos. O objetivo dessa proposta de economia é justamente esse”, afirma.

Distorção ocorre em todo o país

A revisão do duodécimo não é uma questão exclusiva a Santa Catarina. De acordo com o Tesouro Nacional, os poderes Legislativo e Judiciário, além do Ministério Público, encerraram o ano passado com R$ 7,7 bilhões sobrando. A Advocacia-Geral da União (AGU) já chamou a atenção do Supremo Tribunal Federal (STF) para essa distorção por meio de um memorando.

“Apesar de o poder Executivo ter dificuldades, outros Poderes acumulam grandes volumes de recursos não vinculados em suas contas, os quais são oriundos, em sua grande maioria, dos duodécimos repassados pelo Executivo”, explica o Tesouro Nacional, conforme o documento, publicado pelo jornal O Estado de S. Paulo.

Informações adicionais para a imprensa
Renan Medeiros
Assessoria de Imprensa
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Foto: Arquivo / Secom

O projeto de viodemonitoramento Bem-Te-Vi, da Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP), ajudou na localização e prisão dos primeiros foragidos da polícia nesta semana, em Florianópolis. O sistema de reconhecimento facial integrado às câmeras de vigilância está em fase de testes desde o começo deste ano na Capital. As prisões foram feitas no último domingo, 9, e nesta terça-feira, 11.

A primeira prisão auxilidade pelo sistema aconteceu no começo da tarde de domingo, por volta do meio-dia, quando o suspeito foi identificado pelas câmeras. Já a segunda ocorreu na noite de terça-feira. As duas ocorrências foram registradas na Capital.

O sistema de reconhecimento facial é integrado com bancos de dados de imagens, que cria um alerta quando um rosto é reconhecido, indicando se a pessoa possui situação irregular. Com essa sinalização, a Polícia Militar identifica a localização do suspeito e faz a abordagem.

Sobre o projeto Bem-Te-Vi

O projeto tem atualmente mais de 3 mil câmeras em todo o Estado, atuando em 136 cidades. Todo o trabalho é coordenado pela Divisão de Tecnologia da Informação e Comunicações (DTIC), da SSP.

Informações adicionais à imprensa:
Melina Cauduro
Assessoria de Imprensa
Secretaria de Estado da Segurança Pública - SSP
(48) 3665-8183 / (48) 99938-9839
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