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Eduardo Pinho Moreira assume Governo de SC

Transmissão do cargo de governador

O governador licenciado Raimundo Colombo transmitiu o cargo ao governador em exercício Eduardo Pinho Moreira, que assumiu o Governo de Santa Catarina com duas prioridades bem definidas: a Saúde e a Segurança Pública

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Equipes em Bela Vista do Toldo. Foto: Edson Antocheski/ Defesa Civil Regional em Canoinhas 

O serviço de mapeamento das áreas de risco nos municípios começou em Santa Catarina. Nesta terça-feira, 16, técnicos da Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM) estão em campo para coletar dados para o trabalho de prevenção. O serviço foi contratado pela Secretaria de Estado da Defesa Civil SC por meio de um convênio com a companhia. O valor total é de R$ 4.712.596,00 e a atividade deve durar 18 meses.

As equipes serão distribuídas em três grandes áreas. Duas equipes para a Grande Florianópolis e Sul do Estado; cinco equipes em Chapecó para trabalhar no Planalto e Oeste; e em Joinville também há equipes da CPRM para atuar no Litoral Norte, Planalto Norte e parte do Vale do Itajaí.

O serviço produzido pelos profissionais resultará no mapeamento completo do Estado tanto para setorização de risco quanto para a suscetibilidade a movimento de massa e inundação. É um fato inédito para Santa Catarina e o Brasil, como afirma o secretário adjunto da Defesa Civil SC, Fabiano de Souza. "Não existe nenhum Estado no Brasil que tenha o território completo estadual com esses produtos", destaca.

A chefe da Divisão de Geologia Aplicada da CPRM, Sandra Fernandes da Silva, diz que o mapeamento vai caracterizar o comportamento do Estado frente ao perigo. "Facilita muito a gestão do desastres. O gestor público vai saber exatamente as regiões que deve evitar no município para não perder vidas e materiais", explica.

Serviços realizados durante o mapeamento

- Setorização de risco geológico alto e muito alto frente a movimentos de massa e eventos destrutivos  da natureza geológica, em nível muito alto e alto, para 185 municípios;

- Elaboração de pré-cartas de suscetibilidade a movimentos gravitacionais de massa e eventos de natureza hidrológica (enchentes, inundação e enxurrada, em 238 municípios;

- Mapeamento de perigo de acordo com os aspectos metodológicos preconizados no manual de mapeamento do Projeto Gides para 5 municípios pilotos (Braço de Norte, Santo Amaro da Imperatriz, Guaramirim, Rio do Sul e Herval do Oeste);

- Elaboração de cartas finais de suscetibilidade a movimentos gravitacionais de massa e eventos de natureza hidrológica (enchente, inundação e enxurrada) para 40 municípios.

Saiba mais

Setorização de Risco: mapa com mais detalhes onde já existe risco definido.

Carta de suscetibilidade a movimento de massa e inundação: serve para verificação de aptidão para a urbanização do município, elaborar o plano diretor.

Projeto Gides: Projeto de Fortalecimento da Estratégia Nacional de Gestão Integrada de Riscos e Desastres numa parceria entre Brasil e Japão. Tem como objetivo reduzir os riscos de desastres geológicos através de medidas preventivas não estruturais. Os principais resultados são melhoria dos sistemas de avaliação e mapeamento de riscos, previsão e alerta e também o planejamento urbano na atuação de prevenção de desastres.

Utilidade na prevenção

Os produtos servem como base para o município planejar o crescimento de forma preventiva e diminuir os riscos de desastres naturais. Pode ser usado para realizar um plano de redução de risco; área prioritária do município; local recomendado para investir numa obra de infraestrutura de redução de risco; fundamental para os planos diretores municipais.

Utilidade na resposta

Com relação à resposta, o mapeamento é direcionado onde já existe risco. Ele dá suporte para elaborar o plano de contingência municipal mais seguro e também auxilia para a emissão de alertas. 

Informações adicionais para a imprensa
Cleiton Ferrasso
Assessoria de Imprensa 
Secretaria de Estado da Defesa Civil - SDS
Fone: (48) 3664-7009 / 99185-3889
E-mail: defesacivilsc@gmail.com
Site: www.defesacivil.sc.gov.br


Curso de graduação em Moda oferece 11 vagas pelo  Sisu em Florianópolis. Foto: Jonas Pôrto/Udesc

Candidatos do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2017 poderão se inscrever gratuitamente para a primeira edição de 2018 do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) entre 29 de janeiro e 1º de fevereiro, no site do Ministério da Educação (MEC).

A Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) é uma das 130 instituições com oportunidades nessa edição, oferecendo quase 400 vagas de 43 graduações para o primeiro semestre deste ano, em Balneário Camboriú, Chapecó, Florianópolis, Ibirama, Joinville, Lages, Laguna, Pinhalzinho e São Bento do Sul. Confira o edital.

Das vagas de cada curso da Udesc, 20% delas estão destinadas para candidatos que tenham feito integralmente o ensino médio na rede pública e 10% são oferecidas para candidatos negros.

Critérios de participação

Cada participante poderá escolher até duas opções de cursos de graduação no Sisu, conforme as notas de corte. O desempenho dos candidatos no Enem será publicado em 19 de janeiro.

Somente poderá concorrer na seleção do MEC quem fez todas as provas do Enem neste ano, conseguir nota acima de zero na redação e tiver certificado de conclusão do ensino médio para a matrícula na universidade.

Nota de corte, resultado e lista de espera

Durante o período de inscrições, a classificação parcial e a nota de corte do Sisu serão divulgadas diariamente para consulta no site do MEC. O resultado da primeira chamada será publicado em 2 de fevereiro, enquanto a matrícula poderá ocorrer entre 5 e 7 de fevereiro.

De 2 a 16 de fevereiro, ficará aberto o prazo para participar da lista de espera dos cursos. A convocação para as vagas que não forem preenchidas está prevista para começar em 20 de fevereiro.

Mais informações podem ser obtidas com a Coordenadoria de Vestibulares e Concursos (Covest) pelos telefones (48) 3664-8089 e 8091, das 13h às 19h, e pelo e-mail vestiba@udesc.br.

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Assessoria de Comunicação da Udesc
E-mail: comunicacao@udesc.br
Telefones: (48) 3664-7935/8010


Foto: James Tavares/Secom

Durante o verão é necessário ter cuidados redobrados com a alimentação. A Diretoria de Vigilância Epidemiológica da Secretaria Estado de Saúde (Dive/SES) alerta para os casos de virose e intoxicação que tendem a crescer neste período, em função do aumento do consumo de alimentos e bebidas contaminados ou conservados de maneira inadequada e pelo contato com água imprópria para banho, aliado a um aumento na circulação de vírus, bactérias e parasitas que causam essas doenças.

“Os principais cuidados que se deve tomar é manter os alimentos sempre bem refrigerados e não consumir os de procedência duvidosa. Quando vamos para a praia precisamos estar atentos, principalmente para sacolés, raspadinhas e sucos, pois é difícil saber se a água utilizada era de boa procedência, por exemplo”, alerta enfermeira Vanessa Vieira da Silva, gerente de Imunização Doenças Imunopreveníveis e DTHA da Dive/SES.

Nos últimos quatro anos, Santa Catarina registrou 242 surtos de Doenças Transmitidas por Alimentos (DTA) notificados, com 5.661 doentes e 818 hospitalizações. Dentre os surtos notificados, somente 32% (78/242) tiveram o agente etiológico identificado, sendo os mais frequentes a Salmonella spp (21 surtos), Staphylococcus aureus(20 surtos), E.coli enteropatogênica (11 surtos), Bacillus cereus (10 surtos) e Clostridium perfringens (9 surtos). Em geral, eles são transmitidos devido ao preparo e acondicionamento incorreto de alimentos, ao consumo de bebidas (água, sucos, gelo) de procedência duvidosa e à ausência de cuidados com a higiene pessoal (lavagem das mãos), que facilitam a transmissão de patógenos causadores da diarreia. 

Atenção aos sinais e sintomas

Os sintomas de intoxicação alimentar, em geral, são náuseas, fraqueza, dor abdominal e palidez. O maior risco é a desidratação decorrente de uma possível diarreia ou vômito. Por isso, é importante ingerir líquidos, especialmente água filtrada. “Em algumas situações, é necessária a reposição hídrica por meio de soro, e, por isso, é muito importante procurar um médico”, ressalta Vanessa.

As viroses (rotavírus/norovírus) são altamente contagiosas, podendo sobreviver por até sete dias nas superfícies. São transmitidas diretamente – pessoa para pessoa - ou indiretamente, por meio de alimentos ou água contaminados pelo manuseio. Acometem adultos e crianças, sendo caracterizadas por náusea, vômito, diarreia, febre, dores epigástrica e abdominal com quadro clínico leve a moderado e duração, em geral, de um a cinco dias.

Como evitar os fatores de risco

- Não consumir alimentos que estejam fora do prazo de validade estabelecido pelo fabricante, mesmo que sua aparência seja normal;

- Mesmo dentro do prazo de validade, não consumir alimentos que pareçam deteriorados, com aroma, cor ou sabor alterados;

- Não consumir alimentos em conserva cujas embalagens estejam estufadas ou amassadas;

- Lavar frequentemente as mãos com água e sabão, especialmente após utilizar o sanitário e antes de se alimentar, preparar ou manipular alimentos;

- Quando levar alimentos para a praia, garanta que eles estão bem protegidos e com a conservação térmica adequada;

- Não tomar banho em praias impróprias ou em rios e córregos poluídos. Em época de chuva, o risco se agrava devido ao espalhamento de lixo e esgoto, aumentando as áreas com poluição;

- Embalar adequadamente os alimentos antes de colocá-los na geladeira;

- Lavar os utensílios de cozinha, especialmente depois de ter lidado com alimentos crus;

- Evite comer carne crua e mal passada, qualquer que seja sua procedência;

- Somente beber leite fervido ou pasteurizado;

- Higienizar frutas, legumes e verduras com solução de hipoclorito a 2,5% (diluir uma colher de sopa de água sanitária para um litro de água por 15 minutos, lavando em água corrente em seguida, para retirar resíduos);

- Lavar superfícies que tenham sido contaminadas com vômito e fezes de pessoas doentes, usando água e sabão. E, logo após, desinfectar com água sanitária.

Informações adicionais para a imprensa:
Patrícia Pozzo
Núcleo de Comunicação
Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive)
Secretaria de Estado da Saúde
Fone: (48) 3664-7406 | 3664-7402
E-mail: divecomunicacao@saude.sc.gov.br
www.dive.sc.gov.br


Fotos: Michele Nunes/SDS

Itajaí, Botuverá, São João Batista, Tijucas, Balneário Barra do Sul e Navegantes assinaram nesta segunda-feira, 15, o termo de compromisso para implantação do SC Bem Mais Simples. “O programa foi instituído pela lei 17.071, que completou um ano no último sábado. Continuaremos percorrendo o Estado, apresentando os benefícios da simplificação para a economia, para sensibilizar os representantes municipais da importância do tema”, afirma o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDS), Carlos Chiodini. O ato ocorreu na Prefeitura de Itajaí.

Segundo ele, hoje os processos são lentos e, além de afastarem potenciais empreendedores, contribuírem para uma maior informalidade. “São muitas etapas para abrir um negócio, isso faz com que o empreendedor desanime. Criamos um modelo mais rápido, moderno e simples, que reduz o tempo e os custos para abertura de empresas no Estado”, explica Chiodini.

>>> Galeria de fotos

O programa prevê o Enquadramento Empresarial Simplificado (EES), com base nas informações constantes da autodeclaração dos empreendedores, que será feita online. Estabelecimentos que possuem baixo potencial poluidor, baixo risco sanitário e pouca complexidade terão a abertura facilitada.

Ainda em janeiro, serão realizadas apresentações sobre simplificação em Blumenau e Florianópolis. O SC Bem Mais Simples conta com adesão de 87 prefeituras e a expectativa do Governo do Estado é atingir os 295 municípios catarinenses ainda em 2018.

Informações adicionais para a imprensa
Michelle Nunes
Assessoria de Imprensa 
Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável - SDS
E-mail: michelle@sds.sc.gov.br
Fone: (48) 3665-2266 / 99929-4998
Site: www.sds.sc.gov.br


Fotos: Julio Cavalheiro/Arquivo Secom

Santa Catarina encerrou mais um ano com altos índices em transplantes. Em 2017, foram registrados 282 doadores de múltiplos órgãos no estado, correspondendo ao inédito 40,28 doadores por milhão de população (pmp) por ano. Esses dados consolidam a posição catarinense junto aos melhores resultados do mundo em doação de órgãos para transplantes.

Segundo o coordenador do SC Transplantes, Joel de Andrade, se Santa Catarina fosse um país teria um dos cinco melhores resultados entre os que possuem atividade transplantadora, sendo que em alguns destes os programas de doação de órgãos são com coração parado e o Brasil é exclusivamente em situações de morte encefálica. "Os 31 doadores a mais, em relação a 2016, foram obtidos com um aumento na efetivação do processo para 49,6%. Houve redução da não autorização das famílias para 33% e as perdas por parada cardíaca diminuíram para 7,5%", comemora Joel.

Além disso, só no mês de dezembro de 2016, foram registrados 38 doações efetivas batendo o próprio recorde catarinense de 29 doações em um mês, que havia sido em setembro do mesmo ano. "Para que se tenha ideia, 38 doações transformadas em média anual, corresponderiam 65 doadores p.m.p. ao ano, ou seja, valores que superam o teto desta atividade no mundo. O número obtido representa mais que um doador a cada dia para uma população de 7 milhões de habitantes", explica o coordenador do SC Transplantes.

Esses ótimos índices catarinenses demonstram que o Brasil pode ter resultados comparáveis aos melhores do mundo em transplantes, como vem ocorrendo no Paraná, Rio Grande do Sul, Ceará e outros estados. Os avanços nesta área são muitos, mas o objetivo é diminuir a espera e angústia dos pacientes que aguardam na fila por transplante.

>>> Saiba tudo sobre o SC Transplantes 

Informações adicionais para a imprensa:
Gabriela Ressel
Assessoria de Comunicação
Secretaria de Estado de Saúde
Telefone: (48) 3664-8822
E-mail: imprensa@saude.sc.gov.br e secretariadeestadodasaude@gmail.com

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