Encontre serviços oferecidos pelo Governo de SC

Reunimos neste site tudo o que o Governo pode fazer por você

Notícias em destaque

Serviços em destaque

Vídeos

Eduardo Pinho Moreira assume Governo de SC

Transmissão do cargo de governador

O governador licenciado Raimundo Colombo transmitiu o cargo ao governador em exercício Eduardo Pinho Moreira, que assumiu o Governo de Santa Catarina com duas prioridades bem definidas: a Saúde e a Segurança Pública

Oportunidades

Próximos eventos


Foto: Robson Valverde/SES

O secretário de Estado da Saúde, Murillo Capella, esteve reunido na manhã desta sexta-feira, 12, com os membros do Centro de Operações de Emergência em Saúde (Coes) para avaliar os danos causados pelos altos volumes de chuva registrados em Santa Catarina desde o dia 9 de janeiro. Também foram discutidas estratégias de trabalho para os próximos dias, devido a indicação de continuidade das chuvas pela Defesa Civil do Estado.

Uma das maiores preocupações é o aparecimento de casos de leptospirose e acidentes com animais peçonhentos, neste período após inundações. “Temos disponível no portal da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive) o Protocolo de Tratamento Precoce da Leptospirose e uma nota de alerta será enviada para a Atenção Básica de todos os municípios afetados com as enchentes. Os profissionais que atuam nas emergências dos hospitais da SES estão cientes do protocolo e preparados para atender a população nessas situações”, explica o superintendente de Vigilância em Saúde, Fábio Gaudenzi.

O secretário lembrou também que em decorrência de enchentes e alagamentos outras doenças podem ocorrer, como de transmissão respiratórias, tétano, doenças alimentares e diarreicas e hepatites A e E. “Por isso, é importante que todos façam a sua parte auxiliando os serviços de saúde na prevenção e tratamento de doenças e alertando a população dos riscos neste período de chuvas intensas”, explicou Murillo Capella.

>>> Alagamentos e enchentes exigem ações para prevenção de doenças

O Coes funciona como mecanismo de coordenação e estratégia para ampliar a capacidade da Secretaria Estadual de Saúde (SES) de intervir, oportunamente, na resposta às emergências de saúde pública. A sua estruturação permite a análise dos dados e das informações para subsidiar a tomada de decisão dos gestores e técnicos, incluindo a mobilização de recursos para o restabelecimento dos serviços de saúde e a articulação da informação entre as três esferas de gestão do Sistema Único de Saúde (SUS). O comitê é composto por profissionais de diversas áreas da SES e atua em qualquer situação de emergência em saúde.

>>> Protocolo de Tratamento Precoce da Leptospirose

>>> Alerta Epidemiológico e demais informações 

Informações adicionais para a imprensa:
Gabriela Ressel
Assessoria de Comunicação
Secretaria de Estado de Saúde
Telefone: (48) 3664-8822
E-mail:
imprensa@saude.sc.gov.br e secretariadeestadodasaude@gmail.com

 


Foto: James Tavares/Arquivo Secom

A Fundação do Meio Ambiente (Fatma) emitiu nesta sexta-feira, 12, o quinto relatório das condições das praias desta temporada de verão. As coletas foram feitas entre 8 e 12 deste mês e, dos 215 pontos avaliados, 62,8% (135) estão próprios para banho. O relatório completo está no www.fatma.sc.gov.br ou no aplicativo Praias SC, disponível para Android.

Apesar do aumento dos pontos próprios para banho em relação à análise da semana passada, os técnicos alertam que algumas coletas foram feitas antes da grande quantidade de chuva que caiu em Santa Catarina nos últimos dias. “Cumprimos um cronograma de coletas independente das condições climáticas. Sempre alertamos para que os banhistas evitem o banho de mar, principalmente se for próximo a saídas de rios e galerias pluviais, por um período de até 24 horas após as chuvas, mesmo que no local tenha uma placa afirmando que está próprio para banho”, avisa o técnico de laboratório Marlon Daniel da Silva.

De acordo com o quinto relatório, dos 75 pontos avaliados em Florianópolis, 45 (60%) estão próprios para banho. No restante do Litoral, 90 (64,3%) locais analisados estão aptos para os banhistas. Em relação ao relatório passado, 14 pontos em toda a costa de Santa Catarina passaram a ser impróprios e 20 mudaram para próprios.

Na internet

Durante a temporada de verão, a Fatma realiza as análises semanalmente. Assim que os resultados são cadastrados no sistema, o site e o aplicativo são atualizados automaticamente. “Indicamos que se observe o histórico do local. Se, na maior parte do tempo está próprio, a chance de estar contaminado é menor que um local que apresenta um histórico de impropridade”, explica o gerente de Pesquisa e Análise Ambiental, Oscar João Vasquez Filho.

Como a balneabilidade é feita

Para dizer se um ponto é próprio ou impróprio para banho, a Fatma analisa a presença da bactéria Escherichia Coli, presente em fezes de animais e humanos. São necessárias cinco coletas consecutivas para se obter o resultado. “Começamos a colher as amostras para o início da temporada em 6 de novembro. Quando em 80% das análises a quantidade da bactéria é inferior a 800 por 100 mililitros, o ponto é considerado próprio”, Silva. Além da estrutura da fundação, outros dois laboratórios parceiros contribuem para as análises.  

Os pontos analisados são nos municípios Araranguá, Bal. Arroio do Silva, Bal. Gaivota, Bal. Camboriú, Bal. Piçarras, Bal. Rincão, Barra Velha, Biguaçú, Bombinhas, Florianópolis, Garopaba, Gov. Celso Ramos, Imbituba, Itajaí, Itapema, Itapoá, Jaguaruna, Joinville, Laguna, Navegantes, Palhoça, Passo de Torres, Penha, Porto Belo e São José. 

Mais informações para a imprensa:
Claudia De Conto
Assessoria de Comunicação
Fundação do Meio Ambiente (Fatma)
E-mail: comunicacao@fatma.sc.gov.br
Fone: (48) 3665-4177 / 99172-8277 / 98845-7087 
www.fatma.sc.gov.br 

 


Foto: James Tavares/Arquivo Secom

Devido aos altos volumes de chuva registrados em Santa Catarina, a Diretoria de Vigilância Epidemiológica (DIVE) da Secretaria de Estado da Saúde (SES) alerta a população e os serviços de saúde para o aumento da possibilidade de transmissão de doenças, como a leptospirose, e de acidentes com animais peçonhentos. O Alerta Epidemiológico e todas as demais informações estão reunidas na página da DIVE.

“Uma das principais ocorrências após as inundações é o aparecimento de casos de leptospirose transmitida aos seres humanos pelo contato com água ou lama contaminadas pela urina de animais como ratos”, alerta a gerente da Gerência de Zoonoses da DIVE/SC, Suzana Zeccer. De acordo com ela, os casos de leptospirose costumam aumentar quando as águas ainda estão baixando, ou quando as pessoas retornam às suas residências e fazem a limpeza das casas. Nesse momento, também podem ocorrer acidentes com animais peçonhentos, como serpentes, aranhas e escorpiões, que procuram abrigo em locais secos e costumam invadir as residências.

“Profissionais de saúde, tanto os que atuam em Vigilância Epidemiológica ou Sanitária quanto os da atenção básica, devem estar atentos para um possível aumento no número de casos dos agravos relacionados a estes eventos climáticos, e manterem-se preparados para monitorar regiões atingidas”, disse o superintendente de Vigilância em Saúde da SES, médico infectologista Fábio Gaudenzi. O objetivo é determinar as características da área, população atingida, realizar a busca de casos e encaminhamento de suspeitas para unidades de saúde.

Outras doenças frequentes em decorrência de enchentes e alagamentos são as de transmissão respiratórias, principalmente em função da permanência temporária em alojamentos e abrigos, com uma grande quantidade de pessoas convivendo em um mesmo espaço. Podemos citar como exemplos: influenza, meningites, difteria, coqueluche, varicela, tuberculose, entre outrass. Também pode haver casos de doenças de transmissão hídrica e alimentar (DTHA), em virtude da contaminação da água das redes públicas de abastecimento. “Como o consumo de água é uma necessidade básica, muitas vezes a população acaba utilizando água contaminada, expondo-se ao risco de diarreia, cólera, febre tifoide, meningites por enterovírus e hepatites A e E”, afirma a gerente de Vigilância de Doenças Imunopreveníveis, Imunização e DTHA da DIVE/SC,  Vanessa Vieira da Silva.

Medidas de prevenção

  • Evite contato com água ou lama de enchentes e não deixe que crianças brinquem no local;

  • Use botas e luvas quando trabalhar em áreas com água possivelmente contaminada, como é o caso de alagamentos;

  • Pessoas que trabalham na limpeza de lama, entulho e esgoto devem usar botas e luvas de borracha para evitar o contato da pele com água e lama contaminadas. Se isso não for possível, usar sacos plásticos duplos amarrados nas mãos e nos pés;

  • Quando as águas baixam é necessário retirar a lama e desinfetar as casas, sempre se protegendo com luvas e botas. O chão, paredes e objetos devem ser lavados e desinfetados com água sanitária, na proporção de dois copos (400 ml) do produto para um balde de 20 litros de água, deixando agir por 10 minutos;

  • Jogue fora alimentos e medicamentos que tiveram contato com a água dos alagamentos;

  • Lembre-se que serpentes, aranhas e escorpiões podem estar em qualquer lugar da casa, principalmente em locais escuros. Nunca coloque as mãos em buracos ou frestas. Use ferramentas como enxadas, cabos de vassoura e pedaços compridos de madeira para mexer nos móveis. Bata os colchões antes de usar e sacuda cuidadosamente roupas, sapatos, toalhas e lençóis;

  • Em caso de encontrar animais peçonhentos dentro da residência, afaste-se lentamente, sem assustá-los. E nunca pegue com as mãos animais peçonhentos, mesmo que pareçam estar mortos.

Como agir em caso de mordedura de animais peçonhentos

  • O acidentado deve procurar imediatamente um serviço de saúde, para que seja devidamente atendido. O tratamento deve ser sempre administrado por profissional habilitado e, de preferência, em ambiente hospitalar;

  • NUNCA se deve chupar o local da picada. Não é possível retirar o veneno do corpo, pois ele é rapidamente absorvido pela corrente sanguínea;

  • Não amarre o braço ou a perna picada porque isso dificulta a circulação do sangue, podendo produzir necrose ou gangrena;

  • Não corte o local da picada. Alguns venenos produzem hemorragia e o corte aumentará a perda de sangue.

Informações adicionais para a imprensa:
Patrícia Pozzo
Núcleo de Comunicação
Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive)
Secretaria de Estado da Saúde
Fone: (48) 3664-7406 | 3664-7402
E-mail: divecomunicacao@saude.sc.gov.br
www.dive.sc.gov.br

 


Foto: Simone Sartori/GVG

O vice-governador Eduardo Moreira avaliou, nesta sexta-feira, 12, os problemas decorrentes da enxurrada que atingiu Florianópolis na quinta-feira, 11. “A situação está controlada. As estradas estão transitáveis, não faltam água e energia e os sistemas de segurança e saúde estão todos funcionando normalmente. As instituições estaduais estão presentes e atuantes em todas os municípios atingidos”, afirmou Eduardo Moreira em reunião com o secretário nacional da Defesa Civil, Newton Rambow, o secretário de Estado da Defesa Civil, Rodrigo Moratelli,  o prefeito de Florianópolis, Gean Loureiro, o presidente da Casan, Valter Gallina, representantes da Celesc, senadores e deputados federais. 

>>> Galeria de fotos

Eduardo Moreira lembrou que o governador Raimundo Colombo já autorizou o repasse de R$ 3 milhões à prefeitura de Florianópolis para reparos emergenciais. “São recursos a fundo perdido, para ajudar na retomada da normalidade o mais rápido possível”, salientou. De acordo com o prefeito Gean Loureiro, 200 ruas foram danificadas pela forte chuva na Capital. Problemas em outras 50 ruas no bairro Campeche (região Sul), segunda área mais atingida além do Norte da Ilha, ainda estão sendo levantados. 

As chuvas

Em Santa Catarina, de acordo com Moratelli, além de Florianópolis, outros 20 municípios registraram grandes volumes de chuva em 48 horas de monitoramento até as 8 horas de quinta-feira. Entre eles, Governador Celso Ramos (241mm), Palhoça (217mm), São José (216mm), Antônio Carlos (181mm), Penha (180mm), Itapema (176mm), Biguaçu (167mm), Navegantes (166mm) e São Francisco do Sul (154). Além de participar dos trabalhos de recuperação das áreas atingidas, a Defesa Civil vai acelerar as homologações dos decretos de emergência para agilizar a liberação de recursos federais destinados a estes casos, assegurou Moratelli.

Na madrugada de quinta-feira, informou a Epagri/ Ciram, foram registrados totais elevados de precipitação em torno de 200mm em Florianópolis, sendo cerca de 150mm (chuva esperada para o mês inteiro) em apenas 3 horas, no início da madrugada. Esses totais elevados foram registrados nas áreas do centro-norte da Ilha de Santa Catarina, nas estações dos bairros Itacorubi e de Carijós.

A chuva persistente dos últimos dias já acumulou, em 61 horas, totais entre 300 mm e 400 mm nessa região, mais que o dobro do esperado para janeiro. Essa chuva esteve associada ao fluxo de umidade proveniente da Amazônia, do oceano e a um vórtice ciclônico entre o litoral do RIo Grande do Sul e Santa Catarina.

Esse não foi o único caso de valores extremos de chuva em Florianópolis. Para se ter uma ideia, o recorde absoluto de 24h é de 404,8 mm na estação meteorológica de São José, no dia 15/11/1991, e 250mm em Florianópolis, no dia 4/2/2001. Os casos de chuva mais intensa normalmente ocorrem no verão. Na maior parte do Estado, os totais de chuva entre terça e quinta-feira ficaram entre 40mm e 80mm. Valores acima de 100mm ocorreram no Litoral, entre Imbituba e Litoral Norte.

>>> Governo do Estado libera R$ 3 milhões para prefeitura de Florianópolis reparar danos provocados pelas chuvas

Informações adicionais para a imprensa:
Vitor Louzado
Assessoria de Imprensa 
Gabinete do Vice-governador
E-mail: vhlouzado@hotmail.com
Telefone: (48) 3665-2084 / 99118-9821
Site: www.sc.gov.br
www.facebook.com/governosc e @GovSC


Foto: Leneza Della Krás/ADR Araranguá

No fim da tarde desta quinta-feira, 11, o representante do Instituto Ideas, contratado emergencialmente pela Secretaria de Estado da Saúde para gerir o Hospital Regional de Araranguá, recebeu as chaves da unidade hospitalar das mãos do oficial de Justiça. 

A entrega representa o início dos trabalhos visando a retomada de atendimento gradativo no HRA. Já nesta sexta-feira, 12, técnicos da Secretaria de Estado da Saúde e da Agência de Desenvolvimento Regional (ADR) de Araranguá, coordenados pela gerente Regional de Saúde Patrícia Paladini, iniciam o levantamento de materiais, equipamentos e insumos.  

Recebeu as chaves o diretor Leon Iotti, do Ideas. A entrega contou com a presença do secretário executivo da ADR Araranguá, Heriberto Afonso Schmidt, a gerente Regional de Saúde, Patrícia Gomes Jones Paladini, a consultora jurídica da Secretaria de Estado da Saúde, Janine Siqueira, a procuradora do Estado - Regional Criciúma, Vanessa Weirich, e a técnica da SES, da comissão de transição, Eliane Aparecida de Oliveira.

O secretário executivo da ADR comemora o momento. “Esta quinta-feira foi decisiva para o futuro do Hospital Regional de Araranguá. Iniciamos com reunião de negociação entre Instituto Ideas e Sindisaúde, e encerramos com a entrega das chaves. Agora realizaremos uma força-tarefa para que a população possa contar novamente com os serviços do hospital. Vamos cobrar qualidade do gestor, atendendo ao pedido do governador Raimundo Colombo e o vice-governador Eduardo Pinho Moreira”, concluiu Schmidt.

Informações adicionais para a imprensa
Leneza Della Krás
Assessoria de imprensa
Agência de Desenvolvimento Regional de Araranguá
E-mail: imprensa@aru.adr.sc.gov.br
Telefones: (48) 3529-0084 / 99183-1799
Site: www.adrs.sc.gov.br/adrararangua
Facebook: www.facebook.com/regional.ararangua

Página 23 de 268