Encontre serviços oferecidos pelo Governo de SC

Reunimos neste site tudo o que o Governo pode fazer por você

Notícias em destaque

Serviços em destaque

Vídeos

Com a Palavra, o Governador - 16 de fevereiro de 2018

Com a Palavra, o Governador - 16 de fevereiro de 2018

O Governador Raimundo Colombo fala sobre sua licença, o período de transição que se aproxima e um análise geral sobre o estado e o governo

Oportunidades

Próximos eventos


Fotos: Julio Cavalheiro / Secom

O aniversário de 91 anos da Ponte Hercílio Luz, em Florianópolis, será comemorado neste sábado, 13, em meio ao cenário de obras avançadas para a completa restauração do famoso cartão postal catarinense. São diferentes frentes de trabalho em andamento para garantir a reabertura da ponte em 2018.

O engenheiro fiscal da obra da Ponte Hercílio Luz, Wenceslau Diotallévy, explica que as equipes trabalham no reforço de todas as fundações para preparar a obra para receber o peso extra da estrutura provisória que vai sustentar as barras de olhal, para que estas barras possam ser trocadas em uma etapa mais adiante. E, paralelamente, trabalham na montagem dessa nova estrutura provisória, que já ganha forma.

“Estamos avançando visivelmente na construção da estrutura que fará o suporte temporário das barras de olhal. O governo está cumprindo religiosamente os pagamentos e isso cria uma sinergia e uma confiança muito grande em toda a equipe envolvida na restauração. Todos estão imbuídos da missão de entregar a ponte para a população de Santa Catarina em 2018”, destaca.

>>> Mais imagens na galeria

Antes da troca das barras de olhal, no entanto, será necessária uma nova operação para transferência de carga da ponte para a estrutura construída abaixo da obra, a chamada ponte segura. Será um trabalho semelhante ao realizado em fevereiro deste ano, quando foram transferidos 20% de carga da ponte. O procedimento foi executado com sucesso em uma ação de quatro horas, entre a noite do dia 11 e a madrugada do dia 12.

Agora, serão transferidos os 80% restantes. Como será uma operação de maior porte, estão previstos entre 10 e 12 dias de trabalho, a partir da data inicial de 2 de outubro, explica o engenheiro Wenceslau Diotallévy. “Vamos repetir todas as operações que foram feitas na primeira ação, envolvendo diferentes órgãos, como a equipe da Defesa Civil e profissionais da segurança pública”, acrescenta.

A empresa Empa, do grupo português Teixeira Duarte, é a responsável pelo atual ciclo das obras de restauração. A ordem de serviço para os trabalhos foi assinada em abril de 2016, com prazo de execução previsto em 30 meses, o que aponta a conclusão das obras no segundo semestre de 2018. Quando reaberta, terá duas vias para receber veículos e espaço para ciclistas e pedestres.

Saiba mais sobre a Ponte Hercílio Luz

A construção - A Ponte Hercílio Luz, em Florianópolis, foi inaugurada há 91 anos, no dia 13 de maio de 1926. Mas, antes disso, foram três anos e meio de trabalho. A ponte foi construída entre novembro de 1922 e maio de 1926 pela empresa americana Byington & Sundstrom. 

Ponte da Independência vira Ponte Hercílio Luz - A ideia inicial era nomear a estrutura como Ponte da Independência. Mas optou-se por Hercílio Luz em homenagem ao governador de Santa Catarina, que foi um dos responsáveis pela idealização da ponte, mas não conseguiu ver a obra pronta. Quando ainda era governador, em meados de 1924, a saúde de Hercílio Luz estava profundamente debilitada. Diante da situação, foi organizada uma cerimônia de inauguração simbólica da ponte, em 8 de outubro de 1924, antes dos trabalhos serem concluídos. Em 20 de outubro daquele mesmo ano, 12 dias após o ato simbólico, Hercílio Luz faleceu.

Um gigante de aço - A Ponte Hercílio Luz tem extensão de 821 metros, sendo formada pelos viadutos de acesso do Continente, com 222,5 metros; da Ilha, com 259 metros; e pelo vão central pênsil com extensão de 339,5 metros. A altura das torres principais é de 74,21 metros. A altura do vão pênsil em relação ao nível de maré média é de 30,86 metros. A estrutura de aço tem o peso aproximado de 5 mil toneladas.

Tombamentos - Em 4 de agosto de 1992, a Ponte Hercílio Luz foi tombada como Patrimônio Histórico, Artístico e Arquitetônico do Município de Florianópolis.
Em 13 de maio de 1997, o Governo do Estado homologou o Tombamento da Ponte Hercílio Luz, de propriedade do Estado de Santa Catarina. E no dia 15 de maio do mesmo ano, foi assinado declaração de utilidade pública para fins de aquisição por doação ou desapropriação, amigável ou judicial, os imóveis compreendidos na área de entorno da Ponte Hercílio Luz.
Também em 15 de maio de 1997, o Ministério da Cultura reconheceu a Ponte Hercílio Luz como Patrimônio Histórico, Artístico e Arquitetônico do Brasil.

Interdições - A ponte foi interditada totalmente ao tráfego em 22 de janeiro de 1982. Em 15 de março de 1988, foi reaberta somente ao tráfego de pedestres, bicicletas, motocicletas e veículos de tração animal. Mas em 4 de julho de 1991, a Ponte Hercílio Luz foi novamente interditada a qualquer tipo de tráfego e retirado o piso asfáltico do vão central, resultado em um alívio de peso da ordem de 400 toneladas, não tendo sido mais aberta ao tráfego. 

>>> Veja fotos e outras informações sobre a ponte no site oficial: www.pontehercilioluz.sc.gov.br.  

Informações adicionais para a imprensa:
Alexandre Lenzi
Assessoria de Imprensa 
Secretaria de Estado de Comunicação - Secom
E-mail: lenzi@secom.sc.gov.br
Telefone: (48) 3665-3018 / 98843-4350
Site: www.sc.gov.br
www.facebook.com/governosc e @GovSC


Fotos: James Tavares / Secom

O governador Raimundo Colombo reuniu os secretários executivos das Agências de Desenvolvimento Regional (ADRs) na tarde desta sexta-feira, 12, em Lages, para tratar da promoção da segunda edição do Fundo de Apoio aos Municípios (Fundam), uma iniciativa do Governo do Estado. O investimento previsto para esta nova edição é de R$ 700 milhões, como importante medida para dinamizar a economia catarinense.


Fotos:Hele
na Marquardt/ADR Ibirama

Se para as pessoas que enxergam, o fato de não saber ler e escrever acaba sendo uma limitação tanto para o desenvolvimento profissional quanto pessoal, imagine para quem nasceu sem a visão ou a perdeu ao longo da vida. Pensando em proporcionar total autonomia aos cerca de 200 deficientes visuais que frequentam a Rede Pública Estadual, o Governo de Santa Catarina utiliza diversas ferramentas que garantem a alfabetização. O braille, por exemplo, é uma das mais utilizadas e tem sido fundamental para o aprendizado e para a inclusão social desses estudantes.

Os gêmeos Henry e Ryan Alves sabem muito bem dessa importância. Os irmãos, com 10 anos, nasceram prematuros e perderam a visão durante os quase três meses que ficaram na incubadora em um hospital. Ao longo da vida estudaram em uma pequena escola municipal de Ibirama, mas só neste ano, quando passaram a frequentar as aulas na Escola Estadual Eliseu Guilherme, onde os professores utilizam o braille, é que estão sendo alfabetizados.

Apesar do atraso, a escrita com bolinhas encanta os meninos, que já aprenderam a escrever o próprio nome e palavras simples como gato ou bola. Além das aulas normais, eles frequentam também o Atendimento Educacional Especializado (AEE) da escola duas vezes por semana e aos poucos conseguem se aventurar pelo fantástico mundo das letras e ter mais autonomia nos estudos.

Mas para ensinar melhor o sistema de braille, professores e a assistente técnico-pedagógica da escola passaram por uma das capacitações ofertadas pela Fundação Catarinense de Educação Especial (FCEE). Durante alguns dias elas receberam assessoria para oferecer um atendimento mais especializado a estudantes como Henry e Ryan. “Na nossa escola não recebemos alunos cegos há mais de 11 anos e estávamos sem prática, então buscamos essa especialização na FCEE. Sabemos que nessa idade o processo é mais lento, mas eles estão se desenvolvendo bem e nosso objetivo é que eles sejam preparados para ter uma vida independente.” explica a assistente Taise Cassiele Dalpiaz Rossini.

Assim como muitos outros catarinenses que têm filhos com deficiência visual, o pai de Henry e Ryan, Paulo Adriano Prestes Vieira, conta que com o atendimento especializado da Rede Estadual, os meninos têm se desenvolvido muito mais e está contente com a evolução nos estudos. “Eles são muito agitados, mas percebemos que estão melhorando bastante e quando souberem ler e escrever acredito que vão ser tratados normalmente, afinal eles são pessoas normais como todos nós”, comentou.

SC é referência na educação de alunos com deficiência visual

O coordenador do Centro de Apoio Pedagógico e Atendimento às pessoas com deficiência visual da Fundação Catarinense de Educação Especial, Marcelo Lofi, que também perdeu a visão entre os 12 e 14 anos, explica que o Estado tem a maior produção de livros em braille do Sul do país e além desse sistema, também é referência no uso de tecnologia como computadores, tablets e celulares. “Na deficiência visual é importante a estimulação. Quanto mais cedo os alunos tiverem esse acesso, melhor será o desempenho deles e por isso trabalhamos muito nesse sentido.”

Lofi ressalta que o braille é um dos principais recursos de acesso com o qual os deficientes visuais conseguem ter mais autonomia. “Esses alunos só conseguem ter autonomia quando tem pensamento crítico e isso vem a partir da escrita e da leitura e para algumas pessoas o braille é fundamental”, avaliou.

Ensino de braille nas escolas estaduais garante autonomia e desenvolvimento de crianças com deficiência visual em SC

A integradora educacional da ADR de Ibirama, Roseli Del Sent, explica que para que o mesmo conteúdo seja repassado a todos os estudantes da sala, inclusive os deficientes visuais, os livros são transcritos para o braille, inclusive com atividades em alto relevo. “Nos livros de geografia, por exemplo, os profissionais que trabalham na gráfica da fundação tem um verdadeiro desafio. Em casos de estudo do relevo, o cego fica impossibilitado de vislumbrar uma figura, porém a gráfica transcreve aquele conteúdo através da utilização de materiais como barbante, pedras e tecido realizando um trabalho de artesanato com o intuito de possibilitar a aquisição desse conhecimento.”

Informações para a imprensa:

Helena Marquardt
Assessoria de comunicação 
ADR Ibirama
Fone (47) 3357-8908 / (47) 98819-9350
E-mail: imprensa@iir.sdr.sc.gov.br
Site: www.adrs.sc.gov.br/adribirama
Facebook: www.facebook.com/regional.ibirama



A delegacia do município de Sangão, no Sul do Estado, recebeu na manhã desta sexta-feira, 12, uma visita pra lá de especial, com a chegada de cerca de 30 crianças, entre 4 e 5 anos. Eles foram conhecer de perto como é a profissão de policial civil. O projeto é da rede municipal de ensino sobre a Semana das Profissões. 


Foto: James Tavares/Secom

O governador Raimundo Colombo participou na manhã desta sexta-feira, 12, em Lages, da abertura do Seminário Estadual sobre o Programa Desenvolvimento da Bovinocultura de Corte Catarinense, promovido pela Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc) em parceria com o Sebrae e com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar). Realizado no Parque Conta Dinheiro, o evento reuniu cerca de 700 produtores rurais catarinenses.

"A bovinocultura tem muita tradição em Santa Catarina, temos um gado com qualidade genética diferenciada, resultado de uma cadeia produtiva que garante o sustento de muita gente. E o programa que está sendo apresentado neste evento contribui no sentido de avançar na produtividade e na eficiência, promovendo o aperfeiçoamento e o desenvolvimento do setor. Quanto mais avançarmos, mais o setor ganhará força como alternativa para o desenvolvimento econômico catarinense, sobretudo aqui na região", destacou o governador Colombo.

O presidente da Faesc, José Zeferino Pedrozo, explicou que devido a limitada extensão territorial de Santa Catarina, o objetivo não é tornar o estado auto suficiente na produção de carne bovina. "Nosso consumo é muito grande e com certeza vamos continuar comprando de outros estados. Mas podemos oferecer determinados cortes de maior qualidade, agregando valor para nossos produtores e quem sabe conseguindo espaço também no cenário internacional, a exemplo do que Santa Catarina já faz com muito sucesso na suinocultura e na avicultura", afirmou.

O destaque do seminário foi a apresentação do programa de Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) em pecuária de corte, que atende gratuitamente produtores divididos em diferentes regiões catarinenses. Os pecuaristas recebem uma visita técnica e gerencial por mês pelo período de dois anos. A iniciativa é coordenada pelas unidades catarinenses do Senar e do Sebrae. Ao longo do evento desta sexta, foram realizadas palestras com diferentes enfoques envolvendo a cadeia produtiva do setor.

“A nossa intenção é melhorar o desenvolvimento das propriedades catarinenses. Toda a cadeia produtiva da pecuária de corte é assistida, desde genética, manejo adequado, melhoria da alimentação e também das instalações das propriedades”, explicou o vice-presidente de finanças da Faesc e coordenador do ATeG em pecuária de corte, Antônio Marcos Pagani de Souza.

As visitas técnicas e gerenciais têm foco na transmissão de conhecimentos relacionados à gestão das empresas rurais e técnicas de manejo voltadas às atividades pecuárias. “Em cada propriedade são levantados dados e identificadas as melhorias que podem ser aplicadas. Durante as visitas, os técnicos de campo repassam orientações sobre cálculos de custos de produção e indicadores de melhorias. Levam para os produtores informações importantes para aplicar e ampliar, cada vez mais, a produtividade”, acrescentou o presidente da Faesc, José Zeferino Pedrozo.

O superintendente do Senar em SC, Gilmar Antônio Zanluchi, explicou que o ATeG pecuária de corte representa um avanço na capacitação dos produtores rurais, preparando-os para a condução das atividades pecuárias com uma visão empresarial e para o emprego de avançadas técnicas de gestão e controle.

A supervisora estadual do ATeG pecuária de corte, Paula Dias Coimbra Nunes, ressaltou que todos os dados gerenciais coletados são lançados em um software utilizado nacionalmente e que abriga informações completas de propriedades de todo o país. “Com essas informações é possível fazer comparativos e tomar decisões mais assertivas. A partir disso, os empresários rurais terão modelos para melhorar a sua rentabilidade”, destacou.

Informações adicionais para a imprensa:
Alexandre Lenzi
Assessoria de Imprensa
Secretaria de Estado de Comunicação - Secom
E-mail: lenzi@secom.sc.gov.br
Telefone: (48) 3665-3018 / 98843-4350
Site: www.sc.gov.br
www.facebook.com/governosc e @GovSC

Página 241 de 264