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Foto: Casan

A Casan encerrou nesta semana os trabalhos de desvio da adutora de 800mm de Pilões em uma área sujeita a deslizamentos na região de Santo Amaro da Imperatriz. Com isso, na próxima segunda-feira, 24, será executada a interligação do novo trecho ao Sistema Integrado de Abastecimento da Grande Florianópolis. Com isso, haverá interrupção no fornecimento de água em cidades da Grande Florianópolis.

A obra de alteração da rota da tubulação de grande porte que capta água do Rio Pilões tem como objetivo dar mais segurança ao abastecimento de toda a região metropolitana. Pilões é o principal manancial de abastecimento da Grande Florianópolis. Mais de 500 metros da adutora de ferro, com quase um metro de diâmetro, foram deslocados para uma área mais segura. O objetivo é reduzir as possibilidades de rompimentos em deslizamentos de terra, comuns na área de preservação dentro do Parque Estadual da Serra do Tabuleiro.

Somente neste desvio da adutora, a Casan investiu R$ 1 milhão, eliminando quase todos os trechos aéreos da rede. Foram ainda implantados ao longo da tubulação dez blocos de concreto para ancoragem. Essa técnica é a utilizada para absorver a pressão da água transportada pela adutora de ferro de grande porte.

A Casan também está construindo novos pilares de sustentação e vai reforçar todas as estruturas já existentes, em um outro projeto em andamento, que receberá investimento de mais R$ 1.184.699,69.

Com a conclusão nos trabalhos na adutora de 800mm, a Casan passa a executar o conserto de duas redes consideradas reservas para a alta temporada, de 600mm e 500mm, que também foram rompidas em meio às chuvas intensas de maio. A obra de recomposição destas duas adutoras é menos complexa, pois são redes mais ao nível do solo. A previsão é que os trabalhos sejam concluídos ainda em agosto.

Interligação

Para execução dos trabalhos de interligação do novo trecho da Adutora de Pilões, que deverão se prolongar durante todo o dia, o fornecimento de água precisará ser parcialmente interrompido na segunda-feira, 24, para os municípios de Palhoça, São José, Biguaçu e Florianópolis. Está prevista suspensão do abastecimento por cerca de dez horas, com normalização gradativa a partir do final da tarde.

“É importante que a população ajude a economizar, pois o retorno da água não é imediato como ocorre, por exemplo, com a energia elétrica. A volta da água acontece aos poucos e de forma diferente em cada bairro. Em locais mais altos e nos finais de rede, sempre demora um pouco mais”, alerta o gerente Operacional da Casan, engenheiro Pedro Joel Horstmann.  

No caso de Florianópolis, será afetada a região continental (bairros Coqueiros, Capoeiras, Estreito, Jardim Atlântico e Monte Cristo) e da Bacia do Itacorubi (João Paulo, Itacorubi, Santa Mônica, Parque São Jorge, Córrego Grande, Pantanal, Saco dos Limões, Trindade, Costeira do Pirajubaé e Agronômica).

Na região central, o abastecimento deve seguir normal, com pequena redução de pressão. Bairros do Norte da Ilha, atendidos pelo Sistema Costa Norte, e do Sul, abastecido pelo Sistema Costa Sul-Leste, também não serão comprometidos pelos trabalhos de interligação.

Mais informações para a imprensa:
Gerência de Comunicação Social da Casan
Fones: (48) 3221-5034 | 3221-5035 | 3221-5036
Arley Reis 
E-mail: areis@casan.com.br
Suzete Antunes
E-mail: santunes@casan.com.br
Ricardo Stefanelli 
E-mail: ristefanelli@casan.com.br
Fone: (48) 9136-9345
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Foto: Airton Fernandes/Secom

Está prevista para o dia 26 de agosto a chegada ao Porto de Imbituba do primeiro navio vindo da Ásia dentro da nova linha de longo curso. A partir desta data, serão realizadas escalas semanais no porto, sempre com navios gigantes, transportando contêineres para atender aos maiores mercados do mundo. Administrado pela SC Parcerias, do Governo do Estado, o Porto de Imbituba entrou na escala diante de suas tarifas competitivas e da profundidade local de 15 metros, a maior do Sul do país e uma das maiores do Brasil.

>>> Fotos do Porto de Imbituba

“Essa linha é extremamente importante na movimentação portuária. É uma nova opção para o importador e exportador catarinense e de todo o Sul do Brasil, criando mais uma rota para movimentar a economia. Será muito representativa para o crescimento do Porto de Imbituba. A primeira linha de longo curso é sempre a mais importante, pois abre mercado para outras, o que esperamos que se materialize ao longo do próximo ano”, avalia o diretor presidente da SC Par, Gabriel Ribeiro Vieira.

A capacidade do Porto de Imbituba é para receber até 500 mil TEUs (unidade de medida do setor portuário) por ano. A expectativa da administração é que apenas a nova linha movimente cerca de 80 mil TEUs por ano. Cinco empresas armadoras vão operar na linha de longo curso: Hamburg –Sud, Hapag-Lloyd,  NYK, ZIM e Huyndai.

Serão 13 navios se revezando, sendo que o trajeto completo demora cerca de 90 dias, saindo de Busan, na Coreia do Sul, e passando por países como China, Singapura, Malásia, Argentina e Uruguai, além do Brasil, antes de retornar para Coreia do Sul. No total, são 19 portos atendidos. Em Santa Catarina, os navios atracarão em Imbituba e também em Itapoá. “Fazem parte da linha os navios com 336 metros de comprimento, os maiores navios que rotineiramente atracam na costa brasileira e os maiores navios que já atracaram na costa catarinense”, destaca Vieira.

O diretor presidente da SC Par lembra que a nova linha vai beneficiar a exportação de toda a indústria catarinense que pode ser enviada por contêineres, em especial setores como o cerâmico e o madeireiro.


Gabriel Ribeiro Vieira. Foto: Jaqueline Noceti/Secom

Engenheiro civil e de transportes, Vieira ocupava a diretoria técnica e de participações da SC Par e assumiu a presidência em julho deste ano. Foi superintendente do Porto de Navegantes e diretor presidente do Porto de Itapoá, e também consultor em diversos projetos portuários, nos Estados Unidos, África e Ásia.

Desde que passou a ser administrado pelo Governo do Estado, o Porto de Imbituba tem apresentado crescimento expressivo. O resultado de 2016 ficou marcado pelo maior índice de movimentação desde o início de suas operações. Ao longo do ano passado, o porto movimentou 4.803.186 toneladas, um crescimento de 40% em relação ao desempenho de 2015.

Informações adicionais para a imprensa:
Alexandre Lenzi
Assessoria de Imprensa 
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Foto: Márcio Henrique Martins / FCC 

Um incômodo ciclo de interrupções na história recente do Museu Nacional do Mar – Embarcações Brasileiras, em São Francisco do Sul, terminou na quinta-feira, 20, com a reabertura total da Ala do Mar. O espaço integrado pelo Hall e as salas da História da Navegação, de Artesanato e Modelismo, das Canoas e a Biblioteca Kelvin Palmer Rothier Duarte agora estão em condições plenas para receber os visitantes. Fechada desde agosto do ano passado, a Ala do Mar foi reformada e revitalizada a partir de março deste ano, quando a Fundação Catarinense de Cultura (FCC) deu início a uma série de reformas emergenciais. Agora é possível visitar os diversos ambientes do histórico prédio e contemplar o acervo considerado o mais importante sobre a navegação brasileira.

A reabertura oficial ocorreu na tarde desta quinta, em cerimônia que reuniu o secretário de Estado de Turismo, Cultura e Esporte, Leonel Arcângelo Pavan, o presidente da FCC, Rodolfo Joaquim Pinto da Luz, e membros das entidades que compõem o Conselho Gestor da instituição, como o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), a Prefeitura de São Francisco do Sul, o Porto de São Francisco do Sul e a Associação Amigos do Museu Nacional do Mar, além de representantes do Conselho Estadual de Cultura, da Agência Regional de Desenvolvinto de Joinville e apoiadores da instituição.

“Fico emocionado em poder participar de um pedacinho da história do Museu, na recuperação deste importante espaço cultural do nosso Estado e do nosso Brasil”, disse o secretário Leonel Pavan, que exultou também o empenho conjunto dos vários segmentos envolvidos com a retomada do Museu Nacional do Mar no decorrer deste ano. Para o secretário, as parcerias vão estimular cada vez mais o potencial de geração de economia e renda da instituição por meio do turismo.

Museu do Mar reabre ala e entrega Sala Amyr Klink

O presidente da FCC celebrou o momento virtuoso em que o Museu Nacional do Mar se encontra. Além da Ala do Mar, ele ressaltou também a reabertura de outro espaço nobre: a Sala Amyr Klink, também fruto da revitalização em curso na instituição. O espaço dedicado ao navegador brasileiro e benemérito do Museu foi remontado para receber inclusive a réplica do barco I.A.T., usado por Amyr para a travessia a remo do Atlântico Sul, em 1984. “A cidade vive uma relação permanente com o mar e não chegaríamos a esse ponto de garantir a retomada do museu em tão pouco tempo se não fosse a união de tantas entidades e de tantas pessoas, e aí faço uma referência à equipe do Museu Nacional do Mar. Eu acredito que em pouco tempo nós poderemos fazer a recuperação total, desde que mantemos firme essa união de esforços. O museu transcende a cidade, o estado e até o país. Ele é nacional mas é de referência internacional”, explica Rodolfo Pinto da Luz.

Reformas e parcerias

Desde março deste ano, o Museu está sendo submetido a um intenso processo de reparos com investimentos superiores a R$ 400 mil pela FCC, dando sequência também a aportes anteriores realizados por intermédio do Iphan. “Não se trata apenas das reformas, mas também da construção de um novo modelo de gestão para o museu com a assinatura do Termo de Cooperação com a Prefeitura de São Francisco do Sul. Dessa parceria estimamos que, em breve, este volume de recursos seja ainda mais significativo”, avalia a diretora de Patrimônio Cultura da FCC, Vanessa Pereira.

Parceiro do Museu, o Porto de São Francisco do Sul atualmente promove a recuperação do píer de acesso à Baía da Babitonga, outra obra a ser entregue em breve. A Associação Amigos do Museu Nacional do Mar, entidade seminal na sobrevivência do espaço, mantém-se firme na continuidade das ações educacionais. A reabertura da Ala do Mar e da Sala Amyr Klink vem em um momento providencial, que é o aumento da presença de visitantes na cidade por conta das férias escolares.

O Museu Nacional do Mar está aberto de terça a sexta-feira, das 9h às 18h, e aos sábados e domingos, das 10h às 18h, lembrando que a bilheteria opera até as 17h30min. Para mais informações acesse o site www.fcc.sc.gov.br/museudomar.

Informações adicionais para imprensa
Marcos Espíndola
Assessoria de Comunicação Fundação Catarinense de Cultura
Telefone: (48) 3664-2572
E-mail: imprensa@fcc.sc.gov.br
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Twitter: www.twitter.com/fccoficial  
Facebook: www.facebook.com/FundacaoCatarinensedeCultura 


Foto: James Tavares/Secom

Após quatro dias de frio intenso, as temperaturas aumentam gradativamente a partir desta sexta-feira, 21, em todas as regiões de Santa Catarina. O meteorologista da Epagri/Ciram Marcelo Martins informou que continua a condição de frio no período noturno, madrugada e amanhecer, mas com aumento da temperatura no período da tarde. Apesar de a mínima desta manhã ter sido de -6°C em Bom Jardim da Serra, os termômetros na cidade devem marcar 20°C durante a tarde.

Marcelo explicou que isso se deve à amplitude térmica, ou seja, a diferença entre a temperatura mínima e máxima do ar durante o dia. Conforme ele, uma massa de ar frio e seco continua atuando no estado, mas deve perder força nos próximos dias. O tempo, no fim de semana, segue firme e seco, sem indicativo de chuva.

>>> Confira a previsão do tempo para esta quarta-feira por região

Mais informações para a imprensa:
Central de Meteorologia
Epagri/Ciram
Fone: (48) 3665-5007 e (48) 3665-5172
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Santa Catarina é o estado brasileiro com maior capacidade de hospedagem, com 819 unidades habitacionais e 2.125 leitos por 100 mil habitantes. É o que mostra a Pesquisa de Serviços de Hospedagem (PSH) 2016, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE, em convênio com o Ministério do Turismo.

O estudo retrata os principais aspectos da rede hoteleira do Brasil. “Anualmente Santa Catarina registra aumento no movimento turístico, o que gera novas demandas e impulsiona as atividades ligadas ao setor, como é caso da hospedagem. A pesquisa é uma ferramenta importante para avaliarmos o cenário atual e planejar o futuro”, comenta o secretário de estado de Turismo, Cultura e Esporte, Leonel Pavan.

De acordo com o levantamento, o Estado conta com 1.782 estabelecimentos (5,7% do total), 56,5 mil unidades habitacionais (5,6%) e 146,8 mil leitos (6,1%). Quanto ao tipo de estabelecimentos, 44,8% são hotéis, 36,9% são pousadas, 9,5% são motéis e 8,8% são outros tipos, como albergues e pensões.

Florianópolis

Dentre as capitais, Florianópolis tem a maior capacidade de hospedagem em relação à população, com 2.353 unidades habitacionais e 6.455 leitos por 100 mil habitantes. Além disso, foi a capital com maior crescimento no número de estabelecimentos hoteleiros na região Sul entre 2011 e 2016, com incremento de 22,4%. A oferta de leitos na cidade também cresceu em 7,7% nesse período.

Brasil

A pesquisa apontou que em 2016 havia no país 31,3 mil estabelecimentos de hospedagem, com 1 milhão de unidades habitacionais (suítes, quartos, chalés) e 2,4 milhões de leitos. Entre esses estabelecimentos, 47,9% eram hotéis, 31,9% eram pousadas e 14,2% eram motéis.

O levantamento revela que houve um crescimento de 71% na oferta de leitos nas capitais do Brasil de 2011 a 2016. De acordo com especialistas, o salto foi impulsionado pelo ciclo de megaeventos, com a Copa do Mundo e Olimpíada.

Confira a pesquisa completa

Fonte: Ministério do Turismo e IBGE.

Informações adicionais para a imprensa

Secretaria de Estado do Turismo, Cultura e Esporte - SOL
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E-mail: imprensa@sol.sc.gov.br
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