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Com a Palavra, o Governador - 10 de novembro de 2017

Com a Palavra, o Governador - 10 de novembro de 2017

No programa semanal Com a Palavra, o Governador, Raimundo Colombo fala sobre investimentos na Defesa Civil, Programa Juro Zero, formação dos novos policiais militares, Jogos Abertos de Santa Catarina e Ferrovia das Bromélias.


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'O Circo', de Charlie Chaplin, com trilha sonora executada pela Banda da Lapa. Foto: Márcio Henrique Martins/Arquivo FCC

O Cinema ao Vivo, projeto do Museu da Imagem e do Som de Santa Catarina (MIS/SC) e que promove o resgate da experiência de exibição de clássicos do cinema mudo com trilhas sonoras compostas e executadas por bandas catarinenses, toma a estrada em tour por quatro cidades: Pomerode, São Francisco do Sul, Tijucas e Laguna. Entre os dias 26 e 29 de outubro, o Cinema ao Vivo fará exibições gratuitas e abertas ao público com os seguintes filmes: “Nosferatu” (de Wilhelm Murnau, 1922), com trilha sonora pelo trio instrumental Skrotes, “O Circo” (de Charlie Chaplin, 1928), com a Banda da Lapa, e A General (de Buster Keaton, 1926), sob a batuta da Orquestra de Choro do Campeche, de Florianópolis.

A caravana do projeto abre no dia 26, com “Nosferatu” e Os Skrotes, em Pomerode, às 20h, no Teatro Municipal da Cidade. A classificação etária do filme é 12 anos. No dia 27, a mesma programação se repete só que em São Francisco do Sul, também às 20h, no Cine Teatro X de Novembro. Já em Tijucas, no dia 28, será a vez da Banda da Lapa assumir a trilha da comédia “O Circo”, no Anfiteatro Leda Regina, também às 20h, com classificação livre. E o fechamento da pequena turnê será em Laguna, mais precisamente no histórico Cine Mussi, às 18h, com o clássico “A General” e a Orquestra de Choro do Campeche. Também classificação livre.

A essência do Cinema ao Vivo é proporcionar ao público a oportunidade de assistir grandes espetáculos que remontam às origens do cinema mundial. Assim, resgata-se a tradição do antigo “cinema mudo”, onde, devido a limitações tecnológicas, o som era executado ao vivo a cada exibição, o que tornava cada sessão única. “Agora, com mais recursos, é possível criar uma atmosfera, onde o passado e o presente ganham uma nova relevância em termos de experiência cinematográfica”, explica a administradora do MIS/SC Ana Lígia Becker.

O projeto Cinema ao Vivo teve início em 2015 e marcou um sucesso incontestável de público, com mais de 2,5 mil pessoas em 18 sessões - todas com lotação máxima. A tour do Cinema ao Vivo é uma parceria entre a Fundação Catarinense de Cultura (FCC), por meio do MIS/SC, e as fundações Municipal de Cultura de Pomerode, Ilha de São Francisco do Sul, o Centro Cultural Benjamin Gallotti (Tijucas) e o Sesc de Laguna.

Agende-se

Pomerode - Cinema ao Vivo com o filme “Nosferatu” e trilha sonora executada ao vivo pela Os Skrotes
Quando: 26 de outubro de 2017, às 20h
Onde: Teatro Municipal de Pomerode – Rua Hermann Weege, 111,Centro, Pomerode –SC
Entrada: Gratuita
Classificação etária: 12 anos
Informações: (47) 3306-6234 – Fundação Municipal de Pomerode

São Francisco do Sul - Cinema ao Vivo com o filme “Nosferatu” e trilha sonora executada ao vivo pela Os Skrotes
Quando: 27 de outubro de 2017, às 20h
Onde: Cine Teatro X de Novembro – Rua Dr. Hercílio Luz, 50, Centro, São Francisco do Sul - SC
Entrada: Gratuita
Classificação etária: 12 anos
Informações: (47) 3444- 5345– Fundação Cultural Ilha de São Francisco do Sul

Tijucas - Cinema ao Vivo com o filme “O Circo”, de Charlie Chaplin, e trilha sonora executada pela Banda da Lapa
Quando: 28 de outubro de 2017, às 20h
Onde: Anfiteatro Leda Regina – Condomínio Dona Cota, Rua. Elói Silva, S/N, Centro, Tijucas - SC
Entrada: Gratuita
Classificação etária: Livre
Informações: (48) 3263-5665

Laguna - Cinema ao Vivo com o filme “A General”, Buster Keaton, e trilha sonora executada pela Orquestra de Choro do Campeche, de Florianópolis
Quando: 29 de outubro de 2017, às 18h
Onde: Avenida Engenheiro Colombo Machado Salles, S/N, Centro, Laguna - SC
Entrada: Gratuita
Classificação etária: Livre
Informações: (48) 3644-3087 – Sesc Laguna

Informações adicionais para a imprensa
Fernanda Peres
Assessoria de Imprensa 
Fundação Catarinense de Cultura - FCC
E-mail: fernanda@fcc.sc.gov.br
Fone: (48) 3664-2571/ 98802-1822
Site: www.fcc.sc.gov.br


Foto: Epagri/Arquivo

A interdição da comercialização de ostras, vieiras, mexilhões e berbigões devido à presença de toxina paralisante (PSP) no Litoral de Santa Catarina, anunciada na última semana pela Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca, está mantida durante esta semana. Nesse caso, fica proibida a retirada, comercialização e consumo desses moluscos, inclusive nos costões e beira da praia.

De todos os 25 pontos analisados, quatro deram positivos e estão localizados em Penha, Porto Belo, Governador Celso Ramos e Balneário Camboriú.

“Todas as regiões continuam interditadas, mas nesta semana vamos ter uma noção mais clara da situação e saber se é possível liberar alguma área. No site da Cidasc, é possível acompanhar o boletim com as análises das regiões e ver se já estão liberadas”, destacou o gerente de Pesca e Aquicultura, Sergio Winckler da Costa.

“Como não temos uma noção da abrangência e de como se movimenta esse fenômeno, estamos fazendo o máximo de análises possíveis para que a gente possa ir desinterditando áreas que não foram contaminadas. Esse monitoramento já ocorre há quase 20 anos em três toxinas e é uma rotina. Santa Catarina é o único estado brasileiro que faz isso, apesar de alguns estados terem o cultivo, como Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro. Nenhum deles monitora e tem esse controle como aqui”, explicou o gerente.

O PSP é causado por toxinas do grupo saxitoxina que podem causar diarreia, náuseas, vômitos, dores abdominais, perda de sensibilidade nas extremidades corpo e, em casos severos, paralisia generalizada e óbito por falência respiratória. Os sintomas podem começar a aparecer imediatamente ao consumo dos moluscos contaminados. São estáveis e não são degradadas com o cozimento ou processamento dos moluscos.

Todos os moluscos filtradores, independente se são ou não cultivados, podem acumular as toxinas. É importante salientar que a presença da PSP na água não representa risco aos banhistas.

Sergio explica que é um fenômeno natural associado a uma corrente de água quente que chegou ao Litoral catarinense. “Essa corrente de água quente criou condições propícias para que esse micro-organismo se proliferasse em densidades elevadas o que causa esse fenômeno”, disse.

Leia também

>>> Cultivos de ostras e mexilhões estão interditados em SC devido à presença de toxina paralisante

Informações adicionais para a imprensa:
Rafael Vieira de Araújo 
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Foto: Renato Luis Vieira/Epagri

Um grupo de pesquisadores da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri) desenvolveu uma técnica biotecnológica para eliminar viroses em plantio de alho, com a finalidade de obter sementes de alta qualidade genética e fitossanitária, evitando perda de produção e prejuízos econômicos. O projeto foi apoiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc) no programa Universal de 2014, que atendeu projetos de todas as áreas do conhecimento.

Por ser propagado vegetativamente, o alho facilita a disseminação de vírus que favorecem o aparecimento de doenças complexas, devido ao acúmulo de diferentes espécies virais numa mesma planta. Essa condição leva à diminuição da produtividade e da qualidade do alho comercial. Como efeito da infecção, a planta tem menor desenvolvimento, com redução do peso dos bulbos, diminuindo a longevidade quando são armazenados. De acordo com a pesquisa, na maioria das lavouras de alho do Brasil existe um complexo viral formado, principalmente, por três espécies de vírus - OYDV, LYSVe GCLV -, que infectam as plantas de alho causando prejuízos aos produtores.

As taxas de eliminação dos três principais vírus com a técnica desenvolvida na Epagri, que alia a termoterapia à crioterapia, foram de 80% para o OYDV, 90% para o LYSV e de 100% para o vírus GCLV. Segundo Renato Luís Vieira, coordenador da pesquisa na estação experimental da Epagri de Caçador, essas taxas são consideradas satisfatórias, uma vez que são superiores às taxas obtidas com outros métodos de eliminação de vírus em plantas.

Como funciona

A técnica se baseia na criopreservação de tecido vegetal, que é a conservação de material biológico em ultra baixa temperatura, normalmente realizada em nitrogênio líquido a -196°C. “Essa técnica pode assegurar a conservação das plantas por longo período de tempo, uma vez que, nessas temperaturas, o metabolismo celular da planta fica paralisado”, explica o coordenador da pesquisa.

Na criopreservação de plantas de alho podem ser utilizadas sementes ou partes da planta em estágio inicial de crescimento, como gemas ou brotações. Após o período de conservação desejado, a planta é submetida a um processo lento de descongelamento e, depois de algumas etapas, as plantas podem ser cultivadas no ambiente a campo. O coordenador da pesquisa explica que “durante o processo de criopreservação de tecidos vegetais, as células infectadas com vírus, normalmente células com maior conteúdo de água, não resistem às baixas temperaturas, formando cristais e entrando em colapso por ocasião do descongelamento e, consequentemente, impedindo a sobrevivência de partículas de vírus presentes nestas células, sobrevivendo apenas as células sadias. Este processo denomina-se “crioterapia”.

Os pesquisadores identificaram que a técnica da criopreservação pode ser utilizada também para tratamento de plantas infectadas com vírus, mostrando mais eficácia ainda quando associada à termoterapia, que é uma técnica comum para eliminar viroses em plantas.

Etapas da Crioterapia

A técnica de crioterapia para eliminação de vírus em plantas consiste de cinco etapas:

1) congelamento do tecido vegetal infectado com vírus;
2) descongelamento;
3) regeneração do tecido vegetal, em laboratório, após o descongelamento (esta etapa consiste no cultivo in vitro do tecido descongelado para a obtenção da semente sadia);
4) transferência da semente obtida do cultivo in vitro para o solo, em casa de vegetação;
5) multiplicação massal de sementes livres de vírus em telados.

Os resultados, avanços e aplicações esperados a partir dessa pesquisa estão associados a vários fatores: o conhecimento dos processos de formação de sementes de alho in vitro; a regeneração das cultivares de alho, permitindo a expressão do verdadeiro potencial produtivo das mesmas e; a grande possibilidade de incremento médio de até 40% no rendimento comercial das lavouras de alho.

“A partir do momento em que o produtor de alho passar a utilizar sementes obtidas com esse processo de tratamento para formação de suas lavouras, o ganho socioeconômico será enorme”, afirma o coordenador de projetos da Fapesc, Gilberto Montibeller, que acompanhou os resultados do estudo. O plantio de alho em Santa Catarina é baseado no trabalho da família, e o estado participa com 22% da produção nacional, com 2,5 mil hectares cultivados. 

Informações adicionais para a imprensa
Jéssica Trombini 
Assessoria de Comunicação
Fapesc
Fone: (48) 3665-4832 
E-mail: jessica@fapesc.sc.gov.br
Site: www.fapesc.sc.gov.br


Fotos: Jaqueline Noceti/Secom

Para fortalecer e ampliar a parceria comercial entre a China e o estado de Santa Catarina, o governador Raimundo Colombo recebeu, na tarde desta segunda-feira, 23, o presidente da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-China, Charles Tang. Raimundo Colombo frisou que a relação internacional com a China já é bastante expressiva e que Santa Catarina tem interesse em novos investimentos, oferecendo, mesmo diante da crise econômica do país, um cenário atraente com indicadores de desempenho econômico e social acima da média nacional e da maioria dos outros estados brasileiros.

“Não aumentamos impostos e, com isso, não perdemos a competitividade, temos a menor taxa de desemprego do país e outros indicadores que tornam o nosso estado um cenário atraente para novos investimentos. Isso é muito importante e nos permitirá sair à frente no processo de retomada econômica”, destacou Colombo.

>>> Galeria de fotos

Charles Tang revelou que já se dedicou pessoalmente ao trabalho de aproximação entre a China e Santa Catarina. Ele foi um dos responsáveis em tornar Henan, na China, a província irmã de Santa Catarina, permitindo a realização de intercâmbios, acordos operacionais e convênios. Tang também conduziu importantes missões oficiais do Estado àquele país em busca de novas oportunidades de negócios. “A China tem ajudado a desenvolver seus parceiros com investimentos maciços”. Tang orientou que o Estado identifique as áreas em que deseja expandir e organize uma nova visita à China para oficializar parcerias e novos investimentos.

Balança Comercial SC-China

Em 2016, Santa Catarina exportou para a China US$ 854.412.589. Entre os principais produtos estão sementes e frutos oleaginosos, grãos, carnes, madeira, carvão vegetal, caldeiras, máquinas, aparelhos e instrumentos mecânicos. As importações representam até agora US$ 3.232.634.391 e entre os produtos mais comprados da China pelo estado, destacam-se aparelhos e materiais elétricos, aparelhos de gravação e reprodução de som e imagem.

Informações adicionais para a imprensa
Francieli Dalpiaz 
Assessoria de Imprensa 
Secretaria de Estado de Comunicação - Secom
E-mail: francieli@secom.sc.gov.br
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Fotos: Gerência de Construção / Casan

A Casan começou a mais uma importante obra do Plano de Melhorias Operacionais do Sistema de Abastecimento de Água de São José. No alto da Servidão Osni Valter José Pereira, no Bairro Forquilhinhas, é intenso o fluxo de caminhões e máquinas para terraplenagem da área que receberá um reservatório de 5 milhões de litros de água.

A entrada em operação deste reservatório está prevista para o Verão 2019, ampliando o abastecimento não apenas para o Forquilhinhas, mas também Potecas, Forquilhas, Flor de Nápolis, Picada do Sul, Sertão do Maruim e Distrito Industrial.

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