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Com a Palavra, o Governador - 23 de junho de 2017

Com a Palavra, o Governador - 23 de junho de 2017

O governador Raimundo Colombo fala sobre as obras de infraestrutura em São Joaquim, os números do Caged e o aumento nas exportações.

 

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Fotos: Paulo Goeth/SES

O diagnóstico precoce e o tratamento das hepatites virais foram os principais temas debatidos no Fórum Catarinense sobre Hepatites Virais que ocorreu nesta terça-feira, 23, na Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina (Alesc), em Florianópolis. Em torno de cem pessoas participaram do evento, entre profissionais de saúde e representantes da sociedade civil organizada. O fórum foi organizado pela Secretaria de Estado da Saúde (SES) e pela Comissão de Saúde da Alesc, presidida pelo deputado Neodi Saretta.

“Estamos aqui para divulgar os dados, as estatísticas e, também, trazer informações para aprimorar as condições de diagnóstico, cada vez mais precoces, e o acesso ao tratamento das hepatites”, disse o secretário de Estado da Saúde, Vicente Caropreso, na abertura do fórum, ao lado do secretário adjunto para Assuntos Finalísticos, Murillo Capella.

Em Santa Catarina, o perfil da doença é bastante específico, com grande concentração de casos de hepatite C na região do Litoral e transmissão intensa de hepatite B no Oeste. “Os níveis estão acima do registrado no restante do Brasil. Por isso, nossa preocupação é constante para que possamos vacinar adequadamente a população para hepatite B, fazer o diagnóstico precoce e, a partir dele, encaminhar os pacientes para o tratamento, que é disponibilizado pelo Ministério da Saúde”, complementou o médico infectologista Fábio Gaudenzi, superintendente de Vigilância em Saúde.

A taxa de incidência de hepatite B em Santa Catarina é de 21,9 casos/100 mil habitantes, enquanto a média nacional é de 7,6. Em relação à hepatite C, a taxa catarinense é de 17,8/100 mil habitantes, superando a média nacional, que é de 12,6, conforme os dados apresentados pela enfermeira Dulce Quevedo, gerente de Vigilância das DST/Aids e Hepatites Virais da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive/SC) da SES. Segundo ela, foram notificados 1.103 novos casos de hepatite B, com maior incidência nas regiões Extremo-Oeste (70,5 casos por 100 mil/hab), Oeste (62,2, casos/100 mil hab) e Xanxerê (34,2 casos por 100 mil/hab). Em relação à hepatite C, foram 780 novos casos em 2016, com maior incidência nas regiões Carbonífera (34,8 casos por 100 mil/hab), Extremo Sul catarinense (22,4 casos por 100 mil/hab) e Laguna (20 casos por 100 mil/hab). Registram-se em torno de 500 mortes ao ano por doenças relacionadas às hepatites em Santa Catarina, como cirrose e câncer de fígado. Importante considerar que a rede pública de saúde oferece vacinação gratuita contra a hepatite B. No entanto, a cobertura vacinal é de apenas 53,4%.

Participaram também do fórum, como palestrantes, a representante do Departamento das IST/HIV/AIDS e das Hepatites Virais do Ministério da Saúde, Elisa Cattapan; a titular da Diretoria de Assistência Farmacêutica da SES, Maria Teresa Agostini; a gerente técnica de Biologia Médica do Laboratório Central de Saúde Pública de Santa Catarina (Lacen/SC), Cristine Ferreira; o representante da Sociedade Catarinense de Infectologia, médico infectologista Luiz Gustavo Escada Ferreira; e a representante da Sociedade Catarinense de Gastroenterologia, Janaína Luz Narciso Schiavon.

Informações adicionais para a imprensa:
Letícia Wilson e Patrícia Pozzo
Núcleo de Comunicação
Diretoria de Vigilância Epidemiológica
Secretaria de Estado da Saúde
Fone: (48) 3664-7406 | 3664-7402
E-mail: divecomunicacao@saude.sc.gov.br
www.dive.sc.gov.br


Fotos: Aires Mariga/Arquivo Epagri

A Epagri está finalizando sua atuação no Plano Brasil Sem Miséria e tem motivos para comemorar. A empresa atendeu 680 famílias rurais catarinense em situação de extrema pobreza, que desenvolveram projetos para suas propriedades e receberam recursos federais para implementar tais propostas. O resultado foi tão positivo que a empresa já avalia a possibilidade de estender a extensão rural para outras famílias catarinenses nessa condição.

A Epagri está produzindo o relatório final do Plano Brasil Sem Miséria, que será entregue em junho ao Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário (MDSA) e Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário (Sead), instituições responsáveis pela ação. Em maio, técnicos da Epagri e dos dois órgãos federais reuniram-se em Videira para avaliar os trabalhos desenvolvidos no Estado. Na reunião, foram levantados os pontos positivos, as dificuldades e apontadas sugestões de aprimoramento do plano.

O plano foi lançado pelo governo federal em 2012, mas a Epagri começou a atuar em 2014, quando fez o levantamento das famílias rurais que poderiam se encaixar na proposta. Num primeiro momento, a empresa identificou cerca de mil famílias que poderiam ser beneficiadas, mas algumas não se encaixaram nas exigências da proposta, que tinha como um dos critérios renda mensal não superior a R$ 85 por familiar.

Para as 680 famílias enquadradas no plano, os técnicos da Epagri desenvolveram projetos de assistência técnica e extensão rural. Todas as propostas foram desenvolvidas em parceria com os assistidos e visavam a produção agrícola de subsistência, com possibilidade de venda do excedente. Assim, foram desenvolvidos projetos principalmente para criação de galinhas, de porcos ou de vacas, instalação de hortas ou de pomares e também para incrementar a produção de artesanatos.

Cada família recebeu duas parcelas de investimentos, a primeira de R$ 1,4 mil e, a segunda, de R$ 1 mil. Os valores, que não precisarão ser pagos pelo agricultor, foram aplicados nas propriedades seguindo o plano estabelecido em conjunto com a Epagri. Os projetos garantiram segurança alimentar a estas pessoas, que muitas vezes só encontram trabalhos sazonais no meio rural. Na maioria dos casos, trabalham de dois a três meses por ano em colheitas e passam os outros meses sem ocupação fixa.

São família que residem em pequenas propriedades rurais, muitas não regularizadas e que, por isso, estavam fora das cadeias produtivas e não conseguiam acessar outras linhas de financiamentos voltados para a agricultura familiar. “Elas passaram a ter visibilidade, a serem enxergadas pela extensão rural”, descreve Célio Haverroth, coordenador de políticas públicas da Epagri, apontando este como um dos principais ganhos do trabalho. Ele explica que, mesmo após o encerramento do plano, estas famílias continuarão recebendo assistência técnica da empresa para seguirem seus cultivos.

Na avaliação de Célio, o projeto acabou indo além da proposta inicial; ele permitiu o aumento da autoestima deste público, que na sua maioria estava à margem da sociedade. “Esse trabalho dá um novo horizonte a estas famílias”, conta o coordenador da Epagri. Célio também destaca o protagonismo feminino. Na maioria dos casos, a mulher era a responsável por receber os recursos e tocar o projeto, reforçando seu papel na família.

De acordo com Célio, o MDSA já mostrou interesse de promover aditivos ao projeto, de modo que a Epagri possa dar sequência ao trabalho nos próximos anos, atendendo outras famílias rurais catarinenses em condição de extrema pobreza. O assunto será debatido durante o mês do junho entre a diretoria da Epagri e representantes do Ministério.

Mais informações e entrevistas
Célio Haverroth, coordenador de políticas públicas da Epagri: (48) 3665-5298

Informações adicionais para a imprensa:
Gisele Dias
Fone: (48) 3665-5147 / (48) 99989-2992
E-mail: giseledias@epagri.sc.gov.br
Cinthia Andruchak
Fone: (48) 3665-5344
E-mail: cinthiafreitas@epagri.sc.gov.br
Isabela Schwengber
Fone: (48) 3665-5407
E-mail: isabelas@epagri.sc.gov.br
Site: www.epagri.sc.gov.br


Foto: Jeferson Baldo / GVG

O governador Raimundo Colombo e o vice-governador, Eduardo Pinho Moreira, assinaram a ordem de serviço para asfaltamento do acesso ao Farol de Santa Marta, em Laguna, nesta terça-feira, 23. A obra está orçada em R$ 3.887.113,08 e terá prazo de execução de 180 dias, com recursos assegurados pelo Governo do Estado.


Fotos: James Tavares / Secom

Em Tubarão, no Sul do Estado, o governador Raimundo Colombo assinou o protocolo de intenções para urbanização do entorno da Arena Multiuso Prefeito Estêner Soratto da Silva, no valor de R$ 5,4 milhões e o termo de compromisso para o lançamento do edital de licitação para retomada e conclusão do Centro de Inovação. Os atos foram realizados, nesta terça-feira, 23, no teatro da Arena Multiuso, durante o lançamento do “Tubarão 180º – Uma nova cidade”, projeto que prevê o desenvolvimento do município em diversas áreas. O secretário de Estado do Turismo, Cultura e Esporte, Leonel Pavan e o prefeito Joares Ponticelli também estavam presentes.


Fotos: James Tavares / Secom

O governador Raimundo Colombo apresentou nesta terça-feira, 23, em Tubarão, no Sul do Estado, a segunda edição do Fundo de Apoio aos Municípios (Fundam), uma iniciativa do Governo do Estado. O investimento previsto para esta nova edição é de R$ 700 milhões. Participaram do encontro prefeitos e lideranças da Associação dos Municípios da Região de Laguna (Amurel) que engloba 18 municípios, integrantes das  Agências de Desenvolvimento Regional de Tubarão, Braço do Norte e Laguna. 

“O Fundam é um apoio às prefeituras, aos municípios. O programa é muito importante, tem a proposta de preservar e  fortalecer o modelo catarinense, de qualidade de vida e de boa distribuição populacional em pequenos municípios. Quando investimos em obras e em melhorias de infraestrutura nessas cidades, estamos preservando esse modelo. Assim como a primeira edição, esta segunda vai refletir em geração de empregos e renda em todo o Estado”, disse Colombo.

O governador informou que na primeira edição do Fundo de Apoio aos Municípios foram investidos R$ 606 milhões destinados aos 295 municípios catarinenses com gerenciamento e controle pela equipe do BRDE. Os municípios  aplicaram os recursos em diferentes áreas, especialmente saúde, educação, saneamento básico e infraestrutura. 

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O destino de cada investimento foi uma decisão de cada município, modelo que deve ser repetido nesta segunda edição. As prefeituras não precisam dar contrapartidas. Foram mais de 1,3 mil ruas pavimentadas, o que representa um total de 538 quilômetros lineares,  56 obras realizadas e quase mil novos equipamentos e máquinas compradas em todas as cidades do Estado. No Sul do Estado, o Fundam já liberou R$ 49,5 milhões. 

Colombo destacou que o projeto desta segunda edição do Fundam já está na Assembleia Legislativa e deve ir para votação na próxima semana.  “É um financiamento que o Governo do Estado assume com BNDES. Hoje o terceiro menor endividamento do Brasil é o de Santa Catarina, a renegociação da dívida nos deu um fôlego muito importante”, explicou o governador.

Depois de lançado, as equipes das prefeituras farão um trabalho em conjunto com as ADRs na elaboração dos projetos, dentro das características previstas para depois apresentar aos gestores do programa.

No encontro, os 18 prefeitos da região deram sugestões sobre o programa e também falaram de prioridades para seus municípios. Os secretário executivos regionais das ADRs Tubarão, Nilton de Campos, de Braço do Norte, Ricardo Medeiros, e o secretário de Infraestrutura, Luiz Fernando Cardoso, também estiveram presentes. 

O prefeito de Tubarão e presidente da Amurel, Joares Ponticelli, agradeceu os investimentos já realizados no município pelo Fundam.  O prefeito ressaltou ainda o funcionamento do Aeroporto Regional Sul Humberto Ghizzo Bortoluzzi, que segundo ele, é um grande fator de desenvolvimento para a região. 

O prefeito de Braço do Norte, Roberto Kuerten Marcelino, disse que é grande a expectativa para esta segunda edição do Fundam. “Com os recursos vamos realizar a obra mais aguardada pela população, que é a ponte que vai ligar o centro ao Bairro União, melhorando a trafegabilidade. O Fundam é um programa inovador. Só temos a agradecer pelo apoio recebido  na execução de obras que proporcionam a melhoria da qualidade de vida nos municípios.”

Este é o segundo encontro de 21 que serão realizados em todas as regiões do Estado. O primeiro foi em Mafra, no Planalto Norte. Os próximos serão em Jaraguá do Sul, na quinta-feira, 25 e em Chapecó, na sexta, 26.

Informações adicionais para a imprensa:
Elisabety Borghelotti
Assessoria de Imprensa 
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