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Paratletas conhecem trabalho dos bombeiros - 24/07/2017

Paratletas conhecem trabalho dos bombeiros - 24/07/2017

Um encontro entre os alunos do curso de Cabo do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina e os paratletas do Instituto Paulo Escobar resultou em um dia emocionante. Durante três horas, o grupo conheceu técnicas de salvamento e resgate de vítimas, uma experiência de inclusão social importante para pessoas com necessidades especiais. Foram cinco oficinas realizadas, proporcionando atividades muito diferentes da rotina dos paratletas.

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Foto de arquivo / Secom

As lavouras da região de Concórdia passaram por uma transformação na última safra. As extensas plantações de milho deram lugar ao cultivo de soja, que ocuparam 5,8 mil hectares na safra 2016/17 – 37% a mais do que no ano passado. Foi justamente nos 15 municípios que formam a região de Concórdia que foi observado o maior crescimento na produção de soja em Santa Catarina. De uma safra para outra a colheita foi ampliada em 56,3%, chegando a 20,7 mil toneladas.

Para dar espaço ao cultivo de soja, a área plantada de milho na região foi 21% menor do que na safra 2015/16. Diminuiu a área plantada e, consequentemente, a produção. Mesmo com uma produtividade excelente, de 8,3 toneladas/hectare, a colheita de milho encerrou em 205 mil toneladas – queda de 3%.

Por outro lado, os produtores de soja destinaram mais área para o plantio, colheram muito mais e tiveram uma produtividade bem maior em relação à última safra. Com 5,8 mil hectares plantados a colheita fechou em 20,7 mil toneladas e o rendimento médio de 3,5 toneladas/hectare.

A região de Concórdia é um exemplo do que do que vem acontecendo em Santa Catarina: para compensar a perda de área plantada para o cultivo de soja, os produtores de milho investem em tecnologias para aumentar a produtividade. “Em Santa Catarina a área plantada de milho aumentou apenas 2% e a produção cresceu mais de 17%. Isso está relacionado ao uso de tecnologia de ponta. Os produtores perceberam que o segredo está no uso de tecnologias para ampliar a produtividade e colher mais no mesmo espaço de terra”, ressalta o secretário de Estado da Agricultura e da Pesca, Moacir Sopelsa.

A produção de milho e soja é muito importante para Santa Catarina. Destaque na produção de proteína animal, o Estado é o maior consumidor de milho do país e o grão é indispensável para manter a competitividade do agronegócio catarinense. “Não existe produção de suínos e aves sem soja e milho”, destaca Sopelsa.

Os números estão disponíveis no Boletim Agropecuário do Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Epagri/Cepa) deste mês. Os municípios considerados como integrantes da região de Concórdia são: Concórdia; Seara; Irani; Ipira; Ipumirim; Peritiba; Lindóia do Sul; Xavantina; Alto Bela Vista; Piratuba; Itá; Arvoredo; Arabutã; Presidente Castelo Branco e Paial.

Milho safra 2016/17

Santa Catarina encerrou colheita de milho e tem safra 2016/17 de 3,2 milhões de toneladas. Como maior consumidor de milho do país, o Estado comemora o incremento de 17,2% na produção. Foram mais de 379 mil hectares destinados ao cultivo do grão e a produtividade média foi de 8,5 toneladas/hectare.

Soja safra 2016/17

Os produtores catarinenses colheram a maior safra de soja da história. A produção chegou a 2,4 milhões de toneladas, 13,4% a mais do que no último ano. Na safra 2016/17, o grão ocupa 660,2 mil hectares no Estado, a maior área plantada já registrada, e o rendimento médio foi de 3,6 toneladas/hectare.
A soja é ainda um grande produto na pauta de exportações de Santa Catarina. Em junho, de tudo o que o Estado exportou, 11,4% era do complexo soja. No acumulado do ano, de janeiro a junho, o volume exportado foi 15% superior ao volume exportado no mesmo período de 2016, passando de 1,2 milhão de toneladas. Os principais destinos são China, Rússia, Coreia do Sul e Tailândia.

Informações adicionais:
Ana Ceron
Assessoria de Imprensa
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Foto de arquivo: Jeferson Baldo / GVG

O vice-governador Eduardo Pinho Moreira e o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho, inauguram o primeiro laboratório de captura de CO2 da América Latina nesta segunda-feira, 24, em Criciúma. O laboratório utiliza uma tecnologia própria e está instalado no Centro Tecnológico de Carvão Limpo (CTCL) da Faculdade Satc. 

O processo usado será o de adsorção, quando o gás liberado na queima do carvão é capturado e armazenado em zeólitas - cinzas beneficiadas para se transformar em estrutura areada, semelhante a uma minúscula esponja. As zeólitas carregadas de CO2 poderão ser depositadas em minas desativadas ou o gás ser disponibilizado para consumo industrial, como na perfuração de petróleo e na produção de bebidas gaseificadas. Demais métodos de captura se valem de solventes líquidos, mais caros e que praticamente inviabilizam a implantação em escala industrial.

No Brasil, 100% das jazidas de carvão conhecidas estão no Sul do Brasil, sendo 90% no Rio Grande do Sul. Cerca de 14 empresas utilizam o carvão mineral no Brasil, a maior parte delas na Região Sul. No Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e no Paraná, a cadeia Termelétrica gera em torno de 53 mil empregos diretos e indiretos e movimenta cerca de R$ 12 bilhões/ano. No mundo, 41% da energia gerada tem como fonte o carvão. Na Polônia, 83%; Alemanha, 44%; na Índia, 71% e, na Austrália, 69%. A construção do laboratórios de Criciúma recebeu aporte financeiro de R$ 4,4 milhões da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Governo do Estado (Fapesc).

Roteiro do ministro e do vice-governador

- 09h50: Visita às instalações da Satc
- 10h20: Inauguração do Laboratório de Captura de CO2, na Rua Pascoal Meler, 72, Bairro Universitário - Criciúma

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Vitor Louzado
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Foto: James Tavares/Secom

O governador Raimundo Colombo reuniu, na manhã desta sexta-feira, a cúpula da Segurança Pública de Santa Catarina para discutir a situação do sistema prisional catarinense. No encontro, foram avaliadas alternativas para evitar que os presos fiquem nas delegacias e possam ingressar nas unidades prisionais, conforme prevê a legislação.

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Hoje não há como retirar presos das delegacias porque unidades prisionais estão interditadas - ou seja não podem receber presos a menos que algum seja libertado por decisão judicial.

Participaram do encontro os secretários de Estado da Justiça e Cidadania, Ada Faraco de Luca; da Segurança Pública, Cesar Grubba; o procurador-geral do Estado, João dos Passos; o comandante-geral da PM, Paulo Henrique Henn; o diretor-geral da Polícia Civil, Artur Nitz; o secretário adjunto da SJC, Leandro Lima; e o diretor do Deap, Deiveison Batista. Às 14h30, o secretário adjunto Leandro Lima vai conceder uma entrevista coletiva na Secretaria de Comunicação (Secom), no Centro Administrativo do Governo do Estado, na SC-401.

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Jacqueline Iensen 
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Foto: Homero Buzzi/ADR Rio do Sul

Começou nesta sexta-feira, 20, e segue até domingo, 23, a primeira edição da Agro Vale, a Expofeira Agrícola do Alto Vale do Itajaí, com atividades voltadas para agricultores e comunidade, no Centro de Eventos Hermann Purnhagen, em Rio do Sul. O evento foi iniciado com tratoraço pelas principais vias rio-sulenses e abertura oficial com premiação a agricultores de destaque, entre eles o casal Willy e Sheyla Vailatti, produtores de vinho e suco de uva orgânicos no Bairro Itoupava.

O acesso à expofeira é gratuito, sendo cobrada a entrada para os shows noturnos com Tchê Campeiro e Grupo Karisma, Wesley Bachega e Hugo e Tiago. As demais atrações têm entrada livre. A programação ainda inclui, diariamente, palestras para agricultores, café colonial, concurso de gaiteiros e de violeiros. O encerramento é no domingo, quando acontecerá a entrega oficial da Casa Familiar Rural, um complexo que será usado pelas associações de agricultores na comunidade do Bom Fim, para atividades de capacitação, cursos, treinamentos e reuniões. E no restante do dia, segue a programação no Centro de Eventos, com missa ecumênica, tarde dançante com Embalo Gaúcho, show de adestramento de cães e apresentação de fechamento do evento, com Ivonir Machado.

O secretário da ADR de Rio do Sul, Ítalo Goral, exalta o apoio do Governo do Estado em iniciativas como a primeira Agro Vale, para estimular a agricultura familiar e incentivar os jovens a permanecer na área rural, além do envolvimento de todos e das oportunidades de negócios. "A feira pode ser aproveitada livremente por todos no Alto Vale do Itajaí, por ter atrações diversas e de qualidade, evidenciando as parcerias da Prefeitura, Câmara de Diretores Lojistas, Acirs, associações rurais e sindicais e Governo do Estado, através da ADR de Rio do Sul”, disse o prefeito de Rio do Sul, José Thomé.

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Homero Buzzi
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Fotos: James Tavares/Secom

O governador Raimundo Colombo e o presidente da Celesc, Cleverson Siewert, lançaram nesta sexta-feira, 21, em Florianópolis, a nova edição do Programa de Eficiência Energética e de Pesquisa e Desenvolvimento, que contemplam projetos selecionados por chamadas públicas. Nos próximos dois anos, a Celesc vai investir R$ 41,6 milhões em 22 projetos. Os recursos financiam projetos em indústrias, prefeituras, entidades e universidades e devem promover o uso eficiente e racional de energia elétrica, estimulando novas tecnologias e bons hábitos de consumo. 

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“O programa tem um grande impacto. Orienta os participantes a produzir e trocar equipamentos que usem energia com menor custo e aumente a eficiência. Com isso, conseguimos diminuir os gastos com o setor de energia, que é muito alto, e aumentamos a competitividade, tanto das nossas indústrias como de instituições. Estamos passando por uma crise e temos que ser fortes e maiores que ela para proteger quem precisa e depende de nós. E a busca por resultados positivos também passa pela questão energética”, disse o governador.

Os projetos foram selecionados pela empresa a partir de chamadas públicas realizadas em 2016, abertas à comunidade, indústria, comércio, universidade, centros de pesquisas e poder público. Um total de 80 projetos foram apresentados, sendo 43 para pesquisa e desenvolvimento e 37 para eficiência energética. Destes, 22 foram selecionados.

Na área de Pesquisa e Desenvolvimento, nove dos projetos apresentados foram selecionados e passam, agora, por aprovação para sua execução. Para esses projetos, a Celesc tem reservados R$ 26.615.041,62. Na área de Eficiência Energética, os projetos estão sendo avaliados para comprovação do diagnóstico energético apresentado. Após a aprovação, eles estarão aptos para serem executados. Os 13 projetos selecionados representam investimento de R$ 14.137.658,30.

Nesta sexta-feira, quatro dos 22 selecionados assinaram o convênio para execução. Eles são das universidades Unesc, de Criciúma, Univille, de Joinville, Univali, de Itajaí, além da Companhia Canoinhas de Papel. Os projetos das três universidades vão viabilizar a substituição de lâmpadas fluorescentes por lâmpadas LED e aparelhos de ar-condicionado antigos por modelos novos e mais eficientes, além da instalação de sistemas fotovoltaicos para geração de energia. A Companhia Canoinhas vai poder eficientizar motores elétricos, inversores e quadros de comando. 

“Vamos diminuir o consumo por parte de algumas indústrias e instituições e também gerar o desenvolvimento de novas tecnologias, com o objetivo de atender cada vez melhor a sociedade”, destacou o presidente da Celesc.

Siewert falou ainda sobre o mais novo projeto da Celesc, o Bônus Eficiente Linha Motores, que tem previsão de início nos próximos 60 dias e dará descontos para indústrias que quiserem investir em eficiência energética, injetando R$ 7 milhões na economia de Santa Catarina. De acordo com o presidente, além de cumprir seu papel frente às regras da Aneel, a Celesc reforça uma de suas características, a de se preocupar com o desenvolvimento sustentável do setor. 

Resultados

O Programa de Eficiência Energética iniciou em 1999, executou 126 projetos, com investimento total de mais de R$ 300 milhões beneficiando mais de 200 mil famílias, alcançando 80 MW de redução de demanda na ponta e 1.420 GWh de economia, energia suficiente para atender o consumo de 590 mil residências ou o consumo mensal do município de Joinville. 

O Programa de Pesquisa e Desenvolvimento, iniciado também em 1999, investiu mais de R$ 105 milhões até o momento, com mais de 170 projetos executados.

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Elisabety Borghelotti
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