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Eduardo Pinho Moreira assume Governo de SC

Transmissão do cargo de governador

O governador licenciado Raimundo Colombo transmitiu o cargo ao governador em exercício Eduardo Pinho Moreira, que assumiu o Governo de Santa Catarina com duas prioridades bem definidas: a Saúde e a Segurança Pública

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Fotos: James Tavares/Secom

O primeiro compromisso do governador em exercício, Eduardo Pinho Moreira, nesta segunda-feira, 19, foi na Secretaria de Estado da Saúde, onde esteve reunido com o secretário Acélio Casagrande, o adjunto Marcelo Lemos dos Reis e equipes responsáveis por alguns setores da área. Moreira, que recebeu o detalhamento de alguns serviços, disse que pretende atuar diretamente e acompanhar de perto tudo que diz respeito à Saúde dos catarinenses.

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“Até o dia 28 de fevereiro, vamos receber um detalhamento técnico de todos os gastos que ocorrem nos hospitais próprios e, na etapa posterior, os filantrópicos e privados. Vamos fazer um estudo minucioso, pois tudo que é gasto deve ser bem aplicado em benefício da população, evitar desperdícios e controle absoluto dos gastos públicos, isso é sinal de responsabilidade, que é o queremos fazer para atender melhor a população de Santa Catarina”, disse Moreira, reforçando seu compromisso de repasse dos 14% do orçamento mensal para o setor.

O secretário informou que o objetivo é estabelecer as metas e compromissos com a saúde de Santa Catarina e definir a estratégia de regionalização. “Nossa atenção também está voltada para os nossos 12 hospitais para melhorar, dar mais eficiência e agilizar os atendimentos. A reunião de hoje foi muito importante e, com certeza, é só início na busca de qualidade para todos os catarinenses na área da Saúde”, informou o secretário Casagrande.

Recursos

Em seguida, o governador em exercício seguiu para a Assembleia Legislativa, onde em esforço conjunto com a bancada federal catarinense, acompanhou o repasse de R$ 9,1 milhões para 62 hospitais filantrópicos do Estado.

Os recursos que serão destinados para custeio de instituições filantrópicas são provenientes da Emenda Parlamentar da bancada catarinense referente à Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2017, que era de R$ 190 milhões destinados para municípios e hospitais filantrópicos. Como os recursos são vinculados ao Ministério da Saúde, o Governo Federal contingenciou 48% do valor da emenda impositiva, ou seja, o montante destinado para a saúde catarinense ficou em R$ 98,8 milhões.

Parte já foi destinada aos municípios contemplados pela bancada no final de 2017. Agora, os hospitais filantrópicos também receberão os valores indicados pelos senadores e deputados. Além disso, R$ 2,2 milhões foram repassados para a Secretaria de Estado da Saúde.

Mais informações para a imprensa
Sabryna Sartott
Assessoria de Comunicação
Gabinete do Vice-Governador
E-mail: sabrynasartott@gmail.com
Fone: (48) 3665-2283 / 99138-8722
Site: www.sc.gov.br

 


Foto: Jeferson Baldo / GVG

Mais de 3 mil pessoas participaram da cerimônia de transmissão de cargo do governador Raimundo Colombo para Eduardo Pinho Moreira, em ato nesta sexta-feira, 16, em Florianópolis, prestigiado por lideranças de todo o Estado. Em seu discurso, Moreira reforçou o compromisso e a responsabilidade do Governo de Santa Catarina com todas as regiões e afirmou que saúde e segurança serão prioridades.

Moreira ressaltou os bons indicadores de Santa Catarina e o status diferenciado do Estado, destacando também a responsabilidade para garantir uma gestão eficiente. "Nossos índices fazem frente aos de países desenvolvidos. Hoje somos o segundo Estado mais competitivo do Brasil; aquele com a maior expectativa de vida e com a menor taxa de mortalidade infantil; com o melhor ensino fundamental de todo o país; e com os menores índices de desemprego, desigualdade de renda e de pessoas vivendo abaixo da linha da pobreza", discursou.

Destacou, no entanto, os desafios que o Governo do Estado tem pela frente. "Vamos ter que fazer mais com menos. Uma gestão técnica e eficiente é fundamental neste momento, para que possamos reduzir os gastos correntes e garantir o bom atendimento nas áreas prioritárias, como saúde e segurança. Vamos diminuir o tamanho da máquina pública e trazer mais incentivos ao desenvolvimento, através de parcerias com a iniciativa privada e estímulos ao empreendedorismo".


Foto: Julio Cavalheiro / Secom

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O governador em exercício fez questão de agradecer à parceria com os governadores Luiz Henrique da Silveira e Raimundo Colombo em sua trajetória política. "Mudanças importantes, embora dependam de ações imediatas, demandam tempo. São resultados de uma sucessão de pequenos passos em busca de um ideal. Porém, o imediatismo que tem tomado conta da política atual impede essa compreensão. Ao longo desses 15 anos avançamos muito: demandas históricas foram atendidas em regiões, até então, desassistidas, o acesso a serviços públicos foi ampliado e o desenvolvimento econômico incentivado como nunca", destacou.

Moreira afirmou que o conceito de um governo de todas as regiões firmou a necessidade de valorizar a grande diversidade cultural, econômica e social que compõem o Estado. "Aprendemos a ouvir as pessoas e a colocá-las em primeiro lugar. Tenho certeza que esse é o caminho certo e que os passos que demos, nesse sentido, não têm volta".

As conquistas que evidenciam a força dos catarinenses também foram enaltecidas por Raimundo Colombo, que abriu seu discurso agradecendo à população catarinense e à equipe que liderou nestes mais de sete anos à frente do governo. O governador, agora licenciado, destacou a importância da união em prol da promoção e da proteção do Estado. "Tenho como uma das filosofias de vida, a ideia de que briga política não constrói pontes, escolas e hospitais. Ao longo da minha vida pública sempre procurei conciliar, construir, tentar unir as pessoas, o que nem sempre é fácil. E isso contribuiu para que neste período de tantas turbulências, os impactos fossem menores em Santa Catarina", afirmou. Colombo deixa o cargo para um período de licença, enquanto Eduardo Pinho Moreira estará à frente do Governo do Estado.


Foto: James Tavares / Secom

Colombo lembrou que, para proteger a geração de emprego, Santa Catarina foi contra o movimento adotado por tantos outros estados e decidiu não aumentar impostos, mesmo diante dos períodos de arrecadação em baixa. E com um saldo de 29.441 vagas com carteira assinada, Santa Catarina foi o Estado que mais gerou emprego no país em 2017. A proteção do emprego foi apontada como um dos principais legados do governo.

Em 2017, Santa Catarina também foi reconhecido como o segundo Estado mais competitivo no país, de acordo com Ranking de Competitividade dos Estados. No resultado geral, o Estado melhorou a sua posição ano a ano. Em 2011, ocupava o sétimo lugar; em 2012 e em 2013, ficou em sexto; em 2014, alcançou a quinta posição; em 2015 e 2016, ficou em terceiro; e em 2017 subiu uma posição e ultrapassou o Paraná, garantido o segundo lugar geral, atrás apenas de São Paulo.

A cerimônia desta sexta contou com a presença do ministro-chefe da Secretaria de Governo, Carlos Marun, representando o Governo Federal, senadores, deputados, prefeitos e lideranças de todas as regiões do Estado. Colombo e Eduardo Pinho Moreira também receberam homenagens, como as prestadas pela viúva do governador Luiz Henrique, Ivete da Silveira, e pela secretária executiva da Agência de Desenvolvimento Regional (ADR) de Joinville, Simone Schramm.

>>> Veja o discurso na íntegra do governador em exercício Eduardo Pinho Moreira

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Alexandre Lenzi
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Foto:  Márcio H. Martins

A Escolinha de Arte abrirá inscrições para o processo seletivo de alunos de 2018 na segunda e terça-feira, dias 19 e 20 de fevereiro, das 13h às 18h. Os responsáveis deverão realizar a inscrição das crianças junto à secretaria da Escolinha, localizada no Centro Integrado de Cultura (CIC), em Florianópolis. 


Foto: Leneza Della Krás/ ADR Araranguá

O secretário de Estado da Defesa Civil, Rodrigo Moratelli, inaugurou o radar meteorológico Sul, instalado junto ao Farol da Marinha em Morro dos Conventos, em Araranguá na manhã desta quinta-feira, 15. O equipamento será responsável pela cobertura de 41 municípios. “O radar tem uma função estratégica, possibilitando a leitura atmosférica da região Sul do Estado, emitindo alertas meteorológicos de maneira coerente, mobilizando as equipes para atuarem em campo na ocorrência de situação de crise e informação à população para que ela possa reagir aos eventos meteorológicos que impõem desafios. Nossa meta é proteger vidas e o radar Sul é mais uma importante ferramenta, para tornar a nossa Santa Catarina mais segura”, disse Moratelli. Com o funcionamento do radar em Araranguá, o Estado passa a ter 100% de cobertura meteorológica. Assim como as imagens dos radares do Vale (Lontras) e do Oeste (Chapecó), as informações do radar sul já estão disponíveis para o público, por meio do portal.

O investimento no Radar Móvel Sul foi de cerca de R$ 4 milhões com recursos do Pacto por SC, financiados pelo Banco do Brasil. Pesando cerca de quatro toneladas, pode ser deslocado para qualquer lugar de Santa Catarina de forma simples de acordo com a necessidade. O alcance é entre 100 e 150 km. Ele possui o modelo Banda X e foi fabricado pela empresa Norte Americana Enterprise Electronics Corporation (E.E.C).

O secretário executivo da Agência de Desenvolvimento Regional (ADR) de Araranguá, Heriberto Afonso Schmidt, ao lado do coordenador Regional de Defesa Civil, sargento BM Sebastião Antônio de Souza, destacou a importância do equipamento para o Sul do Estado. “Em nome do Extremo-Sul gostaria de agradecer ao Governo do Estado por este importante aliado na segurança. Nossa região já sofreu muito com eventos climáticos no passado, e este momento é um marco no que diz respeito à prevenção”.

A cobertura é de 41 municípios. São eles: Urubici, Rio Fortuna, São Martinho, Imaruí, Laguna, Capivari de Baixo, Gravata, Armazém, Braço de Norte, Grão Pará, Orleans, Lauro Muller, Treviso, Urussanga, Pedras Grandes, Tubarão, Jaguaruna, Treze de Maio, Cocal do Sul, Siderópolis, Nova Veneza, Criciúma, Morro da Fumaça, Sangão, Içara, Araranguá, Maracajá, Forquilhinha, Morro Grande, Meleiro, Timbé do Sul, Turvo, Balneário Arroio do Silva, Ermo, Jacinto Machado, Sombrio, Santa Rosa do Sul, Balneário Gaivota, Praia Grande, São João do Sul e Passo de Torres.

Também participaram do ato de inauguração o capitão dos Portos de Santa Catarina, Capitão de Mar e Guerra Emerson Gaio Roberto; o presidente da Associação de Municípios do Extremo-Sul Catarinense (AMESC), prefeito Valdionir Rocha, representando os demais prefeitos; vice-prefeito de Araranguá Primo Menegalli Junior; deputados, vereadores, secretários, coordenadores de Defesa Civil, entre outras lideranças e representatividades.

Informações adicionais para a imprensa
Leneza Della Krás
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Foto: Aires Carmem / Epagri

Nova estimativa prevê redução de 20,4% na safra catarinense de milho grão. A combinação de estiagem e redução da área plantada trará uma queda na produção e a colheita deve fechar em 2,4 milhões de toneladas em 2018. Os números foram divulgados nesta quinta-feira, 15, no Boletim Agropecuário do Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Epagri/Cepa).

Os períodos de estiagem, principalmente em setembro e dezembro de 2017, comprometeram a produtividade das lavouras de milho catarinenses. Se na última safra os produtores colheram em média 8,6 toneladas/hectare, este ano o número deve ficar em 8 toneladas/hectare, uma queda de 7,14%.

A área plantada para o milho grão também será menor este ano, serão 310 mil hectares (14,3% a menos do que na última safra). Os principais concorrentes do milho grão são o milho silagem e a soja, que vêm ganhando cada vez mais espaço no meio rural.

Esses dois fatores fazem com que as projeções para a safra 2017/18 de milho não sejam otimistas. Com 643 mil toneladas a menos de milho grão, Santa Catarina pensa em alternativas para suprir as cadeias produtivas de carnes. Segundo o secretário da Agricultura e da Pesca, Moacir Sopelsa, uma das opções é criar uma rota para que o milho venha do Paraguai, com preços mais competitivos do que aquele vindo do Centro Oeste brasileiro.

A colheita menor tem impacto direto no setor produtivo de carnes em Santa Catarina. Como maior produtor nacional de suínos e segundo maior produtor de aves, o estado consome em média seis milhões de toneladas de milho todos os anos.

O acompanhamento de safra tem como referência a situação da colheita em fevereiro.

Panorama Regional

Região Oeste
Nas regiões de Chapecó, Xanxerê e Concordia, até o dia 15 de fevereiro mais de 90% das lavouras se encontram em fase de maturação final e em torno de 10% da área plantada está colhida. Os relatos indicam uma safra normal que, devido as irregularidade das chuvas em alguns períodos (setembro e início de dezembro 2017), não deverá repetir os excelentes resultados da safra anterior.

Regiões de Joaçaba, Campos Novos, Curitibanos, Caçador
Nestas regiões, em função da ocorrência de período sem chuvas em setembro e na primeira quinzena de dezembro/17, as estimativas são de redução de rendimento entre 10 e 15%.

Campos de Lages
As condições normais de umidade do solo sugerem safra com bom rendimento.

Região Norte
As lavouras nesta região estão com bom desenvolvimento e deverão apresentar bom potencial produtivo.

Alto Vale o Itajaí
Até o momento 45% das lavouras estão colhidas, o rendimento médio é de 7 toneladas por hectare.

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