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Abertura dos Jesc em Mafra. Foto: Nery Nader Jr./ADR Mafra

Os municípios de São Bento do Sul e Rio Negrinho irão respirar os Jogos Escolares de Santa Catarina (Jesc) no próximo final de semana. Entre sexta-feira, 18, e domingo, 20, cerca de 1,6 mil estudantes com idades entre 12 a 14 anos de 170 escolas buscarão marcar seus nomes na história da competição. 

O objetivo de cada um será conquistar a tão sonhada medalha de ouro na etapa estadual nas modalidades de badminton, ciclismo, futsal, handebol, vôlei, luta olímpica e xadrez. 

Estas modalidades em São Bento do Sul e Rio Negrinho complementarão a programação iniciada na primeira parte dos Jesc realizada em Mafra entre os dias 11 e 12, com as modalidades de atletismo e judô. Posteriormente, a etapa estadual dos Jesc finalizará entre os dias  25 e 27 de agosto, com as disputas das modalidades de basquetebol e tênis de mesa, novamente em São Bento do Sul.

Os Jesc são uma promoção do Governo de Santa Catarina, por meio da Fesporte, em parceria com as prefeituras dos municípios sedes e Agências de Desenvolvimento Regional (ADRs).

Erivaldo Caetano Junior, o Vadinho, presidente da Fesporte, destaca que os Jesc estão entre os eventos mais importantes da instituição. “O esporte escolar é o caminho para a descoberta não somente de novos talentos esportivos, mas também para permitir o desenvolvimento das crianças e adolescentes. Os Jesc capacitam os jovens a lidarem com suas necessidades, desejos e expectativas”, disse.

>>> Confira a programação completa no site da Fesporte

Informações adicionais para a imprensa
Antônio Prado
Assessoria de Imprensa 
Fundação Catarinense de Esporte - Fesporte
Fone: (48) 3665-6126/ (48) 99949-5255
E-mail: prado@fesporte.sc.gov.br
Site: www.fesporte.sc.gov.br

 

 


Foto: James Tavares/Secom

O número de focos do mosquito Aedes aegypti vem crescendo em Santa Catarina. Em apenas 15 dias, 121 novos focos foram identificados no estado, de acordo com o boletim epidemiológico divulgado nesta terça-feira, 15, pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado da Saúde (Dive/SES), em comparação com o boletim anterior.

No total, 8.147 focos foram identificados em 137 municípios neste ano, o que significa um volume 25% maior do que o registrado no mesmo período do ano passado. “Desses, 60 municípios são considerados infestados, o que aumenta o risco de transmissão, tanto nesses quanto nos demais, em função do trânsito de pessoas e da dispersão do mosquito transmissor”, alerta João Fuck, coordenador do Programa de Controle da Dengue em Santa Catarina.

Das três doenças transmitidas pelo mosquito – dengue, febre do zika vírus e febre de chikungunya – essa última é a que vem apresentando o maior número de casos. De 1 de janeiro a 29 de julho, conforme o boletim epidemiológico, 27 casos de febre de chikungunya foram confirmados, sendo 25 importados, com local de infecção nos estados da Bahia, Ceará, Espirito Santo, Maranhão, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará e Roraima. Outros dois casos confirmados estão em investigação de local provável de infecção. Trinta e um casos permanecem como suspeitos, aguardando resultado laboratorial.

Em relação às demais doenças transmitidas pelo Aedes aegypti, foram confirmados dez casos de dengue, sendo seis importados, um autóctone, um indeterminado e dois em investigação de local provável de infecção; e um caso de febre de zika vírus, importado. Na comparação com o boletim epidemiológico anterior, foram três novos casos de febre de chikungunya e um de dengue.

Febre de chikungunya

Os primeiros casos de febre de chikungunya foram detectados no Brasil em 2014. Desde então, até a Semana Epidemiológica (SE) 19 (01/01/2017 – 13/05/2017), foram confirmados 28.225 casos da doença, com maior concentração na região Nordeste do país. Entre os estados, destacam-se Ceará, Roraima e Tocantins.

Nesse mesmo período, foram confirmados, laboratorialmente, 13 óbitos por febre de chikungunya, ocorridos nos estados do Pará, Ceará, Tocantins, Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro e em São Paulo. Em Santa Catarina, o primeiro caso autóctone da doença foi registrado no ano de 2015, no município de Itajaí.  

A febre de chikungunya pode se apresentar sob a forma aguda (com sintomas abruptos de febre alta, dor articular intensa, dor de cabeça e dor muscular, podendo ocorrer erupções cutâneas) e evoluir a uma doença crônica, caracterizada pela persistência dos sintomas, principalmente dor articular, musculoesquelética e neuropática, sendo essa última muito frequente nessa fase. A prevalência da fase crônica é bastante variável, podendo atingir mais da metade dos pacientes.

Pessoas com febre de início súbito, maior que 38,5°C, e artralgia ou artrite intensa de início agudo, não explicado por outras condições, devem tomar muita água, não se automedicar e procurar uma Unidade de Saúde.

>>> Confira o boletim completo

Informações adicionais para a imprensa:
Patrícia Pozzo
Núcleo de Comunicação
Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive)
Secretaria de Estado da Saúde
Fone: (48) 3664-7406 | 3664-7402
E-mail: divecomunicacao@saude.sc.gov.br
www.dive.sc.gov.br


Foto: Jaqueline Noceti / Secom

A cada real investido pela Epagri em tecnologia, qualificação de funcionários, pesquisa, extensão, novos cultivares, o retorno aos catarinenses chegou a R$ 5,01. É o que aponta o balanço social da empresa em 2016, entregue pelo presidente Luiz Hessmann ao governador Raimundo Colombo, na manhã desta terça-feira, 15, em Florianópolis. Na solenidade com a presença de técnicos e gerentes regionais da Epagri, o governador também entregou 104 novos veículos para o trabalho de assistência ao produtor rural de Santa Catarina.

“O balanço social traz os números, mas a gente está aqui pra reconhecer o trabalho e o legado que cada funcionário leva, especialmente, às famílias nas pequenas propriedades. Ao mostrar os resultados, eles também podem dizer que contribuíram para deixar a vida de alguém um pouquinho melhor. Esta é a verdadeira conquista”, disse Colombo.


Foto: Kiki Ache / Divulgação

Um leão-marinho recolhido no sábado, 12, na praia do Pântano do Sul, em Florianópolis, está em reabilitação no Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas), no Parque do Rio Vermelho, no Norte da Ilha. O trabalho é feito pela Fundação do Meio Ambiente (Fatma), em parceria com a ONG R3 Animal e a Polícia Militar Ambiental, dentro do Programa de Monitoramento das Praias da Bacia de Santos (PMP)

O animal é adulto e estava sendo monitorado pelas equipes do PMP desde o fim de junho. Após passar por uma avaliação de médicos veterinários foi constatado que estava abaixo do peso e com uma lesão na região direita do pescoço.

Os machos de leão-marinho-sul-americano caracterizam-se pelo focinho ligeiramente achatado e pela pelagem marrom escuro e presença de grande quantidade de pelos na região do pescoço, lembrando a juba de um leão. A espécie distribui-se pelo litoral sul-americano desde Peru até o Uruguai. No Brasil, são encontrados principalmente nos Refúgios de Vida Silvestre do Molhe Leste de São José do Norte e Ilha dos Lobos em Torres, no Rio Grande do Sul. “Ainda não temos previsão de quanto tempo o animal ficará sob nossos cuidados. Os exames estão sendo realizados para que possamos decidir pelo melhor tratamento.”, explica a veterinária e gestora da R3 Animal, Cristiane Kolesnikovas.

Como você pode ajudar?

Em caso de lobos e leões-marinhos encontrados nas praias:

- a grande maioria dos lobos e leões-marinhos para em nossas praias apenas para descansar e retornam ao mar por conta própria. Alguns deles permanecem até uma semana no mesmo local e não necessitam de cuidados especiais;

- não tente devolver o animal para a água ou molhar;

- não tente alimentar o animal;

- ajude a isolar a área mantendo pessoas e animais domésticos afastados;

- obtenha fotografias do animal, possibilitando a identificação da espécie e documentação do caso;

- colabore com a sensibilização e a conscientização da comunidade;

 - proteja a sua saúde. Os animais podem transmitir doenças aos seres humanos;

- evite respirar o ar expirado pelos animais.

O Programa de Monitoramento das Praias da Bacia de Santos 

A atividade é desenvolvida para o atendimento de condicionante do licenciamento ambiental federal da Petrobras na produção e escoamento de petróleo e gás natural no pólo pré-sal da Bacia de Santos, conduzido pelo Ibama. O projeto tem como objetivo avaliar os possíveis impactos dessas atividades sobre as aves, tartarugas e mamíferos marinhos, por meio do monitoramento das praias e do atendimento veterinário aos animais vivos e necropsia dos mortos. A área de abrangência do monitoramento engloba os municípios litorâneos dos estados de Santa Catarina, Paraná, São Paulo e do Rio de Janeiro e compreende mais de 1.500 quilômetros de costa. O projeto atende pelo 0800 642 334.

Mais informações para a imprensa:
Claudia De Conto
Assessoria de Comunicação
Fundação do Meio Ambiente (Fatma)
E-mail: comunicacao@fatma.sc.gov.br
Fone: (48) 3665-4177 / 99172-8277
www.fatma.sc.gov.br 

 

 


Foto: Robson Valverde/SES

Na manhã desta terça-feira, 15, tomou posse a nova coordenadora da Saúde Mental de Santa Catarina, Deisy Mendes Porto. A solenidade ocorreu no gabinete do secretário de Estado da Saúde, Vicente Caropreso, e contou com a presença do secretário adjunto, Murillo Capella, e do diretor do Instituto de Psiquiatria, Paulo Márcio de Souza.

A psiquiatra Deisy falou como será sua atuação à frente da Coordenação da Saúde Mental de SC. "Vou trabalhar por uma rede que seja efetiva, resolutiva e acesssível a todas as pessoas que precisam desse tratamento".

O secretário de Estado da Saúde explicou a necessidade de atender todos os pacientes de forma eficaz. "Precisamos, cada vez mais, preservar o paciente de psiquiatria. Ele, como todos os outros, tem que ser bem atendido, com privacidade e rapidez. A regulação dos leitos de psiquiatria deve ser feita de forma muito criteriosa. Ninguém pode ficar sem atendimento em um momento de crise. Precisamos ainda acompanhar as famílias desses pacientes, orientá-las para, que no conforto da sua casa, o paciente psiquiátrico continue seu tratamento," declarou o secretário durante a posse.

A Política Estadual de Saúde Mental de Santa Catarina se apóia na Lei Federal N° 10.216/2001 que dispõe sobre a proteção e os direitos das pessoas portadoras de transtornos mentais e redireciona o modelo assistencial em saúde mental. As áreas que compõem a Saúde Mental são a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), que trata da criação, ampliação e articulação de pontos de atenção à saúde para pessoas com sofrimento ou transtorno mental e com necessidades decorrentes do uso de crack, álcool e outras drogas, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS); e a Saúde Indígena, da população privada de liberdade, da população em situação de rua.

Ações de competência da Coordenação Estadual de Saúde Mental:

a) Coordenar e implementar a Rede de Atenção Psicossocial em Santa Catarina, a partir das diretrizes do Ministério da Saúde;

b) Dar suporte aos municípios para incentivar a implantação dos dispositivos e pontos de atenção da rede articulados com os outros pontos da rede, por meio de análise de projetos dos municípios ou Região de saúde, visitas, reuniões, articulação entre os vários serviços e setores, vistorias e pareceres para implantação dos pontos de atenção;

c) Acompanhar e avaliar os pontos da rede de atenção psicossocial por meio de supervisões dos serviços in loco, em parceria com vigilância sanitária, controle e avaliação e auditoria;

d) Qualificar os profissionais da rede de atenção psicossocial;

e) Articular com outros setores como Educação, Assistência Social, Ministério Público, Poder Judiciário, Segurança Pública e outros;

f) Desenvolver ações para Desinstitucionalização;

g) Coordenar e/ou participar de comissões, câmaras técnicas, conselhos e outros relacionados à área de atenção psicossocial: Grupo de Desinstitucionalização, Colegiado de coordenadores de saúde mental, Conselho Estadual de Entorpecentes (CONEN), Colegiado de Políticas de Atenção Psicossocial e outros;

h) Dar suporte psicossocial às populações específicas como população indígena, população privada de liberdade e população em situação de rua.

Informações adicionais para a imprensa:
Gabriela Ressel
Assessoria de Comunicação
Secretaria de Estado de Saúde
Telefone: (48) 3664-8822
E-mail: imprensa@saude.sc.gov.br e secretariadeestadodasaude@gmail.com

 

 

 

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