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Campanha Compre de SC

Campanha Compre de SC

O Governo do Estado lançou a campanha Compre de SC para incentivar o consumo de produtos produzidos em Santa Catarina. Além de estimular a produção interna e muitas vezes de pequenos produtores, a campanha faz a economia girar, gerando renda e emprego.

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Fotos: Eliana Maccari

Planejar o uso correto dos recursos hídricos e garantir seu uso sustentável nos 10 municípios que compõem a Bacia do Rio Urussanga. Com este objetivo, foi lançado, em Urussanga, nesta quinta-feira, 14, o Plano da Bacia Hidrográfica que contou com um investimento de R$ 1,2 milhão do Governo de Santa Catarina para a região.

O estudo é um instrumento de planejamento da gestão que busca mostrar os principais usos dos recursos hídricos e a disponibilidade para apontar, por meio de um balaço hídrico, as condições atuais e futuras de atendimento aos diversos usos da água. O intuito é estabelecer metas e indicadores para garantir o uso de forma correta deste recurso natural.

A solenidade, realizada na Sociedade Recreativa Urussanga, contou com a presença do secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável Adenilso Biasus, representando o governador de Santa Catarina, o secretário executivo da Agência de Desenvolvimento Regional (ADR) de Criciúma, João Fabris, a presidente do Comitê da Bacia do Rio Urussanga, Carla Possamai Della, prefeitos dos 10 municípios inseridos na bacia hidrográfica, representantes de entidades, membros do Comitê da Bacia do Rio Urussanga e comunidade.

“É de fundamental importância este estudo que representa o desenvolvimento econômico sustentável do nosso Estado e engloba também a questão ambiental e social. A correta gestão pública dos recursos hídricos reflete em todos os demais setores da economia catarinense e tem aplicação direta na vida das pessoas”, destaca o secretário da SDS, Adenilso Biasus.

Para a presidente do Comitê da Bacia do Rio Urussanga, Carla Possamai Della, o Plano representa desenvolvimento. "Nós temos a esperança de que este Plano, de qualidade e com base em dados, traga o desenvolvimento com planejamento", frisou.

Plano

O Plano de Recursos Hídricos da Bacia do Rio Urussanga será elaborado em parceria com a Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul) com apoio financeiro e institucional da Fundação de Amparo a Pesquisa e Inovação de Santa Catarina (Fapesc) e da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico e Sustentável (SDS).

O coordenador da execução do Plano pela Unisul, Celso de Albuquerque Junior, apresentou os objetivos e as etapas do projeto.

"Vamos fazer um levantamento da disponibilidade e demanda para posteriormente elaborar o balanço com alternativas e ações. Um plano de recurso hídrico bem elaborado torna-se uma ferramenta de poder para a região da bacia, pois mostra a situação atual e aponta o que deve ser corrigido para garantir qualidade e quantidade de água a todos", salientou.

As etapas do Plano de Recursos Hídricos da Bacia do Rio Urussanga consistem no envolvimento da sociedade no Plano, caracterização e diagnóstico da Bacia, cenários futuros das demandas hídricas, compatibilização de demandas e disponibilidades, e plano de ações.

Bacia Hidrográfica

A Bacia Hidrográfica do Rio Urussanga abrange uma área de 679,16 quilômetros quadrados e está situada na região hidrográfica - RH 10, no Extremo Sul Catarinense. Dez municípios estão inseridos nesta bacia, totalizando mais de 118 mil habitantes de Urussanga, Cocal do Sul, Pedras Grandes, Treze de Maio, Morro da Fumaça, Criciúma, Sangão, Içara, Jaguaruna e Balneário Rincão. Somente os municípios de Cocal do Sul e Morro da Fumaça estão com área total na bacia. Cabe ao Comitê da Bacia do Rio Urussanga promover o gerenciamento descentralizado, participativo e integrado dos recursos hídricos na área da Bacia Hidrográfica do Rio Urussanga.

Mais informações para a imprensa:

Mônica Foltran
Assessoria de Imprensa
Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável
E-mail: monica@sds.sc.gov.br
Telefone: (48) 36652262 / 996961366
Site: www.sds.sc.gov.br


Foto: Dirleni Dalbosco / PSJB

Lançado no último dia 8 de junho pelo governador Eduardo Pinho Moreira o movimento “Compre de SC” ganha a cada dia mais adesões. De prefeituras a entidades empresariais e empresas dos mais diferentes setores produtivos, cresce o apoio pelo consumo de produtos catarinenses e consequentemente o fortalecimento da economia de Santa Catarina. “Temos produtos que agradam a todos os gostos, paladares, uma indústria diversificada e de qualidade, então por que não dar preferência aos produtos catarinenses?”, argumentou o governador, durante o lançamento do movimento.

Setor calçadista

No Estado, o setor de couro e calçados conta com aproximadamente 480 estabelecimentos, que geram 8,7 mil empregos diretos, e acredita que o Compre de SC vá estimular as vendas internas.

Em maior ou menor número, todos usam. Eles são a paixão de muitas mulheres. Fazem parte de um dos gestos mais comuns do ser humano: caminhar. Os sapatos produzidos em Santa Catarina ganham destaque pelo salto de qualidade alcançado nos últimos anos e o Compre de SC chega para contribuir na conquista de mais consumidores.

“Estão sendo feitos trabalhos para melhorar a parte técnica dos sapatos e estudos de design e aprimoramento. Participamos de feiras estaduais e nacionais para mostrarmos ao mercado a qualidade do nosso produto”, informa o presidente do Sindicato das Indústrias de Calçados de São João Batista, Almir Manoel Atanázio dos Santos. “Estamos focados especialmente na moda feminina”, completa.

Conforme o empresário Cláudio Cesar Booz, o Estado é reconhecido como um polo de moda e se destaca pela criação de novos produtos e aprova a iniciativa de fomentar o consumo de produtos catarinenses por meio do Compre de SC. “Se conseguirmos incentivar o mercado interno terá menos necessidade de transporte, menos fretes e tudo ficará mais acessível”, defende.

Números

Santa Catarina está em oitavo lugar no ranking dos Estados produtores de calçados e couros, conforme levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2015. Em 2018, entre janeiro e abril, o Estado exportou 43 milhões de dólares em mercadorias. Os maiores compradores dos produtos catarinenses são China, EUA, Vietnã, Alemanha e Hong Kong, conforme informações da Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc).

O município que mais se destaca na produção de calçados e derivados de couro é São João Batista, no Vale do Rio Tijucas. A cidade conta, atualmente, com 270 fábricas em atividade e 122 ateliês, que produzem em média 1,6 milhão de pares de calçados femininos por mês.

A Lei n. 12.076, de 27 de dezembro de 2001, reconheceu a cidade de São João Batista como Capital Catarinense do Calçado. O município é o quarto maior polo produtor de calçados do país.

Informações adicionais para a imprensa

Raquel Santi
Assessoria de Imprensa
Secretaria de Estado de Comunicação - Secom
Fone: (48) 3665-3022
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Fotos: Divulgação/Polícia Civil

A operação Anjos da Lei, realizada nesta quarta-feira, 13, resultou na apreensão de 70,2 Kg de drogas (60 kg de maconha e 10 kg de cocaína) e na prisão de 108 pessoas por envolvimento com o tráfico de entorpecentes, em áreas próximas às escolas catarinenses. A Anjos da Lei é a primeira edição de uma operação conjunta entre as polícias civis de Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul. Trata-se de uma grande mobilização policial que envolve um trabalho de investigação para identificar criminosos que agem em áreas vizinhas a instituições de ensino.

Em Santa Catarina foram 100 mandados de busca, 84 de prisão preventiva e 403 policiais civis que atuaram em ações de repressão ao tráfico entre às 6h e 21h, em todas as regiões. Nas imediações das instituições de ensino foram abordadas 212 pessoas suspeitas. Dos 108 presos, 36 foram flagrantes (sendo 5 adolescentes apreendidos) e outros 72 em cumprimento de mandado de prisão. Com os detidos foram localizadas 20 armas (revólveres, pistola, espingardas).

Informações

De acordo com o delegado geral adjunto, Luiz Angelo Moreira, a ação envolvendo os três estados permite o intercâmbio de informações. “A polícia tem sua área de atuação delimitada mas o crime não tem, por isso a importância da troca de informações que a partir de agora será fortalecido com o Programa Anjos de Lei, que será contínuo”, destacou.

A titular da Delegacia Regional de de Joinville, delegada Tania Harada, reforçou a importância da participação da comunidade em denunciar a atuação de traficantes. “Estamos há mais de um ano mapeando os pontos de tráfico com informações que chegam por meio de denúncias feitas nas redes sociais da Delegacia. Em Joinville já estamos trabalhando o esclarecimento de crianças e adolescentes por meio de atividades lúdicas. Temos uma boa parceria com a ADR de Joinville”, observou.

A diretora adjunta da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (DEIC), delegada Eliane Chaves, disse que o Divisão Especializada de Combate ao Narcotráfico (Denarc) focou a investigação no entorno das escolas. “Trabalhamos em áreas mais sensíveis, onde identificamos não apenas a presença de traficantes que também os fornecedores droga”. A DEIC ontem apreendeu 10 quilos de cocaína.


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Parceria 

A Anjos da Lei marca a aproximação da Polícia Civil com a comunidade escolar e a Secretaria de Estado da Educação. Na próxima segunda-feira (18), Educação e Polícia Civil assinarão um termo de cooperação técnica, oficializando a parceria entre as secretarias e dando a largada ao trabalho preventivo também dentro das escolas estaduais. “O programa surge num momento muito significativo para a comunidade escolar, que hoje já tem o Nepre Online nas escolas, onde trabalhamos a prevenção e o combate a violência e o uso de drogas”, ressaltou a secretária da Estado da Educação, Simone Schramm.

A secretária observa ainda que ações e parcerias são bem-vindas e reforçam a Política de Educação, Prevenção, Atenção e Atendimento as Violências na Escola implementada desde 2011 nas 1.073 unidades estaduais. “O entorno das escolas livre de drogas e violência é importante para a segurança dos estudantes e profissionais da educação”, assinalou a secretária. “Os pais têm de estar abertos ao diálogo e atentos aos seus filhos para que não haja espaço para o traficante e nem para a droga”, observou.

Balanço dos três estados:

Total de ordens judiciais: 609
Paraná: 124
SC: 184
RS: 301 (DPI 202; Denarc 17; DPM 82)

Total de armas: 169 (armas de fogo e outras)
Paraná: 72
SC: 20
RS: 77 (DPI 69; Denarc 4; DPM 4)

Total de presos e adolescentes: 311 entre presos e adolescentes (277 presos e 34 adolescentes apreendidos) 
Paraná: 78 (69 + 9 adolescentes)
SC: 108 (103 + 5 adolescentes)
RS: 125 (105 + 20 adolescentes): DPI 50 presos + 11 adolesc; Denarc 24 presos + 5 adolesc; DPM 31 presos + 4 adolescentes

Total de drogas: 297 kg de maconha e 11,2 kg de cocaína
Paraná: 150 kg de maconha; 671 gramas de cocaína
SC: 60 kg de maconha e 10 kg de cocaína
RS: 87 kg de maconha e 560 gramas de cocaína (DPI 50 kg de maconha e 140 gr de cocaína; Denarc 33 kg de maconha e 250 gr de cocaína; DPM 4 kg de maconha e 170 gr de cocaína

 

Informações adicionais para a imprensa
Jacqueline Iensen 
Assessoria de Imprensa 
Secretaria de Estado de Comunicação - Secom
E-mail: jacqueline.iensen@gmail.com 
Fone: (48) 3665-3045 / 99147-6761
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Fotos: Saul Oliveira / Secom

A missão diária dos bombeiros militares de salvar vidas quase sempre em situações de perigo ganhou um contexto diferente para 20 alunos do Curso de Formação de Sargentos. Eles foram ao Centro de Hemoterapia de Santa Catarina (Hemosc), em Florianópolis, para doar sangue e participar da campanha Junho Vermelho.

“Para nós que vivenciamos diversos acidentes, em que pessoas necessitam da doação de sangue para sobreviver, nada é mais importante do que colaborar e salvar vidas de outras maneiras, através da nossa doação”, exalta o tenente Marcelo, responsável pelo Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças.


Fotos: Mauren Rigo/SPG

A Comissão Técnica Estadual (CTE) do Projeto Orla aprovou as análises formais dos Planos de Gestão Integrada (PGI) de Itapoá e Araranguá durante reunião nesta terça-feira, 12, na Secretaria de Estado do Planejamento, em Florianópolis. 

O PGI é o principal instrumento de gestão do Projeto Orla, pois faz um diagnóstico da faixa litorânea dos municípios e reúne as medidas necessárias para o uso e a ocupação costeira de forma sustentável. O documento também pode contribuir para a correta expansão do turismo em praias e balneários. 

Os Planos são elaborados por um comitê gestor municipal com participação da sociedade civil, para então serem analisados pela Comissão Técnica Estadual e pelo Ministério do Meio Ambiente. 

A análise formal foi a primeira etapa da elaboração do PGI e verificou se o Plano proposto pelas prefeituras dos municípios que possuem faixa litorânea está de acordo com as instruções contidas nos Manuais do Projeto Orla do Ministério do Meio Ambiente (MMA). Tanto Itapoá quanto Araranguá tiveram suas análises formais homologadas e seguem para a próxima etapa.

Florianópolis - Comissão do Projeto Orla aprova primeira etapa dos Planos de Gestão Integrada de Itapoá e Araranguá

A oitava reunião ordinária do CTE contou com a participação de representantes da Secretaria de Estado do Planejamento, Secretaria do Patrimônio da União, IMA, Polícia Militar Ambiental, Epagri/Cedap, Ibama,Cepsul-ICMBio, Udesc, Univali e UFSC.

Próxima etapa

A nova fase consiste na chamada análise material, que vai verificar, entre uma série de fatores, se o documento reflete as bases técnicas e conceituais do Projeto Orla e se o plano leva em consideração as diretrizes dos demais instrumentos de planejamento e gestão existentes na escala da Zona Costeira (por exemplo, o Plano Diretor). 

Esta etapa do trabalho também busca descobrir se o PGI servirá como um instrumento de apoio ao planejamento de uso e ocupação do espaço, principalmente nas áreas da União, se as competências para execução das ações estão bem distribuídas e se os mecanismos de legitimação propostos estão adequados com relação à ação, equipe disponível, recursos financeiros e tempo.

Projeto Orla

O Projeto Orla é um programa do Ministério do Meio Ambiente e da Secretaria do Patrimônio da União do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MP/SPU). Em Santa Catarina, a coordenação estadual é da Secretaria de Estado do Planejamento (por meio da Diretoria de Desenvolvimento Regional e das Cidades, com apoio da Diretoria de Estatística e Cartografia), em conjunto com a Superintendência Estadual do Patrimônio da União.   

O objetivo é buscar a gestão adequada da orla marítima para disciplinar o uso e a ocupação do território, visando a qualidade de vida de populações locais e conservação dos ecossistemas costeiros.

A adesão do município ao Projeto Orla é um ato voluntário de interesse da Prefeitura Municipal. Santa Catarina possui, no total, 30 municípios costeiros que podem ser atendidos pelo projeto Orla. São eles: Itapoá, São Francisco do Sul, Joinville, Araquari, Balneário Barra do Sul, Barra Velha, Piçarras, Penha, Navegantes, Itajaí, Balneário Camboriú, Itapema, Porto Belo, Bombinhas, Tijucas, Governador Celso Ramos, Biguaçu, São José, Florianópolis, Palhoça, Paulo Lopes, Garopaba, Imbituba, Laguna, Jaguaruna, Balneário Rincão, Balneário Arroio Silva, Araranguá, Balneário Gaivota e Passo de Torres.

>>> Saiba mais sobre o Projeto Orla

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